• Agenda

    agosto 2019
    S T Q Q S S D
    « out    
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031  
  • Categorias

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

  • Anúncios

Governo Anastasia garante apoio a vítimas da seca

Minas: governo Anastasia apoia vitimas da seca em Minas. Foram destinados R$ 11 mi em compras de cestas básicas e outras ações.

Governo de Minas: seca norte de Minas

Fonte: Marcos de Moura e Souza – Valor Econômico

Pecuária e frutas padecem com a seca no norte de MG

 Minas: governo Anastasia garante apoio à seca

Governo de Minas garante apoio às vitimas da seca. Foram destinados R$ 11 mi em compras de cestas básicas, caminhões-pipas e outras ações.

Mais de 100 municípios na região norte do Estado de Minas Gerais estão em estado de emergência por causa da seca. O governo do Estado e o Exército fazem o abastecimento emergencial de água com caminhões-pipa. Na zona rural, uma imagem que está se tornando mais frequente é a de bois e vacas mortos de sede e fome – e suas carcaças abandonadas no que um dia foi pasto.

O estrago da estiagem na economia local se estende pela produção de frutas e de leite e no deslocamento de gado para outras regiões. Muitos pequenos produtores que não têm um pasto alternativo estão vendendo seu gado, apesar dos preços baixos. Diversos municípios estão sem chuva desde o início do ano e decretaram emergência em fevereiro e março. As chuvas devem começar somente em outubro. Hoje são 122 em emergência por causa da seca, concentrados no norte do Estadoe parte deles no nordeste e noroeste. A perspectiva do governo era que neste ano o número ficasse em 114.

“Essa é uma das piores dos últimos 30 anos e que está atingindo Minas, Bahia e outros Estados do Nordeste“” diz Reinaldo Nunes, coordenador técnico da Empresa de Assistência Técnica e Extensão do Estado de Minas Gerais (Emater) em Montes Claros, maior cidade do norte de Minas. O rebanho de gado nessa área é de aproximadamente 2,5 milhões de cabeças e o problema maior é a alimentação, diz Nunes.

Sem pasto e sem água, um dos resultados imediatos na economia da região foi a queda abrupta na produção de leite. “A produção normal é de 600 mil litros por dia e por causa da seca houve uma redução de 40% a 50%. O prejuízo por mês é de R$ 5,4 milhões”, calcula Nunes. A maioria dos pequenos sitiantes e produtores com mais terras na região têm no leite uma renda adicional e diária.

A safra de grãos teve uma redução ainda maior. Segundo a Emater, o chamado veranico (período de 20 e poucos dias de estiagem em meio ao período chuvoso) durou do início de janeiro a até março em vários municípios. Foi num período crítico de plantio de arroz, feijão, milho, sorgo e outros grãos pelos produtores rurais mineiros. “A expectativa era de colher só nessa região norte 500 mil toneladas de grãos, mas perdemos 70% disso, um prejuízo de R$ 180 milhões”, diz o técnico da Emater.

Governo de Minas: seca do norte de Minas – Link da matéria: http://www.valor.com.br/empresas/2801944/pecuaria-e-frutas-padecem-com-seca-no-norte-de-mg

Quem investe e vive da produção de frutas também está em dificuldades. Gurutuba e Lagoa Grande, dois grandes projetos irrigados no norte do Estado, cujas áreas somam 6,5 mil hectares e onde predomina a fruticultura, são os que mais sentem. “Os produtores estão sendo afetados porque dependem de uma barragem que está com o nível bastante comprometido”, afirma Pierre Santos Vilela, coordenador da assessoria técnica da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg). A entidade informa representar quase 400 mil pequenos, médios e grandes produtores rurais.

Segundo Faemg e Emater, produtores, especialmente os menores, estão vendo parte de seu plantel de gado morrer. Há uma corrida para vender os animais mesmo abaixo do peso e mesmo com preços depreciados pela grande oferta. Sem ter como manter o gado, produtores acabam se descapitalizando porque o que recebem agora pelos animais não permitirá que eles reponham seu rebanho daqui a alguns meses, diz Reinaldo Nunes, técnico da Emater.

O governo do Estado prevê alocar um total de R$ 11 milhões em compras de cestas básicas, caminhões-pipas e outras ações. Além disso, o governo federal, por meio do Ministério da Integração Nacional, enviou mais R$ 10 milhões, que estão sendo usados para reforço das compras de alimentos, galões de água mineral e também para a distribuição de cisternas, disse o tenente coronel Fabiano Villas Bôas, secretário executivo da coordenadoria estadual da Defesa Civil. Em alguns municípios, como Catuti, não há mais água para consumo humano. E, paradoxalmente, em locais abastecidos por caminhões-pipa o desafio das famílias é armazenar essa água. O governo do Estado ainda conta com R$ 4 milhões este ano para a abertura de poços artesianos em locais públicos.

Villas Bôas diz que o que diferencia esta seca das anteriores é a duração. Enquanto geralmente os municípios do norte de Minas começam a decretar situação de emergência em abril e maio, neste ano isso aconteceu em fevereiro e março. Muitos dos decretos já foram prorrogados.

Minas: Governo seca do norte de Minas – Link da matéria: http://www.valor.com.br/empresas/2801944/pecuaria-e-frutas-padecem-com-seca-no-norte-de-mg

Anúncios

Repasses para prevenção a enchentes em Pernambuco, estado do ministro Fernando Bezerra, são 110 vezes maiores que os destinados a Minas, levando em conta a população atingida

Gestão sem eficiência, governo Dilma

Fonte: Marcelo da Fonseca e Maria Clara Prates – Estado de Minas

Um mineiro vale R$ 1,46 e um pernambucano vale R$ 160,97

Repasses para prevenção a enchentes em Pernambuco, estado do ministro Fernando Bezerra, são 110 vezes maiores que os destinados a Minas, levando em conta a população atingida

Dados do Orçamento da União revelam que o Ministério da Integração Nacional desconsiderou critérios técnicos para repasses de verbas do Programa de Prevenção e Preparação a Desastres. Em 2011, Minas Gerais, um dos estados mais castigados pelas chuvas no fim de 2010 e início do ano passado, recebeu mísero R$ 1,46 por habitante dos municípios que declararam estado de emergência, contra R$ 160,97 per capita, destinados às vítimas dos temporais em Pernambuco, estado do ministro Fernando Bezerra (PSB). Isso significa que os pernambucanos mereceram um valor mais de 110 vezes maior que os mineiros.

Os dados jogam por terra também a principal tese de defesa de Bezerra, de que não houve privilégio para seu estado. A realidade evidencia a disparidade. Com a caneta na mão, Fernando Bezerra autorizou um repasse de R$ 98 milhões para Pernambuco, que teve, no ano passado, nove mortos e 18 cidades em estado de emergência em razão das chuvas. Minas mereceu apenas R$ 10 milhões em ações de prevenção, valor insuficiente para evitar as  15 mortes e 116 cidades em situação de emergência (até as 18h de ontem). E pior. Os recursos tiveram um único destino: a capital mineira, para obras de controle de cheias na bacia do Córrego São Francisco, na Região da Pampulha.

Levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) também deixa claro o descaso com Minas Gerais, que tem o maior número de municípios, 853, e é o segundo colégio eleitoral do país. Considerando as transferências aos estados para obras de prevenção, Pernambuco recebeu 73,6% do total liberado pelo governo federal em 2011. Na transferência de recursos diretos da União, Minas contou com 2,5% do valor total. Em relação às aplicações diretas nas prefeituras, os municípios mineiros ficam em situação ainda pior, com apenas 1,7% dos investimentos, enquanto os do Paraná e de São Paulo tiveram mais de 30%, cada.

O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, lembra que Minas, terceiro estado mais atingido por desastres naturais no ano passado, perdeu no valor total de repasses até mesmo para o Distrito Federal, que recebeu R$ 687,8 mil, ou seja, 2,2% do total, sem qualquer registro de tragédias.

ASSUSTADOR Ziulkoski, que já sentiu na pele a dificuldade de acesso a recursos da União, quando prefeito de Mariana Pimentel (RS), por dois mandatos, faz questão de ressaltar que o dado mais assustador do estudo está na liberação de 39% dos recursos do Ministério da Integração Nacional para estados e municípios que nem sequer tinham decreto de emergência ou de estado de calamidade pública. ”A observação do critério técnico para liberação de verbas é um engodo”, diz. Para ele, não existe uma solução a curto prazo.

Para evitar os desmandos políticos, ele defende a construção de uma estratégia nacional, envolvendo estados, municípios, União e sociedade civil para traçar um plano de enfrentamento aos desastres naturais, o que significa dizer que podem ser consumidas décadas até se atingir o ideal.

RECONSTRUÇÃO O relatório divulgado ontem pela CNM apresenta também números que reforçam a dificuldade doEstado brasileiro para trabalhar com a prevenção. Nos últimos seis anos, os gastos em respostas aos desastres representam menos da metade dos valores destinados às ações de prevenção. A soma dos repasses do governo federal para ações de reconstrução desde 2006 até o ano passado chega a R$ 6,3 bilhões, enquanto os trabalhos de prevenção custaram R$ 735 milhões aos cofres públicos, ou seja, o Brasil gasta quase 10 vezes mais remediando as consequências das chuvas que se repetem todos os anos do que com investimentos para evitar novos desastres.

Para Ziulkoski, o valor de R$ 735 milhões em prevenção é praticamente zero, se considerada a dimensão das obras necessárias no período de seis anos. Afirma também que os R$ 6,3 bilhões para a recuperação dos estragos são ínfimos, especialmente, se considerar que “parte deles são desviados, parte fica no meio do caminho e a grande maioria não é repassada”.

O presidente da CNM destaca ainda que o estudo evidencia que o privilégio político é determinante na concessão dos recursos emergenciais. “Observem que a Bahia foi o estado que mais recebeu durante a gestão do ministro Geddel Vieira (PMDB) à frente da pasta de Integração Nacional, e agora é a vez de Pernambuco, com Fernando Bezerra.”

Governo Anastasia distribui 135 toneladas de alimentos aos municípios atingidos pelas chuvas

Gestão Eficiente, apoio humanitário 

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas distribui 135 toneladas de alimentos aos municípios atingidos pelas chuvas

Osvaldo Afonso/Imprensa MG

Mantimentos abastecem os depósitos avançados do Governo de Minas

Mantimentos abastecem os depósitos avançados do Governo

BELO HORIZONTE (09/01/12) – Cerca de 135 toneladas de alimentos foram distribuídos peloGoverno de Minas Gerais, em todas as regiões do Estado, para vítimas de acidentes causados pelas chuvas. No total, o Governo distribuiu, desde outubro de 2011 até esta segunda-feira (9), 8.540 cestas básicas para moradores de 116 municípios. Também foram enviados 8.340 colchões, cerca de 7.000 cobertores, além de água potável, lonas, roupas, telhas e kits higiênicos.

Apenas entre a última sexta-feira (6) e esta segunda (9), os mantimentos foram enviados paras as cidades de Brumadinho, Matipó, Itabirito, Belo Vale, Alpercata, Ubá, Governador Valadares, Betim, Barbacena e Muriaé. Tanto o deslocamento de ajuda humanitária, quanto a distribuição das doações são conduzidos pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec-MG).

Todas as cidades atingidas pelas chuvas, independentemente de haver decreto de situação de emergência, estão sendo beneficiadas pelo envio de alimentos, colchões, cobertores, roupas e água potável. Além de serem distribuídos aos municípios, os mantimentos abastecem os 13 depósitos avançados do Governo – completamente estruturados para armazenar as doações – estrategicamente espalhados por todas as regiões de Minas. Outros dois estão sendo construídos, um em Montes Claros e outro em Ubá. O depósito avançado de Pouso Alegre, no Sul do Estado, será inaugurado nesta terça-feira (10).

Foco na prevenção

Desde o início do ano passado, o Governo de Minas vem realizando uma série de ações preparatórios para o enfrentamento ao período chuvoso, com foco nas medidas preventivas. As prefeituras mineiras recebem apoio permanente do Estado. Entre outras ações, nos últimos anos o Governo de Minas Gerais tem investido na estruturação dos municípios para atuação em casos de emergência. Em 2004, dos 853 municípios mineiros, apenas 374 possuíam Coordenadorias Municipais de Defesa Civil (Comdecs). Desde então, este número quase dobrou. Atualmente, o Estado possui 696 Comdecs. O Estado oferece, ainda, cursos de treinamento e capacitação aos agentes municipais.

Desde setembro de 2011 – antes do início do período chuvoso –, o Governo de Minas promoveu a realização de reuniões técnicas quinzenais, envolvendo o Corpo de Bombeiros, as Polícias Militar e Civil, Cemig, Copasa, Feam, Igam, Emater e Ruralminas, além das Secretarias de Transportes e Obras Públicas, Saúde, Planejamento e Gestão, Meio Ambiente, Desenvolvimento Regional e Política Urbana, Desenvolvimento Social, e dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas. Durante estas reuniões, foram definidas as ações de preparação e resposta aos eventos adversos causados pelas chuvas, tanto para o atendimento emergencial quanto o apoio operacional durante as ocorrências.

Para coordenar o conjunto de ações realizadas em todo o Estado, o Governo de Minas lançou, em outubro do ano passado, o Plano de Emergências Pluviométricas (PEP) 2011/2012, que leva em conta o histórico dos períodos chuvosos de anos anteriores, contendo o detalhamento sobre os recursos humanos e logísticos da Cedec-MG e dos demais órgãos envolvidos no enfrentamento ao período chuvoso. As prefeituras de municípios afetados recebem do Estado, ainda, auxílio técnico para produzir a documentação necessária para a comunicação oficial de ocorrências em tempo hábil.

Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo/39050-governo-distribui-135-toneladas-de-alimentos-aos-municipios-atingidos-pelas-chuvas

Do total das obras de recuperação do Governo Anastasia em 110 cidades atingidas pelas chuvas

Gestão Pública Eficiente

Fonte: Agência Minas

Maioria das obras de recuperação em cidades atingidas por chuvas está concluída ou em andamento

Do total das obras de recuperação que o Governo de Minas está realizando, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG), em 110 municípios mineiros atingidos pelas chuvas no final de 2010 e início do ano passado, 96 já estão concluídas ou em andamento. Outras dez cidades receberam autorização de início na última quinta-feira (5) e quatro ainda não foram iniciadas.

As obras foram viabilizadas por meio de convênio firmado entre o Governo de Minas e o Ministério da Integração Nacional, em fevereiro de 2011, com o repasse de R$ 70 milhões para o atendimento emergencial aos municípios mais atingidos pelas chuvas. Mas convênios com os municípios e os processos de licitação para a realização das obras só foram realizados, na sua grande maioria, no segundo semestre do ano passado, por conta das exigências legais que precisavam ser cumpridas.

O DER, o executor das obras, teve que realizar, para cada uma das obras, uma licitação em separado – 110 no total. Para atender as exigências legais, alguns projetos apresentados pelas prefeituras tiveram que ser corrigidos ou adequados ao valor estipulado para cada uma das obras. Em algumas das licitações, não apareceram empresas interessadas em realizar o trabalho, o que exigiu a abertura de novo processo licitatório, o que retardou o início do trabalho em algumas cidades.

Do recurso de R$ 70 milhões definido para a realização das obras, R$ 50 milhões foram repassados pelo governo federal e R$ 20 milhões pelo Governo do Estado. Os recursos estão sendo usados na recuperação da infraestrutura dos municípios, como vias públicas, estradas e pontes. Receberam os recursos os municípios mais afetados e que encaminharam relatórios sobre a Situação de Emergência ao conhecimento da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec-MG).

O critério para a liberação de recursos para os 110 municípios foi avaliado pelo Grupo de Trabalho Multidisciplinar, criado, na época, por determinação do governador Antonio Anastasia especialmente para dar suporte aos processos legais exigidos.

Governo do PT deixa de gastar mais de R$ 500 milhões em prevenção de enchentes, desabamentos e deslizamentos

Fonte: Folha de S.Paulo

Governo federal deixou de gastar R$ 529 milhões contra cheias

Os ministérios da Integração Nacional e das Cidades deixaram de gastar mais de R$ 500 milhões em ações de prevenção de enchentes, desabamentos e deslizamentos em 2011. O valor não chegou a ser tocado, ou seja, não foi nem sequer reservado no Orçamento. Com isso, não pode mais ser utilizado neste ano.

A informação é da reportagem de Breno Costa e Nádia Guerlenda publicada na edição desta quinta-feira da Folha. A reportagem completa está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

De acordo com o texto, a maior parte do desperdício está em ações de responsabilidade do Ministério da Integração Nacional. Na ação de “apoio a obras preventivas de desastres”, por exemplo, quase metade (46,6%) da verba autorizada ficou parada.

No Ministério das Cidades, a ação de “apoio à urbanização de assentamentos precários” –boa parte formada por moradias de risco– deixou de usar R$ 56,7 milhões.

Em janeiro do ano passado, mais de 900 pessoas morreram em decorrência dos efeitos de fortes chuvas na região serrana do Rio. Ainda em seus primeiros dias de mandato, a presidente Dilma Rousseff foi pessoalmente à região verificar os estragos e prometeu que a prevenção a desastres naturais seria prioridade.

OUTRO LADO

Questionado ontem pela reportagem a respeito do dinheiro parado no Orçamento do ano passado, o Ministério das Cidades afirmou que o dinheiro não empenhado se refere a emendas parlamentares que não foram liberadas pelo Ministério do Planejamento, ou seja, acabaram congeladas pela equipe econômica do governo federal.

Outra parte do dinheiro se refere a “sobras distribuídas por unidades da Federação”, ou seja, dinheiro que estava disponível, mas não foi usado por problemas nos Estados ou municípios.

Em entrevista coletiva concedida ontem, o ministro Fernando Bezerra Coelho, da Integração Nacional, chegou a se queixar do volume de verbas disponível para ações de prevenção a desastres. Questionado mais tarde pela reportagem a respeito do dinheiro não utilizado no ano passado, o ministério não se pronunciou.