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Pesquisa Ibope e Datafolha mostra desconfiança no ninho tucano

Aliados de Aécio acreditam que os apoios de Marina Silva e da família de Eduardo Campos, ainda não tiveram efeito sobre as intenções de voto.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Apoio de Marina a Aécio e troca de acusações entre ele e Dilma não alteraram intenções de voto

O resultado das pesquisas do Ibope e do Datafolha, divulgados na quarta-feira, foi recebido com desconfiança pela campanha tucana e com alívio pelos petistas. Aliados de Aécio acreditam que os apoios declarados nos últimos dias, de Marina Silva e da família do ex-governador de PernambucoEduardo Campos, falecido em agosto, ainda não tiveram efeito sobre as intenções de voto dos eleitores. Já os petistas comemoram que os fatos positivos para Aécio não tenham repercutido nos levantamentos.

Integrante da campanha de Aécio, o deputado Duarte Nogueira (PSDB-SP) diz acreditar que a mais recente pesquisa não teria captado ainda os efeitos do apoio de Marina e da família do ex-governador de PernambucoEduardo Campos, declarados no último fim de semana. O deputado diz que o PT está usando uma estratégia agressiva porque está “desesperado” e que, mesmo assim, Aécio se mantém estável nas pesquisas. Duarte lembra, porém, que é preciso usar “sandálias da humildade” e evitar euforia de vitória antecipada.

— As pesquisas não captam o ato reflexivo do eleitor na reta final. A pesquisa que antecedeu a eleição mostrou isso claramente. Aécio vai crescer muito mais porque tem a seu lado o eleitor indignado com a corrupção, a inflação, o país que não cresce — afirmou.

presidente do PSDB de Minas Gerais, deputado Marcus Pestana, afirma que, apesar da campanha de “vale-tudo” que acusa do PT de estar fazendo, Aécio irá subir nos próximos levantamentos, e destaca que a campanha tucana continuará investindo em temas para polarizar contra o PT, como mudança na forma de fazer política, situação da economia, corrupção, em particular na Petrobras, gestão e liderança para executar reformas necessárias.

— Acho que os institutos estão com uma postura conservadora de não apostar em viés de decisão, mas temos notícia de uma situação mais favorável para o Aécio. Tivemos uma semana ainda não totalmente drenada pela sociedade, com o anúncio de apoio de Marina e da família Campos, o PSB, que ainda vai produzir um efeito grande. E teve uma pancadaria do PT em cima do Aécio, uma campanha extremamente radical, raivosa, mostra que eles sabem que estão muito atrás — pontuou Pestana.

DILMA NÃO FALOU TUDO AINDA, DIZ PETISTA

O líder do PT na Câmara, deputado Vicentinho (SP), afirmou que o resultado da pesquisa traz alívio para os petistas, que tinham uma expectativa de que os recentes anúncios de apoio a Aécio tivessem uma repercussão já neste levantamento. O deputado dá o tom de que o PT deverá continuar partindo para o ataque contra o tucano.

— Essa eleição vai se definindo a cada momento, a recomendação à militância é trabalhar até o último minuto a eleição da Dilma. Os dados trazem um alívio, pelo que se ouvia dizer por aí parecia que Aécio estava com 70, e Dilma com 30. Se está empatado, então é bom. Mostra que tem gente do PSB e da Marina se dividindo. Aécio está usando a mesma postura da Marina, tentando se colocar como vítima, e isso é ruim para ele. O povo não é bobo, o que a presidente Dilma fala tem comprovação, documentos, e o debate serve para isso. E ela não falou tudo ainda! — ameaça o petista.

O senador Humberto Costa, líder do PT no Senado, também comemorou o resultado. Para Costa, o acúmulo de fatos positivos ocorridos nos últimos dias para Aécio, com o anúncio de apoios e os fatos negativos para Dilma, com mais denúncias de corrupção na Petrobras poderiam ter produzido uma vantagem para o tucano, o que acabou não ocorrendo neste último levantamento.

— Achei excelente o resultado, pode até ser estranho, mas ao longo da última semana Aécio só acumulou fatos positivos e nós alguns negativos. Tudo que aconteceu semana passada foi favorável a ele. E mais, a rejeição dele cresceu e acho que depois do debate de ontem a tendência é a gente abrir vantagem — defende Costa.

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Aécio defende união por um futuro melhor aos brasileiros

Aécio mostrou que é o candidato mais preparado, apresentou propostas em áreas fundamentais, desmascarou acusações e destacou ser o candidato da mudança.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, participou, na noite dessa terça-feira (12/10), de debate promovido pela Rede Bandeirantes. Em perguntas e respostas à presidente e candidata do PT, Dilma Rousseff, Aécio mostrou que é o candidato mais preparado, apresentou propostas em áreas fundamentais na vida do cidadão, desmascarou acusações falsas da candidata petista e destacou ser o candidato da mudança, por mais que a presidente Dilma defenda mudanças profundas em seu governo.

Veja abaixo os trechos da participação de Aécio no debate da Band:

Continuidade ou mudança

Este debate inaugura a fase final de uma campanha onde os brasileiros terão a oportunidade de dizer de forma muito clara o que querem para o seu futuro: a continuidade do que aí está ou uma mudança profunda. O Brasil avançou muito ao longo das ultimas décadas. Teve a estabilidade da moeda, conquistada no governo do PSDB, com uma ferrenha oposição do PT. Mas, de lá para cá, no governo do próprio presidente Lula, avanços sociais importantes vieram a partir dessa estabilidade, da modernização da nossa economia, da privatização de setores que necessitavam ser privatizados, da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Emoção

Esses últimos dias foram dias de muita emoção para mim e para toda a minha família. Há nove dias, mais de 30 milhões de brasileiros confiaram na nossa proposta de mudança, acreditaram que temos condições sim de reconciliar o Brasil com o seu futuro. Eu sou imensamente grato a cada um a cada uma desses companheiros.

Marina e Renata

De lá pra cá, várias forças políticas extremamente importantes se somaram a nós. Agradeço a cada uma delas, na figura de dois companheiros aqui presentes, Beto Albuquerque, candidato a vice de Marina Silva, e Walter Feldman, porta-voz da Rede. Mas quero agradecer a esse apoio que venho recebendo em todo o Brasil através de duas mulheres, duas brasileiras que honram e orgulham o Brasil. A você, Renata Campos, quero agradecer a singeleza, a forma extremamente leve e corajosa com que manifestou apoio à nossa candidatura. E a você, Marina [Silva], tenha absoluta certeza de que saberei a cada dia dos próximos quatro anos, se vier a ser o Presidente da República, honrar cada um dos compromissos que juntos assumimos.

Governo honrado e eficiente

Eu me preparei para fazer um governo honrado, um governo eficiente, que avance na qualidade da saúde pública, que enfrente com coragem o drama da criminalidade, que melhore a nossa qualidade da educação. Eu não permitirei que esse país seja dividido entre nós e eles. Eu quero fazer o governo da convergência, o governo da solidariedade, da generosidade. É possível, sim, termos um governo que permita que você viva melhor, que dê novas oportunidades para os seus filhos, que respeite as obras de outros governos. É para isso que eu me preparei e vou assumir a Presidência da República para honrar cada apoio e cada voto que vier a receber.

Conciliação

Venho aqui hoje representar não um partido politico, ou uma coligação de partidos. Mas um sentimento crescente na sociedade brasileira, que quer ver um governo conciliado com a nossa gente.  Um governo que olhe para o futuro, que seja generoso, que não caia nessa armadilha da divisão do Brasil entre nós e eles, entre Norte e Sul. Acredito muito que podemos ter um governo que una a eficiência com a decência. Um governo que tire o Brasil da lanterna de crescimento econômico e dos piores indicadores sociais de toda a nossa região. Estou aqui para apresentar as nossas propostas.

País parado

A grande verdade é que nos últimos quatro anos o Brasil parou de melhorar. Infelizmente, qualquer que seja o próximo presidente da República terá a inflação saindo do controle, uma recessão na economia, uma perda crescente de credibilidade do país e uma piora de todos os nossos indicadores sociais.

Candidata de oposição?

A impressão que tenho é que temos aqui dois candidatos de oposição. Não temos um candidato de continuidade. Quem vê a sua campanha acha que a senhora não governou o Brasil ao longo de todos esses anos. Lamento que não tenha feito ao longo do seu mandato o que se propõe a fazer agora.

Melhor saúde do Sudeste

Antes da regulamentação da emenda 29, que infelizmente o seu governo demorou muito a conduzir no Congresso Nacional, cada Estado definia com muita clareza quais eram os investimentos na saúde, como fizeram, por exemplo, os governos do PT. O governo da senhora, por exemplo, chegou num determinado momento a considerar os investimentos noBolsa Família como investimento em saúde. Minas Gerais é reconhecido pelo Ministério da Saúde no seu governo como o Estado que tem a melhor qualidade de saúde de toda região Sudeste.

Governo omisso na saúde

O governo federal vem diminuindo a sua participação ao longo dos últimos 12 anos do financiamento da saúde. Quando o governo do PT assumiu, 56% do conjunto dos investimentos em saúde pública vinham do governo federal. Doze anos se passaram e, hoje, são 45%.

Mais saúde

O que quero no Brasil é mais saúde, com mais investimento do governo federal. Essa proposta que a senhora apresenta do Mais Especialidades é a nossa proposta. Lamento que a senhora [candidata do PT] tenha preocupado com isso no momento em que seu governo termina. Não cuidou disso nos últimos 12 anos.

Saúde da Família e Santas Casas

Ministério da Saúde do governo [Dilma Rousseff] é quem diz que Minas Gerais, governada por mim, tem a melhor qualidade e atendimento de saúde de toda a região Sudeste. Vamos aumentar, por exemplo, o Programa Saúde da Família, que o seu governo abandonou, um programa extraordinário, criado no governo do presidente Fernando Henrique. Vamos formar mais médicos no Brasil. Vamos cuidar das Santas Casas, candidata, vamos reajustar a tabela do SUS, vamos cuidar com seriedade da saúde.

Bolsa Família

Os bons projetos estão aí para serem continuados. Ninguém é dono de bons projetos. O Bolsa Família vai continuar, porque vocês continuaram e unificaram, a partir do Bolsa Escola e do Bolsa Alimentação.

Plano Real

O maior programa de transferência de renda na nossa história contemporânea não foi o Bolsa Família, fruto do Bolsa Escola, do Bolsa Alimentação. Foi o Plano Real, a estabilidade da moeda, que vocês [do PT] combateram  com toda força.

Mais ovo, menos carne

Há mais de um ano venho alertando para a volta da inflação. A senhora [candidata do PT] tem dito que isso é conversa de pessimistas. A inflação de setembro está aí de volta, novamente uma inflação alta, estourando o teto da meta. O seu secretário de política econômica, Marcio Holland, deu uma sugestão para que nos enfrentemos a inflação. Ele disse que as pessoas deveriam parar de comer carne e passar a comer ovo. Será que essa é a política econômica para controle da inflação do seu governo? Será que não é a hora de reconhecer os equívocos? Não é vergonhoso alguém resolver admitir os erros, mostrar que falhou. Falhou na condução da economia, falhou porque não conseguiu fazer o Brasil crescer e falhou porque não consegui controlar a inflação.=

Inflação

Quando o presidente Fernando Henrique assumiu o governo, a inflação era de 916% ao ano. 916%! Ela chegou a 7% e aumentou para 12,5% depois da eleição do presidente Lula. Essa é a verdade. Vamos falar do presente, candidata, e vamos olhar para o futuro. A senhora disse no último debate que a inflação está sob controle. E não está. Eu pergunto à dona de casa que aí está. A senhora ir ao mercado, à feira, compra hoje a mesma coisa que comprava há seis meses com o mesmo dinheiro? É claro que não compra. É preciso ter humildade para admitir que fracassaram na condução da política econômica. A herança será muito ruim par ao próximo sucessor. Me sinto mais preparado para enfrentá-la.

Ministro da economia 

Felizmente, já tenho um nome que sinaliza para a previsibilidade, para a credibilidade da nossa política econômica. Mais uma grande diferença entre nós dois. Já tenho o meu futuro ministro da Fazenda. A senhora conseguiu demitir do cargo o atual ministro, que já não tinha tanta credibilidade, apesar de merecer o meu respeito pessoal.

Minha Casa, Minha Vida

Vamos dar transparência aos bancos públicos. Os subsídios adequados para o Minha Casa, Minha Vida vão avançar no nosso governo, inclusive na faixa onde seu governo não avançou, de até 3 salários mínimos. Vou dar transparência aos financiamentos, o que o governo não vem dando.

Melhor educação do Brasil

Educação é essencial para que qualquer país avance na busca de um futuro melhor. Um orgulho que tenho na vida foi ter levado Minas Gerais a ter a melhor educação fundamental do Brasil quando eu era governador, não sendo o mais rico dos Estados brasileiros e tendo o maior número de municípios entre todos os Estados brasileiros.

Ensino médio

Infelizmente, em todos os rankings internacionais, onde é avaliada a qualidade de educação no Brasil, estamos na lanterna. Falhamos na melhoria de qualidade do ensino médio. É preciso resgatar a qualidade da escola brasileira. É preciso que possamos fazer uma regionalização, uma flexibilização nos currículos, por exemplo, do ensino médio.

Creches

A nossa proposta para a educação começa exatamente por cumprir uma promessa que não foi cumprida pela candidata oficial: a construção das 6 mil creches ficaram pelo caminho. Temos que garantir a universalização do acesso das crianças de quatro anos na pré-escola.

Proteção à mulher

Me lembro quando essa discussão se iniciou, muito antes até do governo do presidente Lula. Foi um avanço extremamente importante que tem que ser mantido e aprimorado. Mas temos que avançar no apoio aos Estados e aos municípios que não têm tido a estrutura e a condição necessária ao enfrentamento da violência contra a mulher. Seja nos programas Disque-Denúncia, seja nas delegacia próprias, que temos que avançar. Tenho absoluta convicção de que temos como avançar muito no que diz respeito à proteção à mulher, a oportunidades para as mulheres terem um salário mais justo, mais próximo daqueles que têm os homens – estamos ainda extremamente longe disso.

Segurança Pública

Infelizmente, na questão da segurança pública também o governo fracassou, porque apenas 13% do conjunto dos investimentos em segurança pública no Brasil vêm do governo federal, 87% vêm dos Estados e dos municípios. A ausência de planejamento e de transferência dos recursos da área de segurança para os estados vem impedindo que eles avancem nessa e em outras áreas. Tenho uma proposta que proíbe o contingenciamento dos recursos de Segurança Pública, que pretendo implementar no meu governo. Não houve ao longo de todo esse período do seu governo um esforço maior para que os investimentos da área da segurança pública pudessem ser investidos na sua totalidade. Como não houve nasaúde, por exemplo. O Tribunal de Contas diz que nos governo foram R$20 bilhões que deixaram de ser gasto.

Redução da criminalidade

Durante meus 8 anos de governo honrado em Minas Gerais, os crimes de homicídio em Belo Horizonte diminuíram em 37%. Os crimes violentos no Estado diminuíram 48%. O Ministério da Justiça demonstrou que Minas foi o Estado que mais investiu em segurança pública dentre todos os estados da federação.

56 mil assassinatos

Foram 56 mil assassinatos no ano passado [no Brasil]. O governo federal o que diz? Terceiriza responsabilidades. Essa é a marca principal do seu governo. Na economia, problema é da crise internacional. Não importa se vários vizinhos nossos, países que habitam o mesmo planeta, estejam crescendo muito mais acelerado do que o nosso. Na segurança publica, é sempre a terceirização de responsabilidades. Quero dizer a você telespectador, que no meu governo eu vou assumir o comando de uma política nacional de segurança pública.

Meritocracia

Introduzi em Minas Gerais a meritocracia. Passamos a remunerar melhor aqueles que apresentavam melhores resultados. Essa foi a razão pela qual nós tivemos os resultados que tivemos, extremamente positivos na educação, na saúde. Infelizmente, nenhuma proposta no campo da valorização do servidor que presta serviço de boa qualidade foi incorporada no seu governo. Por que o governo federal, ao longo desses 12 anos, não buscou incorporar absolutamente nada que privilegiasse os serviços de boa qualidade nas suas propostas na área administrativa?

Indignação

Todos nós, brasileiros, acordamos a cada dia surpresos com novas denúncias. Em relação à Petrobras é algo absolutamente inacreditável.  Eu vi um momento apenas de indignação da candidata ao longo de todo esse período em que essas denúncias sucessivas chegaram aos brasileiros. O momento em que houve vazamento de alguns depoimentos desses últimos dias. Não vi indignação da candidata em relação ao conteúdo desses vazamentos. O diretor nomeado pelo seu governo está devolvendo R$ 70 milhões aos cofres públicos, portanto, assume que roubou, desviou dinheiro da Petrobras. Esse diretor que roubou esse dinheiro disse que distribuía para que partidos políticos – em especial o seu partido [PT] – fossem beneficiados.

Serviços prestados

Está na minha frente a ata em que o diretor Paulo Roberto renuncia, ao contrário do que a senhora [candidata do PT] disse na sua propaganda eleitoral e em outros debates, ele não foi demitido. Esse é a ata da Petrobras. E no final é dito o seguinte: ‘agradecemos o Sr. Paulo Roberto pelos relevantes serviços prestados à companhia. ‘Quero saber quais foram esses relevantes serviços? Foi a sua relação com o tesoureiro do partido [PT] onde, segundo ele, dois dos 3% desviados iam para o partido?

Propina

Recentemente, o Tribunal de Contas da União disse que na Refinaria Abreu e Lima, quando a senhora era presidente do conselho de administração da Petrobras, foi feito sobrepreço para pagar propina.

Libertação

Trago aqui a indignação dos brasileiros e brasileiras com os quais me encontro em toda as partes do Brasil, que me pedem que diga isso. Sabe qual a palavra, candidata, que eu mais tenho ouvido? É libertação. Os brasileiros têm me pedido é o seguinte: Aécio nos liberte desse governo do PT. Nós não merecemos tanta irresponsabilidade, tanto descompromisso com a ética e tanta incompetência.

Medo

Candidata, a senhora volta com o discurso do medo. Realmente, há medo hoje na sociedade brasileira. Há medo de o PT governar por mais quatro anos. Porque a grande verdade é que os empregos estão indo embora por uma lógica muito simples. País que não cresce não gera empregos, candidata. O pior desempenho da indústria de todos esses últimos 50 anos, candidata. O que vou fazer é resgatar a credibilidade do país.

Fim melancólico

Não é razoável que sejamos o lanterna no crescimento ao lado da Venezuela, esse ano na nossa região. Não vamos crescer nada esse ano. O seu governo, candidata, infelizmente perdeu a capacidade de atrair investimentos. Perdeu a confiança dos mercados. Quando falo em mercados é porque esses investimentos é que vão gerar empregos para os brasileiros. Os empregos de boa qualidade estão indo embora, candidata. O seu governo chega ao final de forma melancólica. A grande verdade é essa. Fracassou na condução da economia, inflação alta, crescimento baixo, fracassou na melhoria dos nossos indicadores sociais.

Aécio Neves recebe apoio da Família de Eduardo Campos

Candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves,recebeu neste sábado o apoio da família do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio recebe o apoio da viúva e dos filhos de Eduardo Campos em Pernambuco

Tucano divulgou documento para garantir apoio de Marina Silva

candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, recebeu neste sábado o apoio da família do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morto num acidente aéreo em 13 de agosto. Os filhos do ex-governador participaram de dois eventos ao lado do tucano, em Recife. No primeiro, compareceram para dar um abraço no presidenciável e, no segundo, João Campos leu uma carta da viúva de Campos, Renata, com quem Aécio se encontrou à tarde.

“Hoje temos duas possibilidades: continuarmos como estamos ou tentar o caminho das mudanças. O Brasil pede mudanças. O governo que está aí tornou-se incapaz de realizá-las”, escreveu a viúva na carta.

O texto foi lido por João Campos durante encontro da Frente Popular no Clube Internacional do Recife. Foi ele quem marcou maior presença na campanha majoritária do PSB em Pernambuco: João participou de caminhadas e comícios em 41 municípios para reforçar a campanha do hoje governador eleito Paulo Câmara (PSB).

Na carta, a família reconhece “avanços”, mas diz ser fundamental “arejar a casa”. E envia um recado para o tucano: Aécio, acredito na sua capacidade de diálogo, de gestão. Sei que não é a primeira vez que seu caminho se cruza com o de Eduardo”.

Renata diz ter certeza que o tucano empunhará as mesmas bandeiras defendidas pelo seu marido:

“Penso, Aécio, que hoje é um dia muito importante na sua caminhada. Você vai levar a garra e a energia do nosso povo, que são fundamentais e essenciais para a construção do novo Brasil. Somos nordestinos e pernambucanos e queremos juntos um novo construir Brasil. Siga em frente, Aécio, e que Deus nos proteja”.

Ao sair da casa da família Campos – onde almoçou com cerca de 40 lideranças políticas do estado – o candidato do PSDB afirmou que fechou em Pernambuco “não apenas um pacto eleitoral, mas um pacto de uma vida toda pela decência na vida pública brasileira”. Renata acompanhou o tucano até o portão da residência ao lado dos filhos, mas não gravou entrevista. Aécio reagiu com um sorriso e silêncio, quando lhe indagaram se havia recebido algum telefonema de apoio da ex-candidata Marina da Silva (PSB).

– Hoje estou muito feliz. E vou começar de trás para a frente. Acabei mais uma vez de comer o almoço da Dona Renata, um peixe maravilhoso, uma carne de sol saborosa. Eu vim buscar energia. Energia na alma, para continuar essa travessia. Eu me emociono ao voltar aqui à casa de Eduardo, porque aqui conversamos muito sobre o Brasil, tendo a Renata e os filhos como testemunhas – afirmou. E acrescentou:

– Saio daqui com uma responsabilidade que, se já era grande, ainda é maior. Para mim, hoje não foi nenhuma visita política. Hoje foi uma visita pessoal do coração. Fiz questão de trazer a Gabriela, minha filha, para conhecer os filhos de Eduardo. O que estamos fazendo aqui não é uma aliança eleitoral. É um pacto por toda uma vida. Pela decência na vida pública brasileira – ressaltou ele, antes de partir para um comício na cidade de Sirinhaém, na Zona da Mata, onde Marina teve o seu maior percentual de votação do país (74,19%).

AÉCIO DIVULGA DOCUMENTO PARA GARANTIR APOIO DE MARINA

Em sua passagem pela capital pernambucana, Aécio divulgou documento afirmando que “a Federação está doente, enfraquecida e debilitada” por padecer do “centralismo excessivo na esfera federal” e prometeu promover “a revisão desse Estado de coisas”, devolvendo a estados e municípios “meios de exercerem sua autonomia constitucional, habilitado-os a levar a solução do problema para perto de onde ele ocorre”. O manifesto consolida pontos em comum entre os programas de Marina Silva (PSB) e de Aécio e é uma condição para que o tucano receba o apoio da ex-presidenciável.

Aécio disse ainda ser preciso “devolver o Estado à sociedade brasileira”. E fez um apelo: “É urgente revirogar nossa federação, fortalecendo suas bases”. Ele prometeu promover o debate sobre o pacto federativo, articulado com a temática do desenvolvimento regionalAéciocomparou-se ao ex-presidente Juscelino Kubistchek.

O texto do documento divulgado por Aécio faz parte de uma carta divulgada pelo tucano, durante encontro com lideranças de movimentos sociais e a carta dos 21 partidos que integram a Frente Popular de Pernambuco, que é liderada pelo PSB. Aécio foi recebido em clima de festa, saudado com gritos de “Brasil pra frente, Aécio Presidente” e “País rico é país sem PT“.

AÉCIO LEMBRA DE CAMPOS

O documento foi lançado no sábado no Recife, com pouco mais de 80 linhas. Ele assegurou que vai preservar “o legado e os sonhos” de Eduardo campos, mostrando que o documento é uma síntese do que querem as forças que agora o apóiam. Ele ressaltou que as urnas acusaram o desejo de mudança:

– A maioria do eleitorado, 60%, mostrou o desejo de mudança. Mudar significa tirar do poder os que o estão exercendo, mas significa, também, mudar para melhor, em primeiro e principal lugar visando a aprimorar práticas partidárias e eleitorais – afirmou.

Na carta, ele reiterou “o compromisso com valores democráticos, cuja efetivação depende de mantermos instituições virtuosas e de sermos capazes de entender que, no mundo atual, a ampliação da participação popular no processo deliberativo, através da utilização das redes sociais, dos conselhos, das audiências públicas sobre temas importantes não se choca com os compromissos da democracia representativa, que têm que ser preservados. Ao contrário, dá-lhes maior legitimidade”. Aécio leu a carta no encontro com lideranças de movimentos sociais – negros, mulheres, pessoas com necessidades especiais e sindicalistas, – que ocorreu em um hotel, no bairro do Pina, na Zona Sul da capital.

Ele fez uma lista das conquistas do país durante as duas gestões presidenciais do PSDB. Segundo Aécio, o documento divulgado no Recife se baseia no tripé “juntos pela democracia, juntos pela inclusão social e juntos pelo desenvolvimento sustentável”.

– O PSDB se orgulha de ter ajudado o Brasil a reencontrar o equilíbrio econômico. Não só fizemos a estabilização da moeda com o Plano Real, mas criamos instituições fundamentais para sua continuidade, sustentadas por políticas de transparência que infelizmente não vêm sendo seguidas pelo atual governo. O sistema de metas da inflação e autonomia operacional do Banco Central para fixar a taxa de juros e observar as livres oscilações de câmbio provaram ser ineficientes. Graças a essa base, inauguramos nova etapa de investimentos tanto internos quanto externos – disse Aécio.

AÉCIO: TUCANOS INICIARAM ENTREGA GRATUITA DE MEDICAMENTOS

Ele ressaltou ainda políticas sociais criadas nas gestões tucana, a implantação do Sistema Único de Saúde e atribuiu aos tucanos o início da entrega gratuita de medicamentos aos mais pobres:

– Falta muito ainda, mas o governo do PT maltratou a saúde pública.

Aécio prometeu reajuste da tabela dos serviços do SUS e recuperação de instituições filantrópicas que prestam serviços de saúde. Ele falou também em retomar a reforma agrária “com seriedade e prioridade” e prometeu levar adiante “o resgate da dívida social brasileira”.

– Vamos ampliar e aprimorar as políticas existentes, inclusive transformando o Bolsa Família em política de Estado e não de governo, justamente para que não sofra descontinuidade ou interrupção.

O tucano disse esperar a vitória no segundo turno:

– A democracia, tal como a concebemos, não se faz destruindo os órgãos do Estado ao sabor de interesses partidários e privados, como foi feito com as agências reguladoras, as empresas estatais, os fundos de pensão, e a própria administração federal.

Para Aécio, é preciso “devolver o Estado à sociedade brasileira”.

‘NÃO VOU ACEITAR O QUE ELES ESTÃO FAZENDO’

Depois de ler a carta, Aécio foi para o Clube Internacional, ao lado do governador eleito Paulo Câmara (PSB), do senador eleito Fernando Bezerra Coelho (PSB), e do prefeito do Recife, Geraldo Júlio (PSB). O governador do Espírito Santo (PSB), Renato Casagrande, também compareceu ao encontro.

– Em solo sagrado de Pernambuco, digo que não sou mais candidato a presidente só do PSDB e dos partidos aliados. Sou o candidato que vai trazer as mudanças, reduzir as disparidades regionais, o que vai permitir que as populações mais desfavorecidas sejam aquelas mais atendidas pelo Estado. Não vou aceitar o que eles estão fazendo, dividindo o Brasil em dois, entre nós e eles, norte e sul. Quero ser o presidente da integração de todos os brasileiros. Essa integração se fará construindo pontes, construindo alianças – disse.

O presidenciável tucano lembrou Campos:

– Nós tínhamos certeza de que um dia estaríamos juntos, construindo um Brasil melhor, mais honrado, mais generoso – afirmou, dizendo que fez questão de trazer sua filha Gabriela a Pernambuco, para ela “conhecer a boa política que ainda se pratica no Brasil”.

Marina Silva vai apoiar Aécio no 2° turno

Marina defende mudanças que também fazem parte do programa do PSDB, como a reforma política, educação em tempo integral e sustentabilidade.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Marina vai anunciar apoio a Aécio no 2º turno

Ex-senadora estuda a melhor maneira de se aliar ao tucano sem parecer incoerente com a ideia de ‘nova política’

Um dia após ter ficado fora da disputa pela Presidência da RepúblicaMarina Silva (PSB) começou a calibrar o discurso e a negociar o formato do anúncio de seu apoio a Aécio Neves (PSDB) no segundo turno das eleições.

A ex-senadora estuda a melhor maneira de se colocar ao lado do tucano sem parecer incoerente com a posição da “nova política” que defendeu durante a campanha. Ela enumera pontos de seu programa de governo que pedirá que sejam incorporados pela candidatura doPSDB.

reforma política, com o fim da reeleição, a educação em tempo integral e a sustentabilidade estão entre os itens colocados à mesa pela ex-senadora. Todos eles já aparecem contemplados no programa de governo tucano.

Nessa segunda (6), Marina reuniu seus principais aliados no apartamento em que se hospeda em São Paulo. Ouviu a opinião de todos, mas deixou claro que, caso não haja consenso entre o PSB, partido que a abriga desde outubro de 2013, e a Rede Sustentabilidade, seu grupo político, tomará uma posição individual pró-Aécio.

“A avaliação é que não dá para ter mais quatro anos desse governo. Isso é ponto pacífico. O nosso compromisso é com o movimento de mudança”, disse João Paulo Capobianco, um dos mais próximos assessores de Marina.

Um dos trunfos de seu discurso, avalia a pessebista, é o eventual apoio da viúva de Eduardo CamposRenata Campos, a Aécio. A fidelidade à família e ao legado do ex-companheiro de chapa, morto em 13 de agosto, justificaria a aliança.

Segundo a Folha apurou, Renata começou nesta segunda consultas a aliados para formular seu discurso em favor de Aécio. O irmão do ex-governador, Antônio Campos, declarou voto no tucano em sua página do Facebook, mas ressaltou que aquela era uma posição pessoal.

A Rede marcou reunião para a noite de terça-feira (7), em São Paulo, na qual deve se comprometer com a mudança, mas liberar seus filiados para escolher entre Aécio e Dilma Rousseff (PT). Já o PSB convocou encontro em Brasília na quarta-feira (8) para definir o futuro político do partido no segundo turno.

O presidente nacional da sigla, Roberto Amaral, defendia apoio à petista, mas tem dito que “às vezes um reacionário pode ser um avanço”, em referência ao candidato do PSDB. O anúncio oficial deve sair na quinta-feira (9).

APROXIMAÇÃO TUCANA

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deflagrou nesta segunda a ofensiva para conquistar o apoio de Marina e do PSB a Aécio, como antecipou a Folha.

FHC e integrantes da cúpula tucana procuraram marineiros para construir a ponte entre as candidaturas.

A ex-senadora, por sua vez, telefonou a Dilma e a Aécio para parabenizá-los pelo desempenho na campanha, mas não tratou de apoio.

O tucano confirmou ter falado com a pessebista, mas disse que aguarda o “tempo de cada um” para definições de apoio e que vê mais “convergências” do que divergências” entre seu programa de governo e o de Marina.

Interlocutores da ex-senadora afirmam que também foram procurados por petistas. Marina, porém, está refratária à campanha do PT — que, desde o início de setembro, investiu na desconstrução de sua imagem, o que acarretou em sua queda nas pesquisas. Antes favorita, a candidata do PSB terminou a disputa em terceiro lugar, com 22,1 milhões de votos.

Aécio quer ser lembrado como o presidente da renegociação das dívidas dos estados

Aécio Neves lembrou que foi um dos propositores para o estabelecimento de um novo indexador para as dívidas dos estados, quando era governador de Minas Gerais.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Renegociação das dívidas dos estados é compromisso, diz Aécio

O candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves, afirmou nessa quinta-feira (25) que se for eleito será o presidente da renegociação da dívida dos estados. Em entrevista a uma rádio gaúcha, o tucano lembrou que foi um dos propositores para o estabelecimento de um novo indexador para essas dívidas, quando ainda era governador de Minas Gerais. E criticou a forma como o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) tratou essa questão, considerada por ele como crucial para os Estados equilibrarem as suas contas.

“A minha proposta, em primeiro lugar, é aprovar aquilo que está no Congresso Nacional e o governo do PT não permitiu que fosse aprovado. Falo da proposta de renegociação do indexador da dívida, que não pode continuar penalizando os Estados. Hoje, uma empresa amiga do poder vai ao BNDES e consegue um financiamento para os seus negócios em condições mais favoráveis do que os Estados têm para pagar sua dívida com a União”, argumentou.

O projeto de lei que estabelece novo indexador para as dívidas dos estados com a União está parado no Senado. Atualmente, as dívidas são corrigidas pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) mais juros de 6%, 7,5% ou 9% ao ano.

Com a aprovação do projeto, as dívidas serão corrigidas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 4% ou a taxa Selic, o que for menor. O projeto também autoriza a União a conceder desconto sobre os saldos devedores dos contratos.

O projeto foi apresentado pelo Poder Executivo e começou a tramitar na Câmara no início de 2013, sendo aprovado em 23 de outubro. Na Câmara, foi alterado para prever descontos nos estoques das dívidas, equivalentes à diferença entre o saldo devedor existente em 1º de janeiro de 2013 e aquele apurado com a aplicação da variação acumulada da taxa Selic desde a assinatura dos respectivos contratos.

No dia 5 de fevereiro, líderes partidários chegaram ao um acordo para que as emendas apresentadas pelo senador Randolfe Rodrigues fossem analisadas nas comissões para depois a proposta ser analisada no plenário.

Desonerações

“E vamos aprovar um projeto de minha autoria que impede que as desonerações feitas pelo governo federal impactem nas receitas de Estados e municípios.”, disse o tucano. “Quando se dá um desconto, uma desoneração de IPI ou de Imposto de Renda para determinado setor da economia, você impacta nas receitas dos municípios e dos Estados, porque o Imposto de Renda constitui o Fundo de Participação”, completou, ao lembrar que o governo federal só poderá fazer desonerações sobre a parcela de receitas da União, caso seja aprovado seu projeto.

Programa de governo

Aécio Neves decidiu lançar a versão completa de seu programa de governo no começo da semana que vem, a última antes do 1º turno das eleições. Segundo Arnaldo Madeira, coordenador do programa, o documento será anunciado em uma entrevista coletiva no comitê central tucano em São Paulo, na segunda, 29, ou terça-feira, 30.

“O programa está pronto faz tempo, mas faltava editá-lo para a apresentação final”, diz Madeira. O candidato chegou a anunciar em agosto que apresentaria suas propostas no começo de setembro, mas mudou de ideia depois da repercussão negativa em torno do programa de Marina Silva (PSB).

Pesquisas do Ibope mostram crescimento de Aécio nos maiores colégios

Pesquisas do Ibope mostram redução dos índices da candidata nos 8 Estados com mais eleitores, onde vivem 70% dos votantes.

Eleições 2014

Fonte: O Estado de S.Paulo

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Marina perde fôlego nos maiores colégios

As mais recentes pesquisas do Ibope sobre a corrida presidencial nos oito maiores Estados do Brasil, que concentram quase 70% do eleitorado nacional, trouxeram más notícias para a campanha de Marina Silva: a candidata do PSB caiu ou oscilou para baixo em todos eles.

São Paulo é o Estado em que a queda foi das mais expressivas: em duas semanas, a taxa de intenção de votos de Marina passou de 38% para 32%. Em números absolutos, é como se a candidata do PSB tivesse perdido 1,6 milhão de eleitores, ou 115 mil por dia – o cálculo leva em conta o tamanho do eleitorado paulista e a taxa de abstenção verificada há quatro anos.

Apesar do recuo, Marina ainda lidera no maior colégio eleitoral do País. A presidente Dilma Rousseff, provável adversária da candidata do PSB no segundo turno, ficou estagnada, com 25%, enquanto o terceiro colocado, Aécio Neves (PSDB), subiu quatro pontos porcentuais.

Na Bahia, quarto maior eleitorado, Marina tinha 28% das preferências há duas semanas – agora, a taxa passou para 23%. Lá, Dilma oscilou de 50% para 52% e ampliou a vantagem sobre a adversária de 22 para 29 pontos.

No Ceará, a queda de Marina foi de seis pontos (de 25% para 19%), mas o intervalo entre as pesquisas da série é maior: três semanas. No Estado, oitavo no ranking do eleitorado, Dilma têm 61% – um de seus três melhores desempenhos no País.

Há um equilíbrio entre as duas adversárias em Pernambuco, Estado onde Marina herdou a maior parte do eleitorado do ex-governador Eduardo Campos (PSB), morto em acidente aéreo em agosto, mas que também é um dos principais redutos do PT e terra do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em uma semana, Dilma manteve os 39%, enquantoMarina oscilou para baixo, de 40% para 38%.

A candidata do PSB também perdeu pontos no Rio de Janeiro, em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e no Paraná. Na última pesquisa nacional do Ibope, divulgada na terça-feira, a candidata do PSB oscilou de 30% para 29% em uma semana.

Conjunto. A consolidação das pesquisas do Ibope em todas as 27 unidades da Federação resulta em uma amostra nacional de 30 mil entrevistas – que foram devidamente ponderadas de acordo com o tamanho do eleitorado de cada Estado e a respectiva taxa de abstenção na eleição de 2010. Essa amostra expandida aponta Dilma com 37%, Marina com 27% eAécio com 17%.

Por essa projeção, a candidata do PT terminaria o primeiro turno com 43 milhões de votos, contra 32 milhões da concorrente do PSB e 20 milhões do tucano. Mas, como a evolução das intenções de voto têm mostrado, esses números devem mudar até o dia da eleição.

A pesquisa mais antiga entre as 27 unidades foi feita em 1.º de setembro, em Sergipe, e as nove mais recentes, na segunda e terça-feira passadas. Foram os casos das sondagens feitas justamente em alguns dos maiores colégios eleitorais: São Paulo, Minas, Rio, Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará – além de Santa Catarina e Distrito Federal.

Projeções. A planilha permite fazer projeções para o 2.º turno. Se a disputa se confirmar entre Dilma e Marina, quem terá mais chances de ser eleita? Isso vai depender, basicamente, de dois fatores: a vantagem que uma colocar sobre a outra no 1.º turno e o quanto cada uma vai converter de votos de Aécio.

No cenário atual, com Dilma abrindo 11 milhões de votos sobre Marina em 5 de outubro, a candidata do PSB precisaria converter mais de 70% dos apoiadores do tucano em eleitores seus no 2.º turno e torcer para que a petista não transforme mais do que 15% de quem votou em Aécio em neodilmistas no turno final. É mais do que Marina conseguiria hoje.

Segundo a pesquisa nacional do Ibope divulgada na terça-feira, Marina está convertendo 51% dos eleitores tucanos em seus eleitores na simulação de segundo turno contra Dilma. Pior para ela, essa taxa vem caindo nas últimas semanas: chegou a ser de 66% no começo de setembro. Dez dos 15 pontos que Marina perdeu migraram para o contingente de quem pretende anular ou votar em branco, e o resto tornou-se indeciso.

Já a taxa de conversão de Dilma tem se mantido constante. Desde o fim de agosto, a presidente tem conseguido converter de 15% a 18% de quem prefere Aécio no 1.º turno em eleitores que votariam nela no turno final contra Marina. Ou seja: quanto maior for a vantagem que a presidente abrir sobre a rival em 5 de outubro, mais difícil será para Marinavirar 21 dias depois.

Aécio passa Marina em Santa Catarina e agora tem 25%, segundo Ibope

Pesquisa Ibope aponta que Dilma (PT) tem 36% das intenções de voto, Aécio Neves (PSDB) tem 25%, e Marina Silva (PSB) tem 19%.

Eleições 2014

Fonte: G1

Em Santa Catarina, Ibope aponta: Dilma, 36%, Aécio, 25%, e Marina, 19%

Instituto entrevistou eleitores entre os dias 21 e 23 de setembro.

Margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (24) aponta que Dilma (PT) tem 36% das intenções de votoAécio Neves (PSDB) tem 25%, e Marina Silva (PSB) tem 19% entre os eleitores de Santa Catarina na disputa pela Presidência da República.

Pastor Everaldo (PSC) aparece com 2%, Eduardo Jorge (PV) e  Luciana Genro (PSOL) aparecem com 1% cada. Brancos e nulos somam 4% e não sabem ou não responderam, 12%. Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iazi (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) não alcançaram 1%.

Veja os números do Ibope para pesquisa estimulada (em que a relação dos candidatos é apresentada aos entrevistados) apenas no estado de Santa Catarina:

Dilma (PT): 36%

Aécio Neves (PSDB): 25%

Marina Silva (PSB):  19%

Pastor Everaldo (PSC): 2%

Eduardo Jorge (PV): 1%

Luciana Genro (PSOL): 1%

Outros com menos de 1%: 1%

Brancos e nulos: 4%

Não sabe ou não respondeu: 12%

No levantamento anterior, entre 14 e 16 de setembro, Dilma tinha 37%, Marina 24% e Aécio 20%. A pesquisa foi encomendada pelo Grupo RBS.

A pesquisa foi realizada entre os dias 21  e 23 de setembro. Foram entrevistados 1008 eleitores em 54 municípios do estado. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) sob o número SC-00027/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00765/2014.

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (24) aponta que Dilma (PT) tem 36% das intenções de votoAécio Neves (PSDB) tem 25%, e Marina Silva (PSB) tem 19% entre os eleitores de Santa Catarina na disputa pela Presidência da República.

Pastor Everaldo (PSC) aparece com 2%, Eduardo Jorge (PV) e  Luciana Genro (PSOL) aparecem com 1% cada. Brancos e nulos somam 4% e não sabem ou não responderam, 12%. Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iazi (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU) não alcançaram 1%.

Veja os números do Ibope para pesquisa estimulada (em que a relação dos candidatos é apresentada aos entrevistados) apenas no estado de Santa Catarina:  

Dilma (PT): 36%

Aécio Neves (PSDB): 25%

Marina Silva (PSB):  19%

Pastor Everaldo (PSC): 2%

Eduardo Jorge (PV): 1%

Luciana Genro (PSOL): 1%

Outros com menos de 1%: 1%

Brancos e nulos: 4%

Não sabe ou não respondeu: 12%

No levantamento anterior, entre 14 e 16 de setembro, Dilma tinha 37%, Marina 24% e Aécio 20%. A pesquisa foi encomendada pelo Grupo RBS.

A pesquisa foi realizada entre os dias 21  e 23 de setembro. Foram entrevistados 1008 eleitores em 54 municípios do estado. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levada em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) sob o número SC-00027/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00765/2014.