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“Poço sem Fundo”, artigo do ITV

Rejeição de um presidente da República nunca foi tão grande na história do país. Clima é de pessimismo porque não há perspectiva de mudança.

Não há sinal de melhora no horizonte para a petista. Quase 85% da população – ou seja, quase nove em cada dez – considera que ela “não está sabendo lidar com a crise econômica”.

Fonte: ITV

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Praticamente dois de cada três brasileiros são favoráveis ao impeachment da presidente, segundo instituto de pesquisa MDA. Reprodução.

 

Dilma, Lula e o PT colhem a reprovação dos brasileiros por escolhas equivocadas, práticas danosas e pela propaganda enganosa que venderam à população nos últimos anos

Nunca antes na história, uma presidente da República foi tão rejeitada pelos brasileiros. Um misto de decepção, desalento e desconfiança ronda o humor da população, diante dos rumos que o PT vem imprimindo ao país. Falta pouco para Dilma Rousseff tornar-se unanimidade, que hoje ampla maioria já preferiria ver pelas costas.

A nova rodada da pesquisa feita pelo instituto MDA sob encomenda da CNT revela que apenas 7,7% aprovam o governo atual. É a mais baixa taxa já aferida pelo instituto, cuja série começa em 1998. Na ponta contrária, nada menos que 71% consideram a gestão de Dilma ruim ou péssima. A desaprovação pessoal à presidente abrange 80% dos brasileiros.

O governo luta para carimbar críticas e o descontentamento com a atual administração como “golpismo” de quem quer se ver livre da presidente antes da hora. Mas basta percorrer as ruas para aferir o sentimento vívido de desaprovação às práticas correntes e de clamor pela responsabilização de quem levou o país para o atual beco em que se encontra.

Segundo o MDA, praticamente dois de cada três brasileiros são favoráveis ao impeachment da presidente – em março eram 60%; hoje são 63%. Não se trata de opinião ao léu. A pesquisa mostra que, para 44%, a mistura de corrupção na Petrobras, manipulação das contas públicas e irregularidades nas contas de campanha dariam motivo suficiente para o afastamento de Dilma do cargo.

Não há sinal de melhora no horizonte para a petista. Quase 85% da população – ou seja, quase nove em cada dez – considera que ela “não está sabendo lidar com a crise econômica”. Cada vez mais, os principais temores dos brasileiros são a perda do emprego, o aumento do custo de vida e as dívidas a pagar.

Os novos cortes orçamentários que o governo deve anunciar hoje, segundo os jornais desta quarta-feira, tendem a potencializar o arrocho e aumentar a penúria da população. Além disso, a revisão da meta fiscal reforça a sensação de um governo oscilante, incapaz de alcançar objetivos a que se propõe.

A pesquisa também desnuda a erosão da popularidade do tutor da atual presidente. Assim como Dilma, Lula também é visto como culpado pela corrupção na Petrobras. Numa eventual disputa pela presidência da República, o petista seria derrotado num segundo turno pelos três tucanos que já disputaram o cargo. A vantagem mais larga é obtida pelo senador Aécio Neves.

Dilma, Lula e o PT colhem hoje a reprovação da população por escolhas equivocadas, por práticas danosas e, sobretudo, pela propaganda enganosa que venderam aos brasileiros nos últimos anos, culminando com a sórdida campanha eleitoral que deu mais quatro anos de mandato à presidente. O sentimento presente nas pesquisas de opinião – a da CNT/MDA é apenas mais uma a coadunar a mesma percepção – são a expressão legítima de repúdio da população ao modo petista de governar.

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Pesquisa Ibope: Aécio venceria Lula se eleição fosse hoje

Conclusão é da última edição da pesquisa Ibope, divulgada neste sábado pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e realizada na segunda quinzena do mês passado.

No cenário em que enfrentaria o tucano, o petista teria 33% das intenções de voto contra 48% do senador.

Fonte: Valor Econômico

Ibope: se a eleição fosse hoje Aécio venceria Lula

Petista teria 33% das intenções de voto contra 48% do senador mineiro. Foto: Ferreira/AE

Aécio venceria Lula se eleição fosse hoje, diz Ibope

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) venceria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um segundo turno caso as eleições presidenciais fossem realizadas hoje.

A conclusão é da última edição da pesquisa Ibope, divulgada neste sábado pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e realizada na segunda quinzena do mês passado.

No cenário em que enfrentaria o tucano, o petista teria 33% das intenções de voto contra 48% do senador. Se levados em consideração os votos válidos, sem computar os brancos e nulos, Aécio teria 59% e Lula pontuaria 41%.

Caso o candidato do PSDB fosse o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a pesquisa mostra um empate técnico no segundo turno: o tucano teria 40% e o petista atingiria 39%.

O jornal não divulgou os resultados de uma disputa no primeiro turno.A margem de erro da pesquisa é de dois pontos, para cima ou para baixo.

O Ibope ouviu ao todo 2.002 eleitores em diferentes cidades do país.Em junho, o Datafolha realizou simulação da eleição presidencial que mostrou também vantagem de Aécio sobre Lula caso o pleito nacional fosse realizado na época.

Em um primeiro turno, o senador mineiro alcançou 35% das intenções de voto, contra 25% do petista.A margem de erro era também de dois pontos, para cima ou para baixo.

Lei 100: a verdade, artigo João Leite

Deputado estadual João Leite diz que não se pode adulterar a realidade com intuito de favorecer um governo.

 Lei 100 foi uma solução negociada com o governo Lula e aprovada pelos deputados na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, inclusive com votos da bancada do PT.

Fonte: O Tempo

“A verdade sobre a Lei 100″, por João Leite


Hoje, quase 30 mil já se aposentaram graças a essa solução jurídica, diz João Leite. Reprodução.

Defender opinião e ponto de vista é direito de todos. É bom para a democracia. Mas quando, para defender urna opinião, é preciso adulterar os fatos, quem vence já não é a democracia.

Em artigo recente, um parlamentar da base de apoio do atual governo de Minas dá a sua versão sobre a questão que envolve os servidores da chamada Lei 100. Para defender o governo estadual do PT— tem todo o direito de fazê-lo — o deputado, infelizmente, adultera a realidade.

Primeiro, ao dizer que a efetivação dos servidores foi uma iniciativa do então governador Aécio Neves, escondendo que a Lei 100 foi uma solução negociada com o governo Lula e aprovada pelos deputados na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, inclusive com votos da bancada do PT!

Segundo, ao omitir o que vem a ser exatamente essa efetivação. Explico. Quando Aécio Neves assumiu o governo de Minas, em 2003, encontrou, ele, sim, uma bomba-relógio. Quase 100 mil cidadãos havia anos trabalhavam para o governo, a grande maioria nas escolas estaduais, sem terem direito à aposentadoria, pois foram sendo contratados sem concurso para serviços temporários que se estenderam por anos a fio, em diferentes governos.

Em grande parte tratava-se de mulheres de baixa renda e escolaridade, chefes de família, as antigas serventes, que, após trabalharem durante dez, 15 anos, não teriam garantido o direito à aposentadoria. Por uma questão humanitária e de sensibilidade social, o governo buscou construir uma condição que desse a esses trabalhadores o direito de acesso à aposentadoria. Não foi oferecida a esses servidores, por exemplo, estabilidade, privilégio de funcionários concursados.

Àquela época, com o apoio dado pelos deputados estaduais e o consentimento do governo Lula, foram tomadas medidas em favor desses trabalhadores. Hoje, quase 30 mil já se aposentaram graças a essa solução jurídica. A Lei 100 foi, portanto, um instrumento de justiça criado para resolver a situação de servidores que, muitos anos antes, passaram a se dedicai’ ao Estado, mas não tinham direito à merecida aposentadoria.

Em vez de alardearem mentiras para atacar as administrações passadas do governo de Minas, dizendo que a Lei 100 teria prejudicado milhares de servidores da educação, o governo do Ff e seus aliados deveriam arregaçar as mangas para tentar garantir o merecido amparo a esses trabalhadores, como fizeram o Executivo e o Legislativo mineiros em 2007 e nos anos que se sucederam até 2014.

Foi a partir da Lei 100 que milhares de servidores que, havia anos, aguardavam o processamento de suas aposentadorias, puderam ir para casa usufruir do merecido benefício. No mínimo, 30 mil servidores puderam se aposentar. E, pensando apenas no benefício que a legislação trouxe para esses servidores e suas famílias, já terá valido a pena a promulgação da lei. Melhor seria se todos os 98 mil beneficiados pudessem usufruir desse desfecho.

Propaganda do PT foi ‘enganosa e fantasiosa’, criticou Aécio

Aécio acusou o PT de “esconder” Dilma e diz que o partido “chega às vias de um teatro do absurdo que ofende os brasileiros” quando afirma que o governo combate a corrupção.

População com panelaço protestou contra malfeitos do PT

Fonte: O Estado de S.Paulo

Oposição critica propaganda do PT e comemora panelaço

Em meio às manifestações contra a inserção do partido, presidente do PSDB Aécio Neves não poupou críticas à peça da legenda

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), classificou como “enganosa e fantasiosa” a propaganda do PT veiculada nesta terça-feira, 5, em cadeia nacional de rádio e TV. Já o presidente do DEM, senador Agripino Maia, afirmou que os panelaços mostram que “para o povo, Lula, Dilma e o PT são uma coisa só”.

Em nota, o tucano acusa o PT de “esconder” a presidente Dilma Rousseff e diz que o partido “chega às vias de um teatro do absurdo que ofende os brasileiros” quando afirma que o governo combate a corrupção.

“O programa do PT zomba da inteligência e desrespeita milhões de trabalhadores e de famílias que conhecem bem a realidade em que vivem”, diz o texto.

O PSDB também divulgou vídeo em seu perfil oficial no Facebook com duras críticas ao governo petista, confira:

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Aécio também criticou o ajuste fiscal proposto pelo governo. Segundo ele, o PT diz na TV que defende o direito trabalhistas bem no dia que “chegam à Câmara dos Deputados duas Medidas Provisórias assinadas pela presidente em que são claros os cortes de conquistas dos trabalhadores”.

No programa desta terça, aparecem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do partido, Rui Falcão. Não houve participação de Dilma – ela aparece brevemente nas imagens, sem identificação. Lula centra sua fala contra terceirização enquanto Falcão anuncia que o partido vai expulsar militantes que forem condenados por “malfeitos”.

A transmissão da peça foi alvos de novas manifestações em diversas partes do Brasil. “Que papelão! Eles não conseguiram escapar do panelaço. Só conseguiram adiar do dia 1º para o dia 5 de maio. As vaias são a prova de que, para o povo, Lula, Dilma e o PT são uma coisa só”, disse Agripino Maia, em referência ao fato de Dilma não ter feito o pronunciamento no Dia do Trabalho por medo de novos protestos.

Lula é isolado na formação do novo ministério de Dilma

Ao afastar ministros lulistas, Dilma reacendeu no PT a velha disputa das correntes internas. Cada vez menos ideológicas e mais fisiológicas.

PT centra fogo amigo na presidente Dilma

Fonte: O Globo 

Disputa por cargos acirra divisões no PT

Dilma prestigia nomes da corrente rival de Lula, que quer reforçar seu grupo no comando do partido

Ao afastar do núcleo palaciano os ministros lulistas, a presidente Dilma Rousseff reacendeu no PT a velha disputa das correntes internas. Cada vez menos ideológicas e mais fisiológicas, as tradicionais tendências petistas saíram a campo disparando “fogo amigo” contra a nova composição do governo. A queixa veio do grupo que sempre comandou a sigla e é encabeçado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Construindo um Novo Brasil (CNB), que se ressentiu da opção de Dilma por dois ministros ligados à sua principal rival nas disputas internas, a Democracia Socialista (DS), que integra o campo Mensagem ao PT.

Os gaúchos Miguel Rossetto, da Secretaria-geral, e Pepe Vargas, das Relações Institucionais, são considerados escolhas de Dilma por afinidade: são seus amigos e originais do estado onde a presidente consolidou sua carreira política. Mas, por serem da DS, desencadearam no PT pelo menos duas semanas de lamúrias. Pesou ainda o fato de os dois ocuparem posições no Palácio que antes pertenciam a lulistas da CNBGilberto Carvalho e Ricardo Berzoini, respectivamente. A DS compõe hoje um campo petista chamado Mensagem ao PT, que nasceu em meio à crise do mensalão para tentar fazer um resgate ético, uma vez que nomes importantes da CNB havia sido arrastados para o epicentro do escândalo, como José DirceuJosé Genoino e Delúbio Soares.

Um dos nomes da Mensagem é o do ex-governador gaúcho Tarso Genro que, ao assumir a presidência petista no auge da crise, falou até em “refundação do partido”. A tese foi logo abandonada, mas a Mensagem se consolidou como principal adversária da corrente majoritária. Por outro lado, a CNB se aliou a outras correntes, como Novo Rumo, do presidente Rui FalcãoPT de Luta e de Massa e Movimento PT. Assim, atingiu a maioria tanto na direção executiva como na instância máxima do partido, o diretório nacional.

Apesar do discurso de confronto de correntes feito “para fora” do partido com o objetivo de pressionar a presidente Dilma por mais cargos, internamente, passado o anúncio do Ministério, os dirigentes petistas admitem que as divisões ideológicas estão cada vez mais enfraquecidas no PT. O partido, agora, se organiza muito mais em torno de lideranças e de mandatos parlamentares e executivos, do que em torno de ideias. Foi-se o tempo em que os petistas se debruçavam sobre longos debates acerca do socialismo e do papel do Estado.

Lideranças do partido ouvidas pelo GLOBO admitem que a DS saiu fortalecida com a nomeação dos dois ministros, mas não acreditam que, de fato, seja uma escolha ideológica da presidente Dilma até mesmo porque essa corrente tem uma visão desenvolvimentista da economia, mais próxima do estilo de Guido Mantega e mais crítica ao recém-nomeado ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

— As tendências estão exauridas, precisam ser reformadas e produzir. Não se pode organizar tendências só por interesse. No passado, elas foram decisivas nas grandes formulações do PT — avalia o vice-presidente do partido e dirigente da CNB, o deputado José Guimarães (CE), para quem é preciso “repaginar a vida dessas tendências”.

Um dos principais nomes da Mensagem, o deputado Paulo Teixeira (SP) também vê uma diminuição no papel das tendências no partido. Para ele, é preciso que as correntes “recuperem sua dimensão ideológica e formuladora”. Teixeira nega que a Mensagem seja “dilmista” e não “lulista”.

— Nós somos lulistas, dilmistas e, antes de tudo, petistas.

PAPEL DE JAQUES WAGNER

Uma das queixas petistas também recai sobre a ida de Jaques Wagner para a Defesa. No final da eleição, ele era considerado um “coringa” do governo e se esperava que ele ocupasse um cargo mais próximo da presidente. Há uma leitura interna, no entanto, de que o Planalto não poderia contar com dois “perfis altos” como o de Wagner e o de Mercadante sem gerar mais incômodos do que soluções para a presidente.

O fato é que, com poder reduzido no Planalto, o ex-presidente Lula quer turbinar a CNB no comando do partido. Ele tem dito que nomes como Gilberto Carvalho e Marco Aurélio Garcia, seus aliados mais próximos, fazem falta na direção da legenda.

Petrobras é dilapidada pelo PT

Novo escândalo de corrupção envolve o pagamento de propinas a aliados do PT no Congresso e nos Estados. É o Mensalão 2.

PT crava 13 pregos no caixão da Petrobras

O mais recente caso de corrupção envolvendo o PT e a Petrobras veio coroar uma série de escândalos e exemplos de má gestão que, juntos, mostram que o partido da presidente Dilma Rousseff está dilapidando uma das maiores empresas do mundo.

Revelado pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, que está preso acusado de corrupção, esse novo escândalo envolve o pagamento de propinas a aliados do PT no Congresso e nos Estados. É o Mensalão 2.

Infelizmente, em seus 60 anos a Petrobras nunca sofreu tanto quanto sofre agora nas mãos do PT. O problema só será sanado quando o aparelhamento ideológico do partido na empresa tiver fim. Do contrário, o último prego não tardará muito. Abaixo, uma lista dos 13 que já foram cravados.

Mensalão 2

Empreiteiras contratadas para negócios bilionários da Petrobras eram obrigadas a pagar uma quantia gorda por fora. Esse dinheiro era lavado por doleiros e ia parar no bolso de partidos e de políticos aliados do PT e do governo Dilma. Reportagem da revista VEJA desta semana afirma que entre os citados pelo ex-diretor Paulo Roberto Costa estão mais de 30 parlamentares, principalmente do PT, PMDB e PP, um ministro de Dilma e três governadores aliados – ou ex-aliados do PT.

Valor reduzido a menos da metade

No final de 2007, a estatal valia R$ 509 bilhões, acima de gigantes como a Microsoft. Atualmente, está avaliada em R$ 183 bilhões. Quem aplica em algum fundo de ações da empresa sente isso no bolso. Os papéis, que chegaram a ter alta de 1.200% no passado, hoje estão derretendo.

Refinaria de Pasadena

Pasadena é uma refinaria no Texas que foi comprada pela Petrobras por um preço total de US$ 1,2 bilhão, valor quase 30 vezes maior que o preço original. Quando o negócio foi feito, o presidente era o Lula. Dilma era ministra-chefe da Casa Civil e comandava o conselho de administração da Petrobras. Em julho deste ano, o Tribunal de Contas da União condenou 11 diretores da Petrobras a devolver US$ 792 milhões pela compra da refinaria de Pasadena.

Refinaria Abreu Lima

refinaria Abreu Lima, em Pernambuco, deveria estar pronta desde 2010, mas a obra está atrasada. Ela viu seu custo saltar de R$ 4 bilhões para R$ 35,8 bilhões, tornando-se a refinaria mais cara do mundo em todos os tempos. Com o sobrepreço de R$ 31,8 bilhões daria para construir 34 mil escolas.

Dívidas

Petrobras se tornou a companhia não financeira mais endividada do mundo. A dívida da empresa chegou a R$ 250 bilhões no terceiro trimestre de 2013.

Prejuízos

O lucro do ano passado foi o terceiro pior desde 2006. E os prejuízos se acumulam. Só o setor responsável pelo abastecimento interno de combustíveis ficou no vermelho em R$ 18 bilhões em 2013.

Inauguração antes da hora

Segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, a plataforma P-62 saiu em dezembro de 2013 do estaleiro em Pernambuco para ser inaugurada incompleta pela presidente Dilma, com o objetivo de salvar a balança comercial brasileira de um déficit no ano. Houve prejuízo para a estatal e risco para os trabalhadores.

Produção em queda

Na época do governo Fernando Henrique, a produção da Petrobras aumentava em média 10% ao ano. Com Lula no comando, o crescimento foi de apenas 3,7% por ano. E agora, com Dilma, a produção está em queda. Fica 1,2% menor a cada ano. Em 60 anos, a produção da Petrobras só caiu de um ano para outro em quatro ocasiões: uma com Collor, uma com Lula e duas com Dilma – a atual presidente é responsável pela primeira queda em dois anos consecutivos da história da empresa.

Adeus, autossuficiência

A propalada autossuficiência do país em petróleo, anunciada por Lula em 2006, jamais virou realidade. Muito pelo contrário: hoje o país importa e consome combustíveis fósseis como nunca antes na história deste país. No ano passado, precisamos comprar de outros países 400 mil barris por dia. Em 2009 nem sequer importávamos gasolina. Desde então, a compra de combustível do exterior só aumentou e hoje representa 13% do consumo interno.

Refino minguado

O Brasil está consumindo cerca de 40% a mais de petróleo do que há dez anos, mas a capacidade de refino avançou só 4,5% nesse período.

Déficit comercial

No ano passado, o déficit da empresa foi gigantesco: US$ 25,8 bilhões, com alta de 158% em relação a 2012. A estatal importou US$ 39,6 bilhões. As exportações, por sua vez, caíram 37,37% em relação a 2012 e somaram somente R$ 13,8 bilhões. A Petrobras respondeu sozinha por 16% das compras externas realizadas pelo país.

Regime errado

marco regulatório implantado por Fernando Henrique em 1997 (regime de concessão) multiplicou por dez a capacidade de investimento da Petrobras e mais que dobrou a produção brasileira de petróleo. Mas o PT trocou este modelo vitorioso pelo de partilha, com forte viés ideológico e excessiva ingerência do Estado nas atividades. O único leilão realizado até agora sob o novo marco legal teve apenas um concorrente e nenhum ágio.

E sobrou até para o etanol

política de preços que Dilma implantou nos combustíveis acabou com um dos setores mais promissores do Brasil, o do etanol. Em dois anos, o consumo de álcool caiu 35%. Quarenta usinas já fecharam as portas. O país que tinha tudo para ser a maior potência produtora de energia limpa e renovável do planeta hoje compra álcool até dos EUA.

Aécio: vice será revelado dia 30

Ao lado de ex-atletas mineiros, Aécio Neves creditou parte dos méritos da Copa à responsabilidade dos Estados e não do Governo Federal

Copa do Mundo

Fonte: Hoje em Dia

Depois do início bem-sucedido da Copa do Mundo, que tem sido elogiada pela imprensa internacional, o candidato do PSDB à Presidência da República, senador Aécio Neves (PSDB), creditou parte dos méritos do evento ao esforço dos estados, não do governo federal.

“Dentro de campo nós sempre achamos que a Copa ia funcionar muito bem, até porque os estádios estão prontos e são de responsabilidade dos estados, como nós sabemos”, disse nessa terça-feira (17), ao conceder entrevista à imprensa, pouco antes de assistir ao jogo entre Brasil e México, na casa de amigos, no bairro Belvedere, região centro-sul deBelo Horizonte.

Vice

Segundo Aécio Neves, o nome do candidato a vice-presidente em sua chapa só será revelado no dia 30 deste mês, quando se esgota o prazo para homologação das candidaturas. “Felizmente, nós temos nomes muito qualificados, inclusive apontados pela própria imprensa, sucessivamente. O problema do PSDB não é ausência é o excesso de nomes qualificados”.

Pelo menos 3 nomes são especulados, o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles (PSD-SP), o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) e o ex-senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Ataques

Aécio Neves disse que não vai cair na “armadilha do falso confronto” com líderes do PT, em especial o ex-presidente Lula, que tem endurecido as críticas à oposição, dizendo que ela “destila ódio” contra o projeto petista e que no governo do PSDB foi instituída a “promiscuidade” entre o Executivo e o Congresso, com a “compra de votos” para aprovar a reeleição em 1996. “Não vamos cair nessa armadilha desse falso confronto. O que nós temos é a responsabilidade, como partido de oposição, de apresentar ao Brasil uma proposta alternativa a essa que ai está. Os brasileiros estão sentindo que o Brasil não pode continuar avançando tão lentamente. Há hoje uma paralisia generalizada, uma desconfiança enorme em relação ao Brasil, que diminuiu os investimentos e fez com que tenhamos o terceiro pior ciclo de crescimento da história republicana”, afirmou.

Descontraído e otimista com os rumos de sua campanha e da partida que estava para acontecer, Aécio falou na sala da casa, que reunia vários ex-jogadores de futebol, como Nelinho, Piazza, Vantuir Galdino, Cleber, João Leite, Batista, Paulo Cruz, Heleno e Procópio, além de Giovane Gávio e Henrique, do vôlei, e do ator Eri Jonhson.

O senador disse que o momento é de confraternização: “acho que hoje somos todos brasileiros, torcendo para a gente ganhar na bola, ganhar em campo. Depois, vamos trabalhar para que o Brasil ganhe também fora de campo”, completou, referindo-se à eleição.

Aliados querem usar ligação com o Rio

Para alavancar a campanha de Aécio Neves no Rio de Janeiro, aliados planejam associar ao tucano a imagem de ‘carioca’, já que ele foi criado e tem casa na capital fluminense. Questionado se a tática pode gerar certo constrangimento em Minas Gerais, já que o senador exalta tanto sua mineiridade, Aécio disse que deixa esta decisão para os conterrâneos. “Eu deixo os mineiros resolverem. Quando eu deixei o governo, as pesquisas mais importantes diziam que 92% deles confiavam na nossa administração”, concluiu.

Ajuda polêmica 

A visita da presidente Dilma a uma das cidades mais afetadas pelas enchentes no Paraná, em União da Vitória, teve um ingrediente político. O governo do Paraná, comandado pelo tucano Beto Richa, se queixou de que a ajuda federal tardou após as chuvas que mataram 11 e desalojaram quase 40 mil no Estado. Richa é candidato à reeleição e tem como principal rival a petista Gleisi Hoffmann, ex-ministra da Casa Civil de Dilma.

A presidente disse ter liberado cerca de R$ 3,9 milhões em recursos e donativos para a assistência às chuvas no Paraná. O governo estadual afirma que, por questões burocráticas, só chegou cerca de R$ 1 milhão.