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PSDB: tucanos lideram ranking de saneamento no Brasil

PSDB está presente em quatro estados. Em Minas, Gestão da Copasa com Aécio Neves e Antonio Anastasia ganha destaque nacional.

PSDB: gestão eficiente

Fonte: PSDB

Capitais de estados administrados pelo PSDB lideram ranking de saneamento

 PSDB: gestão tucana lidera ranking de saneamento

PSDB está presente em quatro estados. Em Minas, Gestão da Copasa com Aécio Neves e Antonio Anastasia ganha destaque nacional.

Brasília – Curitiba, Belo Horizonte, São Paulo e Goiânia são as quatro capitais, sob o comando do PSDB, com as melhores redes de saneamento do Brasil. As cidades são de estados administrados, respectivamente, pelos tucanos Beto Richa, Antonio Anastasia, Geraldo Alckmin e Marconi Perillo, respectivamente.

A informação foi divulgada pelo Instituto Trata Brasil, que aferiu dados como população total atendida com água tratada e com rede de esgoto, tratamento do esgoto por água consumida, índice total de perda de água tratada e tarifa média praticada, além dos investimentos feitos pelo poder público no setor.

PSDB destaque nacional: Serviços eficientes de saneamento público são apontados por especialistas como fatores decisivos para políticas eficazes de saúde pública.

Novo Ranking do Instituto Trata Brasil mostra os avanços e desafios para a universalização do saneamento básico nas 100 maiores cidades do país

A universalização do saneamento básico no Brasil ainda está distante, mesmo quando analisamos os avanços dos serviços nas 100 maiores cidades do país. Apesar da maior disponibilidade de recursos pelo Governo Federal, Estados, municípios e iniciativa privada, a maior parte das cidades brasileiras precisará urgentemente acelerar seus esforços se quiserem universalizar o acesso da população aos serviços de água tratada, coleta e tratamento dos esgotos e redução das perdas de água na próxima década.

Esta é a constatação desse levantamento do Instituto Trata Brasil, desenvolvido com nova metodologia, e que mostra a situação dos serviços de água e esgotos nas cidades que concentram a maior parte da população do país.

Estudo e Objetivos

Com o objetivo de aprimorar o Ranking do Saneamento, publicado desde 2007, o Instituto Trata Brasil contou com a parceria da GO Associados – consultoria especializada em saneamento básico, que desenvolveu nova metodologia também com base nos indicadores do SNIS – Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico, publicado pelo Ministério das Cidades (base 2010).

A finalidade deste estudo é mostrar a situação do saneamento básico nas maiores cidades, mas principalmente valorizar os esforços das melhor colocadas, além de incentivar as demais a evoluir para que a população tenha melhor qualidade de vida.

No Brasil, segundo o SNIS 2010, 81% da população tem acesso à água tratada; apenas 46% da população tem acesso à coleta de esgotos e do esgoto gerado no país apenas 38% recebe tratamento. A perda média de água no país é de 36%. Pela grande presença da população nas grandes cidades é, portanto, cada vez mais importante evidenciar a situação dos serviços nestes importantes municípios.

Leia o levantamento completo: http://www.tratabrasil.org.br/datafiles/uploads/pdfs/Release-Ranking.pdf

PSDB: gestão eficiente

Aécio Neves defende investimentos em saneamento básico e a desoneração fiscal das empresas do setor – “Metade da população do país não tem acesso a este serviço”, comentou

Em defesa do básico

Fonte: Artigo Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Há uma clara falta de sintonia entre os desafios da nossa realidade e a lógica do projeto de poder em curso no país.

Confunde-se crescimento com desenvolvimento e difunde-se a falsa percepção de que tudo está sendo feito para garantir ao povo brasileiro um novo horizonte.

Ideias como a do trem-bala deslocam-se para o centro das atenções, enquanto permanecem paralisadas as obras dos metrôs das capitais e as estradas federais caem, literalmente, aos pedaços.

O atraso das obras da Copa exigirá forte injeção de recursos públicos, que não existem sequer para programas que, apesar de terem um desempenho aquém do esperado, são lançados e relançados com pompa e circunstância, como o Minha Casa, Minha Vida.

Prevalece o periférico – e os interesses que se organizam em torno dele – e não o principal. O exemplo mais dramático é o do saneamento básico.

Metade da população do país não tem acesso a este serviço, e retrocedem os dados da última década: o número de residências sem água subiu de 8,9 milhões para 9,1 milhões, enquanto os domicílios sem rede de esgoto passaram de 25,6 milhões para 27,8 milhões.

A pirotecnia política em torno do PAC não altera a realidade do balanço do Instituto Trata Brasil – até o final de 2010, só 4% das principais obras de saneamento previstas estavam concluídas, e 60% continuavam paralisadas, atrasadas ou nem sequer iniciadas.

Para viabilizar investimentos da ordem de R$ 11 bilhões anuais, necessários para alcançar a universalização dos serviços na área de saneamento até 2024, conforme preconiza o próprio PAC, já não bastam as fórmulas conhecidas.

É preciso ter alternativas como a redução a zero das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins cobradas das empresas de saneamento, já apresentada no Congresso pelo senador Francisco Dornelles. Tese, aliás, defendida na eleição de 2010 pelo nosso candidato, José Serra, e depois assumida publicamente pela então candidata Dilma Rousseff.

Esta seria uma forma de capitalizar as empresas e fomentar novos investimentos. De acordo com os dados do SNIS, gerenciado pelo Ministério das Cidades, essas empresas pagaram R$ 12,8 bilhões em PIS/Pasep e Cofins no período entre 2003 e 2008, valor superior aos R$ 12,2 bilhões investidos com recursos próprios.

Fazer o que precisa ser feito, neste caso, vai muito além dos princípios de boa governança.

É bastante conhecido o impacto altamente positivo do saneamento no combate a doenças e na melhoria das condições de vida da população.

Além disso, os recursos aplicados no setor representam economia muito significativa no sistema público de saúde. E o fundamental é que estaríamos cuidando do Brasil real. Isso é desenvolvimento.