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Gestão Anastasia: Governo de Minas regulamenta o Pró-Macaúba

O objetivo é aumentar a utilização de energias renováveis

Divulgãção/Seapa
A exploração da macaúba em Minas é feita atualmente de forma extrativista e produz cerca de 4,8 toneladas de óleo por hectare
A exploração da macaúba em Minas é feita atualmente de forma extrativista e produz cerca de 4,8 toneladas de óleo por hectare

A utilização da macaúba como fonte produtora de energia renovável ganha novo impulso pelo Governo de Minas, que regulamentou a Lei nº 19.485/2011 – Pró-Macaúba.  A norma instituiu a política estadual de incentivo ao cultivo, à extração, à comercialização, ao consumo e à transformação da macaúba e das demais palmeiras oleaginosas. A regulamentação da referida lei vem em função da demanda crescente por energias renováveis, atendendo as diretrizes de sustentabilidade ambiental, social e econômica definidas no Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB).

O Brasil desponta como um dos países propensos a liderar todas as cadeias do setor de energia renovável no mundo, diante do protagonismo no desenvolvimento e do uso de tecnologias inovadoras, bem como a perspectiva de incorporação produtiva de áreas degradadas ou inaptas à agricultura de alimentos.

A regulamentação da Pró-Macaúba, ao identificar as instituições e competências para o desenvolvimento e aplicação da política definida pela Lei nº 19.485/2011, atende parte dessa demanda crescente, permitindo a criação de milhares de empregos e geração de renda, com o desenvolvimento da cadeia produtiva da palmeira macaúba.

De acordo com o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Elmiro Nascimento, a regulamentação da Pró-Macaúba vem confirmar o reconhecimento formal da atividade pelo poder público, promovendo melhor adequação do cultivo da espécie, com foco, principalmente, na produção de biodiesel.

A coordenação da execução da política cabe à Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), que tem como principais competências incentivar o plantio, a comercialização e a industrialização da macaúba e das demais palmeiras oleaginosas, estimular o beneficiamento dos produtos, coprodutos e derivados, visando a sua utilização para diversos fins, bem como incentivar a participação dos produtores rurais em projetos integrados com a agroindústria e a indústria. Compete ainda à Seapa difundir e transferir tecnologia e desenvolver ações de extensão rural, priorizando os pequenos e médios produtores rurais. Conforme o decreto, a secretaria definirá, posteriormente, o modelo de certificação a ser efetuado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

Para o assessor de Florestas da Seapa, Henrique Reis, a ação confirma o compromisso do Estado com a sustentabilidade. “A regulamentação subsidia decisões da iniciativa privada, que será a protagonista do desenvolvimento da cadeia da macaúba, cabendo ao Estado criar mecanismos necessários à sua consolidação”, enfatiza o assessor.

A macaúba

Palmeira nativa distribuída por todo o Estado, a exploração da macaúba é feita atualmente de forma extrativista e produz cerca de 4,8 toneladas de óleo por hectare, número aproximadamente dez vezes maior que a soja. Além de sua importância ecológica, destaca-se pela inexistência de resíduos. Seus produtos (óleo, torta e carvão) são utilizados para fins alimentícios, cosméticos, combustíveis e outros.

A macaúba apresenta ainda diversas vantagens competitivas em relação às outras espécies, tais como a redução de riscos à erosão e a recuperação de áreas degradadas; a possibilidade de cultivos consorciados e em pequenas áreas, o que permite a participação da agricultura familiar; a demanda de mão de obra ao longo de todo ano; a não competição com a produção de alimentos, visto que pode ser introduzida nas áreas de pastagens sem concorrer com as terras destinadas à produção de alimentos etc.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-regulamenta-o-pro-macauba/

Gestão Antonio Anastasia: qualidade dos cafés de Minas Gerais será avaliada em concurso

Objetivo é estimular adoção de práticas para obter produtos mais competitivos

Divulgação/Seapa MG
O encerramento do concurso, com o anúncio dos vencedores, ocorrerá na última quinzena de novembro
O encerramento do concurso, com o anúncio dos vencedores, ocorrerá na última quinzena de novembro

O secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento, vai anunciar, nesta quinta-feira (29), às 16h, em Belo Horizonte, a realização do 9º Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais. A reunião contará com a participação de representantes das instituições vinculadas à secretaria, entidades que congregam os produtores, universidades e órgãos de pesquisa parceiros na realização do concurso.

A competição é aberta aos produtores das quatro regiões cafeeiras do Estado: Cerrado, Chapadas de Minas, Matas de Minas e Sul de Minas. O objetivo principal é oferecer estímulo aos cafeicultores estaduais, em sua maioria agricultores familiares, para buscarem a melhoria da qualidade, que possibilita o aumento da competitividade do produto no mercado interno e externo, e a consequente elevação da renda nas propriedades.

De acordo com o coordenador do concurso, Marcos Fabri Junior, os interessados em submeter cafés à avaliação deverão entregar, a partir de 6 de setembro, nas unidades da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), suas amostras exclusivamente de café Arábica, produzido no ano safra de 2012. “As etapas de classificação e degustação serão de 10 de setembro a 11 de novembro. Já o encerramento, com o anúncio dos vencedores, ocorrerá na última quinzena de novembro”, informa. Os cafés com as melhores classificações serão leiloados depois da solenidade de encerramento. No ano passado, o lance mais alto obtido no leilão foi de R$ 5 mil por uma saca de 60 quilos.

Bons resultados

De acordo com Fabri Junior, o Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas, na edição de 2011, contou com 1.637 amostras. Cento e seis foram classificadas para o final da competição, sendo 48 na categoria natural e 58 na categoria descascado. O café de categoria natural da propriedade de Antônio Melo Canato (Carmo de Minas) ficou classificado em primeiro lugar no grupo do Sul de Minas e foi considerado também o melhor do Estado.

Todos os produtores que participaram do concurso receberam um laudo de seus respectivos cafés com o resultado da análise sensorial, com notas de zero a 100, dentro das normas da Associação Brasileira de Cafés Especiais. Os cafeicultores que inscreverem seus lotes na competição deste ano também receberão o laudo, informa o coordenador.

Parceiros

O 9º Concurso Estadual de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais é realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) – por meio da Emater-MG – em conjunto com a Universidade Federal de Lavras (Ufla). A iniciativa tem a parceria de diversas instituições, como o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a Organização das Cooperativas de Minas Gerais (Ocemg), a Federação de Agricultura (Faemg), a Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetaemg), o Centro de Excelência do Café, Polo de Excelência do Café, e o Instituto Federal de Ensino e Tecnologia de Machado.

Reunião de apresentação do 9º Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais

Data: 29 de março

Horário:16h

Local: Cidade Administrativa – Edifício Gerais – 10º andar – sala 6 – Rodovia Prefeito Américo Gianetti s/n – bairro Serra Verde – Belo Horizonte

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/qualidade-dos-cafes-de-minas-gerais-sera-avaliada-em-concurso/

Governo de Minas: IMA orienta sobre a utilização de caixa de madeira para acondicionamento de banana

A exigência é uma das medidas de prevenção à Sigatoka Negra, doença que pode causar danos nos pomares da fruta

Considerando a importância socioeconômica da bananicultura que se expande de forma expressiva em várias regiões de Minas Gerais, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) disciplina a montagem de caixa de madeira utilizada para acondicionamento de banana, através da Portaria n° 1203 de 23 de março de 2012.

A montagem de caixa utilizada no acondicionamento de banana só poderá ser feita com madeira de primeiro uso (ripas). Sendo assim, fica proibido o aproveitamento das caixas utilizadas no acondicionamento da fruta para quaisquer produtos vegetais. Também ficam proibidos o depósito e o armazenamento de caixas de madeira.

A exigência é uma das medidas de prevenção à Sigatoka Negra, doença fúngica altamente destrutiva que pode causar danos de até 100 % nos pomares da fruta. E as caixas e material utilizados no acondicionamento, embalagem e transporte de  banana são meios eficientes de disseminação da praga.

O diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, explica que o trabalho do instituto consiste em fazer o monitoramento constante da área e fiscalizar a entrada de produtos nas barreiras de fiscalização fitossanitárias. “Além disso, para dar cumprimento a esta Portaria o IMA fará a fiscalização nos locais onde as caixas são montadas, nos depósitos e no armazenamento”, afirma.

Sigatoka Negra

A Sigatoka Negra é a mais séria e destrutiva doença da bananeira em todas as áreas produtoras do mundo. A doença começa nas folhas mais novas da planta e evolui para as mais velhas, provocando sintomas típicos como estrias marrons e manchas negras necróticas que reduzem os tecidos fotossintetizantes. Na ausência das folhas os frutos não crescem, ficam pequenos, desuniformes e com maturação precoce.

A praga é influenciada por fatores ambientais como vento, umidade e principalmente a chuva. As condições favoráveis são temperatura maior que 21ºC, umidade alta e período chuvoso prolongado. Depois de sua invasão gera aumento nos custos de produção, pois é preciso rigoroso controle químico.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/ima-orienta-sobre-a-utilizacao-de-caixa-de-madeira-para-acondicionamento-de-banana/

Gestão Anastasia: coordenadorias e escritórios do IMA do Sul do Estado são contempladas com novos veículos

Novos carros serão distribuídos em Alfenas, Cabo Verde, Cambuí, Guaxupé, Itamonte, Machado, Ouro Fino, Paraisópolis, Passos, Pouso Alegre, São Gonçalo do Sapucaí, São Sebastião do Paraíso e Varginha

O governador Antonio Anastasia entregou, na quinta-feira (22), na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, 135 veículos para o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). O objetivo é fortalecer os sistemas de vigilância sanitária animal e vegetal do Estado. Do total de veículos, a região do Sul de Minas receberá 19, que serão distribuídos para escritórios pertencentes às coordenadorias e escritórios dos municípios de Alfenas, Cabo Verde, Cambuí, Guaxupé, Itamonte, Machado, Ouro Fino, Paraisópolis, Passos, Pouso Alegre, São Gonçalo do Sapucaí, São Sebastião do Paraíso e Varginha.

Foram investidos R$ 6 milhões na aquisição de todos veículos, sendo R$ 1,2 milhão do Governo de Minas e R$ 4,8 milhões do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Os outros carros estão sendo enviados diretamente às coordenadorias regionais do Instituto. Cento e seis veículos serão utilizados nos trabalhos do sistema de vigilância animal do IMA. Os demais serão destinados à área vegetal. Os veículos serão distribuídos para todas as 20 Coordenadorias Regionais do IMA.

O Sistema de Vigilância Sanitária Animal do Instituto tem o objetivo de prevenir, controlar e erradicar as doenças animais. São combatidas enfermidades como febre aftosa, peste suína clássica, brucelose e tuberculose, influenza aviária e raiva. Já o Sistema de Vigilância Sanitária Vegetal é responsável pela prevenção e controle de pragas, fazendo, também, a vigilância e fiscalização do trânsito interestadual de vegetais.

Também participaram da entrega dos veículos ao IMA o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Alves do Nascimento, o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, e o superintendente federal substituto de Agricultura em Minas Gerais, Dermeval Silva Neto.

Confira as coordenadorias e os escritórios contemplados com os novos veículos:

 

Cidade Veículos
Passos 2 Unos 1.4 e 1 Meriva
Alfenas 1 Uno 1.4
Cabo Verde 1 Uno 1.4
Guaxupé 1 Uno 1.4
Pouso Alegre 1 Uno 1.4 e 1 camionete Ranger
Ouro Fino 1 Uno 1.4
Machado 1 Uno 1.4
Paraisópolis 1 Uno 1.4
Varginha 2 Uno 1.4 e 1 1 Fiorino Furgão
São Gonçalo do Sapucaí 1 Uno 1.4
Itamonte 1 Uno 1.4
Lavras 1 Fiorino Furgão
Cambuí 1 Fiorino Furgão
São Sebastião do Paraíso 1 Fiorino Furgão

Gestão Anastasia: Campo das Vertentes recebe cinco veículos para vigilância sanitária animal e vegetal

Os veículos auxiliarão os trabalhos de fiscalização nos municípios de Barbacena, Conselheiro Lafaiete, Carandaí, Entre Rios de Minas e São João del-Rei

Governo de Minas doou, nessa quinta-feira (22), 135 veículos para o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) para serem utilizados pelas coordenadorias regionais e escritórios seccionais do órgão. O objetivo é fortalecer os sistemas de vigilância sanitária animal e vegetal do Estado. O governador Antonio Anastasia fez a entrega simbólica da chave de um dos veículos ao diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto.

Para a região de Campo das Vertentes são cinco veículos, que auxiliarão os trabalhos de fiscalização nos municípios de Barbacena, Conselheiro Lafaiete, Carandaí, Entre Rios de Minas e São João del-Rei. “Vamos, cada vez mais, levar infraestrutura para atuação dos órgãos estaduais no interior. Minas é um Estado muito vasto, com muitos municípios e a atuação do IMA é exemplar, por isso o Instituto precisa de boa infraestrutura. Agradeço a parceria do governo federal e vamos trabalhar integrados exatamente para melhorar a qualidade do nosso rebanho e também da nossa produção vegetal”, ressaltou o governador.

Foram investidos R$ 6 milhões na aquisição de todos os veículos, sendo R$ 1,2 milhão do Governo de Minas e R$ 4,8 milhões do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.  Dos 135 veículos, 106 serão utilizados nos trabalhos do sistema de vigilância animal do IMA. Os demais serão destinados à área vegetal. Os veículos estão sendo distribuídos para todas as 20 coordenadorias regionais do IMA.

O Sistema de Vigilância Sanitária Animal do instituto tem o objetivo de prevenir, controlar e erradicar as doenças animais. São combatidas enfermidades como febre aftosa, peste suína clássica, brucelose e tuberculose, influenza aviária e raiva. Já o Sistema de Vigilância Sanitária Vegetal é responsável pela prevenção e controle de pragas, fazendo, também, a vigilância e fiscalização do trânsito interestadual de vegetais.

Municípios e veículos:

Coordenadoria Barbacena: Uno 1.4

Escritório Carandaí: Uno 1.4

Escritório Conselheiro Lafaiete: Uno 1.4

Escritório Entre Rios de Minas: Uno 1.4

Escritório São João del-Rei: Uno 1.4

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/campo-das-vertentes-recebe-cinco-veiculos-para-vigilancia-sanitaria-animal-e-vegetal/

Governo de Minas: Produtor do Alto Paranaíba destaca vantagens do Programa Queijo Minas Artesanal

Jales Clemente de Oliveira, de Monte Carmelo, é o primeiro produtor fora das cinco regiões do Estado

Divulgação/IMA
Programa mineiro melhorou a qualidade dos queijos produzidos em Minas
Programa mineiro melhorou a qualidade dos queijos produzidos em Minas

Minas possui o primeiro produtor fora das cinco regiões do Estado, delimitadas como produtoras de queijo, a ser cadastrado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), no programa Queijo Minas Artesanal. Jales Clemente de Oliveira, de Monte Carmelo, no Alto Paranaíba, conta que desde a sua adesão ao programa houve uma significativa melhora na qualidade dos queijos produzidos e consequentemente a abertura de novos mercados em sua região.

“Os consumidores estão cada vez mais exigentes e por isso, é muito importante que os produtores se atentem para tornar seus produtos cada vez mais competitivos”, afirma Jales Clemente, que fez um curso de capacitação dentro do programa para aperfeiçoar a qualidade de seus queijos. Ele conta ainda, que profissionalizou toda a produção, já que agora emite nota fiscal, deixando a informalidade. E que passou a vender mais e com maior valor agregado. Sua propriedade recebeu o certificado do IMA no final do ano de 2011.

A inclusão de novos municípios foi possibilitada pela lei 19.492/2011 que amplia o reconhecimento das regiões produtoras do Queijo Minas Artesanal para todo o Estado de Minas Gerais. Sendo assim, todas as regiões mineiras podem ser consideradas produtoras, desde que seja comprovada em seus municípios a fabricação do produto e que os produtores estejam devidamente cadastrados no IMA.

Antes, apenas as regiões do Cerrado, Araxá, Canastra, Serro e Campos das Vertentes eram reconhecidas como produtoras do Queijo Minas Artesanal, conforme a Lei 14.185/2002.

Até dezembro de 2010, havia 63 municípios com este reconhecimento no Estado. Com a nova lei, o cenário da atividade passa a contar com 30 mil agricultores familiares distribuídos em cerca de 600 municípios. Desse montante, estima-se que 98% tem na produção do queijo sua única ou principal fonte de renda.

Programa Queijo Minas Artesanal

O Queijo Minas Artesanal é aquele produzido no estabelecimento rural a partir de leite cru, coalho, pingo (fermento lácteo natural) e sal. O programa tem como finalidade garantir a segurança alimentar por meio de boas práticas de fabricação, controle de doenças no rebanho e cadastro dos produtores, além de incentivar o fortalecimento e a organização do setor no estado.

Contempla também, a organização dos produtores e padronização de seus produtos, normatização de processos de produção, comercialização e certificação da origem e qualidade do queijo.

Segundo o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, o programa incentiva e fortalece diretamente a organização dos produtores e define a cadeia produtiva através do cadastro e certificação realizados pelo IMA. “Contamos também com parcerias para incentivar cada vez mais os produtores a aderirem ao programa, para que ganhem mercado e agreguem mais valor aos produtos que fazem parte da cultura mineira e são reconhecidos nacionalmente e internacionalmente”, explica.

Atualmente, o Estado conta com 207 queijarias cadastradas no programa. Os interessados em se cadastrarem voluntariamente no Programa Queijo Minas Artesanal devem procurar o Escritório Seccional do IMA mais próximo de suas propriedades.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/produtor-do-alto-paranaiba-destaca-vantagens-do-programa-queijo-minas-artesanal/

Gestão Anastasia: Auditores da União Europeia terminam visita a Minas Gerais

Técnicos verificaram o sistema de rastreabilidade do rebanho bovino mineiro

Uma missão técnica da União Europeia (UE) esteve em Minas Gerais para verificar o sistema de rastreabilidade do rebanho bovino mineiro, plantas frigoríficas e propriedades rurais aptas para fornecer bovinos para exportação. A missão técnica foi composta por três técnicos-auditores do Food and Veterinary Office (FVO) – órgão europeu responsável por fiscalizar o cumprimento da legislação internacional em vigor, que fizeram elogios e poucas ressalvas ao trabalho desenvolvido no Brasil. De acordo com informações dos auditores, o objetivo da equipe é avaliar se a UE deve manter a administração da lista de fazendas aptas a vender carne com destino aos europeus nas mãos do governo brasileiro.

Essas informações são de técnicos do Ministério da Agricultura (Mapa) que acompanharam, juntamente com técnicos do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), os representantes do bloco.

Os auditores chegaram a Minas no dia 13, terça-feira, quando vistoriaram uma propriedade de gado confinado no município de Guarda Mor, no Noroeste de Minas, que em 2011 forneceu cerca de 50 mil bovinos para o bloco. No dia14, seguiram para Patos de Minas, no Alto Paranaíba, onde fizeram auditoria em uma Certificadora com sede no município.  Outra equipe de auditores visitaram o frigorífico Frisa, no município de Nanuque.

Um dos principais objetivos dos auditores europeus foi checar o cumprimento das regras do Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origemi Bovina e Bubalna (Sisbov), já que essa é a condição principal para os produtores que querem exportar carne in natura para este mercado tão disputado.

Para o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, embora os europeus não façam nenhum tipo de comentários antes do envio do  relatório final ao governo brasileiro através do Ministério da Agricultura, os trabalhos realizados em Minas Gerais podem ser considerados de ótima qualidade. “Essa era uma visita esperada e sem sobressalto. Não existia segredo. A missão fez o seu trabalho junto com os servidores dos órgãos oficiais de defesa sanitária animal do Brasil”, diz Altino.

Nesta segunda-feira (19,) o grupo se reúne com o Mapa, em Brasília, antes de partir, para uma reunião final entre os técnicos do governo brasileiro. O relatório final da visita deve ser divulgado nos próximos 20 dias.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/auditores-da-uniao-europeia-terminam-visita-a-minas-gerais-2/