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Pimenta vai fortalecer Polo Moveleiro de Ubá

Pimenta: “Temos de apoiar fortemente a atividade empresarial, que é geradora de emprego e renda. Ubá é um exemplo”.

Fonte: Hoje em Dia

Pimenta acena com investimento no setor moveleiro de Ubá

Patrícia Scofield

O candidato ao governo estadual pela Coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga (PSDB), voltou a acusar, nessa quinta-feira (18), o concorrente Fernando Pimentel (PT), ex-ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, de “não ter trazido investimentos para a economia mineira enquanto chefe da Pasta”. Um dos exemplos dados pelo tucano foi o enfraquecimento do setor de confecções em Ubá, na Zona da Mata, nos últimos dez anos. Pimenta fez carreata ao lado do ex-governador Antonio Anastasia (PSDB), candidato ao Senado na região. Eles visitaram ainda lideranças nas vizinhas Caratinga e Manhuaçu.

“Nós não vamos deixar que aconteça com o polo moveleiro – Ubá é expoente em Minas nesse setor – o que aconteceu com o polo de confecções, porque o governo do PT, o ministro de Desenvolvimento do PT, que é aliás candidato ao governo de Minas, não soube apoiar”, comentou Pimenta. “Temos de apoiar fortemente a atividade empresarial, que é geradora de emprego e renda. Ubá é um exemplo”.

Na ocasião, o tucano se comprometeu a conceder incentivo para fortalecer a atividade empresarial, referindo-se especialmente ao crédito e às questões tributárias. Mas não detalhou a proposta.

As críticas mais fortes ao governo federal foram feitas pelo candidato ao Senado, Antonio Anastasia (PSDB), que reforçou sua postura em relação à política econômica e ao que classificou como “volta alarmante” da inflação.

“Lamentavelmente, o Brasil hoje vive uma crise decorrente de má política econômica do governo federal, e não adianta culpar a crise internacional, porque países vizinhos ao Brasil estão com índices maiores de crescimento. Estamos com um quadro difícil, inflação voltando, passando das metas, indo além do limite, do teto, e um crescimento baixo. Então, é um quadro grave, que o governo federal do PT não está sabendo combater”.

Mais promessas

Em Ubá, Pimentel afirmou que vai fazer obras viárias no “contorno da cidade” para dar vazão ao tráfego de caminhões e de veículos, e criar um núcleo de combate ao câncer na cidade. “É uma reivindicação antiga da cidade, e nós vamos cuidar para que isso seja feito. Que o núcleo seja equipado e entre em funcionamento para atender não apenas Ubá, mas toda a região”.

Na educação, o tucano defendeu a escola de tempo integral. “A criança por mais tempo na escola quer dizer pais mais tranquilos, porque sabem que os filhos estão na escola; e que as crianças aprendem mais, podem ter um currículo maior, e se dedicar à cultura”.

Perfil da economia local

Ubá concentra médias e grandes indústrias, principalmente de móveis e confecções, além de comércio variado e serviços. Segundo diagnóstico desenvolvido sob a coordenação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Ubá, Minas Gerais (Senai), as cerca de 300 empresas da microrregião geravam, em 2004, 2.795 empregos diretos e outros 1.054 indiretos.

Caratinga, por sua vez, apresenta o maior Produto Interno Bruto (PIB) de sua microrregião, destacando-se na área de prestação de serviços e como polo regional da cafeicultura. Segundo o Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), a cidade produziu, em 2010, 7.200 toneladas de café beneficiado.

Já Manhuaçu tem economia baseada na prestação de serviços e comércio.

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Gestão Anastasia: empresas anunciam expansão e geração de mais de 1.800 novos empregos em Minas

Investimentos se concentram no Sul, Triângulo, Zona da Mata e Grande Belo Horizonte

Leonardo Horta / SEDE
Representantes da Manser, Luiz Paulo Junqueira e Ronaldo Ribeiro Gomes, e o diretor do Iindi, Ismael Villas Boas
Representantes da Manser, Luiz Paulo Junqueira e Ronaldo Ribeiro Gomes, e o diretor do Iindi, Ismael Villas Boas

O Governo de Minas Gerais, por meio do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE), assinou protocolos de intenções com empresas de vários setores, para impulsionar ainda mais o mercado de trabalho no Estado. A previsão é que os novos protocolos gerem 1.800 novos empregos em diversas regiões de Minas.

Um dos protocolos foi assinado com a Metalgear Crystal Tecnologia de Metais Ltda. Com investimento de R$ 68,7 milhões, a Metalgear irá implantar, em Cambuí, no Sul do Estado, uma fábrica e instalar um centro de distribuição destinados, respectivamente, à produção e comercialização de fios e cabos elétricos e outros condutores de cobre e de alumínio e vergalhões de cobre e de alumínio. A instalação da unidade, que irá gerar 258 empregos diretos e indiretos, deve ser concluída em 2013.

Também assinou protocolo de intenções com o Estado a Cimed Indústria de Medicamentos Ltda, que irá investir R$ 59,5 milhões na expansão da sua unidade industrial destinada à produção de medicamentos genéricos e implantação de um centro de logística. O investimento na unidade de Pouso Alegre, no Sul de Minas, irá gerar 350 novos empregos diretos e 20 indiretos.

Outro protocolo assinado pelo Governo de Minas foi com a Bonsucesso Agro Indústria e Comércio Ltda, que investirá R$ 6 milhões. Os recursos serão canalizados para a produção em Monte Santo de Minas, Sul do Estado, de sacolas reutilizáveis e descartáveis, denominadas big bags. Parte do setor de confecção da empresa, que hoje funciona na cidade paulista de Paulínia, será transferida para Monte Santo de Minas. Está prevista, ainda, a transferência total da tecelagem para o Sul de Minas.

O projeto, que irá gerar 150 empregos diretos e 500 indiretos, tem término previsto para dezembro de 2018, quando, após a conclusão, deverá atingir a capacidade de produção de 300 mil big bags por ano.

Desenvolvimento em expansão

Aumentar em cerca de 60% a sua produção de detergentes, desinfetantes e produtos de limpeza de uso profissional, em três anos, sendo 20% ainda este ano, é o principal objetivo do projeto de expansão da Mercoquímica Indústria e Comércio Ltda (Mercotech). A empresa, localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, também assinou protocolo de intenções com o Governo de Minas.

Com investimento de R$ 1,1 milhão e término das obras previsto para o final de 2013, a Mercoquímica irá gerar 30 novos empregos diretos e outros dez indiretos. Seu faturamento previsto para 2012 é de R$ 7,25 milhões, devendo atingir R$ 11,3 milhões de 2014 em diante.

Já a expansão das atividades industriais também foi o objetivo da assinatura do protocolo de intençõescom a Manser – Manutenção e Serviços Ltda. A Manser está investindo R$ 5,9 milhões na expansão de suas unidades industriais, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, destinadas à manutenção de equipamentos ferroviários e à fabricação e comercialização de alternadores para locomotivas, entre outros equipamentos. Com a geração de 170 empregos diretos, a empresa pretende atingir a capacidade produtiva de 970 unidades por ano a partir de 2013.

Com o intuito de tornar-se líder no mercado de embalagens para avicultura, a EPM Embalagens de Polpa Moldada Ltda (Parapolpa) irá investir R$ 6 milhões em sua unidade de Juiz de Fora, na Zona da Mata. Com a geração de 240 empregos diretos e indiretos, a empresa pretende construir duas novas moldadoras e passar de uma participação de 30% do mercado para 50%.

Com investimento de R$ 4,5 milhões, a Vesta Indústria e Comércio de Artigos de PVC Ltda pretende implantar em Cachoeira de Minas, no Sul do Estado, umaunidade industrial destinada à fabricação de janelas, portas e esquadrias de PVC. A previsão é de uma produção de 120 unidades por dia em quatro anos. A Vesta pretende iniciar suas operações ainda este ano. O projeto deverá ser concluído em 2013 e será responsável pela geração de 66 empregos diretos e indiretos. A Vesta pertence ao Grupo Econômico da Metagal Indústria e Comércio.

Também assinou protocolo para expandir suas atividades, em Contagem, a ABB Comércio Importação e Distribuição Ltda. O investimento de R$ 130 mil será destinadoà renovação e recondicionamento de copiadoras importadas. O projeto, responsável pela geração de 45 empregos diretos e indiretos, teve início em 2011 e tem término previsto para dezembro de 2014, quando deverá atingir a capacidade de produção de 1.403 unidades por ano.

Criar um centro de distribuição de resina de PVC, tipo suspensão, em Minas Gerais, para atender aos clientes no Estado, é o objetivo do protocolo de intenções que a Solvay Indupa acaba de assinar com o Indi. Com investimento de R$ 800 mil, a empresa do Grupo Solvay Rhodia ainda não definiu o local para instalação da unidade, que irá gerar seis empregos indiretos através de operador logístico, mas pretende entrar em operação ainda este ano.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/empresas-anunciam-expansao-e-geracao-de-mais-de-1800-novos-empregos-em-minas/

Gestão Anastasia: Governo de Minas atrai R$ 138 milhões em investimentos

Novos contratos assinados pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico devem gerar 2.800 novos postos de trabalho

Laura Lara/Sede
Representantes da Steel Mineração, Gustavo Emina e Márcia Soares Pereira, e Frederico Álvares (Indi)
Representantes da Steel Mineração, Gustavo Emina e Márcia Soares Pereira, e Frederico Álvares (Indi)

Inovação tecnológica e desenvolvimento sustentável são as principais características dos novos protocolos de intenções assinados pelo Governo de Minas, por meio do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede). Com a geração de mais de 2.800 empregos diretos e indiretos, os novos investimentos a serem implantados nas regiões Central, Sul e Zona da Mata, somam R$ 138,520 milhões.

A Steel Mineração e Exportação Ltda. implantará em Rio Piracicaba, região Central do Estado, uma usina para processar rejeitos de minério de ferro, gerados na região nas últimas décadas. O investimento de R$ 52,9 milhões irá gerar 1.600 empregos diretos e indiretos e tem como principal característica a inovação tecnológica na rota de processo.

O diretor da Steel, Gustavo Emina, explicou que o processo é pioneiro no ramo da mineração, porque permite concentrar o minério de ferro sem uso de água, evitando a contaminação do lençol freático. “Evita-se, ainda, a necessidade de construção de barragens de rejeitos, o que reduz drasticamente o impacto no meio ambiente. Várias grandes mineradoras do quadrilátero ferrífero já demonstraram grande interesse em recuperar seus rejeitos gerados nas últimas décadas, por meio do sistema desenvolvido pela Steel”, destacou.

A empresa foi constituída em outubro de 2007, inicialmente com o foco em pesquisas minerais e no estudo do mercado. Em 2010 implantou, no município de Rio Piracicaba, uma planta piloto (que utiliza um sistema inovador por via seca) para processar rejeitos de minério de ferro gerados na região nas últimas décadas. Como os testes deram resultados positivos, a Steel decidiu implantar uma planta para processamento de rejeitos de minério.

Sul de Minas

O segundo protocolo de intenções foi assinado pelo presidente da Alcoa para a América Latina, Franklin Feder. A empresa investirá, com apoio do Governo de Minas, R$ 52,6 milhões para a construção de uma área para armazenamento de resíduos de bauxita, oriundos do processo de produção de alumínio.

Durante a construção da área de armazenamento, serão gerados este ano 175 empregos temporários indiretos, 209 em 2013 e outros 50 em 2014. A previsão é de que a capacidade de produção de alumina atinja 360 mil toneladas por ano. A Alcoa está presente em cinco continentes, emprega mais de 61 mil funcionários distribuídos em 31 países. No Brasil, a Alcoa está em operação em Poços de Caldas, no Sul do Estado, desde 1970. A unidade da Alcoa neste município produz alumínio primário, alumina, químicos e pó de alumínio.

Grande BH

O terceiro protocolo de intenções assinado, esta semana, com o Governo de Minas, foi com a Mecan Indústria e Locação de Equipamentos para Construção Ltda. A empresa expandirá sua unidade em Vespasiano, visando à fabricação de um produto inovador no Brasil denominado Quikdeck.

O projeto, que consiste em uma plataforma modular elevatória, com múltiplas aplicações e tendo como mercado alvo o segmento de petróleo e gás, é em parceria com a empresa americana Safway Services LLC, e também produzirá elevadores e andaimes especiais.

Com investimento de R$ 20 milhões, e término previsto para dezembro de 2014, serão gerados 80 empregos diretos e 55 indiretos. Em 2015 deverá atingir a capacidade de produção de dez mil metros quadrados de plataformas suspensas, QuikDeck, bem como a produção de equipamentos e plataformas.

A Mecan Indústria e Locação de Equipamentos para Construção Ltda., fundada em 1978, é uma das empresas do Grupo Orguel. Dedica-se à fabricação, venda e locação de andaimes, elevadores, escoramentos para obra e produz tubos de aço, com costura, para consumo próprio e para o mercado. Oferece projetos, serviços de montagem, desmontagem e assistência técnica de seus produtos.

O Grupo Orguel é uma holding formada por 10 empresas: Orguel, Mecan, Locguel, Locbras, Bramex, Multiclean, Orguel Finanças, Construir, Orguel Plataformas e Mecanflex. Tem cerca de 2.000 colaboradores, possui 80 filiais e representantes distribuídos em todo o território nacional e países da América Latina. Fabrica, vende e loca máquinas e equipamentos para construção.

Zona da Mata

A modernização da unidade industrial e ampliação da linha de produção são os objetivos do protocolo de intenções que a Bela Ischia Alimentos Ltda. assinou com o Governo de Minas. Localizada no município de Astolfo Dutra, Zona da Mata, a empresa investirá R$ 13 milhões e criará 315 novos empregos diretos e outros 600 indiretos.

A Bela Ischia iniciou suas atividades em 1967, quando o italiano Giuseppe Di Iorio fundou uma empresa voltada para a comercialização de frutas frescas no mercado do Rio de Janeiro. Em 1996, apostando no crescimento do mercado de frutas e polpas congeladas e com desejo de produzir sucos com o verdadeiro sabor da fruta, a empresa inaugurou uma unidade de produção industrial em Astolfo Dutra. Surgiu assim a Bela Ischia Indústria e Comércio de Polpas e Frutas Congeladas Ltda.

Em 2005, com o aumento na demanda por sucos integrais, a Bela Ischia investiu em uma unidade de processamento de polpas de frutas, triplicando a produção. Nesta nova unidade foram instaladas máquinas de alta tecnologia italiana para envase de polpas assépticas, construídas câmaras frias, galpões para armazenagem de estoque, construção de box para carga e descarga de caminhões. Em 2010 foram iniciados novos projetos para instalação de geradores, nova câmara fria, nova linha de envase PET, sopradora de garrafas PET, estação de tratamento de águas e instalação de unidade de envase de sucos utilizando a tecnologia tetra-pak.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-atrai-r-138-milhoes-em-investimentos/

Gestão Anastasia: empresas de tecnologia, logística e radiodifusão anunciam investimentos em Minas Gerais

Protocolos de intenção visam assegurar expansão do desenvolvimento e do mercado de trabalho no Estadoa

Felipe Barroca/Sede
Eriez Minerais: Reginaldo Sérgio Liberato, João Vitor Garcia e Ismael Villas Boas
Eriez Minerais: Reginaldo Sérgio Liberato, João Vitor Garcia e Ismael Villas Boas

O Governo de Minas, através do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), assinou, nesta quinta-feira (15), protocolo de intenções com o presidente do Sistema Integrado Martins (mais conhecido como Grupo Martins) – Martins Comércio e Serviços de Distribuição S.A. –, Alair Martins do Nascimento.

Com investimento de R$ 1,8 milhão, o Grupo Martins, com sede em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, mas com atuação no segmento atacadista em todo o Brasil, decidiu oferecer mais um serviço aos fornecedores. O novo empreendimento diversifica as operações e cria a armazenagem terceirizada.

Para a nova opção de serviço está sendo criada a SIM Armazéns Gerais Ltda, que tem as metas de reduzir os custos na cadeia de distribuição e maximizar as vendas. A nova empresa irá prestar serviços de armazéns gerais, com foco, principalmente, em indústrias estabelecidas em outras unidades federativas que mantêm operações comerciais com empresas atacadistas distribuidoras sediadas no Estado de Minas Gerais. O Grupo Martins atende a cerca de 700 fornecedores, incluindo grandes indústrias.

O grupo empresarial, com experiência de 59 anos no segmento atacadista/distribuidor, tem mais de 4 mil representantes comerciais que atendem a cerca de 300 mil clientes em todo o Brasil. Com a SIM Armazéns serão criados 60 empregos diretos e 75 indiretos.

A SIM Armazéns Gerais Ltda pertence ao Sistema Integrado Martins, que tem ainda as empresas Martins Comércio e Serviços de Distribuição S.A; Banco Triângulo S.A; Martins Integração Logística Ltda; Instituto Alair Martins; Tribanco Corretora de Seguros S.A, Tricard Administradora de Cartões Ltda., E-Facil (site de compras), dentre outras empresas.

Tecnologia

Já a Eriez Minerals Group Flotação Brasil Ltda, empresa americana de tecnologia, acaba de assinar protocolo de intenções com o Governo de Minas para ampliar sua unidade de negócios em Belo Horizonte. Com investimento de R$ 110 milhões, a Eriez quer ampliar o atendimento ao setor de mineração. Serão gerados 12 empregos diretos e 120 indiretos.

O escritório mineiro, que representa o Grupo Eriez na América Latina, é destinado à produção e comercialização de colunas de flotação, células mecânicas, equipamentos para laboratório, borbulhadores e feed air jet. A Eriez é uma empresa de tecnologia da cadeia do aço que fabrica equipamentos para o setor de mineração. O carro-chefe da empresa no Brasil é a fabricação, por encomenda, de células ou colunas de flotação e equipamentos com tecnologia para separação de minérios.

Até o final de 2011, a empresa já havia fornecido 220 colunas de flotação no Brasil. Os maiores clientes da Eriez no Brasil são Vale, Samarco e CBMM. Por se tratar de uma empresa detentora de tecnologia, a Eriez não possui parque fabril, atuando por meio da contratação de fabricantes mineiros e utilizando os canteiros de obra para montagem de seus equipamentos. A empresa opera 100% sob o sistema de encomenda.

Radiodifusão

 

Também assinou protocolo de intenções com o Governo de Minas a Auad Correa Equipamentos Eletrônicos Ltda – Teletronix. A empresa, que pretende crescer 10% ao ano, desenvolve e produz em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, equipamentos eletrônicos em radiodifusão para emissoras de rádio, como aparelhos transmissores e receptores, osciloscópios, aparelhos de recepção, conversão e transmissão ou regeneração de voz, imagens ou outros dados. É a única fabricante de transmissor AM em Minas Gerais.

A Teletronix, que já construiu uma nova sede com recursos próprios, investirá mais R$ 350 mil na expansão da sua unidade industrial e modernização da tecnologia em aparelhos de transmissão. Serão gerados 11 empregos diretos e 15 empregos indiretos. A previsão é atingir a capacidade de produção de 327 aparelhos transmissores, 214 aparelhos receptores, 91 analisadores de modulação, 200 processadores de áudio, 29 áudio consoles, 501 chaves híbridas eletrônicas por ano a partir do final de 2014.

O diretor da Teletronix, Rogério de Souza Correa, informou que a empresa está se preparando também para as mudanças que o setor deverá sofrer com a implantação da rádio digital no Brasil. “Estamos modernizando nossas instalações para ampliar a produção, mas acompanhando e aguardando as orientações do governo brasileiro, que ainda este ano deverá decidir qual o padrão – europeu ou americano – será adotado no país, a exemplo do que aconteceu com o sinal digital para a televisão”, informou.

Rogério de Souza Correa acrescentou ainda que o setor defende o desenvolvimento de um padrão de rádio brasileiro criado pelo próprio país, com a cooperação entre universidades, empresas, pesquisadores e os centros de excelência.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: empresas de base tecnológica e siderúrgica investem R$ 35,98 milhões em Minas

Fernando Martuscelli, diretor da Anovati,Kenneth Orozco, João Vitor Garcia
Fernando Martuscelli, diretor da Anovati,Kenneth Orozco, João Vitor Garcia

BELO HORIZONTE (24/01/12) – As empresas Anovati Indústria e Comércio, Importação Exportação de Equipamentos de Informática Ltda., Revolight Indústria, Comércio, Importação e Exportação Ltda. e a Cisam Siderurgia anunciaram, nesta terça-feira (24), investimentos totais de R$ 35,98 milhões em Minas Gerais. Os protocolos de intenções das três empresas foram assinados pelo Governo de Minas, por meio do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede).

Para reforçar o setor de informática e tecnologia, o Vale da Eletrônica do Sul de Minas receberá uma unidade industrial do Grupo Anovati, que será responsável pela geração de 25 empregos diretos e 50 indiretos. A empresa, fabricante de produtos eletrônicos e com atuação no mercado de informática, principalmente como distribuidora de mochila e maletas para notebooks, investirá R$ 5,3 milhões no novo empreendimento.

Segundo o diretor do Grupo, Kenneth Alexander Orozco, “essa nova unidade será destinada à fabricação e comercialização de produtos eletroeletrônicos, tais como alto falantes, caixas de som e mp3”, explica. A previsão é que o funcionamento da nova unidade, em Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, seja iniciado em fevereiro deste ano.

O Grupo Anovati é uma corporação voltada para os segmentos de informática e tecnologia e composto pelas empresas Annova Serviços e Negócios Ltda. e Bellatrix Indústria, Comércio, Importação e Exportação Ltda.

Já em Belo Horizonte, a Revolight expandirá sua capacidade industrial destinada à fabricação e comercialização de lâmpadas de LED. Para isso, a empresa irá investir R$ 9,6 milhões no projeto iniciado em janeiro deste ano, com previsão de conclusão para dezembro de 2012 e que irá gerar 33 empregos diretos e 69 indiretos.

De acordo com o diretor presidente da empresa, Guilherme Rocha Rabello, a ampliação da fábrica em Belo Horizonte é um reflexo do aumento da atuação da tecnologia LED. “Acredito que nos próximos cinco anos, o LED ainda terá um elevado custo no Brasil. Mas, com o aumento progressivo da demanda, conseguiremos reduzir esse custo”, projeta.

Atualmente, os LEDs são bastante usados em aparelhos eletrônicos, lanternas de automóveis, semáforos e fachadas comerciais. Com a tecnologia Revolight, os novos emissores de luz têm ganhado um espaço maior. Algumas cidades, como Ann Arbor, em Michigan (Estados Unidos), contam com projetos para que 100% da iluminação seja feita com LED. As perspectivas são de que a utilização em larga escala se transforme em tendência mundial.

A empresa

A Revolight foi criada em 2007 com o objetivo de inovar mercado de luminárias no Brasil. Os sócios, com formação nas áreas de engenharia eletrônica e biomédica, sempre trabalharam com tecnologia de ponta para desenvolver produtos inovadores, a princípio com sistemas de iluminação de alta intensidade, o que propiciou o uso do LED em ruas, avenidas, pátios, escritórios, lojas, indústrias e residências.

O último protocolo assinado foi com a Cisam Siderurgia, que investirá R$ 21 milhões para expandir sua produção de aço, em Pará de Minas, região Central do Estado. Os investimentos serão responsáveis pela geração de 20 empregos diretos e 40 indiretos.
De acordo com o diretor presidente da empresa, Eduardo Fonseca Santos, a Cisam atua no mercado de aços especiais. “Somos os únicos produtores independentes de aço do Brasil. Trabalhamos para suprir a demanda de fornecedores de aços em menor quantidade, tendo em vista que as três maiores siderúrgicas do país não atendem esses clientes”, afirma.

O cronograma de expansão da fábrica, iniciado em janeiro de 2012, está previsto para ser concluído em dezembro de 2013. “Estamos na fase final do projeto e a nossa expectativa é produzirmos 320 mil toneladas de aço por ano, sob forma de lingotes e tarugos”, planeja Eduardo.

A Cisam Siderurgia, antiga Ciafal, foi fundada em 1962 para atuar na comercialização de sucata de ferro e aço. Desde 2005, com o objetivo de atingir um novo patamar de produção e qualidade, a Cisam iniciou o desenvolvimento de um ambicioso projeto que introduziu no Brasil o conceito de micro mill, ou seja, o de usina siderúrgica integrada de pequeno porte com alta tecnologia, o que permite enorme flexibilidade de produção.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Minas Gerais atrai novos investimentos com geração de mais de 1.300 empregos

BELO HORIZONTE (11/01/12) – Três novos projetos de instalação e de expansão de unidades produtivas em Minas Gerais foram anunciados nesta quarta-feira (11). Os protocolos de intenções das empresas Biobase Indústria e Comércio Ltda., BH Colchões e Espumas Ltda. (Colchobel) e TCR Distribuição S/A com o Governo de Minas foram assinados por meio do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede). Os investimentos totalizam R$ 11,45 milhões, com geração de 1.324 empregos.

A Biobase Indústria e Comércio Ltda. pretende expandir sua unidade industrial, localizada em Pouso Alegre, no Sul de Minas. A meta da empresa é ampliar a atual produção, de 1,7 milhão de peças descartáveis de uso médico-hospitalar (frascos, equipos e dispositivos para incontinência urinária), para um total de 5 milhões de peças já em meados de 2013. A empresa irá investir R$ 6,8 milhões no projeto, com a geração de 350 empregos diretos e 900 indiretos, e pretende iniciar as obras de expansão da unidade industrial ainda este ano.

Ao assinar o protocolo de intenção, o presidente do Indi, José Frederico Álvares, informou que, durante o ano de 2011, o órgão firmou 160 protocolos, que totalizaram R$ 28,35 bilhões em investimentos, com a geração de 43.987 empregos diretos e 91.510 indiretos. O presidente do Indi ressaltou que o resultado foi alcançado graças ao diferencial do órgão na atração de investimentos para o Estado.

“Estamos no ápice de um ciclo de investimentos e se estamos conseguindo atrair indústrias e empresas de todos os setores e das mais diversas nacionalidades é graças a um trabalho disciplinado, que vai desde a pontualidade das nossas ações até a seriedade com que recebemos nossos parceiros, orientando-os, encurtando seu caminho, oferecendo assistência desde o desenvolvimento de projetos até o início da produção ou prestação de serviços. E mais, também apoiamos iniciativas relacionadas à expansão, relocalização e modernização”, enfatizou.

Localizada no município de Pouso Alegre, a Biobase atua há nove anos no segmento de produtos médicos-hospitalares, atendendo principalmente os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Com o projeto de expansão, a empresa busca ampliar sua linha de correlatos e modernizar sua linha de frascos para nutrição enteral, produto de larga utilização no âmbito hospitalar e com poucos fabricantes no país.

Expansão de fábrica

Outro protocolo assinado nesta quarta-feira é o de expansão da fábrica de colchões da Colchobel, no Distrito Industrial do Jatobá, em Belo Horizonte. Com investimentos de R$ 3 milhões, a empresa irá implantar uma nova linha de montagem de colchões de molejo bonnel e pocket (molas ensacadas).

“Queremos triplicar a nossa fábrica, aumentando de 10% para 40% a participação do mercado desses colchões. Além disso, vamos ampliar a atuação no mercado nos estados que são nossos clientes tais como Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Goiás, Bahia, Sergipe, Pernambuco e Alagoas”, afirma o diretor da empresa, Tadeu Maia.

A empresa, que atualmente conta com 75 empregados, irá gerar com o projeto mais 50 empregos diretos e 60 indiretos. A previsão é que as obras de ampliação sejam concluídas ainda no primeiro semestre deste ano.

A Colchobel foi fundada em 1993 e, desde 2005, possui sede própria no Distrito Industrial do Jatobá, onde mantém ritmo de operação de 100% da capacidade instalada.

Centro de Distribuição

A terceira empresa a assinar o protocolo de intenções com o Governo de Minas foi a TCR Distribuição S/A. A empresa irá investir R$ 1,65 milhão na implantação de um centro de distribuição em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.

“Vários fatores contribuíram para instalarmos o nosso Centro de Distribuição em Minas Gerais, dentre eles as facilidades logística e de contratação de mão de obra, tendo em vista que a região é conhecida como um corredor de distribuição”, afirma o diretor-geral da empresa, Fábio Michels.

O Centro de Distribuição em Uberlândia será destinado ao comércio eletrônico e televendas de aparelhos de ar condicionado e demais aparelhos de qualidade de ar. A empresa opera em diversas regiões do país por meio de uma rede de representantes. “O nosso diferencial hoje em dia é que vendemos o produto com a instalação”, explica Fábio.

De acordo com o cronograma de execução do projeto, em abril deste ano as obras do empreendimento estarão concluídas. A empresa irá contratar oito empregados diretos e outros seis indiretos. A TCR Distribuição foi fundada em 2009 para atender o mercado nacional de refrigeração e ar condicionado.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: empresas anunciam investimentos de R$ 34,68 milhões e criação de 2.421 empregos em Minas

BELO HORIZONTE (02/12/11) – Novos investimentos em setores diversos, totalizando R$ 34,68 milhões, acabam de ser anunciados para Minas Gerais. Quatro empreendimentos serão responsáveis pela geração de 2.421 empregos diretos e indiretos, e pela ampliação das cadeias produtivas de setores como calçados, segurança e bicicletas.

O primeiro protocolo de intenção foi assinado pelo Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), com a Palmilhados Boots Indústria e Comércio Ltda.. A empresa irá investir R$ 20 milhões para expandir sua unidade industrial em Itanhandú, no Sul de Minas, bem como para instalar um centro de distribuição, destinado à comercialização de produtos de vestuários, com foco em fardamentos militares e equipamentos de proteção individual (EPI).

De olho no mercado externo e iniciando os contatos com a Central Exportaminas para expandir o mercado, a Palmilhados produz 600 mil pares de calçados militares com chips por ano, 200 mil unidades de equipamentos de proteção individual (luvas) e 150 mil peças de vestuário.

A empresa iniciou suas atividades comercializando coturnos militares para, em seguida, incentivada pela demanda, tornar-se também uma oficina de reparos. O sucesso da oficina trouxe inspiração para a criação do primeiro protótipo e esse, por sua vez, deu origem a uma linha de fabricação própria. Após o ano de 1983, investiram em tecnologia calçadista militar e se tornaram fornecedores de grandes clientes como Exército Brasileiro, Aeronáutica, Marinha e polícias de diversos estados.

Bicicletas

Com investimento de R$ 2,3 milhões, a Braciclo Bicicletas Ltda está construindo, em Lagoa da Prata, região Centro-Oeste de Minas, uma nova sede com área de aproximadamente 3.500 metros quadrados. O empreendimento visa reduzir custos, melhorar a logística e controlar a qualidade da produção dos 40 modelos de bicicletas e dos quadros zyon.

O protocolo de intenção assinado com o Governo de Minas prevê a geração de 114 empregos diretos e indiretos, a fabricação de mais de 35 mil bicicletas por ano e ainda de partes de bicicletas, a partir de 2012. Por outro lado, a Braciclo pretende também consolidar as marcas Braciclo e Zyon. Criada em 2002, a Braciclo tem mais de 100 fornecedores no mercado nacional e importa matéria prima da Ásia.

Já a empresa Emalto Estruturas Metálicas Ltda. está expandindo suas atividades, no município de Timóteo, no Vale do Aço. O grupo, que fabrica em Minas Gerais estruturas metálicas e equipamentos para empresas dos setores do aço, mineral, celulose, cimento, petróleo, automóveis e hidromecânicos, está ampliando a capacidade de produção de estruturas metálicas em 18 mil toneladas/ano. O projeto, com término previsto para este ano, está investindo R$ 10,88 milhões, que resultarão na geração de 447 empregos diretos.

Segurança

Com o objetivo de transferir a fábrica de máscaras respiratórias do município de Socorro (SP) para Bueno Brandão, no Sul de Minas Gerais, a Pro-safety Indústria e Comércio de Equipamentos de Proteção & Solda Ltda. também assinou protocolo de intenção com o Indi. Com investimento de R$ 1,5 milhão, a empresa pretende produzir ainda óculos de segurança, capacetes de proteção e máscaras de solda, hoje terceirizadas.

Além da transferência de 70 funcionários de São Paulo para garantir o processo produtivo, serão gerados 160 novos empregos diretos e indiretos. A partir de 2013, a produção da Pro-Safety deverá atingir a capacidade de 26 milhões de unidades de máscaras respiratórias, 400 mil óculos de proteção, 480 mil capacetes de segurança e 720 mil metros de correntes de sinalização.

A Pro-safety é uma indústria, distribuidora e importadora de equipamentos de proteção individual (EPI), acessórios para solda e sinalização. Fundada em 2006, a empresa iniciou suas atividades em um escritório comercial no bairro do Tatuapé, na cidade de São Paulo, e com uma pequena fábrica de máscaras descartáveis em Campinas.

Fonte: Agência Minas