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Gestão Anastasia: governo de Minas terá painel exclusivo no congresso nacional de gestão pública

Mais da metade dos projetos destacados pelo Consad foi produzido pela Seplag

Osvaldo Afonso/Imprensa MG
Para o subsecretário André Reis, a gestão desenvolvida em Minas serve de referência ao país
Para o subsecretário André Reis, a gestão desenvolvida em Minas serve de referência ao país

O Governo de Minas teve o maior número de trabalhos selecionados entre todos os estados brasileiros que participarão do V Congresso Consad de Gestão Pública, de 4 a 6 de junho, em Brasília. O Conselho Nacional de Secretários de Estado de Administração (Consad) selecionou 185 programas e projetos para apresentar aos participantes do congresso, um dos mais importantes de gestão pública do país. Desse montante, 37 foram desenvolvidos pelo Governo de Minas, ou seja, 20% do total.

Dos 37 trabalhos que serão mostrados pelo Governo de Minas, mais da metade foi produzido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag). Entre tantos trabalhos está, inclusive, o artigo “Minas Gerais, um Estado em Rede: promovendo resultados pelo fortalecimento da cidadania”, de autoria da secretária Renata Vilhena.

Destaque também para o trabalho da subsecretária de Gestão de Pessoas, Fernanda Siqueira Neves, “A complexidade da construção de uma política integrada e estratégica de gestão de pessoas no serviço público: uma reflexão sobre modelo de gestão de pessoas implantado no Governo de Minas Gerais”.

Do painel “A experiência de Minas Gerais na qualidade e produtividade do gasto” constam os selecionados: “A criação, implantação e benefícios da instituição do modelo padronizado de planejamento anual de compras – Pré-Compra – para os órgãos e entidades do poder executivo”, de Luciana Vianna de Salles Drumond (DCLC/SCRLP), que participa também com o tema  “A utilização do poder de compra do Estado de Minas para induzir o desenvolvimento sustentável, no que se refere à prosperidade econômica, à responsabilidade social e à administração ambiental”.

Completam o painel os artigos “Avaliação prévia de projetos do Governo de Minas Gerais: mais um importante passo para a alocação eficiente dos recursos públicos”, de Gabriella Nair Figueiredo Noronha Pinto (DCAP/SCCG) e “A experiência mineira na integração da gestão orçamentária à gestão das compras públicas: soluções para o controle da margem de realização de novas despesas”, de Aline Martins Ribeiro Tavares Rezende (SCPPO). A próxima etapa será o envio dos artigos selecionados até 11 maio para posterior apresentação de 15 minutos no congresso em junho.

Para o subsecretário de Planejamento, Orçamento e Qualidade do Gasto, André Reis, “o volume de artigos selecionados, tanto de servidores da Seplag quanto de Minas Gerais como um todo, demonstra o alto nível dos resultados e ações de gestão empreendidas pelo Governo do Estado e que são objeto constante de reconhecimento em âmbito nacional e internacional, além de demonstrar a qualificação dos servidores estaduais”. “Minas Gerais, no painel sobre Qualidade do Gasto, terá a oportunidade de apresentar e debater junto a diversos gestores públicos iniciativas inovadoras nesta área”, enaltece o subsecretário.

O Congresso

O Congresso Consad de Gestão Pública é realizado anualmente. Em 2008, o I Congresso reuniu renomados gestores do país, dirigentes do setor público, especialistas e pesquisadores que se dedicam aos temas de gestão pública no Brasil e no mundo e foram debatidas inovações na gestão da saúde, na segurança pública e na educação, além de tecnologias de gestão, gestão por resultados, mídia e terceiro setor.

O congresso representa um espaço para discussão; formação de redes; indução, produção e disseminação de conhecimento; fomento do debate sobre gestão pública entre os governos e a sociedade; intercâmbio entre poderes e entre federados, com experiências latino-americanas, países da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômicos (OCDE) e países que constituem o BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-tera-painel-exclusivo-no-congresso-nacional-de-gestao-publica/

Governo de Minas quer estreitar as relações do país com o Banco de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais (BDMG) para estimular novos negócios com os indianos

Fonte: Estado de Minas

Anastasia abre portas na Índia

Governo de Minas quer estreitar as relações do país com o Banco de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais (BDMG) para estimular novos negócios com os indianos

O governador Antonio Augusto Anastasia (PSDB) iniciou a agenda oficial ontem em Mumbai, capital comercial da Índia, com uma visita à sede do Tata Group, maior conglomerado industrial daquele país, que atua nos segmentos de automóveis, consultoria, energia e química. O tucano foi recebido pela diretora de Estratégia e Desenvolvimento de Negócios, Janaki Chaudhry, e percorreu um showroom da empresa. Também conheceu o Tata Nano, carro popular produzido pelo grupo.

“Tivemos contatos importantes e vamos ver agora se conseguimos confirmar convites futuros para associações econômicas de relevo”, afirmou Anastasia. Janaki retribuiu dizendo que o Brasil é um mercado-chave para o grupo.

Pela manhã, Anastasia se reuniu com dirigentes do Exim Bank (Export-Import Bank of India), principal banco de fomento da Índia, responsável pela promoção de exportação e importação. O governo mineiro quer estreitar as relações do país com o Banco de Desenvolvimento do Estado de Minas Gerais (BDMG) para estimular novos negócios com os indianos. O governador e sua comitiva foram recebidos pelo diretor executivo, Prabhakar Dalal, e outros integrantes da diretoria. Assistiram a uma apresentação de dados da economia indiana em que foram mostrados os principais produtos do comércio externo e analisadas as áreas potenciais de incremento de negócios entre Brasil e Índia – mineral, energia e agronegócio.

“As potencialidades e afinidades são muitas e buscaremos aproveitá-las da melhor maneira. O Exim Bank já desenvolve parcerias com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES ) e nosso propósito é estreitar as relações envolvendo o BDMG para estimular empresas brasileiras e mineiras que queiram fazer negócios na Índia e aquelas empresas indianas que queiram levar para Minas Gerais seus negócios”, afirmou o governador.

O diretor do Exim Bank ressaltou que o desenvolvimento similar entre Brasil e Índia estimula novas linhas de financiamento para investir no mercado brasileiro. “A partir desse encontro as portas estão abertas para trabalharmos juntos e levarmos adiante as propostas de negócios”, disse.

Antonio Anastasia participa de missão de negócios que vai a India em busca de novas oportunidades de negócios

Fonte: Paola Carvalho

Namastê, Índia

Negócios com os indianos estão no foco da missão mineira rumo ao país do continente asiático. Além de vender mercadorias, como a cachaça, o objetivo é atrair investimentos

A coroa portuguesa trouxe artesãos indianos para forjar metal na província mais rica em minerais na sua colônia brasileira. Esse pode ter sido um dos primeiros passos para o estabelecimento de relações comerciais entre Minas Gerais e Índia. Hoje, uma das maiores siderúrgicas que atuam no estado, a ArcelorMittal, é anglo-indiana; e produtos tipicamente mineiros, a exemplo da cachaça, invadem o país asiático. Muitos outros negócios ainda estão por vir e vão ser recebidos com a tradicional saudaçãoindiana, namastê. Em 10 de outubro parte de Belo Horizonte uma missão oficial, formada por empresários e governo, para Mumbai, Bangalore e Nova Délhi.

No momento em que a economia dos Estados Unidos e de países europeus está em decadência, a Índia surge como oportunidade para fortalecimento dos negócios. A intenção dos integrantes da missão é tanto de atrair investimentos para Minas quanto de exportar produtos mineiros para a Índia. O país tem a segunda maior população do mundo, atrás da China, com 1,2 bilhão de habitantes. Tem semelhanças com o Brasil – não é à toa que ambos fazem parte do grupo de emergentes Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), entre elas o consumo do mercado interno em plena expansão.

“Os negócios ainda não são tão significativos quanto podem ser”, afirmou Leonardo Ananda Gomes, diretor vice-presidente da Câmara de Comércio Índia Brasil (CCIAIB). A delegação visitará empresas indianas, como Essar, Tata, Infosys e BEML. A expectativa é de que essa última, já com escritório na Grande BH, avalie a possibilidade de implantação de unidade fabril na região para montagem de máquinas e equipamentos para os setores de mineração e construção. Espera-se ainda estreitamento de relações com o bilionário Ratan Tata, dono do conglomerado que atua em nada menos que 96 segmentos na Índia. “Ele tem visitado o estado e o foco é siderurgia, mineração e setor automotivo”, diz Gomes.

O governador Antonio Anastasia participa da missão e fará apresentação sobre oportunidades de negócios e investimentos entre Minas Gerais e Índia para empresários e autoridades indianas. “Minas é o estado brasileiro que tem relação mais forte com a Índia. Existe uma identidade econômica, nos setores siderúrgico, automotivo, de ciência e tecnologia. Podemos atrair investimentos e exportar produtos de valor agregado”, afirmou.

Mas como o Brasil pode ter fôlego para competir com os produtos asiáticos na Índia, especialmente em relação à China. O cônsul honorário da Índia em Minas, Élson de Barros Gomes, tem a resposta na ponta da língua: “Minas tem produtos diferenciados que não concorrem com os chineses, como a cachaça. A caipirinha é um sucesso lá”. “O potencial maior está na classe média emergente”, completa o embaixador da Índia no Brasil, B.S. Prakash.

As exportações de Minas para a Índia saltaram de US$ 19,1 milhões em 2003 para US$ 139,4 milhões no ano passado. Os produtos mais vendidos são ferro e aço, açúcar, farmacêuticos e químicos, aparelhos médicos e autopeças. As importações subiram de US$ 23,1 milhões para US$ 149,3 milhões no mesmo período. Os mais comprados por Minas são fios sintéticos ou artificiais, produtos químicos, algodão, aparelhos de gravação ou reprodução de som e imagem, rolamentos e engrenagens, obras de ferro fundido e máquinas e equipamentos. Os dados são da Central Exportaminas, ligada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico.

Mercado gigante para explorar 

A cachaça Diva, de Divinópolis (Centro-Oeste de Minas), virou “rum brasileiro” na Índia. É vendida em mais de 30 hotéis de luxo e na maioria dos restaurantes de primeira linha de Délhi, Mumbai e Bangalore. Superando as diferenças culturais, em breve chegará a mais duas capitais indianas. “Conquistamos esse mercado em 2007 e ainda há muito para explorar”, disse a proprietária da Diva, Cíntia Cardoso de Souza. Assim como ela, empresários mineiros da área de tecnologia, engenharia e alimentos, por exemplo, cada um com suas peculiaridades, descobrem o mercado indiano.

Já a ideia de Alexandre Faria, da consultoria esportiva Alfa, é capacitar gestores e equipe médica indiana e trazer jogadores para o Brasil, uma vez que a Índia pretende disputar a Copa do Mundo de 2022. “Já fizemos isso na Austrália, nos Estados Unidos, na China, no Canadá e no Japão. Houve um zagueiro japonês, o Nakazawa, que veio para o América e acabou disputando a Copa 2006 pelo seu país”, exemplificou.

A Índia também está de olho no potencial do Brasil, e por isso Minas pode conseguir atrair novos negócios. Puneet Gill, principal executivo no Brasil da Infosys, segunda maior companhia de tecnologia da informação da Índia, disse que a empresa pretende ampliar suas atividades em Minas Gerais. “Temos clientes globais que podem ser atendidos a partir daqui e a perspectiva de prospecção de novos negócios é grande”, diz. Atualmente cinco funcionários mineiros estão em intercâmbio na Índia, movimento que, segundo ele, vai se intensificar.

A missão também tem intenções políticas. Luiz Custódio Cotta Martins, presidente do Sindicato da Indústria do Álcool e do Açúcar de Minas Gerais (Sindaçúcar-MG/Siamig), destacou a oportunidade de unir esforços para que o etanol seja usado em diferentes países até que possa se tornar uma commodity. “A Índia está começando a usar etanol a partir do melaço. Vamos lá conhecer e fazer um trabalho mais político”, afirmou. (PC)

Governo Aécio Neves estimula exportação para bloco do Brics – China, Índia, Rússia

As novas possibilidades para a colocação de um maior número de produtos mineiros no mercado externo e o estreitamento das relações de Minas Gerais com a China, Índia e Rússia, que, junto com o Brasil, formam o bloco conhecido como BRIC foram abordados, sexta-feira (23), pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, durante o seminário promovido pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH).

Barroso acredita que a economia mineira pode experimentar maior expansão se souber tirar proveito do potencial oferecido pelos países do BRIC. “A Rússia é um grande importador de frutas, principalmente limão, e nós ainda não exportamos esta fruta para aquele país, embora sua produção esteja em crescimento no Jaíba”. Por outro lado, acrescentou, os russos são um mercado promissor para a importação de jóias e moda mineiras.

Já a Índia, destacou, oferece uma grande oportunidade para os produtores de alimentos frescos e processados, voltados especialmente para a população de baixa renda. “Esse país tem também um amplo espaço para os atacadistas brasileiros, que poderão formar parceria com os indianos que estão descobrindo agora os supermercados. A Índia poderá ser uma grande importadora de etanol e de produtos de informática”, acrescentou.

O secretário de Desenvolvimento Econômico lembrou que a China, principal parceiro comercial do Estado, ainda possui um mercado a ser conquistado pelos empresários mineiros. Além do minério de ferro, principal produto da pauta de exportações, os chineses são parceiros potenciais para o mercado mineiro da cadeia alimentícia, com destaque para produtos lácteos e açúcar. A China é carente também de serviços de engenharia, tanto na área de construções, como de infraestrutura.

Topo da economia

Sergio Barroso explicou o surgimento do novo bloco, destacando que as perspectivas indicam que esses países ocuparão o topo da economia mundial nas próximas décadas. “Nos últimos anos, analistas e economistas têm considerado que Brasil, Rússia, Índia e China estão dando mais dinamismo à economia global deixando para trás países como Estados Unidos, Japão e União Européia”, enfatizou.

O secretário lembrou que o novo bloco vem adquirindo muita importância para Minas Gerais, uma vez que a China se tornou o principal parceiro comercial do Estado. “Somente no primeiro semestre deste ano, as exportações mineiras para a China cresceram 36,5% em comparação com o mesmo período de 2008. Foi o Estado brasileiro que mais exportou para a China, respondendo por 22,5% das exportações nacionais”, acrescentou.

Embora a pauta exportadora seja extremamente concentrada, os cinco principais produtos correspondem a 96,6% do total. De janeiro a junho foram exportados 147 produtos, totalizando US$ 2,3 bilhões, mas esta quantidade de produtos pode ser sensivelmente ampliada e diversificada. Já nas importações, a China é o quarto parceiro comercial de Minas. Foram importados 1.530 produtos no valor de US$ 323,8 milhões.

Sergio Barroso abordou também as relações comerciais de Minas com a Rússia e Índia, salientando que há muito espaço para o crescimento do intercâmbio com o grupo. Observou que “o papel do Estado é fundamental para incrementar novos negócios. Além de poder ampliar suas exportações agropecuárias, por meio da soja e da carne bovina e suína, poderá ampliar a venda da cana-de-açúcar, fundamental na produção de combustíveis renováveis e ecologicamente corretos. Sem esquecer do minério, é importante destacar que Minas Gerais tem também importantes reservas naturais”.

Durante o seminário foram apresentados ainda os temas oportunidades de negócios com a China, Índia e Rússia nos setores voltados para o Estado de Minas Gerais e o papel das câmaras chinesa, indiana e russa na fomentação de negócios entre o Brasil e os três países do BRIC.

O seminário teve também a participação do diretor da Câmara de Comércio Chinesa, Jayme Martins, do vice-presidente da Câmara Indiana, Leonardo Ananda Gomes e do presidente da Câmara Russa, Gilberto F. Ramos.