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Governo de Minas: alunos da Rede Estadual de Educação descobrem um pouco de sua própria história no Circuito Cultural

O Projeto Circulando na Liberdade visa ampliar a relação entre educação e cultura e, consequentemente, o acesso aos espaços museais e culturais da cidade

A partir deste mês, 15 mil crianças, jovens e adultos dos ensinos fundamental e médio pertencentes a escolas da Rede Estadual de Belo Horizonte e da região metropolitana iniciam uma série de visitas ao Circuito Cultural Praça da Liberdade. Eles integram o Projeto Circulando na Liberdade, desenvolvido em uma parceria do Circuito com o Programa Escola Viva, da Secretaria de Estado de Educação, e o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). O objetivo do projeto é ampliar a relação entre educação e cultura e, consequentemente, o acesso aos espaços museais e culturais da cidade, fortalecendo nos estudantes e em seus familiares o sentido de pertencimento e reconhecimento da importância de preservação do patrimônio.

O Circulando na Liberdade atenderá 30 escolas localizadas em áreas de maior vulnerabilidade social e que, em sua maioria, encontram-se distantes do centro da capital. “Os alunos dessas escolas pouco conhecem além da sua própria comunidade. Como fazer com que essas crianças e jovens se apropriem da cidade e usem-na, no sentido de poderem circular, frequentar, conviver, criar e transformar se eles não sabem que esses espaços existem? Queremos que eles percebam a cidade onde vivem – isso é exercício de cidadania”, explica a coordenadora de ações educativas do Circuito Cultural, Mabel Faleiro.

O projeto será desenvolvido em várias etapas, que envolverão reuniões com diretores, especialistas e professores; elaboração dos projetos pelas escolas a partir de suas realidades e demandas, tendo-se como referência alguns eixos temáticos propostos pelos espaços; visitas ao Circuito Cultural; e encontros periódicos para realimentação dos trabalhos desenvolvidos.

Cabe lembrar que, ao longo do ano, todos os espaços do circuito serão visitados por todas as escolas integradas, que receberam recursos para o transporte das turmas, por meio do Projeto Escola Viva. “Queremos que essas crianças, jovens e adultos sejam tocados pela arte, ciência e conhecimentos aqui presentes, estabeleçam diálogos e se emocionem, ampliando seu olhar e sua convivência pessoal e social”, ressalta Mabel Faleiro.

Dentre as 30 instituições participantes, oito ainda terão seus projetos acompanhados de perto pelo Espaço TIM UFMG do Conhecimento, Museu Mineiro, Museu das Minas e do Metal e Memorial Minas Gerais – Vale. É o caso da Escola Estadual Coronel Juca Pinto, que já comemora a oportunidade. “Nossa escola precisava de um projeto para socializar os alunos e os pais. Eles não têm acesso a espaços culturais e precisam conhecer a cidade onde vivem”, diz a professora Elizabeth Magalhães Silva.

As visitas ao Circuito Cultural Praça da Liberdade ocorrerão até o mês de setembro, sendo os meses de outubro e novembro destinados às atividades de encerramento do projeto, quando ocorrerão as avaliações e exposições dos trabalhos desenvolvidos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/alunos-da-rede-estadual-de-educacao-descobrem-um-pouco-de-sua-propria-historia-no-circuito-cultural/

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Gestão Anastasia: governo de Minas promove a revitalização do coreto da Praça da Liberdade

Patrimônio Histórico de Belo Horizonte será reaberto ao público em outubro

Um dos maiores símbolos arquitetônicos de Belo Horizonte será reaberto ao público. Foi assinado nesta quinta-feira (12), na Cidade Administrativa, um termo de cooperação entre o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), o Instituto Cultural do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG Cultural) e a Associação dos Notários e Registradores do Estado de Minas Gerais (Anoreg-MG), que garante o início das obras de restauração do coreto da Praça da Liberdade.

Pela parceria, o BDMG Cultural fica responsável pela elaboração do projeto arquitetônico, avaliado em R$ 12 mil, para a revitalização do coreto, além de assumir a gestão do trabalho de execução das obras. Já os recursos para a restauração ficam por conta da Anoreg-MG, enquanto o Iepha-MG será responsável pelo suporte técnico, acompanhamento e fiscalização dos trabalhos, que deverão atender às exigências técnicas do instituto, por se tratar de um bem tombado pelo patrimônio histórico. O custo total da obra ainda depende da conclusão do projeto arquitetônico, mas está estimado inicialmente em cerca de R$ 120 mil.

O acordo estabelece o prazo de 205 dias corridos, contados a partir desta quinta-feira (12), para a conclusão do trabalho, o que significa que os belo-horizontinos poderão comemorar a reabertura do coreto, completamente revitalizado, em outubro deste ano. A contrapartida pedida, pelo BDMG Cultural, foi a garantia de que a realização de uma série de eventos culturais de pequeno porte, como apresentações de coral, possam continuar sendo realizadas no coreto, como já acontecia anteriormente. A estrutura foi interditada em novembro de 2010.

O termo de cooperação foi assinado pelo Secretário de Estado de Governo, Danilo de Castro; pela Secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras; pelo presidente do BDMG Cultural, Washington Mello; o presidente da Anoreg-MG, Roberto Andrade; o secretário municipal da Regional Centro-Sul da capital, Harley Andrade; e o vice-presidente do Iepha-MG, Pedrosvaldo Caram Santos.

Patrimônio histórico

Erguido no centro da Praça da Liberdade em 1913, a estrutura artística de ferro com base em alvenaria sempre foi um espaço tradicional de cultura e lazer para a população mineira. Por décadas, aos domingos, ali se reuniam inúmeros belo-horizontinos para apreciar as apresentações promovidas pela Banda Musical do 1º Batalhão da Brigada Policial de Minas Gerais.

O Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Praça da Liberdade foi tombado pelo Iepha-MG em 1977. De acordo com os levantamentos reunidos no dossiê de tombamento, o coreto já fazia parte do projeto original da praça, concebido pelo arquiteto Luiz Olivieri e – após a remodelação do espaço por ocasião da visita dos reis Belgas a Belo Horizonte, em 1920 – teria sido o único elemento preservado do antigo desenho da praça.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-promove-a-revitalizacao-do-coreto-da-praca-da-liberdade/