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Gestão da Saúde: Hemominas em Ituiutaba faz coleta de sangue em horário alternativo

Unidade atenderá os doadores excepcionalmente das 17h às 20h

Na próxima quarta-feira (25), a unidade da Hemominas em Ituiutaba atenderá os doadores excepcionalmente das 17h às 20h, além de realizar o atendimento no horário normal, das 7h30 às 11h. A expectativa é atender cerca de 50 candidatos à doação de sangue durante o horário alternativo.

Coleta de sangue em Cachoeira Dourada

Já no dia 28 de abril, sábado, a equipe da Hemominas realizará uma coleta de sangue na cidade de Cachoeira Dourada. A ação acontece das 8h às 15h, no Posto de Saúde da Família Álvaro Osório Rodrigues, localizado na avenida das Nações, 6, Centro. A expectativa é atender 100 candidatos à doação de sangue.

Segundo a Portaria 1.353/2011 do Ministério da Saúde, podem doar sangue cidadãos com boa saúde, idade entre 18 e 67 anos. Os candidatos devem pesar acima de 50 quilos, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas, não ter tido hepatite após os 11 anos de idade, e que não tenham doença de Chagas.  Jovens com 16 e 17 anos, somente poderão se candidatar à doação de sangue com a presença dos responsáveis legais ou autorização dos responsáveis com firma reconhecida em cartório, cujo modelo de autorização está disponível no site www.hemominas.mg.gov.br.

A idade máxima para a primeira doação de sangue é 60 anos. Os candidatos, que já tiverem doado pelo menos uma vez antes dos 60 anos, poderão doar até a idade de 67 anos.

Para mais informações sobre os critérios para doação de sangue acessar http://www.hemominas.mg.gov.br/hemominas/menu/cidadao/doacao/condicoes_doacao ou ligar para o 155. Para os jovens, principalmente, o hotsite www.projetonaveia.com.br promove interatividade e participação também na divulgação da doação. Acesse e conheça o Projeto na Veia.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/hemominas-em-ituiutaba-faz-coleta-de-sangue-em-horario-alternativo/

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Gestão da Saúde: Hemominas realiza coleta noturna de sangue em Diamantina

A expectativa é atender cerca de 50 candidatos à doação de sangue

Hemominas realiza coleta noturna de sangue em Diamantina, nesta terça-feira (27), das 19h às 22h. A ação acontece na própria unidade, localizada na rua da Glória, 469, Centro. A expectativa é atender cerca de 50 candidatos à doação de sangue.

Segundo a Portaria 1.353/2011 do Ministério da Saúde, podem doar sangue cidadãos com boa saúde, idade entre 18 e 67 anos. Os candidatos devem pesar acima de 50 quilos, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas, não ter tido hepatite após os 11 anos de idade, e que não tenham doença de Chagas.  Jovens com 16 e 17 anos, somente poderão se candidatar à doação de sangue com a presença dos responsáveis legais ou autorização dos responsáveis com firma reconhecida em cartório, cujo modelo de autorização está disponível no site www.hemominas.mg.gov.br.

A idade máxima para a primeira doação de sangue é 60 anos. Os candidatos, que já tiverem doado pelo menos uma vez antes dos 60 anos, poderão doar até a idade de 67 anos. Para mais informações sobre os critérios para doação de sangue acessar http://www.hemominas.mg.gov.br/hemominas/menu/cidadao/doacao/condicoes_doacao ou ligar para o 155.

Para os jovens, principalmente, o hotsite www.projetonaveia.com.br promove interatividade e participação também na divulgação da doação. Acesse e conheça o Projeto na Veia.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/hemominas-realiza-coleta-noturna-de-sangue-em-diamantina/

Gestão da Saúde: Simpósio discute avanços no tratamento da doença falciforme

O evento acontece no auditório da Santa Casa de Misericórdia, das 8h30 às 17h, em Juiz de Fora

Com o objetivo de promover o conhecimento sobre a doença falciforme, debatendo os temas que impactam no tratamento e na qualidade de vida dos pacientes, como os avanços tecnológicos, em especial a terapia celular, será realizado nesta terça-feira (20), em Juiz de Fora, o 3º Simpósio Municipal de Doença Falciforme. O evento acontece no auditório da Santa Casa de Misericórdia, das 8h30 às 17h, reunindo cerca de 150 pessoas, entre profissionais da área de saúde, pacientes e funcionários da Fundação Hemominas. O endereço é avenida Rio Branco, nº 3353, Centro.

Organizado por meio de uma parceria entre a Hemominas, a Secretaria Municipal de Saúde de Juiz de Fora, o Conselho Municipal de Saúde, a Santa Casa de Misericórdia e a Associação de Pessoas com Doença Falciforme (APAFTF), o encontro marca também o Dia Estadual da Conscientização da Síndrome da Doença Falciforme, comemorado em 20 de março.

A Fundação Hemominas, referência para o tratamento da doença falciforme no Estado, participa do simpósio com palestra da presidente da instituição, Júnia Cioffi, sobre o Centro de Tecidos Biológicos de Minas Gerais (Cetebio), em implantação pela Hemominas, e que constituirá o maior banco de tecidos biológicos da América Latina.

“O transplante de medula óssea e o transplante que envolve células de sangue de cordão umbilical se apresentam como uma nova alternativa para os pacientes com doença falciforme. O Cetebio, com bancos para processar e armazenar esses tecidos irá contribuir para o fornecimento de produtos de qualidade para estes pacientes”, afirma Júnia Cioffi.

A programação do evento inclui ainda debates sobre os novos avanços no tratamento da doença. O tema será apresentado pelo médico ortopedista e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Gildásio de Cerqueira Daltro, que tem experiência com terapia celular no tratamento das lesões ósseas da anemia falciforme. Também farão palestras o coordenador do Núcleo de Transplantes de Medula Òssea do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), professor Ângelo Atalla, e o diretor do Núcleo de  Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Universidade Federal de Minas Gerais (Nupad/UFMG), José Nélio Januário, que já participou dos simpósios anteriores realizados em 2005 e 2010,  e falará sobre a ”Política Pública sobre a Doença Falciforme em Minas Gerais”.

O encontro apresenta ainda o depoimento “Uma vida com e sem anemia falciforme” de Elvis Silva Magalhães, coordenador da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme, que foi submetido a um transplante de medula óssea, que o livrou da doença depois de quase 40 anos convivendo com ela.

Doença Falciforme

A doença falciforme é uma das doenças hereditárias mais comuns no Brasil e apresenta, já nos primeiros anos de vida, manifestações clínicas importantes, o que representa um sério problema de saúde pública no país. Em Minas Gerais, a doença falciforme foi incluída na triagem neonatal em 1998. A Fundação Hemominas é referência no acompanhamento e tratamento dos pacientes falciformes no Estado.

A doença é resultante de alteração genética caracterizada pela presença de um tipo anormal de hemoglobina denominada Hemoglobina S (HbS). Ela faz com que as hemácias adquiram a forma de foice (daí o nome falciforme), em ambiente de baixa oxigenação, dificultando sua circulação e provocando obstrução vascular. As hemácias têm a função de carregar oxigênio para os tecidos, principal combustível para os órgãos. No caso da doença falciforme, pelo fato de as hemácias apresentarem a forma de foice, elas são destruídas precocemente, além de se agregarem e diminuir a viscosidade do sangue nos pequenos vasos do corpo.

Entre os sintomas causados pela doença estão a anemia permanente, a cor amarelada na pele e nos olhos e as crises dolorosas, principalmente nos ossos, músculos e articulações. Diagnosticada precocemente pelo teste de triagem neonatal (teste do pezinho), a doença exige que o paciente receba assistência desde o nascimento por uma equipe multidisciplinar.

O evento acontece no auditório da Santa Casa de Misericórdia, das 8h30 às 17h, em Juiz de Fora

Com o objetivo de promover o conhecimento sobre a doença falciforme, debatendo os temas que impactam no tratamento e na qualidade de vida dos pacientes, como os avanços tecnológicos, em especial a terapia celular, será realizado nesta terça-feira (20), em Juiz de Fora, o 3º Simpósio Municipal de Doença Falciforme. O evento acontece no auditório da Santa Casa de Misericórdia, das 8h30 às 17h, reunindo cerca de 150 pessoas, entre profissionais da área de saúde, pacientes e funcionários da Fundação Hemominas. O endereço é avenida Rio Branco, nº 3353, Centro.

Organizado por meio de uma parceria entre a Hemominas, a Secretaria Municipal de Saúde de Juiz de Fora, o Conselho Municipal de Saúde, a Santa Casa de Misericórdia e a Associação de Pessoas com Doença Falciforme (APAFTF), o encontro marca também o Dia Estadual da Conscientização da Síndrome da Doença Falciforme, comemorado em 20 de março.

A Fundação Hemominas, referência para o tratamento da doença falciforme no Estado, participa do simpósio com palestra da presidente da instituição, Júnia Cioffi, sobre o Centro de Tecidos Biológicos de Minas Gerais (Cetebio), em implantação pela Hemominas, e que constituirá o maior banco de tecidos biológicos da América Latina.

“O transplante de medula óssea e o transplante que envolve células de sangue de cordão umbilical se apresentam como uma nova alternativa para os pacientes com doença falciforme. O Cetebio, com bancos para processar e armazenar esses tecidos irá contribuir para o fornecimento de produtos de qualidade para estes pacientes”, afirma Júnia Cioffi.

A programação do evento inclui ainda debates sobre os novos avanços no tratamento da doença. O tema será apresentado pelo médico ortopedista e professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Gildásio de Cerqueira Daltro, que tem experiência com terapia celular no tratamento das lesões ósseas da anemia falciforme. Também farão palestras o coordenador do Núcleo de Transplantes de Medula Òssea do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), professor Ângelo Atalla, e o diretor do Núcleo de  Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Universidade Federal de Minas Gerais (Nupad/UFMG), José Nélio Januário, que já participou dos simpósios anteriores realizados em 2005 e 2010,  e falará sobre a ”Política Pública sobre a Doença Falciforme em Minas Gerais”.

O encontro apresenta ainda o depoimento “Uma vida com e sem anemia falciforme” de Elvis Silva Magalhães, coordenador da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme, que foi submetido a um transplante de medula óssea, que o livrou da doença depois de quase 40 anos convivendo com ela.

Doença Falciforme

A doença falciforme é uma das doenças hereditárias mais comuns no Brasil e apresenta, já nos primeiros anos de vida, manifestações clínicas importantes, o que representa um sério problema de saúde pública no país. Em Minas Gerais, a doença falciforme foi incluída na triagem neonatal em 1998. A Fundação Hemominas é referência no acompanhamento e tratamento dos pacientes falciformes no Estado.

A doença é resultante de alteração genética caracterizada pela presença de um tipo anormal de hemoglobina denominada Hemoglobina S (HbS). Ela faz com que as hemácias adquiram a forma de foice (daí o nome falciforme), em ambiente de baixa oxigenação, dificultando sua circulação e provocando obstrução vascular. As hemácias têm a função de carregar oxigênio para os tecidos, principal combustível para os órgãos. No caso da doença falciforme, pelo fato de as hemácias apresentarem a forma de foice, elas são destruídas precocemente, além de se agregarem e diminuir a viscosidade do sangue nos pequenos vasos do corpo.

Entre os sintomas causados pela doença estão a anemia permanente, a cor amarelada na pele e nos olhos e as crises dolorosas, principalmente nos ossos, músculos e articulações. Diagnosticada precocemente pelo teste de triagem neonatal (teste do pezinho), a doença exige que o paciente receba assistência desde o nascimento por uma equipe multidisciplinar.

Fonte:http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/simposio-discute-avancos-no-tratamento-da-doenca-falciforme/

Gestão da Saúde: unidade da Hemominas em Além Paraíba não funciona na segunda-feira

Unidade estará fechada devido ao feriado municipal

Devido ao feriado municipal na próxima segunda-feira (19) em Além Paraíba, a unidade da Hemominas não irá funcionar para atendimento ao doador de sangue. No dia 20 de março, terça-feira, a unidade volta a funcionar normalmente, a partir das 8h.

Doação de Sangue

Segundo a Portaria 1.353/2011 do Ministério da Saúde, podem doar sangue cidadãos com boa saúde, idade entre 18 e 67 anos. Os candidatos devem pesar acima de 50 quilos, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas, não ter tido hepatite após os 11 anos de idade, e que não tenham doença de Chagas.  Jovens com 16 e 17 anos, somente poderão se candidatar á doação de sangue com a presença dos responsáveis legais ou autorização dos responsáveis com firma reconhecida em cartório, cujo modelo de autorização está disponível no site www.hemominas.mg.gov.br.

A idade máxima para a primeira doação de sangue é 60 anos. Os candidatos, que já tiverem doado pelo menos uma vez antes dos 60 anos, poderão doar até a idade de 67 anos. Para mais informações sobre os critérios para doação de sangue acessar http://www.hemominas.mg.gov.br/hemominas/menu/cidadao/doacao/condicoes_doacaoou ligar para o 155.

Para os jovens, principalmente, o hotsite www.projetonaveia.com.brpromove interatividade e participação também na divulgação da doação. Acesse e conheça o Projeto na Veia.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Hemominas presta homenagem no Dia Nacional da Poesia, em Juiz de Fora

Textos de poetas, que também são doadores de sangue, serão expostos na sala de espera da unidade

O Hemocentro de Juiz de Fora realiza, nesta quarta-feira (14), das 15h30, o “Varal de Poesias”, em comemoração ao Dia Nacional da Poesia. Textos de poetas, que também são doadores de sangue, serão expostos na sala de espera da unidade formando um varal. A ação acontece na sede do Hemocentro, rua Barão de Cataguazes, s/nº. A expectativa é atender cerca de 20 candidatos à doação de sangue, entre escritores e poetas da cidade.

Segundo a Portaria 1.353/2011 do Ministério da Saúde, podem doar sangue cidadãos com boa saúde, idade entre 18 e 67 anos. Os candidatos devem pesar acima de 50 quilos, não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas, não ter tido hepatite após os 11 anos de idade, e que não tenham doença de Chagas.  Jovens com 16 e 17 anos, somente poderão se candidatar à doação de sangue com a presença dos responsáveis legais ou autorização dos responsáveis com firma reconhecida em cartório, cujo modelo de autorização está disponível no site www.hemominas.mg.gov.br.

A idade máxima para a primeira doação de sangue é 60 anos. Os candidatos, que já tiverem doado pelo menos uma vez antes dos 60 anos, poderão doar até a idade de 67 anos. Para mais informações sobre os critérios para doação de sangue acessar http://www.hemominas.mg.gov.br/hemominas/menu/cidadao/doacao/condicoes_doacaoou ligar para o 155.

Para os jovens, principalmente, o hotsite www.projetonaveia.com.brpromove interatividade e participação também na divulgação da doação. Acesse e conheça o Projeto na Veia.

Fonte: Agência Minas

Gestão da Saúde: Minas Gerais desenvolve kit de teste rápido para diagnóstico da dengue

Gleisson Mateus
Nova metodologia precisa passar por testes que garantam sua assertividade
Nova metodologia precisa passar por testes que garantam sua assertividade

BELO HORIZONTE (24/01/12) – A nova tecnologia de diagnóstico rápido da dengue, que poderá reduzir o tempo de análise de amostras de três dias para até 20 minutos, está sendo desenvolvida pela Fundação Ezequiel Dias (Funed), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Fundação Centro de Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais (Hemominas). Se validado, o teste rápido da dengue deverá ser disponibilizado em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) do país até 2013.

Para validação, a nova metodologia precisa passar por testes que garantam sua assertividade. De acordo com a coordenadora da pesquisa, chefe do Serviço de Biotecnologia e Saúde da Funed, Alzira Batista Cecilio, os resultados obtidos serão confrontados com um diagnóstico já estabelecido. “Este será um momento importante para atestar a precisão do resultado obtido por meio do teste rápido”. A previsão é que esse processo seja realizado a partir do próximo ano, tão logo seja concluída a fase de testes de pesquisa em laboratório.
A praticidade e aparência do novo kit fazem lembrar os aparelhos de monitoramento de glicemia, usado no diagnóstico de diabetes. A diferença é que o sangue coletado do paciente não é aplicado diretamente no kit diagnóstico. O teste é realizado com o soro separado das células sanguíneas e, por isso, a metodologia ainda exigirá a coleta de sangue do paciente.
Para análise, o soro é colocado sobre a membrana – que integra a parte interna do suporte plástico que compõe o kit -, juntamente com o diluente. A reação, que pode indicar a presença de proteínas do vírus da dengue ou anticorpos produzidos, ocorre em 20 minutos.
Atualmente, os testes de diagnóstico da dengue são realizados a partir dos métodos MacELISA e ELISA comercial, que se diferenciam principalmente pelo processo e tempo decorrido entre a análise do soro e o diagnóstico.
“No primeiro método, temos que desenvolver os reagentes, montar toda a plataforma de análise do soro em laboratório, procedimento que demanda três dias de trabalho”, explica o chefe do Serviço de Virologia e Riquetsioses, Glauco de Carvalho Pereira. Já o ELISA Comercial, segundo Glauco Pereira, por se constituir em um kit pronto, garante a economia de tempo, reduzindo todo o processo de análise do soro para aproximadamente cinco horas. No entanto, a metodologia MacELISA é considerada o padrão ouro do Ministério da Saúde no diagnóstico de dengue, sendo a técnica mais sensível utilizada atualmente, com maior índice de assertividade.
Casos notificados
Em 2010, com a epidemia de dengue identificada em diversos estados do país, Minas Gerais chegou a contabilizar 261.945 notificações de suspeita de infecção do vírus. Neste período, a Funed realizou 22 mil análises de amostras. Em 2011, houve tanto queda no número de notificações da doença quanto no volume de análises realizadas pela Funed, sendo verificadas em torno de 5 mil amostras. “Essas amostras foram testadas em uma ou ambas as metodologias (MacELISA e ELISA Comercial), muitas vezes em duplicata”, destaca a farmacêutica bioquímica Maira Alves Pereira, do Laboratório de Dengue e Febre Amarela da Funed.
Segundo Maíra, as análises feitas na Funed têm como objetivo detectar se há epidemia de dengue em certa região e assim contribuir para o trabalho de vigilância epidemiológica do Estado. “Por este motivo, o número de análises não precisa ser proporcional ao volume de notificações. Os testes laboratoriais são feitos para identificar a epidemia e auxiliar o governo nas ações a serem tomadas, mas o médico, com exames clínicos, é capaz de confirmar o diagnóstico e pode indicar o tratamento adequado ao paciente antes mesmo do resultado laboratorial”, explica. O teste rápido, nesses casos, seria também uma medida complementar para o diagnóstico clínico, realizado pelo médico.
O projeto para desenvolvimento do kit de teste rápido para diagnóstico da dengue conta com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig).
Tecnologia abrangente
Segundo Alzira Batista Cecílio, a partir do desenvolvimento da plataforma tecnológica do teste rápido para dengue, futuramente há a possibilidade de se utilizar a mesma base para a elaboração de kits que contemplem outras doenças de saúde pública, como o rotavirus, herpesvirus e parasitas que serão definidos após a validação da tecnologia.
A doença
Segundo informações do Ministério da Saúde, a dengue é um dos principais problemas de saúde pública do mundo. Normalmente, os sintomas da doença se manifestam após três dias da picada do mosquito. Os indícios de infecção podem apontar duas formas de dengue: clássica e hemorrágica, sendo que a segunda pode levar a morte no período de 24 horas.
Os sintomas da dengue clássica são caracterizados por febre alta com início súbito; forte dor de cabeça; dor atrás dos olhos – que piora com o movimento dos mesmos; perda do paladar e apetite; náuseas e vômitos; tonturas; extremo cansaço; moleza e dor no corpo; muitas dores nos ossos e articulações. Além de manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores.
Em princípio, a dengue hemorrágica apresenta os mesmos sintomas que a clássica, no entanto, após a febre, começam a manifestar os sinais mais graves, distinguidos pelas dores abdominais fortes e contínuas; vômitos persistentes; pele pálida, fria e úmida; sangramento pelo nariz, boca e gengivas; manchas vermelhas na pele; sonolência; agitação e confusão mental; sede excessiva e boca seca; pulso rápido e fraco; dificuldade respiratória e perda de consciência.

Fonte: Agência Minas

Governador Antonio Anastasia lança Força Estadual de Saúde para atender vítimas das chuvas em Minas Gerais

BELO HORIZONTE (10/01/12) – O governador Antonio Anastasia se reuniu nessa terça-feira (10) com profissionais – médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais – que vão integrar a Força Estadual de Saúde, montada em caráter emergencial para atender e levar auxílio aos moradores das cidades mais atingidas pelas chuvas este ano. Cada equipe será formada por pelo menos um médico e um enfermeiro. Dependendo da necessidade, elas contarão também com um psicólogo ou assistente social.

Os profissionais atenderão nos abrigos ou tendas montadas pela Defesa Civil e contarão, para acesso aos locais mais difíceis, com 20 caminhonetes 4 x 4.  Os integrantes da Força Estadual de Saúde receberão ajuda de custo para alimentação e hospedagem nas cidades para os quais forem designados, além de todo o material necessário para atender a população.

O cadastro, realizado a partir de sexta-feira (6), pelo site da Secretaria de Estado de Saúde (SES), já reúne mais de 490 colaboradores. Os profissionais serão selecionados e designados de acordo com as necessidades de cada região ou município.

O objetivo da Força de Saúde é assistir aos pacientes que, devido aos estragos provocados pelas chuvas, estão com dificuldades de acesso aos hospitais e às Unidades Básicas de Saúde (UBS) e não encontram meios para garantir a continuidade de seus tratamentos. Tem como público alvo os pacientes hipertensos, diabéticos, cardíacos, em tratamento de quimioterapia e radioterapia e, ainda, grávidas a partir do sexto mês.

Também serão atendidos casos agudos, como febres, diarreias, entre outros sinais de alerta de doenças infecciosas, reduzindo, assim, as sequelas e mortes evitáveis, além de prestar assistência de qualidade e em tempo hábil às populações atingidas pelas enchentes.

Em caso de necessidade, os pacientes poderão ser encaminhados para a rede de assistência da região, cujo levantamento está sendo atualizado pela Secretaria de Saúde. As equipes também poderão fortalecer as equipes de plantão nas urgências dos hospitais de referência.

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais doou, nesta segunda-feira (9), duas ambulâncias (doblô) e emprestou duas caminhonetes 4×4 para o município de Guidoval, na Zona da Mata, uma das regiões mais afetadas com o período chuvoso. O município também recebeu 100 pares de botas. Outro apoio foi a doação de kits de medicamentos e insumos estratégicos, conseguidos pela SES junto ao Ministério da Saúde.

Além de Guidoval, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais irá doar outras nove ambulâncias e dez carros Fiat Uno para os municípios afetados. A SES está realizando um levantamento das UBS que foram destruídas pela chuva ou estão muito danificadas para recuperá-las.

A criação da Força Estadual de Saúde conta com o apoio dos Conselhos Regionais de Medicina (CRM), Enfermagem (CRE) e Psicologia (CRP), Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), além das fundações Ezequiel Dias (Funed), Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), Centro de Hematologia e Hemoterapia de Minas Gerais (Hemominas) e Ministério da Saúde.

Atendimento a calamidades

O Governo de Minas já colocou à disposição, por meio da SES, os “Kits de Atendimento às Calamidades” para uso em caso de enfermidades, decorrentes das chuvas, para a população de municípios afetados. Estão sendo distribuídos também medicamentos, de acordo com a demanda apresentada pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.

Compõem os Kits 30 medicamentos e 18 insumos estratégicos, como ataduras, esparadrapos, seringas, equipamentos para soroterapia, além de amoxicilina, analségicos, paracetamol, sais de reidratação e sulfametoxazol. A quantidade de medicamentos é suficiente para atender 500 pessoas durante três meses.

Fonte: Agência Minas