• Agenda

    janeiro 2020
    S T Q Q S S D
    « out    
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    2728293031  
  • Categorias

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

Gestão Anastasia: municípios se preparam para iniciar diagnóstico por meio do Porta a Porta

Nesta quarta-feira (14), teve início a capacitação para implantação do projeto em 75 cidades mineiras

Rômulo Ávila
Mais de 200 mil domicílios devem ser visitados nesses 75 municípios capacitados
Mais de 200 mil domicílios devem ser visitados nesses 75 municípios capacitados

O primeiro passo para a implantação do Programa Travessia em 75 municípios mineiros foi dado, nesta quarta-feira (14), com o início da capacitação do projeto Porta a Porta. O treinamento, que vai até esta quinta-feira (15), é realizado na Escola de Saúde Pública (avenida Augusto de Lima, 2.061, Barro Preto, em Belo Horizonte).

Lançado pelo Governo de Minas em 2011 e coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese), o Porta a Porta promove, de casa em casa, a busca ativa para identificar as reais necessidades das famílias em situação de privação social e, assim, subsidiar as ações do Programa Travessia. Mais de 200 mil domicílios devem ser visitados nesses 75 municípios. A previsão é que os questionários, com perguntas no âmbito da saúde, educação e padrão de vida, comecem a ser aplicados ainda neste mês.

“Só por meio da identificação de privações é que vamos conseguir fazer todo o plano de intervenção do Estado nesses municípios, entendendo que vamos estar mais próximos da realidade dos moradores e dos municípios que serão visitados. Isso nos possibilita entender o que esses domicílios têm de privação para levarmos recursos, projetos e programas para que eles possam sair dessa privação”, disse a subsecretária de Projetos Especiais de Promoção Social da Sedese, Maria Albanita de Lima, durante a abertura dos trabalhos.

O assessor de Articulação, Parceria e Participação Social do Governo de Minas, Ronaldo Pedron, também participou da abertura do treinamento. Ele destacou que a busca por pessoas que passam por privações é uma obsessão do Governo de Minas. “Este instrumento é algo impressionante, que, de fato, possibilita a mudança ou a travessia de condições de determinado lugar”, disse, lembrando que a etapa do Projeto Porta a Porta é primordial para o sucesso das ações seguintes.

O município de Comercinho, no Vale do Jequitinhonha, vive a expectativa de iniciar o diagnóstico do Porta a Porta e, posteriormente, ser beneficiado pelo Programa Travessia. “É um projeto que já ouvimos comentar. Em Itinga, próximo a Comercinho, o Travessia deu muito certo. A gente sabe que a cidade vizinha mudou e temos a expectativa que o nosso município mude também”, disse o assistente social, Patrico Gomes Soares.

Patrico conta que um dos problemas em Comercinho, que tem cerca de 8 mil habitantes, é o fato de a maior parte da população morar na zona rural. “Dos 8 mil habitantes, cerca de 6 mil estão na zona rural, o que dificulta o desenvolvimento de ações na área social. Por isso, um diagnostico local vai focar nos problemas específicos do município e facilitar o combate”, disse sobre o Porta a Porta.

Balanço

No ano passado, mais de 128 mil domicílios, em 59 cidades, foram visitados pelo Porta a Porta. A partir do diagnóstico apresentado, as políticas públicas para os municípios beneficiados são planejadas, de forma efetiva, para atender à demanda de cada população.

Outro projeto que beneficia famílias identificadas por meio do Porta a Porta é o Banco Travessia, que incentiva o retorno e a inserção de pessoas aos estudos. Cada morador inserido na iniciativa que retomar os estudos pode abrir uma poupança para a família no Banco Travessia. Se passar de ano, acumula mais na conta. Cada ação da família que garanta qualificação profissional ou eleve o nível de escolaridade também será transformada em mais dinheiro na poupança.  O Banco Travessia foi criado em 2011, em dez cidades. Neste ano, mais 30 municípios serão atendidos pela iniciativa.

Municípios

Açucena, Araponga, Barra Longa, Brasilândia de Minas, Cabeceira Grande, Cachoeira de Pajeú, Campo Florido, Candeias, Comercinho, Conceição do Mato Dentro, Cônego Marinho, Congonhas do Norte, Curral de Dentro, Divisa Alegre, Divisópolis, Felisburgo, Francisco Dumont, Fruta de Leite, Gonzaga, Grão Mogol, Guaraciaba, Guaraciama, Guaranésia, Ibiaí, Ibiracatu, Icaraí de Minas, Imbé de Minas, Iraí de Minas, Jequeri, Jordania, Juvenília, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Leme do Prado, Limeira do Oeste, Machacalis, Malacacheta, Mata Verde, Materlândia, Mesquita, Miradouro, Montezuma, Novorizonte, Orizânia, Peçanha, Periquito, Pintópolis, Presidente Olegário, Riacho dos Machados, Rio do Prado, Rio Espera, Rio Paranaíba, Rubelita, Rubim, Salto da Divisa, Santa Maria do Salto, Santana do Manhuaçu, São Bento Abade, São Francisco de Paula, São José do Jacuri,  São Pedro do Suaçuí, São Romão, São Sebastião do Anta, São Sebastião do Maranhão, São Thomé das Letras, Senador Modestino Gonçalves, Simonésia, Tiros, Vargem Grande do Rio Pardo, Varzelândia, Minas Novas, Vargem Alegre, Santa Cruz do Escalvado e Carlos Chagas.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: mais 200 mil famílias mineiras serão visitadas pelo Porta a Porta

Capacitação vai preparar representantes de municípios para identificaram privações sociais de mais de 250 mil domicílios

Representantes de 75 municípios mineiros serão preparados, nesta quarta (14) e quinta-feira (15), para identificarem as privações sociais de mais de 250 mil domicílios. A capacitação é promovida pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) e será realizada, das 8h às 18h, na Escola de Saúde Pública (avenida Augusto de Lima, 2.061, Barro Preto, Belo Horizonte).

Cerca de 150 secretários e técnicos municipais serão envolvidos na metodologia do projeto. A previsão é que os questionários, com perguntas relacionadas à saúde, educação e padrão de vida, comecem a ser aplicados em março.

Lançado pelo Governo de Minas em 2011 e coordenado Sedese, o Porta a Porta promove, de casa em casa, a busca ativa para identificar as reais necessidades das famílias em situação de vulnerabilidade social e, assim, subsidiar as ações do Programa Travessia.

No ano passado, 128 mil domicílios, em 59 cidades, foram visitados pelo Porta a Porta. A partir do diagnóstico apresentado, as políticas públicas para os municípios beneficiados são planejadas, de forma efetiva, para atender a demanda de cada população.

Os indicadores de privações obtidos por meio do Porta a Porta servem para a inclusão dessas pessoas em ações e programas do governo, como o Travessia, que enfrenta a pobreza nas cidades com graves privações sociais em Minas.

Municípios

Açucena, Araponga, Barra Longa, Brasilândia de Minas, Cabeceira Grande, Cachoeira de Pajeú, Campo Florido, Candeias, Comercinho, Conceição do Mato Dentro, Cônego Marinho, Congonhas do Norte, Curral de Dentro, Divisa Alegre, Divisópolis, Felisburgo, Francisco Dumont, Fruta de Leite, Gonzaga, Grão Mogol, Guaraciaba, Guaraciama, Guaranésia, Ibiaí, Ibiracatu, Icaraí de Minas, Imbé de Minas, Iraí de Minas, Jequeri, Jordania, Juvenília, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Leme do Prado, Limeira do Oeste, Machacalis, Malacacheta, Mata Verde, Materlândia, Mesquita, Miradouro, Montezuma, Novorizonte, Orizânia, Peçanha, Periquito, Pintópolis, Presidente Olegário, Riacho dos Machados, Rio do Prado, Rio Espera, Rio Paranaíba, Rubelita, Rubim, Salto da Divisa, Santa Maria do Salto, Santana do Manhuaçu, São Bento Abade, São Francisco de Paula, São José do Jacuri,  São Pedro do Suaçuí, São Romão, São Sebastião do Anta, São Sebastião do Maranhão, São Thomé das Letras, Senador Modestino Gonçalves, Simonésia, Tiros, Vargem Grande do Rio Pardo, Varzelândia, Minas Novas, Vargem Alegre, Santa Cruz do Escalvado e Carlos Chagas.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: municípios mineiros se destacam nos grupos avaliados no Índice de Desempenho do SUS

 

Entre os municípios brasileiros melhor avaliados, 14 são mineiros. Turmalina, no Vale do Jequitinhonha, é um dos destaques.

Ogeriano Cardoso
A Rede de Urgência e Emergência do Norte pretende melhorar a eficiência do atendimento na região
A Rede de Urgência e Emergência do Norte pretende melhorar a eficiência do atendimento na região

Municípios mineiros se destacaram em todos os seis grupos avaliados pelo Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (IDSUS), divulgado na semana passada pelo Ministério da Saúde. Entre os municípios brasileiros melhor avaliados, 14 são mineiros.

Chama a atenção o fato de seis dos 14 municípios mineiros melhor avaliados estarem localizados no Norte do Estado e no Vale do Jequitinhonha – regiões com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado.

Divulgado pelo Ministério da Saúde na semana passada, o IDSUS 2012 mede a qualidade e as condições de acesso aos serviços prestados pelo SUS. O indicador é formado por grupos homogêneos de municípios e a análise leva em consideração três índices: o Índice de Desenvolvimento Socioeconômico (IDSE), o Índice de Condições de Saúde (ICS) e o Índice de Estrutura do Sistema de Saúde do Município (IESSM).

Os grupos 1 e 2 são formados por municípios que apresentam melhor infraestrutura e condições de atendimento à população. Nesses grupos, se destacaram Belo Horizonte, Muriaé e Montes Claros.

Já os grupos 3 e 4 são compostos por municípios com pouca estrutura de média e alta complexidade. Nele, as cidades mineiras mais bem avaliadas foram Piumhi, Turmalina, Serro, Capelinha e Taiobeiras.

Os grupos 5 e 6, por sua vez, referem-se a municípios que não têm estrutura para atendimentos especializados. Neles, os destaques mineiros foram os municípios de São João Batista do Glória, Presidente Kubitschek, Carmésia, Alvorada de Minas, Guaraciama e Simão Pereira. (Veja tabela abaixo)

De acordo com o subsecretário de Políticas e Ações de Saúde, Maurício Botelho, o bom desempenho desses municípios deve-se à política de redução das desigualdades regionais empreendida nos últimos anos pelo Governo de Minas. No caso específico da saúde, essa política se expressa, sobretudo, com o processo de interiorização dos serviços estaduais de saúde.

“A implantação de diversas redes de atenção à saúde implantadas nas micro e macrorregiões garantem que os serviços cheguem até a população de forma mais eficiente e universal”, afirma Maurício Botelho.

Ações pioneiras no Norte do Estado

Dos 14 municípios mineiros melhor avaliados, três estão localizados no Norte do Estado: Montes Claros, Taiobeiras e Guaraciama. Na região, as ações de saúde desenvolvidas adequam a oferta e a qualidade de cuidados secundários e terciários, observada a distribuição territorial das redes de atenção à saúde em Minas Gerais.

Em novembro de 2008 foi implantado no Norte de Minas a Rede de Urgência e Emergência, que começou a atuar de forma organizada, na qual os municípios trabalham integrados, sob um só comando, com indicadores e linguagem única, de modo que toda a estrutura gire em torno da necessidade do usuário.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Norte de Minas foi o primeiro do país a funcionar de forma regionalizada e seu papel é fundamental na Rede, pois é o elemento ordenador dos atendimentos de urgência e emergência na macrorregião.

Outro destaque desta rede foi a implantação da classificação de risco nas unidades de saúde, com a utilização do Protocolo de Manchester. A Rede de Urgência e Emergência tem registrado uma redução significativa dos óbitos e/ou sequelas em pacientes graves, devido à agilidade e melhoria do acesso ao atendimento.

Segundo o subsecretário Maurício Botelho, a macrorregião Norte é modelo para as demais com ações bem-sucedidas, em razão da fidelidade na implantação das políticas públicas.

“O Norte de Minas se arrisca nos projetos, desde a regionalização do Samu, a organização da Rede de Urgência e Emergência, projeto que, aliás, se iniciou nesta região e se tornou modelo para todo país e até para outros países, e seguramente manterá esta sinergia com o governo federal”, afirma Botelho. “Além disso, todos os indicadores têm avanços expressivos e mesmo sendo uma região de vulnerabilidade social, encontramos terreno fértil para aplicação das políticas públicas com resultados impactantes”.

A macrorregião do Norte de Minas abrange um total de 19 hospitais participantes do Programa de Fortalecimento e Melhoria da Qualidade dos Hospitais (Pro-Hosp), que possibilita ainda à população um atendimento hospitalar de qualidade e com resolutividade.

Além disso, a região possui cinco Centro Viva Vida de Referência Secundária (CVVRS), localizados nos municípios de Brasília de Minas, Pirapora, Janaúba, Januária e Taiobeiras. Dispõe também de um Centro Mais Vida (CMV) localizado em Montes Claros, que tem beneficiado a população idosa dessa macrorregião. Há ainda dois Centros Hiperdia localizados em Janaúba e Brasília de Minas, que visam a atenção às doenças cardiovasculares e diabetes.

Já o Programa Saúde em Casa está presente nos 86 municípios dessa macrorregião e contribui de forma decisiva para fortalecer e propiciar melhoria na qualidade da Atenção Primária à Saúde.

Os últimos meses o Governo de Minas inaugurou também unidades do Programa Farmácia de Mina na região, que possibilita o acesso facilitado dos pacientes a diversos tipos de medicamentos.

Jequitinhonha também é destaque

A macrorregião de saúde do Vale do Jequitinhonha, composta por 29 municípios, com população de 290.172 habitantes, também se destacou no índice de desempenho do SUS. Turmalina, município de 18 mil habitantes localizado no Alto Jequitinhonha, por exemplo, ficou em primeiro lugar no Grupo 4, que congrega municípios com pouca estrutura de serviços de saúde de média e alta complexidade. O município alcançou um índice de desempenho de 7,4, numa escala de zero a dez – superior à média de Minas (5,87) e do Brasil (5,47).

As outras cidades do Jequitinhonha que se destacaram foram  Capelinha e Presidente Kubitschek.

Com relação à assistência a saúde, a macrorregião do Jequitinhonha possui atualmente 11 hospitais, distribuídos em duas microrregiões. Ao todo, eles dispõem de 543 leitos destinados aos usuários do SUS. Destes hospitais, seis foram contemplados com investimentos do Pro-Hosp, três dos quais localizados na microrregião de Minas Novas-Turmalina-Capelinha. Os outros ficam na microrregião Diamantina.

Nos últimos anos, os hospitais das cidades-sede das mircroregiões se fortaleceram. Foram implantados, dentre outros serviços, dez leitos de UTI adulto e o credenciamento de serviços de neurocirurgia e tomografia. Do total de 261 estabelecimentos de saúde da macrorregião, 213 são Unidades de Básicas de Saúde (UBS).

“No Jequitinhonha, podemos observar o acerto da regionalização. Estamos garantindo atendimento de média complexidade, fazendo com que o cidadão não se desloque para os grandes centros”, explica o subsecretário de Políticas e Ações de Saúde, Maurício Botelho,

Todos os municípios da macrorregião do Jequitinonha fizeram adesão ao Programa Saúde em Casa e possuem 86 equipes de Saúde da Família em funcionamento, 52 equipes de saúde bucal na modalidade I e 12 equipes de saúde bucal na modalidade II.

O programa Farmácia de Minas está presente em cinco municípios dessa macrorregião e outros cinco estão habilitados aguardando a disponibilidade orçamentária.

Critérios de avaliação do IDSUS

Com pontuação que varia de zero a 10, o IDSUS 2012 avalia informações de acesso, que mostram como está a oferta de ações e serviços de saúde, e de efetividade, que medem o desempenho do sistema, ou seja, o grau com que os serviços e ações de saúde estão atingindo os resultados esperados. São cruzados dados de 24 indicadores, sendo 14 que avaliam o acesso e outros 10 para medir a efetividade dos serviços.

No quesito acesso, é avaliada a capacidade do sistema de saúde em garantir o cuidado necessário à população em tempo oportuno e com recursos adequados, como exemplos a cobertura estimada de equipes de saúde e a realização de exames preventivos de cânceres de mama, em mulheres entre 50 e 69 anos, e de colo do útero, na faixa de 25 a 59 anos, bem como internação para tratamentos clínicos e para cirurgias de média e alta complexidade.

Já na avaliação de efetividade, ou seja, se o serviço foi prestado adequadamente, encontram-se itens como a cura de casos novos de tuberculose e hanseníase, a proporção de partos normais, o número de óbitos em menores de 15 anos que foram internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e o número de óbitos durante internações por infarto agudo do miocárdio.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Minas anuncia expansão do Banco Travessia e do Porta a Porta em 2012

Fonte: Agência minas

BELO HORIZONTE (07/12/11) – Mais mineiros ganharão um incentivo para retomar os estudos: o Banco Travessia vai atender 36 novas cidades, a partir de 2012. Além disso, o Governo de Minas quer identificar as pessoas em situação de vulnerabilidade social em outros 80 municípiosOs convênios para expansão serão assinados com os 116 prefeitos, nesta segunda-feira (12), às 13h30, no auditório do BDMG (Rua da Bahia, 1600, Bairro Lourdes).

A estimativa é que novos 28 mil domicílios sejam beneficiados pelo Banco Travessia e mais de 180 mil famílias sejam visitadas pelo Porta a Porta, ambos coordenados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese).

A previsão é que as agências do Banco Travessia sejam instaladas no primeiro semestre de 2012 nas novas cidades. O projeto Porta a Porta dará início às atividades até março.

Na semana passada, as primeiras agências do Banco Travessia foram inauguradas em Sabará, Confins e Capim Branco, municípios localizados na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Até o dia 22 de dezembro, mais unidades serão instaladas em outras sete cidades (Presidente Kubitschek, Arinos, Matutina, Juiz de Fora, Ninheira, Santo Antônio do Jacinto e Itinga). A previsão é que mais de 14 mil famílias sejam atendidas nessas cidades.

Já o Porta a Porta identificou, neste ano, mais de 120 mil famílias em 61 municípios que, até então, estavam invisíveis às políticas públicas por viverem à margem da sociedade. O diagnóstico do projeto servirá de referência para as ações do Programa Travessia. A identificação dessas pessoas, por meio do Porta a Porta, é realizada com a aplicação de questionários que envolvem perguntas no âmbito da saúde, educação e padrão de vida. A partir daí, nasce o mapa de privações e as cidades passam a ser contempladas pelo programa que, em mutirão de secretarias, melhora a qualidade de vida dos moradores.

Banco Travessia

Iniciativa pioneira do Governo de Minas, o Banco Travessia, lançado em setembro deste ano, visa incentivar a inserção e o retorno de pessoas aos estudos. Cada morador dessas cidades inserido no programa e que retomar os estudos vai abrir uma poupança para a família no Banco Travessia. Se passar de ano, garante mais dinheiro no banco. Cada ação da família que garanta mais qualificação profissional ou eleve o nível de escolaridade também será transformada em mais dinheiro na poupança. A pessoa receberá uma moeda de troca chamada “Travessia”. Cada Travessia equivale a R$ 1,00. Depois de dois ou três anos, a família retira toda a quantia depositada, que pode chegar a R$ 5 mil.

O público-alvo do Banco Travessia são famílias com pelo menos uma privação educacional. O Banco Travessia faz parte do Programa Travessia, que combate a pobreza nas cidades com graves privações sociais em Minas. O combate é feito por meio da ação integrada e simultânea de secretarias e órgãos estatais, nas áreas de saúde, educação, geração de renda, infraestrutura urbana, saneamento e capacitação profissional.

Novos municípios (Banco Travessia)

Alvorada de Minas, Cachoeira Dourada, Campanário, Campo Azul, Carvalhos, Consolação, Diogo de Vasconcelos, Dom Joaquim, Fernandes Tourinho, Frei Lagonegro, Ibituruna, Joaquim Felício, Josenópolis, Juramento, Lagoa dos Patos, Marilac, Mateus Leme, Miravânia, Nacip Raydan, Natalândia, Oratórios, Passabém, Pescador, Ponto Chique, Presidente Juscelino, Quartel Geral, Santa Fé de Minas, Santo Antônio do Itambé, Santo Hipólito, São Félix de Minas, São Geraldo da Piedade, São João do Pacuí, São José da Safira, São José do Divino, Serra Azul de Minas, Serranópolis de Minas.

Novos municípios (Porta a Porta)

Abadia dos Dourados, Açucena, Araponga, Bandeira, Barra Longa, Brasilandia de Minas, Cabeceira Grande, Cachoeira de Pajeu, Campo Florido, Canapolis de Minas, Candeias, Capitão Eneas, Comercinho, Conceição do Mato Dentro, Cônego Marinho, Congonhas do Norte, Curral de Dentro, Divisa Alegre, Divisópolis, Felício dos Santos, Felisburgo, Francisco Dumont, Fruta de Leite, Gonzaga, Grão Mogol, Guaraciaba, Guaraciama, Guaranésia, Gurinhatã, Ibiaí, Ibiracatu,  Icaraí de Minas, Imbé de Minas, Iraí de Minas, Jequeri, Jordania, Juvenília, Lagoa Formosa, Lagoa Grande, Leme do Prado, Limeira do Oeste, Machacalis, Malacacheta, Mata Verde, Materlândia, Mesquita, Miradouro, Montezuma, Novorizonte, Orizânia, Peçanha, Periquito, Pintópolis, Presidente Olegario, Riacho dos Machados, Rio do Prado, Rio Espera,  Rio Paranaíba, Rio Vermelho, Rubelita, Rubim, Salto da Divisa, Santa Maria do Salto, Santana do Manhuaçu, Santo Antonio do Amparo, São Bento Abade, São Francisco de Paula, São João da Lagoa, São José do Jacuri, São Pedro do Suaçuí, São Romão, São Sebastião do Anta, São Sebastião do Maranhão, São Thomé das Letras, Senador Modestino Gonçalves, Simonésia, Tiros, Turmalina, Vargem, Grande do Rio Pardo e Varzelândia.