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Economia: Dilma não gera ‘boas expectativas’, diz Aécio

Candidato do PSDB à Presidência, Aécio disse que o governo Dilma “perdeu a capacidade de gerar expectativas positivas” na economia.

Eleições 2014

Fonte: O Globo 

Dilma não gera ‘boas expectativas’, diz tucano

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, disse, na manhã desse sábado (26), que o governo de Dilma Rousseff (PT) “perdeu a capacidade de gerar expectativas positivas” na economia.

A fala repercutiu reportagem da Folha que mostrou que analistas econômicos estão reavaliando as chances de vitória da petista.

“Há uma coisa essencial em economia: expectativa. Esses avaliações mostram que o atual governo perdeu a capacidade de gerar expectativas positivas, seja nos agentes internos, seja nos agentes externos”, afirmou.

Aécio falou sobre o tema depois de cumprir agenda no Parque da Juventude, em São Paulo, ao lado do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Após a caminhada, esvaziada pela chuva, Aécio alterou a agenda para acompanhar Alckmin a uma visita às obras sociais do padre Rosalvino, tido como influente líder católico, na zona leste da capital.

AEROPORTO

Ao final da visita, Aécio voltou a desconversar ao responder sobre o uso do aeroporto que construiu, quando governador, em Cláudio (MG).

“Já dei todos os esclarecimentos que julgava necessários. Se quiserem falar sobre o Brasil, estou aqui”, disse.

Alckmin, por sua vez, recuou da declaração, dada na última quinta-feira (24), de que poderia fazer campanha para Eduardo Campos, candidato do PSB ao Planalto –o partido tem a vaga de vice na chapa de Alckmin à reeleição.

“Quem é do PSB vai apoiar Campos, e quem é do PSDB vai apoiar Aécio Neves, que é meu candidato a presidente”.

ORIENTE MÉDIO

Sobre o posicionamento do Brasil em relação ao conflito no Oriente MédioAécio disse considerar que faltou um “brado mais claro” pedindo um cessar-fogo na região.

Para o tucano, a nota do Itamaraty foi equivocada, porque teve “viés unilateral” ao condenar a ação militar israelense na faixa de Gaza –a nota não fez menção aos ataques do Hamas a Israel.

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Em busca da Gestão Eficiente DILMA COPIA CHOQUE DE GESTÃO DE AÉCIO E ANASTASIA EM MINAS

Em busca da Gestão Eficiente

DILMA COPIA CHOQUE DE GESTÃO DE AÉCIO E ANASTASIA EM MINAS

Presidente pretende construir uma bandeira depois da ‘faxina’ que marcou seu primeiro ano de governo e pediu à sua equipe foco na gestão do Estado

BRASÍLIA – O governo de Dilma Rousseff terá como bandeira a reforma do Estado. Foi o que ela explicou em detalhes à sua equipe ministerial, reunida na última segunda-feira. Não se trata, porém, de discutir o tamanho da máquina pública, como se fez no passado recente, quando ganharam força teses sobre o enxugamento estatal. O que Dilma quer é foco na gestão.

“Não tem essa história de Estado mínimo. Isso é uma tese falida, usada pelos tupiniquins. O Estado tem de ser eficiente”, costuma dizer a presidente.

A reforma que Dilma tem em mente é gerencial. É fazer com que a máquina administrativa funcione e devolva ao cidadão os serviços pelos quais ele paga. “Isso é revolucionário”, definiu. É com essa estratégia que a presidente quer construir uma “marca” de governo depois da “faxina” que derrubou sete ministros no ano passado, seis deles alvejados por denúncias de corrupção.

Dilma está convencida de que o surgimento da nova classe média vai demandar cada vez mais serviços públicos de qualidade.

No diagnóstico da presidente, esse grupo de pessoas saídas da pobreza não fará como a classe média tradicional, que praticamente prescindiu do Estado, recorrendo a escolas particulares, planos de saúde e previdência privada. “Não se iludam! Essas pessoas não vão deixar de procurar escolas públicas nem o SUS e o INSS”, argumentou ela.

Na primeira reunião ministerial do ano, Dilma expôs o que espera da equipe para não tropeçar na gestão, como ocorreu no primeiro ano de governo, marcado por crises políticas e pela queda no volume de investimentos do setor público, em grande parte por causa de problemas gerenciais. Obcecada por metas, ela cobrou desempenho dos auxiliares e avisou que, de agora em diante, todos serão avaliados pelos resultados apresentados a cada seis meses.