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Governo de Minas: Centro Vocacional Tecnológico de Diamantina profissionaliza comunidades rurais

Ação busca capacitar moradores da zona rural da cidade a trabalharem com produtos alimentícios característicos da região

No mês de março, o laboratório de turismo e artesanato do Centro Vocacional Tecnológico (CVT) de Diamantina realizou o curso de quitandas para a Comunidade do Vau, subdistrito da cidade. A capacitação faz parte do Programa Turismo em Comunidade Rural (PTCR), desenvolvido pelo CVT em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas (Emater) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

O evento foi o segundo realizado na região, que, no final de 2011, recebeu a oficina de doces cristalizados, compotas e geleias. Para o coordenador de laboratório do CVT de Diamantina, Luciano Amador, as capacitações visam a instruir os moradores de comunidades rurais em atividades que possibilitem o desenvolvimento do processo turístico na região, gerando trabalho e renda. Com esse pensamento, o CVT, junto com a Emater, tem trabalhado para a formação do grupo de produção na comunidade. “Já criamos até o protótipo da etiqueta de identificação dos produtos que serão produzidos pela comunidade rural, batizados de Delícias Reais”, destacou Amador.

Ainda este ano, projetam-se oficinas de artesanato e picles, com a ampliação dos cursos junto ao Senar/MG, para as outras comunidades participantes do PTCR.

O CVT de Diamantina é uma unidade da Rede CVT Mineira, projeto estruturador do Governo de Minas, coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), por meio da Superintendência de Ciência, Tecnologia e Inovação. O objetivo é ampliar a capacitação local e regional, combater a exclusão digital e social, gerar emprego e renda, promover a inovação, e contribuir para a melhoria de vida da população. Para isso, três frentes de trabalho estão em atuação: alfabetização digital, inovação e formação e aperfeiçoamento profissional.

A rede conta com 571 unidades interligadas em banda larga, representadas por 84 CVTs e 487 telecentros, e 4,5 mil microcomputadores conectados, colocando Minas Gerais como um dos estados a possuir um dos maiores programas de inclusão digital e social do país. O projeto alcança mais de 360 municípios e soma mais de 500 mil cidadãos certificados em cursos presenciais e a distância, além de um milhão de pessoas beneficiadas com o acesso à internet. Já foram investidos, em sua estrutura, mais de R$ 130 milhões, recursos provenientes do Governo de Minas e do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio de emendas parlamentares.

Centro Vocacional Tecnológico de Diamantina

Praça Doutor Prado, Nº 99 – Centro | Diamantina/MG

(38) 3531 6834

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/centro-vocacional-tecnologico-de-diamantina-profissionaliza-comunidades-rurais/

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Governo de Minas: trabalhadores de vilas e favelas de BH terão a chance de se tornarem empreendedores formais

Nesta terça-feira (27), os moradores da Vila Atila de Paiva serão beneficiados

Divulgação/Sedese
Sedese e Sebrae estão identificando e transformando o trabalhador em um empreendedor formal
Sedese e Sebrae estão identificando e transformando o trabalhador em um empreendedor formal

Pessoas que moram em vilas e favelas de Belo Horizonte e trabalham na informalidade estão recebendo apoio do Governo de Minas para se formalizarem. Uma parceria entre a Assessoria de Assuntos Sociais para Vilas e Favelas, vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) e o Sebrae Minas está identificando e transformando o trabalhador em um empreendedor formal.  Nesta terça-feira (27), os moradores da Vila Atila de Paiva, (Rua Apolo 8, esquina com rua Cabo dos Santos, S/Nº, Barreiro, BH), serão beneficiados.

Equipes da Sedese e do Sebrae vão prestar atendimento no loca,l das 9h às 15h.  “Muitas pessoas que trabalham de forma informal têm receio de se formalizar. Por falta de informação, ficam com medo de pagar impostos, multas e até de serem presas”, explica Weslei Morais, responsável pela Assessoria de Vilas e Favelas.

Para acabar com essa imagem, a equipe da Sedese desenvolve um trabalho de mobilização e conscientização dentro das comunidades beneficiadas. Só depois disso é marcado o dia para fazer a formalização.  E os moradores não precisam sair do local onde moram para isso, pois uma estrutura do Sebrae, com unidade móvel, internet e técnicos, vai até a comunidade. “A pessoa já sai com o CNPJ na mão”, ressalta Weslei, deixando claro que a adesão é voluntária.

Vantagens

De acordo com Weslei, quem opta pela formalidade tem vários benefícios: salário maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez ou por idade, pensão por morte e até auxílio-reclusão. “Além disso, pode aumentar os negócios, já que passa a emitir nota fiscal e tem a possibilidade de abrir uma conta jurídica no banco, o que viabiliza o uso de cartões de créditos”, acrescenta.

Em contrapartida, o empreendedor formal paga para a prefeitura uma taxa anual que varia de R$ 120 a R$ 140 (depende da função), além de R$ 30 ou R$ 36 por mês para o INSS. A ação da próxima terça-feira (27) será a segunda realizada neste ano.  A primeira foi na Vila Santa Rosa, Região da Pampulha, quando 32 moradores optaram pela formalização.  A iniciativa é realizada duas vezes por mês. Em abril, as comunidades do bairro São João Batista (dia 10) e da Vila Oeste (dia 24) serão beneficiadas.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/trabalhadores-de-vilas-e-favelas-de-bh-terao-a-chance-de-se-tornarem-empreendedores-formais/