• Agenda

    agosto 2019
    S T Q Q S S D
    « out    
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031  
  • Categorias

  • Mais Acessados

  • Arquivo

  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

  • Anúncios

Gestão Anastasia: atenção básica à saúde recebe reforço no Norte de Minas Gerais

Meta é qualificar os coordenadores para uma melhor gestão dos serviços

Jerúsia Arruda
Durante o curso, os participantes recebem orientações para fortalecer equipes de atenção básica
Durante o curso, os participantes recebem orientações para fortalecer equipes de atenção básica

A Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros realizou, durante toda a segunda quinzena de março, um intenso treinamento para coordenadores de atenção básica dos 53 municípios sob sua jurisdição. O objetivo é qualificá-los para uma melhor gestão dos serviços de saúde em seus respectivos municípios.

O curso faz parte de uma série de iniciativas visando à implantação do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (Pmaq), do Ministério da Saúde. A meta é promover a instituição de processos que ampliem a capacidade das equipes de atenção básica em ofertarem serviços para assegurar maior acesso e qualidade, de acordo com a necessidade da população.

A superintendente da Regional de Montes Claros, Olívia Pereira de Loiola, explica que a atenção básica é o elemento integrador do cuidado e quando se investe na qualidade dos serviços prestados nesse nível, a saúde como um todo se qualifica. “As políticas públicas de saúde são um assunto que não se esgota, ao contrário, se renova a cada dia. À medida que as tecnologias vão se atualizando, fica mais fácil acompanhar e avaliar a aplicação dessas políticas de forma a assegurar que a população tenha ao seu alcance serviços que atendam às suas reais necessidades. Essa é a proposta do Pmaq que, além de um incremento no orçamento dos municípios, visa promover a qualidade da atenção básica, que é o centro gravitacional da assistência à saúde, e que certamente irá impactar em todos dos níveis de atenção à saúde”, avalia.

Os municípios da SRS-MOC possuem 556 equipes de Saúde da Família, 2.010 agentes comunitários de saúde e 97,21% de cobertura da Estratégia Saúde da Família. Com o Pmaq, os municípios poderão inscrever as equipes de atenção básica para serem acompanhadas e avaliadas e, dependendo dos resultados alcançados, poderão receber até o dobro do financiamento. No Norte de Minas, o Pmaq teve adesão de 100% dos municípios e vai acompanhar na região 237 equipes de atenção básica.

Ao efetivar sua adesão ao programa, o município receberá 20% do Componente Pmaq, o que representa um valor adicional de até R$ 1.700 por equipe a cada mês. Seis meses após a adesão, o Ministério da Saúde fará uma verificação in loco para determinar novos valores de repasse para o município que, dependendo do desempenho, poderá receber mensalmente até R$ 6.500 por equipe, e até R$ 8.500 por equipe com saúde bucal vinculada.

O programa vai verificar indicadores de atendimento pré-natal, acompanhamento de pessoas em situação crônica, redução do tempo de espera por consulta e atenção adequada à saúde do idoso. “Para receber conceito ótimo e repasse máximo do valor, um dos critérios será a satisfação do usuário”, observa a coordenadora de Atenção Primária da SRS-MOC, Renata Fiúza. Segundo a enfermeira, o programa também vai considerar na avaliação o acesso, utilização e qualidade dos serviços e as equipes que tiverem um desempenho insatisfatório terão o incentivo suspenso.

Curso

Durante o curso, ministrado em parceria com o Colegiado de Secretário Municipais de Saúde do Norte de Minas (Cosems Norte), os participantes estão recebendo orientações para fortalecer as ações das equipes de atenção básica. “Neste momento, estamos orientando os coordenadores para realizar a autoavaliação, monitoramento, educação permanente e apoio institucional, de forma a promover uma melhoria na gestão da atenção básica. Os municípios já aderiram formalmente ao programa, definiram as metas e indicadores, e agora precisam se preparar para cumprir essas metas”, explica Renata Fiúza.

Segundo a coordenadora, na próxima fase do programa os municípios e equipes participantes passarão por uma avaliação para averiguar as condições de acesso e a qualidade dos serviços ofertados. “A partir dessa avaliação, o desdobramento previsto será a pactuação das equipes e dos municípios, já com incremento de novos padrões e indicadores de qualidade, definidos a partir dos resultados alcançados”, observa Renata, ressaltando que o programa vai promover um processo cíclico e sistemático, reconhecendo o esforço dos gestores municipais e dos profissionais de saúde por meio da transferência de recursos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/atencao-basica-a-saude-recebe-reforco-no-norte-de-minas-gerais/

Anúncios

Gestão da Saúde: Ipsemg e Inca promovem Jornada Regional de Nutrição Oncológica

Programação conta com debates sobre assistência aos pacientes com câncer

Instituto de Previdência dos servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg) em parceria com Instituto Nacional de Câncer (Inca) realiza a 1ª Jornada Regional de Nutrição Oncológica. O evento, aberto à participação de todos, acontecerá no próximo dia 5 de maio, de 7h30 às 17h30, no campus da PUC Minas, no bairro Coração Eucarístico, em Belo Horizonte.

A programação conta a realização de mesas-redondas, painéis, estudo de casos clínicos e a abordagem de assuntos com temas diversos, como as especificidades na assistência nutricional ao paciente oncológico, uso e aplicação de suplementação nutricional oral em pacientes oncológicos, conduta terapêutica na abordagem ao transplantado e a abordagem nutricional na quimioterapia, radioterapia e cirurgia.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 1º de maio por meio de depósito bancário identificado. Os valores variam de R$ 70,00 para profissionais e R$ 40,00 para acadêmicos em graduação. Todos os participantes inscritos até esta data receberão um certificado de participação. Trabalhos e estudos poderão ser apresentados na forma de pôsteres durante a jornada para o compartilhamento de informações. Mais detalhes sobre o evento estão disponíveis no site www.inca.gov.br/eventos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/ipsemg-e-inca-promovem-jornada-regional-de-nutricao-oncologica/

Gestão Antonio Anastasia: Minas Gerais será referência em tecnologias da saúde

Complexo tecnológico vai reunir grandes instituições da área de biotecnologia da saúde na RMBH

O Estado lidera a discussão para ser cluster também de inovação em tecnologias para a saúde dentro do projeto Polo de Excelência em Inovação Ambiental.  Um passo importante foi dado nesta semana, quando a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Inhotim, Cetec-Senai, Labtest e o Centro de Pesquisa René Rachou se reuniram, sob coordenação da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), para elaborar o planejamento estratégico do Complexo Tecnológico da Saúde, que será instalado no município de Brumadinho, Região Metropolitana de Belo Horizonte.

“O Governo de Minas tem se pautado na excelência pelo planejamento, e dentro do portfólio de ações consideradas prioritárias para alavancar o desenvolvimento do Estado, a inovação ambiental está incluída. Sabemos que é um desafio, não só por se falar em meio ambiente, mas no que toca a nossa inserção na economia verde, dentro de uma nova perspectiva de mundo. O mercado é único e global e estamos inseridos nesse contexto comprometidos com a questão ambiental”, disse o subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Social, Vicente Gamarano.

O Complexo Tecnológico da Saúde (CTS) integrará o Polo de Excelência em Inovação Ambiental, projeto do Governo de Minas em parceria com o Inhotim que busca criar novas oportunidades de negócios em economia verde ou de baixo carbono, reunindo massa crítica e expertise. A iniciativa envolve a inovação em um conjunto de atividades produtivas de bens e serviços relacionados à biotecnologia, produção e distribuição de medicamentos, vacinas e reagentes para diagnóstico, que são de importância fundamental para o projeto nacional de desenvolvimento.

“A reunião desta semana tem como ponto central a apresentação da estruturação do Complexo a parceiros estratégicos, para que o seu posicionamento, no contexto brasileiro, seja feito de modo a criar movimentos novos e não duplicar estruturas. Nesse primeiro momento, faremos uma discussão mais ampla do que os parceiros enxergam como necessário ao mercado e a situação brasileira hoje na área de saúde”, explicou o diretor-presidente do grupo Horizontes Inhotim, Rodrigo Oliveira.

A implantação do Complexo Tecnológico da Saúde será iniciada a partir do que for considerado como prioritário pelos parceiros. Eles já entraram em acordo da necessidade de se criar um repositório internacional de células e agentes infecciosos oriundos das várias regiões do Brasil e do mundo. Este espaço será instalado no CTS e será desenvolvido em parceria com instituições internacionais.

“O repositório é de fundamental importância para o desenvolvimento da pesquisa brasileira e mundial, sendo também estratégico para a segurança nacional. Será um dos grandes atrativos para o desenvolvimento de projetos e programas em cooperação nas várias áreas da ciência”, esclareceu o coordenador do Polo de Excelência em Inovação Ambiental, Filipe Barros.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-gerais-sera-referencia-em-tecnologias-da-saude/

Gestão da Saúde: Fundação Hemominas realiza VI Seminário de Iniciação Científica

Objetivo do evento é divulgar e valorizar o resultado de pesquisas desenvolvidas na fundação pelos bolsistas

Fundação Hemominas, por meio do Serviço de Pesquisa da Gerência de Desenvolvimento Técnico-Científico, promove nesta sexta-feira (30) o VI Seminário de Iniciação Científica. Neste ano, 22 trabalhos estão inscritos, sendo 12 de pesquisadores do interior do Estado. Os trabalhos abordam temas, como doenças transmissíveis pelo sangue, hemoglobinopatias, gestão em saúde, doação de sangue e derivados, transfusão de sangue e derivados, imunohematologia e coagulopatias. O evento será no auditório do Hemocentro de Belo Horizonte, localizado na Alameda Ezequiel Dias, 321, bairro Santa Efigênia.

Implantado em 1992, o Serviço de Pesquisa da Fundação Hemominas concentra-se nas áreas da hematologia e hemoterapia. O objetivo do evento é divulgar e valorizar o resultado de pesquisas desenvolvidas na fundação pelos bolsistas.

Todos os trabalhos inscritos no seminário fazem parte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (BIC) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). As bolsas são concedidas para instituições de ensino sediadas em Minas Gerais, com o objetivo de contribuir para a iniciação de estudantes de graduação em atividades de pesquisa.

Este ano, o seminário conta com grande número de pesquisadores bolsistas do interior do Estado. Segundo Daniel Chaves, responsável pelo Serviço de Pesquisa, o trabalho com os bolsistas é interessante tanto para eles quanto para a Fundação Hemominas. “Para os bolsistas, o trabalho conjunto representa o aprimoramento de técnicas e teorias que aprendem na faculdade. Para nós, representa um braço dos pesquisadores dentro da instituição, que nos auxilia em projetos de pesquisas da própria fundação”, explicou.

A Fundação Hemominas recebe, por ano, aproximadamente 25 estudantes interessados em desenvolver pesquisas na instituição. Para o jovem pesquisador que tem interesse em realizar estudos na Hemominas, o primeiro passo é procurar o Serviço de Pesquisa, pelo telefone (31) 3248-4587. A responsável pelo Programa BIC na fundação é a pesquisadora Marina Lobato.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/fundacao-hemominas-realiza-vi-seminario-de-iniciacao-cientifica/

Gestão Anastasia: Minas dispõe de “Sala Limpa” de referência para análises químicas

Considerado o mais bem equipado do país, laboratório do Cetec pesquisa produtos utilizados em processos de hemodiálise

Divulgação/Cetec
Na Sala Limpa, ambiente tem controle rígido para evitar a contaminação das amostras
Na Sala Limpa, ambiente tem controle rígido para evitar a contaminação das amostras

Filtragem da entrada do ar atmosférico; proibição de calçados comuns, brincos e outros acessórios; treinamento e trajes especiais. Esses são apenas alguns dos cuidados necessários para se entrar no laboratório de traços metálicos, mais conhecido como Sala Limpa, da Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), instituição de desenvolvimento tecnológico do Governo de Minas vinculada à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes). A sala foi o primeiro laboratório do país com estrutura capaz de realizar a análise da presença de alumínio em amostras de água de hemodiálise e do sangue de pacientes com insuficiência renal.

Criada em 1995 com aporte financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), sob coordenação da pesquisadora Olguita Ferreira Rocha, a Sala Limpa é considerada a mais bem equipada do Brasil e uma referência na análise dos produtos para hemodiálise. “Nós realizamos análises para centros de diálise em hospitais das redes pública e particular, do Amazonas ao Rio Grande do Sul”, conta a pesquisadora. Segundo ela, o alumínio, quando presente em nível elevado no sangue, pode causar fraturas ósseas, problemas de crescimento e até mesmo demência.

No laboratório, também é realizado o controle de contaminação de análises nas áreas de alimentos, meio ambiente, produção industrial e eletroeletrônica. A água das bacias hidrográficas que abastecem Minas Gerais também é analisada na Sala Limpa.

Controle rígido do ambiente

A Sala Limpa é dividida em quatro ambientes interligados que totalizam uma área de 90 metros quadrados. O conceito desse tipo de laboratório é que ele seja livre de partículas externas para que o resultado das análises seja o mais preciso possível. Para isso, é realizado um controle muito rígido dos materiais que são colocados no local. As amostras a serem observadas, por exemplo, são coletadas em um recipiente fornecido pelo Cetec e ainda passam por limpeza antes de chegarem à sala.

Os cuidados com o laboratório, contudo, são muito mais complexos do que apenas a limpeza do material usado. Para trabalhar na Sala Limpa, os pesquisadores devem cumprir uma série de exigências, como não usar cosméticos ou fumar. O tabagismo é proibido na equipe, já que o fumante emite partículas até três horas após o consumo do cigarro.

Pessoas mais inquietas também não são ideais para o trabalho dentro desse laboratório especial. “Uma pessoa muito agitada movimenta partículas. Para se ter ideia, sentando e levantando, uma pessoa libera 2,5 milhões de partículas por minuto. Sentado, sem movimento, 100 mil; caminhando a 3km/h, 5 milhões de partículas”, explica a coordenadora da Sala Limpa, Olguita Rocha.

Os pesquisadores também não podem usar acessórios pessoais, como brincos e sapatos, dentro da sala. O uniforme especial utilizado funciona como um filtro do corpo, que impede a dispersão de partículas. O traje é limpo em uma lavanderia instalada na ante-sala do laboratório. Os profissionais utilizam um uniforme específico para cada um dos quatro módulos da sala, que possuem diferentes níveis de retenção de partículas. No módulo de maior controle de contaminação, a equipe trabalha com apenas os olhos e nariz descobertos.

Cinquenta trocas de ar por hora

Se as exigências para a entrada dos profissionais são rígidas, o cuidado com o ar é tão importante quanto. A Sala Limpa tem controle de temperatura, umidade e pressão do ar, condicionado por meio de filtros. Na parte externa do prédio em que o laboratório está instalado, há uma casa de máquinas com duas baterias de filtros que impedem a entrada de partículas grossas e finas. Ainda antes de chegar à sala, o ar passa por uma terceira etapa de filtragem. A Sala Limpa conta com 14 dutos de entrada do ar em baixa velocidade, para evitar a suspensão de partículas que eventualmente sejam geradas. Esse ar varre a sala e é retirado por gretas posicionadas no nível do piso.

O ar retirado retorna ao primeiro filtro, onde há uma caixa de mistura em que é colocado 30% a mais de ar novo. Acontecem aproximadamente 50 trocas de ar por hora. As ilhas de trabalho contam com filtros que retiram o ar pelo mesmo sistema de dutos e com uma bancada perfurada para garantir a renovação de todo ar. Essas medidas garantem um nível de limpeza do ar que impede a contaminação das amostras e dos pesquisadores.

Uma pesquisa realizada pelo Cetec em 2005 acerca das soluções usadas na hemodiálise descobriu alto nível de estrôncio, metal considerado como um dos possíveis causadores de doenças ósseas nos portadores de insuficiência renal crônica. Segundo o Censo de 2010 da Sociedade Brasileira de Nefrologia, cerca de 92 mil pessoas realizam tratamento dialítico. Só em Minas Gerais, são 96 clínicas que realizam hemodiálise. Ainda assim, o monitoramento do estrôncio na água e sangue usados no processo não é uma prática comum.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-dispoe-de-sala-limpa-de-referencia-para-analises-quimicas/

Gestão da Saúde: municípios mineiros participam de videoconferência sobre Hanseníase em Passos

O Centro Vocacional Tecnológico (CVT) de Passos, criado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sects), transmitiu nesta quarta-feira (28) uma videoconferência sobre a Hanseníase, ministrada pelo médico da Superintendência Regional de Passos, da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Carlos Alberto Faria Rodrigues, também conhecido por ser uma das maiores referências brasileiras no assunto e o grande responsável pelo portal da Hanseníase.

Foram capacitados profissionais de saúde por meio desses centros de ensino, beneficiando cerca de 90 municípios mineiros, sobre os principais aspectos enfrentados no combate à Hanseníase, uma vez que o Brasil é o segundo país em número de casos novos, perdendo somente para a Índia.  O principal objetivo da ação pioneira é sensibilizar os profissionais de saúde, médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos acerca da Hanseníase e o incentivo ao diagnóstico precoce.

A apresentação teve início com um vídeo explicativo sobre a patologia, seguida de debate entre os participantes, que puderam esclarecer todas as dúvidas de forma interativa com o especialista.

Segundo a referência técnica em Hanseníase da Regional de Saúde de Passos, Maria Ambrosina Cardoso Maia, a ação foi criada no sentido de colocar a sociedade a par da doença, estimulando cada vez mais o policiamento, e a divulgação de sinais e sintomas da hanseníase para que o diagnóstico possa ser pensado ao se examinar o paciente, mesmo numa consulta de rotina e não direcionada somente para aspectos dermatológicos. “Por apresentar sintomas aparentemente simples e indolores, a hanseníase pode ser totalmente ignorada ou atribuída. Dar pouca importância à aparição dessas lesões cutâneas e o comprometimento neural podem resultar em deformidades físicas”, explicou.

A doença

A hanseníase é uma das doenças mais antigas da história da medicina e é causada pelo bacilo de Hansen, um micróbio ou uma bactéria que ataca a pele e nervos periféricos, podendo afetar outros órgãos como olhos, rins e testículos. Atualmente 90% dos casos estão restritos a 11 países e os seis países com mais casos registrados são: Brasil, Índia, Madagascar, Moçambique, Miamar e Nepal. O contágio se dá principalmente por via respiratória. Nem todos os pacientes transmitem a doença, apenas parte deles que têm grande quantidade de bacilos e que não estão em tratamento.

Sintomas

A patologia manifesta-se pelo aparecimento de manchas dormentes, de cor avermelhada ou esbranquiçada em qualquer parte do corpo. Placas, caroços, inchaços, fraqueza muscular e dor nas articulações podem ser outros sintomas. Com o avanço da doença pode haver comprometimento dos nervos periféricos e desenvolvimento de incapacidades e deformidades físicas, grandes responsáveis pelo estigma e preconceito que cerca a doença.

Diagnóstico

O Diagnóstico da hanseníase é clínico, através do exame da pele e da realização de teste de sensibilidade nas áreas comprometidas. O tratamento dura de 6 a 12 meses, dependendo da classificação clínica de cada caso. Os medicamentos são distribuídos gratuitamente pelo SUS.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/municipios-mineiros-participam-de-videoconferencia-sobre-hanseniase-em-passos/