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Funcionários dos Correios denunciam coação a sindicato

Um carteiro que preferiu não se identificar, por medo de retaliações, afirmou que chefias convocam trabalhadores a entregar panfletos.

Uso político dos Correios

Fonte: O Tempo

Servidores denunciam coação

Sindicatos apuram suspeita de que estatal estaria pressionando carteiros a entregar panfletos petistas

DENISE MOTTA

A suspeita de que a estatal Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos possa estar sendo usada eleitoralmente a favor de campanhas do PT mobiliza sindicatos da categoria em Minas. Uma das entidades de classe recebeu denúncias de funcionários que estariam sendo coagidos a trabalhar a favor das campanhas de Dilma Rousseff, à Presidência, e de Fernando Pimentel, ao governo de Minas.

Um carteiro que preferiu não se identificar, por medo de retaliações, afirmou que chefias convocam trabalhadores a entregar panfletos durante o domingo. Segundo ele, os funcionários se sentem coagidos. “A maioria dos funcionários tem medo de retaliação e acaba entregando os panfletos do PT e também do PMDB”. Ele também disse que os panfletos de campanha seriam mantidos dentro de unidades da estatal. “Estamos revoltados”, contou.

Nessa terça, um vídeo publicado no site do jornal “Estado de S. Paulo” mostrava trecho de uma reunião em que o deputado estadual Durval Ângelo (PT) afirmava que o bom desempenho de Dilma e de Pimentel nas pesquisas de intenção de votos em Minas Gerais se deve ao “dedo forte dos petistas dos Correios.”

A reunião teria acontecido na quinta-feira da semana passada, com a presença de dirigentes dos Correios em Minas Gerais, incluindo o presidente da empresa pública, Wagner Pinheiro.

Em Minas, cerca de 9.000 funcionários trabalham na estatal, segundo informou sindicato da categoria. Parte deles é filiada ao PT e assume abertamente sua posição política. “Depois das 18h, o trabalhador tem o direito de se manifestar. Estão criando um fato político. É desespero de tucanos”, diz o presidente do sindicato em Juiz de Fora, João Ricardo Guedes.

Outra parte dos servidores da estatal é ligada ao Partido da Causa Operária (PCO), legenda de extrema esquerda adversária do PT.

Outro lado. Em nota, a direção dos Correios negou que a estatal tenha atuação “político-partidária” nestas eleições e rebateu ainda críticas do candidato à Presidência Aécio Neves, que afirmou ter recebido denúncias de que a empresa deixou de entregar correspondências e material de campanha do PSDB em Minas Gerais.

“As alusões sobre participação de pessoas ligadas aos Correios em atividades político-partidárias jamais podem ser entendidas como atuação da empresa. A participação de algum profissional, como cidadão, nessa ou em outra atividade, fora do âmbito dos Correios e fora do seu expediente de trabalho, diz respeito à pessoa e não à empresa”, diz a nota.

“A referida reunião (com Durval Ângelo) de que trata a matéria (do “Estadão”) ocorreu no período noturno e fora dos Correios, e não utilizou qualquer recurso da instituição. Portanto, não diz respeito à empresa, afirma o comunicado.

Sindicato estuda ações

A Associação dos Profissionais dos Correios (ADCAP), que representa os servidores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), confirmou na noite desta quarta que vai entrar com alguma medida na Justiça contra o presidente dos Correios depois de um vídeo divulgado na internet que mostra o suposto uso da estrutura estatal em favor de candidatos do Partido dos Trabalhadores (PT). O presidente licenciado da associação, Luiz Alberto Menezes Barreto, afirmou que os advogados da ADCAP já estão trabalhando para decidir quais as medidas cabíveis nesse caso, mas ainda não revelou o que a associação pretende fazer. Também na noite desta quarta, a assessoria de imprensa do candidato ao governo de Minas Pimenta da Veiga (PSDB) enviou uma nota informando que apresentará no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido para investigar o PT por improbidade administrativa. Além disso, os tucanos também adiantavam que a ADCAP tomaria a mesma medida.

Dilma é incompetente para governar o país, diz Aécio

Aécio disse que governo petista deixará “outro dano” que será “o baixíssimo compromisso com a ética e com valores com a vida pública”.

Governo Dilma: gestão deficiente

Fonte: O Globo 

Para Aécio, Dilma Rousseff é honesta, mas incompetente

Valor Online

senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato à Presidência da República, não quis endossar nesta sexta-feira em Uberaba (MG) as críticas do deputado Paulo Pereira da Silva (SDD-SP), o Paulinho da Força, à presidente Dilma Rousseff, feitas ontem durante a comemoração do 1º de maio da Força Sindical. De acordo com PaulinhoDilma deveria estar presa no penitenciária da Papuda, em Brasília, onde estão cumprindo pena alguns dos condenados pelo processo do mensalão.

“Acho que a presidente da República é uma mulher honesta, é uma mulher de bem. Não faço nenhuma crítica contra sua conduta pessoal. Acho apenas que ela está despreparada para governar um país da complexidade do Brasil”, disse Aécio, que participou ontem, ao lado de Paulinho, em São Paulo, do 1º de maio da central sindical.

Dilma estará neste sábado em Uberaba (MG), para participar da abertura oficial da Expozebu, uma das mais tradicionais feiras pecuárias do país. Eduardo Campos (PSB), é esperado no evento na quinta-feira.

Aécio chegou à Expozebu na tarde desta sexta-feira para uma reunião pecuaristas e lideranças, como o deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), um dos principais líderes da bancada ruralista do Congresso, o governador de Minas, Alberto Pinto Coelho (PP) e o candidato do PSDB ao governo mineiro, Pimenta da Veiga.

Repetindo o que já havia dito na semana passada, Aécio Neves disse que é “indiferente” para ele disputar a eleição deste ano contra Dilma ou contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com a queda de Dilma nas pesquisas, setores políticos e empresariais passaram a reforçar nas últimas semanas a defesa da candidatura de Lula no lugar da presidente.

“Para mim é indiferente. Nossa candidatura é contra esse modelo que tem levado desesperanças às pessoas, esse modelo de governança arcaica, do aparelhamento da máquina pública“, disse Aécio.

“O candidato, eles que escolheram. O nosso vigor, a nossa determinação é a mesma qualquer que seja o candidato”, disse, ao ser perguntado sobre qual dos dois ele imagina uma disputa mais difícil.

Aécio disse que além dos problemas que o país atravessa, o governo petista deixará “outro dano” que será “o baixíssimo compromisso com a ética e com valores com a vida pública”.

Popularidade de Dilma: Aécio diz que insatisfação com inflação e crescimento influenciou queda

Senador Aécio Neves disse que ‘presidencialismo no Brasil é tão imperial que o mau humor do presidente reflete na sociedade.

Equação do PT é inflação alta com crescimento baixo

Fonte: O Globo 

Aécio diz que inflação alta e baixo crescimento influenciaram queda na popularidade de Dilma

Presidenciável ironiza temperamento forte da presidente e afirma que o comportamento de Dilma contamina a percepção da população

senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato tucano à Presidência da República, comentou a queda na popularidade da presidente Dilma, identificando uma insatisfação das pessoas com a inflação e o crescimento. O senador citou também o mais recente escândalo envolvendo a Petrobras, a compra da refinaria de Pasadena (EUA) em 2006, que gerou prejuízos para a estatal.

— Esses indicadores que mostram queda na popularidade da presidente são resultado do conjunto da obra. Não é apenas Pasadena e a Petrobras, que impactam na consciência dos brasileiros e nas expectativas. Mas é o conjunto da obra. A equação do PT é inflação alta com crescimento baixo. Na infraestrutura, patinamos até aqui. Tudo parado, no meio do caminho, custo Brasil elevadíssimo. Os resultados começam a apontar para um governo que vive os seus estertores — afirmou Aécio.

O senador também ironizou o que é conhecido nos bastidores do Palácio do Planalto como o temperamento forte da presidente, afirmando que isso contamina a percepção das pessoas.

O presidencialismo no Brasil é tão imperial que o mau humor do presidente reflete na sociedade — disse.

DEM diz que insatisfação era percebida nas ruas

O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), afirmou que o resultado da pesquisa atesta “a insatisfação com a condução do governo federal”, algo que, na visão dele, já é percebido nas ruas.

“Era evidente que a perda de credibilidade do governo sentida aqui e lá fora ia ser revertida em uma maior rejeição pelo povo. A queda na aprovação de governo já era percebida. A crise chegou ao dia a dia do brasileiro, seja com a inflação alta, com a falta de solução para a área de segurança pública, com a ineficiência em modernizar o transporte público, com a alta da gasolina. O brasileiro está vendo que esse país está sem rumo. Acredito que essa é uma situação que tende a se agravar até as eleições”, avalia Mendonça.

Gestão deficiente: Dilma não está capacitada para governar, diz Aécio

Talvez ela não esteja capacitada para governar o Brasil e nós estamos vendo que o Brasil é o país do improviso, comentou o senador.

Governo Dilma: Gestão Deficiente

Fonte: O Globo

Aécio diz que Dilma não está ‘capacitada’ para governar

Pré-candidato, senador tucano diz que vai reunir oposição no Congresso, na próxima semana, para tratar de CPI para investigar Petrobras

Pré-candidato do PSDB à Presidência da República, o senador Aécio Neves usou neste sábado as denúncias envolvendo a Petrobras para dizer que a presidente Dilma Rousseff não está “capacitada” para governar o país. Aécio anunciou a realização de uma reunião no Congresso na próxima semana para buscar votos para a abertura de uma CPI. Sobre esse assunto, o mineiro passou por uma saia-justa nesta manhã, durante visita ao município de Campos do Jordão, interior paulista, quando o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse, em entrevista antes da chegada do mineiro, que não seria necessária a abertura de uma comissão parlamentar de inquérito se outras investigações estiverem sendo conduzidas no âmbito federal.

– Talvez ela não esteja capacitada para governar o Brasil e nós estamos vendo que o Brasil é o país do improviso. Me dou o direito de dizer que a desastrada intervenção da presidente no setor elétrico, que trouxe tantos prejuízos ao Brasil, ao tesouro e riscos de apagão, tenha sido tomada porque a presidente tenha lido só o resumo e não o conteúdo completo de todas as informações que orientavam em direção contrária à intervenção que se fez no setor elétrico. Foi um crime para com o país- disse Aécio, em entrevista antes de discursar para prefeitos, vereadores e correligionário no 58º Congresso de Municípios de São Paulo.

Depois de conversar a sós com Alckmin, com quem comeu um pastel antes de chegar ao evento, o senador negou que houvesse divergência entre o que defende ele e o governador paulista. Aécio afirmou que conversou com Alckmin e que este tinha a mesma opinião a favor da CPI.

Em seu discurso, Aécio voltou ao tema das denúncias envolvendo a Petrobras e convocou a militância a defender na próxima campanha a “reestatização” da estatal:

– Na última eleição, nos acusaram de querer privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil e outras empresas públicas. Isso jamais aconteceu nem foi pensado. O que nós queremos hoje é reestatizar a Petrobras, tirá-la das mãos de um grupo político, que dela se apoderou para fazer negócios irresponsáveis. Vamos buscar a decência na gestão pública.

Aécio diz que Dilma deve explicação por prejuízo à Petrobras

Senador Aécio Neves cobrou explicações da presidente Dilma sobre seu aval ao contrato da Petrobras com a Refinaria de Pasadena.

Prejuízo foi de R$ 1 bilhão

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves: presidente deve explicações aos brasileiros por prejuízo de 1 bilhão de dólares à Petrobras

Presidente do PSDB anunciou que oposição irá propor criação de grupo de trabalho para investigar e acompanhar as apurações da compra da Refinaria de Pasadena

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) cobrou, nesta quarta-feira (19/03), mais explicações da presidente Dilma Rousseff sobre seu aval ao contrato da Petrobras com a Refinaria de Pasadena, que causou o maior prejuízo financeiro da história da estatal.

Em pronunciamento na tribuna do Senado, Aécio Neves defendeu a criação de um grupo de trabalho na Comissão do Senado de Fiscalização e Controle para acompanhar as investigações que já ocorrem no contrato que levou a Petrobras a um prejuízo de 1 bilhão de dólares na compra da refinaria, localizada no Texas, Estados Unidos, em 2006.

À época, a ministra Dilma Rousseff aprovou a negociação, enquanto presidia o Conselho de Administração da Petrobras. Seu aval ao contrato foi revelado hoje pelo jornal O Estado de S.Paulo, que teve acesso às atas de votação do conselho.

“Agora, é uma questão com a sociedade brasileira. E acho, digo isso como presidente do maior partido de oposição no Brasil, que a presidente da República deve uma explicação direta à sociedade brasileira. O que a fez tomar esta decisão? O conhecimento profundo do tema e depois uma mudança, como alguns líderes disseram, das condições de mercado? O desconhecimento do tema ou foi induzida por um relatório que tinha outras intenções? Com a palavra a presidente da República. O Brasil aguarda da senhora presidente da República, uma reposta cabal e definitiva sobre esta ação extremamente lesiva à Petrobras e ao Brasil”, disse Aécio Neves em entrevista coletiva à imprensa.

A Petrobras desembolsou, em 2006, US$ 360 milhões por 50% da refinaria, que pouco antes havia sido avaliada em US$ 42,5 milhões. Em 2012, devido a obrigações previstas no contrato por ela assinado, a Petrobras foi obrigada a comprar a outra metade da refinaria, dessa vez por US$ 839 milhões. Ainda assim, a Refinaria de Pasadena não consegue fazer o processamento do petróleo brasileiro, mais pesado que o norte-americano.

Investigação

Aécio Neves questionou a afirmativa da presidente que, por meio de nota da Presidência da República alegou que seu apoio à transação lesiva aos cofres públicos ocorreu em razão de parecer “técnica e juridicamente falho”. O senador lembrou que o responsável pelo relatório citado pela Presidência foi nomeado dois anos depois, em 2008, para a diretoria financeira da BR Distribuidora, um dos mais importantes cargos da empresa ligada à Petrobras.

“A Presidência da República diz que foi induzida a erro por um parecer falho, incompleto. E o que é mais grave é que o responsável por esse parecer, então diretor internacional da Petrobras, não foi afastado e nem foi investigado. Foi promovido. Ele hoje é diretor financeiro de uma das mais importantes empresas brasileiras, a BR Distribuidora. A gravidade é que, ao invés de investigar as razões deste parecer, se o que a presidente da República diz é correto – mais uma vez terceirizando responsabilidades – este servidor deveria ser investigado e afastado. Ele foi promovido. Infelizmente, é a forma como o PT trata os cargos públicos”, disse Aécio.

OGX

Aécio Neves comparou o prejuízo de mais de 1 bilhão de dólares causado aos cofres da estatal à má-gestão que levou a empresa OGX a perder quase todo seu valor de mercado e hoje, assim como outras empresas do empresário Eike Batista, a passar por recuperação judicial.

“Hoje mesmo um importante jornalista brasileiro nos lembrava que desde que assumiu a Presidência da República a atual presidente, Dilma Rousseff, o prejuízo, a perda de valor de mercado, somadas Petrobras e Eletrobras, chega a cerca de US$ 100 bilhões. Na verdade, a Petrobras se transformou na OGX da Presidente Dilma, com uma agravante: aPetrobras é de todos os brasileiros”, afirmou Aécio Neves.

Aécio: PT e a contabilidade criativa

Aécio: senador pontua as 5 ações da gestão deficiente do PT que têm retraído investimentos e deixado aceso o sinal vermelho da economia.

PT e a gestão deficiente da economia.

Fonte: Folha de S.Paulo 

‘Nervosinhos’

Aécio Neves

Ao antecipar o anúncio do cumprimento do superavit primário, na sexta-feira, o ministro Guido Mantega agiu como aquele chefe que gosta de contar uma piada para desanuviar um ambiente carregado. Todo mundo dá uma gargalhada forçada, por obrigação, a reunião termina, as pessoas vão embora, mas os problemas continuam sobre a mesa sem qualquer solução à vista.

Com base apenas em fatos recentes, preparei aqui uma lista resumida de cinco motivos para que o ministro possa entender por que os brasileiros estão “nervosinhos” com a situação da economia.

1) Fragilidade no superavit primário: o resultado foi atingido com ajuda de receitas extras, como o bônus da privatização do campo de petróleo de Libra, que não vão se repetir em 2014, tornando o equilíbrio fiscal ainda mais duro de ser alcançado ao longo do ano.

2) Queda na balança comercial: divulgados na última semana, os números da balança comercial brasileira tiveram o pior desempenho em 13 anos.

3) Desvalorização da Petrobras: para tristeza da memória de tantos nacionalistas que se recordam da campanha “O petróleo é nosso“, em 2013 a estatal foi a empresa de capital aberto que mais perdeu valor de mercado em termos nominais, segundo a consultoria financeira Economatica. Em apenas três anos, o governo Dilma conseguiu a façanha de reduzi-la a menos da metade do seu valor. Entre os motivos, está a gestão orientada para render dividendos políticos ao Partido dos Trabalhadores.

4) Recorde na carga tributária: enganou-se quem acreditava que a situação dos impostos no Brasil não podia mais piorar. A Receita Federal divulgou a carga tributária de 2012, que bateu mais um recorde e chegou a 35,85% da renda nacional.

5) PIB em baixa, inflação em alta: a bravata do “pibão” na casa dos 4%, prometidos para 2013, deve acabar reduzida a um humilde “pibinho” abaixo de 2,5%. Além disso, o ano de 2013 ficará conhecido como aquele em que a inflação, de péssima lembrança, voltou a assombrar as feiras e os supermercados.

Essa é a realidade que as autoridades se recusam a admitir publicamente.

Em junho, a presidente Dilma Rousseff acusou a oposição de agir como o Velho do Restelo, personagem de Camões que representa o pessimismo. A economia, entretanto, continuou à deriva. Agora, a presidente reclama de uma suposta “guerra psicológica”, “capaz de inibir investimentos e retardar iniciativas”. Já para o ministro Guido Mantega, são os “nervosinhos” que atrapalham o sucesso dos planos formidáveis do governo.

As crianças costumam ter amigos imaginários. Os petistas cultivam os inimigos imaginários. Assim, fica mais fácil livrar-se das responsabilidades para as quais foram eleitos.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Aécio: déficit público alto é consequência de gestão deficiente

Aécio: presidente do PSDB critica preço da má administração da economia que reduziu a economia fiscal, além de aumentar dívida bruta.

Gestão pública deficiente

Fonte: PSDB 

Nota do presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), sobre o recorde no déficit público

No ano passado, quando já estava clara para a sociedade o fracasso da política econômica da presidente Dilma Rousseff, uma política baseada no relaxamento do tripé macroeconômico, representantes da equipe econômica sinalizavam que as contas fiscais estavam equilibradas e que não havia preocupação alguma com a trajetória das contas fiscais.

Ainda este ano, em depoimento na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, em junho, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, falou da possibilidade de o Brasil zerar o seu déficit nominal ao longo dos próximos anos. Infelizmente, os dados fiscais divulgados ontem deixaram claro que houve um descolamento da economia real do discurso do governo.

Ao longo dos primeiros nove meses deste ano, a despesa não financeira do Governo Central (governo federal, previdência e Banco Central) cresceu R$ 79,2 bilhões, um crescimento nominal de 13,5% ou um crescimento real de quase 7%, que é mais do que o dobro do crescimento real do PIB. Infelizmente, apesar desse forte crescimento da despesa, o investimento público do governo federalcresceu apenas R$ 1,3 bilhão (2,9%).

Ou seja, a despesa não financeira do governo federal cresceu este ano até setembro R$ 79 bilhões e o investimento público apenas R$ 1,3 bilhão. Em valores reais, houve uma queda do investimento público federal.

É importante destacar que ao longo dos nove primeiros meses do ano, a receita líquida do governo federal cresceu R$ 52,4 bilhões (8,2%), um crescimento maior do que no mesmo período do ano passado, mas insuficiente para fazer frente ao crescimento muito rápido do gasto público.

O resultado foi que a economia do governo federal para pagar a dívida, o chamado superávit primário, passou de R$ 54,8 bilhões ao longo dos nove primeiros meses de 2012, para R$ 27,9 bilhões no acumulado deste ano, uma redução de 49%.

Dada essa forte redução do superávit primário do governo federal, o resultados fiscal do setor público consolidado (governo central, estados e municípios) teve uma nova piora. O resultado primário em 12 meses até setembro deste ano foi de 1,58% do PIB, ante um superávit de 3,17% do PIB há dois anos.

Quando se inclui na despesa a conta de juros do setor público, o déficit nominal do setor público no Brasil nos últimos 12 meses até setembro foi de 3,33% do PIB , o pior resultado desde 2009 quando o Brasil teve um crescimento negativo do PIB.

Infelizmente, a leitura que o PSDB faz da contas públicas é que sua deterioração é estrutural por três motivos. Primeiro, o crescimento do gasto foi nas despesas de custeio e de pessoal, que são gastos do tipo permanente e não podem ser reduzidos de um ano para o outro.

Segundo, várias das despesas do governo federal com subsídios não estão sendo pagas. Essas despesas estão sendo atrasadas e a conta está sendo jogada para o futuro e vai aumentar ainda mais o gasto público no futuro. O melhor exemplo disso são os subsídios do BNDES que não vêm sendo pagos.

Terceiro, o Brasil não pode crescer sem investimento público. Assim, em algum momento será preciso recuperar a capacidade de gestão e investimento do setor público o que significa um maior crescimento da despesa no futuro. Se não houver um controle maior da despesa de custeio, o aumento do investimento público reduzirá mais ainda o resultado primário colocando em risco as contas públicas.

O problema é que o governo federal, por sua irresponsabilidade na administração do tripé macroeconômico, criou uma armadilha fiscal e agora há um novo problema para este e para o próximo governo: como reduzir o gasto público para aumentar o superávit primário para pelo menos 2% do PIB e ainda recuperar o investimento público?

O governo está pagando o preço da má administração da economia que reduziu a economia fiscal, reduziu o crescimento e aumentou a dívida bruta. Se o governo estivesse terminando hoje, já deixaria para o próximo uma herança maldita nas contas fiscais.

Senador Aécio Neves (MG)
Presidente Nacional do PSDB

Aécio afirma gestão do PT é “software pirata”

Aécio: “O longo aprendizado do PT, que demonizou as privatizações e concessões por muito tempo, custou muito caro ao Brasil”, criticou.

Eleições 2014

Fonte: O Globo 

Para Aécio, governo é um ‘software pirata’

Presidente do PSDB usa o termo ao comparar atual gestão com a dos tucanos

presidente nacional do PSDBsenador Aécio Neves, comparou ontem o governo da presidente Dilma Rousseff a um “software pirata” e disse, em discurso a políticos e militantes do partido no interior de São Paulo, que é hora de o “software original” voltar a governar o país. O mineiro usou a analogia ao criticar o modelo de privatizações adotado pelo PT no governo federal.

– O longo aprendizado do PT, que demonizou as privatizações e concessões por muito tempo, custou muito caro ao Brasil. Eu vejo quase um software pirata hoje sendo executado pelo governo federal. Está na hora de o software original assumir o Brasil – disse Aécio, que participou de um encontro com políticos do PSDB .

Repetindo um antigo discurso do partido, o senador defendeu que os avanços obtidos pelas gestões do expresidente Lula e da presidente Dilma somente foram possíveis graças ao governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Aécio disse que FH deveria ser o convidado de honra da festa de comemoração dos 10 anos do Bolsa Família.

Mais cedo, Aécio defendeu que o PSDB escolha até março o candidato do partido à Presidência da República. Ele também manifestou preferência de que a vaga de vice seja dada a algum partido aliado, em vez de uma chapa pura.

Segundo o senador, o partido apresentará na primeira quinzena de dezembro um plano de governo para o país, com diretrizes e propostas para áreas importantes como economiaeducaçãosaúde e infraestrutura.

A partir daí, será dado início, em janeiro, às discussões sobre o nome do candidato que disputará a próxima eleição.

– A maior das artes da política é administrar o tempo. Uma decisão correta no tempo errado não traz o resultado adequado. Você não pode e nem deve antecipar decisões sem necessidade. Mas também não pode se permitir ser engolido pelo tempo – afirmou Aécio.

Embora já haja uma disputa interna em curso no partido pela vaga de presidenciável – o ex-governador José Serra também viaja pelo país para tentar viabilizar-se como candidato -, o senador disse que a decisão deve ser tomada com “naturalidade”.

– Definir quais são essas propostas e qual é essa nova agenda precede a definição de uma candidatura. O que posso garantir é que essa escolha (do candidato a presidente) acontecerá com muita naturalidade e, acredito, nos primeiros meses de 2014. Acho que, no máximo, até março devemos ter uma decisão tomada. Não precisa ser antes – completou.

Aécio não falou diretamente sobre prévias para a escolha do candidato. Mas, para não acirrar o clima de enfrentamento com o ex-governador paulista, fez um discurso cuidadoso. Ele disse que se empenhou pessoalmente para que Serra não deixasse o PSDBSerra passou alguns meses neste ano conversando com lideranças do PPS sobre uma eventual candidatura dele à sucessão federal pela sigla.

Aécio dá boas vindas ao PT por privatização

Aécio: em tom de ironia, pré-candidato do PSDB em 2014 considerou “um enorme fracasso” o resultado do leilão: apenas um grupo fez oferta.

PT privatiza o petróleo

Privatização: Aécio dá boas vindas ao PTAécio Neves . Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Fonte: O Globo

Aécio: ‘PT entrou no mundo da privatização’

Eduardo Campos critica resultado: ‘É de fato uma exploração privada, não adianta usar sofismas’

Pré-candidato à presidência da República, o presidente do PSDB e senador Aécio Neves (MG) criticou ontem o resultado do leilão do campo de Libra e o modelo de partilha adotado pelo governo Dilma Rousseff; e apontou supostas ingerências políticas na Petrobras. Em tom de ironia, o tucano ainda saudou a entrada da presidente Dilma e dos petistas no “mundo das privatizações“.

– Devo hoje dar as boas vindas à presidente da República ao mundo das privatizações, agora no setor do petróleo. E talvez não seria favor algum o governo do PT poder orgulhar-se de dizer que fez a maior privatização de toda a história brasileira, mas o fez com enorme atraso, que custou muito caro ao Brasil – disse Aécio, em discurso na tribuna do Senado. O pré-candidato do PSDB considerou “um enorme fracasso” o resultado do leilão, já que apenas um grupo fez oferta:

– Acredito que o governo comemorou, com o ufanismo de sempre, um enorme fracasso. Ao responder ao líder do PSDB, senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), que havia dito que o próximo leilão ocorrerá sob o comando de um novo governo, Aécio criticou supostas ingerências políticas na Petrobras:

– O que eu posso dizer é que, num governo do partido de Vossa Excelência, a Petrobras será novamente privilegiada pela meritocracia no seu comando. Não se subordinará a interesses circunstanciais de governo e nem entrará nessa disputa ideológica que tanto mal vem fazendo ao país. Nós precisamos reestatizar a Petrobras, entregar novamente a Petrobras aos brasileiros. Aécio defendeu o modelo de concessões:

– No modelo de concessões, e me refiro apenas em relação à 11ª rodada, agora, feita em maio, sobre o bônus de assinatura, o ágio superou 620%. O líder do DEM, senador José Agripino (RN), também mostrou preocupação com a capacidade da Petrobras de arcar com os investimentos para a exploração do pré-sal:

– Nós queremos é que o Brasil dê certo, mas, do jeito que vai, não vai dar certo. O único governista a fazer um contraponto ao discurso de Aécio foi o senador Eduardo Suplicy (PT-SP). Ele ressaltou o montante que será pago pela exploração do campo de Libra e os investimentos que serão feitos em saúde e educação.

– O fato de ter parceria com empresas privadas está longe de ser uma privatização total. Mais tarde, o líder do PT, senador Wellington Dias (PI), ocupou a tribuna do Senado para rebater o pré-candidato do PSDB. Ele defendeu o modelo de partilha, criticou o processo de privatizações do governo Fernando Henrique e afirmou que a Petrobras é uma empresa “sólida”:

-Nessa nova modelagem 85% de toda a renda é do Brasil.

Em Teresina, o governador de Pernambuco e possível candidato do PSB à Presidência da RepúblicaEduardo Campos, afirmou que o leilão de Libra foi uma privatização. Em pronunciamento ontem na TV, a presidente Dilma afirmara que o leilão não foi uma privatização.

– Não houve um ágio, não cresceu o preço. É de fato uma exploração privada, não adianta sar sofismas. O modelo permitiu que a exploração possa ser feita por empresas privadas – disse Campos.

PARA LULA, UM ‘GRANDE SALTO NO GOVERNO’

governador de Pernambuco criticou também a ausência de um plano de contingência para riscos ambientais. A mesma crítica foi feita pela ex-senadora Marina Silva, também possível candidata à presidência pelo PSB, que esteve ontem em Cascavel, no Paraná. Segundo Marina, isso pode ter frustrado o interesse de grandes empresas

– As empresas precisavam saber dos requerimentos ambientais necessários para efetuar as operações. Caso haja um desastre ambiental, como o que aconteceu recentemente no Golfo do México, como elas iriam agir? Ela também criticou a falta de disputa no leilão.

– Esse leilão era considerado o mais promissor do ponto de vista econômico pelo governo, mas no entanto só tev o comparecimento de um grupo interessado. Em entrevista a jornalistas portugueses em Lisboa, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o leilão de Libra foi um grande salto do governo brasileiro, destacando que o dinheiro da exploração da área será investido na educação e na saúdeLulaafirmou ainda que algumas pessoas não reconhecem a importância do leilão “por estarmos entrando em ano eleitoral”.

Aécio: grandes reformas continuam por fazer

Aécio: grandes reformas continuam por fazer – Senador criticou Governo do PT pela falta de discussão para redução da carga tributária.

 Aécio: reformas – gestão deficiente

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Senador Aécio Neves: “O ideal seria que o governo gastasse menos com a estrutura do Estado para gastar mais com as pessoas” 

Governo perdeu a capacidade de iniciativa, diz senador Aécio Neves

 Aécio: grandes reformas continuam por fazer

Aécio: grandes reformas continuam por fazer – Senador criticou Governo do PT pela falta de discussão para redução da carga tributária.

Governo Federal não apresentou qualquer medida estruturante para enfrentar os gargalos de crescimento do Brasil, na avaliação do senador Aécio Neves. O senador acredita que o governo do PT perdeu a capacidade de iniciativas consistentes e tem apresentado apenas medidas paliativas, voltados para setores específicos, sem se dispor a discutir com o Congresso Nacional as grandes reformas que o Brasil necessita.

“O que estamos percebendo é que a crise econômica se agrava, os problemas estruturais do Brasil são os mesmos, os gargalos para o crescimento maior da economia continuam até agora inalterados, intocados e isso nos deixa, infelizmente, com cenário sombrio pela frente. Lamentavelmente, o governo Dilma perdeu a capacidade de iniciativa e se não fez nos dois primeiros anos, infelizmente, acho muito difícil que possa fazer nos últimos anos”, afirmou o senador Aécio Neves em entrevista em que faz um balanço do primeiro semestre deste ano.

Para o senador Aécio Neves, o atual cenário econômico do país – com fraco desempenho da indústria nacional e do PIB de 2012 – exige medidas mais consistentes e estruturantes do governo federal.

“O governo prefere gastar muito tempo com medidas paliativas do que discutir com o Congresso Nacional reformas mais profundas, reformas que permitam, por exemplo, espaço fiscal para diminuição da carga tributária, não setorialmente, não para aqueles segmentos da economia mais organizados ou com cadeia mais adensada, ou mesmo com maior poder de pressão”, criticou o senador Aécio Neves.

Gastos com a máquina pública

senador Aécio Neves alerta para a necessidade de o governo enxugar seus gastos com custeio da máquina, que vem crescendo ano a ano.

O alerta é para investir mais nas atividades-fins dos poderes públicos, atender a população em saúde, segurança e educação.

“O ideal seria que o governo voltasse a fazer aquilo que é regra em todas as  economias que crescem consistentemente no mundo: gastar menos com a estrutura do Estado, para gastar mais com as pessoas. O peso da máquina pública no Brasil vem se agigantando ao longo dos últimos anos. Por incrível que pareça, há muitos anos o Brasil vem vendo os seus gastos correntes avançarem num patamar superior ao que cresce a própria economia e isso é uma conta que não fecha. Infelizmente, estamos sempre repetindo a velha receita do mais do mesmo, sem nenhuma medida, repito, estrutural. E, no momento em que a situação econômica externa se agrava, com consequências no Brasil, o governo se vê amarrado na sua própria armadilha”, salientou o senador Aécio Neves.

Para o senador Aécio Neves, é preciso ficar atento ao processo de desindustrialização que vem ocorrendo no Brasil, e que ele considera “gravíssimo”, lembrando que o país está voltando à década de 50, quando era exportador de commodities. Por outro lado, o senador critica ainda a falta de apoio do governo federal a estados e municípios.

“É perceptível que há uma paralisia absoluta do governo, uma má gestão generalizada em praticamente todas as áreas, e uma omissão do governo em áreas fundamentais, como saúde e segurança pública, onde  o governo federal gasta, cada vez menos, do que gastam os estados e municípios”, disse o senador.

Transcrição da entrevista concedida pelo senador Aécio Neves

Qual o balanço que o senhor faz desse primeiro semestre?

Aécio Neves – Um ano confuso onde o governo federal, mais uma vez, peca por não ter iniciativas consistentes, iniciativas estruturais, as grandes reformas continuam por fazer. A agenda de hoje é a mesma agenda de 10, 15 anos atrás.

Assistimos a um primeiro ano da presidente Dilma, um ano onde ela se viu quase que o tempo todo dedicada a substituir ministros acusados de desvios, de corrupção.

Neste segundo ano, com a criação da CPMI, uma boa parte do trabalho legislativo fica também comprometido. Acho que o governo, que já entrará após o período eleitoral, que comprometerá em parte também o segundo semestre, e já na última metade do mandato, sabemos que as grandes questões, questões relativas, por exemplo, a uma reforma previdenciária, a questão tributária, a própria reforma política, são questões que devem ser enfrentadas no início de um mandato, no início de um governo, ou pelo menos na primeira metade de um governo.

O que estamos percebendo é que a crise econômica se agrava, os problemas estruturais do Brasil são os mesmos, os gargalos para o crescimento maior da economia continuam até agora inalterados, intocados e isso nos deixa, infelizmente, com cenário sombrio pela frente.

Lamentavelmente, o governo Dilma perdeu a capacidade de iniciativa e se não fez nos dois primeiros, infelizmente, acho muito difícil que possa fazer nos últimos anos.

Senador Aécio Neves, a indústria vem caindo mês a mês. A previsão do PIB era de 7,5% agora é de menos de dois, tem gente que diz que vai ser menos de 1%. Como o senhor avalia esse cenário?

Aécio Neves – Na verdade, as previsões do governo têm se mostrado absolutamente distantes da realidade, Desde o primeiro ano as previsões eram muito acima daquilo que se efetivou.

O governo prefere gastar muito tempo com medidas paliativas do que discutir com o Congresso nacional reformas mais profundas, reformas que permitam, por exemplo, espaço fiscal para diminuição da carga tributária, não setorialmente, não para aqueles segmentos da economia mais organizados ou com cadeia mais adensada, ou mesmo com maior poder de pressão.

O ideal seria que o governo voltasse a fazer aquilo que é regra em todas as economias que crescem consistentemente no mundo: gastar  menos com a estrutura do Estado, para gastar mais com as pessoas.

O peso da máquina pública no Brasil vem se agigantando ao longo dos últimos anos. Por incrível que pareça, há muitos anos, o Brasil vem vendo os seus gastos correntes avançarem num patamar superior ao que cresce a própria economia e isso é uma conta que não fecha. Infelizmente, estamos sempre repetindo a velha receita do mais do mesmo, sem nenhuma medida, repito, estrutural.

E no momento em que a situação econômica externa se agrava, com consequências no Brasil, o governo se vê amarrado na sua própria armadilha.

Eu não espero, lamentavelmente, nenhuma medida de fora, de vigor, que permita a economia e, principalmente, a indústria brasileira crescer com o vigor que deveria crescer.

Na verdade, vivemos mais um gravíssimo processo de desindustrialização do Brasil. Estamos voltando ao que éramos na década de 50, de exportadores de commodities, e é perceptível que por, outro lado, há uma paralisia absoluta do governo, uma má gestão generalizada em praticamente todas as áreas, e uma omissão do governo em áreas fundamentais, como saúde e segurança pública, onde o governo federal gasta, cada vez menos, do que gastam os estados e municípios.

Aécio: Reformas – gestão deficiente – Link da matéria: http://www.jogodopoder.com/blog/aecio-neves-politica/aecio-grandes-reformas-continuam-por-fazer/#ixzz21mphFAJO