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Diniz Pinheiro destaca o potencial do turismo em Minas

Candidato a vice da coligação “Todos por Minas” garantiu que a cultura turística de Minas Gerais será mais valorizada.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Dinis Pinheiro destaca potencial do turismo mineiro

Dinis Pinheiro visitou no útlimo domingo (24) a Feira de Artesanato da avenida Afonso Pena

Ana Luiza Faria

O candidato a vice-governador do Estado pela coligação “Todos por Minas”, Dinis Pinheiro(PP), afirmou que o turismo é o esteio do desenvolvimento e garantiu que, caso sua chapa seja eleita, a cultura turística de Minas será mais valorizada. “Teremos a obrigação de investir em diversas ações para estimular e provocar o turismo, a cultura e a arte”.

Dinis destacou a importância do turismo para a geração de emprego e renda e afirmou que para atrair turistas é essencial uma boa estrutura de segurança e uma organização social “exuberante”.

No útlimo domingo (24), Dinis visitou a Feira de Artesanato, em BH, e ressaltou a força do setor em Minas. Segundo ele, a feira, que é um dos pontos turísticos mais famosos da capital, é um local no qual os visitantes podem conhecer um pouco das especificidades de todas as regiões de Minas. “A Feira representa a maior expressão da integração cultural de Minas”.

Os candidatos ao governo Pimenta da Veiga (PSDB) e Fernando Pimentel (PT) passaram o domingo gravando programa eleitoral.

Governador Antonio Anastasia inaugura Frigorífico Minerva, que vai gerar mais empregos para Região do Triângulo

O governador Antonio Anastasia participou, nesta terça-feira (4), da inauguração do Frigorífico Minerva, em Campina Verde, no Triângulo Mineiro. Durante a solenidade, o governador assinou protocolo de intenções com os diretores do grupo empresarial formalizando investimento de R$ 59 milhões da empresa nos próximos dois anos em Minas Gerais.

“O grupo Minerva é um dos maiores do Brasil e instala aqui em Campina Verde uma unidade que vai se expandindo. Acho que é um tempo novo para a questão frigorífica aqui no Triângulo e em Minas”, frisou o governador Antonio Anastasia para um auditório lotado na cidade de Campina Verde.

O frigorífico foi comprado pelo Grupo Minerva, sediado em Barretos (SP) e, antes de entrar em operação, passou por processo de reforma. Com os novos investimentos, o empreendimento será ampliado e modernizado para abate de bovinos. As obras serão concluídas em março de 2012. Do total de R$ 59 milhões previstos no projeto, R$ 50 milhões serão destinados à expansão da unidade industrial e R$ 9 milhões para a instalação do Centro de Distribuição na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em local ainda a ser definido.

Mais empregos

O governador afirmou que o empreendimento intensificará o desenvolvimento econômico da região com a geração de novos empregos e permitirá melhor infraestrutura para os moradores da cidade e da região. A expectativa é a de que com a implantação do projeto sejam gerados 980 empregos diretos e 2.000 indiretos.

“O frigorífico significa empregos, significa, naturalmente, renda, vai significar também a possibilidade de trazer novas alternativas econômicas para a cidade. E a grande responsabilidade do poder público é colocarmos a infraestrutura, é trazermos e mantermos saúde, segurança, educação, estradas”, disse.

Durante a solenidade, o diretor do Grupo Minerva, Edvair Vilela Queiroz, ressaltou que a empresa nasceu em Minas Gerais e tem orgulho de ampliar os seus investimentos no Estado. Ele destacou que a implantação do frigorífico só foi possível em razão dos investimentos do Estado na região, que garantiu o asfaltamento de estradas interligando os municípios e viabilizando o escoamento da produção. O município foi beneficiado com o programa de Potencialização da Infraestrutura Logística da Fronteira Agroindustrial com a pavimentação do trecho de 50,3 km, entre Campina Verde e o distrito de Honorópolis.

“Campina Verde ficou muito tempo isolada por falta de estradas asfaltadas. Mas no atual governo, as estradas foram ou estão sendo asfaltadas. Isso facilitou o escoamento da produção agrícola, pecuária e industrial. A história de Campina Verde vai mudar com a indústria de alimentos Minerva”, frisou.

O prefeito de Campina Verde, Reinaldo Tannus, afirmou que a chegada do frigorífico ao município é resultado de uma parceria entre o Governo de Minas, a prefeitura e a iniciativa privada. O deputado estadual José Maia, que também participou da inauguração, disse que o apoio do governo foi fundamental para a implantação do frigorífico. O deputado federal Nárcio Rodrigues afirmou que os investimentos do Estado na região são uma demonstração clara da preocupação do Governo de Minas com o desenvolvimento do Triângulo Mineiro.

Governo Anastasia vai gerar 6 mil empregos com investimento de R$ 428 milhões em regiões com baixo IDH para implementação de 4 pequenas centrais hidrelétricas

Os Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce, regiões com menor IDH de Minas Gerais, serão contemplados com investimentos de R$ 428 milhões para implantação de quatro pequenas centrais hidrelétricas. A implantação das PCHs será responsável pela geração de 60,5 MW, que significarão a criação de aproximadamente 2.000 empregos diretos e 4.200 indiretos, durante o período de construção das unidades.

O protocolo de intenções foi assinado, nesta quinta-feira (15), pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, e pelos diretores da Queiroz Galvão Participações e Concessões S.A., Mardonildo Oliveira Olimpio e Érico Bitencourt de Freitas.

Para Sergio Barroso, além da geração de energia elétrica através do uso de fontes renováveis (Pequenas Centrais Hidrelétricas), o empreendimento tem grande importância para a região. “Com sustentabilidade, está abrindo possibilidades para a criação de novos empreendimentos e novos empregos em regiões, com as quais o Governo assumiu o objetivo de aumentar a participação do PIB mineiro no PIB nacional; ampliar a taxa média de investimento bruta e o volume de investimentos produtivos privados por ano nas regiões. Além, é claro, de implementar a promoção agressiva de investimento orientada para agregação de valor e a política inovadora e sustentável de fomento”, destacou.

Protocolo

A PCH Mucuri será construída nos municípios de Carlos Chagas e Pavão e terá capacidade instalada de 22,5 MW. Já o município de Coroaci sediará a PCH Boa Vista e parte dos dois outros empreendimentos. A PCH Retiro atingirá também Peçanha e irá gerar 19 MW, enquanto a usina de Cachoeira da Fumaça, com 9 MW, abrangerá além de Coroaci, Sardoá e Governador Valadares.

O início das obras está previsto para maio deste ano e a previsão de início de operação em março de 2012, quando deverão atingir a capacidade instalada 60,5 MW. Serão gerados aproximadamente 2.000 empregos diretos e 4.200 indiretos, durante o período de construção das unidades. Faturamento total previsto será da ordem de R$ 50 milhões em 2012, R$ 52,1 milhões em 2013.

A empresa Queiroz Galvão Participações e Concessões S.A. é uma subsidiária do Grupo Queiroz Galvão. Fundado em 1953 como uma construtora, o grupo hoje está presente em diversos segmentos da economia. Opera na perfuração e produção de óleo e gás, cultivo e beneficiamento de alimentos, assim como em associação com empresas na concessão de serviços públicos no Brasil, siderurgia, atuação no mercado financeiro através do Banco BGN e serviços de engenharia ambiental.

Minas PCH

Minas Gerais é o Estado com maior número de PCHs do Brasil. São 89 PCHs em operação com capacidade de geração de 589.205 KW de energia, o equivalente a 3,19% do total produzido (dado da Aneel). Treze estão em construção e existem 335 pontos potenciais para exploração de PCHs, o que poderá resultar num incremento de mais de três mil megawatts à disponibilidade de energia do Estado.

Consumidores da energia gerada pelas PCHs serão beneficiados pela redução de sua tarifa e poderão, também, ser beneficiados por consumirem energia de fontes renováveis. O programa é voltado para o aproveitamento de quedas d’água, abundantes no Estado, via construção de pequenas centrais hidrelétricas. O modelo, de acordo com regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), requer área inundada inferior a três Km².

Para equilibrar o crescimento da oferta e do consumo de energia elétrica, o Governo de Minas, por meio daCompanhia Energética de Minas Gerais (Cemig), criou o programa Minas PCH. O programa, lançado em 2004, conta com recursos da Cemig e da iniciativa privada. Os empreendimentos são feitos em parcerias entre investidores e Cemig.

O programa tem como objetivo ampliar o parque gerador da Cemig através da implantação de pequenas centrais hidrelétricas no Estado. A primeira PCH a entrar em operação foi a de Cachoeirão, no rio Manhuaçu, no município de Pocrane, Leste do Estado.

A próxima a ser concluída é a de Pipoca, também no Rio Manhuaçu, com investimentos de R$ 115 milhões, sendo R$ 56 milhões da Cemig. Com 20 MW de capacidade instalada, a previsão é de que entre em operação este mês.

Mais quatro PCHs, todas no Leste de Minas, já aprovadas pela Aneel, encontram-se na fase de cotação de obras civis e equipamentos eletromecânicos, também com memorando de entendimentos assinados: Senhora do Porto, Dores de Guanhães, Jacaré e Fortuna II, que, juntas, acrescentarão 42 MW ao sistema elétrico.

Governador Antonio Anastasia assina protocolo com mineradora Minas Bahia para investimento de R$ 3,6 bilhões no Norte de Minas

O governadorAntonio Anastasia e o presidente da Mineração Minas Bahia (Miba), Alexandre Couri Sadi, assinaram protocolo, nesta terça-feira (13), no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa, para investimento de R$ 3,6 bilhões em Minas Gerais visando à implantação de mina de minério de ferro e corredor logístico no Norte do Estado. O empreendimento será instalado na região dos municípios de Grão Mogol e Rio Pardo de Minas, com estimativa de gerar 15 mil empregos, sendo 7 mil diretos.

Segundo o governador, o protocolo assinado é um sólido indicativo de que Minas superou definitivamente a crise financeira mundial que teve seu auge em 2008. Apenas no primeiro trimestre do ano, o volume de investimentos privados atraídos pelo Estado, incluindo o projeto da Miba, chega a R$ 40 bilhões. Ele disse também que a implantação do projeto no Norte de Minas consolida a política do Governo do Estado que busca desenvolver ações que possibilitem a redução das diferenças regionais.

“É uma região que carece de empregos e esse empreendimento vai gerar 15 mil, entre diretos e indiretos. Isso é fundamental, porque vai gerar renda, vai movimentar a economia e vai possibilitar a melhoria da infraestrutura local. É um projeto extremamente benéfico para região”, afirmou o governador, em seu pronunciamento.

Ambiente para negócios

Anastasia ressaltou que o papel do Estado é criar condições adequadas para a atração de investimentos públicos e privados e que essa tem sido a orientação da política econômico do Governo do Estado ao longo dos últimos sete anos. Ele afirmou que os Vales do Jequitinhonha e do Mucuri e o Norte de Minas têm sido particularmente privilegiados por essa política.

“Ao longo dos últimos anos, o governador Aécio Neves conseguiu realizar a proeza de investir recursos do Tesouro, três vezes mais, per capita, nessa região do que em outras regiões do Estado. O que levamos para lá foi exatamente a infraestrutura: estradas, telefonia celular, saúde, recuperação das escolas, saneamento. Criamos um ambiente para negócios, estimulamos, fomentamos, criamos condições, mas cabe ao setor privado identificar as potencialidades e aí investir, percebendo que há uma expectativa de geração de riqueza”, disse o governador.

Meio ambiente

Anastasia afirmou que todas as condicionantes para a abertura da mina foram observadas com rigor e que a empresa cumpriu todos os requisitos exigidos por órgãos ambientais.

“É natural que a preocupação de Governo como um todo é o chamado desenvolvimento sustentável. Nós temos de levar emprego, renda, infraestrutura, as empresas vão chegando, mas têm de ser um empreendimento sustentável, ou seja, temos de ter as preocupações ambientais, que são todas as condicionantes colocadas no licenciamento do projeto”, garantiu ele.

secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso, disse que o empreendimento vai gerar renda e emprego de forma sólida e contínua.

“O protocolo foi assinado com uma corporação que conhece bem a região do Norte de Minas, conhece bem o setor de mineração e que conhece bem a maneira que tem que investir no Norte de Minas. Essa somatória de projeto importante, projeto numa região carente e de projeto feito por uma companhia que entende o setor, entende a região e sabe exatamente o que está fazendo, certamente é um projeto que veio para trazer emprego e renda de forma perene”, disse o secretário.

O presidente da Miba, Alexandre Couri Sadi, disse que a mineradora já realizou 13 mil metros de sondagem e que foi calculado um volume de 1,5 bilhão de toneladas de minério, com um teor médio de 37% de ferro. Ele adiantou que serão feitas novas sondagens e que a mina deverá começar a produzir dentro de cinco anos. A mineradora vai transportar seus produtos por meio de um mineroduto, para escoamento.

“Nós vamos completar agora novos estudos de sondagem para ter a certeza de que nós temos de 1,5 bilhão a 6 bilhões de toneladas de minério de ferro na região. A expectativa é que sejam poduzidos 25 milhões de toneladas de minério por ano”, disse ele.

Detalhes do projeto

Dos R$ 3,6 bilhões de investimentos, R$ 857 milhões serão destinados à implantação da mineração de ferro, com início previsto em abril de 2011 e cerca de 1,5 mil empregos diretos e 1,2 mil empregos indiretos. Será destinado R$ 1,86 bilhão para a implantação da usina de concentração de minério de ferro, com a previsão de gerar 3,8 mil empregos diretos e 4,8 mil indiretos. No corredor logístico serão investidos R$ 900 milhões, com a geração de 1,7 mil empregos diretos e 2 mil empregos indiretos.

Governança: Governo Aécio Neves atrai novos investimentos e garante maior diversificação para economia mineira

Novos investimentos de R$ 21,1 milhões, no Sul do Estado, foram anunciados, nesta terça-feira (19), ao Governo Aécio Neves. O primeiro, de R$ 7,2 milhões, é da Sutek do Brasil Indústria e Comércio de Produtos Eletroeletrônicos Ltda., que está instalando uma unidade destinada à fabricação e comercialização de equipamentos de informática, eletrônica e elétrica, em Santa Rita do Sapucaí. O segundo, no valor de R$ 13,9 milhões, é da CBS Hospitalar Ltda, que está implantando em Itapeva, um Centro de Distribuição de insumos médico-hospitalares, como luvas para procedimentos cirúrgicos, seringas e agulhas descartáveis, ataduras e curativos diversos, soros e algodão.

Apenas em janeiro, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) já assinou sete protocolos de intenções com empresas dos setores de energia (oito pequenas centrais hidrelétricas – PCHs – e uma termoelétrica de biogás), duas no setor de plásticos, uma na área de eletroeletrônica e a última do ramo médico-hospitalar. O total dos investimentos já é superior aos R$ 570 milhões.

O anúncio da Sutek do Brasil foi feito pela CEO Lin Liu Su Hua, ao secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico em exercício, Raphael Guimarães Andrade, durante a assinatura de protocolo de intenções. Já o protocolo de intenções da CBS Hospitalar foi assinado pelo presidente da empresa Odair dos Santos.

Sutek

De acordo com o cronograma de execução do projeto, o início das operações está previsto para março deste ano. O novo empreendimento irá gerar 72 empregos diretos. Segundo Lin Liu Su Hua, a empresa irá priorizar a mão de obra local. “Queremos aproveitar o potencial humano da cidade e contribuir para o desenvolvimento da mesma, treinando as pessoas para trabalharem conosco”.

Raphael Andrade destacou que a assinatura do protocolo contribui para que a cidade de Santa Rita do Sapucaí se torne referência tecnológica em Minas Gerais. “Esse setor tem um potencial muito grande de crescimento, o que colabora para que a região do Sul de Minas se consolide como o pólo eletrônico e tecnológico”, afirmou.

A Sutek do Brasil calcula que, ainda em 2010, o seu faturamento seja de R$ 600 mil. Já em 2011, a empresa planeja crescer ainda mais, alcançando um faturamento de R$ 1,6 milhão e em 2012, R$ 3,6 milhões. O secretário em exercício acrescentou que essa iniciativa irá render bons resultados tanto para a empresa quanto para o Estado de Minas Gerais. “Temos certeza que esse é um casamento que irá dar certo e durar muito tempo. Cada vez que assinamos protocolos como este, reafirmamos a nossa missão de contribuir com o desenvolvimento do Estado, dentro da meta do governador Aécio Neves”.

A implantação da Sutek do Brasil em Santa Rita do Sapucaí inclui a fabricação e montagem dos seguintes produtos: gabinetes para máquinas computadores, caixas de som, fontes de alimentação, fones de ouvido, teclados e mouse.

A Sutek do Brasil surgiu a partir da Maxxtro, que está instalada em São Paulo, com uma linha de produtos diferenciada e da mais alta qualidade para o mercado brasileiro de tecnologia da informação. Voltados para os mais diversos públicos, do iniciante ao usuário profissional, do usuário doméstico às grandes empresas, os produtos da Maxxtro foram criados para maior conforto, performance nas mais diversas condições de uso.

A Sutek do Brasil segue a mesma linha da Maxxtro, que ao completar seus dez anos mantém fortes parcerias com o mercado com novas linhas como Estojos de armazenagem RAID, teclados multimídia, produtos sem fio, gabinetes com LCD e muito mais, fortalecendo em conjunto o trabalho social desenvolvido.

CBS Hospitalar

Na primeira fase do projeto, a CBS adquiriu um terreno de 60 mil metros quadrados e área construída de 3,2 mil metros quadrados por R$ 3,1 milhões. Na segunda fase, que tem início nesta quarta-feira (20), serão construídos mais 7,6 mil metros quadrados, com a conclusão das obras prevista para novembro de 2010.

O presidente da CBS, Odair dos Santos, informou, durante a assinatura do protocolo, que deverão ser gerados 60 empregos diretos e outros 60 indiretos, preferencialmente de mão de obra local. O faturamento previsto é de R$ 38 milhões ainda este ano. Para R$ 2011, a meta é faturar R$ 90 milhões e em 2012 atingir R$ 120 milhões.

Sediada na cidade de São Paulo, a CBS deseja transferir 80% de suas operações para Minas Gerais, com a instalação do centro de distribuição. “As condições concedidas pelo Estado nos asseguram competitividade para atender o mercado nacional”, explicou Odair.

A empresa opera desde 1977, atendendo hospitais, clínicas e órgãos do Governo. Trata-se de uma empresa no ramo atacadista e distribuidora da linha de produtos médicos hospitalares, odontológicos e laboratoriais. Atende todo o território nacional e aos países do Mercosul.

Aécio Neves anuncia investimento de R$ 9,5 bilhões da Vale em Minas Gerais

O governador Aécio Neves e o presidente da Vale, Roger Agnelli, assinaram um comunicado conjunto nesta quarta-feira (14), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, de investimentos de R$ 9,5 bilhões da empresa na implantação e expansão de mina e usinas de beneficiamento de minério em Minas Gerais, abrangendo sete municípios do Estado: Itabira, Itabirito, Barão de Cocais, Caeté, Raposos, Rio Acima e Santa Bárbara. O projeto vai gerar 2.200 empregos diretos até 2015, quando estará concluído. Entre diretos e indiretos, serão criados 9.930 empregos. Os investimentos serão distribuídos entre três projetos da Vale - Apolo, Itabira e Vargem Grande.   “A parceria entre o Estado de Minas Gerais e a Vale é histórica. Durante muito tempo foram quase que uma coisa só. O projeto de desenvolvimento de Minas Gerais ocorreu conjuntamente com o processo de crescimento e de fortalecimento da Vale. Por isso, o que queremos é aprofundar essa parceria. É muito importante que tenhamos em Minas futuros novos investimentos que agreguem ainda maior valor à matéria-prima daqui extraída”, disse Aécio Neves, em pronunciamento durante a solenidade.   O governador ressaltou o impacto da crise econômica internacional sobre a arrecadação de Minas Gerais, estado que tem sua economia fortemente baseada na mineração e siderurgia.   “De um momento para outro, vimos a receita do setor mineral cair cerca de 90%. No siderúrgico, mais de 60%. Se não fosse o ajuste ocorrido anteriormente no Estado, o equilíbrio alcançado pelas contas, teríamos tido enormes dificuldades para ultrapassar esse período de crise. Nos encontramos agora, talvez, no início de um novo tempo, em que a demanda internacional se recupera, em especial na China, e isso dá não apenas à Vale, mas a Minas Gerais, uma perspectiva de futuro melhor”,disse.   Acelerar investimentos   O presidente da Vale, Roger Agnelli, afirmou que a mineradora está se comprometendo a acelerar os investimentos em Minas Gerais. O setor de mineração, segundo ele, começa a dar sinais de recuperação, apontando novas oportunidades para os próximos três ou quatro anos.   “Minas sempre foi a nossa casa. Sempre demos e continuamos dando uma grande atenção ao Estado. Estamos numa fase de reestruturar alguns ativos. Em função de algumas minas já estarem com os custos relativamente elevados, a gente tem começado minas novas para substituir aquelas minas que vão entrar na fase final de vida. E isso terá um impacto bastante positivo para Minas. A parceria com o Governo Aécio Neves tem sido muito positiva, nunca nos faltou apoio, e a gente não vai frustrar nenhum tipo de expectativa que os mineiros têm em relação à Vale”, disse Agnelli.   Projetos   O projeto Apolo consiste na abertura de lavra e implantação de uma usina de beneficiamento, para a produção de minério de ferro não aglomerado (sinter feed e pellet feed). Serão investidos R$ 4,4 bilhões na aquisição de equipamentos de mina, construção de barragens e sistema de captação de água, ramal ferroviário de 25 km, com estação de carregamento e linha de transmissão.   Com esse projeto, serão criados 70 empregos diretos e 4,1 mil indiretos durante as obras, e 1.449 diretos na fase de operação. O início de implantação está previsto para 2010, com término em 2013. A produção será de 24 milhões de toneladas de minério de ferro por ano (Mtpa). O Apolo era inicialmente chamado de Maquiné-Baú e está localizado entre os municípios de Santa Bárbara e Caeté.   No projeto Itabira serão investidos R$ 2,68 bilhões no aproveitamento de 500 Mtpa de itabiritos pobres para implantação de uma nova usina. Haverá investimento para implantação de barragem, material rodante e via permanente. Nessa unidade serão produzidos 5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano (Mtpa), de sinter feed e pellet feed. Nele, serão criados 320 empregos diretos na fase de operação, 23 diretos e 3.192 indiretos durante as obras. A implantação desse projeto começa em outubro de 2010, com término previsto para maio de 2012.   O projeto Vargem Grande é greenfield, ou seja, consiste na instalação de uma nova usina, com o objetivo de aproveitar minérios itabiríticos das Minas de Abóboras, Tamanduá e Capitão do Mato. Serão investidos R$ 2,3 bilhões nessa nova unidade, e a produção prevista é de 10 Mtpa de pellet feed (pelotização). O cronograma de execução do projeto prevê o seu início em janeiro de 2010, com término em outubro de 2012.   “Essas parcerias no campo econômico, dos investimentos que aqui hoje são anunciados, precisam continuar ocorrendo no campo social, como vem ocorrendo, e obviamente, no campo ambiental, respeitada a legislação. Todos nós, que há um ano, assistíamos com extrema preocupação a inibição da demanda internacional, queda na arrecadação do Estado, enxergamos agora, com esse anúncio, o início de um novo tempo, e o recrudescimento e a valorização da nossa parceria”, disse Aécio Neves.   Diretores da Vale em Minas, prefeitos dos municípios beneficiados pelos investimentos, deputados estaduais e secretários do Estado participaram da cerimônia de assinatura do comunicado conjunto do Governo de Minas e a mineradora - geração de emprego e rendaO governador Aécio Neves e o presidente da Vale, Roger Agnelli, assinaram um comunicado conjunto nesta quarta-feira (14), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, de investimentos de R$ 9,5 bilhões da empresa na implantação e expansão de mina e usinas de beneficiamento de minério em Minas Gerais, abrangendo sete municípios do Estado: Itabira, Itabirito, Barão de Cocais, Caeté, Raposos, Rio Acima e Santa Bárbara. O projeto vai gerar 2.200 empregos diretos até 2015, quando estará concluído. Entre diretos e indiretos, serão criados 9.930 empregos. Os investimentos serão distribuídos entre três projetos da Vale – Apolo, Itabira e Vargem Grande.

“A parceria entre o Estado de Minas Gerais e a Vale é histórica. Durante muito tempo foram quase que uma coisa só. O projeto de desenvolvimento de Minas Gerais ocorreu conjuntamente com o processo de crescimento e de fortalecimento da Vale. Por isso, o que queremos é aprofundar essa parceria. É muito importante que tenhamos em Minas futuros novos investimentos que agreguem ainda maior valor à matéria-prima daqui extraída”, disse Aécio Neves, em pronunciamento durante a solenidade.

O governador ressaltou o impacto da crise econômica internacional sobre a arrecadação de Minas Gerais, estado que tem sua economia fortemente baseada na mineração e siderurgia.

“De um momento para outro, vimos a receita do setor mineral cair cerca de 90%. No siderúrgico, mais de 60%. Se não fosse o ajuste ocorrido anteriormente no Estado, o equilíbrio alcançado pelas contas, teríamos tido enormes dificuldades para ultrapassar esse período de crise. Nos encontramos agora, talvez, no início de um novo tempo, em que a demanda internacional se recupera, em especial na China, e isso dá não apenas à Vale, mas a Minas Gerais, uma perspectiva de futuro melhor”,disse.

Acelerar investimentos

O presidente da Vale, Roger Agnelli, afirmou que a mineradora está se comprometendo a acelerar os investimentos em Minas Gerais. O setor de mineração, segundo ele, começa a dar sinais de recuperação, apontando novas oportunidades para os próximos três ou quatro anos.

“Minas sempre foi a nossa casa. Sempre demos e continuamos dando uma grande atenção ao Estado. Estamos numa fase de reestruturar alguns ativos. Em função de algumas minas já estarem com os custos relativamente elevados, a gente tem começado minas novas para substituir aquelas minas que vão entrar na fase final de vida. E isso terá um impacto bastante positivo para Minas. A parceria com o Governo Aécio Neves tem sido muito positiva, nunca nos faltou apoio, e a gente não vai frustrar nenhum tipo de expectativa que os mineiros têm em relação à Vale”, disse Agnelli.

Projetos

O projeto Apolo consiste na abertura de lavra e implantação de uma usina de beneficiamento, para a produção de minério de ferro não aglomerado (sinter feed e pellet feed). Serão investidos R$ 4,4 bilhões na aquisição de equipamentos de mina, construção de barragens e sistema de captação de água, ramal ferroviário de 25 km, com estação de carregamento e linha de transmissão.

Com esse projeto, serão criados 70 empregos diretos e 4,1 mil indiretos durante as obras, e 1.449 diretos na fase de operação. O início de implantação está previsto para 2010, com término em 2013. A produção será de 24 milhões de toneladas de minério de ferro por ano (Mtpa). O Apolo era inicialmente chamado de Maquiné-Baú e está localizado entre os municípios de Santa Bárbara e Caeté.

No projeto Itabira serão investidos R$ 2,68 bilhões no aproveitamento de 500 Mtpa de itabiritos pobres para implantação de uma nova usina. Haverá investimento para implantação de barragem, material rodante e via permanente. Nessa unidade serão produzidos 5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano (Mtpa), de sinter feed e pellet feed. Nele, serão criados 320 empregos diretos na fase de operação, 23 diretos e 3.192 indiretos durante as obras. A implantação desse projeto começa em outubro de 2010, com término previsto para maio de 2012.

O projeto Vargem Grande é greenfield, ou seja, consiste na instalação de uma nova usina, com o objetivo de aproveitar minérios itabiríticos das Minas de Abóboras, Tamanduá e Capitão do Mato. Serão investidos R$ 2,3 bilhões nessa nova unidade, e a produção prevista é de 10 Mtpa de pellet feed (pelotização). O cronograma de execução do projeto prevê o seu início em janeiro de 2010, com término em outubro de 2012.

“Essas parcerias no campo econômico, dos investimentos que aqui hoje são anunciados, precisam continuar ocorrendo no campo social, como vem ocorrendo, e obviamente, no campo ambiental, respeitada a legislação. Todos nós, que há um ano, assistíamos com extrema preocupação a inibição da demanda internacional, queda na arrecadação do Estado, enxergamos agora, com esse anúncio, o início de um novo tempo, e o recrudescimento e a valorização da nossa parceria”, disse Aécio Neves.

Diretores da Vale em Minas, prefeitos dos municípios beneficiados pelos investimentos, deputados estaduais e secretários do Estado participaram da cerimônia de assinatura do comunicado conjunto do Governo de Minas e a mineradora.

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Ações do Governo Aécio contribuem para crescimento dos postos de trabalho em Minas

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (14), em Brasília, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que o emprego formal em Minas Gerais começou a reagir no mês de setembro, indicando que o mercado de trabalho já está realmente superando os efeitos da crise financeira internacional.

Nos nove primeiros meses do ano, houve um acréscimo de 99.493 postos de trabalho em Minas, o que representa uma alta de 2,91%. Em termos absolutos, foi o segundo melhor desempenho da região Sudeste e do país, sendo superado apenas pelo Estado de São Paulo, com 329.946 novos empregos criados com carteira assinada.

O Caged revela que, em setembro de 2009, foram gerados 7.451 empregos celetistas, equivalentes a uma expansão de 0,21% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior no Estado. Em termos absolutos e relativos, esse desempenho é o terceiro melhor de toda a série histórica do Caged para o período, sendo menor apenas que o ocorrido em 2008 (+12.040) e 1994 (+9.148).

Já nos últimos 12 meses, verificou-se queda de 1,46% no nível de emprego ou, seja, foram reduzidos 51.928 postos de trabalho, resultado influenciado pela crise internacional. Em termos absolutos, este foi o desempenho mais desfavorável do país, reflexo do fraco desempenho na absorção de mão-de-obra por alguns dos segmentos mais representativos da economia mineira.

Atividades econômicas

Em setembro, o comportamento do emprego mostrou a reação da indústria extrativa mineral, com variação positiva de 1,18%, enquanto a indústria de transformação cresceu 1,36%. Mas a melhor reação, em percentual, veio da construção civil, que teve uma alta 2,12%, sob efeito dos programas de habitação popular. O comércio também abriu novos postos de trabalho, com crescimento de 1,08%, e o setor de serviços empregou 7.118 pessoas, com variação de 0,56%, tendência que deve ser mantida e incrementada até o final do ano.

Por outro lado, técnicos do Caged explicam que o modesto desempenho de setembro, assim como em julho e agosto, foi influenciado pelo comportamento do setor agrícola, que registrou menos 24.545 postos no campo.

Regiões Metropolitanas

O conjunto das nove Áreas Metropolitanas apresentou crescimento de 0,64% (+87.419 postos), similar ao verificado para o interior dos estados desses aglomerados urbanos de 0,63% (+75.941 postos). O destaque, em números absolutos, ficou para São Paulo (Área Metropolitana: +29.772 postos ou +0,52%; Interior: +29.775 postos ou +0,58%), enquanto a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) registrou acréscimo de 10.373 empregos formais ou alta de 0,77%.

Os números do Caged indicam que em setembro de 2009 foram gerados no país 252.617 empregos celetistas, equivalente à expansão de 0,77% no estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior, o melhor resultado mensal para o ano de 2009 e o segundo maior de toda a série histórica para o período, sendo superado somente por 2008 (+282.841). O desempenho de setembro reforça o processo de recuperação do emprego formal vislumbrado nos meses anteriores, principalmente em agosto, quando o recorde da série histórica do período foi batido.

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Cadastro Geral de Empregados e Desempregados informa criação de 8.613 novos empregos em Minas Gerais – destaque para construção civil e indústria de transformação

Sob impacto dos setores de Construção Civil e da Indústria de Transformação, Minas Gerais registrou a criação de 8.613 novos empregos com carteira assinada no mês de agosto, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (16), em Brasília, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O crescimento foi de 0,24% em relação ao estoque de assalariados de julho.

Em agosto, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), foram gerados 10.958 empregos e nos primeiros oito meses do ano houve acréscimo de 92.042 postos (2,69%) no Estado.

Em 12 meses, o nível de emprego caiu 1,38%, com a admissão de 1.961.504 e o desligamento de 2.008.843 com um saldo negativo de 47.339 postos de trabalho. Em termos absolutos, Minas Gerais obteve em agosto a terceira maior geração de empregos no Sudeste, superado por São Paulo e Rio de Janeiro, com 8.613 postos de trabalho, em virtude da admissão de 179.530 trabalhadores contra o desligamento de 170.917.

Setores

Com expansão de 2,54%, o setor de Construção Civil contratou 7.314 trabalhadores em agosto, totalizando no ano 18.161 com uma variação percentual de 6,74%. Já a indústria de transformação apresentou uma variação em agosto de 1,23% com a contratação de 9.107 empregados. O setor de Serviços também apresentou crescimento da ordem de 0,77% no mês passado, quando foram contratados 9.789 empregados.

Um dos segmentos mais representativos da economia mineira, a indústria extrativa mineral, severamente penalizada a partir do final do ano passado em virtude da crise financeira internacional, está voltando a contratar. Em agosto, conforme os dados oficiais, foram admitidos 1.034 contra 784 desligamentos, um saldo de 250 empregos com a variação positiva de 0,53%.

No ano, além das fortes contribuilções da Construção Civil e Administração Pública, que registraram expansões de 6,74% e de 5,66%, respectivamente, a Agropecuária deu um enorme impulso à geração de empregos: foi apurado um saldo positivo de 45.498 empregos em consequência de 223.430 admissões contra 177.932 desligamentos.

Em todo o país, a criação de emprego com registro em carteira em agosto bateu recorde para o período. Foram 242.126 postos com carteira assinada, sendo também o melhor resultado do ano. A expectativa é de que haja, até o final do ano, uma recuperação vigorosa do nível de emprego, especialmente por parte da indústria e do comércio, com as tradicionais contratações de Natal e a retomada plena as atividades em alguns segmentos importantes no contexto da economia estadual, como a siderurgia, mineração e ferro-gusa.

Governo Aécio firma acordo Iesa para instalação de uma unidade de negócios de tecnologia para produção de turbinas e geradores para usinas hidrelétricas

Governo Aécio Neves e a Iesa Projetos, Equipamentos e Montagens firmaram, terça-feira (8), acordo para o investimento de R$ 10,5 milhões na instalação, em Belo Horizonte, de uma unidade de negócios de tecnologia com engenharia para a fabricação de turbinas e geradores para grandes usinas hidrelétricas, equipamentos hidromecânicos e sistemas de automação do setor hidrelétrico. De acordo com a evolução dos negócios, a Iesa poderá, ainda, construir uma unidade industrial. A empresa também pretende fabricar em Minas Gerais equipamentos de alto conteúdo tecnológico voltados para os setores de siderurgia, mineração e sucroalcooleiro.

Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, o investimento reforça a credibilidade de Minas Gerais junto ao empresariado e demonstra que o Estado é atrativo para organizações do segmento de tecnologia. “Trabalhamos para, cada vez mais, ampliar o valor agregado de nossa cadeia produtiva e promover o crescimento industrial e comercial mineiro, bem como sua diversificação. Nesse sentido, a chegada da Iesa é uma nova conquista da administração estadual em suas sólidas parcerias com a iniciativa privada”, avalia.

O projeto deverá ser iniciado em breve e tem conclusão prevista para abril de 2011. Com o investimento, deverão ser gerados 50 empregos. Um dos compromissos da empresa é destinar os postos de trabalho prioritariamente à mão-de-obra local, investindo em sua qualificação para executar as atividades ligadas ao desenvolvimento técnico. A previsão de faturamento é da ordem de R$ 70 milhões em 2011.

“Escolhemos Minas Gerais porque o Estado reúne diversos de nossos parceiros e fornecedores de partes e peças de equipamentos, além de oferecer profissionais capacitados”, revela o diretor financeiro da Iesa, Marco Antonio Bernardi. Segundo ele, o empreendimento vem atender às necessidades da empresa de ampliar sua capacidade de produção, permitindo sua inserção também no mercado internacional.

A Iesa planeja, ainda, expandir sua atuação para o setor de petróleo e gás. O secretário Sergio Barroso destaca a possibilidade de crescimento do setor em Minas com a perfuração de um poço com potencial para exploração de gás natural, a partir deste mês de setembro. O local escolhido para a perfuração, pioneira no Estado, localiza-se nas proximidades do rio Indaiá, na bacia do rio São Francisco, no município de Morada Nova de Minas, na região Central.

A empresa

Criada em 1968, com sede em Araraquara (SP), a Iesa oferece soluções integradas e completas para infraestrutura. Trabalha na fabricação de equipamentos de grande porte e sistemas industriais sob encomenda, atendendo aos mercados de geração de energia, petróleo, petroquímico, transporte metroviário, movimentação de materiais, papel e celulose, siderurgia, cimento, mineração, serviços de usinagem e caldeiraria pesada.

A empresa possui atualmente um dos maiores parques industriais de equipamentos pesados da América Latina, com 140 mil metros quadrados de área construída. Conta, ainda, com duas plantas industriais, além de escritórios nas regiões Sul e Sudeste. Cerca de 5 mil empregados compõem a equipe da Iesa.

Balança comercial de Minas está em franca recuperação

Minas Gerais registrou em agosto o segundo melhor resultado em suas exportações em 2009, totalizando US$ 1,63 bilhão, valor 6,8% superior à média mensal deste ano. Se comparada a julho, a cifra representa aumento de 3,1%. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (2) pela Central Exportaminas – unidade vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) – que analisa mensalmente o comércio exterior de Minas com base nos dados oficiais do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

No acumulado de 2009, Minas Gerais mantém-se como o segundo principal estado exportador, ficando atrás somente de São Paulo. Contudo, em agosto, ocupou a terceira posição no ranking brasileiro, logo atrás do Rio de Janeiro. Quando comparado aos índices de 2008, o valor das exportações mineiras aponta retração de 36,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Nos oito primeiros meses de 2009, as exportações estaduais totalizaram US$ 12,2 bilhões, queda de 22,7% em relação ao mesmo período de 2008. No cenário nacional, essa redução foi ainda maior (25,2%).

Já as importações mineiras, mesmo com um pequeno aumento em agosto com relação a julho de 2009 (6,8%), mantêm tendência de crescimento desde fevereiro. Somente em agosto, as transações do Estado totalizaram US$ 707 milhões e acumulam, nos oito primeiros meses do ano, importações de US$ 4,5 bilhões. A comparação entre os números das importações de Minas Gerais em agosto de 2009 e de 2008 demonstra que houve queda de 32,5% neste ano. No acumulando do ano, a redução foi um pouco inferior, de 30,3%. Em ambos os casos, as diminuições percebidas em Minas Gerais foram menores do que as quedas nas importações nacionais.

Equilíbrio

Em agosto, Minas Gerais foi o estado que apresentou o maior saldo comercial mensal (US$ 925 milhões) e acumulado de 2009 (US$ 7,68 bilhões de superávit). Considerando o total dos oito primeiros meses do ano, o saldo comercial mineiro apresentou redução de 17,4% em relação ao mesmo período de 2008. Já o saldo brasileiro apresentou aumento no mesmo período (18,2%), somando US$ 19,97 bilhões.

A corrente de comércio (US$ 16,75 bilhões nos oito primeiros meses de 2009), a exemplo dos demais indicadores, apresentou redução de 35,5% em relação a agosto de 2008 e de aproximadamente 25% no acumulado do ano em relação ao mesmo período do ano anterior.