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Gestão da Saúde: Fhemig abre Processo Seletivo Público Simplificado para contratação de profissionais

As inscrições poderão ser feitas somente pela internet

Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) informa que se iniciam às 9h do dia 26 de março, com encerramento às 17h do dia 2 de abril, as inscrições para o cadastramento de currículos para a contratação de profissionais em várias funções e em diversas cidades. As inscrições poderão ser feitas somente pela internet no endereçowww.fhemig.mg.gov.br  Processo Seletivo – Área do candidato.

As vagas destinam-se às funções de Engenheiro de Segurança do Trabalho (Patos de Minas); Terapeuta Ocupacional (Betim); Técnico em Farmácia (Barbacena, Belo Horizonte, Betim, Juiz de Fora, Patos de Minas e Sabará); Técnico em Contabilidade (Barbacena); Técnico em Patologia Clínica (Barbacena, Belo Horizonte, Betim, Juiz de Fora, Patos de Minas e Sabará); Técnico em Informática (Belo Horizonte, Betim, Juiz de Fora, Patos de Minas e Ubá); Técnico em Segurança do Trabalho (Belo Horizonte e Patos de Minas).

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/fhemig-abre-processo-seletivo-publico-simplificado-para-contratacao-de-profissionais/

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Governo de Minas: Programa de Educação Profissional abre portas para jovens da Zona da Mata

Governo de Minas já formou mais de 9.500 alunos na região

Divulgação/Senac Juiz de Fora
O programa tem como objetivo principal oferecer educação profissionalizante gratuita de qualidade
O programa tem como objetivo principal oferecer educação profissionalizante gratuita de qualidade

Dival Ribeiro Netto Rezende, de 26 anos, hoje é técnico em enfermagem, concursado da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), e trabalha em uma unidade da rede, o Hospital Regional João Penido, em Juiz de Fora. A carreira na área da saúde teve início quando ele se inscreveu para o Programa de Educação Profissional (PEP) e passou na prova.“Um amigo me falou sobre o PEP. Antes mesmo de eu terminar o curso, fiz o concurso da Fhemig e passei. Depois que me formei, fui chamado para o Hospital João Penido”, conta.

Dival classificao papel do curso como determinante para seu direcionamento profissional. “O programa é muito bom, incentivador. Para as pessoas jovens, que não têm condições de pagar, é uma oportunidade para a conquista do emprego. Aprendi bastante, fiz estágio pelo curso, trabalhei em uma casa de idosos. A prática leva a uma maior experiência. Com certeza foi um dos pontos que me ajudou a passar no concurso”, avalia.

Segundo o coordenador do programa, Roberto Guerra, “o PEP potencializa o desenvolvimento do Estado, buscando promover formação profissional, atendendo a demandas regionais, necessidades de mão de obra, qualificando o cidadão, formando técnicos em vários segmentos e contribuindo para o desenvolvimento”.

Tânia Maria Fonseca Hermes Zuquin Alves, diretora do Centro Educacional Conceição Ferreira Nunes (Cecon), que oferece cursos do PEP em Juiz de Fora, destaca o papel transformador do programa. “Para vários alunos ocorreram mudanças radicais. Muitos chegaram aqui perdidos, sem expectativas, e hoje estão atuando no mercado de trabalho, bem empregados”, destaca.

O PEP é um programa mantido pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE), e tem como objetivo principal oferecer educação profissionalizante gratuita de qualidade, criando, para seus participantes, oportunidades reais no mercado de trabalho. Criado em 2007, o programa é desenvolvido em todas as regiões do Estado. Na Zona da Mata, já foram beneficiados 9.553 alunos.

Da eletromecânica para a enfermagem

MarceloGonçalves, de 27 anos,também se formou técnico em enfermagem pelo PEP em Juiz de Fora, no Cecon. A primeira opção era a eletromecânica, mas o curso não era ministrado no período noturno. “Eu precisava continuar trabalhando, então fui para a minha segunda opção, a enfermagem, gostei e não me arrependo. Tudo que tenho foi a enfermagem que me deu”, afirma.

Ele lembra o primeiro estágio, indicado pelo curso. “Fui encaminhado pelo PEP para uma clínica, me destaquei e fui contratado antes mesmo de me formar”, comenta.

Hoje, Marcelo possui dois empregos como técnico em enfermagem e só tem boas referências do programa. “Não tenho do que reclamar, ao contrário, o curso me encaminhou para um bom estágio, os professores foram muito bons, assim como a estrutura. A minha turma era grande e posso dizer que, hoje, 90% dos colegas estão empregados na área”, ressalta.

Contratação garantida

De atendente de telemarketing para técnica em contabilidade. Steicy da Silva Pandolfi, de 19 anos,ainda não concluiu o curso do PEP ministrado no Senac, mas já faz estágio em um escritório de contabilidade em Juiz de Fora. Ela foi informada de que será contratada assim que se formar, em junho próximo. “Saí do telemarketing e estou gostando muito do trabalho, pois complementa o curso. Está sendo tão bom que vou também fazer vestibular no final do ano na mesma área”, afirma.

Wagner Isaías Toledo de Oliveira, de 20 anos, é mais um aluno do PEP no Senac e que pretende cursar o nível superior. Da turma de técnico em contabilidade, ele faz estágio remunerado em um banco de crédito popular, vaga conquistada por meio do curso. “Fiz a inscrição no último dia, fiz a prova e passei. Estou adorando, o estágio ajuda muito no entendimento das disciplinas, a prática é importante”, frisa ele, que recomenda o PEP para amigos e familiares sempre que fica sabendo que as inscrições estão abertas.

Sexta edição do programa deve ter início ainda neste mês

Ainda em março, está previsto o início das aulas da sexta edição do Programa de Educação Profissional nos municípios de Além Paraíba (60 vagas), Cataguases (140), Juiz de Fora (410), Leopoldina (90), Muriaé (195), Pirapetinga (70), Ponte Nova (70), Santos Dumont (60), Ubá (275) e Viçosa (350), totalizando 1.720 vagas na região.

Os alunos da Zona da Mata terão acesso aos seguintescursos técnicos: Automação Industrial, Comércio, Design de Móveis, Eletromecânica, Eletrônica, Eletrotécnica, Enfermagem, Farmácia, Higiene Dental, Informática, Logística, Mecânica, Meio Ambiente, Nutrição e Dietética, Radiologia e Segurança do Trabalho.

Em todo o Estado, são 30 mil vagas apenas neste ano. Desde o início do programa, mais de 200 mil alunos já foram atendidos e o investimento total do Estado chega a R$ 569 milhões.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/programa-de-educacao-profissional-abre-portas-para-jovens-da-zona-da-mata/

Gestão da Saúde: Fundação Hospitalar de Minas Gerais abre inscrição para o 3º Fórum Científico

Encontro é voltado para pesquisadores que queiram publicar seus trabalhos

Estão abertas as inscrições para o 3º Fórum Científico da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) para participantes e pesquisadores que queiram submeter seus trabalhos para publicação. O prazo para inscrições e envio de resumos vai até 9 de abril, mas os participantes podem se inscrever até 28 de maio aqui . O fórum acontece nos dias 29 e 30 de maio.

O tema desta edição será “Integração, Ensino e Pesquisa” e vai reunir pesquisadores e especialistas da fundação, além de convidados de outras instituições, como Ministério da Saúde, Secretaria de Estado e de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Será apresentada a produção científica recentemente desenvolvida na Rede Fhemig e discutidos temas relacionados à pesquisa, ensino e inovação tecnológica.

Atualmente, são quase 300 profissionais da Fhemig, de vários níveis de formação, que estão atuando nas linhas de investigação nos 25 grupos de pesquisa certificados pelo CNPq, nas mais diversas áreas da saúde. A fundação possui, ainda, o Núcleo de Inovações Tecnológicas – INOVA, que monitora as pesquisas realizadas na instituição com vistas ao potencial de registro de propriedade intelectual, e o Núcleo de Apoio ao Pesquisador.

“Todo este ambiente possibilita a formação em pesquisa, inovação e a transferência de tecnologias que realimenta estas atividades. Para isso, são valorizadas a interdisciplinaridade, a cooperação interinstitucional e a participação de estudantes, graduados e residentes”, afirma o gerente de Ensino e Pesquisa, da Diretoria de Gestão de Pessoas, Roberto Marini Ladeira.

Marini acrescenta que estas iniciativas fortalecem o papel do Estado no cenário nacional do ensino, pesquisa e inovação tecnológica, ao mesmo tempo em que torna a Fhemig um ambiente atrativo e capaz de reter talentos. “E, principalmente, permite que as pesquisas desenvolvidas resultem em aumento na qualidade do atendimento prestado à população”, diz.

Avaliação

Os novos trabalhos inscritos serão avaliados pela Comissão Científica do Fórum e os melhores serão premiados. Como a terceira edição deste fórum aconteceria em setembro do ano passado, muitos resumos já foram inscritos e avaliados. Para continuar a participar, os autores precisam confirmar e aprovar sua publicação pelo e-mail marcelo.abrantes@fhemig.mg.gov.br (orientações no endereço http://www.fhemig.mg.gov.br/pt/ensino-e-pesquisa/pesquisa/forum-cientifico). A não confirmação implica em não publicação.

O 3º Fórum Científico faz parte da programação dos 35 anos da Fhemig, a serem completados em 3 de outubro deste ano. O incentivo à pesquisa é uma das mais importantes facetas desta instituição, que é considerada a maior rede de hospitais públicos do país.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Hospital Alberto Cavalcanti participa de mutirão para reconstrução mamária

As cirurgias acontecem durante toda a semana

Divulgação/Fhemig
Equipe de médicos que particpa do mutirão no Hospital Alberto Cavalcanti
Equipe de médicos que particpa do mutirão no Hospital Alberto Cavalcanti

Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o Hospital Alberto Cavalcanti (HAC), da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), realiza cirurgias de reconstrução mamária, em sistema de mutirão, destinadas a retirar da fila de espera do Sistema Único de Saúde (SUS), mulheres que foram submetidas à mastectomia e que aguardam, há vários meses, serem contempladas pelo procedimento.

As cirurgias acontecem desde o dia 5 de março e se estendem até a próxima sexta-feira (9), quando a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) pretende somar 350 cirurgias no país. A participação do HAC insere-se no mutirão nacional convocado pela SBCP e que contempla, em Minas Gerais, cinco cidades, dentre elas a capital, num total de 11 hospitais participantes. Em Belo Horizonte, além do Hospital Alberto Cavalcanti, outras sete instituições compõem a força tarefa mineira que irá atender cerca de quarenta mulheres até o dia 08 de março.

A complexidade do procedimento leva-se em torno de seis horas para se realizar cada cirurgia, que requer a presença de, no mínimo, três cirurgiões plásticos. Assim, em todo o país, terá lugar uma verdadeira maratona que irá consumir algo em torno de duas mil horas de trabalho.

O cirurgião plástico Cláudio Salum Castro, médico do quadro efetivo do HAC e presidente da SBCP (regional Minas Gerais) salienta que a “causa” da reconstrução mamária figura em sua pauta de prioridades desde 1993 e que a realidade da fila para esse tipo de cirurgia muda de estado para estado. “Em Minas Gerais, ela não é tão grande quanto em outras unidades da federação. É muito gratificante contribuir para a diminuição da fila, uma vez isso implica na diminuição do sofrimento de um número significativo de mulheres”, pondera Cláudio Salum.

Responsabilidade

Ainda segundo o presidente da SBCP/MG, a participação dos cirurgiões plásticos em campanhas visa, também, inserir os profissionais no contexto da responsabilidade social que a entidade está envolvida. “Sabemos da importância da cirurgia plástica reconstrutora e das dificuldades que o paciente mais carente encontra para realizá-la”, comenta.

Desde o início do programa, da SBCP, em 2010, foram realizadas 700 intervenções cirúrgicas em todo o país. No estado, nos últimos dois anos, contabilizam-se 186 procedimentos nas modalidades de câncer de pele, pálpebra (blefaroplastia) e redução de mama.

Contemplada pelo mutirão, Shely Bueno de Souza, 51, aguarda a cirurgia de reconstrução no HAC, onde está internada desde o último domingo (4).  Curada do câncer de mama há oito anos, ela considera a reconstrução tão importante quanto a cura. “Somente uma mulher pode entender o que significa a perda de uma mama. Vou sair daqui feliz e continuar minha vida normalmente. Esta cirurgia é um presente para mim”, garante. Ela aguarda há um ano no fila do SUS.

Personalidade

A recepcionista Ilza Maria da Silva, de 45 anos, foi submetida a uma mastectomia total do seio esquerdo em 2005. Ela conta que se tornou uma verdadeira “personalidade pública” na cidade de Raul Soares, na Zona da Mata, que tem pouco mais de 23 mil habitantes. “Na minha cidade, as pessoas nem falam o nome da doença. Toda vez que eu saía de casa, era abordada por várias mulheres que vinham me perguntar sobre o câncer de mama e as suas consequências”, revela Ilza que, assim como Shely, aguardava a sua vez na fila do SUS.

O relato de Ilza da Silva ilustra bem o estigma que ronda o câncer, resultante, dentre outras razões, da falta de informação sobre a doença. Apesar das numerosas campanhas promovidas por diversos órgãos de saúde, ainda é grande o número de mulheres que nunca se submeteram à mamografia ou que, sequer, realizam o autoexame. Felizmente, este não é o caso de Ilza. Foi durante a rotina do autoexame que ela percebeu que havia algo de errado com o seio esquerdo e procurou um médico.

Quando se restabelecer da reconstrução mamária, a primeira coisa que Ilza vai fazer será colocar um biquíni e ir ao clube com suas amigas. “Depois que perdi o seio, nunca mais coloquei um biquíni. Quando retornar para minha cidade, toda a minha família estará me esperando para comemorarmos essa nova fase de minha vida”, conta.

Fonte: Agência Minas