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PMDB-RJ oficializa movimento “Aezão em apoio à candidatura de Aécio Neves

Peemedebistas fluminenses vão oficializar o movimento “Aezão”, que defende apoio à candidatura a presidente de Aécio Neves (PSDB-MG).

Dobradinha no Rio será com Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato à reeleição.

Fonte: O Globo

Sessenta prefeitos do PMDB fluminenses confirmam presença em encontro do movimento‘Aezão’

Grupo peemedebista defende o apoio do candidato tucano no palanque de Pezão

Peemedebistas fluminenses vão oficializar nesta quinta-feira, durante um almoço, o movimento “Aezão”, que defende o apoio à candidatura a presidente do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e sua presença no palanque do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), candidato à reeleição. Com o lançamento, o grupo de dissidentes sepulta de vez o apoio no estado à reeleição da presidente Dilma Rousseff e enfraquece a aliança nacional entre o PMDB e o PT.

Os organizadores do evento querem mostrar força e contabilizavam até a tarde desta quarta-feira a confirmação da presença de pelo menos 700 convidados, entre lideranças políticas de nove partidos, deputados federais e estaduais, um senador, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Todos os 92 municípios estarão representados.

O lançamento do “Aezão” fez com que representantes da Executiva Nacional do PMDB acionassem o ex-governador Sérgio Cabral; o prefeito do Rio, Eduardo Paes; e o presidente da Assembleia Legislativa, Paulo Melo, para que pressionassem os dissidentes a não comparecer ao almoço. No entanto, de acordo com interlocutores dos três caciques, pouco foi feito esta semana para tentar barrar a presença dos descontentes com o PT.

Durante o evento, em uma churrascaria na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, líderes do PSD-RJ vão propor a Aécio Neves que integre formalmente a aliança com o PMDB, o que facilitaria a confecção de material de propaganda em conjunto sem a ameça de problemas com a Justiça Eleitoral. Os tucanos, que ainda discutem uma aliança com o candidato do DEM ao Palácio Guanabara, o ex-prefeito e vereador Cesar Maia, devem bater o martelo sobre a proposta em até dez dias.

— É fundamental para Aécio que tenha o PSDB formalmente na aliança de Pezão. Sem os tucanos, o movimento perde vitalidade política e, principalmente, jurídica, dificultando a produção de material — afirma o líder do governo na Alerj, André Corrêa (PSD), um dos organizadores do evento, junto com o presidente estadual do PMDBJorge Picciani; o prefeito de Queimados, município da Baixada Fluminense, Max Lemos (PMDB); e o deputado Domingos Brazão (PMDB).

Pelos menos 60 dos 92 prefeitos fluminenses confirmaram presença no almoço em apoio a Aécio. Em outros municípios, como Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e São Gonçalo, na Região Metropolitana, os dissidentes serão representados por deputados e vereadores. São Gonçalo é o segundo maior colégio eleitoral do estado, e Nova Iguaçu, o quarto. Somente a comitiva da cidade da Baixada vai reunir um deputado e 29 vereadores.

— Será uma demonstração de força e uma prova de que Aécio vai caminhar para uma vitória no estado. Os descontentes com o governo de Dilma no Estado do Rio são muitos — diz o deputado federal Otavio Leite (PSDB), que embarcará nesta quinta-feira, às 10h30min, em Brasília junto com Aécio com destino ao Rio.

As traições aos acordos nacionais também reúnem o PP e o PSD, da base aliada de Dilma, que abraçaram o movimento “Aezão”. Entre os convidados, está o senador Francisco Dornelles, aliado histórico do grupo de Cabral, e o presidente do PSD no estado, Indio da Costa, vice na chapa derrotada ao Planalto do tucano José Serra, em 2012.

As alianças inusitadas no Rio, terceiro maior colégio eleitoral do país, e o descontentamento no estado de parlamentares de partidos aliados de Dilma fizeram com que presidenciáveis reservassem espaço em suas agendas para o estado. Até então, o Rio servia de moeda de troca do PT em negociações nacionais com o PMDBAécio é o terceiro candidato ao Planalto a desembarcar no estado esta semana. Eduardo Campos (PSB) e a presidente Dilma cumpriram agenda no Rio nos últimos dias.

Após o lançamento do “Aezão” — nome que alude à união Aécio e Pezão —, líderes tucanos mineiros e paulistas vão compor uma frente de deputados que buscará o apoio de prefeitos de cidades fluminenses que ficam na divisa do Estado do Rio com Minas e São Paulo, e sofrem influência de ambos os estados. A ideia é colocar a máquina eleitoral dos parlamentares atuando nessas regiões em busca de votos para Aécio e Pezão.

Aécio consegue apoio do PP do Rio

Senador Aécio Neves, pré-candidato tucano à Presidência, conseguiu atrair para si mais um partido da base governista de Dilma Rousseff.

Eleições 2014

Fonte: O Globo

No Rio, PP vai apoiar Aécio Neves, afirma Dornelles

Partido, que é aliado de Pezão para o governo estadual, reforça o movimento ‘Aezão’

senador Aécio Nevespré-candidato tucano à Presidência, conseguiu atrair para si mais um partido da base governista da presidente Dilma Rousseff. O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) declarou ontem que o diretório do Rio, terceiro maior colégio eleitoral do país, estará com Aécio. Nacionalmente, o PP é aliado dos petistas e já oficializou o apoio nacional à reeleição de Dilma.

— O PP do Rio vai estar com o Aécio. A dissidência é fato corriqueiro na História da política brasileira — disse Dornelles ao GLOBO.

No Rio, o PP de Dornelles apoia o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ), fechado com a petista, e vai ocupar a segunda suplência na chapa de Sérgio Cabral, candidato ao Senado. O nome escolhido foi o de Péricles Olivier, ex-prefeito de Itaperuna. Na próxima quinta-feira, lançamento oficial do movimento “Aezão”, liderado por uma ala do PMDB do Rio que quer apoiar Aécio Neves, os progressistas vão sacramentar o apoio ao tucano. A proximidade entre Aécio e Dornelles vai além da política: os dois são primos.

— Vamos lançar o “Aezão” junto com o (JorgePicciani (presidente regional do PMDB).

A debandada dos partidos governistas pode enfraquecer a votação de Dilma no estado. Em 2010, ela teve 4,9 milhões de votos no Rio, 60,4% do total estadual, e foi eleita com uma vantagem de mais de um milhão de votos sobre o tucano José Serra.

Perdas em outros partidos

Além do PP, que tem cerca de um minuto e 30 segundos de tempo de televisão, o PSD, também aliado nacional do PT, já declarou apoio a Aécio no Rio. E parte expressiva dos peemedebistas, principais aliados dos petistas, vai formalizar apoio ao senador tucano no próximo dia 5, quando Aécio vem ao Rio para participar de um ato organizado pelo PMDB de Picciani, e que contará também com a presença de boa parte dos partidos da base aliada de Pezão. Eles não aceitam a pré-candidatura de Lindbergh Farias (PT-RJ) e querem fazer oposição ao partido.

Pelo que sinalizam, no dia em que o “Aezão” for sacramentado, PTBPPS e Solidariedade também poderão fechar com os tucanos.

O PT pode perder ainda mais espaço no Rio: o PROS, da base de Dilma, vai lançar o deputado federal Miro Teixeira ao Palácio Guanabara. Ligado a Eduardo Campos e Marina Silva, ele já recebeu o apoio do PSB e dará a mesma contrapartida na eleição à Presidência. O PR de Anthony Garotinho, fechado com Dilma, sinalizou anteontem que também poderá apoiar Campos. Ele estaria insatisfeito com a “falta de reciprocidade” do governo federal.

Aécio Neves defende investimentos em saneamento básico e a desoneração fiscal das empresas do setor – “Metade da população do país não tem acesso a este serviço”, comentou

Em defesa do básico

Fonte: Artigo Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Há uma clara falta de sintonia entre os desafios da nossa realidade e a lógica do projeto de poder em curso no país.

Confunde-se crescimento com desenvolvimento e difunde-se a falsa percepção de que tudo está sendo feito para garantir ao povo brasileiro um novo horizonte.

Ideias como a do trem-bala deslocam-se para o centro das atenções, enquanto permanecem paralisadas as obras dos metrôs das capitais e as estradas federais caem, literalmente, aos pedaços.

O atraso das obras da Copa exigirá forte injeção de recursos públicos, que não existem sequer para programas que, apesar de terem um desempenho aquém do esperado, são lançados e relançados com pompa e circunstância, como o Minha Casa, Minha Vida.

Prevalece o periférico – e os interesses que se organizam em torno dele – e não o principal. O exemplo mais dramático é o do saneamento básico.

Metade da população do país não tem acesso a este serviço, e retrocedem os dados da última década: o número de residências sem água subiu de 8,9 milhões para 9,1 milhões, enquanto os domicílios sem rede de esgoto passaram de 25,6 milhões para 27,8 milhões.

A pirotecnia política em torno do PAC não altera a realidade do balanço do Instituto Trata Brasil – até o final de 2010, só 4% das principais obras de saneamento previstas estavam concluídas, e 60% continuavam paralisadas, atrasadas ou nem sequer iniciadas.

Para viabilizar investimentos da ordem de R$ 11 bilhões anuais, necessários para alcançar a universalização dos serviços na área de saneamento até 2024, conforme preconiza o próprio PAC, já não bastam as fórmulas conhecidas.

É preciso ter alternativas como a redução a zero das alíquotas de PIS/Pasep e Cofins cobradas das empresas de saneamento, já apresentada no Congresso pelo senador Francisco Dornelles. Tese, aliás, defendida na eleição de 2010 pelo nosso candidato, José Serra, e depois assumida publicamente pela então candidata Dilma Rousseff.

Esta seria uma forma de capitalizar as empresas e fomentar novos investimentos. De acordo com os dados do SNIS, gerenciado pelo Ministério das Cidades, essas empresas pagaram R$ 12,8 bilhões em PIS/Pasep e Cofins no período entre 2003 e 2008, valor superior aos R$ 12,2 bilhões investidos com recursos próprios.

Fazer o que precisa ser feito, neste caso, vai muito além dos princípios de boa governança.

É bastante conhecido o impacto altamente positivo do saneamento no combate a doenças e na melhoria das condições de vida da população.

Além disso, os recursos aplicados no setor representam economia muito significativa no sistema público de saúde. E o fundamental é que estaríamos cuidando do Brasil real. Isso é desenvolvimento.