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Brasil e Camarões: Aécio acompanha vitória da seleção ao lado de trabalhadores

Aécio assistiu à vitória brasileira ao lado de dezenas de trabalhadores, ao som da bateria do Esporte Clube Lapenna, de São Miguel Paulista.

Brasil na Copa

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves assiste ao jogo do Brasil ao lado de trabalhadores, em São Paulo

Uma festa verde e amarela recepcionou o presidente nacional do PSDB e candidato à presidência da República, senador Aécio Neves, em sua chegada ao Palácio do Trabalhador, sede do Sindicato dos Metalúrgicos em São Paulo, onde assistiu ao confronto entre as seleções do Brasil e Camarões pela Copa do Mundo, nesta segunda-feira (23).

Leia também:

Aécio critica projeto do PT para acabar com o FAT

Acompanhado pelo presidente nacional do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força (SP), pelo atual presidente da Força SindicalMiguel Torres, e pelo ex-governador tucano Alberto GoldmanAécio assistiu à vitória brasileira ao lado de dezenas de trabalhadores, ao som da bateria do Esporte Clube Lapenna, de São Miguel Paulista.

Para o metalúrgico Marcos Antônio de Almeida, de 43 anos, a presença de Aécio Neves em meio aos trabalhadores garante visibilidade às causas trabalhistas.

“O trabalhador precisa de assistência. Estar no meio do povo é exatamente o que um candidato à presidência precisa fazer. O país precisa disso”, avaliou.

Também metalúrgica, Renata de Lima, de 43 anos, defendeu que é preciso conhecer o rosto e a atuação de cada um dos candidatos.

“É por isso que o Sindicato dos Metalúrgicos parabeniza Aécio. É importante a gente conhecer quem faz, para depois poder cobrar”, disse.

“Ninguém aguenta mais esse PT, a Dilma“, acrescentou Marcos. “A classe dos metalúrgicos apoia isso. Pelo menos, em todas as reuniões em que estive, o sentimento é o mesmo”, completou.

Sobre o jogo

O presidente nacional do PSDB não se arriscou a dar palpite acerca do resultado do confronto entre Brasil e Camarões, limitou-se a torcer.

“Vamos ganhar, vamos sair em primeiro. É um jogo para o time ganhar confiança. Estou muito feliz de assistir aqui ao lado do companheiro Paulinho, dos companheiros da Força, do presidente Miguel [Torres]“, declarou Aécio.

O clima de celebração foi coroado pela boa atuação da seleção brasileira, que venceu o jogo por quatro a um, com dois gols de Neymar, um de Fred e um de Fernandinho.

Brasil e Camarões: Aécio acompanha vitória da seleção ao lado de trabalhadores

Aécio assistiu à vitória brasileira ao lado de dezenas de trabalhadores, ao som da bateria do Esporte Clube Lapenna, de São Miguel Paulista.

Brasil na Copa

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves assiste ao jogo do Brasil ao lado de trabalhadores, em São Paulo

Uma festa verde e amarela recepcionou o presidente nacional do PSDB e candidato à presidência da República, senador Aécio Neves, em sua chegada ao Palácio do Trabalhador, sede do Sindicato dos Metalúrgicos em São Paulo, onde assistiu ao confronto entre as seleções do Brasil e Camarões pela Copa do Mundo, nesta segunda-feira (23).

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Para o metalúrgico Marcos Antônio de Almeida, de 43 anos, a presença de Aécio Neves em meio aos trabalhadores garante visibilidade às causas trabalhistas.

“O trabalhador precisa de assistência. Estar no meio do povo é exatamente o que um candidato à presidência precisa fazer. O país precisa disso”, avaliou.

Também metalúrgica, Renata de Lima, de 43 anos, defendeu que é preciso conhecer o rosto e a atuação de cada um dos candidatos.

“É por isso que o Sindicato dos Metalúrgicos parabeniza Aécio. É importante a gente conhecer quem faz, para depois poder cobrar”, disse.

“Ninguém aguenta mais esse PT, a Dilma“, acrescentou Marcos. “A classe dos metalúrgicos apoia isso. Pelo menos, em todas as reuniões em que estive, o sentimento é o mesmo”, completou.

Sobre o jogo

O presidente nacional do PSDB não se arriscou a dar palpite acerca do resultado do confronto entre Brasil e Camarões, limitou-se a torcer.

“Vamos ganhar, vamos sair em primeiro. É um jogo para o time ganhar confiança. Estou muito feliz de assistir aqui ao lado do companheiro Paulinho, dos companheiros da Força, do presidente Miguel [Torres]“, declarou Aécio.

O clima de celebração foi coroado pela boa atuação da seleção brasileira, que venceu o jogo por quatro a um, com dois gols de Neymar, um de Fred e um de Fernandinho.

Aécio reforça compromisso por melhores condições para trabalhadores

“Estou aqui para reafirmar compromisso com fim da inflação e de fazer políticas públicas que melhorem a vida do trabalhador”, comentou Aécio.

Fonte: Jogo do Poder

Aécio reforça compromissos do PSDB com benefícios para os trabalhadores em evento da Força Sindical

presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), afirmou nesta quinta-feira, Dia do Trabalhador, que o partido continuará lutando pelo reajuste real do salário mínimo e por políticas públicas que melhorem as condições de vida e de trabalho no país. O compromisso foi assumido durante festa organizada pela Força Sindical em comemoração ao 1º de Maio, na Praça Campos de Bagatelle, em São Paulo.

“Estou aqui para reafirmar o compromisso com o fim definitivo da inflação e de fazer políticas públicas que melhorem a saúde, a educação e a segurança do trabalhador. Queremos também fazer um esforço para recuperarmos a indústria e os empregos no país. O Brasil precisa de seriedade e de competência. O Brasil precisa de trabalho e de decência”, ressaltou Aécio Neves durante discurso para milhares de trabalhadores.

Aécio lembrou que o PSDB e o Solidariedade, partido presidido pelo deputado federal Paulinho da Força, protocolaram no início desta semana uma proposta para garantir o reajuste real do salário mínimo.

presidente nacional do PSDB também afirmou que o partido possui um projeto em tramitação na Câmara dos Deputados para reajustar a tabela do Imposto de Renda de acordo com a inflação, ao contrário do anúncio feito pela presidente Dilma Rousseff em rede nacional de rádio e TV na noite de quarta-feira (30).

Aécio lembrou que a correção de 4,5%, proposta por Dilma, ficou abaixo da inflação, que hoje ameaça romper o teto da meta de 6,5% do governo federal.

“No momento em que ela fala do reajuste da tabela do Imposto de Renda, uma outra demanda inclusive nossa do PSDB, temos um projeto tramitando na Câmara dos Deputados que garante o reajuste da tabela do Imposto de Renda pela inflação, mas ela omitiu os números. O reajuste de 4,5% não atende aos índices inflacionários. Não chega à inflação de 6% que deveria atender”, disse Aécio em entrevista as jornalistas na chegada ao evento.

Bolsa Família

senador Aécio Neves também afirmou que a presidente Dilma mentiu aos brasileiros sobre o aumento do Bolsa Família, anunciado durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV na quarta-feira.

De acordo com o tucano, o reajuste de 10% prometido pela presidente não permitirá que os beneficiários saiam da linha de pobreza de acordo com os parâmetros estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

“A presidente da República, infelizmente, mente aos brasileiros no momento em que diz que o reajuste de 10% no Bolsa Família permite que a remuneração alcance aquele patamar mínimo estabelecido pela ONU de 1,25 dólares por dia, com uma renda mínima para se estar acima da linha da pobreza. Para que isso fosse verdade, o reajuste teria que chegar a 83 reais e não a 77 reais como ela propõe”, explicou.

Presidente Dilma não foi

Aécio também criticou o não comparecimento da presidente Dilma ao evento, apesar do convite feito pela Força Sindical à Presidência da República. O representante enviado por ela, o ministro Gilberto Carvalho, foi vaiado ao defender a petista e criticar o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB.

“A presidente foi ontem à televisão, falando que quer dialogar com a classe trabalhadora, e hoje está fechada no Palácio do Governo, não veio aqui para olhar para os trabalhadores e explicar por que a inflação voltou, por que o crescimento sumiu e por que a decência anda em falta no atual governo. Acho sim que é uma presidente que está acuada pelas pressões internas e, infelizmente, pelos atos do seu governo que levaram ao recrudescimento da inflação, isso sim, algo perverso com a classe trabalhadora”, afirmou Aécio Neves.

Senador Aécio Neves participa de encontro do PSDB e sindicatos em São Paulo

Fonte: Assessoria de imprensa do senador Aécio Neves

Senador Aécio Neves participa de encontro do PSDB e sindicatos em São Paulo

“Não queremos centrais sindicais a serviço de um projeto de poder. Queremos os sindicalistas construindo a nova e inadiável agenda brasileira”, diz Aécio

 Senador Aécio Neves lidera encontro com sindicatos

O senado Aécio Nevesr afirmou que a reaproximação com o sindicalismo reafirma a identidade social democrata do PSDB

senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou, nesta sexta-feira (27/04), que o PSDB quer a colaboração dos sindicatos para a agenda que o partido vai apresentar ao país. A declaração foi dada durante o 1º Congresso Sindical do PSDB, realizado em São Paulo. Aécio Neves frisou que o partido não deseja sindicatos submissos a um projeto de poder, e sim parceiros no debate dos problemas estruturais do Brasil.

“”Não queremos centrais sindicais a serviço de um partido político ou de um projeto de poder. Queremos os sindicalistas construindo ao nosso lado a nova e inadiável agenda brasileira. Hoje, o PSDB fica mais forte, mais robusto e mais identificado com aquilo que é essencial para que o Brasil avance, gerando bem-estar para a sua gente, o respeito e a defesa dos trabalhadores brasileiros””, disse Aécio.

senador afirmou que a reaproximação com o sindicalismo reafirma a identidade social democrata do PSDB. Ele considerou o encontro de hoje como um dos mais importantes para o partido.

“”Estamos participando de um dos mais importantes eventos realizados pelo PSDB ao longo da sua história. Não só pelas lideranças presentes, não só pelo que significa nossa aproximação do movimento sindical. Estamos retornando às nossas origens. Não existe em nenhuma parte do mundo partido socialdemocrata sem forte inserção no movimento sindical””, observou o senador Aécio Neves.

Empregos e desindustrialização

Aécio defendeu a participação de trabalhadores na discussão de políticas para as áreas da educação,saúde e segurança, e sobre a qualidade dos empregos gerados no país. Ele disse que a ampliação da agenda sindical faz parte da modernização desses movimentos.

“”O sindicalismo moderno pressupõe não apenas defesa de melhores salários, de melhores condições detrabalho, da pauta específica do trabalhador, mas a opinião do trabalhador na discussão da qualidade dasaúde, da própria qualidade do emprego, a questão educacional. Queremos isso, esse núcleo sindical participando da formulação do novo programa do PSDB””, afirmou.

E acrescentou: ““Vejo o governo federal comemorar com muito entusiasmo os índices de empregogerados no país. Agora, já não comemora tanto, porque deixaram de ser gerados com muito vigor. Mas a grande verdade é que mais de 90% dos empregos gerados no Brasil nos últimos dez anos foram até dois salários mínimos. O que está havendo é uma troca perversa de empregos mais qualificados por empregode menor qualificação””, disse o senador Aécio Neves.

O senador criticou também a omissão do governo federal no enfrentamento dos problemas que estão levando o país a uma crescente desindustrialização.

“”Estamos acompanhando com enorme preocupação o gravíssimo processo de desindustrialização por que passa o Brasil. O governo sempre com medidas paliativas, sem entrar na questão estrutural, que passa pelo câmbio sobrevalorizado, pela altíssima carga tributária, pela absoluta ausência deinfraestrutura adequada para escoamento da produção brasileira, além da competição extremamente perversa que ainda sofremos em relação a produtos importados. O governo gasta muito e gasta mal””, disse o senador Aécio Neves.

PSDB Sindical

Cerca de duas mil pessoas estiveram presentes na abertura do congresso, que contou com a participação do presidente nacional do PSDBdeputado federal Sérgio Guerra, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e do presidente do Conselho Político do partido e pré-candidato a prefeito de SP, José Serra. Também presentes os presidentes da Força Sindical, deputado federal Paulinho; do PSDB Sindical, Antônio Ramalho; do PSDB Sindical de Minas, Rogério Fernandes, e dirigentes de sindicatos. 

núcleo sindical do PSDB está organizado em todos os estados do país e tem coordenadores nas cinco regiões do Brasil. Reúne hoje representantes de cerca de 200 sindicatos. As centrais sindicais União Geral dos Trabalhadores (UGT), Força Sindical e Nova Central concentram maior número de filiados.

Os temas em discussão no encontro são: mudanças na política econômica, redução dos juros, desenvolvimento do país, distribuição de renda, fortalecimento do mercado interno, políticaeducacional, jornada de trabalho e salário para mulheres em condições de igualdade com os homens.

Senador Aécio Neves – Link da matéria http://www.aecioneves.net.br/2012/04/aecio-neves-participa-de-encontro-do-psdb-e-sindicatos-em-sao-paulo/

PSDB Sindical: ‘Reinventar a socialdemocracia, em pleno século XXI, só será possível com a intensa participação das lideranças dos trabalhadores’, defende Marcus Pestana em artigo

Fonte: Artigo de Marcus Pestana – O Tempo

Socialdemocracia, sindicatos e o PSDB

Era fundamental a participação dos trabalhadores

A socialdemocracia surgiu a partir das lutas dos trabalhadores europeus. As condições sub-humanas de trabalho e as desigualdades produzidas pela economia de mercado despertaram a classe operária para a necessidade de organização e luta. Inicialmente, essa energia foi drenada para as organizações sindicais. Com o passar do tempo, parcelas crescentes perceberam os limites das lutas exclusivamente no terreno econômico. As lutas sindicais obtinham conquistas salariais e aprimoramento das regras do mercado de trabalho, mas não interferiam na dinâmica estrutural do sistema. Surgiu a consciência de que era preciso ir além da luta sindical e que era fundamental uma participação dos trabalhadores na vida política. Era preciso participar de projetos de poder e de mudanças sociais.

Essa nova etapa derivou para duas vertentes políticas: o movimento comunista internacional, à frente a União Soviética, e a 3ª Internacional Socialista. Na Europa ocidental, a partir da Alemanha, a corrente socialdemocrata.

A socialdemocracia, em contraste com os comunistas, partia de uma perspectiva reformista, aceitando aeconomia de mercado como a melhor forma de organização da economia e a democracia política como melhor regime para a resolução dos conflitos de interesses.

Daí, nasceu o Estado de bem estar social, implementado pela socialdemocracia na Europa, pelos democratas nos EUA e também, na sua versão latino-americana, pelo trabalhismo brasileiro e o peronismo argentino. A construção de um sistema público de saúde, a oferta de educação pública gratuita e a construção de um sistema previdenciário serviram para a equalização das oportunidades e para contrabalançar as exclusões produzidas pelo dinâmico sistema capitalista.

No Brasil, o PSDB nasceu em 1988, após a transição para a democracia, com uma visão programática socialdemocrata, a partir de quadros parlamentares, políticos e intelectuais.

É verdade que o PSDB de Minas cultiva, há muitos anos, intensos laços com o movimento sindical. Mas a criação, no último 20 de agosto, do Secretariado Estadual para Assuntos Sindicais e Trabalhistas (PSDB Sindical) representa um salto de qualidade na busca de uma concepção moderna e participativa de organização partidária.

Mais de cem dirigentes sindicais alinhados à Força Sindical, à Nova Central Sindical e à UGT atenderam ao chamado do senador Aécio Neves para participarem ativamente da construção de um projeto para o Brasil.

O PSDB Sindical terá uma cadeira na Executiva Estadual. Lançaremos diversos sindicalistas como candidatos em 2012. Promoveremos um amplo debate sobre a agenda do movimento sindical.

A crise da Europa é, em grande parte, do esgotamento do Estado do bem estar social, a crise de identidade da socialdemocracia internacional. Reinventar a socialdemocracia, em pleno século XXI, só será possível com a intensa participação das lideranças dos trabalhadores.

MARCUS PESTANA é deputado federal(MG) e presidente do PSDB em Minas

Aécio Neves diz que Governo do PT sofre de imobilismo e que máquina pública passa por ‘violento aparelhamento’

Aécio Neves diz que governo permanece paralisado por denuncias e cobra rigor nas investigações

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

“Estamos terminando o nono ano de um mesmo governo.  Falta coragem política para enfrentar as grandes reformas”, diz senador

O senador Aécio Neves reiterou, neste sábado (20/08), as críticas de imobilismo feitas ao governo federal.  Em entrevista, o senador afirmou que o governo chega ao final do ano sem realizar as reformas que o país aguardava e sem tomar medidas efetivas de controle sobre a estrutura administrativa dos órgãos e ministérios.

Aécio Neves disse que a faxina prometida pelo governo ainda não ocorreu e atribuiu os desvios e irregularidades denunciados pela imprensa  ao atual aparelhamento do Estado, somado à ausência de controles internos.

“Nenhum dos instrumentos que o governo dispõe, através da Controladoria-Geral da União, das auditorias prévias, tem servido para que a chamada faxina ocorra. Na verdade, o governo reage às notícias de jornal, o que não dá a certeza de que há sinceridade efetiva para se mudar o modus operandi do governo. Tudo isso é conseqüência do violento aparelhamento da máquina pública, jamais visto na história do Brasil”, afirmou o senador.

E  acrescentou:  “O que lamento é que, em oito meses, não apenas a queda dos ministros parece o principal, mas a incapacidade do governo de agir. Onde estão as grandes reformas? O governo hoje se satisfaz em dizer que está afastando A ou B, como se isso fosse programa de governo. Não é. O Brasil precisa de muito mais”, disse Aécio, para quem falta coragem política ao governo: “Estamos terminando o nono ano de um mesmo governo, com as mesmas figuras. Falta coragem política para enfrentar as grandes reformas”.

CPI 

O senador  voltou a defender a investigação rigorosa das denúncias feitas pela imprensa nos Ministérios da Agricultura, Turismo, Casa Civil e Transportes,  e que levaram à substituição de quatro ministros este ano.

Segundo Aécio Neves, a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) no Congresso dependerá  do posicionamento da base do governo. Ele destacou que o comportamento da bancada federal do PSDB, hoje na oposição, não repete o do PT no passado.

“Aqueles que querem efetivamente a investigação irão assinar a CPI. E nós, do PSDB, diferente do PT no passado, teremos a responsabilidade de fazer uma investigação correta, responsável. Portanto, não há o que temer. Aqueles que querem efetivamente as investigações, e virar essa página triste da história do Brasil, não devem temer a CPI”, disse.

O senador participou nesta manhã, em Belo Horizonte,  do ato de criação do PSDB Sindical de Minas Gerais, um órgão de atuação partidária integrado por filiados das centrais sindicais Força Sindical, Nova Central Sindical e UGT.

“Estamos recebendo sindicalistas da maior expressão, que vêm formalmente se somar conosco no PSDB, dando a demonstração que o PSDB tem um projeto de País, um projeto que passa pela questão social, pelos interesses do trabalhador”, afirmou.

Venho aqui, como companheiro da oposição, para dizer que vamos estar firmes denunciando a omissão do governo em relação ao retorno da inflação, que penaliza principalmente a classe trabalhadora – disse Aécio

Fantasma da inflação ocupa palanque do 1º de Maio

 Fonte: O Globo – Silvia Amorim

Aécio acusa governo de omissão no combate à alta dos preços; em carta, Dilma diz que poder aquisitivo será mantido

SÃO PAULO. A festa organizada pelas centrais sindicais, sob comando da Força Sindical, para comemorar o 1º de Maio ontem, em São Paulo, foi marcada por um embate entre governo e oposição sobre o retorno da inflação no país. O senador Aécio Neves (PSDB-MG), um dos líderes da oposição, acusou o governo de omissão na tarefa de evitar a escalada inflacionária. Ausente da comemoração por estar com pneumonia, a presidente Dilma Rousseff mandou mensagem, lida pelo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, garantindo que o poder aquisitivo do trabalhador não será afetado pela alta de preços.

“Não permitirei, sob nenhuma hipótese, que a inflação volte a corroer o poder aquisitivo dos trabalhadores”, disse Dilma no texto lido por Carvalho.

Pouco antes, no mesmo palanque, Aécio pediu atenção dos trabalhadores para a postura do governo em relação à inflação. O tema é uma aposta do PSDB para desgastar o governo Dilma.

– Venho aqui, como companheiro da oposição, para dizer que vamos estar firmes denunciando a omissão do governo em relação ao retorno da inflação, que penaliza principalmente a classe trabalhadora – disse Aécio, que lançou provocações:

– Eu quero dizer aos petistas de todo o Brasil: apertem os cintos e sejam muito bem-vindos ao maravilhoso mundo das privatizações – disse Aécio, em entrevista, referindo-se a concessões de aeroportos.

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, defendeu Dilma:

– Acho que vamos gerar mais de 2,5 milhões de empregos, chegando a 3 milhões. Nós vamos trabalhar para isso, controlando a inflação.

Foi a segunda vez em uma semana que Dilma reforçou publicamente o compromisso de controlar uma onda inflacionária. O centro da meta fixado pelo governo é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais, podendo chegar, no máximo, a 6,5%. A inflação acumulada dos últimos 12 meses chega a 6,3%.

Durante o ato político, promovido por Força Sindical, UGT, CGTB, Nova Central e CTB, parte da estrutura metálica de sustentação de um dos telões cedeu parcialmente, comprometendo a área destinada a deficientes físicos. O setor foi evacuado pelo Corpo de Bombeiros. Ninguém ficou ferido. Houve shows e sorteios de 20 carros. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), recebeu vaias ao iniciar o seu discurso, mas minimizou o fato, alegando ter partido de um “pequeno grupo”.

A festa da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no Centro de São Paulo, atraiu menos de 300 pessoas. Foi promovida à tarde, sob chuva e no horário da semifinal do campeonato paulista de futebol. Em São Bernardo, o evento do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC reuniu cerca de 10 mil pessoas.

Aécio critica ataques ao novo PSD Senador diz que PSDB precisa ‘parar de se preocupar com os outros’

SÃO PAULO. Dois dias depois de o presidente do PSDB, deputado Sergio Guerra (PE), divulgar nota em que chamou o PSD, novo partido criado pelo prefeito Gilberto Kassab, de “adesista e de ética discutível”, osenador Aécio Neves (PSDB-MG) disse ontem que o partido precisa “parar de se preocupar com os outros”. A crítica de Aécio foi feita durante o 1º de Maio da Força Sindical, em São Paulo:

– O PSDB precisa parar de se preocupar com os outros e fazer o seu caminho, construir o seu processo de fortalecimento, denunciando equívocos do governo, o descompromisso dele com seu próprio discurso.

No Twitter, Guerra foi criticado pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), aliado de José Serra. “O presidente do PSDB emerge de um longo mutismo com disposição de combate. Contra o PT? Não. Contra um aliado: Gilberto Kassab.”

Aécio criticou o partido de Kassab, mas defendeu que o PSDB dialogue o prefeito:

– Tenho apreço pelo prefeito Kassab, mas esse partido nasce sem identidade. Mas acho que não devemos deixar de conversar e manter vínculos com ele.

Aécio e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, tentaram reduzir a importância da crise do PSDB. Em Santa Catarina, o governador Raimundo Colombo decidiu ontem à noite trocar o DEM pelo PSD. Com ele irão três deputados federais e seis estaduais.

Aécio Neves participou da festa “Primeiro de Maio Unificado”, em homenagem ao Dia do Trabalhador, organizada, em São Paulo, por cinco centrais sindicais

Aécio Neves alerta sobre desindustrialização e inflação

 Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Senador participou da Festa do Trabalhador em São Paulo

O senador Aécio Neves criticou nesse domingo (01-05-11) a omissão do governo federal em relação ao avanço da inflação e alertou para o processo de desindustrialização pelo qual o Brasil vem passando. Aécio Neves participou da festa “Primeiro de Maio Unificado”, em homenagem ao Dia do Trabalhador, organizada, em São Paulo, por cinco centrais sindicais: Força Sindical, UGT (União Geral dos Trabalhadores), NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores), CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) e CGTB (Central Geral dos Trabalhadores do Brasil).

“Eu venho aqui, Paulinho e companheiros das demais centrais, como companheiro da oposição para dizer que precisamos estar cada vez mais vigilantes contra o processo gravíssimo de desindustrialização da economia brasileira que já nos assusta a todos. Vamos estar aqui absolutamente firmes denunciando a omissão do governo em relação ao retorno da inflação que penaliza principalmente a classe trabalhadora brasileira”, disse o senador em sua saudação aos trabalhadores.

Ele enfatizou que o desenvolvimento do país nas últimas décadas não é obra de um governo ou de um partido, mas fruto da ação da classe trabalhadora. O ex-governador de Minas Gerais lembrou a parceria que fez no estado com as centrais sindicais.

“Em Minas Gerais, construímos um caminho novo que acredito, companheiro Paulinho, companheiro Geraldo Alckmin, vamos construir essa mesma parceria pelo Brasil afora. Aqui estão centrais sindicais que não se submetem a uma agenda de governo. Sabem dialogar com o governo, sabem construir parcerias, mas têm independência.”, afirmou o senador.

 PSDB

Em entrevista após o evento, do qual também participou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o senador, questionado sobre o PSDB de São Paulo, elogiou a força do partido no estado e reiterou a importância da unidade dos tucanos do país.

“Em São Paulo, o PSDB é extremamente vigoroso. Queria eu que tivéssemos em outras partes do Brasil o partido tão vigoroso como em São Paulo; um governador com tanto prestígio quanto o governador Geraldo Alckmin. É hora de uma grande convocação pela unidade do partido, a definição de nossas estratégias e de nossas idéias. O PSDB vive ajustes. Eu vou continuar sempre fazendo um grande apelo pela convergência, pela unidade das nossas forças com o Geraldo, com o Serra, com Aloysio, com Sérgio Guerra. São todos homens públicos extraordinários. Acho que o PSDB sairá bem das eleições de 2012 e vai vencer as eleições de 2014” , disse o senador.

Aeroportos

O senador Aécio Neves também voltou a criticar a demora do governo federal em definir as reformas e ampliações dos aeroportos brasileiros. Apenas na semana passada foi anunciado o plano de concessão e privatização para assegurar a expansão dos aeroportos para a Copa do Mundo. Aécio Neves ressaltou a incoerência do governo do PT que sempre combateu as privatizações.

“Quer problema maior que a incoerência do PT em relação a seu discurso. O PT que criou para o Brasil inteiro um fantasma sobre as privatizações e agora assume o processo de privatizações”, disse o senador.

Aécio quer aproximar PSDB de sindicatos, senador diz que não há social-democracia sem base sindical

Aécio quer aproximar PSDB de sindicatos

Maior alvo dos tucanos é a Força Sindical do deputado Paulinho, que divergiu do governo na questão do mínimo

Fonte: Vera Magalhães – Folha de S.Paulo

Senador diz que não há social-democracia sem base sindical; serrista diverge de aliado e acha que PT utiliza centrais

O encontro com representantes das centrais sindicais na semana passada foi o ensaio de umaestratégia mais ampla do PSDB para tentar obter uma interlocução com as entidades trabalhistas.

O diagnóstico é que, para voltar ao poder, o partido precisa ampliar sua base social e romper o monopólio do PT junto às centrais sindicais -que, além de reunirem expressivo número de filiados, dispõem de ampla estrutura de propaganda política.

A aproximação com os sindicatos faz parte do projeto do senador Aécio Neves (MG) para tentar se cacifar para a eleição presidencial de 2014.

O principal alvo dos tucanos é a Força Sindical, ligada ao PDT do ministro Carlos Lupi (Trabalho) e de Paulo Pereira da Silva, o Paulinho.

A aproximação entre Aécio e Paulinho irritou tanto o Palácio do Planalto quanto a ala tucana ligada a José Serra, que defendia R$ 600 para o mínimo. Aécio encampou os valor das centrais: R$ 560.

Em Minas, a Força apoiou a eleição de Aécio e do governador Antonio Anastasia. A Social Democracia Sindical e a CGT (Central Geral dos Trabalhadores) também gravitam na órbita tucana.

BLOCO MONOLÍTICO

Apesar da derrota inconteste que sofreu na votação do mínimo, a oposição avalia que o debate serviu para provocar a primeira cizânia na unidade sindical em torno do governo, inabalável na gestão Luiz Inácio Lula da Silva.

Além da já umbilical ligação entre a CUT e o PT, Lula conseguiu fidelizar também as demais entidades.

Isso se deu graças à divisão de cargos em organismos do governo e, principalmente, ao repasse do imposto sindical para as seis centrais, o que irrigou seus cofres com R$ 146 milhões desde 2008.

Ricardo Antunes, professor de Sociologia do Trabalho da Unicamp, já comparou o movimento feito por Lula à relação entre os sindicatos e Getúlio Vargas, criador do imposto sindical.

Outros estudiosos chamaram o fenômeno de “neopeleguismo”, novamente em alusão à era Vargas.“Não podemos deixar como única alternativa para essas forças se aliar ao PT”, disse Aécio à Folha. Ele argumenta que “não existe partido social-democrata no mundo sem uma seção sindical”.

Num sinal de que também esse tema não é unânime no PSDB, o senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), um dos principais porta-vozes do grupo serrista, acha que o partido não deve buscar com os sindicatos a mesma relação que o PT criou.

“Sempre tivemos ponte com o movimento sindical, mas nunca tivemos a intenção de aparelhá-lo.”

Ele criticou o fato de as centrais serem “alimentadas pelo imposto sindical” e atuarem como “correia de transmissão do governo”.

Sobre os embates entre sindicatos como a Apeoesp (que reúne os professores paulistas) e o governo tucano em SP, Nunes diz que essas entidades atuam como partidos. “São inimigos dos progressos na educação.”

Ele defende que a interlocução do PSDB com o movimento sindical se dê por meio de entidades independentes. “Respeitamos a autonomia sindical.”

Governador Antonio Anastasia recebe representantes da Força Sindical de Minas Gerais

Governador Antonio Anastasia se encontrou com representantes da Força Sindical

Governador se encontrou com representantes da Força Sindical

O governador Antonio Anastasia recebeu, nesta terça-feira (1º), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, representantes da Força Sindical de Minas Gerais. Durante o encontro, o presidente da associação, Rogério Fernandes, e demais líderes sindicais apresentaram ao governador as principais demandas dos trabalhadores mineiros, dentre elas a padronização dos pisos salariais no Estado, incentivos para a qualificação da mão de obra e uma participação maior dos representantes sindicais nos Conselhos Institucionais do Estado. Eles também explicitaram a necessidade de destacar a importância do movimento sindical mineiro para o cenário nacional.

Antonio Anastasia ressaltou o empenho do Governo de Minas em melhorar as condições de trabalho em Minas Gerais, com a geração de empregos de qualidade. “Vamos investir mais na capacitação profissional e o Governo de Minas está de portas abertas e preparado para melhorar as condições de trabalho em Minas Gerais”, disse.