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Governo de Minas: Fundação João Pinheiro lança primeiros volumes da série “Boletim PAD”

Publicações abordam indicadores de despesas domiciliares em Minas Gerais, segundo dados da Pesquisa por Amostra de Domicílios 2009

O Centro de Estatística e Informações (CEI) da Fundação João Pinheiro (FJP) lançou nesta terça-feira (20) os dois primeiros volumes da Série “Boletim PAD”, uma linha de publicações focada nos resultados da Pesquisa por Amostra de Domicílios de Minas Gerais (PAD-MG).

Os volumes I e II da série abordam indicadores de despesas domiciliares, segundo dados da primeira edição da pesquisa, realizada em 2009. A análise das informações contidas em ambas as publicações permite não só o conhecimento dos padrões de consumo da população mineira, como também a avaliação do nível de alcance e ramificação de políticas públicas e serviços implementados pelo Estado.

A Pesquisa por Amostra de Domicílios é desenvolvida pela fundação em parceria com o Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas e com apoio do Banco Mundial e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Realizado a cada dois anos, o estudo tem como objetivo conhecer em profundidade as características socioeconômicas, demográficas e culturais da população mineira.

“Este estudo é de fundamental importância para Minas Gerais, pois disponibiliza para a sociedade, instituições, governo e imprensa uma base de dados de alta qualidade, que pode subsidiar diversas outras pesquisas e estudos”, observou a presidente da Fundação João Pinheiro, Marilena Chaves.

Padrões de consumo

As publicações “Boletim PAD 2009 – Indicadores de Despesas Domiciliares”, partes I e II, descrevem os padrões de despesas relativos à habitação, educação, saúde e gastos coletivos do domicílio, como vestuário, artigos de higiene pessoal e limpeza da casa, recreação, cultura, alimentação, bebidas dentro e fora do domicílio, transporte, comunicação e imposto de renda.

“A PAD é uma pesquisa inédita, tanto em Minas Gerais quanto em outros estados do Brasil. A vantagem sobre outras pesquisas, como a do IBGE e a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), ambas realizadas pelo governo federal, é que a PAD possibilita a inclusão de novas informações e trabalha com dados regionais, sendo a única que analisa as sub-regiões”, explicou o diretor do Centro de Estatística e Informações da Fundação João Pinheiro, Frederico Poley.

“Além de mostrar os padrões regionais, esta pesquisa aponta como uma sociedade se organiza, quais são suas preferências e particularidades, pois seu nível de desagregação de dados é mais amplo”, completou a pesquisadora do Centro de Estatística e Informações, Karina Rabelo.

Principais resultados

Educação – Os domicílios mineiros têm um gasto médio mensal per capita com educação de R$ 67,28. Desse total, R$ 41,28 são destinados a mensalidade escolar, o que corresponde a 61,36% dos investimentos totais em educação. Na sequência, estão o custeio de transporte (R$ 8,11), merenda (R$ 4,94) e material escolar (R$ 4,46).

A Região Metropolitana de Belo Horizonte (R$ 85,13), a Zona da Mata (R$ 78,36), e o Triângulo Mineiro (R$ 70,35) são as regiões que apresentam maiores despesas com educação. As regiões Norte (R$ 33,14), Central (R$ 45,81) e Centro-Oeste (R$ 50,30) são as que registram os menores gastos com educação.

De acordo com a pesquisa, à medida que ocorrem acréscimos em anos de estudo na escolaridade dos chefes de família, há crescimento gradativo nas despesas com educação em Minas Gerais.

Saúde  – Em média, os domicílios mineiros gastam mais em saúde do que em educação. Do total de R$ 96,74 em despesas com saúde, mais da metade corresponde ao pagamento de plano ou seguro saúde (R$ 53,10), representando 54,89% das despesas neste segmento.

No Estado, domicílios chefiados por mulheres apresentam gastos com saúde superiores àqueles chefiados por homens: R$ 107,21 contra R$ 90,27, respectivamente.

Habitação e Gastos Diversos no Domicílio – Como ocorre com todas as despesas analisadas, em geral, gastos com habitação têm relação com a renda média mensal do domicílio: quanto maior o nível de renda, mais elevadas as despesas. No entanto, foram observados domicílios chefiados por mulheres que possuem menores níveis de renda e, mesmo assim, têm mais despesas com habitação (R$ 199,36) do que aqueles chefiados por homens (R$ 168,99).

A RMBH é a região que possui maior despesa per capita com habitação e gastos diversos no domicílio (R$ 244,51), representando um gasto 36,15% maior quando comparado com o total de Minas Gerais. A região Norte, por sua vez, apresenta resultado de despesa inferior a 41,67%, em relação ao total do Estado.

Alimentação – O total de gastos em alimentos e bebidas foi de R$ 57,87, menor que o valor gasto em educação (R$ 67,28) e saúde (R$ 96,74). Laticínios e panificados representam a maior parte dessas despesas (22,23%), seguidos por grãos, cereais, farinha, leguminosas e oleaginosas (15%). O consumo de carnes, aves, peixes e ovos também é parte significativa da despesa, representando 13,39% do total.

PAD 2011

Atualmente em sua segunda edição, os primeiros resultados da PAD 2011 serão apresentados em abril de 2012. A pesquisa obteve informações de cerca de 18 mil domicílios distribuídos por todo o Estado, em 1.200 setores censitários de áreas urbanas e rurais, incluindo a capital e Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A PAD-MG fornece os elementos necessários para o desenho das características da população, suas ações e posições no sistema de estratificação social e no mercado, e seus resultados são utilizados para originar novos estudos sobre temas específicos e subsidiar a elaboração, acompanhamento e avaliação de políticas públicas em Minas Gerais.

 

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/fundacao-joao-pinheiro-lanca-primeiros-volumes-da-serie-boletim-pad/

Gestão em Minas: Fapemig efetua repasse de recursos ao Programa Pesquisador Mineiro

Iniciativa beneficia profissionais com concessão de cotas financeiras mensais para o desenvolvimento de pesquisas

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) iniciou esta semana o pagamento da terceira e última parcela do Programa Pesquisador Mineiro (PPM), lançado em 2010. Os recursos somam R$ 1,848 milhão, distribuídos nas 179 propostas aprovadas. Ao todo, esta edição do programa destinou mais de R$ 7,4 milhões em recursos.

Programa Pesquisador Mineiro

O Programa Pesquisador Mineiro tem o objetivo de apoiar pesquisadores ou tecnólogos de reconhecida liderança em sua área de atuação, beneficiando-os com a concessão de cotas financeiras mensais (Grant) para o desenvolvimento de seus projetos de pesquisa. Em quatro anos de edital, já foram concedidas mais de mil cotas.

O programa foi concebido nos moldes do “Cientistas do nosso Estado”, modalidade de apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), criada há dez anos. Entre as vantagens para o pesquisador, está a flexibilidade financeira, já que o programa permite a realização de gastos e a posterior classificação de recursos. Outra conseqüência é a melhor distribuição dos recursos, pois os pesquisadores contemplados, de alta produtividade, não concorrem a auxílios de mesma natureza, abrindo espaço para pesquisadores em ascensão.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/fapemig-efetua-repasse-de-recursos-ao-programa-pesquisador-mineiro-2/

Governo de Minas: Fapemig libera recursos para institutos nacionais de ciência e tecnologia

Projetos contemplados receberão, ao todo, recursos da ordem de R$ 10,4 milhões

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) libera a partir desta sexta-feira (16) recursos para a continuidade das pesquisas dos três primeiros Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCTs) de Minas Gerais que passaram pela avaliação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os projetos contemplados são: Medicina Molecular, Nano-biofarmacêutica e Estruturas Inteligentes para Inovação em Engenharia. Eles receberão, ao todo, R$ 10,4 milhões, sendo que a Fapemig investirá R$ 4,6 milhões, a Petrobrás R$ 1,3 milhão e o restante será financiado pelo CNPq.

Todos os 13 INCTs de Minas Gerais aprovados no primeiro edital do programa, lançado pelo CNPq em 2008, receberão financiamento ao longo de cinco anos, conforme previsto, pois foram avaliados com sucesso em 2010 tanto no seminário local quanto no nacional. Como decorrência da avaliação nacional de todos os projetos, em 2011, o Programa dos INCTs foi analisado pelo Comitê do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que decidiu por sua continuidade.

Por terem sido os primeiros a iniciarem suas atividades no Estado, os três INCTs citados apresentaram suas propostas para continuidade dos projetos ao longo dos próximos dois anos. Estas propostas foram analisadas por consultores ad-hoc e aprovadas pelo CNPq.

Seguindo os prazos previstos, todos os outros dez INCTs de Minas Gerais estão passando por procedimento similares e, ainda no primeiro semestre de 2012, devem ter seus processos prorrogados e novos investimentos vão garantir a continuidade do Programa.

INCTs

O Programa INCTs foi lançado em 2008 pelo CNPq que, com recursos próprios e de parceiros, entre eles, a Fapemig destinou mais de R$ 600 milhões a grupos de pesquisa em todo o país, possibilitando a formação de 123 INCTs. O programa tem o objetivo de mobilizar e agregar, de forma articulada, os melhores grupos de pesquisa em áreas estratégicas para o Brasil, além de impulsionar a pesquisa científica básica e estimular o desenvolvimento da pesquisa científica e tecnológica de ponta.

Em Minas Gerais, são 13 INCTs, que congregam universidades e centros de pesquisas em atividades voltadas para áreas específicas do conhecimento. No primeiro investimento, os INCTs mineiros receberam R$ 72 milhões, sendo metade proveniente da FAPEMIG e metade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os recursos vindos da Fapemig foram pagos em três parcelas: em 2009, 2010 e 2011, totalizando R$ 36 milhões.

Além da Fapemig, o Programa do CNPq tem como parceiros a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Ministério da Saúde (MS), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e as Fundações de Amparo à Pesquisa do Amazonas (Fapeam), do Pará (Fapespa), de São Paulo (Fapesp), do Rio de Janeiro (Faperj) e de Santa Catarina (Fapesc).

Fonte: Agência Minas

Gestão da Saúde: Fundação Hospitalar de Minas Gerais abre inscrição para o 3º Fórum Científico

Encontro é voltado para pesquisadores que queiram publicar seus trabalhos

Estão abertas as inscrições para o 3º Fórum Científico da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) para participantes e pesquisadores que queiram submeter seus trabalhos para publicação. O prazo para inscrições e envio de resumos vai até 9 de abril, mas os participantes podem se inscrever até 28 de maio aqui . O fórum acontece nos dias 29 e 30 de maio.

O tema desta edição será “Integração, Ensino e Pesquisa” e vai reunir pesquisadores e especialistas da fundação, além de convidados de outras instituições, como Ministério da Saúde, Secretaria de Estado e de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). Será apresentada a produção científica recentemente desenvolvida na Rede Fhemig e discutidos temas relacionados à pesquisa, ensino e inovação tecnológica.

Atualmente, são quase 300 profissionais da Fhemig, de vários níveis de formação, que estão atuando nas linhas de investigação nos 25 grupos de pesquisa certificados pelo CNPq, nas mais diversas áreas da saúde. A fundação possui, ainda, o Núcleo de Inovações Tecnológicas – INOVA, que monitora as pesquisas realizadas na instituição com vistas ao potencial de registro de propriedade intelectual, e o Núcleo de Apoio ao Pesquisador.

“Todo este ambiente possibilita a formação em pesquisa, inovação e a transferência de tecnologias que realimenta estas atividades. Para isso, são valorizadas a interdisciplinaridade, a cooperação interinstitucional e a participação de estudantes, graduados e residentes”, afirma o gerente de Ensino e Pesquisa, da Diretoria de Gestão de Pessoas, Roberto Marini Ladeira.

Marini acrescenta que estas iniciativas fortalecem o papel do Estado no cenário nacional do ensino, pesquisa e inovação tecnológica, ao mesmo tempo em que torna a Fhemig um ambiente atrativo e capaz de reter talentos. “E, principalmente, permite que as pesquisas desenvolvidas resultem em aumento na qualidade do atendimento prestado à população”, diz.

Avaliação

Os novos trabalhos inscritos serão avaliados pela Comissão Científica do Fórum e os melhores serão premiados. Como a terceira edição deste fórum aconteceria em setembro do ano passado, muitos resumos já foram inscritos e avaliados. Para continuar a participar, os autores precisam confirmar e aprovar sua publicação pelo e-mail marcelo.abrantes@fhemig.mg.gov.br (orientações no endereço http://www.fhemig.mg.gov.br/pt/ensino-e-pesquisa/pesquisa/forum-cientifico). A não confirmação implica em não publicação.

O 3º Fórum Científico faz parte da programação dos 35 anos da Fhemig, a serem completados em 3 de outubro deste ano. O incentivo à pesquisa é uma das mais importantes facetas desta instituição, que é considerada a maior rede de hospitais públicos do país.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: pesquisa da Unimontes resulta em pedido de registro de patente de produto junto ao Inpi

Além de auxiliar em estudos que visam analisar a assimetria palmar, novo produto poderá ser usado em investigações criminais

Felipe Gabrich
O estudo foi realizado por Bárbara Gusmão Lopes, ex-aluna do mestrado em Ciências da Saúde
O estudo foi realizado por Bárbara Gusmão Lopes, ex-aluna do mestrado em Ciências da Saúde

Um trabalho de pesquisa desenvolvido pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), no âmbito do Programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Ciências da Saúde, resultou no pedido de registro de patente de um novo produto junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). A partir do estudo, denominado “Assimetria Dermatoglífica em Pais de Crianças com Fissuras Lábiopalatinas (assimetria das impressões digitais e das palmas das mãos)”, foi desenvolvido um coletor de impressões das palmas das mãos.

Além de auxiliar em estudos que visam analisar a assimetria palmar (desenho das palmas das mãos) em diferentes doenças genéticas, o novo produto poderá ser usado em investigações criminais (perícias) e no aconselhamento genético de casais para terem filhos.

Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), o estudo foi realizado por Bárbara Gusmão Lopes, ex-aluna do mestrado em Ciências da Saúde, tendo como coordenador o professor Hercílio Martelli Júnior, do Departamento de Odontologia. Também participaram do trabalho a professora Daniella Martelli (Departamento de Odontologia) e a acadêmica Izabella Nobre Queiroz (do curso de Medicina), que contaram com o apoio dos professores Mário Sérgio Oliveira Swerts e Sibele Aquino, da Universidade de Alfenas (Unifenas).

O processo de depósito da patente do coletor de impressões palmares junto ao Inpi foi encaminhado por intermédio do Núcleo de Propriedade Intelectual e Inovação Tecnológica da Unimontes – Ágora –, vinculado à Coordenadoria de Inovação Tecnológica, da Pró-Reitoria de Pesquisa. Também participam do processo de registro da patente a Fapemig e a Unifenas.

De acordo com as normas do registro e proteção da propriedade intelectual, o produto ficará sob sigilo no Inpi durante 18 meses. Somente depois desse prazo que poderão ser divulgados dados científicos sobre o novo produto, bem como o nome da patente registrada.

Avanço na pesquisa

O professor Hercílio Martelli Júnior destaca que o encaminhamento do registro da patente do coletor de impressões palmares representa um verdadeiro salto para a pesquisa na Unimontes. “O registro da patente de um produto significa a elevação da inovação tecnológica em qualquer instituição”, afirma, salientando que, com o fato, a Universidade Estadual de Montes Claros também passa a ser referência na investigação científica para outras instituições.

Egressa do curso de Educação Física da Unimontes, a autora da pesquisa, Bárbara Gusmão Lopes, explica que realizou o trabalho com o objetivo de avaliar a relação entre a dermatoglifia (impressões digitais e desenho das linhas das palmas das mãos) e as fissuras labiopalatinas. “Existem pesquisas que mostram que a assimetria dermatoglífica excessiva pode ser um indicador de alterações genéticas”, ressalta Bárbara, que concluiu o mestrado em Ciências da Saúde em dezembro de 2011. Ela destaca que o produto que desenvolveu poderá auxiliar trabalhos de pesquisa que visam analisar a assimetria palmar em diferentes doenças genéticas.

Bárbara Gusmão salienta que o estudo da Unimontes foi o primeiro experimento feito no Brasil que associou a assimetria dermatoglífica com a fissura labiopalatina (lábio leporino). “Os resultados mostraram que os pais de filhos com as fissuras labiais têm alterações na palma na mão”, frisa pesquisadora. Ela observa, ainda, que já existem trabalhos de investigação científica que apontam a associação entre a assimetria das impressões digitais e do desenho das linhas das mãos com a Síndrome de Down, as fissuras labiopalatinas, doenças psiquiátricas e com a leucemia.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: governo de Minas investe em solução tecnológica para garantir segurança à população

Programa Agentto, que tem Uberaba como primeira cidade a ser atendida, permitirá que pessoas expostas a situações de risco possam ser socorridas rapidamente

Divulgação/Sectes
Secretário Narcio Rodrigues faz pronunciamento durante lançamento do Programa Agentto
Secretário Narcio Rodrigues faz pronunciamento durante lançamento do Programa Agentto

Você imaginou ter o seu smartphone (celular com funcionalidades avançadas) trabalhando pela sua segurança? Isso já está em fase de implantação no Brasil, especialmente em Uberaba, Triângulo Mineiro. Na região, foi lançado na última sexta-feira (9) do Programa Agentto, por meio de acordo de cooperação técnica do qual participa o Governo de Minas. Nessa primeira fase, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) vai investir R$2,2 milhões.

Desenvolvida por um grupo de 60 especialistas com recursos da Finep/MCT (Financiadora de Projetos), o Agentto visa a uma evolução da tecnologia associada à solidariedade para deixar o cidadão mais seguro no seu dia a dia. O programa, que terá Uberaba como a primeira cidade a ser atendida, é considerado uma solução integrada de segurança, pois vai permitir que as pessoas expostas a situações de risco possam ser atendidas rapidamente, principalmente pela Polícia Militar.

A fase ainda é de programa-piloto, mas os uberabenses que têm smartphone poderão se cadastrar a partir de 10 de abril. O software do programa permitirá que movimentos suspeitos sejam detectados e o socorro seja viabilizado com o auxílio do sistema de localização. A parceria envolve também a Prefeitura de Uberaba e a Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Uberaba (ACIU).

Para o secretário de Planejamento do município, Karim Abud, a insegurança é um problema mundial, por isso a importância das parcerias para buscar soluções tecnológicas. Uberaba, com cerca de 300 mil habitantes, terá até 60 mil cadastrados no sistema que captará movimentos estranhos e permitirá que a PM, rede de amigos e familiares possam tomar as providências necessárias a uma situação de emergência.

Segundo o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, o Agentto chegará a 600 mil mineiros em Uberaba, Uberlândia, Montes Claros, Governador Valadares e Grande BH. “Queremos também levar o programa para as escolas, utilizando os computadores físicos para combatermos a presença nociva e ameaçadora das drogas e do narcotráfico”, assegurou Narcio.

Memorial da Imprensa de Uberaba

Ainda na sexta-feira, o Governo de Minas, por meio do secretário Narcio Rodrigues, assegurou recursos de R$ 2 milhões por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) para a instalação do Memorial da Imprensa de Uberaba. O projeto tem a parceria da prefeitura, que está finalizando as adaptações do local onde será erguido o Complexo Estação Memória com diversos espaços culturais e a sede da Academia de Letras do Triângulo Mineiro.

A cidade é uma das mais tradicionais no que se refere à produção jornalística iniciada ainda no século 19. A verba será aplicada na compra de equipamentos para realizar a microfilmagem dos principais jornais da cidade, desde o extinto Lavoura e Comércio, que chegou a 100 anos, até os diários atuais, como Jornal da Manhã e Jornal de Uberaba. Também terá um acervo com equipamentos e maquinários antigos utilizados no passado pela imprensa uberabense. Todo o trabalho de estruturação será desenvolvido em parceria com empresários de comunicação.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: estão abertas as inscrições para o Prêmio Marcos Luiz dos Mares Guia

As inscrições para o prêmio devem ser feitas pelos Correios até o dia 8 de junho de 2012

Instituições e empresas com sede em Minas Gerais já podem inscrever seus pesquisadores para concorrerem à quarta edição do Prêmio de Pesquisa Básica Marcos Luiz dos Mares Guia, promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Esta é a quarta edição do prêmio que, nos anos pares, é concedido a pesquisadores mineiros e, nos ímpares, a unidades de pesquisa sediadas em Minas Gerais. Em 2012, portanto, o prêmio será destinado a pesquisadores que tenham se destacado em estudos e pesquisas básicas que contribuam e apresentem potencial para subsidiar o desenvolvimento de soluções para problemas da humanidade. Eles devem ser indicados pelas instituições ou empresas nas quais desenvolvem seus trabalhos.

O nome do prêmio é uma homenagem a um dos mais importantes pesquisadores da área de biotecnologia do país. Marcos Luiz dos Mares Guia foi um dos responsáveis pela descoberta da insulina humana recombinante e pela fundação da Biobrás, empresa pioneira na fabricação de insulina no  Brasil.

Pesquisa Básica

Por pesquisa básica, entende-se aquela que visa compreender a natureza e aumentar o conhecimento humano. Naturalmente, não é possível antecipar seus efeitos, no entanto, é possível conduzir pesquisas básicas a partir da identificação de necessidades da sociedade. Originada de problema existente, em que o cientista procura entender fenômenos, mas cujo resultado deriva possíveis soluções tecnológicas, a pesquisa básica é de extremo valor para o processo de inovação.

As inscrições para o prêmio devem ser feitas pelos Correios até o dia 8 de junho de 2012. A ficha de inscrição e o regulamento estão disponíveis no endereço www.fapemig.br/premio.

Mais informações: premiomlmg@tecnologia.mg.gov.br  ou premiomaresguia@fapemig.br

Fonte: Agência Minas