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Aécio presidente: eleições 2012 deixam senador mais forte em 2014

Aécio fica forte em 2014. “Agora é Aécio Neves presidente do Brasil. E deixa o Márcio trabalhar!” – discursou Anastasia.

Aécio presidente: Eleições 2012

Fonte:O Globo

Vitória fortalece Aécio na disputa presidencial

 Eleições 2012: Aécio fica forte em 2014

Eleições 2012: Aécio fica forte em 2014.

Senador tem nome lançado ao Planalto na festa da reeleição de Lacerda

BELO HORIZONTE Padrinho “pé quente” da reeleição de Márcio Lacerda para a prefeitura de Belo Horizonte, o senador Aécio Neves (PSDB) teve seu nome lançado para disputar a Presidência da República na festa de comemoração que agitou ontem à noite a Avenida Rajagabaglia, no centro da capital mineira. Ele chegou na festa como a grande estrela, chamado por Lacerda como uma das duas maiores lideranças do Brasil, junto com o governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia.

– Agora é Aécio Neves presidente do Brasil. E deixa o Márcio trabalhar! – discursou Anastasia, lançando o grito de guerra acompanhado pela multidão.

– Passamos momentos difíceis esses dias. Agora é trabalhar para eleger Aécio Neves o próximo presidente do Brasil! – emendou o vice de Márcio, Délio Malheiros.

Quem conhece bem Aécio diz que ele segue à risca a cartilha do avô, o ex-presidente Tancredo Neves, que sabia como ninguém aproveitar o momento político e entrar na arena na hora certa. Apagado no cenário político até então, Aécio evitou entrar em bola dividida com o governo federal, mas pulou no colo do prefeito Márcio Lacerda e ocupou o espaço deixado pelo PT, que, no último minuto, rompeu a aliança de anos e lançou a candidatura de Patrus Ananias em Belo Horizonte. Agora, é apontado como o responsável pela segunda vitória do afilhado.

Aécio abraçou a campanha junto com Anastasia e usou o palco político da eleição da capital mineira para abrir uma outra frente com vistas a 2014: a polarização com a presidente Dilma Rousseff, com quem travou um duelo verbal nas últimas semanas.

Com a eleição de Lacerda no primeiro turno, Aécio demarca seu território e sai como uma liderança forte para 2014, não só em Minas, mas também dentro do PSDB, que terá de decidir entre ele e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin quem concorrerá ao Palácio do Planalto. Dependendo da eleição em São Paulo, José Serra entra nesta disputa interna.

Aécio: “só reagi a ataques”

Tanto Aécio quanto o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) saem fortalecidos para 2014, ao eleger seus afilhados no primeiro turno. Dilma e Lula perdem neste primeiro momento. A presidente se desgastou e sai como derrotada em Minas Gerais. Não elegeu Patrus e ainda ajudou a fortalecer Aécio. Próxima batalha: Palácio do Planalto.

Minas Gerais jamais se curva. Pelo contrário, se engrandece no combate – discursou Aécio, comemorando a vitória sobre Dilma, Patrus e o PT.

Ao votar no colégio Milton Campos, onde a presidente estudou no ensino médio, ele não quis continuar o duelo engrossado durante a semana:

– Eu tenho muito apreço pela presidente Dilma. Eu só reagi a ataques. Agora vamos em frente, com paz e amor.

Negou que, por seu embate com Dilma, tenha se transformado em protagonista na eleição de Belo Horizonte.

– De forma alguma! Estou orgulhoso da campanha até agora ao lado de Lacerda. Política não é uma ação solitária, é solidária. É preciso estar sempre bem acompanhado – disse Aécio. – O mineiro não coloca o carro na frente dos bois. Estamos em 2012 e não vamos falar em 2014.

Eleições 2012: Aécio presidente – Link da matéria: http://oglobo.globo.com/pais/eleito-no-1o-turno-marcio-lacerda-prega-distensao-com-pt-6326925

Aécio diz que Dilma foi agressiva com os mineiros

Aécio diz que Dilma foi agressiva com os mineiros. “Nós temos um prefeito e um governador que são muito bem avaliados”, comentou o senador.

Fonte: O Globo

Aécio responde a Dilma: ‘a presidente está precisando de um descanso’

Senador compara agressividade da presidente à de Lula e diz que estado não tem dono

 Aécio diz que Dilma foi agressiva com os mineiros

Aécio diz que Dilma foi agressiva com os mineiros

BRASÍLIA – O senador Aécio Neves (PSDB-MG) aproveitou a carreata final da campanha de Márcio Lacerda em Belo Horizonte, nesta sexta-feira, para responder às críticas da presidente Dilma Rousseff, feitas em comício de Patrus Ananias (PT), nesta quarta-feira.

– Eu fiquei muito honrado da presidente da República ter deixado Brasília para vir aqui em Belo Horizonte responder às minhas citações. Eu só lamento que ela tenha precisado de cola para lembrar as reivindicações de Minas Gerais – disse o senador, sobre Dilma ter chamado seu assessor para trazer um lembrete que ela havia preparado para o comício.

Sobre uma das alfinetadas da presidente ao senador, a de que ela não teria deixado Minas Gerais “para ir à praia”, Aécio respondeu:

– A presidente Dilma está precisando de um descanso.

O senador afirmou que Dilma está mais parecida com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, não por passar a participar de comícios pelos candidatos petistas, mas sim pela agressividade.

– De alguma forma, a presidente Dilma está parecida com o Lula, na agressividade, na desqualificação do adversário. Qualquer decisão que aconteça aqui no domingo será com liberdade. Quer dizer que não votar com o candidato da presidente significa que o eleitor é tutelado? Eu repito, Minas não tem dono – disse Aécio, novamente respondendo a crítica da presidente, que afirmou que o senador “não é dono de Minas Gerais”.

Aécio ainda criticou Dilma, dizendo que ela não trouxe propostas para as reivindicações da cidade.

– Dizer que Minas tem dono é um desrespeito com a população. Nós temos um prefeito e um governador que são muito bem avaliados. E a população tem direito de querer que eles continuem. Dizer que isso é voto tutelado, de cabresto? A presidente foi muito agressiva – disse.

Ele voltou a comentar a crítica feitas pelos tucanos, de que Dilma, apesar de ter nascido em Minas, vota no Rio Grande do Sul.

– Eu tenho muita curiosidade de saber onde que a mineira vai votar lá no Rio Grande do Sul.

VEJA TAMBÉM

Aécio: eleições 2012 – Link da matéria:http://oglobo.globo.com/pais/aecio-responde-dilma-presidente-esta-precisando-de-um-descanso-6297520#ixzz28SKCTfrW A

Senador Aécio Neves: líder da oposição Costuras políticas na pauta do encontro

Senador Aécio Neves: líder da oposição

Costuras políticas na pauta do encontro

Fonte: Diário de Pernambuco

 Senador Aécio Neves encontra Eduardo Campos

Governador de Pernambuco Eduardo Campos e o

Senador Aécio Neves vem ao Recife para participar de evento do PSDB e se reunir com governador.
senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG) desembarca hoje no Recife com uma agenda recheada de compromissos políticos. De um lado, como liderança partidária, é aguardado por pré-candidatos tucanos, que vão participar do Congresso Nacional do PSDB-Mulher, em Boa Viagem. Do outro e o mais esperado, um encontro com o governador Eduardo Campos (PSB), tendo como pano de fundo possíveis alianças para as eleições municipais e, quem sabe, 2014, quando pretende disputar a Presidência.O encontro entre Aécio Eduardo vai ocorrer no Palácio do Campo das Princesase contará com a participação do deputado federal pernambucano, Sérgio Guerra, que preside nacionalmente a legenda tucana. A pauta da conversa não foi divulgada, mas não faltam militantes do PSDB para analisar o ato como mais um em direção a uma aproximação para 2014. Em reserva, um deputado tucano explicou que o senador estaria buscando o apoio do governador para a disputa à Presidência. Em troca, o partido teria o direito de indicar o vice.Atualmente, os socialistas integram o leque de apoio ao atual governode Minas, Antônio Anastasia (PSDB). Em contrapartida, os tucanos apoiam a reeleição do prefeito deBelo HorizonteMárcio Lacerda (PSB). Uma dobradinha presente em vários outros estados, a exemplo da Paraíba, onde o governador socialista Ricardo Coutinho teve o apoio tucano no pleito.Os tucanos disputam com os petistas o apoio dos socialistas em São Paulo, onde José Serra (PSDB) se prepara para enfrentar o ex-ministro Fernando Haddad (PT). Essa questão, de acordo com as informações de bastidores, está sendo conduzida por Sérgio Guerra, que traça um caminho de aproximação com Eduardo desde a eleição de 2010, quando o socialista foi reeleito. O maior empecilho ao fechamento do acordo é a proximidade entre Eduardo e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, padrinho político de Haddad.Presidência
O encontro de hoje faz parte do leque de articulações que o tucano tem encabeçado para viabilizar o projeto de disputa da eleição, em 2014. O partido saiu do último pleito com a terceira derrota seguida para o PT (duas para Lula e uma para Dilma). Essa versão, no entanto, é contestada pela ex-deputada estadual Terezinha Nunes. Para ela, a vinda do senador Aécio Neves tem o intuito de fortalecer, mobilizar e levar a mensagem para o partido. “Não acho que tenha nada de política, porque ele vai para todos os encontros mesmo. Nos que eu participei, ele sempre estava presente”, disse Nunes.

Editorial do Estado de S.Paulo critica governos do PT por falta de gestão pública e incapacidade de gerir recursos

Gestão Pública, Gestão sem eficiência

Fonte: Editorial – O Estado de S.Paulo

Ainda a herança pesada

Chamada de “mãe do PAC” – o Programa de Aceleração do Crescimento criado com objetivos nitidamente eleitorais – pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que desse modo queria forjar a imagem de administradora competente da então candidata presidencial do PT, a presidente Dilma Rousseff agora está tendo de pagar as contas do mesmo programa deixadas por seu antecessor. São despesas tão grandes que, financeiramente, a impedem de iniciar obras que havia anunciado como prioritárias durante a campanha eleitoral e constam do Orçamento de 2011.

O governo Dilma anunciará nos próximos dias um novo balanço parcial da execução do PAC e, como já fez em julho, quando apresentou as realizações dos primeiros seis meses de mandato da atual presidente, deverá exibir números com os quais tentará convencer a população de que o programa está sendo executado de acordo com a programação e que os investimentos neste ano são maiores dos que os de 2010.

Os grandes números da execução do PAC, de fato, sugerem esse aumento. Os pagamentos relativos a ações (investimentos e outras despesas) inscritas no PAC feitos neste ano já somam R$ 21,7 bilhões, valor praticamente igual aos R$ 22 bilhões pagos durante todo o ano passado. Não há dúvidas de que, até o dia 31 de dezembro, o total de 2011 alcançará um valor bem maior do que o do ano passado.

Mas, como mostrou o Estado (18/11), em reportagem de Lu Aiko Otta, nada menos do que R$ 16,1 bilhões, ou praticamente três quartos de tudo o que foi gasto em 2011, se referem a restos a pagar – despesas assumidas em exercícios anteriores (no governo Lula), mas não quitadas e, por isso, foram empurradas para os anos seguintes -, de acordo com levantamento feito pela organização não governamental Contas Abertas. Isso quer dizer que o governo Dilma só conseguiu aplicar R$ 5,6 bilhões em projetos previstos no Orçamento do PAC para 2011, que totaliza R$ 40,4 bilhões. Em resumo, até agora, o atual governo só conseguiu executar 13,9% do que foi programado para 2011.

A execução do PAC no ano que vem não deverá ser muito melhor do que a de 2011. Ainda resta uma fatia pesada da herança deixada pelo governo Lula. Mesmo com os pagamentos já feitos, o estoque de restos a pagar continua alto, de R$ 16,4 bilhões. “Provavelmente ainda viraremos o ano com um saldo grande”, previu o secretário-geral da associação Contas Abertas, economista Gil Castelo Branco.

A associação considera o que o governo Dilma está fazendo uma espécie de “arrumação da casa”, ou um acerto das contas deixadas pelo antecessor. Essa arrumação está impedindo o atual governo de cumprir com a velocidade prometida uma das principais promessas eleitorais da então candidata do PT, o programa Minha Casa, Minha Vida, que, no Orçamento de 2011, recebeu uma das maiores verbas do PAC.

O Orçamento de 2011 reservou R$ 12,7 bilhões para o programa habitacional. As demonstrações financeiras do governo indicam que neste ano foram gastos pouco mais de R$ 5,6 bilhões no programa Minha Casa, Minha Vida. Mas praticamente todo esse gasto se refere a restos a pagar. Apenas R$ 6,5 milhões, ou 0,05% do valor orçado para este ano, se referem a despesas novas. “Como explicar que um programa tão importante na campanha tenha uma execução tão pífia?”, pergunta Castelo Branco.

Um dos motivos pode ser a intenção do governo de reduzir gastos, para não alimentar a inflação. Mas o governo faria melhor se cortasse outras despesas para preservar investimentos que considera prioritários. Também a necessidade de cumprir a meta de superávit primário pode estar desestimulando os investimentos, que sabidamente estão sendo feitos com muita lentidão no governo Dilma.

Mas há ainda um problema crônico das administrações do PT, que é sua notória incapacidade de gerir com eficiência os recursos de que dispõe. A limpeza feita em alguns órgãos – sobretudo do Ministério dos Transportes, responsável por grandes investimentos federais – tornou ainda mais lentas as decisões no governo Dilma. Não há sinais de que as mudanças no Ministério tenham melhorado o quadro.

Solução adotada por Dilma para viabilizar metrô em Belo Horizonte foi sugerida por Aécio Neves em 2009

Fonte: Marcelo da Fonseca – Estado de Minas

Dilma retoma proposta de Aécio Neves para o metrô

Modelo anunciado pela presidente Dilma Rousseff  para investimento no metrô de BH havia sido sugerido por Aécio Neves ao ex-presidente Lula. Senador comemora a adoção de plano 

 (Maria Tereza Correia/EM/D.A Press)
A solução encontrada para o metrô de Belo Horizonte já havia sido apresentada ao governo federal em 2009, durante um encontro entre o então governador Aécio Neves (PSDB) e o prefeito Marcio Lacerda (PSB) com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A proposta levada a Brasília previa uma parceria público privada (PPP) na construção de dois trechos e ampliação do metrô da capital, dividindo entre as três esferas do governo e a iniciativa privada os gastos com a obra. A expectativa era de que o entendimento possibilitasse a liberação de verbas ainda naquele ano, com o objetivo de garantir a conclusão das obras até o início da Copa do Mundo de 2014, com valores similares aos anunciados ontem pela presidente Dilma Rousseff – um total de R$ 3,16 bilhões, que serão investidos pelo governo federal, estado, prefeituras de cidades às quais o metrô será interligado e empresas.A notícia da adoção do modelo e liberação dos recursos para as obras no metrô da capital mineira foi recebida com satisfação pelo senador Aécio Neves, que destacou a mudança de posição do governo federal como passo importante para tirar a obra do papel. “É um anúncio muito bem-vindo, apesar de chegar com atraso. Essa foi exatamente a modelagem que eu, como governador, o então prefeito Fernando Pimental e o então secretário de desenvolvimento Marcio Lacerda defendíamos. Na época, o governo rejeitou, porque não aceitava a presença da iniciativa privada na parceria. Felizmente o PT evoluiu e tem a compreensão de que sem o setor privado é impossível fazer este tipo de investimento”, comentou o senador. 

Para o deputado federal Marcus Pestana (PSDB), a resposta de Dilma para uma das maiores questões de mobilidade urbana da capital mineira representa um avanço importante nas relações entre as esferas de governo, que encontraram obstáculos em disputas partidárias durante os últimos anos. “Havia uma resistência ideológica e preconceito em relação a esse modelo. A proposta defendida por Aécio e Lacerda esbarrava em um atraso ideológico do governo federal e do PT, que resistiam às parcerias público-privadas. Felizmente, o atraso ideológico cedeu lugar a uma visão moderna e lúcida exigida pela população”, afirmou o tucano. Para ele, o apoio da presidente Dilma Rousseff à “unidade entre prefeitura e governo estadual” trará “ganhos significativos para a população”.

Obra de ficção
A expectativa de ampliação do metrô de BH vem se arrastando desde a entrada em funcionamento da linha 1, com recorrentes promessas de candidatos durante as campanhas eleitorais. A partir da década de 1980, quando o projeto começou a sair do papel, os belo-horizontinos passaram a assistir a uma lenta inauguração de estações da única linha que atravessava a cidade. Em 1991, depois de o então presidente Fernando Collor se comprometer a concluir as obras do metrô até 1993, o então prefeito da capital mineira Eduardo Azeredo (PSDB) declarou à imprensa: “Só espero que tudo ocorra nos prazos previstos”. Ficou esperando. As obras passaram pelo governo do mineiro Itamar Franco (PPS) e entraram na gestão de Fernando Henrique Cardoso.

Durante a gestão de FHC, apenas a linha 1 foi concretizada, mas a cidade já era outra e as necessidades também. Com atraso, iniciava-se uma segunda fase da novela do metrô da capital: a implantação das linhas 2 (Barreiro–Santa Tereza) e 3 (Lagoinha–Savassi). Lula fora eleito e, já em 2003, seu primeiro ano de governo, prometeu algo que nunca cumpriria: “O metrô de BH será prioridade do governo federal”, disse em agosto, durante visita a Poços de Caldas, no Sul de Minas.