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Governo de Minas: fiscalização do trânsito de animais e vegetais em Minas aumentou em 2011

BELO HORIZONTE (23/01/12) – Para controlar o transporte de animais e vegetais no Estado, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), por meio de suas barreiras fixas, fiscalizou em 2011 mais de 140 mil documentos sanitários de permissão para transporte de animais, vegetais, seus produtos e subprodutos nas rodovias de Minas Gerais, sendo inspecionadas 10 mil documentações a mais que no ano de 2010.

Dados da Coordenadoria de Apoio à Operação Fiscal (COF) do instituto indicam que, desse total, 63.956 correspondem a documentos de Guia de Trânsito Animal (GTA) e 85.431 de Permissão de Trânsito de Vegetais (PTV).

O objetivo de fiscalizar a documentação sanitária para o transporte de animais é controlar o trânsito (incluindo o de produtos e subprodutos de origem animal) para garantir que esses produtos sejam transportados em condições adequadas, com proteção contra alterações e danos, para impedir a contaminação e proliferação de micro-organismos que possam ser prejudiciais à saúde humana.

Sendo assim, todo veículo que transporta produtos de origem animal está sujeito à fiscalização do IMA. Os produtos também devem estar devidamente identificados com rótulos, lacres, carimbos e chancelas de inspeção, esta última, indispensável a todos que são de origem animal.

Já as fiscalizações dos documentos para o transporte de vegetais visa impedir a disseminação de pragas no Estado. O trabalho é feito por meio de inspeções das cargas, aferição de notas fiscais, além da conferência da própria PTV. Todos esses documentos são exigidos por lei. A vistoria desta documentação acontece nas barreiras fixas de fiscalização sanitária e durante as blitze realizadas nas rodovias estaduais.

O IMA conta, atualmente, com 16 barreiras sanitárias fixas, que funcionam 24 horas por dia, em regime de plantão. A maioria trabalha em conjunto às barreiras fiscais da Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) e contam com o apoio da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e Polícia Rodoviária Federal.

Os municípios onde essas unidades estão instaladas são Além Paraíba, Borda da Mata, Carneirinho, Córrego Danta, Conceição das Alagoas, Contagem, Delta, Divisa Alegre, Espinosa, Extrema, Fronteira, Martins Soares, Matias Barbosa, Teófilo Otoni, Paracatu e Planura. E se encontram na divisa entre os estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Bahia, Espírito Santo e Goiás.

De acordo com o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, o balanço de fiscalizações realizadas durante o ano de 2011 foi positivo. Para ele, o controle intensivo do trânsito é uma ação de extrema importância, que colabora para o rastreamento de cargas em Minas. “A vigilância nas divisas do Estado colabora com a investigação e identificação de cargas irregulares, através de um controle on-line do trânsito de animais e vegetais, evitando que doenças e pragas sejam disseminadas”, informa.

Aumento das fiscalizações móveis

Outra estratégia utilizada pelo IMA para assegurar produtos e subprodutos de origem animal e vegetal de qualidade é a realização de fiscalizações móveis em todo o território mineiro: as blitze.

Essas operações, assim como as barreiras de fiscalizações fixas, visam à checagem da carga dos veículos e a verificação de documentos sanitários, como GTA e PTV. O número de fiscalizações móveis tem aumentando a cada ano. Em 2008 foram 792, chegando em 2009 a 1.022 e, em 2010, a 1.132 blitze. Durante 2011, foram realizadas 1.220 blitze, com a fiscalização de 49.871 veículos no Estado, sendo 2.710 veículos a mais que o ano anterior.

Fonte: Agência Minas

Folha de S.Paulo percorre trechos das BRs 101, 262 e 381 e constata incapacidade do DNIT, mortes ocorrrem em locais previsíveis

Mortes se repetem em locais previsíveis nas rodovias

Fonte: Alencar Izidoro – Folha de S.Paulo

Metade das colisões fatais no Carnaval foi em pontos conhecidos do governo
De 144 acidentes que mataram no feriado em estradas federais, 70 foram em lugares que concentram ba
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Às vezes tortas, sujas, amassadas ou encobertas pelo matagal, placas anunciam ao longo das BRs 101 e 262, no Espírito Santo, e na 381, em Minas: “Atenção, trecho com alto índice de acidentes”.

Assim como nessas estradas, no restante do país há conhecimento do poder público sobre pontos de risco.

Mesmo assim, os acidentes se repetem nos mesmos lugares -como ocorreu no Carnaval sangrento de 2011 na malha rodoviária federal.

A Folha mapeou 98% dos pontos onde 213 pessoas morreram no último feriado (com recorde de vítimas em nove anos) e verificou que praticamente metade das colisões se deu em locais “concentradores de acidentes”.

São trechos que, ao longo de cinco anos, já foram listados pelo governo devido à alta incidência de casos como batidas ou atropelamentos.

A existência de um endereço onde acidentes e vítimas se acumulam, além de torná-los previsíveis, pode indicar falhas em sinalização, pavimento ou traçado das pistas.

“O acidente é resultado de uma conjugação de fatores. Se quebra um deles, quebra a cadeia. Jogar a culpa só nos mortos é livrar os órgãos de suas responsabilidades”, avalia Sérgio Ejzenberg, mestre em engenharia pela USP.

Isso não isenta os motoristas – cuja imprudência interfere na maioria dos casos, dizem estudos e especialistas.

No entanto, expõe falhas nas rodovias que contribuem ou agravam os perigos.

De 144 acidentes fatais do Carnaval mapeados, 70 foram registrados num raio de 1 km de pontos já destacados pelo Dnit (órgão de transporte do governo Dilma, do PT) devido à repetição de ocorrências no mesmo lugar.

Em cinco anos e meio, eles já somaram, no mínimo, 3.917 acidentes, 1.441 com feridos, 127 com mortos.

“A anomalia é não tomar providências diante de um ponto que se sabe que é crítico”, diz Adriano Murgel Branco, engenheiro e especialista em segurança viária.

Embora a concentração de veículos possa elevar a probabilidade de acidentes, quase dois terços dos pontos mapeados foram em trechos rurais, e não nos urbanos.

A Folha percorreu 1.500 km em MG e ES, em nove locais de risco das BRs 381, 262 e 101, muitos delesrotas turísticas em feriados. Os problemas seguiam um mês depois dos 14 mortos no Carnaval nesses mesmos lugares.

Entre os comuns, placas cobertas pelo mato até em curvas perigosas, pintura apagada na pista, buracos e falta de acostamento.

Nada que seja desconhecido do poder público. O próprio Dnit cita em seu site exemplos de “sinalização horizontal precária”, “péssima” e asfalto em “péssimo estado de conservação” no ES e MA, em rodovias que tiveram mortes no Carnaval.

A imprudência de motoristas é agravada pela falta de controle da velocidade – lombadas eletrônicas foram desativadas em 2007.

Ações de Aécio e Anastasia fazem indústria de Minas Gerais crescer acima da média do país em 2010

Ações de Aécio e Anastasia ao longo do últimos anos ganham papel de destaque. Confirmando o perfil generalizado de crescimento observado ao longo de 2010, a indústria mineira registrou expansão acumulada de janeiro a outubro da ordem de 16,9%, avanço superior aos 11,8% apurados na média nacional. A informação foi divulgada, na manhã desta terça-feira (7), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ao divulgar a Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física – Regional, que produz indicadores de curto prazo, desde a década de 1970, relativos ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação.

Conforme a pesquisa, a produção industrial brasileira, contudo, cresceu apenas em quatro dos 14 locais pesquisados na passagem de setembro para outubro de 2010. Os estados que mais se destacaram foram a Bahia (5,4%) e o Espírito Santo (3,8%). Os outros resultados positivos foram observados no Rio de Janeiro (0,7%) e em Minas Gerais (0,1%), enquanto Santa Catarina (0,0%) repetiu o patamar do mês anterior.

As taxas negativas foram registradas na região Nordeste (-0,1%), São Paulo (-0,5%), Pernambuco (-0,6%), Pará (-0,7%), Rio Grande do Sul (-0,8%), Amazonas (-3,3%), Goiás (-4,5%), Ceará (-5,9%) e Paraná (-7,6%).

No confronto com outubro de 2009, a produção industrial nacional registra avanço há 12 meses, sendo a taxa de 2,1% a menor expansão do período. O resultado menos intenso refletiu não só o efeito do menor número de dias úteis (um a menos que igual mês do ano passado) como também a elevação da base de comparação, pois o segundo semestre do ano anterior mostrou ritmo mais intenso que o primeiro.

Em termos regionais, esse comportamento também foi observado na maior parte dos locais pesquisados, uma vez que houve clara perda de ritmo em outubro frente aos resultados do primeiro semestre e do terceiro trimestre de 2010, todas as comparações com igual período do ano anterior. A redução na intensidade do crescimento também se confirma no número de áreas em expansão, já que, em outubro, nove apontaram taxas positivas, número menor que o verificado nos seis primeiros meses do ano e no terceiro trimestre.

Ainda na comparação com outubro de 2009, destaca-se a expansão de dois dígitos de Goiás (20,0%), impulsionada pelos avanços na fabricação de alimentos e bebidas, e do Espírito Santo (11,3%), explicada pelo crescimento da indústria extrativa. As demais altas ocorreram em Minas Gerais (7,0%), Pará (6,2%), Bahia (5,3%), Rio de Janeiro (3,7%), região Nordeste (2,7%), São Paulo (2,5%) e Pernambuco (2,3%).  Os cinco locais com recuo na produção foram Amazonas (-2,1%), Paraná (-2,8%), Ceará (-3,3%), Rio Grande do Sul (-3,7%) e Santa Catarina (-3,8%).

No indicador acumulado para os 10 meses do ano, todos os locais alcançaram taxas positivas. Com avanços superiores aos 11,8% assinalados na média nacional, além de Minas Gerais com 16,9%, situam-se Espírito Santo (26,7%), Amazonas e Goiás (ambos com 18,1%), Paraná (15,8%), Ceará (12,9%) e Pernambuco (12,5%).

São Paulo (11,6%), parque industrial com maior participação na estrutura industrial do país, região Nordeste (11,0%) e Bahia (10,2%) prosseguiram com taxas de dois dígitos. Nesses locais observa-se o maior dinamismo da produção da indústria automobilística (automóveis, caminhões e autopeças), de setores produtores de eletroeletrônicos (eletrodomésticos “linha branca” e “linha marrom”) e de máquinas e equipamentos, além das atividades associadas às commodities exportadas (minérios de ferro e produtos siderúrgicos).

Os demais resultados positivos foram observados no Rio de Janeiro (8,7%), Pará (8,3%), Rio Grande do Sul (7,5%) e Santa Catarina (6,9%).

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