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Governo de Minas: Secretário de Agricultura participa do 16º Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha, em Manhuaçu

O encontro pretende reunir cerca de 1,2 mil produtores de café e as principais lideranças do segmento

O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas, Elmiro Nascimento, participa nesta quarta-feira (21), às 9h, da solenidade de abertura do 16º Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha, em Manhuaçu, na Zona da Mata.

O encontro pretende reunir cerca de 1,2 mil produtores de café e as principais lideranças do segmento para debater ações que garantam produtividade e mercado para a cafeicultura na região de montanha, com o objetivo de difundir conhecimento e promover troca de experiência no setor cafeeiro.

Manhuaçu é o maior produtor de café da Zona da Mata e ocupa a quarta colocação no ranking estadual. De acordo com o IBGE, a previsão de safra para o município neste ano é de aproximadamente 450 mil sacas.

O evento, que vai até sexta-feira (23), é realizado pela Associação Comercial, Industrial e Agronegócios de Manhuaçu (Aciam) e conta com o apoio da  Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) e da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).

Minas lidera produção

Minas Gerais ocupa a liderança na produção de café no país. Para 2012, a safra prevista deverá ficar entre 25,5 milhões e 27,1 milhões de sacas, o correspondente a 51,9%, da produção nacional. No ano passado, os cafeicultores mineiros exportaram o equivalente a US$ 5,8 bilhões, ou seja, 59,8% de toda a exportação do agronegócio mineiro (US$ 9,7 bilhões).

De janeiro a fevereiro de 2012, o café produzido em Minas Gerais obteve no mercado mundial a receita de US$ 828 milhões, segundo maior valor já registrado.

Os baixos estoques mundiais de café e a aceitação crescente do produto de Minas Gerais no exterior são comprovados pela alta cotação do grão. Entre janeiro e fevereiro deste ano, a tonelada do produto foi comercializada por US$ 4,9 mil, cotação 26,2% superior à registrada em idêntico período de 2011.

Serviço:

Abertura Oficial do 16º Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha

Data: 21 de março

Horário: 9h

Local: Parque de Exposições Fernando Maurílio Lopes – Rodovia 262 – km 40 – Ponte da Aldeia – Manhuaçu/MG

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/secretario-de-agricultura-participa-do-16o-simposio-sobre-cafeicultura-de-montanha-em-manhuacu/

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Governo de Minas: livro sobre manejo ecológico de pragas da pimenta será lançado em Piranga

Epamig fará dia de campo para demonstrar aplicação da tecnologia

Produtores rurais do município de Piranga, na região da Zona da Mata, vão participar nesta sexta-feira (23) do lançamento do livro “Identificação e manejo ecológico de pragas da cultura da pimenta”, em um dia de campo organizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig). De autoria da pesquisadora Madelaine Venzon, doutora em Biologia Populacional, a publicação é um guia de uso prático que aborda de forma ilustrada as pragas da pimenta e as estratégias para combatê-las.

O dia de campo será realizado na Fazenda da Rocinha, na Comunidade de São Miguel, a partir das 8h. As atividades serão distribuídas em cinco estações, abordando identificação e manejo de ácaros e pragas, de insetos sugadores, de broqueadores de frutos da pimenta e de pragas da pimenta, além de demonstração de preparo da calda sulfocálcica para controle de ácaros. Segundo a pesquisadora Madelaine Venzon, o conteúdo do livro servirá de base para que os produtores possam acompanhar a dinâmica de campo. “O objetivo é que o produtor reconheça e diferencie os organismos benéficos dos danosos para a cultura, e que desse modo possa utilizar práticas que beneficiem os inimigos naturais das pragas”, ressalta.

O livro trata da carência de suporte fitossanitário à cultura da pimenta, apesar de tão difundida em Minas Gerais. “Não existem inseticidas e acaricidas registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para o controle de pragas”, observa a pesquisadora. A necessidade de estratégias sustentáveis para o manejo de pragas da pimenta vem impulsionando pesquisas conduzidas na Epamig, em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), visando desde a identificação e estudos bioecológicos das principais pragas da cultura até o desenvolvimento de métodos alternativos de controle, como o biológico e o uso de produtos alternativos.

A publicação poderá ser adquirida por R$ 20 pelo sistema e-commerce da Epamig (www.informeagropecuario.com.br) e na Unidade Regional Zona da Mata, em Viçosa – contato (31)3891-2646. O livro já foi lançado durante dia de campo realizado em Oratórios no último dia 9 e também está previsto para acontecer no município de Paula Cândido, no próximo dia 27.

Serviço:

Lançamento do livro “Identificação e manejo ecológico de pragas da cultura da pimenta”

Dia: 23 de março

Local: Fazenda da Rocinha, Comunidade de São Miguel, no município de Piranga

Horário: 8h às 11h30

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/livro-sobre-manejo-ecologico-de-pragas-da-pimenta-sera-lancado-em-piranga/

Governo de Minas: Epamig realiza três minicursos no 16º Simpósio de Cafeicultura em Manhuaçu

Tecnologias desenvolvidas pela empresa em cafeicultura serão apresentadas

Ana Cristina Ajub
Estande da Epamig foi um dos mais procurados no simpósio do ano passado
Estande da Epamig foi um dos mais procurados no simpósio do ano passado

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) vai ampliar a participação no 16º Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha, que será realizado de 21 a 23 deste mês, no Parque de Exposições de Manhuaçu. Nesta edição, as tecnologias desenvolvidas pela empresa em cafeicultura serão apresentadas em três minicursos e difundidas por meio de estande, onde o público poderá ser atendido pelos pesquisadores e ter acesso às publicações da Epamig.

Considerado um dos mais importantes da Zona da Mata, o simpósio pretende reunir cerca de 1,5 mil produtores de café e as principais lideranças do setor para debater ações que garantam produtividade e mercado para a cafeicultura na região de montanha. A realização é da Associação Comercial, Industrial e Agronegócios de Manhuaçu (ACIAM), com o objetivo de difundir conhecimento e promover troca de experiências no setor cafeeiro.

A Epamig Regional Zona da Mata será responsável por três minicursos. No dia 21, às 14h, os pesquisadores Antônio Alves Pereira (Tonico), Felipe Lopes da Silva e Antônio Carlos Baião de Oliveira (Epamig/Embrapa) vão apresentar o tema “Cultivares de café para as montanhas de Minas”. Na quinta-feira (22), o tema “Boas práticas agrícolas para cafeicultura de montanha” será apresentado a partir das 9h pelo pesquisador Marcelo de Freitas Ribeiro; e, às 17h, o pesquisador Sérgio Maurício Donzeles vai apresentar o tema “Uso e tipos de secadores mecânicos para secagem e obtenção de café de qualidade vai abordar”. As inscrições poderão ser efetuadas nos estandes da ACIAM e da Emater.

A expectativa, segundo o chefe do Centro de Pesquisa da Epamig Zona da Mata, Trazilbo José de Paula Júnior, é tornar a empresa ainda mais atuante na região, considerada muito importante para o agronegócio cafeeiro de Minas Gerais. “Temos muitas tecnologias, incluindo cultivares de café, que respondem às demandas dos cafeicultores da região”, ressalta.

Foco na produtividade e no mercado

Com foco na produtividade e no mercado, as atividades desta edição do Simpósio sobre Cafeicultura de Montanha vão tratar das novidades e dos programas que vem sendo lançados pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), de forma a aproximar os produtores das estratégias para o desenvolvimento do setor. Segundo os organizadores, o simpósio evoluiu com a cafeicultura da região, que já apresenta um produto de melhor qualidade, com produtores mais preparados e com maior conhecimento da atividade. A programação completa pode ser conferida no site http://www.simposiodecafeicultura.com.br.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: expositores ampliam participação na Expocafé 2012

As atividades da Expocafé terão início no dia 19 de junho, com a realização do 3º Simpósio da Mecanização da Lavoura Cafeeira

Samantha Mapa/Epamig
Expositores demonstram em campo o funcionamento de máquinas e implementos agrícolas
Expositores demonstram em campo o funcionamento de máquinas e implementos agrícolas

Cento e dezoito empresas já confirmaram participação na Expocafé 2012. A exposição, promovida pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), será realizada entre os dias 19 e 22 de junho, na Fazenda Experimental de Três Pontas, no Sul de Minas.

Neste ano, a Expocafé contará com uma área de exposição de 12,3 mil m² e 193 estandes; em 2011, a área ocupada foi de 10 mil m². “Já iniciamos os estudos de viabilidade para garantirmos a ampliação da feira em 2013”, afirma o coordenador do evento e chefe do Departamento de Eventos Tecnológicos da Epamig, Mairon Mesquista.

A maior parte das empresas que vão participar desta 15ª edição da Expocafé tem sede na região Sudeste do país, sendo 60 do estado de São Paulo e 42 de Minas Gerais. Também estão garantidos na feira expositores dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Bahia e Distrito Federal.

“A tendência nesta edição está sendo a ampliação dos estandes. Temos casos de empresas que irão ampliar em quatro vezes a área de exposição em relação ao anopassado”, informa Antônio Augusto Braighi, integrante da Comissão de Organização e Comercialização.

As atividades da Expocafé terão início nodia 19 de junhocom a realização do 3º Simpósio da Mecanização da Lavoura Cafeeira. O Simpósio é exclusivo para participantes previamente inscritos. A partir dodia 20, a feira será aberta ao público, com a realização da exposição de equipamentos, máquinas e insumos e de eventos paralelos, como as dinâmicas de campo, os cursos de capacitação para operadores de máquinas e oevento Café com Saúde, promovido pela Epamig em parceria com a UniversidadeFederal de Lavras.

Dinâmicas de Máquinas

A Epamig iniciou as inscrições das empresas interessadas em participar das Dinâmicas de Máquinas durante a Expocafé 2012. É uma ótima oportunidade para os expositores demonstrarem em campo o funcionamentode máquinas e implementos agrícolas a cafeicultores e operadores.

O regulamento das Dinâmicas está disponível no site da Expocafé e as inscrições de expositores podem ser feitas até o dia 30 de maio pelos telefones: (31) 3489-5001 e 3489-5078 ou pelo e-mail expocafe@epamig.br. O número de empresas participantes é limitado (30 vagas), sendo que cada expositor pode utilizar no máximo três máquinas.

Fonte: Agência Minas

Gestão em Minas: pesquisador explica como recuperar a pastagem prejudicada por excesso de chuvas

As chuvas podem ter provocado danos especialmente em pastagens que já apresentavam algum problema de manejo

Pecuaristas que sofreram prejuízos com as pastagens por causa das fortes chuvas que caíram no em Minas no final de 2011 e no início deste ano devem recuperar as áreas com a adoção de técnicas adequadas. As chuvas podem ter provocado danos especialmente em pastagens que já apresentavam algum problema de manejo, com cobertura vegetal reduzida e solo exposto.

Segundo o pesquisador da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Domingos Sávio Queiroz, se o pasto já se encontra degradado, somente a reforma e o manejo correto, ajustando a carga animal à capacidade de crescimento da forrageira, podem reduzir o avanço do quadro de degradação. As opções de reforma podem ser pela recuperação direta, com um novo plantio, ou por meio da integração lavoura/pecuária. A associação com outra cultura, como o milho, por exemplo, reduz total ou parcialmente o custo da recuperação do pasto.

“Já a capacidade de produção da área de pastagem pode ser influenciada, por meio da adubação. Dependendo da quantidade de adubo, os pastos podem suportar altas cargas, até 8 animais por hectare, durante o período quente e chuvoso do ano”, explica o pesquisador.

Um dos principais problemas de manejo em pastagens é a sobrecarga na capacidade de suporte. Como explica o pesquisador da Epamig, isso ocorre quando o produtor coloca uma quantidade de animais por área incompatível ao ritmo de crescimento da forrageira, diminuindo a cobertura vegetal do solo. As consequências da exposição destas áreas ao volume intenso e concentrado de chuvas são a compactação do solo, reduzindo a infiltração da água e provocando a erosão.

“A erosão ocorre de duas formas: a laminar, que remove a camada superficial do solo, leva a parte mais fértil do solo, intensificando o processo de degradação do pasto e assoreando os cursos d’água. Outro tipo de erosão são as voçorocas, que são grandes buracos provocados pelas águas que escorrem na forma de enxurradas. As voçorocas resultam em dano mais visível que a erosão laminar, mas ambos são muito danosos ao ecossistema das pastagens”, explica.

Outro problema enfrentado pelos pecuaristas, no final do ano, foi o ataque intenso de cigarrinhas-das-pastagens em todo o Estado. “As cigarrinhas são um grande problema associado à degradação, pois comprometem a produção dos pastos no início das chuvas, quando o produtor não tem mais reservas de forragem, criando um círculo vicioso de superpastejo e o agravamento do quadro de degradação”.

O pecuarista também deve se preocupar em preparar uma reserva de forragem (silagem de milho, feno, cana-de-açúcar ou outra fonte de alimentação para o rebanho) para o período em que o pasto cresce pouco, seja por baixas temperaturas ou falta de chuvas, como ocorre no inverno. “É a falta dessa reserva que, normalmente, leva ao superpastejo das áreas no inverno, agravando o quadro de degradação”, alerta.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: dia de campo apresenta duas novas cultivares de arroz para plantio em Minas

As cultivares BRSMG Rubelita e BRSMG Caçula são resultantes de vários anos de pesquisas

Erasmo Reis/Epamig
Produtores, técnicos e estudantes conheceram características das duas novas cultivares de arroz recomendadas para Minas
Produtores, técnicos e estudantes conheceram características das duas novas cultivares de arroz recomendadas para Minas

Mais duas novas cultivares de arroz adaptadas para plantio em Minas Gerais foram lançadas nessa quinta-feira (1º) durante dia de campo de arroz na Fazenda Experimental da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) em Lambari, no Sul de Minas. As cultivares BRSMG Rubelita e BRSMG Caçula são resultantes de vários anos de pesquisas do programa de melhoramento genético do arroz, conduzido pela Epamig, Universidade Federal de Lavras (Ufla) e Embrapa Arroz e Feijão.

Estiveram presentes no evento o diretor de Operações Técnicas da Epamig, Plínio Soares; o reitor da Ufla, Antônio Nazareno Mendes; o prefeito de Araxá, Jeová Moreira da Costa, a pesquisadora da Embrapa Arroz e Feijão, Ângela de Fátima Abreu, além de pesquisadores da Epamig e Ufla, extensionistas da Emater-MG, produtores e técnicos.

O pesquisador e melhorista de arroz Plínio Soares apresentou as principais características da cultivar Rubelita – plantio em várzea, resultado de mais de 12 anos de pesquisas. Testada por pesquisadores da Epamig e Embrapa Arroz e Feijão, Rubelita é recomendada para plantios em condições de irrigação por inundação em várzea. Ela apresenta características como grão longo e fino – tipo agulhinha, bom rendimento de grãos inteiros – durante o beneficiamento do arroz.

Quanto à produtividade, esta cultivar apresentou média de 6533 kg por hectare, em ensaios comparativos avançados realizados no período entre 2004 e 2009. Rubelita foi testada nas regiões Zona da Mata, Norte e Sul de Minas Gerais. “Antes do lançamento de novas cultivares são realizadas avaliações de qualidade de grãos em termos de rendimento de grãos inteiros no beneficiamento dos materiais genéticos, além de pesquisa de aceitação do produto por donas de casa, quanto à textura, sabor e aroma após o cozimento. O “teste da panela” é fundamental.”, explica Plínio.

Já a cultivar Caçula é indicada para terras altas com ou sem irrigação por aspersão. De acordo com o pesquisador da Ufla, Antônio Alves Soares, a Caçula apresenta ciclo de colheita precoce, entre 100 e 110 dias após o plantio. Outra característica desta cultivar é o rendimento do grão inteiro, pois não quebra durante o beneficiamento. “É uma cultivar recomendada para agricultura familiar por ter menor risco de cultivo, devido à sua precocidade”, explica. O pesquisador afirma que foram 20 anos de pesquisa para se obter esse resultado. “Somente em Minas Gerais foram 13 anos de ensaios, sem contar em outros estados do País”, conta.

Durante as dinâmicas de campo os participantes conheceram a produção das duas novas cultivares. Também puderam acompanhar colheita mecanizada da cultivar Caçula, além de observarem os experimentos de campo da cultivar Rubelita.

Para o arrozilcutor de Heliodora, no Sul de Minas, Osvaldir Demarchi, a pesquisa contribuiu muito para o aumento da produção de arroz em sua propriedade. Osvaldir cultiva arroz de várzea desde a década de 80. “Atualmente produzo entre 7 e 8 kg por hectare. A pesquisa não pode parar, ou então, ficamos ultrapassados”, enfatiza.

Segundo Plínio, a produção de arroz e feijão em Minas Gerais é realizada, principalmente, por pequenos produtores, mas as cultivares de arroz desenvolvidas pela Epamig atendem do pequeno ao grande orizicultor. Ele explica que para o pequeno produtor, que tem menos capacidade de assumir riscos, é fundamental realizar o plantio na época correta, que deve ser concentrado em outubro e novembro. O pesquisador também alerta para outro importante aspecto: o ponto ideal da colheita. “Deve ocorrer quando os grãos da panícula estão verde-amarelados”, explica.

As sementes básicas da Caçula estarão disponíveis para o produtor rural adquirir a partir de agosto deste ano, informa o pesquisador Antônio Soares. Já a cultivar Rubelita, que ainda está em produção de semente genética, deverá estar disponível para o produtor a partir de 2013. Ambas poderão ser adquiridas na Epamig.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas: Epamig lança livro sobre manejo ecológico de pragas da pimenta

Dia de campo vai reunir produtores na Fazenda Experimental Vale do Piranga

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) vai lançar, no dia 9 de março, o livro “Identificação e manejo ecológico de pragas da cultura da pimenta”, de autoria da pesquisadora Madelaine Venzon, doutora em Biologia Populacional. O lançamento será feito durante um dia de campo na Fazenda Experimental Vale do Piranga, em Oratórios, e pretende reunir produtores da região da Zona da Mata, extensionistas e estudantes para discutir as principais pragas que atingem a cultura e as formas mais eficazes de combate das doenças. A publicação poderá ser adquirida por R$ 20,00 pelo portal www.epamig.br (sistema e-commerce) e na Unidade Regional Zona da Mata, em Viçosa – contato (31) 3891-2646.

Segundo Madelaine Venzon, o livro é um material de uso prático pelos produtores, pois trata das pragas da pimenta e das estratégias de controle de modo ilustrativo. Além disso, o material não é restrito ao uso na cultura da pimenta, pois muitos insetos e ácaros ilustrados na publicação ocorrem em diversas culturas, especialmente olerícolas. “O objetivo é que o produtor reconheça e diferencie os organismos benéficos dos danosos para a cultura e que desse modo possa utilizar práticas que beneficiem os inimigos naturais das pragas”, ressalta a pesquisadora.

O livro trata da carência de suporte fitossanitário à cultura da pimenta, apesar de tão difundida em Minas Gerais. “Não existem inseticidas e acaricidas registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para o controle de pragas”, observa a pesquisadora.

A necessidade de estratégias sustentáveis para o manejo de pragas da pimenta vem impulsionando pesquisas conduzidas na Epamig, em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV), visando desde a identificação e estudos bioecológicos das principais pragas da cultura até o desenvolvimento de métodos alternativos de controle, como o biológico e o uso de produtos alternativos.

Dia de campo na Fazenda Experimental Vale do Piranga

As atividades do dia de campo sobre identificação e manejo ecológico de pragas da pimenta, no dia 9, começam às 13h e terminam às 17h. Após o lançamento do livro, haverá dinâmica de campo e apresentação de cinco estações: identificação e manejo de ácaros e pragas, de insetos sugadores, de broqueadores de frutos da pimenta e de pragas da pimenta, além de demonstração de preparo da calda sulfocálcica para controle de ácaros.

Minas Gerais é o maior produtor de pimentas no país e, segundo dados da Central de Abastecimento de Minas Gerais (Ceasa), são comercializadas em média 200 toneladas por ano no estado. A cultura é de grande importância econômica, em razão da alta rentabilidade e da demanda de mão de obra, especialmente na colheita.

Em Minas Gerais, a produção de pimenta é caracterizada, principalmente, pela agricultura familiar e pelo plantio predominante da pimenta-malagueta. A produção vem crescendo no estado, impulsionada por condições climáticas favoráveis, experiência no plantio e condições de comercialização do produto, que pode ser consumido in natura, pode ser processado e utilizado em diversas linhas de produtos na indústria de alimentos, para consumo interno e para exportação.

Serviço:

Lançamento do livro “Identificação e manejo ecológico de pragas da cultura da pimenta”

Dia: 9 de março

Local: Fazenda Experimental Vale do Piranga, no município de Oratórios (Rodovia Luiz Martins Soares Km 5 – Zona rural)

Horário: 13h às 17h

Fonte: Agência Minas