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Governo japonês vai doar US$ 3 milhões para a melhoria da produção na região voltada para fruticultura no Norte de Minas. Recursos serão destinados à compra de equipamentos

Gestão Pública, produção agrícola, 

Fonte: Estado de Minas

Governo japonês vai doar US$ 3 milhões para a melhoria da produção na região voltada para fruticultura no Norte de Minas. Recursos serão destinados à compra de equipamentos

Do Japão para o Jaíba

Os fruticultores da região do Jaíba no Norte de Minas vão contar com uma “mãozinha” dos japoneses. A Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) – órgão do governo japonês responsável pela implementação da Assistência Oficial para o Desenvolvimento (ODA) – e o governo de Minas Gerais, por meio das secretarias de Desenvolvimento Econômico (Sede) e de Agricultura, Pecuária a Abastecimento (Seapa), assinaram um memorando de entendimentos para a doação de US$ 3 milhões para a melhoria dos processos de produção de frutas no Projeto Jaíba. Os recursos serão usados nos próximos quatro anos, na execução do Projeto de Desenvolvimento de Capacidades na Pós-colheita e Práticas de Marketing na Região do Jaíba, que prevê a compra de máquinas e equipamentos para a classificação e embalagem de frutas.

O memorando, assinado pela secretária de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, pelo secretário adjunto de Agricultura, Paulo Afonso Romano, e pelo representante chefe da Jica para o Brasil, Katsuhiko Haga, inclui a implantação de um sistema de informação de mercado a ser desenvolvido e disponibilizado aos produtores locais para melhorar as condições de negociação de frutas, bem como a capacitação para planejamento de marketing. Além disso, está previsto o controle de qualidade por meio da melhoria na infraestrutura de armazenagem (câmaras frias e túnel de resfriamento), a doação de máquina de seleção e classificação de frutas, bem como treinamento e certificação.

Dorothea Werneck agradeceu aos japoneses pelo trabalho conjunto. Segundo ela, a parceria entre os governos de Minas Gerais e do Japão apresenta resultados positivos, especificamente neste momento de busca de melhoria dos gargalos na comercialização da produção do Jaíba. Já o representante-chefe da Jica, Katsuhiko Haga, lembrou que a agência de cooperação já realizou importantes projetos na área da agricultura no Brasil. “Apesar deste ter tido uma boa avaliação, sabemos que na área agrícola nunca podemos parar e nos dar por satisfeitos. A demanda por alimentos é sempre crescente e os consumidores cada dia mais exigentes, assim há sempre a necessidade de adaptação dos agricultores ao mercado.”

Katsuhiko Haga enfatizou que a Jica quer muito que a região do Jaíba se desenvolva de modo a se transformar em uma referência nacional da agricultura irrigada. A criação de uma marca própria para a região – “Produtos de Jaíba” – está entre os desejos da Jica.

A assinatura do memorando foi precedida por um diagnóstico apresentado aos técnicos da Jica, em 2010, pela Central Exportaminas, órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento. O trabalho, que conta também com o cenário futuro (até 2025) da produção e exportação de frutas da região, faz parte do Projeto Perecíveis, que foi financiado pelo Banco Mundial (Bird).

Cada dia mais profissional 

A profissionalização faz parte da evolução da produção no Jaíba. Prova disso foi que os produtores já conquistaram o principal selo de certificação para a venda de alimentos na Europa, o Globalgap. E em 2010, foi comercializado 1,3 milhão de toneladas de produtos agrícolas colhidos na região.

Situado no extremo Norte de Minas Gerais, em uma área total de 67.526 hectares (pouco mais de 53.066ha irrigados), o Projeto Jaíba compreende os municípios de Jaíba e Matias Cardoso. Está inserido em uma região de clima semiárido, distante 700 km de Belo Horizonte. Configura-se, em termos de área contínua, no maior projeto hidroagrícola da América Latina.

O fim da década de 1980 foi marcado pelo início de operação do Jaíba, com o assentamento das primeiras famílias de irrigantes. A partir dos anos 1990, foram agregados mais recursos financeiros internacionais ao projeto, com a contratação de um novo financiamento junto ao Japan Bank for Internacional Cooperation (JBIC). O período foi também marcado pela incorporação da iniciativa privada, por meio da criação do Distrito de Irrigação de Jaíba.

Conversa afinada

Em julho, o governador Antonio Anastasia e a secretária Dorothea Werneck estiveram no Japão e se reuniram com autoridades da Jica para discutir o assunto. No mês passado, foi a vez de uma equipe da Jica se reunir com o governo de Minas, em Belo Horizonte, para detalhar a implementação dos recursos para a contratação de serviços e a aquisição de equipamentos para a região do Jaíba.

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Indústria de Minas Gerais volta a crescer em janeiro e supera média brasileira

A produção industrial de Minas Gerais cresceu 3,1% em janeiro deste ano em relação ao mesmo mês de 2010. Ela superou o resultado registrado pela média do país, que atingiu 2,5% na mesma base de comparação. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulado dos últimos 12 meses, a produção industrial no Estado cresceu 13,2% e mais uma vez foi superior à média brasileira, de 9,4%. De acordo com o IBGE, Minas Gerais se destacou no país juntamente com os estados do Espírito Santo (19,4%), Goiás (15,5%), Paraná (14,8%) e Amazonas (13,8%).

Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, os números do IBGE confirmam a expansão da economia do Estado, que também tem se destacado no aumento da geração de empregos e volume de exportações.

“Os resultados registrados pela indústria demonstram que Minas Gerais está cumprindo o compromisso firmado pelo governador Antonio Anastasia de crescer acima da média nacional. O desempenho é bastante favorável e demonstra a capacidade da recuperação da economia mineira após a crise financeira internacional”, disse Dorothea Werneck.

Na comparação entre janeiro de 2011 e dezembro de 2010, as indústrias do Espírito Santo lideraram o crescimento da produção (9,4%). Outros seis estados, entre os 14 pesquisados, também registraram crescimento.

 

Política de desenvolvimento criada por Aécio e Anastasia faz com que Minas aumente fatia nas exportações

Estado aumenta sua fatia na exportação

Fonte: Tereza Rodrigues – Estado de Minas

CONJUNTURA
A participação de Minas Gerais nas exportações brasileiras aumentou de 16% em dezembro de 2010 para 17,9% no mês passado. Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) mostram que o recorde histórico no país para o mês de janeiro, ao atingir a cifra de US$ 15,215 bilhões, foi puxado por um crescimento ainda mais expressivo – as exportações mineiras chegaram a US$ 2,73 bilhões no primeiro mês de 2011, alta de 84,7% em relação ao mesmo período de 2010.

Os dados preliminares foram divulgados ontem pela Central Exportaminas. Para a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck, os números positivos foram influenciados principalmente pela elevação das cotações internacionais de minério de ferro e de produtos alimentícios. ”O resultado não foi uma surpresa porque é um objetivo aumentar continuamente o nosso percentual de participação nas exportações do país. Os números do último mês, no entanto, são uma junção de vários fatores. Além de os empresários terem aumentado o volume total de mercadorias exportadas, fomos beneficiados pelo bom preço das commodities no mercado internacional”, afirmou a secretária.

De acordo com o diretor da Central Exportaminas, Jorge Duarte de Oliveira, o minério de ferro continua no topo entre os produtos enviados ao exterior. “Acredito que o açúcar também mereça destaque neste ranking, porque houve uma queda expressiva de safra na Índia e os empresários mineiros se beneficiaram ao ter capacidade de ofertar a mercadoria quando a cotação subiu”, explicou.

O óleo de soja também impulsionou o bom resultado para Minas. De acordo com dados da Secretaria da Agricultura do estado, a receita das exportações do grão somou US$ 75,6 milhões em 2010. O valor foi o mais alto desde 2001 e superou em 6,2% o último recorde, registrado em 2008.