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Censura em Minas: Rogério Correia ameaça Noblat e processa twitteiro

Censura em Minas – as últimas atitudes deputado do PT demonstram intolerância contra a liberdade de expressão e a tentativa de intimidar críticos.

Fonte: Ucho.info

Deputado petista confunde democracia com ditadura, intimida jornalista e ameaça a população

Detalhe perigoso – Quando Luiz Inácio da Silva assumiu o poder central, em janeiro de 2003, o ucho.info alertou para o perigo do projeto totalitarista de poder que iniciava sua marcha. Na ocasião, muitos foram os nossos críticos, pois a extensa maioria estava ensandecida com a chegada de um trabalhador à Presidência, mas as provas desse golpe lento e continuado surgem até hoje.

Como se o Brasil fosse uma versão agigantada da Venezuela, onde a liberdade de expressão dos cidadãos depende do interesse e do humor do tiranete Hugo Chávez, um deputado petista ameaçou com rebelião generalizada caso a CPI do Cachoeira convocasse o ex-presidente Lula para depor sobre a tentativa fracassada de intimidar o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Como um amestrado integrante da claque do apedeuta Lula, o deputado estadual Rogério Correia postou mensagem no microblog que mantém no Twitter intimidando o jornalista Ricardo Noblat e incitando a violência. “Se colocarem a mão no Lula aposto em rebelião. Este golpe de vocês, Noblat, não tem o menor respaldo popular. Cuidado!”, escreveu o abusado Correia em seu microblog.

Rogério Correia por certo acredita que o processo de “cubanização” do Brasil está concretizado e que o País deixou de ser uma democracia. Esse comportamento de incitação à violência é muito bem definido como crime pela legislação vigente e cabe à Assembleia Legislativa de Minas Gerais abrir um processo pro quebra de decoro parlamentar.

Censura em Minas: Rogério Correia intimida Noblat e processa twitteiro

Para não passar por vexames e nem mesmo enfrentar situações de constrangimento por seu total desconhecimento do conjunto legal brasileiro, o deputado petista precisa ser avisado de que Luiz Inácio da Silva, responsável pelo período mais corrupto da história nacional, é um cidadão comum e que não está acima da lei. Por respeito ao Estado democrático de direito, Lula pode ser preso como qualquer cidadão que comete um crime. Por sorte o ministro Gilmar Mendes, como noticiou o ucho.info, desrespeitou a lei ao não dar voz de prisão ao ex-presidente por causa da chantagem velada.

Rogério Correia por ter se acostumado com o banditismo que marca a trajetória de alguns “companheiros”, mas não será na base da intimidação que o parlamentar petista conseguirá blindar o ex-presidente, caso isso seja possível em algum momento. Lula ganhou fama por abafar escândalos de corrupção protagonizados por aliados, mas no mais recente caso o tiro saiu pela culatra. Por conta disso, Rogério Correia deveria se recolher à própria insignificância.

Link da matéria: http://ucho.info/deputado-petista-confunde-democracia-com-ditadura-intimida-jornalista-e-ameaca-a-populacao-com-rebeliao

Aécio Neves Senador atua para liderar oposição

Aécio Neves atua para liderar oposição

 Aécio: a postura como líder da oposição

Aécio Neves: a postura como líder da oposição

Fonte: artigo de Denise Rothenburg – Correio Braziliense

A portinhola

A oposição quer aproveitar esta temporada eleitoral para tentar jogar as mazelas municipais no colo de Dilma e minar um pouco a popularidade da presidente
Depois de muito bater cabeça, aoposição considera ter encontrado finalmente uma fresta capaz de lhe fazer enxergar um futuro promissor: o fraco desempenho da economiaprojetado nos últimos dias peloBanco Central – associado às vaias que a presidente Dilma Rousseff recebeu na última quarta-feira, na Marcha dos Prefeitos -fez com que os tucanos começassem a trabalhar um jeito de tentar usar a força de Dilma contra ela mesma. Não por acaso, o senador Aécio Neves, apresentado como pré-candidato do PSDB, começou a semear esse discurso justamente pelo Nordeste, onde Lula é tido como o rei.

A semeadura de Aécio no território de Lula teve seu primeiro ensaio na capital pernambucana, na última sexta-feira. Um dos alvos foi o Brasil Carinhoso, o programa que a presidente Dilma Rousseff lançou na última quarta-feira. E é interessante notar como desfere golpes, sem sequer citar Dilma ou o programa. O senador apenas disse que um gesto realmente carinhoso para o Brasil seria cobrar menos impostos das empresas de saneamento para que elas pudessem investir nesse serviço mais do que pagam de impostos de forma a cobrir o Brasil com uma ferramenta fundamental para a saúde – hoje, apenas 50% do Nordeste tem saneamento básico.

Por falar em impostos.

O encontro no Recife foi obra do PSDB Mulher e deveria apenas aquecer as candidatas para as eleiçõesque vêm por aí. Mas para a oposição, em busca de um discurso capaz de tocar fundo na alma das pessoas, o teste para ver se a fala de Aécio surte algum efeito no eleitorado foi mais além, no sentido de sensibilizar os prefeitos e candidatos da oposição e de aliados. Nunca é demais lembrar que muitos partidos desmanchados em juras de amor à presidente no Planalto não veem a hora da troca de comando.

Por isso, nessas eleições municipais, Aécio surgirá defendendo a “refundação da federação” junto a candidatos dos mais variados partidos quando estiverem coligação com o PSDB. Esse nome pomposo traz embutido um processo ainda no nascedouro. Basicamente, consiste em secar o caixa com o qual o PT inunda as bases políticas enquanto as obras do PAC perdem ritmo.

A ideia é espalhar pelo país a chama da descentralização, denunciando a concentração de recursos nas mãos da União, onde quase 70% dos impostos terminam. E quando há algum incentivo ao contribuinte, seja para compra de carros, ou a chamada linha branca, o corte se dá justamente naqueles impostos que a União – toda poderosa – divide com os municípios.

Por falar em municípios.

Ok, leitor, você pode achar que essa conversa de divisão dos impostos é antiga e que o Congresso jamais vai mexer nas contribuições exclusivas da União para reparti-las com os estados e municípios. Mas tudo é uma questão de oportunidade. Terminadas as eleições municipais, os prefeitos sempre correm para Brasília em busca de projetos. Ao contrário da marcha desse mês, recheada de “patos mancos”, ou seja, prefeitos em final de mandato sem direito à reeleição, os que virão no período pós-eleitoral chegarão cheios de moral. Recém-eleitos, serão peças da engrenagem da eleição dos próprios congressistas em 2014.

Imaginem eles chegando em Brasília com um senador jeitoso no trato da política abraçado à pauta municipalista? Você pode até achar que isso não terá efeito algum, mas não dá para esquecermos que tudo no Brasil é um processo de amadurecimento, no estilo água mole em pedra dura. E tudo isso somado à irritação da própria base parlamentar de Dilma no Congresso pode estar aí o caldo grosso para empurrar essa descentralização de verbas para fortalecimento dos municípios, hoje repleto de responsabilidades sem a contrapartida financeira para realização dos serviços.

Por falar em dureza…

É interessante notar a forma como Aécio apresenta esse discurso. Sem raiva ou ódio nos olhos. Ele se coloca de forma firme, porém leve. Jamais deixa de se mostrar de forma positiva nos eventos públicos, carregando invariavelmente um sorriso – um contraponto ao comportamento da presidente da República, mais fechado e impaciente por natureza.

Se isso vai dar certo, não se sabe, mas Aécio agora parece mais imbuído dessa missão de liderar o PSDB pelo país afora. Caberá a ele tentar levar ao público já nesta temporada eleitoral a imagem de umgoverno federal com obras arrastadas no tempo, apesar de ficar com quase todos os impostos. A ordem é jogar no colo do governo federal as mazelas municipais. Afinal, se Dilma tem as verbas, a oposição quer que ela fique também com a mancha do insucesso.

Senador Aécio Neves: líder da oposição Costuras políticas na pauta do encontro

Senador Aécio Neves: líder da oposição

Costuras políticas na pauta do encontro

Fonte: Diário de Pernambuco

 Senador Aécio Neves encontra Eduardo Campos

Governador de Pernambuco Eduardo Campos e o

Senador Aécio Neves vem ao Recife para participar de evento do PSDB e se reunir com governador.
senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG) desembarca hoje no Recife com uma agenda recheada de compromissos políticos. De um lado, como liderança partidária, é aguardado por pré-candidatos tucanos, que vão participar do Congresso Nacional do PSDB-Mulher, em Boa Viagem. Do outro e o mais esperado, um encontro com o governador Eduardo Campos (PSB), tendo como pano de fundo possíveis alianças para as eleições municipais e, quem sabe, 2014, quando pretende disputar a Presidência.O encontro entre Aécio Eduardo vai ocorrer no Palácio do Campo das Princesase contará com a participação do deputado federal pernambucano, Sérgio Guerra, que preside nacionalmente a legenda tucana. A pauta da conversa não foi divulgada, mas não faltam militantes do PSDB para analisar o ato como mais um em direção a uma aproximação para 2014. Em reserva, um deputado tucano explicou que o senador estaria buscando o apoio do governador para a disputa à Presidência. Em troca, o partido teria o direito de indicar o vice.Atualmente, os socialistas integram o leque de apoio ao atual governode Minas, Antônio Anastasia (PSDB). Em contrapartida, os tucanos apoiam a reeleição do prefeito deBelo HorizonteMárcio Lacerda (PSB). Uma dobradinha presente em vários outros estados, a exemplo da Paraíba, onde o governador socialista Ricardo Coutinho teve o apoio tucano no pleito.Os tucanos disputam com os petistas o apoio dos socialistas em São Paulo, onde José Serra (PSDB) se prepara para enfrentar o ex-ministro Fernando Haddad (PT). Essa questão, de acordo com as informações de bastidores, está sendo conduzida por Sérgio Guerra, que traça um caminho de aproximação com Eduardo desde a eleição de 2010, quando o socialista foi reeleito. O maior empecilho ao fechamento do acordo é a proximidade entre Eduardo e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, padrinho político de Haddad.Presidência
O encontro de hoje faz parte do leque de articulações que o tucano tem encabeçado para viabilizar o projeto de disputa da eleição, em 2014. O partido saiu do último pleito com a terceira derrota seguida para o PT (duas para Lula e uma para Dilma). Essa versão, no entanto, é contestada pela ex-deputada estadual Terezinha Nunes. Para ela, a vinda do senador Aécio Neves tem o intuito de fortalecer, mobilizar e levar a mensagem para o partido. “Não acho que tenha nada de política, porque ele vai para todos os encontros mesmo. Nos que eu participei, ele sempre estava presente”, disse Nunes.

Aécio Neves: senador critica incentivos fiscais

Aécio Neves: senador

Aécio Neves: Governo ignora regiões mineiras em incentivo previstos em projeto da LDO

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

 Aécio Neves: senador critica incentivos fiscais

Aécio Neves senador

senador Aécio Neves (PSDB/MG) criticou, nesta quarta-feira (09/05), a exclusão feita pelo governo federal dos municípios dosVales do Jequitinhonha, São Mateus e do Mucuri, em Minas Gerais, do conjunto de cidades credenciadas a receber incentivos fiscais para instalação de empresas.

O senador disse que o projeto de lei das Diretrizes Orçamentárias enviado ontem ao Congresso, pelo Ministério do Planejamento, corrige uma grave injustiça cometida ano passado pelo governo federal contra os municípios da região do semiárido mineiro, mas promove nova discriminação ao excluir do projeto as regiões dos Vales do Jequitinhonha, do Mucuri e São Mateus.

“O governo federal corrige pela metade seu equívoco, certamente alertado pelo que fizemos ano passado, e inclui o Norte mineiro nos benefícios. É justo e necessário, mas é tão e justo e necessário que também possamos incluir as esquecidas regiões dos Vales. Vamos continuar alertas para que não continue havendo discriminação para com os mineiros por parte do governo federal”, disse o senador.

Ano passado, Medida Provisória 512 do governo federal concedeu incentivos fiscais para implantação de indústrias em toda região do Nordeste brasileiro, mas não estendeu o mesmo benefício para a Área Mineira da Sudene.  O senador Aécio Neves apresentou emenda incluindo os municípios mineiros. A emenda foi vetada pela presidente Dilma Rousseff.

A proposta de LDO enviada ontem pelo governo corrige a exclusão cometida contra o Norte de Minas, mas deixa de fora o conjunto de municípios que formam a Área Mineira da Sudene. Todos eles com baixos índices de desenvolvimento social e econômico.

“A concessão ou ampliação de incentivos ou benefícios de natureza tributária, financeira, creditícia ou patrimonial, destinados à região do semiárido incluirão a Região Norte de Minas Gerais”, diz o texto do projeto.

Aécio afirmou que apresentará emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias para que os benefícios fiscais conferidos pelo governo federal atendam sempre a toda Área Mineira da Sudene.

“Apresentarei emenda à LDO garantindo que todos os investimentos subsidiados no semiárido brasileiro, em sua região Nordeste, sejam também os mesmos incentivos dados à nossa região do semiárido”, afirmou Aécio Neves

Semiárido Mineiro

Aécio Neves lembrou a importância de políticas públicas voltadas especificamente para o desenvolvimento das regiões mais pobres de Minas Gerais. Ele destacou que, em seu primeiro ano como governador de Minas, em 2003, foi criada a Secretaria de Estado Extraordinária para o Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas, com políticas públicas dirigidas ao atendimento da região do semiárido.

“O governo federal do PT vem insistindo em desconhecer a realidade do semiárido mineiro. Quando fui governador do Estado por  dois mandatos, instalei e fortaleci a Secretaria Extraordinária dos Vales e do Norte de Minas, com o objetivo de chamar atenção para a necessidade de políticas especiais para essa região. Ao final do meu mandato, consagramos o inédito investimento três vezes maior per capita nessa região do que no restante do Estado”, afirmou Aécio.

Aécio Neves – Link da matéria: http://www.aecioneves.net.br/sala-de-imprensa/

Aécio: os novos horizontes da internet

Fonte: artigo do senador Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Aécio Neves

Horizontes da internet

Eterno país do futuro, o Brasil já pode comemorar o fato de ter deixado de ser promessa num dos campos mais relevantes da atualidade: a internet.

O site Social Bakers nos informa que somos a segunda nação com mais usuários no Facebook, com mais de 46 milhões de perfis, atrás apenas dos EUA. Praticamente um em cada quatro brasileiros está na mídia social de maior expressão nos dias de hoje.

Quando ainda nem se usava amplamente a expressão “redes sociais“, o Brasil já dividia a liderança do Orkut com a Índia. Em vários momentos da última década, as pesquisas Ibope-Nielsen mostraram uma liderança persistente dos brasileiros em tempo médio de navegação, à frente de internautas dos EUA, do Reino Unido, do Japão, da França e da Alemanha, entre outros.

Um dos maiores fenômenos da breve história do YouTube teve um inusitado colorido verde-amarelo e ainda ecoa. Sem entrar no mérito dos que gostam e dos que não gostam do gênero, não há como ignorar o feito de Michel Teló, que bombou entre os videoclips mais vistos planeta afora. Polêmicas à parte, o fenômeno confirmou a existência de imensa e promissora janela de oportunidades para os brasileiros.

A grande vantagem aqui é que nada disso até agora dependeu do governo federal. Muito pelo contrário. Toda essa estimulante performance se dá a despeito de uma banda larga ruim e cara, que costuma nos empurrar para posições sofríveis nos rankings de qualidade tecnológica.

A velocidade com que se multiplicaram os celulares, resultado da correta privatização do sistemaTelebrás, nos anos 90, está a exigir mais determinação na democratização e na melhoria dos serviços de banda larga.

Há um largo horizonte de crescimento pela frente. Com uma múltipla teia de conexões em todos os continentes, a internet pode ser uma plataforma importante para que empresas brasileiras se renovem e encontrem novos mercados para seus produtos.

Isso sem contar as muitas oportunidades na era da Copa e das Olimpíadas para a marca Brasil. O país do café, do Carnaval e do futebol pode abrir, assim, outras promissoras fronteiras de posicionamento internacional.

No campo interno, em que pese muitas vezes a ocorrência de um organizado enfrentamento político de baixíssimo nível, há inquestionáveis ganhos com a disseminação de informação e a construção de um ambiente favorável ao debate sobre as grandes causas e mazelas nacionais.

Tal como em outras partes do mundo, aos poucos a internet espontaneamente se movimenta para redescobrir o país real, dos enormes passivos sociais e da corrupção institucionalizada. Contra toda massiva propaganda oficial, agora basta apenas um click.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Link do artigo: http://www.aecioneves.net.br/artigos/

Aécio Neves: artigo

Aécio Neves: artigo

Fonte: artigo do senador Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Eleições municipais

eleição de 2012 será a primeira sob a vigência da Lei da Ficha Limpa. A novidade poderá representar um importante divisor no mundo da política e um avanço no processo de construção do país, como o foi, a seu tempo, a Lei de Responsabilidade Fiscal – que colocou um freio na gastança do dinheiro público, passando a exigir um mínimo de responsabilidade administrativa por parte dos governantes.

Pela maior proximidade com a vida das comunidades, as eleições municipais tendem, naturalmente, a colocar foco na disputa política local e nos problemas urbanos que afligem os moradores. Muitas vezes, infelizmente, chegam até mesmo a gravitar em torno de querelas paroquiais, como se decisões tomadas no nível municipal não guardassem relação com a realidade do Brasil como um todo.

O pleito de 2012 pode ser uma boa oportunidade para que partidos e candidatos coloquem na ordem do dia temas comuns que nos ajudem a construir, das bases, uma agenda importante para o país.

Três deles estão a exigir prioridade nos dias atuais: a transparência na administração pública, aqualidade da gestão e o enfraquecimento dos municípios e dos Estados frente ao governo federal, cada vez mais concentrador de riquezas. Não se trata, é claro, de tentar dar um caráter nacional a uma eleição tipicamente local, mas de transformar esse momento em possibilidade para amplificarmos e aprofundarmos o debate.

São os pleitos municipais que mais aproximam os candidatos dos cidadãos, pois colocam na pauta, de forma mais dramática, a carência de hospitais e postos de saúde, o aumento da criminalidade, a pouca qualidade do ensino, o deficit de saneamento, o caos no trânsito ou a falta de opções de lazer e cultura.

Para enfrentar esses problemas, as prefeituras não podem mais prescindir das modernas ferramentas de gestão, que fazem do compromisso com os resultados – e não com o discurso – a sua prioridade.

Candidatos a prefeito precisam exigir uma distribuição mais justa dos recursos da arrecadação em poder do governo federal. Esta é uma bandeira que está acima dos partidos e das definições de quem é situação ou oposição. Repactuar a Federação interessa a todos.

É, ainda, urgente que a reivindicação por transparência se alastre também para os municípios. Atransparência nos gastos é uma arma eficaz no combate à corrupção e encurta o fosso que costuma separar promessas de ações.

Eleições municipais são um momento magnífico, especialmente na vida democrática de um país com a dimensão territorial do nosso. Oportunidade para o nascimento de ideias e para a renovação e o fortalecimento de compromissos.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Aécio Neves: artigoLink: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/40061%2deleicoes%2dmunicipais.shtml

Dilma e Aécio Coerência é para os fracos

Fonte: artigo do deputado estadual (PSDB-MG)

Dilma e Aécio

Coerência é para os fracos

Dilma e Aécio – Se o PT pudesse se olhar hoje num imaginário espelho das virtudes, certamente teria um susto. No lugar da face da presidente Dilma Rousseff surgiria, na verdade, a figura de seu oponente, o senador Aécio Neves. O que é qualidade em Dilma aparece como defeito em Aécio entre os militantes e entusiastas do governo federal.

poderoso marketing oficial procura vender a imagem de Dilma Rousseff como uma mulher sintonizada com as modernas técnicas de gestão. Já o Choque de Gestão, o programa de Aécio que virou referência nacional e é recomendado pelo Banco Mundial para aplicação em muitos países em desenvolvimento, não passa de deplorável manifestação do neoliberalismo para enfraquecer o Estado.

Quando Aécio governou Minas Gerais por sete anos, com uma ampla base partidária de apoio, resultante de sua capacidade de aglutinação política, ele foi acusado de tentar acabar com a oposição. Já a base aliada de Dilma, que representa mais de 70% do Congresso Nacional, é alardeada pelos petistas como um atributo positivo – e não como o rolo compressor que de fato é.

Quando Aécio anunciava, como governador, que não prejudicaria prefeitos de outros partidos na distribuição de verbas, era cooptação de adversários com dinheiro público, no linguajar agressivo dos petistas. Se Dilma tenta mostrar que faz o mesmo, ela está sendo republicana.

A postura diante das concessões para execução e manutenção de determinados serviços públicos, como as rodovias e os aeroportos, quando é Dilma que faz, só elogios. Quando é Aécio, foi mais um ato de entreguismo do patrimônio público para as mãos privadas.

Ter nascido em Minas é uma qualidade em Dilma, mesmo tendo morado a maior parte da sua vida no Rio Grande do Sul. Em Aécio, tenta-se colar o rótulo de carioca, já que viveu no Rio a sua juventude e lá vive sua filha, na tentativa de negar a mineiridade que lhe é de direito, por nascimento, moradia e pertencimento a uma família fortemente enraizada no Estado.

Os petistas apostam na eventual memória curta da humanidade. Por exemplo, quem se tornou guru para o programa de gestão de Dilma é o empresário Jorge Gerdau Johannpeter, que colaborou com oChoque de Gestão de Aécio logo no início do seu primeiro governo, há quase uma década.

Contra a crítica de adesão ao neoliberalismo, tratado como ofensa, é melhor entregar a palavra aos especialistas. Estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão do governofederal, revelou: a redução da pobreza em Minas Gerais supera a média nacional.

O PT lustra a biografia de seus líderes tentando amplificar o que considera feitos e virtudes. E, se essas características também se fazem presentes em adversários, o melhor a fazer é desqualificá-las, como se mazelas fossem. Parafraseando uma brincadeira das redes sociais, coerência é para os fracos.

Dilma e Aécio  Link do artigo – http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=202077,OTE&IdCanal=2

Veja também: site do deputado estadual Romulo Viegas

CPI sem guerra política: Senador Aécio Neves disse que apuração não pode ser transformada em instrumento de disputa política

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

Senador Aécio Neves diz que CPI deve investigar envolvidos nos setores públicos e privado

“”Queremos fazer uma CPI em favor da verdade””

senador Aécio Neves (PSDB/MG) defendeu, nesta quinta-feira (26/04), que a CPI Mista sobre o caso Cachoeira investigue todos os envolvidos, seja no setor público ou privado. Aécio afirmou que uma investigação ampla é o desejo da população brasileira.

“”Temos, não apenas enquanto membros da oposição, mas enquanto cidadãos brasileiros, a expectativa de que seja uma investigação profunda, serena, mas que aponte todos os vínculos da contravenção, seja no Congresso Nacional, seja na administração pública em todos os níveis – municipal, estadual e federal –, e também os links, as relações da contravenção com o setor privado”,” disse Aécio Neves.

senador ressaltou que a apuração não pode ser transformada em instrumento de disputa política. Para ele, esta deve ser uma investigação em favor da verdade.

““Queremos fazer uma CPI em favor da verdade, e tampouco aceitaremos que a base do governo faça uma CPI contra a oposição. Ela não pode ser uma CPI seletiva, onde aqueles que têm maioria focam nos aliados daqueles que têm minoria. O clima que percebo é de seriedade, inclusive da sociedade, repito, para que não seja uma CPI onde a retaliação, a guerra política, prevaleça sobre a realidade dos fatos””, afirmou o senador Aécio Neves.

CPI – Nessa quarta-feira (25/04), a CPI Mista do caso Cachoeira realizou sua primeira reunião noCongresso. Ela terá 180 dias, prorrogáveis por outros 180, para realizar as investigações.

link da matéria: http://www.aecioneves.net.br/2012/04/aecio-neves-diz-que-cpi-deve-investigar-envolvidos-nos-setores-publicos-e-privado/

Aécio Neves ao falar sobre Demóstenes disse lamentar “profundamente” que um senador da República se disponha a defender interesses de um contraventor.

Fonte: Rosa Costa, da Agência Estado

Aécio se diz ‘traído’ por Demóstenes por indicação de prima de Cachoeira

Escustas da PF mostraram que senador intercedeu junto ao ex-governador de MG para arrumar emprego a Mônica Vieira; tucano negou ter ligações com contraventor
 Senador Aécio Neves diz que foi traído
Aécio Neves: senador diz que foi traído por Demóstenes

BRASÍLIA – O senador Aécio Neves (PSDB-MG) disse nesta terça-feura, 24, que se sente “traído” pela iniciativa dosenador Demóstenes Torres (sem partido-GO) de lhe pedir a nomeação da prima do contraventor Carlinhos Cachoeira em um cargo comissionado. A prima do bicheiro, Mônica Beatriz Silva Vieira, assumiu o cargo de diretora regional da Secretaria de Estado de Assistência Social, em Uberaba, em 25 de maio do ano passado.

Segundo reportagem publicada nesta terça pelo Estado, do pedido de Cachoeira a Demóstenes até a nomeação de Mônica bastaram apenas 12 dias e 7 telefonemas. A informação de que Demóstenes fez o pedido a Aécio, atendendo a uma demanda de Cachoeira, está comprovada pela escuta telefônica da Polícia Federal, na Operação Monte Carlo. Ele lembrou que, na época, comunicou ao presidente do DEM, José Agripino (RN), que aquela demanda estava sendo atendida. Aécio garantiu que não tem nenhum tipo de relação com Cachoeira.

Ele alegou que, há um ano, não tinha motivos para questionar um pedido de Demóstenes, tido então como “um senador acima de qualquer suspeita”. “Eu me sinto traído na minha boa fé, mas fiz aquilo que faço quando recebo indicação de partidos aliados”, afirmou. “Ele fez uma indicação que cabia ao seu partido e como ela tinha qualificação, encaminhei o pedido à Secretaria de Governo”.

Aécio disse lamentar “profundamente” que um senador da República se disponha a defender interesses de um contraventor. “E só ontem ficamos sabendo disso”, lembrou. “Nem eu nem ninguém no Brasil sabia há um ano atrás dessas ligações do senador Demóstenes, a imprensa dava a ele a aura de combatente contra a corrupção, o grande legalista e todo mundo está absolutamente decepcionado”, justificou.

O senador tucano concordou que o episódio mostra o risco em atender aos pedidos motivados pelo apadrinhamento político. “Acho que essa cautela tem de ter. O governo de Minas Gerais é a referência hoje no que diz respeito à administração de qualidade, à meritocracia”, destacou. Ainda assim, entende que a indicação política não pode, por si só, ser vista como uma ilegalidade: “O que ninguém pode esperar é ser instrumento para interesse de terceiros, de interesses que eu diria do campo do ilícito e não da política, agora o cuidado com a indicação tem de ter”, constatou.

O senador Aécio Neves disse que, nesse caso, fez o que faria “10 outras vezes”. “Indiquei à secretaria, o currículo era compatível. O brasileiro não tem bola de cristal para imaginar as ligações do seu Demóstenes”, reiterou. “Uma indicação do seu Demóstenes credenciava o indicado, um ano se passou e fomos surpreendidos com a ligação desse senador com a contravenção”. No seu entender, Demóstenes, “violentou a confiança da Casa”. “Há um ano atrás, ninguém poderia imaginar. Eu me sinto traído na confiança. O que fiz foi atender a uma demanda partidária”.

Link da matéria: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,aecio-se-diz-traido-por-demostenes-por-indicacao-de-prima-de-cachoeira,864910,0.htm

Aécio Neves quer revisão dos royalties:em sua atuação no Congresso, vem defendendo uma questão importante para o país: a revisão dos royalties da mineração.

Fonte: Jogo do Poder

 Senador Aécio Neves quer revisão dos royalties

Para o senador Aécio Neves, essa é uma das questões mais importantes para o Brasil e não pode mais ser adiada.

A proposta do senador que tramita do Senado garante aumento nos valores repassados pelasmineradoras ao poder público como compensação.

Pelo projeto do Aécio Neves, o estado de Minas Gerais receberia R$ 1,9 bilhão, contra os atuais R$ 250 milhões. Já os municípios mineradores de Minas veriam os valores que recebem saltarem de R$ 715 milhões para R$ 2,3 bilhões em royalties

O aumento dos royalties do minério é prometido desde 2008 pelo governo federal e foi promessa de campanha da presidente Dilma, mas o governo não apresentou qualquer proposta até o momento.