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Eleições 2014: Aécio pede aposentadoria de Dilma

Aécio Neves: Ao atacar o governo Dilma, o tucano falou em “descontrole inflacionário” e “pífio crescimento da economia”.

Aécio rebateu críticas de Dilma

Fonte: Folha de S. Paulo

Aécio rebate críticas e pede a ‘aposentadoria’ de Dilma

Tucano culpa petista por ‘descontrole inflacionário’ e ‘pífio crescimento’

Pré-candidato do PSDB à Presidência foi à convenção que lançou Pimenta da Veiga para o governo de Minas

Menos de três horas depois de a presidente Dilma Rousseff (PT) ter afirmado que seus adversários “querem surrupiar” seu programa de governo e “excluir os mais pobres”, o senador e pré-candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) rebateu as críticas da petista e disse que deseja para ela uma “aposentadoria”.

Na noite de terça-feira (10), Aécio discursou na convenção do PSDB de Minas Gerais que confirmou a candidatura do ex-ministro Pimenta da Veiga ao governo mineiro.

Ao atacar o governo Dilma, o tucano falou em “descontrole inflacionário” e “pífio crescimento da economia”.

Em entrevista antes da convenção, Aécio comentou a aprovação da aliança do PMDB com o PT de Dilma: “Depois de tudo que foi feito, a distribuição de espaço para o PMDB, que hoje já manda quase mais do que o próprio PT, a oposição à aliança [entre os dois partidos] ter mais de 40% dos votos é uma derrota fragorosa”.

VICE

Aécio decidiu atrasar a definição do vice em sua chapa ao Planalto para poder ampliar a pressão sobre partidos que hoje estão na órbita da presidente Dilma.

O tucano já avisou aos nomes que estão cotados para o posto, como o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), que deixará a definição da vice para o final do mês, quando a chapa será homologada pela Executiva Nacional do PSDB.

Em São Paulo, por exemplo, Aécio tem usado a chance de o ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) ser vice de Geraldo Alckmin para pressionar o PSD a declarar, no mínimo, a neutralidade no plano nacional. Para valorizar esse discurso, o senador já acenou para Kassab que o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles (PSD) seria um bom nome para a sua vice.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) entrou em campo nessa articulação. Ele tem conversado com Jorge Bornhausen, um dos maiores conselheiros de Kassab, sobre o assunto.

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Aécio 2014: o discurso firme do senador

Aécio 2014: artigo de Marcus Pestana comenta a disposição do senador para travar um “bom combate” em favor das grandes causas nacionais.

Aécio 2014: oposição

Fonte: O Tempo – Artigo

Aquecimento do debate e antecipação da sucessão

O sentido do discurso firme, equilibrado e corajoso de Aécio Neves

MARCUS PESTANA
Deputado federal (PSDB-MG)

 Aécio 2014: o discurso firme do senador

Aécio 2014: artigo de Marcus Pestana comenta a disposição do senador para travar um “bom combate” em favor das grandes causas nacionais.

Certa vez, na Câmara dos Comuns, Churchill ironizou: “A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos”. Não há outro caminho. A construção do futuro transita pela consolidação da liberdade como um valor universal, permanente, inegociável e sem adjetivos. O debate franco e aberto permite o clareamento das posições, a explicitação das divergências, a construção de consensos e o posicionamento da sociedade.

Nas últimas semanas, a temperatura política subiu. Mesmo com líderes experientes, como Aécio Neves, alertando que cada coisa tem o seu tempo, que antes de 2014 temos que vencer 2013 e que, na política, a ansiedade e a precipitação são más conselheiras, o fato é que as coisas esquentaram. A sucessão presidencial foi precocemente para as ruas.

Por incrível que pareça, quem jogou lenha na fogueira foram Dilma e o PT. Acossada pelo mal-estar crescente em suas bases e pelo crescimento do “volta Lula“, Dilma e o PT subiram no palanque a dois anos do fim de seu mandato. Ao partidarizar a discussão do novo marco para o setor elétrico, aparelhar a cadeia nacional de rádio e TV com um discurso que desrespeitou a liturgia do cargo e radicalizar a polarização nas comemorações dos dez anos do PT, Dilma e o PT tiraram as oposições para dançar num outro ritmo.

A toda ação corresponde uma reação. O contraponto era necessário. Não há uma única forma de se ver o Brasil. Foi esse o sentido do discurso firme, equilibrado e corajoso do senador Aécio Neves, como porta-voz das oposições. A voz de Aécio obteve grande repercussão nacional.

O senador apontou que as conquistas de uma economia sólida e estabilizada, herdada do governo FHC, estão se exaurindo. Denunciou que não é mais a presidente que governa e, sim, a lógica da reeleição.
Criticou o crescimento econômico raquítico e o desempenho pífio do PAC. Jogou luzes sobre o grave processo de desindustrialização e o perigo concreto de descontrole inflacionário. Cobrou transparência nas contas públicas e o fim da “contabilidade criativa“, que mina a credibilidade do país. Realçou a destruição da Petrobras, das estatais e das agências reguladoras pelo aparelhamento e pela desqualificação da gestão pública. Demonstrou as ameaças no setor energético e as agressões permanentes à Federação. Fez um raio X do fraco desempenho nas áreas prioritárias de educação, saúde e segurança.

Por fim, denunciou firmemente o estímulo à intolerância e ao autoritarismo, nos confrontos com o STF e MPF, nos ataques à imprensa livre e, até mesmo, a uma simples blogueira cubana dissidente. Desmascarou a farsa da suposta faxina e chamou a atenção para a complacência com os desvios éticos. Em resumo, um discurso de estadista.

Quem tinha dúvidas sobre a disposição de luta, atitude, coragem, ousadia e visão de futuro de Aécio e do PSDB, sabe, hoje, que travaremos o bom combate em favor das boas causas.