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Aécio Neves: líder da oposição também criticou a desindustrialização e diz que Governo do PT vai deixar “herança maldita” para o Brasil.

Em Brasília, senador Aécio Neves critica governo federal por cancelamento de instalação das UPPs em Minas 

Fonte: Site do senador Aécio Neves

Aécio Neves: líder da oposição

Sobre as críticas feitas ao governo federal e à presidente Dilma Rousseff em discurso na tribuna do Senado Federal:

Aécio Neves

“Todo governo tem uma carência. Achamos que essa carência terminou. Nós, da oposição, não apenas do PSDB, mas do Democratas, do PPS e alguns outros senadores e parlamentares que fazem oposição, vamos inaugurar uma nova fase: a da cobrança. A fase onde vamos colocar, de um lado, as promessas e os compromissos do governo, e de outro, a realidade. O governo, e a grande verdade é essa, está absolutamente paralisado. Paralisado do ponto de vista das iniciativas políticas, 15 meses se passaram e nenhuma reforma estrutural chegou a esta Casa. E do ponto de vista administrativo, as grandes obras e os grandes projetos estão todos com seus prazos já vencidos e muitos deles sem qualquer planejamento em relação a quando vai terminar.

“A situação econômica de hoje não é a do passado, o governo parece repetir a mesma receita do governo do presidente Lula, se omitindo em questões essenciais, como, por exemplo, a questão da segurança pública. É vergonhoso o anúncio feito hoje pelo Ministério da Justiça de cancelamento do programa das UPPs. Muitos estados, e Minas Gerais, de forma especial, contavam com isso, esperavam esses recursos. Seriam cerca de 3,3 mil UPPs em todo o Brasil. De hora para a noite – inclusive, apresentei requerimento de informações hoje ao ministro da Justiça – o governo diz que esse projeto não é mais prioritário. Exatamente no momento em que recrudesce a violência em várias partes do País.

“Da mesma forma que o governo virou as costas para a saúde pública, não aprovando a participação de 10% das receitas da União no momento da votação da emenda 29, ao mesmo tempo em que estados e municípios têm seus percentuais obrigatórios, nessa hora o governo também para a segurança pública definitivamente vira as costas. Não dá mais para aceitarmos a propaganda oficial de que estamos vivendo em um país das maravilhas. O Brasil foi o país que menos cresceu em toda a América do Sul. Na América Latina, crescemos mais do que dois países de muito menor porte. Alguma coisa precisa ser feita.

“O processo de desindustrialização é grave. Isso durará anos e essa sim é a herança maldita que o governo do PT vai deixar para o Brasil, o retorno aos idos da década de 1950, quando éramos simplesmente exportadores de commodities, de matérias-primas. Nós, que já tivemos na composição do nosso PIB, 26% de contribuição da indústria, de manufaturados, hoje não chega a 15% essa participação. Portanto, estamos agora começando a fazer alertas claros. Vamos visitar as obras inacabadas.

“Vamos no roteiro que a assessoria, os conselheiros da Presidência, impediram que ela (presidente Dilma Rousseff) fosse. Porque lá estão os canteiros e o desperdício de dinheiro público. Porque não existe, e falo aqui como ex-governador de Minas Gerais, maior desperdício de dinheiro público, maior acinte para com a população, do que uma obra inacabada. Uma obra iniciada sem planejamento, sem financiamento, porque os benefícios dessa obra jamais existirão. Mas os recursos ali alocados estarão perdidos. Portanto, vamos sim, a partir de agora, mensalmente, apresentar os resultados do PAC, o andamento das principais obras e os resultados das políticas sociais, em relação aos quais voltarei à tribuna em algumas semanas para dissecar e mostrar que o Brasil está parado. O que hoje avança no Brasil, e avança de forma muito vigorosa, é a propaganda oficial.”

O senhor está mandando o ofício ao ministro da Justiça?

Estou oficiando ao ministro da Justiça porque não é possível que uma matéria dessa relevância tenha uma solução tão prática. Simplesmente anuncia-se o cancelamento do programa. E o que vai se colocar no lugar? E os estados que esperavam essa parceria com o governo federal? Na segurança pública, o que o governo vem cometendo é uma irresponsabilidade com o País. O Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e o Fundo Penitenciário (Funpen) têm sido, há vários anos, em todo o período do governo do PT, contingenciados ao final de cada ano. Com isso, os estados não planejam a sua segurança com participação de investimentos federais. E, no final do ano, esses recursos são distribuídos de forma muito pouco republicana. Portanto, esse ofício vai cobrar, inclusive, a liberação desses recursos dos fundos, como é feito com a educação, tenho inclusive uma proposta tramitando na Casa, sem o apoio do governo, é preciso que se diga, nessa direção, que esses recursos sejam transferidos por duodécimos para os estados brasileiros para que eles possam planejar seus investimentos em segurança.

A presidente fala, em uma reunião recente com grandes empresários nacionais, que quer caminhar para baixar os impostos no Brasil. Apenas recordo a ela uma proposta feita em sua campanha eleitoral, uma promessa feita, de zerar os impostos, PIS /Cofins, das empresas de saneamento. A proposta está aqui, de minha autoria, tramitando na Casa, sem apoio do governo. As empresas de saneamento estão gastando, e gastaram em 2011, veja bem, mais em impostos do que em obras de saneamento no Brasil. Um país onde 48% da população não têm esgoto dentro de Casa. Portanto, vamos mostrar o País real. Essa é a responsabilidade da oposição e quem sabe, com isso, acordarmos o governo. Tirarmos o governo do imobilismo e do improviso, que tem sido, a meu ver, as duas principais marcas dos 10 anos de governo do PT.

E a campainha da presidente Marta Suplicy, atrapalhou?  (durante o pronunciamento do senador foi interrompido quatro vezes em razão do tempo)

A presidente é muito ciosa em relação ao regimento quanto estão na tribuna membros da oposição. Não tem essa mesma rigidez quando estão, enfim, figuras próximas ao governo ou que ela acha que deveriam ter um pouco mais de tempo. Mas isso é irrelevante. O que queria dizer foi dito. Vamos voltar agora mais cotidianamente à tribuna, para tratar de questões específicas, dos programas sociais, especificamente do que está acontecendo com a saúde pública no Brasil em razão da omissão do governo federal. Os municípios entram com 15% das suas receitas. A União com 12%. Propusemos, aliás, um senador do PT propôs, o senador Tião Viana, que o governo entrasse com 10%, que é quem concentra receitas hoje. É ogoverno federal. Propusemos que isso pudesse ser feito de forma gradual, paulatina, ao longo dos anos. Nem isso. Há hoje um descompromisso do governo com as promessas de campanha e com aquelas que são as emergências maiores, as demandas maiores, da população brasileira. Em especial segurança pública, saneamento, saúde e educação.

Vitória de ACM Neto para liderança do DEM teve participação decisiva de Aécio Neves

Vitória de ACM tem Aécio como sócio

Fonte: Marcelo de Moraes – O Estado de S.Paulo

Senador trabalha nos bastidores, ajuda a emplacar deputado baiano na liderança do DEM e impõe derrota ao grupo de Serra e Kassab

A folgada vitória do deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA) na eleição para a liderança da bancada do Democratas teve participação decisiva do senador tucano Aécio Neves (MG), pré-candidato à sucessão presidencial. Nos últimos dias, ele articulou diretamente com deputados do DEM e pediu apoio para a candidatura de ACM Neto. Nessas negociações, Aécio virou vários votos a favor do deputado baiano, como o dos deputados paulistas Jorge Tadeu Mudalen e Alexandre Leite.

ACM Neto disse que vai conversar com Kassab e tentar convencê-lo a ficar no partido.

ACM Neto derrotou o deputado Eduardo Sciarra (PR) em mais um round da disputa interna do DEM, rachado hoje entre os que apoiam uma eventual candidatura presidencial de Aécio e os que defendem o ex-governador de São Paulo José Serra, grupo que inclui o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.

A maior surpresa dessa disputa, porém, foi a larga vantagem, de 11 votos, obtida pelo deputado baiano. O resultado é revelador da hegemonia dos aecistas dentro do partido e deverá se repetir na escolha do próximo presidente do DEM. A eleição será em março, com o favoritismo do senador José Agripino Maia (RN), candidato apoiado pelo grupo aecista.

Com o DEM atravessando grave crise interna por conta dos efeitos dessa divisão, ACM Neto diz que vai tentar unificar as duas alas. Seu primeiro alvo já está definido. Na próxima semana, ele viaja para São Paulo para conversar com Kassab e impedir sua saída do partido, rumo ao PMDB de Michel Temer.

“Meu trabalho agora será o de unir todo mundo outra vez. Acho que o prefeito Kassab é um grande quadro e precisamos ter todo o DEM agrupado novamente”, afirma. “Será muito importante que ele permaneça no nosso partido”, acrescentou.

Kassab não tem escondido de ninguém sua disposição de migrar para o PMDB para poder disputar o governo de São Paulo em 2014, possivelmente até com o apoio do governo federal. Apesar disso, o comando do DEM ainda acha possível reverter a situação e manter o controle da maior prefeitura do País.

Satélite. ACM Neto também avalia que o partido não se tornou um satélite das discussões do PSDB, apesar da nítida influência deAécio e Serra sobre o futuro da legenda e das alianças nas eleições presidenciais de 2006 e de 2010. Como não tem um candidato próprio natural, o DEM sabe que seu projeto político é acoplado com o dos tucanos. Mas o novo líder acha precipitado deflagrar essa discussão.

“É muito cedo para se falar em candidatura presidencial. Assim como vou trabalhar para ter o DEM reunificado, temos total interesse em ter o PSDB unido e fortalecido porque são nossos parceiros naturais na oposição”, diz. “Assim como sou próximo deAécio, também trabalhei por toda a Bahia pedindo votos para o Serra. Fiz sua campanha para presidente, suei para que fosse eleito. Mas o debate de sucessão presidencial não pode ser feito agora. Nossa prioridade precisa ser a discussão no Congresso de uma agenda de reformas.”

União. Do lado derrotado, Eduardo Sciarra afirma que também vai trabalhar pela união do partido. “Antes da votação, eu e o deputado ACM Neto já tínhamos conversado e combinado que trabalharíamos para acabar com a tensão do partido. Se ainda não existe essa união interna, acho que é possível que isso aconteça em breve. Acho que vai depender dos gestos do outro grupo nessa direção”, disse.

Fora do processo de disputa interno, ACM Neto insiste que o partido precisa se concentrar nas discussões em torno de reformas dentro do Congresso. O novo líder afirma que pretende abrir diálogo com a presidente Dilma Rousseff em torno de agendas comuns para governo e oposição. “O DEM está disposto a isso. O problema é que, até agora, não existe nada”, critica.

 

ACM Neto é escolhido líder do DEM na Câmara, Kassab se enfraquece e partido fica mais próximo de Aécio e distante de Serra

Escolha de ACM Neto enfraquece Kassab

Fonte: Caio Junqueira – Valor Econômico

Por 27 votos a 16, o deputado ACM Neto (BA) foi eleito ontem o novo líder da bancada do Democratasna Câmara dos Deputados e reforçou o grupo do presidente da legenda, deputado Rodrigo Maia (RJ), na disputa pelo comando do partido. Além disso, a vitória de ACM Neto aproxima o partido do senador eleito Aécio Neves (PSDB-MG) e o afasta do candidato derrotado à presidência da República, José Serra (PSDB-SP).

Em votação secreta durante reunião fechada dos 43 deputados eleitos para a legislatura que toma posse hoje, Neto venceu o deputado federal Eduardo Sciarra (PR), aliado do grupo do atual líder, deputado Paulo Bornhausen (SC), e de seu pai, o presidente de honra do partido, ex-senador Jorge Bornhausen (SC). Ambos apostavam em uma vitória na bancada para verem maiores as chances de retirar do comando da legenda o deputado Rodrigo Maia (RJ), e manter o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, na sigla.

Kassab, assim como os Bornhausen, são os mais próximos aliados de Serra no DEM. Já ACM Neto e seus apoiadores internos, como o deputado Ronaldo Caiado (GO) e Rodrigo Maia, defendem que a legenda apoie Aécio Neves na disputa interna de poder dos tucanos. Ontem, Aécio monitorou todo o debate na bancada do DEM por meio dos deputados mineiros que a integram.

Internamente, a vitória de Neto diminui as chances de o grupo dos Bornhausen sair vitorioso na convenção nacional do DEM, marcada para o dia 15 de março.

Na ocasião, as duas alas partidárias terão novo embate pela presidência. Junto com a senadora Kátia Abreu (TO) e com o deputado federal Índio da Costa (RJ), vice de Serra na campanha presidencial de 2010, eles tentavam lançar o senador não reeleito Marco Maciel (PE) para inibir uma provável candidatura do senador Agripino Maia (RN). Com a vitória de Neto, as chances de Maciel sair candidato diminuem.

A derrota dos Bornhausen também cria um impasse para Kassab, que pretende deixar o partido rumo ao PMDB. Sem um aliado na presidência do DEM, o prefeito paulistano corre o risco de ter sua desfiliação contestada judicialmente.

A vitória de ACM Neto também diminui a possibilidade de Kassab, mesmo deixando o partido, manter controle do DEM em São Paulo. Logo após confirmada sua vitória, o novo líder da bancada do DEM na Câmara disse que procuraria o prefeito de São Paulo e solicitaria que ele permaneça no DEM. “É fundamental que ele fique”, declarou ontem ACM Neto.

Humoristas e a turma do Casseta e Planeta repudiam tentativa de censura em campanha eleitoral de MG

A Turma do Chapéu participou da passeata #humorsemcensura que aconteceu no Rio de Janeiro no domingo, 22 de agosto de 2010.

Por lá, Gabriel Azevedo contou que Hélio Costa pediu a sua prisão em Minas Gerais e vários artistas e humoristas se pronunciaram a respeito.

Os depoimentos são de Marcelo Madureira (@marcelomadu), Hélio de la Peña (@lapena) e Cláudio Manuel (@CManoelCasseta), do Casseta & Planeta; Sabrina Sato (@SabrinaSatoReal), do Pânico na TV; Marcius Melhem (@omarciusmelhem), do programa Os Caras de Pau, Welder Rodrigues – a.k.a Joseph Climber (@WelderMM), do Melhores do Mundo; Fábio Porchat (@FabioPorchat), do Comédia em pé; Lúcio Mauro Filho, ator; Chico Alencar (@depChicoAlencar), deputado federal [Psol-RJ]; e os cartunistas Nani (@nanihumor) e Jaguar.