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Crise é obra consciente da presidente, diz Aécio

“Quem não pensou no Brasil foi a presidente da República e o seu partido que pensaram exclusivamente nas eleições”, afirmou Aécio Neves.

O senador Aécio Neves cobrou da presidente da República,Dilma Rousseff, assumir a responsabilidade do governo e doPT pela crise política e econômica.

Fonte: PSDB 

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Aécio disse que Dilma Rousseff deve assumir os erros cometidos e que trouxeram de volta ao país a inflação e o desemprego. Reprodução.

“Quem não pensou no Brasil foi a presidente da República e o seu partido, que pensaram exclusivamente nas eleições. Essa crise é obra deste governo, é obra consciente da presidente”, diz Aécio

O senador Aécio Neves, presidente do PSDB, cobrou da presidente da República, Dilma Rousseff, assumir a responsabilidade do governo e do PT pela crise política e econômica que paralisa o país, com consequências sociais para a população. Em entrevista nesta terça-feira (11/08), em Brasília, Aécio destacou que o Brasil assistiu ao vale tudo promovido pelo governo e pelo PT para vencer as eleições ano passado, e, em resposta a declarações da presidente Dilma, disse que ela deve assumir os erros cometidos e que trouxeram de volta ao país ainflação e o desemprego.

“O Brasil assistiu em 2014 ao maior vale tudo da nossa história. Empresas públicas se subordinando ao interesse da candidatura presidencial. A mentira, o engodo, o falseamento de números e o adiamento da tomada de medidas de interesse da população, única e exclusivamente para vencer as eleições. Quem não pensou no Brasil foi a presidente da República e o seu partido que pensaram exclusivamente nas eleições”, afirmou Aécio Neves.

Após reunião com os novos presidentes do PSDB nos estados, Aécio disse que lideranças e filiados do partido estarão nas ruas nas manifestações marcadas para o dia 16, em protestocontra a corrupção e a falência do governo Dilma Rousseff.  Ressaltou, no entanto, que as manifestações não são partidárias, e sim da sociedade.

“Vamos participar como cidadãos, mostrando a nossa indignação com tanta mentira, com tanta corrupção e com tanto desgoverno que vem atingindo os brasileiros. A palavra de ordem do PSDB é de apoio a essas manifestações, respeitando o protagonismo que é dos movimentos da sociedade. O PSDB é parcela da sociedade indignada”, afirmou.

Crise de governabilidade

Aécio voltou a afirmar que a solução para a crise de governabilidade é tarefa da presidente e do PT, e não dos partidos de oposição, porque ela foi gerada pelos erros e pela incapacidade do governo.

“A presidente da República quer responsabilizar a oposição pelo agravamento da crise. Essa crise é obra deste governo, é obra consciente da presidente da República porque não tomou, no ano passado, mesmo tendo consciência do seu agravamento, as medidas que poderiam minimizar os seus efeitos para a população. Se tem alguém que não priorizou os interesses do Brasil foi a presidente da República e o seu partido”, criticou.

O presidente do PSDB voltou a defender a importância das instituições responsáveis pelas investigações de corrupção no país e de fiscalização do governo. Aécio Neves destacou que caberá aos tribunais de Contas e Eleitoral julgar se ocorreram crimes fiscais na gestão das contas federais e/ou crimes eleitorais na disputa presidencial.  Ele destacou que a punição para ambos os casos, se comprovados, estão previstos na Constituição brasileira.

“O PSDB continuará agindo com absoluta responsabilidade, sendo guardião das nossas instituições, porque não cabe ao PSDB definir o desfecho para esse processo. Cabe a nós garantirmos que o Ministério Público, que a Polícia Federal, o Tribunal de Contas da União e oTribunal Superior Eleitoral, continuem trabalhando, como vêm fazendo até aqui, com altivez e com independência. Não cabe ao PSDB decidir se essa ou aquela é a melhor saída. Existem as saídas via Parlamento, a partir da decisão dos tribunais. Todas dentro da ordem constitucional”, afirmou.

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Aécio diz que PSDB defenderá atuação das instituições em momento de crise política

Oposição manteve cautela após anúncio do rompimento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, com governo Dilma Rousseff.

Brasil sem rumo

Fonte: O Globo

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Presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, afirma que partido está atento ao que ocorre no país. Reprodução.

Aécio diz que PSDB ‘acompanha com preocupação’ agravamento do quadro político

Desde o rompimento de Cunha com o governo, oposição se manifesta com cautela

O presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, afirmou neste sábado que acompanha com “preocupação” o agravamento do quadro político no país. Desde sexta-feira, com o anúncio do rompimento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, com o governo Dilma Rousseff, a oposição manteve cautela.

— O PSDB acompanha com preocupação o agravamento do quadro político no país. Continuaremos atentos ao nosso papel de defender as nossas instituições para qu elas cumpram suas funções constitucionais. Todas as denúncias têm que ser investigadas, respeitado o amplo direito de defesa — afirmou o tucano.

Ontem, o líder do DEM, Mendonça Filho (PE) afirmou que Cunha já tem uma postura de independente e crítica ao governo e acredita que, mesmo como opositor, continuará guardando a dimensão das prerrogativas do cargo. O líder do DEM, no entanto, demonstrou preocupação com o fato.

— A gente sai de uma crise política para virar agora uma crise institucional. É muito ruim, até porque o contorno dessa crise envolve uma crise econômica, a mais grave dos últimos 20 anos, e uma crise moral e ética, que tem como foco principal o Petrolão. É algo bastante preocupante, temos que agir com responsabilidade, temos que ter a apuração dos fatos e o direito de defesa preservados — disse Mendonça Filho.

Presidente nacional do Solidariedade, o deputado Paulo Pereira da Silva (SP), divulgou nota, ontem, em apoio a Cunha e disse que o governo “apaga fogo com gasolina” ao irritar Cunha. Paulinho, aliado de primeira hora do presidente da Câmara, diz ainda que agora na oposição ajudará a derrubar a presidente Dilma Rousseff do cargo.

— Eu falei com ele cedo, estava muito irritado com as manobras e me disse que romperia com o governo. Achei bom, porque o meu negócio é derrubar a Dilma. Estamos lidando com um governo incompetente, que em vez de atrair o Cunha, jogou para o nosso lado uma das figuras mais importantes da República, apagou fogo com gasolina. Agora para nós, da oposição, cabe resgatar aliança antiga do PMDB com o PSDB. Se conseguirmos, será o primeiro passo para derrubar a Dilma — disse Paulinho.