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Aécio: criticas a era das incertezas do Governo Dilma

Aécio: senador disse que medidas temporárias, pontuais e paliativas contribuem para propagar incertezas.

Aécio: Governo Dilma e Gestão Deficiente

Link da matéria: Folha de S.Paulo

 Aécio: Governo Dilma e a era das incertezas

Aécio: PT e a gestão deficiente

Questão de confiança

Aécio Neves

É longa a lista de variáveis apontadas pela pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) para explicar o desânimo dos empresários brasileiros em fazer novos investimentos.

Entre os problemas citados estão o custo do crédito, dificuldades para obter financiamento, o apagão de mão de obra, burocracia excessiva e infraestrutura precária.

A essas dificuldades somam-se questões que ficaram evidentes após a pesquisa, feita em 2012, como a apreensão diante da oferta de energia e a elevação da inflação no país. O levantamento ouviu 584 grandes, médias e pequenas empresas.

No debate que se trava sobre o presente e o futuro da economia, um ponto é consensual até mesmo entre agentes governamentais: sem aumentar a taxa de investimentos será difícil fugir dos pibinhos dos últimos anos.

Convencer empresas e empresários a ampliar investimentos na produção que gera empregos e riqueza ao país pressupõe uma relação de confiança entre governantes e governados. E isso, infelizmente, parece faltar neste momento.

A pesquisa mostra o desânimo das empresas ao revelar que o percentual daquelas que pretendem ampliar suas atividades este ano é o menor dos últimos quatro anos.

Repete-se o mesmo cenário de 2012, quando o número de empresas que realizaram investimentos foi o menor desde 2009. No ano, diz a pesquisa, só 50,2% das empresas efetivaram os investimentos planejados, 45,5% o fizeram parcialmente e 4,2% adiaram ou cancelaram projetos.

O problema mais citado foi a incerteza econômica gerada por problemas internos e externos, evidenciando a impotência do governo diante da crise internacional e sua incapacidade em solucionar travas internas.

A falta de credibilidade do governo está contribuindo também para afastar investidores externos. Consultorias e organismos internacionais – como a norte-americana Securities and Exchange Commission – indicam que fundos internacionais estão substituindo o Brasil em seus portfólios por outros países.

Algumas das causas da fuga dos investidores estrangeiros coincidem com as que provocam o recuo das empresas nacionais -o excessivo intervencionismo e a insegurança gerada por recentes decisões do governo.

Medidas de desoneração fiscal, como as anunciadas na última semana, são necessárias e bem-vindas, mas precisam ser acompanhadas da austeridade fiscal que tem faltado até agora, comprometendo o equilíbrio das contas públicas.

Igualmente importante é que sejam duradouras. Medidas temporárias, pontuais e paliativas, como as que têm caracterizado a atual política econômica, contribuem para propagar incertezas.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna

Gestão em Minas: governador Anastasia recebe secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton

Chefes de Estado conversaram sobre a criação do consulado dos Estados Unidos em Minas Gerais

O governador Antonio Anastasia se reuniu nesta segunda-feira (16), na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília, com a secretária de Estado norte-americana Hillary Rodham Clinton. Durante o encontro eles conversaram sobre a abertura do novo consulado dos Estados Unidos em Belo Horizonte e sobre a relação comercial entre o país e Minas Gerais.

Anastasia agradeceu à secretária pela abertura do consulado em terras mineiras, que tem, entre outros objetivos, o de melhorar ainda mais a relação entre os dois entes, e a convidou para visitar Minas Gerais tão logo seja possível. A expectativa é que em cerca de dois anos o novo consulado já esteja em funcionamento. Hillary afirmou ter ficado satisfeita com a decisão de seu país em abrir uma representação no Estado mineiro e disse conhecer bem a importância de Minas Gerias para a economia do Brasil e da America Latina.

“A secretária de Estado Hillary Clinton não só confirmou a abertura do Consulado, como havia anunciado nos Estados Unidos, mas, mais do que isso, reafirmou a importância de Minas, que conhece a capacidade econômica de nosso Estado, o relacionamento que temos com os Estados Unidos, a presença de mineiros naquele país, o fluxo turístico tão importante. Ficamos muito animados com essas perspectivas e com a presença também do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, que se comprometeu a adotar com a brevidade possível os procedimentos que, sabemos, são complexos, mas serão adotados agora para a concretização dessa abertura”, afirmou o governador.

Encontro empresarial

Anastasia e Hillary participaram, ao lado também do ministro do Interior norte-americano, Keneth Salazar, e do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, do encontro empresarial Visão para a parceira econômica no século XXI, organizado pela CNI e pela Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham-Brasil). O governador ofereceu a Shannon todo o apoio necessário à embaixada para a abertura do novo consulado em Minas.

Durante o evento, a secretária de Estado disse que é possível reforçar os elos entre o Brasil e os Estados Unidos e que a abertura do novo consulado em Minas vai ajudar a melhorar ainda mais a relação entre os dois países.

“Queremos aumentar o turismo entre os dois países e aumentar o processamento de nossos vistos. O presidente Barack Obama está se esforçando para aumentar nossa capacidade de processar mais rapidamente os vistos nos países onde a demanda é mais importante, Brasil e China. Estamos abrindo dois novos consulados americanos em dois Estados, o governador de Minas está aqui, estamos aumentando o número de vôos entre o Brasil e os Estados Unidos para nos assegurar de que as empresas áreas vão responder as demandas à altura. Estamos muito animados com os resultados possíveis de tudo isso”, afirmou a secretária durante seu pronunciamento.

Assim como Anastasia vem defendendo ao longo de sua gestão à frente de Minas Gerais, Hillary afirmou que Governo, empresários e sociedade civil devem caminhar juntos para garantir o desenvolvimento das nações.

“Eu em geral descrevo uma sociedade exitosa como um banquinho de três pernas. Uma perna representa um governo responsável, que presta contas e é inclusivo. A outra perna do banquinho é um setor privado sólido que funciona bem e que é essencial para criar riquezas e empregos para fazer crescer a economia. E a terceira perna é uma sociedade civil forte que defende aqueles que não têm voz para se expressar. Se essas pernas não são desequilibradas o banquinho cai”, disse Hillary.

Relações Minas – EUA

Os Estados Unidos são o principal emissor de turistas para Minas Gerais. Só em 2010, 18,2 mil daquele país visitaram Minas a negócios, eventos e convenções, lazer e turismo em geral. Os norte-americanos também são parceiros tradicionais dos mineiros quando a relação é comercial. Em 2011, os Estados Unidos foram o terceiro principal destino dos produtos mineiros, atrás de China e Japão, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

“A presença do consulado também vai facilitar muito as questões de comércio bilateral entre Minas e os Estados Unidos. Nós temos de cada vez mais adensar o que temos de identidade, inclusive culturais com esse país que é liderança econômica do mundo. Temos que estar ao lado de quem tem essa capacidade de gerar riqueza para conseguirmos cada vez mais desenvolver o nosso Estado”, afirmou o governador.

As exportações mineiras somaram US$ 3,05 bilhões, 38% acima dos valores registrados em 2010. Com isso, o país norte-americano atingiu uma participação de 7,4% na pauta exportadora de Minas. Em relação às importações, os Estados Unidos foram o principal parceiro comercial dos mineiros, no ano passado. As importações de produtos “made in EUA” chegaram a US$ 2,17 bilhões.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governador-anastasia-recebe-secretaria-de-estado-norte-americana-hillary-clinton/

Para o senador Aécio Neves governo do PT se exime de investir em Saúde – Dilma veta emendas da oposição

Gestão da Saúde, gestão sem eficiência, caos na Saúde

Fonte: Artigo de Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Oportunidade perdida

Volto aqui ao tema da emenda 29, cuja regulamentação acaba de ser sancionada pela presidente Dilma Rousseff com um desfecho frustrante para uma iniciativa que levou mais de uma década tramitando no Congresso Nacional.

Um dos artigos vetados na sanção previa mais recursos para a saúde sempre que houvesse ganhos para a União, a partir da revisão positiva do PIB nominal. Antes, a base governista já havia impedido que o governo contribuísse com pelo menos 10% da sua receita, o que teria significado mais R$ 31 bilhões para o setor no ano que passou.

Já os Estados e os municípios tiveram fixados seus pisos mínimos de investimento de 12% e 15% de suas receitas, respectivamente. A situação é ainda mais grave diante da regressiva participação financeira federal nas despesas da área há vários anos, e, como consequência, o aumento da parcela de Estados e municípios.

A União se eximiu, assim, da sua responsabilidade, deixando para governadores, prefeitos e para as famílias brasileiras o ônus pelo equacionamento dos problemas do setor.

Levantamento do Ibope, feito para a CNI (Confederação Nacional da Indústria), mostrou que 95% da população reivindica mais recursos para a saúde e 82% avaliam que esses recursos podem ser obtidos sim, não criando impostos, mas pondo um fim aos desvios da corrupção.

O governo federal descartou uma oportunidade histórica de criar as bases para que pudéssemos enfrentar, de forma definitiva, o desafio da saúde. Esse é um exemplo concreto de oportunidade perdida, de agenda mais uma vez adiada. Em vez de demonstrar comprometimento com a questão, recuou o máximo que pôde.

Cabe agora à oposição tentar derrubar no Congresso os vetos feitos pela presidente à regulamentação da emenda 29, mesmo diante do rolo compressor da base governista. Esse episódio tira a máscara daqueles que sempre fazem muito alarde sobre si mesmos como detentores do monopólio de defesa dos mais pobres. Na verdade, o governo federal virou as costas para a saúde.

Pesquisa do IBGE, divulgada na última semana, mostra que as despesas das famílias brasileiras com bens e serviços de saúde, em 2009, foram de R$ 157,1 bilhões (ou 4,8% do PIB), bem superior aos R$ 123,6 bilhões (3,8% do PIB) da administração pública.

Ocorre que a rede pública é o único ou o principal fornecedor de serviços de saúde para 68% dos brasileiros e é considerada “péssima” ou “ruim” por 61%, conforme o levantamento da CNI. Nada menos que 85% dos entrevistados não viram avanços no sistema público de saúde do país nos últimos três anos. Ao que tudo indica, se depender do governo federal, continuarão, lamentavelmente, sem ver.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Oportunidade perdida

Gestão da Saúde, gestão sem eficiência, caos na Saúde

Fonte: Artigo de Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Oportunidade perdida

Volto aqui ao tema da emenda 29, cuja regulamentação acaba de ser sancionada pela presidente Dilma Rousseff com um desfecho frustrante para uma iniciativa que levou mais de uma década tramitando no Congresso Nacional.

Um dos artigos vetados na sanção previa mais recursos para a saúde sempre que houvesse ganhos para a União, a partir da revisão positiva do PIB nominal. Antes, a base governista já havia impedido que o governo contribuísse com pelo menos 10% da sua receita, o que teria significado mais R$ 31 bilhões para o setor no ano que passou.

Já os Estados e os municípios tiveram fixados seus pisos mínimos de investimento de 12% e 15% de suas receitas, respectivamente. A situação é ainda mais grave diante da regressiva participação financeira federal nas despesas da área há vários anos, e, como consequência, o aumento da parcela de Estados e municípios.

A União se eximiu, assim, da sua responsabilidade, deixando para governadores, prefeitos e para as famílias brasileiras o ônus pelo equacionamento dos problemas do setor.

Levantamento do Ibope, feito para a CNI (Confederação Nacional da Indústria), mostrou que 95% da população reivindica mais recursos para a saúde e 82% avaliam que esses recursos podem ser obtidos sim, não criando impostos, mas pondo um fim aos desvios da corrupção.

O governo federal descartou uma oportunidade histórica de criar as bases para que pudéssemos enfrentar, de forma definitiva, o desafio da saúde. Esse é um exemplo concreto de oportunidade perdida, de agenda mais uma vez adiada. Em vez de demonstrar comprometimento com a questão, recuou o máximo que pôde.

Cabe agora à oposição tentar derrubar no Congresso os vetos feitos pela presidente à regulamentação da emenda 29, mesmo diante do rolo compressor da base governista. Esse episódio tira a máscara daqueles que sempre fazem muito alarde sobre si mesmos como detentores do monopólio de defesa dos mais pobres. Na verdade, o governo federal virou as costas para a saúde.

Pesquisa do IBGE, divulgada na última semana, mostra que as despesas das famílias brasileiras com bens e serviços de saúde, em 2009, foram de R$ 157,1 bilhões (ou 4,8% do PIB), bem superior aos R$ 123,6 bilhões (3,8% do PIB) da administração pública.

Ocorre que a rede pública é o único ou o principal fornecedor de serviços de saúde para 68% dos brasileiros e é considerada “péssima” ou “ruim” por 61%, conforme o levantamento da CNI. Nada menos que 85% dos entrevistados não viram avanços no sistema público de saúde do país nos últimos três anos. Ao que tudo indica, se depender do governo federal, continuarão, lamentavelmente, sem ver.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Antonio Anastasia defende soluções para garagalos tributários, de infraestrutura e educação que impedem o Brasil de avançar

O governador Antonio Anastasia defendeu, nesta quarta-feira (1º), na abertura do 5º Encontro Nacional da Indústria, em São Paulo (SP), a superação dos obstáculos que impedem o país de avançar. O encontro, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), tem como objetivo discutir os principais gargalos da economia brasileira que precisam ser enfrentados e os desafios das empresas brasileiras no mercado global.

Para o governador Antonio Anastasia, os principais entraves da economia brasileira estão na educação, na infraestrutura, no meio ambiente e na tributação. Ele defendeu que, para superá-los, é preciso menos discurso e debate ideológico e mais ação para que a economia brasileira se fortaleça e crie condições de gerar empregos de qualidade.

“Os gargalos da infraestrutura passam a lançar sobre nós um temor muito forte e, por isto, temos que reverter esse quadro com menos discurso e mais ação. Menos debate ideológico, mais governança. Menos resistências às ideias novas e mais parcerias entre os setores dos segmentos”, disse o governador Antonio Anastasia, em seu pronunciamento para empresários e políticos presentes ao evento.

Reformas

O governador de Minas Gerais também defendeu o imediato avanço nas reformas política, tributária e previdenciária, aproveitando o ambiente que é favorável nos diversos setores da sociedade brasileira.

“As resistências não podem criar obstáculos intransponíveis para a realização das reformas tão necessárias, quer política, tributária, previdenciária, que são reclamadas há décadas. Parece que temos o ambiente favorável em todas as suas esferas, empresarial, nas universidades, na mídia, todos clamando por essa necessidade”, disse Anastasia.

Para o governador mineiro, o atraso nas reformas são um dos fatores que fizeram com que nações com menos condições que o Brasil em capital humano e insumos, com dificuldades adversas de clima e de riquezas naturais avançassem mais nos últimos anos.

Para Anastasia, há no Brasil uma enorme dificuldade em superar esses pequenos obstáculos, que impedem o crescimento pleno da economia brasileira, que não precisa mais de diagnósticos, e sim, de ações.

“O que se precisa não é mais diagnósticos para os problemas, não é só a vontade de superá-los, mas sim um plano de ação efetivo, concreto. E mais do que isto, a vontade de quebrarmos pequenos privilégios que representam uma resistência cultural às mudanças extraordinárias. Assim ocorre na Previdência, na burocracia, no Judiciário, nos segmentos empresariais, nos governos, nos sindicatos, nas universidades”, exemplificou.

Geração de empregos

Para o governador mineiro, só quebrando esses entraves é que o Brasil vai conseguir avançar e ter uma indústria mais competitiva. E, na sua avaliação, a criação de empregos de qualidade, baseada na valorização do produto nacional, deve ser uma obsessão para qualquer governante.

“Uma política econômica que valoriza o produto nacional, dentro de parâmetros necessários para que tenhamos sempre o fim daquele pavoroso dragão da inflação e tenhamos o que é mais importante em uma nação, que é a geração de empregos de qualidade. Essa deve ser sempre a maior obsessão de qualquer governante. E quem gera emprego de qualidade não é o poder público, o estado, não é o município, quem gera emprego são os senhores, o mercado produtivo”, disse Anastasia aos empresários.

 

Antonio Anastasia da solenidade de posse do novo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade

O governador Antonio Anastasia participou, na noite dessa quarta-feira (17), em Brasília (DF), da solenidade de posse do novo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, e da nova diretoria da entidade, período 2010/2014. A solenidade contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

É a primeira vez que um mineiro assume a presidência da CNI, desde 1954, pondo fim a um período de revezamento entre paulistas e nordestinos no cargo. Robson Andrade presidiu por dois mandatos consecutivos, entre 2002 e 2009, a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg).