• Agenda

    setembro 2020
    S T Q Q S S D
     123456
    78910111213
    14151617181920
    21222324252627
    282930  
  • Categorias

  • Mais Acessados

    • Nenhum
  • Arquivo

  • Minas em Pauta no Twitter

    Erro: Assegure-se de que a conta Twitter é pública.

Governo de Minas: Agência Reguladora anuncia novas tarifas da Copasa para 2012

Alterações nas tabelas trarão efeito favorável aos usuários com baixos consumos

A Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário do Estado de Minas Gerais (Arsae-MG) publica nessa sexta-feira (13), no “Minas Gerais”, órgão oficial de divulgação dos Poderes do Estado, autorização para que a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) aplique em suas tabelas de tarifas um reajuste médio de 4,34%. No estudo de reajuste tarifário feito pela Arsae-MG, o reajuste seria de 5,44%, mas foi reduzido em função de compensações do exercício anterior.

O reajuste das tarifas refere-se a um período de 13 meses, desde o último reajuste ocorrido, em abril de 2011. Para efeito de comparação, os índices oficiais de inflação registrados no mesmo período foram: INCC 8,81%, IPCA 5,78%, INPC 5,46%, IGP-DI 3,80% e IGP-M 3,71%.

A Agência Reguladora alterou os critérios da chamada Tarifa Social, destinada aos consumidores de baixa renda e baixo consumo. Com as mudanças, o número de famílias beneficiadas em todo o Estado aumentará de 317 mil para mais de um milhão, correspondente a 3,5 milhões de pessoas. Este contingente representa cerca de 27,5% de todas as famílias atendidas pela Copasa no Estado.

A nova tabela – que passa a valer a partir de 13 de maio – traz também uma redução de 11,8% nas tarifas das residências com consumo mensal de até 6 metros cúbicos de água (o equivalente a 6 mil litros). Já as residências com consumo de até 8 mil litros/mês terão reajuste de apenas 0,4% (ou R$0,07) para o serviço de abastecimento de água.

Como aconteceu em 2011, as alterações introduzidas pela Arsae-MG nas tabelas da Copasa produzirão novamente um efeito favorável aos usuários com baixos consumos, de modo que o índice de aplicação de 4,34% é médio.

As tarifas definidas pela Arsae-MG se aplicam a todas as cidades servidas pela Copasa no Estado e valem por um ano. A Resolução será publicada nessa sexta-feira (13), no “Minas Gerais”. A Nota Técnica já está disponível no site da Arsae-MG (www.arsae.mg.gov.br).

Alterações nas tarifas de esgoto

Conforme já divulgado no início desta semana, a Arsae-MG está completando este ano a reversão, iniciada em 2011, das mudanças feitas pela Copasa nas tabelas tarifárias em 2007. O objetivo foi simplificar o quadro tarifário e aumentar a transparência para o usuário.

A partir de maio, as cidades em que a Copasa presta serviços apenas de coleta de esgoto voltarão a pagar 50% do preço da água, mas com a correspondente e proporcional redução das tarifas de água. Já as cidades que dispõem de coleta e tratamento de esgoto passarão a pagar 90% do preço da água, também com a correspondente e proporcional redução das tarifas de água.

Essa equação assegura que a reversão nas mudanças nas tarifas de esgoto não implicarão em qualquer aumento na fatura total (água e esgoto) dos usuários que moram nas 213 cidades onde a Copasa presta os dois serviços.

Sobre a Arsae-MG

A Arsae-MG é uma autarquia especial criada pelo Governo de Minas em 2009, com as atribuições de editar normas para a prestação dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário sob concessão da Copasa e da Copanor e também de fiscalização dos serviços prestados.

Mediante convênio com os municípios, a Arsae-MG também atua como agência reguladora em cidades cujos serviços de água e esgoto não são prestados pelas duas empresas. São os casos de Itabira e Passos, que já têm convênios assinados com a Agência Reguladora.

O objetivo da regulação do setor, nos termos da legislação federal, é garantir aos usuários a regularidade, a continuidade e a segurança na prestação dos serviços, bem como buscar a melhoria crescente da eficiência técnica e econômica dos serviços prestados. No caso específico das tarifas, a Arsae-MG busca a combinação da modicidade tarifária com o equilíbrio econômico-financeiro do sistema de prestação dos serviços e sua expansão.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/agencia-reguladora-anuncia-novas-tarifas-da-copasa-para-2012/

Governo de Minas: investimento da Copasa garantirá tratamento de esgoto em Carmo do Paranaíba

Implantação do sistema de esgotamento sanitário receberá R$ 7,7 milhões em investimentos

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) dará início a uma das obras mais esperadas pela população de Carmo do Paranaíba, na região do Alto Paranaíba. Com investimentos da ordem de R$ 7,7 milhões, será iniciada a implantação de um completo sistema de esgotamento sanitário. A ordem de serviço autorizando o início imediato das obras será assinada em solenidade na próxima segunda-feira (12), com as presenças do presidente da Copasa, Ricardo Simões, e do prefeito Helder Costa Boaventura.

O empreendimento prevê a implantação de mais de 3 mil metros de interceptores; 4 mil metros de redes coletoras, novas ligações prediais, além da construção de uma moderna Estação de Tratamento que irá tratar todo o esgoto coletado no município.

Com capacidade para tratar mais de 4,2 milhões de litros de esgoto por dia, a Estação de Tratamento será composta por tratamento preliminar; dois módulos de reatores anaeróbios de fluxo ascendente, seguidos de dois módulos de filtros biológicos e dois módulos de decantadores; estações elevatórias para recirculação de efluente; desidratação, leito de secagem e disposição do lodo em aterro controlado.

Além da implantação do novo sistema de esgotamento sanitário, a Copasa está ampliando e modernizando todo o sistema de água da cidade, com o objetivo de garantir o abastecimento futuro da população. Com investimentos da ordem de R$ 3,9 milhões, estão sendo implantados mais de 700 metros de novas adutoras, 3 mil metros de redes de distribuição de água e estão sendo realizadas novas ligações de água para a população.

Todos esses empreendimentos integram os esforços do Governo de Minas para garantir mais qualidade de vida aos mineiros, por meio de um desenvolvimento sustentável.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: governo investe R$ 300 milhões em saneamento básico nos Vales do Mucuri e Jequitinhonha

TEÓFILO OTONI (23/01/12) – A partir de abril deste ano o município de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, passará a contar com uma das maiores obras de abastecimento de água e de saneamento básico que o Governo de Minas está implementando no Vale do Mucuri. Além de Teófilo Otoni, o projeto beneficiará cerca de 30 municípios da região. Os investimentos, da ordem de R$ 300 milhões, que estão sendo viabilizados por meio da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), compreendem a  construção, em Teófilo Otoni, de uma barragem de 32 metros de altura no leito do Rio Todos os Santos e a implantação de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).

As obras de construção da barragem e da ETE já estão em fase final e, já a partir do primeiro semestre deste ano, vão garantir a revitalização e despoluição do Rio Todos os Santos, principal fonte de abastecimento de água da população de Teófilo Otoni. Com capacidade para acumular 12 milhões de metros cúbicos de água, a barragem conta com investimentos de R$ 120 milhões. A implantação dos empreendimentos geraram 550 empregos diretos.

De acordo com os engenheiros da Copasa, José Lopes da Silva e Márcia Nogueira de Almeida, a barragem proporcionará grande ganho ambiental para a região de Teófilo Otoni, uma vez que, além de resolver o problema de abastecimento de água da população, viabilizará a recuperação de uma das mais importantes bacias hidrográficas do Vale do Mucuri.

As obras no entorno da barragem do Rio Todos os Santos já estão em fase de conclusão, com a instalação de equipamentos de controle, redes de eletrificação e calçamento de vias de acesso. Também está prevista a construção de uma adutora com 12 quilômetros de extensão, ligando a barragem à estação de tratamento de água da Copasa, sediada na área urbana de Teófilo Otoni.

Desenvolvimento regional

A previsão é de que esses investimentos do Governo de Minas vão garantir, nos próximos 50 anos, o abastecimento de água a uma população atualmente superior a 130 mil habitantes, além da regularização do Rio Todos os Santos, que seca em períodos de estiagem prolongada. Já nos períodos de chuva, a barragem contribuirá com a redução dos problemas de enchentes enfrentados pela população.

“Os investimentos que o Governo de Minas tem realizado na construção da barragem são fundamentais para a região, pois solucionarão um problema crônico de abastecimento que a população local enfrenta nos períodos de seca e que vinha se agravando nos últimos anos”, afirma o gerente do Departamento Operacional Nordeste da Copasa, Sérgio da Costa Ramos. “Além de resolver o problema de abastecimento de água pelas próximas cinco décadas, os investimentos se constituirão num fator indutor do desenvolvimento regional”.

Vila Esperança

Em janeiro do ano passado, o Governo de Minas inaugurou a Vila Esperança, conjunto habitacional construído para atender famílias que residiam na área onde está sendo construída a barragem. Localizada na região de Cabeceira de São Pedro, a vila é formada por 23 casas e recebeu investimentos de R$ 3 milhões do Estado. Além de novas casas, os moradores receberam ajuda de custo para subsidiar o primeiro plantio e o cultivo de lavouras de subsistência.

Testes de operação da ETE serão iniciados em fevereiro

Paralelo às obras de conclusão da barragem no leito do Rio Todos os Santos, a Copasa está investindo na ampliação das redes de coleta e tratamento de esgoto em Teófilo Otoni e em outras 30 cidades sediadas nos vales do Mucuri e São Mateus. Os investimentos são superiores a R$ 200 milhões e objetivam despoluir as bacias dos rios Todos os Santos e Jequitinhonha. A iniciativa contribuirá para a melhoria da saúde pública, envolvendo uma população estimada em 430 mil habitantes.

A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Teófilo Otoni, cujas obras foram iniciadas há dois anos, já está em fase final de implantação. O empreendimento terá capacidade para tratar 240 litros de esgoto por segundo e inclui a implantação de 24 quilômetros de redes de interceptores. Os trabalhos de impermeabilização dos reatores já estão sendo executados e a previsão é de que ainda neste semestre a estação entre em funcionamento, após a realização de testes de funcionamento previstos para fevereiro.

Municípios beneficiados

Além de Teófilo Otoni, outros municípios do Vale do Mucuri estão sendo contemplados com a execução de obras de saneamento e abastecimento de água por parte do Governo de Minas. Nos municípios de Serro, Itaobim, Araçuaí e Carlos Chagas, as obras de implantação de estações de tratamento de esgoto já foram concluídas. Já nas cidades de Mata Verde, Divisópolis, Serra dos Aimorés, Diamantina, Capelinha, Turmalina, Minas Novas, Pedra Azul, Itamarandiba, Jequitinhonha, Joaíma, Santa Maria do Suaçuí, Medina e Nanuque, as obras estão em andamento, algumas delas já em fase de conclusão.

Entre os investimentos viabilizados pelo Governo de Minas, a Copasa iniciará brevemente as obras de ampliação do sistema de abastecimento de água do município de Itamarandiba, totalizando R$ 9 milhões. Por outro lado, em 12 cidades de menor porte do Vale do Mucuri, o Governo do Estado investirá R$ 3 milhões neste ano, na ampliação da produção de água, visando resolver problemas enfrentados pela população em períodos de seca prolongada.

Barragem viabiliza criação de nova reserva de Mata Atlântica

Além de resolver o problema de abastecimento de água de Teófilo Otoni e de reduzir os problemas causados por enchentes em períodos de chuva, a construção da barragem no leito do Rio Todos os Santos proporcionará considerável ganho ambiental ao Vale do Mucuri, com a criação de uma nova reserva florestal. A área será constituída em 998 hectares e a região do semiárido passará a contar com uma importante reserva de Mata Atlântica.

Os engenheiros José Lopes da Silva e Márcia Nogueira de Almeida explicam que, apesar da formação do lago da barragem ocupar apenas 128 hectares, o Governo de Minas adquiriu uma área de quase mil hectares, que proporcionará a criação de uma importante reserva de Mata Atlântica no entorno da barragem. “A iniciativa trará consideráveis ganhos para a preservação da flora e da fauna”, prevêem os engenheiros.

Ganhos ambientais

Os técnicos da Copasa destacam ainda que outro importante ganho ambiental para o Vale do Mucuri foi o fato de que a construção da barragem exigiu o desmatamento de apenas 14 hectares, visto que a maior parte da área a ser inundada era composta por pastagens e brejo. Mesmo com o desmatamento de uma área considerada pequena, os engenheiros lembram que a Copasa realizou trabalho de resgate da fauna e da flora que, com a criação da área de proteção ambiental, terá condições de se desenvolver e ter suas características preservadas.

A área de proteção ambiental não será aberta à população. Só poderá ser utilizada para a realização de pesquisas, mesmo assim, depois das propostas serem analisadas por parte da equipe técnica da Copasa.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Feam elabora plano que indica áreas prioritárias para atuação na Bacia do Rio Paraopeba

BELO HORIZONTE (12/01/12) – O “Plano para Incremento do Percentual de Tratamento de Esgotos Sanitários na Bacia Hidrográfica do Rio Paraopeba”, elaborado pela Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam), entidade que integra o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), foi apresentado na Câmara de Instrumentos de Gestão de Recursos Hídricos (CTIG) do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH-MG) e na Unidade Regional Colegiada do Paraopeba do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam). O estudo indica áreas prioritárias para investimento em sistemas de tratamento de esgotos e pode ajudar diversas instituições governamentais no desenvolvimento de ações para a bacia.

A elaboração do plano surgiu da necessidade de ações sustentáveis que contribuam para a recuperação da bacia, tendo em vista sua importância no que diz respeito ao abastecimento público de água. Atualmente, a Bacia Hidrográfica do Rio Paraopeba é responsável pelo fornecimento de água para aproximadamente 53% da população da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).  De acordo com dados do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), os principais responsáveis pela degradação da bacia são o lançamento de esgoto sanitário e efluentes industriais nos cursos de água sem o tratamento adequado e o uso e ocupação irregulares do solo nas áreas urbana e rural.

“Esse plano poderá ajudar as instituições governamentais na viabilização de novos projetos, conforme já ocorreu com as diretrizes do plano elaborado para a Bacia do Rio das Velhas em 2010”, frisou o gerente de Monitoramento de Efluentes da Feam, Rodolfo Carvalho Salgado Penido.

A partir do diagnóstico feito na bacia do Rio das Velhas em 2010, algumas ações foram propostas dentro do Projeto Estruturador Meta 2014, dentre elas, a elaboração de projetos de saneamento da Bacia do Velhas, a implantação de novos pontos de monitoramento da qualidade da água em trechos identificados como prioritários, o suporte à decisão para ações da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Política Urbana (Sedru) e da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), e o desenvolvimento de metodologia para cadastro e controle de caminhões limpa-fossa.

Uma inovação trazida pelo Plano da Bacia do Rio Paraopeba é o Índice de Qualidade dos Serviços de Esgotamento Sanitário Municipal (IQES), que permite avaliar e comparar de forma padronizada e reconhecida internacionalmente os distintos sistemas de esgotamento sanitário de diferentes municípios, que poderá ser aplicado em outras bacias. Penido reforça que o plano auxiliará na proposição de novas legislações ambientais, que poderão ajudar os municípios na implantação de sistemas adequados de esgotamento sanitário, além de melhorar a qualidade das águas da bacia.

Metodologia do Plano

A metodologia adotada para elaboração do plano foi constituída em três etapas: diagnóstico, prognóstico e diretrizes identificadas. Na primeira etapa, foi realizado o levantamento de dados in loco. O objetivo foi a obtenção dos percentuais da população urbana atendida por coleta e tratamento dos esgotos sanitários e a certificação das condições operacionais das Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) dos 48 municípios inseridos na bacia.

Já na fase de prognóstico, foi realizada a identificação dos pontos chave ou inconformidades presentes nas ETEs visitadas, além da realização do cálculo do Índice de Qualidade dos Serviços de Esgotamento Sanitário Municipal (IQES) para cada um dos municípios da bacia hidrográfica estudada.

Na etapa de diretrizes identificadas foram apontados os possíveis caminhos para melhoria da qualidade dos serviços de esgotamento sanitário e, consequentemente, das águas da bacia. Diante do estudo, verificou-se que a conjuntura atual dos serviços de esgotamento sanitário da bacia, de modo geral, é crítica. “A implementação das diretrizes identificadas poderão contribuir para o incremento do percentual de tratamento dos esgotos sanitários da Bacia do Rio Paraopeba, que, atualmente, atinge apenas 37,6% (724mil habitantes) da população urbana da bacia”, disse Rodolfo Penido.

Penido ressalta também que as informações obtidas durante o levantamento dos dados e as considerações feitas nesse plano poderão servir de subsídios ao desenvolvimento do Plano Diretor de Recursos Hídricos da Bacia do Paraopeba, contribuindo assim para a sua elaboração.

Diretrizes

Localizada no Sudeste do Estado de Minas Gerais, a bacia abrange uma área de 13.643 Km², que corresponde a 2,5% da área total do Estado. Mais de dois milhões de pessoas, distribuídas em 48 municípios, vivem na bacia.

As principais diretrizes apontadas no estudo se referem às necessidades de capacitações para elaboração e gerenciamento de programas e projetos, educação ambiental e mobilização social, alteração no sistema de concessão de Autorizações Ambientais de Funcionamento (AAFs), acompanhamento aos municípios para receberem financiamento para elaboração de projetos e/ou construção de ETEs, expansão dos sistemas de esgotamento sanitário pertinentes às áreas rurais, estabelecimento de convênios e parcerias dos municípios com entidades capacitadas para a área de saneamento, programas de fomento para criação de consórcios intermunicipais para sistemas de esgotamento sanitário, redução das conexões clandestinas de águas pluviais em sistemas de esgotamento sanitário, dentre outras.

Bacia do Rio Pará

Em 2012, a Feam, por meio do programa Minas Trata Esgoto e em parceria com o Igam, focará a elaboração do “Plano para Incremento do Percentual de Tratamento de Esgotos da Bacia do Rio Pará”, que é contígua à bacia do Rio Paraopeba, dando assim continuidade ao trabalho de incremento do percentual de tratamento de esgotos em Minas Gerais.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas monta força-tarefa para ajudar municípios da Zona da Mata

 

GUIDOVAL (05/01/12) – A redução das chuvas e a baixa do nível das águas do rio Xopotó, permitiram, nesta quinta-feira (5), que as equipes da defesa civil de Minas Gerais intensificassem o trabalho de atendimento à população de Guidoval, na Zona da Mata mineira. A estrada que liga a cidade a Visconde do Rio Branco foi desobstruída, o que possibilitou a chegada dos primeiros caminhões com alimentos, água, colchões, material de limpeza e agentes de saúde iniciaram o trabalho de vacinação da população.

Voluntários se juntaram a integrantes da força-tarefa do Governo de Minas para auxiliar no descarregamento dos caminhões e armazenamento dos produtos nas salas de aula da Escola Estadual Coronel Joaquim Martins. A entrega do material será feita porta a porta e está sob responsabilidade da equipe de assistência social do município. Cerca de 150 pessoas, entre técnicos da Defesa Civil, da Gerência Regional de Saúde em Ubá, da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), policiais militares e do Corpo de Bombeiros Militar, servidores do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) estão em Guidoval para prestar auxilio à população atingida, ao lado de servidores da prefeitura local e de municípios vizinhos.

Também os serviços públicos – fornecimento de água, telefonia e energia elétrica – começaram a ser normalizados. Na casa de Dona Alda Rodrigues Jorge, 79 anos, e Sebastião Jorge, 75 anos, localizada no centro da cidade, já tem água e luz. A Cedec contava, na tarde desta quinta-feira, 102 desabrigados. Quatro abrigos foram instalados para receber aqueles que foram obrigados a deixar suas residências e não tiveram para onde ir. Sebastião Jorge conta que nunca antes tinha acontecido nada igual na cidade. Dados ainda preliminares apontam para a existência de cem casas destruídas e outras 400 danificadas. “Nasci na zona rural e vim para Guidoval aos seis anos de idade. A ponte que caiu tinha mais de 100 anos”, conta.

Um posto de saúde foi instalado na unidade do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), que foi abastecido com medicamentos transportados por helicóptero e barco. Vinte e seis profissionais da área da saúde, entre eles médicos e enfermeiros, revezam no atendimento à população. Estão disponíveis vacinas contra difteria e tétano.

Este é o momento da assistência humanitária, quando as pessoas recebem roupas, alimentos, kit higiene, até que a situação seja normalizada. “Nesta fase também é realizada a reabilitação de cenário, com o restabelecimento dos serviços de água, luz, telefone e a limpeza da área”, explicou o secretário executivo da Cedec, tenente-coronel Eduardo Reis, que está em Guidoval coordenando as ações de atendimento à população.

Paralelamente, começam os trabalhos de avaliação e extensão dos danos, trabalho realizado pela Coordenação Municipal de Defesa Civil (Comdec) da Prefeitura, com a orientação e o apoio do Corpo de Bombeiros e a Cedec-MG. São feitas vistoriais e preenchidos relatórios que, posteriormente, são encaminhados junto com projetos de recuperação, ao governo federal, para a obtenção de recursos para a reconstrução das áreas destruídas e recuperação dos equipamentos – casas, pontes, estradas, prédios públicos – danificados.

No fim da tarde de hoje, eles se reuniram no Posto de Comando da Defesa Civil, instalado ao lado do ginásio poliesportivo, para um balanço das atividades do dia e para o planejamento das ações do dia seguinte. Para esta quinta-feira, eles tinham programado 18 ações. De acordo com o major Anderson, responsável pelas operações da Cedec-MG, os objetivos foram alcançados totalmente ou parcialmente.

“Essas avaliações e planejamento evitam ações improvisadas, dando mais eficiência ao trabalho, já que antecipa possíveis demandas da população”, disse. Desde a terça-feira passada, cerca de 50 ações foram planejadas e executadas.

Além da equipe da Cedec-MG, participaram da reunião representantes da PM, Corpo de Bombeiros, prefeitura municipal, técnicos da Copasa, Banco do Brasil, Oi, entre outros. Segundo o prefeito Hélio Lopes dos Santos, o trabalho vem evoluindo bem. “Esperamos que esse momento difícil passe o mais rápido possível”, disse.

Fonte: Agênca Minas

Sistema de comando de operações é criado pelo Governo Anastasia e prefeitura de Divinópolis

O Governo de Minas implementou, em parceria com a Prefeitura de Divinópolis, um sistema de comando de operações para avaliar e definir ações de enfrentamento aos danos causados pelas chuvas no Centro-Oeste do Estado. Formado por representantes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar, da Defesa Civil municipal, daCompanhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e por algumas secretarias da prefeitura, o grupo se reúne diariamente em virtude da elevação do rio Piracicaba, que atingiu cerca de 20 bairros do município e parte da zona rural.

O comandante do 10º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, tenente-coronel Luiz Matos, explica que o sistema de comando foi criado com o objetivo de avaliar a situação dos órgãos envolvidos e se todos os atendimentos com relação ao período chuvoso estavam sendo realizados. “Classifico esse tipo de ação como indispensável em momentos como o que estamos passando em Divinópolis. O importante é que neste tipo de ação conjunta cada órgão saiba o seu papel”, destacou Matos.

A opinião sobre a importância do sistema de comando de operações também é compartilhada pelo coordenador da Defesa Civil de Divinópolis, Adilson Quadros. “A formação desse grupo facilita o nosso trabalho, diminui custos, aumenta a eficiência e evita que a mesma ação seja feita por dois órgãos ao mesmo tempo. Com certeza, a formação do sistema de comando de operações ajudou para que não tivéssemos nenhuma vítima fatal em nosso município”, frisou Quadros. O município recebe constante apoio do Governo de Minas, por meio daCoordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec).

Restabelecimento da normalidade

Em Divinópolis, as águas do Rio Itapecerica chegaram a 7,5 metros acima do nível na última segunda (2) e terça-feira (3). De acordo com a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) e o Corpo de Bombeiros, a situação na cidade começou a se normalizar na quarta-feira (4) e nesta quinta-feira (5) e as águas do Rio Piracicaba já se encontram 3,9 metros acima do nível. Segundo o Corpo de Bombeiros, não há mais regiões alagadas em Divinópolis.

Desde segunda-feira (2), 71 ocorrências foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros no município. “Além de Divinópolis, atualmente estamos com viaturas de prontidão nos municípios de Carmo do Cajuru, Conceição do Pará e também no bairro Jardim Candelária, em Divinópolis”, destacou o tenente-coronel Luiz Matos.

“Continuamos com o trabalho preventivo, já que há previsão de precipitações de cerca de 100 milímetros para o próximo final de semana no município. Buscamos sempre conscientizar a população sobre a importância de se manter alerta e sobre a melhor hora de voltarem para as suas casas”, afirmou o tenente- coronel Luiz Matos, responsável pelo 10º Batalhão do Corpo de Bombeiros de Divinópolis.

De acordo com a Copasa, cerca de 70% do município já está com o fornecimento de água restabelecido. A previsão é de que até, nesta sexta-feira (6), 100% do abastecimento de água no município já esteja restituído. Em alguns bairros da cidade, onde a água ainda não foi restabelecida, a Copasa disponibilizou sete caminhões- pipa para atender os moradores. Durante a enchente que atingiu o município 627 pessoas foram afetadas.

Fonte: Agência Minas

Governo do Estado e Prefeitura de Divinópolis criam sistema de comando de operações

DIVINÓPOLIS (05/01/12) – O Governo de Minas implementou, em parceria com a Prefeitura de Divinópolis, um sistema de comando de operações para avaliar e definir ações de enfrentamento aos danos causados pelas chuvas no Centro-Oeste do Estado. Formado por representantes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar, da Defesa Civil municipal, da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e por algumas secretarias da prefeitura, o grupo se reúne diariamente em virtude da elevação do rio Piracicaba, que atingiu cerca de 20 bairros do município e parte da zona rural.

O comandante do 10º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, tenente-coronel Luiz Matos, explica que o sistema de comando foi criado com o objetivo de avaliar a situação dos órgãos envolvidos e se todos os atendimentos com relação ao período chuvoso estavam sendo realizados. “Classifico esse tipo de ação como indispensável em momentos como o que estamos passando em Divinópolis. O importante é que neste tipo de ação conjunta cada órgão saiba o seu papel”, destacou Matos.

A opinião sobre a importância do sistema de comando de operações também é compartilhada pelo coordenador da Defesa Civil de Divinópolis, Adilson Quadros. “A formação desse grupo facilita o nosso trabalho, diminui custos, aumenta a eficiência e evita que a mesma ação seja feita por dois órgãos ao mesmo tempo. Com certeza, a formação do sistema de comando de operações ajudou para que não tivéssemos nenhuma vítima fatal em nosso município”, frisou Quadros. O município recebe constante apoio do Governo de Minas, por meio da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec).

Restabelecimento da normalidade

Em Divinópolis, as águas do Rio Itapecerica chegaram a 7,5 metros acima do nível na última segunda (2) e terça-feira (3). De acordo com a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) e o Corpo de Bombeiros, a situação na cidade começou a se normalizar na quarta-feira (4) e nesta quinta-feira (5) e as águas do Rio Piracicaba já se encontram 3,9 metros acima do nível. Segundo o Corpo de Bombeiros, não há mais regiões alagadas em Divinópolis.

Desde segunda-feira (2), 71 ocorrências foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros no município. “Além de Divinópolis, atualmente estamos com viaturas de prontidão nos municípios de Carmo do Cajuru, Conceição do Pará e também no bairro Jardim Candelária, em Divinópolis”, destacou o tenente-coronel Luiz Matos.

“Continuamos com o trabalho preventivo, já que há previsão de precipitações de cerca de 100 milímetros para o próximo final de semana no município. Buscamos sempre conscientizar a população sobre a importância de se manter alerta e sobre a melhor hora de voltarem para as suas casas”, afirmou o tenente- coronel Luiz Matos, responsável pelo 10º Batalhão do Corpo de Bombeiros de Divinópolis.

De acordo com a Copasa, cerca de 70% do município já está com o fornecimento de água restabelecido. A previsão é de que até, nesta sexta-feira (6), 100% do abastecimento de água no município já esteja restituído. Em alguns bairros da cidade, onde a água ainda não foi restabelecida, a Copasa disponibilizou sete caminhões- pipa para atender os moradores. Durante a enchente que atingiu o município 627 pessoas foram afetadas.

Fonte: Agência Minas

Copasa é a mais bem avaliada empresa de saneamento do país

Um estudo, publicado nesta quinta-feira (17), no jornal Brasil Econômico, mostra que a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) foi a única empresa de saneamento que teve boa avaliação nas oito categorias do levantamento feito pela Associação Brasileira das Concessionárias Privadas dos Serviços Públicos de Água e Esgoto (Abcon). A pesquisa avaliou 26 companhias estaduais de saneamento do país.

O estudo, elaborado com base em dados do Ministério das Cidades, levou em conta critérios de rentabilidade, produtividade, geração de caixa e capacidade de endividamento das empresas. Os desempenhos foram divididos entre bom, razoável, baixo e insuficiente.

A Copasa ficou na frente da Sabesp (SP) e da Sanepar (PR), avaliadas como boas em sete categorias. As companhias de Goiás (Saneago), Rio Grande do Sul (Corsan), Bahia (Embasa) e Espírito Santo (Cesan) foram aprovadas em seis das oito categorias.

As 19 restantes ficaram abaixo do regular em mais de três critérios, sendo que sete delas foram aprovadas em apenas uma ou nenhuma das categorias (Cosanpa/PA, Caema/MA, Caerd/RO, Caer/RR, Caesa/AP, Deas/AC e Cosama/AM).

Para o presidente da Copasa, Ricardo Simões, esse resultado é o coroamento do esforço da gestão que se iniciou em 2003, com o chamado Choque de Gestão. “As empresas estabeleceram metas claras e objetivas, com indicadores de desempenho, que aferem todo o tempo a administração, permitindo transformar a empresa em referência de qualidade no setor de serviço público”.

O estudo da associação mostra ainda que a maioria das empresas de saneamento, controladas por autarquias municipais e estaduais, é mal gerenciada e tem as finanças comprometidas, o que dificulta a captação de verbas junto ao Governo Federal. Segundo avaliação do presidente da Abcon, Yves Besse, as companhias não só não conseguem elaborar os projetos necessários para pleitear a verba federal, como não possuem condições financeiras mínimas para receberem linhas de financiamento.

Os dados apresentados também mostram que apenas 28% dos R$ 35 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), destinados pela União à área de saneamento, foram desembolsados.

Nos últimos sete anos, os investimentos da Copasa superaram os cinco bilhões de reais. Estes recursos foram aplicados em diversos empreendimentos com a utilização de tecnologia de ponta proporcionando a modernização e melhoria dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário. Além disso, esses empreendimentos levaram mais oportunidades de negócios para as cidades, promovendo o seu desenvolvimento, gerando mais emprego e contribuindo para a preservação do meio ambiente. Outros R$ 3 bilhões ainda estão previstos dentro do programa de investimento da companhia para serem aplicados, até 2012, com o objetivo de ampliar e melhorar o saneamento.