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Gestão eficiente: Aécio e Anastasia e os anos que mudaram Minas

De 2003 a 2014, Minas experimentou o progresso e conquistou avanços sociais e econômicos, gestão tucana foi reconhecida pelo Banco Mundial como referência em administração pública.

Gestão eficiente tucana em Minas mudou a vida dos mineiros

Fonte: Jogo do Poder

Agricultura

Minas lidera o ranking da produção agropecuária brasileira, com 16% de participação no total.

O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio mineiro, estimado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da ESALQ/USP, com o apoio financeiro da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), fechou o ano de 2014 com alta em 7,51%.

Participação de Minas no PIB do agronegócio nacional cresceu mais de 53% entre 2002 e 2014.

O PIB do agronegócio de Minas Gerais, com base em cálculos até dezembro/14, passou a ter uma participação de 13,8% no PIB nacional.

Fonte: Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), da ESALQ/USP

Gestão eficiente tucana em Minas mudou a vida dos mineiros e promoveu avanços

Água

A criação da Copanor em 2007 levou água tratada para 322 mil pessoas em 238 localidades do Norte e Vales do Jequitinhonha e Mucuri. Novos serviços de esgoto chegaram para 126 mil pessoas em 70 localidades. Foram investimentos de mais de R$ 558 milhões.

De 2002 a 2014 a evolução da população atendida com serviços de água pela Copasa cresceu 40%.

O número de estações de tratamento de esgoto (ETEs) saltou 438%, de 31 em 2002, para 438% em 2014.

Fonte: Copasa

A crise hídrica que hoje ataca todo o país foi rapidamente vista como ótima opção de marketing eleitoral pelo governador e seus assessores.

Num movimento rápido, Fernando Pimentel destilou acusações aos governos anteriores e anunciou medidas de curto, médio e longo prazos. Entre as ações mais urgentes e importantes, que seria “iniciadas no curto prazo estavam a continuidade de projetos iniciadas nas gestões passadas, como a expansão da PPP do sistema Rio Manso, que teve a finalização da primeira etapa da obra antecipada para 2014. O que o governador não disse é que o seu partido e sindicatos ligados ao PT processaram os dirigentes da Copasa, na época, recolheram assinaturas para impedir a obra, dizendo que ela só seria necessária em 2022. Três meses depois das declarações do atual governador, nenhuma obra foi feita. A única medida adotada é a sobretaxa para a população. O avião que Pimentel pegou para ir à Brasília se reunir com a presidente para “pedir verbas” e mentir para a imprensa nacional que a Agência Nacional das Águas havia documentado a direção anterior da Copasa sobre uma provável crise hídrica, voltou sem um real para os mineiros.

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Cultura

Essa foi uma das áreas em que mais se avançou nos últimos anos. Foram centenas de novos projetos e iniciativas inovadoras que aumentou ainda mais o destaque cultural mineiro no Brasil e no Mundo.

Entre 2003 e 2014, o Governo de Minas investiu aproximadamente R$ 3,1 bilhões no Sistema Estadual de Cultura e no setor cultural mineiro, por meio de recursos orçamentários, renúncia do ICMS para incentivo a ações culturais, convênios, financiamentos e investimentos em infraestrutura. Foi o maior aporte de recursos já feitos pelo Estado para este setor.

Criação do maior complexo cultural do país. Com a transferência da sede oficial do Governo do Estado para a Cidade Administrativa, os casarões históricos que integram o belíssimo conjunto arquitetônico da Praça da Liberdade, onde antes funcionavam Secretarias de Estado, foram transformados em centros culturais e museus com os mais diversos acervos e atrativos. Atualmente, o Circuito Cultural Praça da Liberdade é o maior complexo cultural do país, com 12 espaços culturais já implantados. Desde 2010, data de sua implantação, o Circuito recebeu mais 3,5 milhões de visitantes.

Criação e revitalização de diversos museus.  Desde 2003, a Secretaria de Cultura de Minas Gerais adotou uma política de criação de museus por todo o estado e de revitalização e modernização daqueles museus já existentes. Foram criados cinco museus e três outros estavam em processo de construção. Além disso, os cinco outros museus que já existiam em 2003 foram fortalecidos, com revitalização da sua estrutura, resultando no aumento de atividades e de visitantes.

Construção da Estação da Cultura Presidente Itamar Franco. Na nova Estação da Cultura Presidente Itamar Franco, localizada no bairro Barro Preto, em Belo Horizonte, está em funcionamento a sede própria da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. O local abriga sala de concertos de padrão internacional, que colocou Minas Gerais no eixo de turnês das grandes orquestras mundiais. O prédio que abrigará as sedes da Rede Minas e da Rádio Inconfidência já está em fase avançada de construção e tem estrutura totalmente adequada às especificidades técnicas das duas emissoras. Ao todo, são investimentos de cerca R$ 215 milhões no empreendimento.

Criação do Programa Filme em Minas. Considerado um dos principais responsáveis pelo impulso do setor audiovisual em Minas, o “Filme Minas” viabilizou 208 projetos, entre filmes, publicações e ações de preservação. Criado em 2004, totaliza investimentos de quase R$ 30 milhões.

Criação do Programa Cena Minas. Criado em 2007, é destinado ao fomento da manutenção, circulação e melhorias de infraestrutura aos artistas e grupos de Teatro, Dança e Circo.Em seis edições, contemplou 235 projetos, com investimentos superiores a R$ 7 milhões e uma média de circulação de 100 municípios do estado a cada edição.

Criação do Programa Música Minas. Criado em 2008 com um modelo de gestão exemplar em que Governo e Sociedade Civil pensam e executam conjuntamente a política pública voltada para a circulação e projeção da música mineira no Estado e no mundo. Beneficiou mais de 1.500 artistas mineiros, com aporte de cerca de R$ 6 milhões.

Criação do Prêmio Governo de Minas de Literatura. Criado em 2007, tornou-se um dos maiores prêmios deste segmento cultural no Brasil. Desde sua criação, em 2007, distribuiu R$1,5 milhão em prêmios para 25 escritores.

Desenvolvimento Social

Nos últimos anos, o índice de redução das desigualdades social em Minas foi superior à media nacional, antecipando em três anos as metas de desenvolvimento humano estabelecidas pelas Nações Unidas.

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Minas subiu do patamar de médio para alto desenvolvimento humano

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Graças a projetos sociais, como os que integram o Programa Travessia, em 2012 Minas Gerais conseguiu cumprir, com três anos de antecedência, sete dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para serem cumpridos apenas 2015. Além disso, o Estado assinou um documento de repactuação das metas com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), no qual se comprometeu, de forma inédita, a melhorar ainda mais os índices. Com isso, Minas tornou-se a primeira região subnacional do mundo a propor e assinar novas e mais desafiadoras metas relativas aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

Educação

Minas foi a primeira unidade da federação brasileira a implantar o ensino fundamental de 9 anos, uma entre várias ações que levaram o Estado a ter atualmente o melhor ensino fundamental do país, de acordo com o Ministério da Educação.

Aumento de 235% nos investimentos anuais em Educação.

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Entre 2003 e 2013, o Governo de Minas investiu R$ 2,1 bilhão para melhorar a rede física das escolas. Os recursos foram destinados para construções de novas unidades escolares, reformas e ampliações, reparos e aquisição de mobiliários e equipamentos.

O Programa de Educação Profissionalizante (PEP) tornou-se o maior programa de ensino profissionalizante gratuito já desenvolvido em Minas Gerais. Desde sua criação, em2007, o PEP atendeu mais de 200 mil estudantes em 89 cursos, nas diversas regiões do Estado. Ao todo, o governo investiu mais de R$ 600 milhões no Programa.

Segundo o Governo Federal, Minas Gerais tem atualmente o melhor ensino fundamental do país. No ensino médio, o estado também está entre os melhores.

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Como demonstração da melhoria da qualidade do ensino público do estado, em 2014, Minas Gerais ficou, pelo oitavo ano consecutivo, em primeiro lugar no ranking nacional de medalhas da Olimpíada Brasileira de Matemática de Escolas Pública(Obmep), a mais importante competição nessa área, que está em sua 10ª edição. Os alunos mineiros, que já conquistaram ao todo 8.712 medalhas, são campeões tanto no número total quanto no número de medalhas de ouro.

Gestão e obras

Valorização do funcionalismo público, colocando em dia os salários dos servidores, garantindo o crescimento da folha sempre acima da inflação, criando planos de carreira e reconhecendo o mérito do trabalho de quem contribui efetivamente para melhorar o atendimento à população.

Recuperação da credibilidade do Estado, atraindo mais de R$ 182 bilhões em investimentos privados, que geraram cerca de 250 mil empregos diretos.

Retomada da capacidade do Tesouro Estadual, aumentando em 611% os investimentos públicos, com ênfase em áreas essenciais, como saúde, educação, segurança.

Realização do maior investimento em infraestrutura da história de Minas, pavimentando cerca de sete mil quilômetros de estradas e expandindo a telefonia celular para 100% dos municípios, dentre várias outras ações.

Não por acaso, o Choque de Gestão de Minas Gerais é considerado uma referência nacional e até internacional em administração pública. Delegações de diversos municípios, estados, países e organismos internacionais têm visitado o Estado para conhecer de perto as boas práticas que o Governo de Minas tem desenvolvido em várias áreas. Apenas nos últimos dois anos, a Secretaria de Estado Planejamento e Gestão e outras instituições estaduais receberam mais de 70 missões, algumas delas por indicação do Banco Mundial.

Em depoimento recente, a diretora do Banco Mundial para o Brasil, Deborah Wetzel, destacou o ineditismo da abordagem do Governo de Minas em relação à reforma do setor público: “O Choque de Gestão mineiro apresentou resultados surpreendentes e serviu de exemplo para outros estados brasileiros e também para outros países. Como especialista em reforma do setor público, percebi que várias das lições aprendidas com a experiência de Minas Gerais servem para aqueles em busca de melhores resultados em todo o mundo”, afirmou.

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Entre 2003 e 2013, Minas Gerais foi um dos estados que menos comprometeu a Receita Corrente Líquida (RCL) com endividamentos autorizados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN).

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Em apenas 12 anos, foi construído o equivalente à metade de todo o asfalto existente atualmente no estado. O PROACESSO levou asfalto a 219 sedes de municípios que ainda não dispunham deste benefício.

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Inovação

Aumento de mais de 250% dos recursos destinados à Fundação de Pesquisa do Estado.

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Meio ambiente

Aumento do número de unidades de conservação estaduais de 93, em 2003, para 300 em 2014.

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Aumento em quase 40 pontos percentuais da população com acesso à disposição adequada de resíduos sólidos.

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Saúde

Multiplicação e descentralização do atendimento à saúde, fazendo com que o Estado tenha hoje o melhor SUS do Sudeste e o quarto melhor do país, de acordo com o Ministério da Saúde.

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Aumento de 369% nos investimentos anuais em Saúde

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Fortalecimento e melhoria de 155 hospitais de todas as regiões de Minas Gerais. Criado em2003, o Programa de Fortalecimento e Melhoria dos Hospitais de Minas Gerais (Pro-Hosp/MG) tinha como objetivo assegurar atendimento hospitalar de qualidade aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo, foram investidos mais de R$ 1,2 bilhões em 155 hospitais. Os recursos foram empregados na melhoria da infraestrutura, na implantação de novos serviços, na compra de equipamentos de alta tecnologia e no aprimoramento da gestão das unidades hospitalares.

Queda de 33% na taxa de mortalidade infantil, segundo o DataSus

Maior cobertura do Sudeste em programa de Saúde da Família e maior número de equipes do Brasil.

Criação de 991 unidades do Farmácia de Minas beneficiando mais de 15 milhões de mineiros, principalmente nas cidades menores e mais carentes de recursos. Em apenas um ano, por meio do programa, foram distribuídos gratuitamente mais de 2,2 bilhões de unidades de medicamentos.

Segurança

De acordo com o Ministério da Justiça, nos últimos anos, Minas Gerais foi o Estado brasileiro que mais investiu em Segurança Pública, proporcionalmente ao orçamento. Desde 2003, foram mais 55 bilhões aplicados no aumento do efetivo das polícias,viaturas, ações de prevenção à criminalidade, aumento das vagas no sistema prisional, entre várias outras ações.

Aumento de 330% nos gastos anuais com Segurança Pública.

De 2003 a 2013, o efetivo das forças de segurança de Minas (polícias civil e militar e corpo de bombeiros) cresceu 18%.

Aumento de 452% nas vagas do sistema prisional

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Minas tem a 4ª menor taxa de homicídios (em número de vítimas), a 3ª menor taxa de latrocínio (roubo seguido de morte) e a 2ª menor taxa de estupro entre os estados com estatísticas consideradas confiáveis pelo Ministério da Justiça.

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Cidade Administrativa

De 2011 a 2014, a economia gerada por meio da racionalização e da otimização de serviços foi de R$ 447,2 milhões, comparados os gastos de manutenção dos serviços ano a ano com aqueles registrados em 2009, quando o governo de Minas operava com estrutura em vários endereços. Somente com aluguéis de imóveis, o estado deixou de gastar cerca de R$ 80 milhões nos quatro anos. Os recursos economizados e arrecadados passaram a ser investidos em saúde, educação, segurança e ações sociais para a população.

Na época do planejamento, de acordo com estudo que passou por auditoria do BDO Trevisan, uma das maiores empresas especializadas do mundo, a previsão de economia era de R$ R$ 92,3 milhões por ano. Nos últimos quatro anos, a economia anual média foi de aproximadamente R$ 111 milhões, cerca de 20% acima da meta inicial. E graças aos processos licitatórios ocorridos em 2014, a economia gerada pela Cidade Administrativa em 2015 deverá somar R$ 142,3 milhões.

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Governo de Minas: alegria do circo chega ao Circuito Cultural Praça da Liberdade

Palhaços saem dos picadeiros e levam a música, dança e teatro para as praças da capital

Coletivo de Palhaços / Arquivo
Quaquaraquaquá e encontro de palhaços diverte o público
Quaquaraquaquá e encontro de palhaços diverte o público

O Circuito Cultural Praça da Liberdade recebe, neste domingo (22), a 4ª edição do Festival de Circo Quaquaraquaquá. Mais duas apresentações ainda serão realizadas no local sendo a segunda no dia 27 de maio e a terceira dia 24 de junho. O evento mostra ao público um circo diferente, que alia música, dança e teatro, agradando tanto crianças como adultos. Durante as apresentações, baseadas em uma linguagem cômica, tudo pode dar errado, desde as tentativas dos palhaços até os truques dos mágicos.

O Quaquaraquaquá é idealizado pelo Coletivo de Palhaços, uma iniciativa de artistas independentes, que une grupos autônomos da capital e de outras cidades de Minas, como Ouro Preto e Mariana. “Nós vemos o Coletivo de Palhaços como uma militância artística, onde cada um adota uma praça da cidade e trabalha voluntariamente, por amor, em prol da valorização da arte naquele local”, explica Felipe Cardoso, gestor do Movimento Mineiro de Circo e responsável pelas atividades do Coletivo de Palhaços na Praça da Liberdade. O projeto tem a coordenação geral da Cia Circunstância em parceria com a União de Artistas Itinerantes (UAI).

O projeto este ano será realizado em dez praças diferentes de Belo Horizonte, Casa Branca, Mariana e Moeda. Na capital, além do Circuito Cultural Praça da Liberdade, o evento acontecerá também nas praças Duque de Caxias, Vila Dias, Floriano Peixoto, Aroldo Tenuta e Nossa Senhora da Glória.

O festival acontece no Teatro de Arena do Circuito, sempre às 16h, com entrada gratuita, mantendo a tradição circense de passar o chapéu.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/a-alegria-do-circo-chega-ao-circuito-cultural-praca-da-liberdade/

Governo de Minas: alunos da Rede Estadual de Educação descobrem um pouco de sua própria história no Circuito Cultural

O Projeto Circulando na Liberdade visa ampliar a relação entre educação e cultura e, consequentemente, o acesso aos espaços museais e culturais da cidade

A partir deste mês, 15 mil crianças, jovens e adultos dos ensinos fundamental e médio pertencentes a escolas da Rede Estadual de Belo Horizonte e da região metropolitana iniciam uma série de visitas ao Circuito Cultural Praça da Liberdade. Eles integram o Projeto Circulando na Liberdade, desenvolvido em uma parceria do Circuito com o Programa Escola Viva, da Secretaria de Estado de Educação, e o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). O objetivo do projeto é ampliar a relação entre educação e cultura e, consequentemente, o acesso aos espaços museais e culturais da cidade, fortalecendo nos estudantes e em seus familiares o sentido de pertencimento e reconhecimento da importância de preservação do patrimônio.

O Circulando na Liberdade atenderá 30 escolas localizadas em áreas de maior vulnerabilidade social e que, em sua maioria, encontram-se distantes do centro da capital. “Os alunos dessas escolas pouco conhecem além da sua própria comunidade. Como fazer com que essas crianças e jovens se apropriem da cidade e usem-na, no sentido de poderem circular, frequentar, conviver, criar e transformar se eles não sabem que esses espaços existem? Queremos que eles percebam a cidade onde vivem – isso é exercício de cidadania”, explica a coordenadora de ações educativas do Circuito Cultural, Mabel Faleiro.

O projeto será desenvolvido em várias etapas, que envolverão reuniões com diretores, especialistas e professores; elaboração dos projetos pelas escolas a partir de suas realidades e demandas, tendo-se como referência alguns eixos temáticos propostos pelos espaços; visitas ao Circuito Cultural; e encontros periódicos para realimentação dos trabalhos desenvolvidos.

Cabe lembrar que, ao longo do ano, todos os espaços do circuito serão visitados por todas as escolas integradas, que receberam recursos para o transporte das turmas, por meio do Projeto Escola Viva. “Queremos que essas crianças, jovens e adultos sejam tocados pela arte, ciência e conhecimentos aqui presentes, estabeleçam diálogos e se emocionem, ampliando seu olhar e sua convivência pessoal e social”, ressalta Mabel Faleiro.

Dentre as 30 instituições participantes, oito ainda terão seus projetos acompanhados de perto pelo Espaço TIM UFMG do Conhecimento, Museu Mineiro, Museu das Minas e do Metal e Memorial Minas Gerais – Vale. É o caso da Escola Estadual Coronel Juca Pinto, que já comemora a oportunidade. “Nossa escola precisava de um projeto para socializar os alunos e os pais. Eles não têm acesso a espaços culturais e precisam conhecer a cidade onde vivem”, diz a professora Elizabeth Magalhães Silva.

As visitas ao Circuito Cultural Praça da Liberdade ocorrerão até o mês de setembro, sendo os meses de outubro e novembro destinados às atividades de encerramento do projeto, quando ocorrerão as avaliações e exposições dos trabalhos desenvolvidos.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/alunos-da-rede-estadual-de-educacao-descobrem-um-pouco-de-sua-propria-historia-no-circuito-cultural/

Gestão em Minas: Anastasia inaugura Centro de Arte Popular no Circuito Cultural Praça da Liberdade

Governador destaca importância de Minas Gerais na arte popular brasileira.
Omar Freire/Imprensa MG
Governador Antonio Anastasia durante inauguração do Centro de Arte Popular - Cemig
Governador Antonio Anastasia durante inauguração do Centro de Arte Popular – Cemig

O governador Antonio Anastasia inaugurou, nesta segunda-feira (19), em Belo Horizonte, o Centro de Arte Popular – Cemig, novo espaço do Circuito Cultural Praça da Liberdade, voltado à exposição de obras de artistas populares de diferentes regiões de Minas Gerais e do Brasil. O museu está instalado em um prédio histórico, construído em 1928, onde funcionou o Hospital São Tarcísio, a poucos metros da Praça da Liberdade. Este é o oitavo espaço do Circuito Cultural Praça da Liberdade.

“Estamos aqui para inaugurar este belíssimo Centro de Arte Popular, que o Governo do Estado integra ao Circuito Cultural de nosso Estado, da capital Belo Horizonte, da Região Metropolitana. É um prédio que foi resgatado, estava paralisado há muitos anos, foi totalmente reformado e será mais um dos ícones do Circuito Cultural Praça da Liberdade”, disse Anastasia, durante a solenidade de inauguração do museu.

O Governo de Minas investiu R$ 7 milhões na implantação do espaço cultural, dos quais R$ 1,5 milhão por meio da Cemig. As obras envolveram desde a restauração do edifício até a implantação de estrutura moderna e adequada ao abrigo de obras de arte.

A proposta do Centro de Arte Popular – Cemig é valorizar a diversidade cultural mineira. O acervo conta com 800 peças, grande parte de propriedade do Estado. Outras peças de instituições e de colecionadores privados, cedidas por comodato, integram o acervo.

“Minas Gerais, sem dúvida alguma, é o Estado brasileiro que tem nessas questões do folclore e da arte popular uma riqueza extraordinária. Por isso, ficamos muito felizes de poder inaugurar aqui esta que é a casa, portanto, a partir de agora, da arte popular de Minas”, afirmou o governador Anastasia.

O edifício tem quatro pavimentos com ateliês para oficinas, sala de exposições temporárias, auditório multiuso, café, loja, centro de informação com biblioteca, videoteca e computadores para consulta e quatro salas de exposições de longa duração. A gestão do Centro de Arte Popular – Cemig será da Superintendência de Museus e Artes Visuais da Secretaria de Estado de Cultura.

Exposição inaugural

A exposição inaugural de longa duração apresenta ao público 360 peças, que retratam as diferentes expressões de arte criadas pelo homem, ao longo do tempo, em todo o Estado de Minas Gerais. Isso inclui desde manifestações dos primeiros habitantes da região, com as pinturas rupestres, até os grafismos urbanos contemporâneos. Inclui fotos, vídeos, esculturas em madeira, cerâmica, peças de festas religiosas, oratórios, ex-votos, santos e pinturas.

A secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, disse que a inauguração do centro é um momento muito importante para a cultura de Minas Gerais. “Estamos entregando uma instituição que pretende ser um centro de referência da arte popular. Além do espaço de exposição com um acervo riquíssimo, o centro será também um espaço de pesquisa, de seminários, de reflexão, tudo relacionado à arte popular de Minas Gerais”.

As obras expostas são assinadas por artistas como Noemisa, GTO (Geraldo Teles de Oliveira), Artur Pereira, Maria Lira Marques, Dona Isabel, Dirléia Neves Peixoto, Ulisses Pereira, Lorenzatto e Dona Tonica. Também trabalhos de artistas anônimos compõem o acervo. Estão representados Araxá, Belo Horizonte, Cachoeira do Brumado (distrito de Mariana), Divinópolis, Ouro Preto, Prados, Sabará e São João del-Rei e municípios do Vale do Jequitinhonha.

Além da exposição de longa duração, na abertura do Centro de Arte Popular também foi inaugurada uma mostra temporária, que apresenta uma coleção inédita de oratórios, santos e ex-votos dos séculos XVIII e XIX, exposta pela primeira vez ao público. A mostra acontecerá até 19 de junho. Dentre as 45 obras que compõem o conjunto, há uma raridade, que é um oratório de origem africana, do século XVIII, produzido por escravos e por Mestre Borboleta. As peças pertencem a Maria Zahle, colecionadora da cidade de Tiradentes.

O Centro de Arte Popular – Cemig funcionará nas terças, quartas e sextas-feiras das 10 às 19 horas, nas quintas-feiras das 12 às 21 horas e nos sábados e domingos das 12 às 19 horas. A entrada é gratuita.

Circuito Cultural Praça da Liberdade

Até o final de 2014, o Circuito Cultural Praça da Liberdade contará com 13 espaços, se transformando no maior complexo cultural do Brasil, reunindo museus históricos, artísticos e temáticos, centros culturais, bibliotecas e espaços para oficinas, cursos e ateliês. De 2010 até janeiro deste ano, 964 mil pessoas visitaram o Circuito Cultural Praça da Liberdade.

Os sete espaços já abertos à visitação no Circuito Cultural Praça da Liberdade são: Espaço TIM UFMG do Conhecimento, que tem um dos oito planetários mais modernos do mundo e um observatório de última geração; o Museu das Minas e do Metal, que utiliza a tecnologia de forma criativa para apresentar o universo dos metais e dos minérios; e o Memorial Minas Gerais – Vale, que instiga o visitante a descobrir a história e os costumes mineiros.

Também fazem parte do complexo o Museu Mineiro, reaberto em janeiro de 2012; a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o Arquivo Público Mineiro e o Palácio da Liberdade. Além destes espaços, estão em processo de implantação o Centro Cultural Banco do Brasil, com inauguração prevista para o segundo semestre de 2012, a Casa Fiat de Cultura, o Inhotim Escola, o Museu do Automóvel e Museu do Homem Brasileiro.

Todas as intervenções de restauração e revitalização dos edifícios do Circuito Cultural são supervisionadas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha/MG).

Participaram também da inauguração do Centro de Arte Popular – Cemig o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado estadual Dinis Pinheiro, o presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José do Nascimento Júnior, a presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), Andrea Neves, o vice-presidente da Cemig, Arlindo Porto, entre outras autoridades.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/anastasia-inaugura-centro-de-arte-popular-no-circuito-cultural-praca-da-liberdade/

Governo de Minas: espaço TIM UFMG do conhecimento vai projetar imagens do Exquisite Clock

O projeto, de autoria do belo-horizontino João Wilbert, já rodou o mundo e ficará exposto na capital mineira até dezembro de 2013

A partir do dia 8 de março, a fachada digital do Espaço TIM UFMG do Conhecimento, do Circuito Cultural Praça da Liberdade, vai projetar imagens do Exquisite Clock, um relógio interativo feito com imagens de números capturadas na vida cotidiana e enviadas por pessoas de todo o mundo por meio da internet e por um aplicativo do iPhone . O projeto, de autoria do belo-horizontino João Wilbert, já rodou o mundo e ficará exposto na capital mineira até dezembro de 2013.

Esta será a primeira vez que o relógio será exposto em um espaço público e não em uma galeria. O artista confessa que está curioso para saber a reação dos conterrâneos ao Exquisite Clock. “O fato de o relógio estar em um espaço público traz uma nova dimensão ao trabalho que, até então, foi tratado como arte e exposto em locais fechados. Desta vez, acredito que minha obra vai se aproximar mais do lado funcional do relógio”, afirma.

O Exquisite Clock se baseia na ideia de que o tempo não é linear e que pode ser compartilhado simultaneamente. O projeto tem o objetivo de estimular as pessoas a encontrarem números ao seu redor observando a própria rotina. “Os números estão em toda a parte, se você é capaz de enxergá-los. Eles podem estar em objetos, paisagens, comidas, animais, cabos e muito mais”, explica Wilbert, que já morou na Itália e atualmente vive em Londres.

Exquisite Clock é uma plataforma em constante desdobramento na qual quanto mais pessoas participam, maior e mais expressiva ela se torna. “O projeto é sobre criatividade e colaboração”, afirma o autor. As imagens podem ser enviadas pelo site www.exquisiteclock.org, ou pelo aplicativo do iPhone.

No Espaço TIM UFMG do Conhecimento, um sistema de gerenciamento de conteúdo formará um banco de dados com as fotos recebidas e o relógio será atualizado diariamente com as imagens enviadas no dia anterior. O Exquisite Clock foi desenvolvido por Wilbert ao receber uma bolsa da Fabrica (fabrica.it), instituição que apoia novos talentos,  localizada em Treviso (Itália). A obra já foi exposta em Milão, Paris, Londres, Moscou, Breda (Holanda), Luxemburgo, Lodz (Polônia), Osaka (Japão), Holon (Israel) e Nova Iorque.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Museu Mineiro reabre as portas e inicia comemorações pelos 30 anos de fundação

BELO HORIZONTE (17/01/12) – Inaugurado em 1982 com a missão de preservar, pesquisar e difundir os registros da cultura mineira, além de ser espaço de referência para as demais instituições museológicas de Minas Gerais, o Museu Mineiro, órgão vinculado à Superintendência de Museus e de Artes Visuais da Secretaria de Estado de Cultura, que também integra o Circuito Cultural Praça da Liberdade, reabre suas portas ao público, ao mesmo tempo em que inicia as comemorações pelos seus 30 anos. A cerimônia de reabertura será realizada nesta quarta-feira (18), às 10h, após importantes reformas em sua estrutura física.

Com o patrocínio do BDMG, por meio do BDMG Cultural, da Fiat, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e da parceria com a Fiemg, por meio do Sesi, foi criada nova museografia, que inclui novo projeto luminotécnico, além da recuperação e modernização do sistema elétrico. O Museu Mineiro ganhou, ainda, Sala de Exposição Temporária, com 200 metros quadrados, e um espaço multiuso para palestras e cursos, equipado com computadores.

A reinauguração será realizada com a mostra “Coleções do Museu Mineiro” – com obras da Coleção Arquivo Público, Coleção Geraldo Parreiras, Coleção Pinacoteca do Estado e Coleção Amigas da Cultura. Na Sala de Exposição Temporária, será inaugurada a mostra “Palavras: dos homens, das coisas, das plantas e dos animais”, que reúne 145 desenhos criados por 71 professores índios de seis etnias de Minas Gerais.

Ação Educativa

Mesmo interrompendo temporariamente a visitação do público, o Museu Mineiro continuou realizando regularmente suas ações educativas.  Em 2012, a instituição prepara um amplo calendário de ações educativas junto a estudantes e professores do ensino médio, com o projeto “Circulando na Liberdade”, realizado com os demais equipamentos do Circuito Cultural Praça da Liberdade.

Para a Semana Nacional dos Museus, que é promovida em maio, será aberta a exposição “Quarta Estação: Mulheres, Museus e Memória: novas inspirações”, que consiste em uma exposição de flores, elemento simbólico do universo feminino, e obras que retratam narrativas de memórias afetivas de mulheres.

A instituição mantém oficinas de capacitação de profissionais da área museológica e de educação patrimonial, realizadas junto a professores e estudantes da rede pública e particular.

Nos últimos anos, foram realizadas exposições itinerantes em outros Estados, como a exposição “300 anos de Cultura nas Minas Gerais”, em São Paulo, e seminários que promoveram o debate acerca da importância dos espaços museológicos no mundo contemporâneo, como o seminário “Ações Educativas em Debate: Museus e Centros Culturais – espaços de formação e transformação”.

Recentemente, o Museu Mineiro foi reconhecido na 3ª Edição do Prêmio Cultura Viva, promovido pelo Ministério da Cultura, por seu projeto “Museu Guardas”, ação realizada entre 2006 e 2010 com o objetivo de possibilitar o encontro e o diálogo entre a instituição e representantes do congado no Estado. Pelo mesmo projeto, o Museu Mineiro recebeu prêmio do Programa “Rumos Educação, Cultura e Arte 2011/2013”, promovido pelo Instituto Itaú Cultural.

Realizado a cada dois meses, aos domingos, o “Museu Guardas” convida Guardas de Congado mineiras a festejar seus santos de devoção durante toda uma tarde no Museu Mineiro.

Cultura ao alcance do público

Segundo a secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, o Governo de Minas reabre as portas do Museu Mineiro com grande satisfação, não só por seu respeitado acervo estar novamente disponibilizado ao público, mas, principalmente, por representar o esforço da Secretaria de Estado de Cultura em fortalecer o Sistema Estadual de Museus.

“O Museu Mineiro, assim como as demais instituições museológicas de Minas, ocupa papel estratégico na política cultural do Estado. Dessa maneira, mantemos o compromisso de, cada vez mais, aproximar os Museus da população. Seja ampliando o horário de visitação, seja promovendo ações educativas de formação de público e de promoção e valorização da história mineira registrada em seus acervos”, ressalta.

Quatro salas expositivas recebem a mostra “Coleções do Museu Mineiro”

Sala das Colunas – Com a exposição de aproximadamente 130 imagens sacras dos séculos XVIII e XIX, em que se destacam obras atribuídas a Aleijadinho (recentemente, no livro “O Aleijadinho – Catálogo Geral da Obra”, de autoria de Márcio Jardim, duas obras pertencentes ao acervo do Museu Mineiro foram atribuídas ao Grande Mestre: uma imagem de São Francisco de Assis e uma imagem de São Francisco de Paula); obras do Mestre de Piranga e do Mestre de Barão de Cocais.

Sala Vermelha – Exposição da imagem de São Miguel Arcanjo, do século XIX, esculpida em madeira policromada, da Coleção Geraldo Parreiras, além de seis telas atribuídas ao Mestre Ataíde.

Sala do Arquivo Público – Exposição de pinturas retratando os monarcas brasileiros. Possui, ainda, o retrato oficial de Mestre Aleijadinho, dentre outros objetos e documentos referentes à história do Estado de Minas Gerais.

Sala das Sessões – Apresentando a Coleção da Pinacoteca do Estado, com aproximadamente 25 obras de artistas como Aníbal Matos (Solar Tradicional – primeira obra da coleção da Pinacoteca), Belmiro de Almeida (a Má Notícia), Alberto da Veiga Guignard (Retrato de Suzana), Mário Silésio (Abstração) e Celso Renato (Ponte do Rosário), dentre outros.

As coleções do Museu Mineiro – Caracterização

O acervo do Museu Mineiro é formado por objetos que documentam períodos distintos do processo de formação da cultura mineira. Constitui-se de peças de arte sacra e de mobiliário dos séculos XVIII e XIX, pinacoteca ilustrativa de etapas marcantes das artes plásticas em Minas, utensílios pessoais, pecuniários e cerimoniais, esculturas, insígnias e armaria.

No processo de formação desse acervo, distinguem-se três coleções nucleares:

Coleção Arquivo Público Mineiro: composta por 872 peças, resultado de um longo processo de recolhimento de objetos de expressão histórica e artística – de 1895 até o final dos anos 1970 – efetuado pelo Arquivo Público, para compor o acervo do futuro museu, até a sua implantação em 1982.

Coleção Geraldo Parreiras: Composta por 187 peças de arte sacra, reúne um conjunto expressivo de obras representativas do Barroco Mineiro dos séculos XVIII e XIX, entre imaginária, alfaias e mobiliário religioso.

Coleção Pinacoteca do Estado: Tem sua origem vinculada à proposta de criação de uma Pinacoteca do Estado em 1926, por iniciativa do artista plástico Anibal Mattos.

Além dessas, existem ainda várias coleções, de procedências diversas, sob a guarda do Museu Mineiro: Coleção Iepha/MG, Coleção Conselho Estadual de Cultura, Coleção Amigas da Cultura, Coleção Hildegardo Meirelles, Coleção Servas.

Fonte: Agência Minas

Exposição Praça da Liberdade: Circuito Cultural – Arte e Conhecimento foi aberta por Aécio Neves

Exposição Praça da Liberdade: Circuito Cultural – Arte e ConhecimentO governador Aécio Neves abriu, nesta segunda-feira (3), a exposição Praça da Liberdade: Circuito Cultural – Arte e Conhecimento. A mostra, instalada na Alameda Travessia, apresenta à população mineira todas as etapas de implantação do Circuito Cultural Praça da Liberdade, que transformará os prédios públicos do entorno do principal cartão postal de Belo Horizonte no maior complexo de cultura do país aberto ao público.

“Essa exposição é um convite para que os meus conterrâneos de Belo Horizonte e de Minas compreendam a dimensão daquilo que está sendo feito aqui. Não é apenas um corredor cultural, mas o mais adensado espaço cultural do Brasil. Esta exposição permite às pessoas compreenderem com clareza aquilo que estamos fazendo, como o mais moderno planetário do mundo; o espaço das minas e da metalurgia, representando a principal vocação econômica de Minas Gerais nos últimos dois séculos; o Memorial de Minas que vai contar a história de Minas Gerais e o Centro Cultural Banco do Brasil que trará para Belo Horizonte em espaço adequado as principais exposições que andam pelo país como já ocorre em São Paulo e no Rio de Janeiro”, afirmou o governador em entrevista.

Durante a solenidade de abertura, o governador percorreu todo o pavilhão onde conheceu mais detalhes dos novos espaços culturais que serão criados na capital. Acompanhado do secretário de Cultura, Paulo Brant;; do senadorEduardo Azeredo e do ex-governador Francelino Pereira; do prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda, além de representantes das empresas parceiras, Aécio Neves ressaltou a importância do Circuito Cultural como espaço de convivência.

“Talvez nenhum outro projeto do governo, nesses quase oito anos, me encante tanto quanto esse. Estamos transformando a praça do poder na praça do povo. Nada é tão forte em Minas quanto nossas tradições e nossas manifestações culturais. Os prédios que estavam obsoletos para serem espaços de Governo, agora são transformados, inspirados naquilo que de mais moderno ocorre no mundo. Espaços arquitetônicos tradicionais, históricos, com conteúdo inovador. Portanto, aqui se transformará a Praça da Liberdade no principal espaço de convivência entre os mineiros e uma convivência amalgamada naquilo que temos de mais relevante que é a nossa tradição, os nossos valores culturais”, disse.

Parceria

Aécio Neves destacou que a participação da iniciativa privada foi fundamental para a consolidação do Circuito Cultural. O governador afirmou que até o final deste ano, alguns espaços serão concluídos e abertos à população. Entre os prédios que já podem ser visitados estão o Palácio da Liberdade, sempre no último domingo de cada mês, o Museu Mineiro e o Arquivo Público, além da Biblioteca Pública Luiz de Bessa.

O Circuito Cultural Praça da Liberdade é formado pelo Palácio da Liberdade e outros espaços culturais instalados em dez prédios históricos do entorno da Praça da Liberdade. Atualmente, cinco prédios do entorno da Praça da Liberdade estão em obras para serem adaptados às suas novas funções culturais com investimentos de R$ 100 milhões, recursos da iniciativa privada.

São eles: Espaço do Conhecimento, patrocinado pela TIM e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Museu das Minas e do Metal, pela EBX Investimentos, o Memorial de Minas Gerais, pela VALE, o Centro de Arte Popular, pela Cemig, e o Centro Cultural Banco do Brasil. Ainda integram o circuito, o Arquivo Público Mineiro, o Museu Mineiro e a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o edifício da antiga Secretaria de Obras e o conjunto de prédios da Secretaria de Cultura.

“Conseguimos fazer isso também de forma eficiente, sem custos para o Estado, através de parcerias com empresas privadas que estão nos ajudando a entregar a Praça da Liberdade renovada para a população de Minas e do Brasil. Já neste ano teremos alguns prédios inaugurados, e espero até o final de 2010, quando termina o nosso mandato, ter toda a praça já entregue à população brasileira e mineira, em especial”, afirmou o governador.

Visita guiada

Durante os próximos 30 dias, de 9h até as 17h, os mineiros poderão visitar a exposição Praça da Liberdade: Circuito Cultural – Arte e Conhecimento. A visitação será guiada, com monitores à disposição do público.

O moderno pavilhão colorido chama atenção na Alameda Travessia pela grandiosidade. Com fotos, vídeos e textos, quem entrar no pavilhão ficará encantado com o projeto do Circuito Cultural. Imagens do interior dos espaços culturais também foram aplicadas nos tapumes de cada prédio.

Logo na entrada, e exposição conta a história da Praça da Liberdade, palco de grandes momentos políticos e culturais de Minas. Na mesma sala, o visitante faz uma viagem ao mundo para conhecer exemplos de intervenções em prédios tombados que foram requalificados e cujos novos conteúdos convivem de forma harmoniosa com a arquitetura histórica, como o Museu do Louvre, Museu Reina Sofia, a Tate Modern ou a Pinacoteca de São Paulo.

Na segunda sala, os visitantes entrarão no universo do Circuito Cultural. Um grande mapa da Praça da Liberdade mostrará a localização de cada prédio, indicando também suas funções anteriores.

Na sala seguinte, fones de ouvido foram disponibilizados para que o visitante acompanhe as imagens projetadas na parede e conheça o conteúdo de cada um dos espaços culturais, como o moderno planetário e o observatório astronômico, instalados no Espaço do Conhecimento, ou a sala Chão de Estrelas, no Museu das Minas e do Metal. Na mesma sala, imagens exibidas em pequenos monitores mostram o processo de restauração dos edifícios. As intervenções são supervisionadas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG).

O encerramento da exposição fica por conta dos depoimentos de 50 personalidades de todo o país, entre arquitetos e artistas sobre a transformação da Praça da Liberdade no maior complexo cultural do país. Entre eles estão o músico Wagner Tiso, Fernando Brant, Beto Guedes e Fernanda Takai; os escritores Afonso Romano de Santana, Humberto Werneck, Fernando Morais e Ziraldo; os arquitetos Flávio Carsalade, José Eduardo Ferolla e Mariza Hardy; o cineasta Helvécio Raton; o videomaker Éder Santos; os atores Paulo José, Priscila Fantin; os estilistas Ronaldo Fraga, Renato Loureiro, entre outros.

Impulso ao turismo

Após a solenidade de abertura, quem passou pela Praça da Liberdade aproveitou para conhecer a exposição e acompanhar o andamento das obras de adaptação dos prédios para suas novas funções culturais.

Moradora da praça, há anos, a socióloga Vera Lúcia Alves Batista Martins, se encantou com o que viu. “O Circuito Cultural é um dos recursos turísticos mais usados no mundo. Na Europa, existem circuitos muito bem delineados que atraem muitos turistas. O circuito de Belo Horizonte vai estimular o turismo pedagógico que é muito importante para a educação das crianças. Vai ficar muito interessante”, afirmou.