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Governo de Minas: presidente da Cemig é apontado como um dos melhores da América Latina

Djalma Morais ficou na 22ª colocação entre 294 dirigentes de empresas da região

Divulgação / Cemig
Djalma Morais assumiu a presidência da Cemig em 1999 e promoveu uma reestruturação
Djalma Morais assumiu a presidência da Cemig em 1999 e promoveu uma reestruturação

O presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Djalma Bastos de Morais, está entre os 50 melhores presidentes de empresas da América Latina, segundo a revista Harvard Business Review. Foram analisados 294 presidentes de 197 empresas de capital aberto da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela. O presidente da Cemig foi o 22º colocado. Informações estão no site da Cemig.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/presidente-da-cemig-e-apontado-como-um-dos-melhores-da-america-latina/

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Gestão Anastasia: governo do Estado participa de debate em prol de recursos para a saúde

O secretário Antonio Jorge de Souza Marques participou das discussões na Assembleia Legislativa de Minas Gerais

Fernanda Toussaint
A ação popular precisa da assinatura de 1,5 milhão de pessoas para ser levada para a aprovação do Congresso
A ação popular precisa da assinatura de 1,5 milhão de pessoas para ser levada para a aprovação do Congresso

Com o objetivo de rever a política tributária da saúde, bem como aumentar seu financiamento e melhorar seus recursos, foi lançada, nesta sexta-feira (13), na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a campanha de coleta de assinaturas propondo o investimento de 10% da receita corrente bruta da União na saúde pública. Trata-se de um projeto de lei, de iniciativa popular, proposto pela Associação Médica do Brasil (AMB) e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

O ciclo de debates contou com a presença do secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques, do presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Dinis Pinheiro, dos deputados estaduais, Eros Biondini e Saraiva Filipe, do deputado federal Eduardo Azeredo, dentre outras autoridades.

O secretário Antônio Jorge frisou que, atualmente, a situação do gasto público da saúde no Brasil, em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), é bem desconfortável. “A proporção dos gastos em saúde do Brasil é quase a metade dos EUA, mas é superior ao Chile e ao Uruguai. Entretanto, a proporção dos gastos governamentais do Brasil é menor do que a do Chile, Costa Rica, Uruguai e Argentina, por exemplo”.

Enquanto o gasto federal em saúde cresceu 38%, os gastos dos Estados com o SUS cresceram 137% e os recursos municipais evoluíram 147%. A participação dos estados e municípios no financiamento da saúde vem se ampliando ano a ano e a da União encolhendo.

Mesmo com esse cenário, Antônio Jorge explicou que entre 2003 e 2011 o valor nominal aplicado em saúde no Estado aumentou três vezes e meia. “A projeção para 2012, com suplementação já publicada, prevê uma ampliação de 1,3 bilhão. Considerando o percentual de cumprimento seguindo os parâmetros da LC 141, o estado de Minas teve uma ligeira evolução quando comparado o ano de 2011”.

De acordo com o deputado Dinis Pinheiro, a proposta dessa iniciativa popular visa melhorar a saúde, principalmente para os mais desfavorecidos, uma vez que ela é um dos recursos mais caros para a população. “Essa é uma iniciativa nobre e de tamanha responsabilidade, uma vez que a saúde ainda tem um cenário doloroso por todo o Brasil devido à falta de médicos, filas de espera. Nosso dever é fazer com que todos os brasileiros tenham acesso à saúde de forma integral e efetiva.”

O deputado Eros Biondini, responsável pela Frente Parlamentar das Santas Casas do Congresso Nacional e Hospitais Filantrópicos, ressaltou como as propostas levadas ao legislativo ganham maior legitimidade quando são submetidas por meio da ação popular. “Um exemplo disso foi a Lei da Ficha Limpa. Queremos que todos os mineiros assinem esse projeto para os recursos para a saúde”.

Entenda o projeto

Promulgada em setembro de 2000, a Emenda Constitucional 29 disciplinou que até o exercício financeiro de 2004 os estados e o Distrito Federal deveriam aplicar, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 12% de sua receita. Já os municípios ficaram responsáveis por 15%.

Uma discussão envolvendo os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e setores organizados da sociedade resultou na aprovação pelo Senado Federal do projeto 121/07, que regulamenta a Emenda 29. Pelo projeto, os estados continuarão a utilizar 12% de seus orçamentos próprios no setor, pois essa questão já é decisão constitucional e, portanto, não pode ser alterada por lei.

Antônio Jorge finalizou dizendo que a União, que detém a maior parte dos recursos, não tem nenhuma obrigação constitucional com os recursos alocados na saúde. “O que precisamos, além de uma boa gestão para melhor os serviços da saúde, é implantar mais redes de atenção, empreender a cultura de promoção à saúde, fortalecer a atenção primária, e para isso, é necessário conseguir mais investimentos por meio do governo federal e isso só será possível com a rediscussão da regulamentação da EC29”.

A ação popular necessita da assinatura de 1,5 milhão de pessoas para ser levada para a aprovação do Congresso Nacional.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-do-estado-participa-de-debate-em-prol-de-recursos-para-a-saude/

Governo de Minas: Paraatletas de doze países se encontram em BH para campeonato de tênis

A competiçãon é promovida pela ONG Tênis para Todos, uma das entidades parceiras da Seej

Filipe Diniz/Seej
Adair José Salvador Siqueira, 24 anos, joga tênis na ONG há oito meses
Adair José Salvador Siqueira, 24 anos, joga tênis na ONG há oito meses

Cinquenta e dois paraatletas do Brasil, Argentina, Austrália, Canadá, Chile, Colômbia, Espanha, França, Inglaterra, Japão, Suécia e Uruguai participam, até domingo (1º), da sétima edição do TH Minas Weelchair Tennis Open. A competição, realizada na Avenida Otacílio Negrão de Lima, 7030, em Belo Horizonte, é promovida pela ONG Tênis para Todos, uma das entidades parceiras da Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (Seej) na execução do programa Minas Olímpica Oficina de Esportes.

Um dos beneficiados pelo programa Oficina de Esporte que competem no torneio é Adair José Salvador Siqueira, 24 anos, que há sete perdeu as duas pernas num acidente e encontrou no esporte uma oportunidade de superação. Por cinco anos ele praticou basquete e há oito meses joga tênis na ONG Tênis para Todos. “Tenho uma vida bem independente, moro sozinho, cozinho, lavo e vou para os treinos de segunda-feira a sábado, das 9h às 16h. Pego por dia quatro ônibus mais o metrô para treinar e o esporte é a minha vida, meu refúgio”, disse o paraatleta.

Rafael Medeiros, de 21 anos, é o outro exemplo de força de vontade. A mãe, Marina Medeiros Gomes, conta que aos dois anos de idade Rafael perdeu a mobilidade das pernas. “Meu filho dormiu andando e acordou paralítico. Era como se estivesse num buraco, lá no fundo, fiquei desesperada”, relata a mãe, que descobriu que um cisto na coluna havia imobilizado o garoto. Daí pra frente Rafael passou por mais de vinte cirurgias, sendo a última em 2010, quando mais uma vez teve que ser operado. “Meu filho ficou entre a vida e a morte e só um milagre poderia salvá-lo e isso aconteceu”.

Há cinco anos Rafael conheceu o tênis em cadeira de rodas e não parou mais. Hoje ele é o segundo no ranking nacional e 44º no internacional. “Quando conheci o tênis foi amor a primeira vista e não consigo me imaginar sem praticá-lo. Estou batalhando pra conquistar uma vaga para as Paraolimpíadas de Londres e chegar pelo menos a uma final”, declara o jovem que conta com apoio integral da mãe. “Apoio e procuro estar aonde ele está. Meu filho é a minha via é o meu herói”.

O diretor técnico e de planejamento e gestão da ONG, Gerson Carlos de Souza, explica que este campeonato em cadeira de roda é o mais importante do segmento sulamericano. “O TH Minas Weelchair Tennis Open é o único torneio da América do Sul que pontua no Internacional Tennis Federation (ITF) na categoria de juniores e isso contribui para elevar o ranking dos jogadores”, destacou o diretor.

A competição acontece nas modalidades feminino, masculino e juniores- voltado a atletas entre 12 e 18 anos, e é divida nas chaves principal e secundária, com jogos no simples e no duplo. Em relação ao tênis convencional, a prova praticada por cadeirantes têm como principal diferencial a validade do quique duplo nas jogadas.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/paraatletas-de-doze-paises-se-encontram-em-bh-para-campeonato-de-tenis/