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Governo de Minas: OGE abre inscrições para o Curso de Extensão em Ouvidoria em Saúde

Aulas são direcionadas para gestores do Sistema Único de Saúde do Estado e de municípios

Estão abertas as inscrições para ocurso de extensão em Ouvidoria em Saúde, promovido pela Ouvidoria Geral do Estado (OGE), órgão do Governo de Minas, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) e o Canal Minas Saúde. As aulas são direcionadas para gestores do Estado e de prefeituras, além de demais profissionais do setor. O objetivo é ampliar os conhecimentos e garantir a qualidade dos serviços prestados aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Muitos municípios de Minas ainda não têm uma Ouvidoria para atender às manifestações dos usuários do SUS. Assim, a OGE/Ouvidoria de Saúde e SES estão desenvolvendo um trabalho de sensibilização junto aos municípios, com o objetivo de sensibilizar os gestores municipais de saúde sobre a importância da Ouvidoria de Saúde enquanto mediação entre a população e gestores para atender seus anseios e instrumento de gestão para melhorar a qualidade na prestação de serviços de saúde no SUS”, afirma Ana Piterman, ouvidora de Saúde da OGE.

O curso será realizado na modalidade à distância e terá carga horária de 80 horas.As inscrições devem ser feitas pelo site do Canal Minas Saúde.  Outras informações também podem ser obtidas pelos telefones (31) 3235-5931, (31) 3235-5932 ou pelo e-mail nead@portalminassaude.com.br.

Necessidade

É essencial o município compreender e colaborar com o trabalho da Ouvidoria do Ministério de Saúde, da Ouvidoria Geral do Estado e, se possível, implantar uma ouvidoria em seu próprio município. Ao manifestar intenção de ter a própria ouvidoria, a OGE/Ouvidoria de Saúde estará à disposição dos gestores para capacitação e apoio técnico.

“Como o cidadão reside no município, os gestores municipais necessitam estar capacitados para atender e responder as demandas. O gestor pode utilizar a Ouvidoria para realizar um diagnóstico mais preciso dos pontos críticos dos serviços de saúde ofertados, dando oportunidade ao gestor de corrigir os eventuais problemas”, salienta a Ouvidora de Saúde.

Assim, os gestores e profissionais das áreas que participarem do curso de extensão poderão, meio de conhecimentos multidisciplinares, desenvolver um trabalho de qualidade na gestão de Ouvidoria, além de estimular a melhora dos processos no aperfeiçoamento da gestão do serviço público.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/oge-abre-inscricoes-para-o-curso-de-extensao-em-ouvidoria-em-saude/

Governo de Minas: Projeto Sala de Espera da Secretaria de Estado de Saúde ganha novos parceiros

Por meio da cooperação firmada entre as instituições, o Canal Minas Saúde vai disponibilizar os programas de cunho educacional voltados à promoção da saúde

Henrique Chendes
Para Antonio Jorge de Souza Marques o Sala de Espera é instrumento de mudança cultural
Para Antonio Jorge de Souza Marques o Sala de Espera é instrumento de mudança cultural

Com o objetivo de ampliar a divulgação dos programas voltados à promoção da saúde veiculados pelo Canal Minas Saúde através do Projeto Sala de Espera, o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Antônio Jorge de Souza Marques, assinou, nesta segunda-feira (26), um termo de cooperação técnica com a Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (Seej), a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), a Fundação Ezequiel Dias (Funed), a Associação Mineira de Municípios (AMM) e com a Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas Gerais (Federassantas).

Por meio da cooperação firmada entre as instituições, o Canal Minas Saúde vai disponibilizar os programas de cunho educacional voltados à promoção da saúde. A ideia é proporcionar a melhoria na prestação dos serviços de saúde, tendo em vista a melhor formação de seus profissionais e maior conscientização da sociedade. Além disso, o canal visa promover um intercâmbio científico em tecnologia educativa que permita fortalecer o sistema de informação dos recursos humanos no campo da saúde.

Para o secretário Antônio Jorge, o Sala de Espera, mais que uma ferramenta estratégica, é um instrumento de mudança cultural. “O projeto tem se firmado como fonte de informação salutar. Doenças facilmente controladas e preveníveis, como tabagismo, obesidade e doenças cardiovasculares ligadas à hipertensão, são causa de mortes prematuras em Minas Gerais. O primeiro passo para se mudar os comportamentos que geram esses problemas é a informação. O segundo é fazer com que a informação leve à mudança de comportamento. Essa iniciativa precisa ganhar adeptos e a cooperação dessas instituições contribui bastante pra isso”, afirma.

O vice-presidente da Federassantas, Francisco de Assis Figueiredo, considera a parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES) uma forma de agregar conhecimento. “Estamos avançando na gestão da saúde. Atualmente, mais de 50% dos atendimentos das Santas Casas é em pacientes do SUS e com esse novo projeto pretendemos levar informações e, consequentemente, mais saúde aos 19 milhões de mineiros que passam pelas nossas unidades”, diz.

Opinião compartilhada pelo subsecretário de Juventude, Gabriel Azevedo, que cita o Programa Aliança pela Vida como uma parceria que já dá certo entre a Seej e a SES. “Minas possui 5,8 milhões de jovens, e com o Aliança pela Vida o governo dá um passo a frente. Tratar assuntos como prevenção à saúde e combate ao uso de drogas como políticas públicas é uma estratégia eficaz de garantir à juventude um futuro promissor”, comenta.

Sala de Espera

Desenvolvido pelo Canal Minas Saúde, o Projeto Sala de Espera foi criado com o objetivo de levar aos usuários do SUS informações sobre promoção, prevenção e recuperação da saúde. Através do projeto é possível instruir e distrair a população que frequenta as unidades básicas de saúde com programas audiovisuais de curta duração que abordam, de forma simples e direta, os assuntos relacionados à saúde, como automedicação e doenças sexualmente transmissíveis, além de vícios como o tabagismo.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/projeto-sala-de-espera-da-secretaria-de-estado-de-saude-ganha-novos-parceiros/

Gestão Anastasia: governo de Minas formaliza cooperação técnica com universidade cubana

Um dos objetivos do convênio é permitir o fortalecimento do sistema de formação dos recursos humanos no campo da saúde

Ramon Jader/SES MG
O acordo firmado é voltado para o modelo de ensino não presencial em ambiente online (e-learning)
O acordo firmado é voltado para o modelo de ensino não presencial em ambiente online (e-learning)

Foi assinado, na tarde desta terça-feira (13), no Ministério da Saúde cubano em Havana, convênio entre o Governo de Minas e a Universidade de Ciências Médicas de Villa Clara (UCM VC). O acordo, feito por meio do Canal Minas Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde (SES), é voltado para a promoção de intercâmbio científico, para a tecnologia educativa e para o modelo de ensino não presencial em ambiente online (e-learning), o que permite o fortalecimento do sistema de formação dos recursos humanos no campo da saúde.

O convênio, assinado pelo secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, também visa ao desenvolvimento conjunto de modalidades participativas de intercâmbio de especialistas, ao estabelecimento de um amplo intercâmbio de informações técnico-científicas e à elaboração conjunta de recursos educativos em diversas modalidades.

Segundo Antônio Jorge, toda a informação resultante de atividades conjuntas realizadas por meio desse convênio ficará a disposição da SES e da universidade cubana. As patentes suscetíveis de serem desenvolvidas estarão sujeitas às normas e leis sobre patentes existentes.

“Acordamos, hoje, que equipes do Canal Minas Saúde e da Superintendência de Atenção Primária da SES virão à Cuba para conhecer in loco a estratégia de Saúde da Família que atua nos distritos. O mesmo ocorrerá com os técnicos cubanos, que virão a Minas conhecer a nossa realidade e a forma como trabalhamos com foco em redes de atenção à saúde. O objetivo desse intercâmbio é desenvolver um estudo comparado, visando à melhoria da estratégia Saúde da Família”.

Canal Minas Saúde

O Canal Minas Saúde é uma rede estratégica multimídia (Canal Minas Saúde de Televisão, Rádio, Web e Educação a Distância) para o desenvolvimento do programa de educação permanente a distância da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, com o apoio da Fundação Renato Azeredo. As atividades foram iniciadas com o curso Gestão da Clínica na Atenção Primária á Saúde, em outubro de 2008.

Um dos objetivos do Canal é capacitar profissionais integrantes das equipes de saúde da família (PSF) e especializar médicos e enfermeiros que atuam nas quase quatro mil unidades básicas de saúde de Minas Gerais (UBS), pactuadas com os Gestores Municipais de Saúde, nas 28 Gerências Regionais de Saúde e, também, nos Centros Viva Vida de Referência Secundária e Mais Vida.

Universidade cubana

A Universidade de Ciências Médicas de Villa Clara está localizada na região central de Cuba. As estruturas centrais ficam em Santa Clara, cidade fundada em 1689, capital da província de Villa Clara. Fazem parte da universidade médica 41 unidades docentes, das quais, oito são hospitais universitários e 33 são policlínicas docentes que, juntamente com uma grande rede de consultórios médicos, garantem o desenvolvimento do programa de formação dos recursos humanos de pré e pós-graduação.

A docência médica em Villa Clara teve o seu início em 1966. Hoje, contabiliza mais de 10 mil formados em Ciências Médicas, entre os quais, mais de 7 mil são médicos e mais de 850 são especialistas na prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças que se manifestam na cavidade da boca e no complexo maxilo-mandibular. Possui, ainda, mais de 2.400 licenciados em Enfermagem. Entre os diplomados, 500 são estrangeiros nascidos em mais de 45 países. Em pós-graduação, a universidade forma especialistas em 50 especialidades. Hoje, há mais de 4.780 entre os de primeiro e segundo grau.

Fonte: Agência Minas

Artigo: Marcus Pestana, O papel central da estratégia de saúde da família

Gestão da Saúde em Minas, Gestão Eficiente

Fonte: Artigo do deputado federal Marcus Pestana – O Tempo

O papel central da estratégia de saúde da família

O caminho é longo e não há atalhos

Nunca é demais lembrar que as pesquisas de opinião pública identificam a saúde como principal preocupação dos brasileiros. Há, em geral, uma frustração de expectativas e uma avaliação negativa em relação ao SUS. É inegável que os avanços foram muitos e que a saúde hoje no Brasil é muito melhor que há 23 anos, quando a pedra fundamental do SUS foi lançada. Mas estamos longe de entregar aos cidadãos os direitos e princípios constitucionais.

É evidente que, para atender às cobranças da população, os gestores de saúde têm que se desdobrar em ações de curto prazo que gerem impactos imediatos no atendimento à população.

Mas, em longo prazo, numa perspectiva estratégica, o imediatismo e a pressa não construirão o sucesso. Só uma ação transformadora consistente, estruturante e sistêmica poderá produzir resultados satisfatórios. Isso implica em construir um consenso e uma convicção de que o avanço passa pela consolidação de redes de atenção integral à saúde das pessoas coordenadas fortemente por uma atenção primária qualificada e eficaz. Sem isso, o sistema parecerá permanentemente aos olhos dos cidadãos um caleidoscópio fragmentado, desconexo, quase indecifrável.

É fundamental dispor de bons hospitais, assegurar acesso a medicamentos, ter bons centros de diagnóstico e atenção especializada. Mas para defender a qualidade de vida das pessoas e melhorar a gestão e os resultados do sistema não há outro caminho. Sugiro a leitura de “As Redes de Atenção à Saúde”, de Eugênio Vilaça.

A estratégia da Saúde da Família foi o caminho escolhido para enfrentar o desafio. São mais de 30 mil equipes em todo o Brasil, sendo mais de 4.000 em Minas Gerais. Uma equipe multidisciplinar responsável por uma população e um território geográfico definidos, motivada e bem-treinada, produz um fantástico efeito organizador no sistema e uma forte melhoria nos níveis de saúde da população. A combinação de ações de promoção da saúde, prevenção, diagnóstico precoce, atendimento primário, acompanhamento das doenças crônicas pode deslocar, em grande parte, o centro de gravidade do sistema das portas de hospital e dos balcões de farmácia para os pontos de atenção da saúde da família.

Os problemas não são poucos. Vão desde traços culturais de desconfiança da população e de muitos profissionais do setor, o fascínio pela tecnologia até a difícil formação e fixação de médicos da família nas pequenas cidades, na periferia das grandes cidades e nas cidades mais pobres e distantes.

Daí a importância de iniciativas tomadas pelo governo de Minas, nos últimos anos, de desencadear uma série de ações no âmbito do Programa Saúde em Casa: a contratualização de metas, a qualificação da gestão da clínica através de protocolos e linhas guias, a construção de mais de 2.000 unidades de saúde, o Canal Minas Saúde, a Educação Permanente, o Tele Saúde, o Plano Diretor.

O caminho é longo, mas não há atalhos que valham a pena.