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Confira game que conta trajetória de Aécio Neves

Conheça a história de vida de Aécio Neves de um jeito diferente! Foram várias fases que o prepararam para ser a força que o Brasil precisa.

Biografia Aécio Neves

Fonte: Aécio 45

Da caminhada ao lado do avô Tancredo Neves à aprovação recorde de 92% em seu governo à frente de Minas Gerais, a marca de Aécio Neves é a excelência em gestão pública.

Em sua primeira eleição, em 1986, elegeu-se deputado federal com 236 mil votos, a maior votação registrada em Minas Gerais até então.

Na Câmara dos Deputados, implementou o Pacote Ético, programa que acabou com a imunidade parlamentar.

Sua gestão marcou um dos períodos de maior produção legislativa da história da Câmara dos Deputados e de profundas mudanças no Congresso brasileiro. Como presidente da Câmara, Aécio economizou cerca de R$ 100 milhões e, pela primeira vez na história, a Câmara devolveu dinheiro ao Tesouro Nacional para que pudesse ser investido em favor da população.

Em 2002, Aécio se candidatou ao governo de Minas Gerais e foi o primeiro governador em Minas eleito em primeiro turno, recebendo a maior votação da história do Estado até então.

Como governador, cortou o próprio salário em 45%  e implantou Choque de Gestão, programa que se tornou referência em administração pública no país.

Durante a sua gestão, Minas produziu grandes avanços na área social. Apesar de ser o Estado brasileiro com o maior número de municípios, foi o primeiro do Brasil a trazer as crianças mais cedo para a escola. Hoje, 93% das crianças leem e escrevem aos 8 anos (eram 48,7% em 2006).

Segundo dados do Ministério da Saúde, Minas possui o melhor sistema de saúde pública da região Sudeste.

Eleito senador de Minas Gerais com a maior votação da história do estado, apresentou  uma série de projetos de interesse da sociedade. Entre eles, os que tornam o Bolsa Família um programa de Estado e que ampliam as garantias dos beneficiários do programa.

Em 14 de junho de 2014, em convenção nacionalAécio foi escolhido o candidato do PSDB para a Presidência da República, dando início a mais uma etapa da sua vida: a de renovar a sua luta e o seu compromisso de trabalhar por um país justo, democrático e generoso com todos os brasileiros.

Biografia: Aécio relembra Tancredo

O senador Aécio Neves relembra o desfecho da grande mobilização nacional ocorrida em abril de 1984.

Neto de Tancredo acompanhou todos os comícios pelo Brasil. “Foi o movimento mais sublime da política brasileira”, comentou.

Fonte: O Globo 

Personalidades relembram 30 anos do movimento Diretas Já

Em 25 de janeiro de 1984, comício reuniu 300 mil pessoas na Praça da Sé, em São Paulo

No aniversário de 30 anos de um dos maiores comícios do movimento Diretas Já, que aconteceu em 25 de janeiro de 1984 na Praça da Sé, em São Paulo, personagens que participaram da maior mobilização popular da História do Brasil relembraram a união da sociedade e de todas as correntes políticas divergentes em defesa da retomada dovoto direto para eleger o presidente da República. Como legado para o País, nesses 30 anos, apontam a consolidação incontestável das instituições democráticas e o fim das ameaças de ruptura da democracia. O desafio daqui para a frente, avaliam, é melhorar a qualidade da democracia, da representação popular e transformar a estabilidade democrática em instrumento de desenvolvimento social para os brasileiros que vivem em situação mais vulnerável.

São Paulo completava 430 anos naquela quarta-feira chuvosa do início de 1984. Mas o clima ruim não dispersou a multidão estimada em 300 mil pessoas que fora à Sé para ouvir discursos de opositores do regime militar. Uma celebração que nem o sistema de som precário esfriou o comício, que durou cerca de quatro horas.

No palanque, os ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, então senador e com 52 anos, e Luiz Inácio Lula da Silva, dirigente sindical na época com 38 anos, dividiam espaço com líderes oposicionistas como o presidente do PMDB Ulysses Guimarães (1916-1992), o governador do Rio, Leonel Brizola (1922-2004), do PDT, e o então prefeito da cidade, Mário Covas, do PMDB.

Fernando Henrique Cardoso destacou hoje ao GLOBO que, sem a mobilização popular, que teve sua alavanca no comício da Sé, dificilmente teria havido a “aceleração da mudança histórica que levou ao fim da ditadura militar no Brasil”.

— O vigor da enorme multidão nas ruas surpreendeu ate mesmo aos organizadores do movimento e assustou os donos do poder. Dai por diante o fim do autoritarismo era uma questão de tempo — disse.

ex-presidente Lula também exaltou hoje o movimento, que começava a tomar corpo naquele comício, e a importância da democracia.

— Nós precisamos aprender a valorizar a democracia, sobretudo os mais jovens, porque a democracia, em qualquer parte do mundo, foi conquistada a custa de muita luta, de muito sacrifício, de muita morte. A democracia não foi de graça em nenhum lugar do mundo — disse Lula.

Herdeiro político e testemunha ocular de todo o movimento, junto com o avô, o presidente Tancredo Neves, então do PMDB, o presidente nacional do PSDB e candidato a presidente da República Aécio Neves (MG), relembra o desfecho da grande mobilização nacional. Em abril de 1984 foi derrotada a Emenda Dante de Oliveira e Tancredo partiu para a disputa no Colégio Eleitoral, sendo eleito. Como secretário do avô, aos 20 e poucos anos, Aécio fazia a ponte entre Tancredo e as principais lideranças das Diretas JáUlysses Guimarães, um dos atores mais importantes; Teotônio Vilela, José RichaLeonel BrizolaFranco MontoroLula e Fernando Henrique Cardoso.

— Me lembro de tudo. Viajei com Tancredo para todos os comícios no País inteiro. Foi o movimento mais sublime da política brasileira. A palavra certa é grandeza. Não havia um projeto pessoal, muito diferente da política atual, em que o Brasil enfrenta uma tentativa perversa de dividir o País entre nós e eles, como se o fato de ser oposição nos tornasse menos patrióticos. Sinto saudade e reverência por aquele momento, onde lideranças com visões divergentes como LulaTancredo e Fernando Henrique se juntaram a Dante de Oliveira em torno de uma grande causa nacional — diz Aécio Neves.

Depois do comício da Sé, sucederam-se manifestações em diversas outras capitais do país, até culminar com os gigantescos atos da Candelária, a 10 de abril, no Rio de Janeiro, e o do Anhangabaú, a 16 de abril, novamente em São Paulo.

Com a derrota da Emenda Dante de Oliveira e a grande frustração nacional, relembra Aécio, o PMDB estava numa encruzilhada: continuava tentando aprovar uma outra emenda, ou lançava uma candidato ao Colégio Eleitoral, que na prática , continuava sendo uma eleição indireta, sem a participação do povo. Decidiu-se então que Tancredodisputaria o colégio eleitoral para derrotar os candidatos ligados á ditadura.

— A campanha da candidatura ao colégio eleitoral manteve a mobilização popular. Tancredo viajou o Brasil inteiro fazendo comícios para legitimar sua candidatura e ter o respaldo popular, o que aconteceu. No dia que foi eleito , no discurso disse que seria a última vez que o Brasil teria um presidente eleito por um colégio eleitoral e não pelo voto direto. E sua profecia se cumpriu — relembra Aécio.

Com 19 anos na época e já militando no movimento estudantil na Universidade Federal de Pernambuco, onde cursou Economia, o governador Eduardo Campos, candidato a presidente pelo PSB, diz que o movimento das Diretas Já foi uma inspiração para sua atuação no Diretório Acadêmico da UFPE. Lembra que mesmo sem as grandes massas do eixo Rio e São Paulo, Pernambuco foi o berço dos primeiros comícios, como o do dia 31 de março de 1983, no município de Abreu e Lima, e depois em Caruaru. Como Aécio, acompanhando o avô Miguel Arraes , participou dos grandes comícios pelo País afora.

— Com o movimento das Diretas e a participação maciça da sociedade, incorporamos os valores democráticos de modo indelével na vida brasileira, assumimos um compromisso visceral com a democracia. Desde então, nesses 30 anos, nunca mais tivemos ameaças de ruptura democrática, como na eleição de Juscelino. Isso passou a ser uma causa nacional que une todas as forças que tem responsabilidade no Brasil. Há divergências sobre muitas coisas, mas o compromisso com a defesa desses valores une a todos. Os setores reacionários hoje estão escondidos, envergonhados — diz Eduardo Campos.

O socialista avalia que a única semelhança com a participação popular das Diretas Já com as manifestações de agora, que começaram em junho do ano passado, é a busca da melhoria do País.

— Naquela época o movimento era puxado pelas lideranças políticas. Agora o movimento é autoral, todos e cada um procuram se representar, mas as circunstâncias históricas são difererentes. A semelhança é o desejo de melhorar o Brasil na saúde, educação, moradiatransporte e segurança — diz Eduardo Campos.

O senador Pedro Simon (PMDB-RS), um dos líderes do movimento pelas Diretas Já disse que naquele momento existiam duas instituições com força de partido: a Arena, o do “sim senhor” e o MDB, o do “sim”. Segundo ele, o Diretas Já não pode ser creditado a um grupo ou partido político, mas a toda sociedade brasileira.

— O movimento Diretas Já, se olhar toda a história do país, foi um momento único, realmente do povo, com a ideia da democracia. Não tem grandes fatos a serem comemorados em toda a nossa História. A República foi um golpe de estado, a abolição da escravatura foi uma assinatura da princesa Isabel — comparou ele.

Em 1970, contou, o MDB perdeu as eleições e por pouco não acabou. Mas em 1974 ele explodiu e foi crescendo, porém de forma desordenada, cada grupo defendia uma forma de atuar. Simon disse que preocupados com a situação, importantes lideranças do partido – Teotonio Vilela, Franco Montoro, Mário Covas, Ulysses Guimarães e Tancredo Neves — se reuniram no Rio Grande no Sul para discutir o problema.

O fato era que o partido era uma frente e o País vivia a ditadura, mas havia o sentimento de que era necessário garantir a dignidade.

MDB lança uma “Carta de Princípios”, com vários itens, sendo o principal deles a reivindicação “Diretas Já” em 1983. Foi adotada a emenda Dante de Oliveira (proposta de emenda Constitucional – PEC), disse, apesar de existirem várias outras tramitando no Congresso.

O movimento foi crescendo em todos os estados. E naquele 25 de janeiro de 1984, dia do aniversário de São Paulo, quando a prefeitura faz sempre festas populares, houve uma grande manifestação popular a favor das “Diretas Já”.

Para Pedro Simon, passados 30 anos daquele momento, um muito importante foi feita a Constituinte, mas que tem muitas coisas a serem aprimoradas.

— O grande equívoco da classe política é não fazer a regulamentação dos artigos mais importantes da Constituição, como o da fidelidade partidária e das reformas financeira e política — lamenta Simon.

Com grande atuação no movimento, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) lembra que, antes do comício do Anhangabaú, ainda em 1983, o Partido dos Trabalhadores havia organizado um evento em favor das eleições diretas na Praça Charles Müller, em frente ao estádio do Pacaembu, com mais de 30 mil pessoas.

— Dado o grande sucesso daquele evento, o PMDB e o então governador Franco Montoro decidiram se engajar na luta pelas diretas mais fortemente. O governador designou o secretário da Cultura, Jorge da Cunha Lima, para que junto com o representante do PTJosé Dirceu, pudessem promover com sucesso o comício da Sé, em 25 de janeiro. O governador achou interessante facilitar o acesso à praça da Sé, isentando as tarifas do metrô. Foi o maior comício até então e com enorme ânimo — disse o então deputado federal, que esteve no comício.

Suplicy lembra que, apesar de a emenda Dante de Oliveira não ter sido aprovada, a força que emanou das manifestações populares pelas Diretas Já acabou colaborando com a criação de eleições diretas para prefeitos, governadores e presidente no período até 1989.

— A força foi de tal ordem que se tornou inevitável adotarmos as eleições diretas nos anos seguintes, mesmo com a derrubada da emenda.

Para o senador petista, as manifestações de hoje são diferentes daquelas sobre em defesa das diretas ou das passeatas que resultaram na derrubada do ex-presidente Fernando Collor, em 1992.

— Essas duas grandes manifestações se caracterizaram pelo pacifismo, sem atos de violência e elas de alguma maneira tiveram efeitos muito importantes para a democratização do país. O que esses jovens de hoje podem refletir é que as mudanças surgem quando se tem manifestações muito fortes com legítimos anseios da população, sobretudo dos jovens, como a votação da reforma eleitoral e política ou a proibição das contribuições de pessoas jurídicas (a campanhas). Minha recomendação, que tenho feito aos manifestantes, inclusive black blocs e Anônymous, é seguir o exemplo de pessoas que conseguiram realizar grandes revoluções de forma pacífica, como Mahatma Ghandi eMartin Luther King.

* Por Maria Lima, Monica Tavares, Danilo Farielo, Márcia Abos e Ronaldo D’Ercole

Biografia: musa das Diretas de volta com Aécio Neves

Biografia: Fafá de Belém volta ao túnel do tempo, no passado o apoio a Tancredo, hoje ao lado de Aécio.

Biografia e eleições 2014

Fonte: Estado de Minas 

ELEIÇÕES

Solta a voz nos palanques

Musa da campanha Diretas Já nos anos 1980.

musa das Diretas, que virou no início dos anos 1980 uma espécie de cantora oficial do hino nacional brasileiro, está de volta aos eventos políticos. Três décadas depois de marcar presença em dezenas de comícios em que estiveram reunidas as mais diversas colorações partidárias, a cantora Fafá de Belém esteve este ano ao lado dos principais nomes cotados para disputar a Presidência da República em outubro de 2014. Sempre trazendo referência ao movimento que lutou pela redemocratização do país, a intérprete teve em novembro o mês mais intenso de participações.

Em Poços de Caldas, no Sul de MinasFafá participou de evento do PSDB em 18 de novembro, em comemoração aos 30 anos da Declaração de Poços, uma das primeiras manifestações dos então governadores de São Paulo, Franco Montoro, e Minas GeraisTancredo Neves, contra o autoritarismo e pelas eleições diretas para presidente. O encontro, com a presença do ex-presidenteFernando Henrique Cardoso e de todos os governadores tucanos, serviu de trampolim para afirmar a candidatura do senador Aécio Neves à Presidência da República. Além de entoar o hino nacional, Fafá ajudou a reforçar o clima cantando Menestrel das Alagoas, música que se tornou símbolo da época.

No mesmo dia, Fafá seguiu para Belém do Pará, onde protagonizou cena considerada inusitada para um evento do Judiciário. Escolhida pelo próprio presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, para cantar o hino no 7 º Encontro Nacional do Judiciário, a paraense deu um caloroso abraço no magistrado, dias depois de ele decretar a prisão dos condenados pelo chamado esquema do mensalão, protagonizado por petistas e aliados durante o primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Joaquim Barbosa é cotado para concorrer à Presidência ou mesmo ser candidato a vice em uma chapa de oposição ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

Antes, porém, de estar com os tucanos e com Barbosa, a musa das Diretas participou de evento em Recife, onde deu um bom incentivo ao governador pernambucano, Eduardo Campos (PSB), outro pré-candidato à sucessão presidencial. Em uma cerimônia de entrega de prêmios da Unicef em que participava como “amiga da criança da Amazônia”, Fafá lembrou conversa que teve com o avô do “amigo Dudu”, o ex-governador Miguel Arraes, e declarou sua torcida. “Lindo governador, meu amigo Dudu, você aprendeu tudo. Tem feito por este estado e fará por este país”, afirmou.

No Senado FederalFafá participou em 29 de outubro de reunião especial em comemoração aos 25 anos da Constituição. Ela representou os artistas que se mobilizaram na época do movimento Diretas Já. Em Belo Horizonte, na Assembleia de Minas, a cantora apresentou o hino nacional e a música Coração de estudante durante a inauguração do Memorial do Legislativo mineiro. Na ocasião, foi informado que ela cobrou R$ 30 mil de cachê.

A última aparição da musa ao lado de políticos este ano foi no dia 18, com a presidente DilmaFafá cantou o hino em sessão solene no Congresso para a devolução simbólica do mandato de João Goulart (1919-1976), presidente cassado há 49 anos no golpe de Estado que iniciou o regime militar no Brasil. A cantora foi procurada pelo Estado de Minas, mas optou por não falar sobre sua relação com a política. A assessoria dela contou que a maioria das participações foi a convite e que ela não recebeu cachê. No caso da devolução do mandato de Jango, o pedido veio da própria presidente DilmaFafá estava em Portugal, de onde voltou para Brasília e ficou apenas por algumas horas em solo brasileiro antes de retornar para a Europa.

Além de Miguel Arraes e Tancredo Neves, estiveram nos palanques das Diretas os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o ex-governador José Serra (PSDB) e nomes como Ulysses GuimarãesMário Covas e Leonel Brizola.

Biografia: Aécio Neves

Biografia: Aécio Neves – Como presidente da Câmara de Deputados criou o pacote ético e no governo de Minas o Choque de Gestão.

Biografia: Aécio Neves – trajetória

Fonte: Turma do Chapéu

Biografia –  Aécio Neves da Cunha, senador por Minas Gerais e apontado como provável candidato a presidente da república, tem a boa política e a competência na gestão no sangue. Mineiro de Belo Horizonte e crescido no Rio de Janeiro, Aécio aprendeu com seu avô Tancredo Neves a importância da ética, da eficiência e das articulações políticas.

Desde cedo, Aécio se destacou, seja acompanhando Tancredo ou na Câmara dos deputados. Como presidente dessa casa legislativa, implantou o pacote ético, que acabou com a imunidade parlamentar para crimes comuns.

O sucesso da sua gestão o levou ao governo do estado de Minas Gerais, onde se notabilizou com programas como o Choque de Gestão, que equilibrou as contas do estado, os avanços nas políticas sociais, programas como o Proacesso, que conectou com boas estradas os municípios mineiros mais remotos, e a redução das tarifas de energia para as famílias mais carentes, com isenção de ICMS.

Confira no vídeo acima, produzido na sua campanha para o senado e disponível em http://aecioneves.com.br/videos-aecio-neves/, um pouco da biografia desse importante líder da oposição.