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Gestão Anastasia: Setop divulga balanço do atendimento aos municípios mineiros no ano de 2011

BELO HORIZONTE (19/12/11) – Empenhada na modernização administrativa e na melhoria dos processos de trabalho, a Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop), por meio da Subsecretaria de Infraestrutura, desenvolveu e aprimorou, neste ano de 2011, uma série de procedimentos que proporcionaram maior agilidade e controle no desenvolvimento dos processos que atendem aos municípios mineiros, por meio de convênios, doações de materiais e execuções de obras públicas.

Segundo o subsecretário de Infraestrutura, Bruno Alencar, o empenho da Setop vai além da parte técnica. “Estamos preocupados não só com o repasse dos recursos ou dos materiais para os municípios, mas também como isso contribui e impacta na vida dos cidadãos atendidos. Garantimos a dignidade, por exemplo, aos moradores de uma localidade rural que necessita da intervenção do Estado, proporcionando mais agilidade no escoamento da produção agrícola e melhoria na qualidade de vida”, finalizou Alencar.

A visão do secretário Carlos Melles reforça a preocupação de um bom atendimento, no sentido de servir à população com eficiência. “A Setop vem estudando, juntamente com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG), uma forma de garantir boas condições de tráfego nas estradas vicinais, que fazem a ligação da área rural dos municípios, por onde circulam bens e serviços, como o acesso à saúde e à educação e o transporte do leite e dos produtos agrícolas”, concluiu Melles.

Sistemas de informação

Neste ano, uma das inovações da Setop foi a criação do Sistema de Gestão de Demandas (SGD), que tem por objetivo monitorar, de forma informatizada, todos os pedidos que entram na secretaria, permitindo um acompanhamento direto de todo o fluxo. Foram recebidas 3.561 demandas e, até o momento, 1.005 já foram finalizadas.

O Sistema de Relatórios (SRS) é outra novidade. Ele permite a visualização do histórico de cada um dos 853 municípios do Estado, desde a região geográfica e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), até a situação de cada convênio firmado com a secretaria. É possível, ainda, verificar a solicitação de recursos encaminhados e acompanhar o controle de estoque de materiais.

Criado para atender a carteira das obras públicas executadas pelo Departamento de Obras Públicas do Estado de Minas Gerais (Deop-MG), o Modelo de Gerenciamento Intensivo de Obras Públicas tem a finalidade de viabilizar a entrega das obras dentro dos requisitos de preço, prazo e qualidade planejados.

No momento, oito obras, que somam recursos de R$ 105 milhões, estão sendo monitoradas. Em Unaí, Centro Sócio Educativo; em Montes Claros, prédio do Ipsemg; em Itaúna, presídio; em Lagoa Santa, Gruta da Lapinha; em Cordisburgo, Gruta de Maquiné; e em Belo Horizonte, BHTEC, Hospital do Ipsemg (HGIP) e Point Barreiro.

Convênios e doações

No apoio ao desenvolvimento da infraestrutura municipal, foram celebrados, neste ano, 220 convênios com 160 municípios. Os investimentos somaram cerca de R$ 28 milhões. As obras são de melhoria de vias públicas, urbanização, construção de edificações públicas e obras de arte especiais, como pontes e viadutos. De 2003 a 2010, mais de 8 mil convênios foram firmados, somando R$ 1,6 bilhão, com 99,5% dos municípios do Estado beneficiados.

Pelo programa de doação de materiais, 170 municípios foram beneficiados em 2011, com investimentos de R$ 9,4 milhões. Foram disponibilizados 1.413 mata-burros, 1.583 metros de bueiros metálicos, 425 vigas para pontes e 1.233 lajes pré-moldadas para pontes.

Capacitação para as prefeituras

Nos meses de agosto e setembro, a Subsecretaria de Infraestrutura promoveu o I Circuito de Palestras “Convênios para Obras Públicas”, que contou com a participação de 175 municípios e capacitou 350 profissionais, entre engenheiros, arquitetos e servidores responsáveis pela gestão dos convênios. Vinte assessores de parlamentares também participaram dos encontros, que foram realizados em 12 módulos.

Nas palestras foram apresentados os serviços disponíveis no site da secretaria, detalhadas as partes técnicas e documentais dos convênios, com explicações sobre decretos, passando pelos diferentes tipos de obras, formas de execução e detalhamento sobre o Preço Setop.

Governo defende mais recursos federais para MG

Empresas.
Minas atraiu R$ 50 bilhões no primeiro semestre

Petrobras teria destinado só 1% de seus investimentos para o Estado

ZU MOREIRA
Ao anunciar os investimentos de R$ 50 bilhões que o Estado atraiu no primeiro semestre, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Sérgio Barroso, fez duras críticas ao governo federal. “Todas as áreas do governo federal não têm interesse em investir no Estado”, disse, durante lançamento da parceria com a Ericsson do Brasil, que prevê R$ 16 milhões para a implantação de atividades de pesquisa e desenvolvimento de produtos (P&D).

Barroso citou, como exemplo, a Petrobras, que tem um plano de negócios de US$ 224 bilhões nos próximos cinco anos. “Para Minas estão previstos cerca de R$ 2 bilhões, ou 1% do total. Se representamos 10% da economia do país, o valor deveria ser de, no mínimo, R$ 24 bilhões”, disse. O governo estadual tem interesse em desenvolver parceria com a estatal em várias áreas. Um dos projetos é a implantação de uma fábrica de amônia, em Uberaba. Minas também depende da União para desenvolver sua malha ferroviária.

No Norte de Minas, por exemplo, há necessidade de construção de um ramal para escoar a produção de minério de ferro do projeto Sul América Metais, a ser implantado a partir de 2014, em Grão Mogol, mediante investimentos de R$ 3,2 bilhões. O projeto do grupo Votorantim inclui mina de ferro e uma planta de beneficiamento, com geração de 1.800 empregos diretos.

O problema é que a opção de escoar a produção via mineroduto não é bem vista pelo governo, já que necessitará de muita água para o bombeamento do minério, em uma região semiárida. “Não podemos obrigar a empresa a construir uma ferrovia, que é uma concessão federal. Então, teremos que conversar com o governo”, disse.

BHTec já está pequeno, diz secretário
O secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia, Evaldo Vilela, disse ontem que o conselho do Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BHTec) deve aprovar em breve as bases para o lançamento do edital para atrair empresas âncoras. “A expectativa é que o edital saia ainda neste ano”, disse.
De acordo com Vilela, o BHTec já ficou pequeno. Ele disse que o próximo governo vai ter que criar uma ramificação do BHTec: um parque industrial tecnológico. O projeto está em fase de estudos ambientais e será instalado próximo ao aeroporto de Confins. (ZM)

Investimentos
Empresas. Até o fim do ano, o Estado espera atrair um total de R$ 79 bilhões em investimentos da iniciativa privada. Segundo o governo, o volume de recursos é 50% maior que o atraído por São Paulo.

Flash
No ar. A Eurocopter, principal acionista da fabricante de helicópteros Helibras, tem interesse em instalar no Estado um inédito centro de design de helicópteros.
Desembolso. O presidente do BDMG, Paulo Paiva, apresentou ontem o último balanço dos desembolsos do banco de fomento no Estado. A instituição realizou empréstimos da ordem de R$ 691 milhões de janeiro a junho, 102% a mais que em igual período de 2009.

Investimento
Ericsson planeja centro de serviços no Estado
A Ericsson do Brasil e o governo estadual iniciaram as negociações para a instalação de um centro de prestação de serviços da empresa em Minas Gerais. Na próxima segunda-feira, o vice-presidente da Ericsson, Eduardo Ricotta, deve se encontrar com o governador Antonio Anastasia para discutir o assunto. “É um projeto embrionário. Não temos ainda os números, mas vamos conversar com o Estado”, disse. A ideia é construir um centro tecnológico para prestação de serviços aos clientes da multinacional, ou seja, as operadoras de telefonia.

Ontem, a empresa firmou parceria com o Estado para o início dos projetos de tecnologias para a televisão digital e a integração das telefonias fixa e móvel. Cada parte irá desembolsar cerca de R$ 8 milhões.

“A Ericsson tem mais de 20 centros de pesquisa no mundo, e todos estavam querendo esse projeto de IPTV e IMS”, ressaltou Ricotta. Ele prevê um “crescimento gigantesco” no setor de telecomunicações nos próximos anos. (ZM)

Fonte:  O Tempo
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