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Gestão Anastasia: Minas inicia implantação de Territórios de Agricultura Irrigada

Primeira etapa do plano está definida com a participação de três regiões

Divulgação/Seapa
Estado de Minas Gerais está dividido em 36 unidades, e em 29 delas serão implantados territórios nos próximos três anos
Estado de Minas Gerais está dividido em 36 unidades, e em 29 delas serão implantados territórios nos próximos três anos

Os três primeiros Territórios de Agricultura Irrigada de Minas Gerais deverão ser implantados a partir de julho de 2012. De acordo com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), até o fim do primeiro semestre serão definidas as ações necessárias para a ampliação e aprimoramento da agricultura irrigada nesses territórios, que abrangem as bacias dos rios Paranaíba e Jequitinhonha e a Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Território de Agricultura Irrigada é uma região geográfica delimitada por uma bacia hidrográfica, ou parte de uma bacia hidrográfica, tendo como base as Unidades de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos (UPGRH). O Estado de Minas Gerais está dividido em 36 unidades, e em 29 delas serão implantados territórios nos próximos três anos.

De acordo com o secretário adjunto de Agricultura, Paulo Romano, o passo seguinte à definição dos três primeiros Territórios de Agricultura Irrigada de Minas será a busca de financiamento para projetos.

“Esses territórios estão sendo delineados como novo conceito de gestão territorial proposto pelo Plano Diretor de Agricultura Irrigada de Minas Gerais, que integra o Programa Estruturador Sustentabilidade e Infraestrutura no Campo, instituído em 2010 e cuja responsabilidade é da Seapa”, explica.

Com base no diagnóstico da irrigação no Estado, a Seapa e os parceiros no plano (Ministério da Integração Nacional por meio da Secretaria Nacional de Irrigação, e Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura – IICA) analisaram propostas de ação governamental que possam ampliar a área irrigada e ao mesmo tempo aprimorar o manejo da água na agricultura estadual.

“Trata-se de um desafio, porque há limites de acesso à água e os produtores rurais mineiros, em algumas sub-bacias, já atingiram o limite para outorga. Entretanto, a ampliação da irrigação é cada vez mais necessária e possível, conforme as análises desenvolvidas”, diz Romano.

Ele observa também que “as mudanças climáticas, que causam aumento das incertezas, as necessidades crescentes de alimentos e energia da biomassa, juntamente com as restrições ao desmatamento, tornam indispensável a expansão da agricultura irrigada.”

Condições específicas

Os estudos que compõem o Plano Diretor de Agricultura Irrigada de Minas Gerais  detalham as condições socioeconômicas, ambientais e culturais de cada território, município por município. Um grupo gestor integrado por representantes dos agricultores e demais usuários da água foi constituído para garantir a sustentabilidade da irrigação nos territórios já definidos. De acordo com Romano, essas pessoas participam da definição dos projetos de solução coletiva para a irrigação nas áreas, de acordo com as condições específicas das regiões.

“São processos inovadores em que o governo (Agricultura e Meio Ambiente) e produtores buscam o mesmo objetivo, o desenvolvimento sustentável”, acrescenta o secretário adjunto.

Na bacia do Paranaíba, que tem tradição na agricultura irrigada, é grande a organização dos usuários. Um exemplo é o município de Araguari, onde 90% da cafeicultura depende de irrigação. A região lidera o ranking da produção  de milho, com estimativa de uma safra de 1,8 milhões de toneladas em 2012, além de produção expressiva de soja e algodão.

“A função dos territórios de irrigação é substituir o modelo da busca de soluções individuais pelas coletivas, ou seja, criar condições para a reunião de todos os usuários da água para agricultura irrigada e outros, numa mesa de negociação, buscando soluções sustentáveis específicas para a bacia”, ressalta Romano.

Já para a bacia do Jequitinhonha,  região do semiárido, segundo Romano, “o foco é a reservação de água com prioridade para as necessidades do consumo humano e animal. O volume excedente de água deve ser destinado à produção agrícola e piscicultura em pequenas áreas para a  geração de renda. No caso desse território de irrigação, o Plano Diretor prevê também o desenvolvimento de projetos para a utilização da água dos reservatórios já existentes na região, principalmente aqueles sob administração da Ruralminas, vinculada à Secretaria da Agricultura.

Romano observa que, “para o território de irrigação da Região Metropolitana de Belo Horizonte, predominam projetos voltados à qualidade da água que é usada em grande volume para a diluição e transporte de esgoto e processos de mineração”.  Nesse caso, ele explica, as ações propostas pelo Plano Diretor têm por objetivo melhorar as condições da irrigação das lavouras do Cinturão Verde. O projeto inclui negociações a fim de conciliar o processo de produção com a expansão imobiliária.

Segundo o secretário adjunto, os projetos dos três territórios deverão ser apresentados a instituições nacionais, como o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Brasil (BB) e Banco do Nordeste do Brasil (BNB).  Ele prevê a apresentação de propostas para a concretização de mais seis territórios de irrigação até 2014. De acordo com o Plano Diretor, o Estado terá um total de 16 territórios, todos coincidindo com as Unidades de Planejamento e Gestão dos Recursos Hídricos (UPGRHs) do Estado definidas pela  Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais, por meio do Igam.

Modelo mineiro

Minas Gerais tem uma área irrigada de 525 mil hectares e capacidade para irrigar 3 milhões de hectares, de maneira sustentável, respeitando as condições topográficas, climáticas e socioambientais e de acordo com o uso adequado das águas para as diversas finalidades. Já o Brasil possui área irrigada de aproximadamente 5 milhões de hectares, mas tem potencial para irrigar cerca de 30 milhões de hectares.

Por isso, segundo Romano, o Plano Diretor de Agricultura Irrigada de Minas Gerais está despertando o interesse de outros Estados, como Mato Grosso do Sul, Bahia, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará e Paraná. Além disso, ele acrescenta, o Ministério da Integração Nacional considera o plano como projeto piloto para implantação do Plano Diretor Nacional de Agricultura Irrigada.

“É uma nova visão em que diretrizes estratégicas e gestão integrada valem mais do que as grandes obras físicas”, finaliza.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-inicia-implantacao-de-territorios-de-agricultura-irrigada/

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Federações empresariais vão atuar como correspondentes bancários do BDMG

Em solenidade realizada nesta quinta-feira (16), em Belo Horizonte, o presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Matheus de Carvalho, assinou contrato de parceira com as Federações das Associações Comerciais e Empresarias (Federaminas), do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio), dos Contabilistas (Fecon) e das Indústrias (Fiemg), abrindo limite potencial para que os sindicatos, associações e regionais filiados a essas instituições possam trabalhar como correspondentes bancários do BDMG.

Em seu pronunciamento, Matheus de Carvalho disse que o momento é importante para o banco, pois, a partir da assinatura dos contratos, “o BDMG tem mais condições de cumprir sua meta de levar crédito para o empresário mineiro, onde quer que ele esteja”. O objetivo é criar uma rede para cobrir todo o Estado. “Já estamos trabalhando com as cooperativas de crédito e, a partir de agora, com as federações, podemos levar nossas linhas de financiamento e condições adequadas para todos os municípios. Dentro de um ou dois anos, espero estar aqui novamente para comemorar os resultados dessas parcerias”, afirmou.

O presidente da Fecomércio Minas, Lázaro Luis Gonzaga, lembrou a importância da integração das entidades patronais com o Governo de Minas, “fortalecendo a economia mineira” e dando oportunidade aos empresários de todas as regiões. Rogério Marques Noé, presidente da Fecon, disse que “os contabilistas já trabalham levando as soluções financeiras do BDMG para os empresários no interior” e que, agora, a oportunidade de trabalhar como correspondente bancário “é um marco desta parceria”.

Já Wander Luiz Silva, presidente da Federaminas, disse que “é muito bom ver à frente do BDMG um executivo que conhece e entende as demandas das micro e pequenas empresas”. “Esse convênio já nasce forte, porque todas essas federações têm muitas entidades filiadas. Com certeza, a partir de agora, o dinheiro estará á disposição de todas as empresas”, disse. Olavo Machado Júnior, presidente da  Fiemg, falou sobre a importância  da congregação de forças das classes empresariais. “Aqui em Minas temos um banco de desenvolvimento que neste momento fortalece a nossa união. Vamos trabalhar juntos pelo fortalecimento de Minas Gerais”, conclamou.

Maior alcance

A Fecomércio Minas atua em todas as regiões do Estado, representada por 29 sindicatos filiados e 20 sindicatos conveniados. A Fiemg, por sua vez, atua em 11 regionais estrategicamente distribuídas em Minas e a ela estão filiados mais de 130 sindicatos. A Federaminas congrega mais de 400 associações comerciais em diversas regiões mineiras. A Fecon congrega cerca de 50 mil contabilistas em seus 29 sindicatos filiados.

O projeto Correspondente Bancário BDMG foi lançado em 2011, inicialmente direcionado às cooperativas de crédito. Já são, hoje, 44 contratadas e treinadas, que chegam a 200 municípios de todas as regiões. Agora, as federações passam a desempenhar também  o papel de Correspondente Bancário BDMG, podendo transferir esta prerrogativa para seus sindicatos filiados e conveniados, associações e regionais, sempre com a anuência e o acompanhamento das equipes do BDMG. Contratos com outras entidades parceiras serão firmados nos próximos dias para que o objetivo do banco, de estar cada vez mais presente em Minas e mais próximo de seu cliente, seja alcançado.

Araçuaí abrigará sede de empresa de tecnologia voltada para pequenos agricultores

O município de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, será a sede da JMM Agro Technologic Indústria e Comércio de Softwares e Equipamentos Eletroeletrônicos Ltda. O projeto de um produto inovador para pequenos agricultores, que foi desenvolvido em parceria com várias universidades brasileiras e cuja versão comercial continua sendo acompanhada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), deverá ser concluído em 2014, mas com inicio da produção ainda em 2013.

O protocolo de intenções com o Governo de Minas, por meio doInstituto de Desenvolvimento Integrado (Indi), órgão vinculado àSecretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), acaba de ser assinado pelo presidente da empresa, Ernani Jardim de Miranda Machado, e pelo presidente do Indi, José Frederico Álvares. A assinatura teve a participação dos secretários de Estadode Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento, e de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Norte de Minas, Gil Pereira.

Durante o evento, o presidente do Indi comemorou a implantação da empresa em uma das regiões mais carentes do Estado e lembrou que o Vale do Jequitinhonha pertence à área mineira da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). “As empresas que se instalarem naquela região contarão, além dos benefícios para projetos de implantação, modernização, ampliação ou diversificação de empreendimentos, com a redução de 75% do imposto de renda, com o apoio do Governo de Minas”, destacou.

Com investimento de R$ 1 milhão, a JMM instalará sua primeira unidade industrial destinada à fabricação e comercialização de aparelho eletroeletrônico automatizado para irrigação e veículo aéreo não tripulado, equipado com sensores e câmeras. Direcionado para o agronegócio, o equipamento, de baixo custo, irá possibilitar ao pequeno agricultor tanto o gerenciamento da produção e da propriedade quanto a análise do solo, permitindo o melhor aproveitamento da área.

A JMM é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento de equipamentos eletrônicos e softwares com o objetivo de desenvolver tecnologia aplicável em diferentes campos do conhecimento, com foco no agronegócio.

O diretor da JMM, Ernani Jardim de Miranda Machado, explicou que a empresa terá duas áreas de atuação. A unidade de Belo Horizonte será destinada ao desenvolvimento dos softwares e protótipos dos produtos eletroeletrônicos, enquanto a de Araçuaí receberá a linha de montagem dos produtos e será responsável pela geração de mais de 100 empregos diretos e indiretos.

“Posteriormente pretendemos expandir nossas atividades para outras áreas da Sudene. Nosso trabalho em pesquisa e desenvolvimento com as universidades continua e estamos negociando com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig)a criação de um laboratório de P&D no Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha”, acrescentou.

SIG Combibloc

Também assinou protocolo com o Governo de Minas a SIG Combibloc do Brasil Ltda., que pretende estabelecer um centro de distribuição em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Com investimentos de R$ 4,89 milhões, a empresa quer importar e distribuir embalagens (caixinhas e caixas longa vida), tampas e canudos aos clientes de Minas e dos estados vizinhos de Goiás e São Paulo.

O diretor presidente para América do Sul da SIG, Ricardo Lança Rodriguez, informou que a empresa está no Brasil desde 2003 e que Minas Gerais se tornou o seu mercado mais importante. “O estabelecimento de um centro de distribuição no Estado é o início de uma parceria com Minas Gerais”, frisou.

A SIG Combibloc do Brasil Ltda. pertence ao Grupo SIG Combibloc, com sede administrativa na Suíça e com dez fábricas de embalagens e quatro de máquinas de envase em vários países do mundo.

Setor hoteleiro

A partir de um financiamento pleiteado junto ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), o Centro de Convenções e Hotelaria irá investir R$ 7,59 milhões na ampliação de sua atuação no setor de serviços, em Patrocínio,no  Alto Paranaíba. “O nosso projeto consiste na construção de um hotel de 86 apartamentos e 134 leitos, área de lazer e restaurante, formando assim um Centro de Convenções. Estamos com foco nos profissionais ligados direta ou indiretamente às empresas da região”, explica o sócio administrador João Cláudio Vasconcelos Silva.

De acordo com o cronograma do projeto, as obras serão iniciadas em fevereiro deste ano e a previsão é de que em março de 2013 o novo hotel seja inaugurado. Com o empreendimento hoteleiro serão gerados 28 empregos diretos e outros 52 indiretos. “Entendemos que esse projeto é extremamente estratégico para região, tendo em vista que irá atender ao projeto da Fosfértil em Patrocínio”, comenta João Cláudio.

A estrutura do grupo, que é genuinamente mineiro, é composta por três empresas distintas e em atuações em mercados específicos. A primeira delas, fundada em 2006, atua no ramo de posto de combustível. Após a concretização e a consolidação desse negócio no setor, o grupo entendeu que havia necessidade e mercado para entrar no segmento de construção civil. Em 2011, entendidos que poderiam ainda atuar na cadeia produtiva, onde estava localizada a empresa de construção civil, decidiram por abrir uma loja de materiais de construção, com o objetivo de reduzir os custos na construção e também de comercializar produtos para o mercado. Em 2009, nasceu a ideia de construir um hotel na cidade de Patrocínio e o projeto foi arquitetado até que, em 2011, se solidificou e decidiu então iniciar a concretização desse novo empreendimento.

Ar Condicionado

Em Extrema, no Sul de Minas, a BHP Ar Condicionado irá instalar um centro de distribuição destinado ao comércio de eletrônicos (e-commerce) e televendas de aparelhos de ar condicionado, eletrodomésticos e eletrônicos. A empresa irá investir R$ 1,1 milhão no projeto, iniciado em outubro de 2011 e com conclusão prevista para abril deste ano.

A empresa irá gerar cerca de dez empregos diretos e outros dez indiretos com o novo empreendimento. Em atividade desde 16 de março de 1984, a BHP atende em diferentes segmentos do ar-condicionado: revenda, engenharia térmica, instalação e manutenção de aparelhos e sistemas de ar condicionado.

A BHP Ar Condicionado é representante comercial da Springer Carrier, Toshiba e Tempstar.

BDMG estrutura fundo de investimento para apoiar cadeias produtivas em Minas Gerais

Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), órgão integrante do Sistema de Desenvolvimento do Governo de Minas, está estruturando o Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios – Cadeias Produtivas de Minas Gerais (FIDC CPMG), cujo objetivo é captar recursos para financiamento de cadeias produtivas no Estado. Para viabilizar o FIDC foi publicado, nesta segunda-feira (13), um aviso ao mercado da distribuição pública da 1ª série de cotas seniores e de cotas subordinadas do referido fundo.

A primeira cadeia produtiva a ser apoiada pelo FIDC CPMG é a da Fiat Automóveis, cujas empresas fornecedoras podem procurar o BDMG para aderirem ao Fundo. A equipe do Banco já está em contato com empresas de outras cadeias produtivas que também poderão aderir. O presidente do BDMG, Matheus Cotta de Carvalho, informou que o FIDC CPMG atuará em um nicho específico, aproveitando-se de sua estrutura de garantias e custo de captação para oferecer um produto competitivo para as empresas de Minas Gerais. “Estamos diversificando nossas ações para que, atuando em várias frentes, possamos ajudar o Governo de Minas na busca de soluções para uma economia sustentável com empregos de qualidade”, destacou.

O pedido de registro de funcionamento do FIDC, que está sendo estruturado em conjunto com a XP Finance, foi protocolado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em dezembro 2010, e o pedido de registro da oferta de distribuição pública de cotas seniores da 1ª série e de cotas subordinadas foi protocolado no mesmo órgão em junho deste ano. Ambos estão em fase de análise. Matheus Cotta de Carvalho lembrou que este fundo foi concebido na administração do então presidente Paulo Paiva, hoje presidente do Conselho de Administração do Banco. “Com seu conhecimento da economia mundial e sua experiência, ele anteviu que este seria um dos caminhos que o Banco poderia trilhar com sucesso”, disse.

Minas Gerais tem o segundo maior polo industrial e o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, com forte presença nos segmentos de infraestrutura, siderurgia, automotivo, óleo e gás, bens de consumo e serviço. Estes dados confirmam que existem muitas grandes empresas com fortes cadeias produtivas atuando no Estado.

De olho neste vasto mercado, o presidente do BDMG destaca os benefícios do FIDC para os sacados, entre os quais, o financiamento de sua cadeia produtiva sem necessidade de nenhum desembolso, a melhoria no relacionamento fornecedores/empresa, aumento do prazo de pagamento e melhoria na qualidade dos produtos e bens vendidos pela empresa. Para as empresas fornecedoras, o destaque é o acesso a recursos para financiamentos do capital de giro sem impactos nos seus balanços e nos limites de crédito junto aos bancos, menor custo de financiamento e ausência de garantias adicionais.

Todas as grandes empresas que tenham interesse e que atendam ao regulamento do fundo podem participar como sacados, mais precisamente como devedoras de recebíveis junto a seus fornecedores que têm a oportunidade de descontarem esses recebíveis de forma mais eficiente para financiamento de curto prazo. Para Matheus Cotta de Carvalho, esta é “uma forma inteligente de melhorar a situação dos fornecedores, reduzindo o custo de financiamento e ajudando no desenvolvimento de um relacionamento comercial de longo prazo e contribuindo para o desempenho financeiro destes fornecedores”. Este texto não se constitui em oferta de valores mobiliários. Toda oferta de valores mobiliários deve ser registrada na CVM.

Fórum discute no BDMG renovação das concessões no setor elétrico nacional

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sergio Barroso, preside, nesta terça-feira (8), a partir das 9h, na Sala Guimarães Rosa, do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), em Belo Horizonte, a abertura de mais uma reunião do Fórum de Secretários de Estado para Assuntos de Energia.

O fórum foi instituído em 1995 e conta com a participação de representantes das 27 unidades da federação, dos quais dez já haviam confirmado participação até a manhã desta segunda-feira (7). Atualmente, o Fórum mantém assento nas seguintes instituições do governo federal: um representante no Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e cinco representantes na Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

A missão do fórum é contribuir para o aperfeiçoamento da política energética brasileira, articulando e fortalecendo a atuação das secretarias estaduais de Energia e estabelecendo canais de comunicação com o governo federal. Trata-se de um espaço de discussão apartidário e de sentido pluralista, com representatividade no cenário nacional, constituído com a finalidade de promover o debate em torno das questões energéticas e de ser um mecanismo de interlocução dos Estados com o governo federal, com organizações empresariais e instituições da sociedade civil.

Sob a presidência do secretário Sergio Barroso, o encontro terá como tema central a “Renovação das Concessões do Setor Elétrico”. Durante o encontro serão discutidos os desafios prioritários que representam os assuntos energéticos relevantes e estratégicos, a exemplo da segurança no suprimento energético no médio e longo prazo, expansão e diversificação da matriz energética nacional, incluindo o uso de fontes energéticas alternativas e renováveis, plano de contingenciamento do suprimento de gás natural, licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), fortalecimento das ações de combate às fraudes no mercado energético (combustíveis, energia elétrica etc.), política de utilização do GLP, oferta de geração de energia elétrica, fortalecimento dos instrumentos e práticas de proteção ambiental quando do desenvolvimento de projetos energéticos e programas de conservação e de eficiência energética.

O setor energético de Minas Gerais vem recebendo grandes investimentos, especialmente por meio do Programa Minas PCH. Segundo a superintendente de Política Energética da Sede, Marina Meyer Falcão, apenas em Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), que têm potência entre 1 e 30 MW, foram identificados 335 aproveitamentos capazes de gerar 3.591 megawatts (MW), número superior à capacidade prevista para a Usina de Santo Antônio, no rio Madeira, em Rondônia, que deverá atingir 3.150 MW.

O Estado conta hoje, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), 94 pequenas usinas em operação, com potência de 678,4 MW. Em Minas, a capacidade instalada de geração conta atualmente com uma potência de 18,92 gigawatts (GW), de acordo com a Aneel. As usinas hidrelétricas (UHE) detêm a maior fatia da matriz energética, com uma participação de 89,15%.

Fopemimpe debate políticas para os micro e pequenos empresários

Ressaltando a importância do encontro para o fomento à economia mineira por meio de um segmento dos mais representativos, a subsecretária de Indústria, Comércio e Serviços (Sics) da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Marilena Chaves, presidiu, nesta quinta-feira (27), ao lado do diretor de Operações do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae-MG), Matheus Cotta de Carvalho, e do vice-presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio-MG), Lázaro Luiz Gonzaga, a abertura da terceira Assembléia Geral do Fórum Permanente Mineiro das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Fopemimpe).

A subsecretária falou sobre as ações voltadas para as micro e pequenas empresas. “Nosso compromisso hoje é de articular, formular e acompanhar a implementação das políticas governamentais em benefício das microempresas e empresas de pequeno porte”, salientou.

Desde a sua criação, em julho de 2008, o Fopemimpe realiza dois encontros anuais para reunir os empresários com o objetivo de permutar experiências e discutir melhorias para o segmento. “Ao longo de 2009, conquistamos diversos benefícios para os empresários desse segmento, como a redução da carga tributária e a inserção das prefeituras como clientes dessas empresas”, destacou Marilena Chaves.

O maior desafio do Fopemimpe, segundo a subsecretária, é implementar a Lei Geral 123/2006, que institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte em 100% dos municípios mineiros. “Atualmente, a legislação está implementada em 81 municípios e nosso objetivo é atingir os 853 municípios mineiros”, completou. A lei estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

Segundo dados da Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg), das 750 mil empresas ativas em Minas Gerais, cerca de 734 mil são microempresas e pequenas empresas. O mesmo estudo mostra que a maioria das empresas está no ramo de comércio e serviço, com 45,6% e 40,2%, respectivamente.

Programação

O primeiro dia do evento ainda contou com palestras do diretor de Desenvolvimento Sustentável do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Ronaldo Lamounier Locatelli, que apresentou as ações desenvolvidas pelo banco para o micro e pequeno empreendedor. Ele destacou a preocupação do BDMG em atender os empresários desse segmento em Minas. “Como esse é o segmento que gera o maior número de empregos, queremos atuar, por meio de nossos parceiros, em todo o Estado de Minas Gerais”, afirmou.

O assessor de Economia da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Mauro Sayar Ferreira, também ministrou uma palestra sobre a conjuntura e as perspectivas econômicas para o ano de 2010. Os representantes das prefeituras de Uberlândia, São Sebastião do Paraíso, Além Paraíba e Belo Horizonte também estiveram presentes no Fórum para apresentar as ações do Fopemimpe em suas cidades.

Os participantes foram divididos em grupos temáticos para debater assuntos como “Inovação e Tecnologia”, “Capacitação e formação empreendedora”, “Comércio exterior”, “Informação”, “Investimento, Financiamento e crédito” e “Racionalização legal e burocrática”.

Integrantes

Além da Sede, integram o Fopemimpe a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Secretaria de Estado de Fazenda (SEF), Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), Secretaria de Estado de Turismo (Setur), Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), Jucemg, BDMG e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG).

Representando a iniciativa privada integram o Fórum o Sebrae-MG, Fiemg, Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), Fecomércio, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de Minas Gerais (Setcemg), Associação Comercial de Minas (AC Minas), Banco do Brasil e Organização das Cooperativas de Minas Gerais (Ocemg).

Fórum discute melhorias para micro e pequenas empresas de Minas Gerais

A assembleia geral do Fórum Permanente Mineiro das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Fopemimpe) será realizada nesta quinta-feira (27) e sexta-feira (28), no auditório da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio), em Belo Horizonte. O evento é realizado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-MG).

A programação do evento inclui palestras sobre o cenário econômico e planejamento estratégico e apresentações de representantes das entidades que constituem o Fórum. No primeiro dia, a subsecretária de Indústria, Comércio e Serviços da Sede, Marilena Chaves, irá apresentar as ações realizadas pelo Fopemimpe para microempresas e empresas de pequeno porte, com atuação nos setores da indústria, comércio, serviços e agronegócios.

Nesta sexta-feira (28), os comitês temáticos que compõem o Fórum terão um espaço para apresentação de propostas discutidas durante o evento. Todas as sugestões serão analisadas para que os órgãos competentes verifiquem a viabilidade delas se tornarem políticas públicas.

Presidido pelo secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Sergio Barroso, o Fórum Permanente se reúne duas vezes ao ano. O Fórum é um espaço de discussão e alinhamento das empresas e dos órgãos governamentais com o objetivo de fortalecer o setor.

O Fopemimpe também tem o objetivo de assessorar a formulação, propor e acompanhar a implementação das políticas governamentais de apoio e fomento às microempresas e empresas de pequeno porte; promover a articulação e a integração entre os diversos órgãos governamentais e as entidades de apoio, de representação e da sociedade civil organizada que atuem no segmento das microempresas no Estado.

Integrantes
Além da Sede, integram o Fopemimpe as Secretarias de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), de Fazenda (SEF), de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e de Turismo (Setur), o Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi), a Junta Comercial do Estado de Minas Gerais (Jucemg), Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG).

Representando a iniciativa privada integram o Fórum o Sebrae-MG, Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), Fecomércio, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de Minas Gerais (Setcemg), Associação Comercial de Minas (AC Minas), Banco do Brasil e Organização das Cooperativas de Minas Gerais (Ocemg).

Serviço:

Evento: 3ª Assembleia Geral do Fopemimpe

Datas: 27 e 28/05/2010

Horário: 8h30

Local: Fecomércio, rua Curitiba, nº 561, Centro, Belo Horizonte