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Antonio Anastasia melhora carreira e remuneração dos professores em Minas

Gestão da Educação, Gestão Pública

Governo propõe remuneração unificada para professores e paga acima do piso nacional

Vantagens pessoais de professores e especialistas da Educação – como quinquênios e biênios – serão calculadas com base na tabela de transição e, imediatamente, incorporadas à remuneração única

Governo de Minas encaminha à Assembleia Legislativa de Minas Gerais, nesta terça-feira (22), nova proposta com diversas melhorias para a remuneração e para a carreira dos profissionais da Educação. As mudanças garantem que todos os professores e especialistas da Educação ganharão acima de R$ 1.122,00, para uma jornada de 24 horas semanais, ou seja, 57% proporcionalmente a mais do que o piso estabelecido pelo MEC, que é de R$ 1.187,00 para uma jornada de 40 horas semanais. Os professores e especialistas da Educação com licenciatura ganharão pelo menos R$ 1.320,00, ou 85% proporcionalmente a mais do que o piso nacional.

A nova proposta significará um impacto de R$ 2,1 bilhões na folha de pagamentos dos servidores da Educação. Além disso, a partir de 2012 começará a implantação do sistema de um terço da jornada semanal dos professores dedicada à atividades extraclasse.

“Essa proposta demonstra, mais uma vez, a disposição do Governo de Minas para encontrar formas de valorizar e melhorar a remuneração e a carreira dos profissionais da educação. Além disso, reafirma o compromisso com a qualidade da Educação no Estado e o respeito aos alunos, aos pais, aos professores e a toda a comunidade escolar”, afirma o governador Antonio Anastasia.

Conheça abaixo os detalhes da nova proposta que o Governo enviará à Assembleia Legislativa:

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A proposta do Governo de Minas prevê a criação de uma tabela de transição com aplicação proporcional do piso nacional no vencimento básico, levando em consideração os mesmos interstícios vigentes na tabela do subsídio (10% na vertical/escolaridade e 2,5% na horizontal/tempo de serviço).

As vantagens pessoais de professores e especialistas da Educação – como quinquênios e biênios – serão calculadas com base na tabela de transição e, imediatamente, incorporadas à remuneração única. Todos os servidores serão posicionados na tabela unificada. Os aumentos serão escalonados, em percentuais anuais, até 2015, observada a situação individual de cada servidor.

Valorização do professor

Nos últimos anos, o Governo de Minas adotou medidas que valorizaram os professores e profissionais da Educação. O quadro abaixo, que detalha os gastos com pessoal da Educação, ilustra esse esforço:

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A nova proposta do Governo de Minas é mais um passo na valorização do trabalho dos profissionais da Educação. O impacto financeiro, até 2015, na folha de pagamentos do Estado será de R$ 9,8 bilhões, considerando os aumentos escalonados ano a ano.  Isso significa um aumento de 58% da folha em relação a dezembro de 2010 e de quase 200% em relação a 2003. É o máximo que o Governo pode autorizar, considerando a Lei de Responsabilidade Fiscal e as disponibilidades orçamentárias do Tesouro Estadual.

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PT Censura em Minas: imprensa mineira se cala em meio às denúncias que envolvem pessoas ligadas ao partido

Fonte: Blog Tudo o que eu sei!

O deputado e a agressão, o prefeito e a Justiça e o frei e o bafômetro: é a censura do PT à imprensa em Minas

O frei Cláudio van Balen, pároco da Igreja do Carmo, em Belo Horizonte, não passou pelo teste do bafômetro semana passada numa blitz da Lei Seca. O padre alegou que havia bebido vinho na hora da comunhão, é o que registra a coluna do jornalista Ancelmo Gois, de O Globo, em sua edição do dia 27/09/2011, sob no título de “Deus castiga”.Se o leitor buscar alguma coisa sobre isso nos jornais mineiros não vai encontrar um registro sequer sobre o assunto. Mas por que o caso recebeu a atenção de um jornal carioca? Ele recebeu destaque porque o frei em questão é uma das mais destacadas lideranças da igreja progressista em Minas, com intensa participação política junto ao Partido dos Trabalhadores. Além é claro de não ser tão comum assim, o fato de um padre tomar bomba no teste do etilômetro.

O caso do deputado brucutu não é muito diferente, com o repeteco do mais absoluto silêncio por parte da “mídia”. No dia 22/09, o deputado estadual Rogério Correia (PT-MG) agrediu um servidor da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, durante o exercício das suas funções. Apesar do fato ter sido documentado em vídeo, os jornais e as emissoras de rádio e TV não abordaram o fato.

Nem mesmo a manifestação do Sindicato dos Servidores da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (Sindlegis) repudiando a agressão e exigindo a apuração da agressão foi notícia em Minas.

Veja o vídeo que mostra a agressão do Deputado Rogério Correia (PT/MG) a um servidor da Assembléia Legislativa de Minas Gerais:

Outro caso emblemático vivido pela imprensa mineira, nos últimos dias, diz respeito ao prefeito de Nova Lima, o petista Carlinhos Rodrigues. Ele recorreu à justiça e conseguiu impedir a circulação edição de nº. 65 da revista Viver Brasil, que trazia denúncias de irregularidades praticadas por Carlinhos na prefeitura da cidade.

Novamente a imprensa em Minas ficou calada, nem uma nota ou repercussão do caso. Mesmo com a manifestação pública de repúdio de importantes entidades que lutam pela defesa da liberdade de imprensa no Brasil (Veja aqui: Abraji condena censura judicial a revista de MG; Em Minas Gerais, revista é obrigada a recolher edição).

A omissão da imprensa em Minas sobre os fatos graves relacionados ao PT é preocupante e parecem não ocorrer por coincidência. Infelizmente!

Link da matéria: http://tudooqueeusei.blogspot.com/2011/10/o-frei-e-o-bafometro-o-deputado-e.html

Sindicato dos Servidores publica nota de repúdio ao deputado Rogério Correia por agressão à segurança da Assembleia de Minas

Fonte: Nota do Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa de Minas Gerais – Sindalemg

A agressão é inadmissível porque ocorreu na sede do parlamento mineiro

O Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa de Minas Gerais publicou nota de repúdio contra a “lastimável e inadmissível agressão” praticada pelo deputado Rogério Correia contra o servidor Rogério Azevedo Sanches, no última quinta-feira (22/09) no plenário da Assembleia. O fato ocorreu em decorrência de um “factóide” criado pelo deputado durante a tentativa de uma professora grevista ter tentado entrar no plenário da Assembleia com um cartaz de protesto.

Como parlamentar de vários mandatos, Rogério Correia conhece muito bem o regimento da casa e sabe que é proibido o acesso de manifestantes ao local.  A matéria publicada neste blog: Bloco Transparência e resultado repudia agressão do deputado Rogério Correia a servidor da Assembleia de Minas revela toda a farsa montada pelo deputado do PT com o sentido de criar constrangimentos.

Vale ressaltar que os seguranças da ALMG são servidores que prestaram concurso público e foram aprovados e treinados para garantir o cumprimento do regimento, que determina as galerias como o local reservado para toda e qualquer manifestação pública. Rogério Correia queria criar uma exceção para a professora, desta forma ele deixou claro que houve uma tentativa de desrespeito às normas da Assembleia.

Veja abaixo a Nota de Repúdio  pela agressão e grosseria do deputado ao servidor:

BH quer Metrô ocupa Praça da Estação e ruas do Centro em movimento de Protesto contra as promessas do Governo do PT

Metrô em BH Urgente

Quando dizia ser de esquerda, o PT bradava e afirmava que havia dinheiro para tudo. Por que será que agora o dinheiro para as obras, como o metrô de BH, não aparecem?

O metrô de BH completou em agosto 25 anos da inauguração de sua primeira linha. Na verdade, são 25 anos de luta por uma melhor rede de transporte público em BH. Nos últimos 8 anos, vimos o presidente Lula afirmar que os investimentos no metrô eram fundamentais. Mas o que será fundamental no dicionário Lulante, como diria José Simão da Folha de São Paulo? Será que FUNDAMENTAL seria falar, falar e não fazer nada? Seria fazer a Dilma prometer e não cumprir? É mostrar que para o PT é mais importante a construção de um trem bala que ligará Rio e São Paulo do que investir no metrô que está virando uma vergonha nacional?

Pelo visto, os mineiros estão sendo transformados em palhaços de um circo montado e orquestrado pelo PT. Porém, mineiro não é de ficar quieto. Conhece seu valor, e por isso mais de 500 pessoas foram às ruas do centro de BH cobrar as promessas de Dilma e do PT. Os e-mails não param de circular na rede em uma corrente que mostra a consciência dos belorizontinos com a necessidade de se ampliar o metrô e melhorar o transporte público na capital.

Os dizeres das faixas que os manifestantes carregavam eram muito criativos:

– Onde está o dinheiro do metrô? Gato comeu e o PT sorriu!

Será uma alusão aos constantes escândalos que o governo do PT está nos acostumando a assistir?

– Faxinaram a verba do metrô, Dilma?

Dilma disse que só faz faxina contra a miséria. Mas onde foi parar o dinheiro do metrô prometido em campanha? Sumiu???? Ou será que alguém enriqueceu com tanta verba debaixo do tapete?

– O PT faz a festa e os mineiros são os palhaços.

Será uma alusão aos enriquecimentos em escala geométrica apresentado por membros do PT?

Quando dizia ser de esquerda, o PT bradava e afirmava que havia dinheiro para tudo. Por que será que agora o dinheiro para as obras, como o metrô de BH, não aparecem? Será que o governo do PT não gosta de Minas? Será que é contra os mineiros?

Quem sabe se marcarmos uma reunião com o todo poderoso José Dirceu em um hotel de Brasília, não conseguimos resolver essa situação?

O ponto alto da manifestaçãofoi a “salva” de vaias dada para o descaso do governo do PT com o metrô de BH. O primeiro pedaço foi encaminhado para a presidenta Dilma, como forma de mostrar que os mineiros não engoliram o bolo que PT está dando em BH.

Vendo toda a manifestação fiquei curioso: será que a presidente Dilma vai comer aquele primeiro pedaço de bolo que foi dado para ela? Indigesto heim???

Aécio Neves apoia movimento BH quer Metrô e critica o Governo do PT que ‘opta em privilegiar a ocupação de espaços de governo’

Fonte: Assessoria de imprensa do senador Aécio Neves

Aécio Neves reforça movimento BH quer Metrô

Senador critica omissão do governo federal e falta de apoio da bancada do PT em relação à conclusão do metrô da capital

            O senador Aécio Neves integrou-se, nesta quarta-feira (31/08), ao movimento BH quer Metrô, que tem o objetivo de repudiar o descaso do governo federal em relação ao metrô de Belo Horizonte. Em Brasília, Aécio Neves elogiou o movimento realizado nesta quarta-feira na capital mineira e lembrou que as últimas estações do metrô foram construídas ainda durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB. Ele criticou ainda a falta de empenho da bancada petista em cobrar da presidente da República a conclusão do metrô.

““O BH quer Metrô é um movimento que surge naturalmente, exatamente pela omissão do Governo do PT nesses últimos oito anos. Não se construiu um centímetro sequer de metrô em Belo Horizonte. As últimas obras do metrô ocorreram no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, quando as últimas estações foram construídas””, afirmou o senador.

O movimento foi organizado pelo Bloco Transparência e Resultado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), formado pelo PSDB e outros nove partidos da base aliada ao governo de Antonio Anastasia. O movimento reúne ainda lideranças comunitárias e estudantes que se uniram aos usuários do metrô para criticar o abandono das obras. O metrô de Belo Horizonte, que completou 25 anos este mês, tem apenas uma linha, do total de três linhas previstas, e opera no limite de passageiros, sem receber recursos federais há quase uma década.

No Senado Federal, Aécio Neves lamentou a falta de empenho da base de sustentação do governo federal na defesa do metrô. O senador criticou, sobretudo, os parlamentares do PT por também não cobrarem da presidente da República outras obras fundamentais para Minas Gerais.

“”Eu espero que, além da pressão que estamos fazendo aqui enquanto oposição ao governo federal, além dessa pressão popular que esse movimento simboliza, deve haver também por parte da base de apoio, em especial do PT, uma movimentação firme em favor dessa obra, e cobrando da presidente da República. Infelizmente, o PT opta em privilegiar a ocupação de espaços de governo. Parece que tem constrangimento de cobrar, inclusive publicamente, da presidente da República a ausência do metrô, de investimentos no aeroporto internacional, na BR-381, no Anel Rodoviário. Parece que o PT coloca como principal objetivo de sua ação política a nomeação de companheiros eventualmente derrotados nas eleições para cargos públicos. Infelizmente, se não temos hoje um metrô digno em Belo Horizonte, a responsabilidade é do governo do PT””, concluiu o senador.

O movimento BH quer Metrô recolhe no centro de Belo Horizonte assinaturas para reivindicar a imediata liberação de verbas para o transporte sobre trilhos, simbolizado na manifestação por uma carroça parada em frente a Estação Central. O livro com as assinaturas será encaminhado à presidente Dilma Rousseff.

Contra o descaso: População se mobiliza no Centro de Belo Horizonte em movimento que reivindica verbas para o metrô

Fonte: Bloco parlamentar Resulta e Transparência

Movimento BH Quer Metrô reúne jovens, lideranças comunitárias e parlamentares 

Manifestação em repúdio ao descaso do governo do PT com o metrô da capital. População exige liberação imediata de verbas 

         O Metrô de Belo Horizonte completou 25 anos este mês e permanece inacabado, prejudicando o deslocamento de milhares de passageiros de Belo Horizonte e da Região Metropolitana que clamam por um transporte coletivo de qualidade.  Limitado a apenas uma linha, do total de três linhas previstas, o metrô da capital mineira está sem receber recursos do governo federal há quase uma década e opera hoje no limite.

Para repudiar o descaso do governo federal do PT que não investe no metrô de Belo Horizonte, o Movimento BH Quer Metrô, idealizado pelo Bloco Transparência e Resultado da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), reúne na capital mineira, nesta quarta-feira (31/08), parlamentares, lideranças comunitárias e estudantes que irão se solidarizar com os milhares de usuários do metrô que estão esquecidos em quase nove anos da gestão petista.

O movimento BH Quer Metrô defende maior atenção do governo federal, com os mineiros que não merecem conviver com as promessas de expansão de linhas que não saem do papel. Durante a manifestação, serão recolhidas na Praça da Estação e Praça Sete assinaturas em apoio à ação do Bloco Transparência e Resultado reivindicando a imediata liberação de verbas para o metrô de Belo Horizonte e Região Metropolitana.

O livro com as assinaturas será encaminhado à presidente da República Dilma Roussef. O Bloco Transparência e Resultado ainda distribuirá um bolo simbolizando o descaso do governo do PT com Minas Gerais.

Entenda a história do metrô de Belo Horizonte 

1981 – Início das obras do metrô de BH, com a previsão, na época, de operação em 37 km (Eldorado/ S. Gabriel e Calafate/Barreiro);

1986 – Início da operação do metrô de BH com 10 km de linha e seis estações;

1987 a 1999 – 9 novas estações foram sendo inauguradas “à prestação”;

2002 – Inauguradas as últimas estações da linha 1 (Primeiro de Maio, Waldomiro Lobo, Floramar e Vilarinho), que funcionavam parcialmente, foram inauguradas;

2003 a 2011 – Em quase 9 anos da gestão petista, o metrô de BH ficou esquecido sem receber nenhum investimento do governo federal. No entanto, as obras de expansão do metrô foram prometidas nas campanhas presidenciais de 2002, 2006 e 2010 e divulgadas pela imprensa.

2010 – O governo do PT descartou a liberação de recursos para a ampliação do metrô com vistas para a Copa de 2014;

2011 – O sistema conta com única linha de 28 km e não tem perspectiva de investimentos e expansão.

O metrô de Belo Horizonte transporta hoje 160 mil passageiros por dia. A demanda reprimida é muito grande. Se as três linhas previstas estivessem funcionando o número de usuários/dia saltaria para 800 mil, mais que o Rio de Janeiro (640 mil/dia), segundo informações do Sindicato dos Metroviários (Sindimetro).

Mesmo estando em uma das principais regiões metropolitanas do país, o metrô de Belo Horizonte foi o que menos recebeu recursos federais para sua melhoria, ampliação, quando comparado a cidades equivalentes como Salvador, Recife e Fortaleza.

Nos últimos 10 anos foram desperdiçados R$ 84 milhões em estudos, projetos e obras inacabadas para a criação das linhas 2 (Barreiro-Santa Tereza) e 3 (Savassi-Pampulha).

O ramal Calafate-Barreiro chegou a ser iniciado, com serviços de terraplenagem, desapropriações nas áreas de domínio da linha, mas parou em 2004 por falta de repasses de verbas pela União.

O dinheiro gasto na preparação da linha do Barreiro (cerca de R$ 60 milhões) foi investimento perdido.

Somente com a contratação do plano executivo das linhas 2 e 3, o governo Lula gastou R$ 15 milhões. Os projetos não foram concluídos e o dinheiro foi jogado fora.

Se a linha 2 (Barreiro/Santa Tereza) estivesse em operação, o passageiro de ônibus que faz o mesmo trajeto em duas horas, nos horários de pico – e pegando duas conduções –, poderia reduzir o tempo da viagem em quatro vezes, fazendo o percurso em 30 minutos.

O trecho Pampulha/Savassi poderia ser percorrida por trilhos em 20 minutos.

Estadualização

Com o objetivo de melhorar a mobilidade urbana da Região Metropolitana de Belo Horizonte, o Governo do Estado de Minas Geraiscom o apoio dos municípios de Belo Horizonte, Contagem e Betim, realizou estudos técnicos de engenharia, econômico-financeiros e jurídicos visando à modelagem da operação do Metrô BH com a participação da iniciativa privada. Não houve resposta por parte do governo federal.

O governo de Minas Gerais defende a estadualização do metrô.

Para a estadualização, será necessária a liberação R$ 1,1 bilhão pela União. O Estado disponibilizaria R$ 400 milhões e os R$ 2 bilhões restantes sairiam da iniciativa privada

LINHA EM OPERAÇÃO

Linha 1 – Contagem – Vilarinho (Venda Nova)

28,2 km de extensão

19 estações

25 trens – 1.026 passageiros por trem

160 mil passageiros por dia

LINHAS PREVISTAS

Linha 2 – Barreiro – Santa Tereza

21 km de extensão

Linha 3 – Pampulha-Savassi

12,4 km de extensão

Bairros de BH se mobilizam em defesa do Metrô e vão colher 1 milhão de assinaturas para encaminhar à presidenta Dilma

Defesa do Metrô de Belo Horizonte é uma luta de cidadãos

Nos últimos oito anos, o que se vê são cortes nos investimentos e uma inércia total por parte do governo Federal e do Partido dos Trabalhadores (PT) em relação aos recursos do metrô de BH

A defesa do Metrô de Belo Horizonte é uma luta de cidadãos de todos os bairros e regiões da cidade. A mobilização em torno do assunto já resultou em manifestações como a que ocorreu na praça da Estação, no dia 31 de agosto, com a presença de cerca de 500 pessoas, e agora se estende para os bairros. Um bom exemplo é o abaixo-assinado que está circulando no Barreiro e promete ganhar as ruas de toda a cidade.

A ação tem como objetivo recolher 1 milhão de assinaturas para encaminhar à presidenta Dilma com a reivindicação das obras que levarão o metrô até o Barreiro. Em apenas 22 dias, os organizadores já conseguiram mais de 70 mil assinaturas. Isso comprova a demanda urgente pelo metrô na região do Barreiro. Imagine em outros bairros? Você também pode fazer a diferença e ajudar a defender a modernização do metrô de BH.

Fonte: http://migre.me/5ABKn

Para participar do abaixo-assinado do Comitê Pro-Metrô Barreiro, você deve ir ao Centro Esportivo Milionários, de segunda a sexta, das 6h às 12h e das 14h às 22h. Aos sábados, das 6h às 12h e das 14h às 18h. É preciso informar o nome completo e o número da carteira de identidade. Informações pelo tel.: 3250.3388.

História

Nos últimos oito anos, o que se vê são cortes nos investimentos e uma inércia total por parte do governo Federal e do Partido dos Trabalhadores (PT) em relação aos recursos do metrô de BH. Alguns membros do PT chegaram até mesmo a afirmar que Belo Horizonte não precisa de metrô, enquanto defendem a construção do bilionário Trem Bala de São Paulo e Rio de Janeiro. Será que eles pensam que Minas merece carroça para transportar seus cidadãos?

Durante a campanha da presidenta Dilma a promessa de envio de verbas parecia que iria sair do papel. A presidenta garantiu recursos de R$1,9 bilhão para a construção das linhas Savassi/Pampulha, Barreiro/Calafate e Betim/Contagem. No entanto, o governo Federal cortou as verbas há alguns meses sem nenhum critério.

Quem conhece de perto o metrô de Belo Horizonte conhece sua realidade: as linhas são insuficientes e ultrapassadas, a maioria dos bairros fica sem atendimento e a saturação de passageiros deixa para trás todo o conforto e qualidade esperados para um metrô digno de uma das mais importantes capitais brasileiras.

Nos horários de pico fica quase impossível encontrar um lugar para se segurar, viajar assentado é um luxo e as estações ficam longe de pontos estratégicos como a praça Sete e a Região Hospitalar. Não raro, o usuário do metrô precisa andar mais de uma dezena de quarteirões para alcançar as passarelas que levam às estações.

Será que o Governo Dilma fará algo para resolver essa situação ou continuará mostrando o descaso do PT com Minas Gerais?