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Companheiros abandonam Rogério Correia que fica isolado no PT

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O isolamento de Rogério Correia

Quando o barco começa a afundar, cada um pula para um lado. É isso o que está acontecendo no PT desde a matéria em que a revista Veja denunciou a participação de deputado do PT e do falsário Nilton Monteiro na fraude da Lista de Furnas.

O primeiro a pular do barco e deixar Rogério Correia foi José Dirceu. Na entrevista concedida à revista o advogado do falsário William dos Santos – ligado ao grupo deRogério Correia – disse que seus contatos na época com José Dirceu teriam outro objetivo.

No dia seguinte, foi desmentido pelo próprio Dirceu. O ex-chefe da Casa Civil do Governo Lula disse que o advogado o procurou pedindo ajuda para o falsário que hoje se encontra preso – acusado de golpes de mais de R$ 300 milhões. Dirceu, que é réu do mensalão, confirmou o pedido de ajuda mas disse que resolveu ficar longe do assunto. Leia entrevista do Zé Dirceu.

Recentemente, foi a vez de Rogério Correia tentar pular do barco. Em entrevista coletiva concedida na última segunda-feira (12/12), mudou todas as versões que já havia dado sobre o caso e jogou a culpa sobre o falsário de ser o único responsável pela fraude.  Veja em O Tempo e no Estado de Minas.

Por fim, não por acaso, hoje o ex-prefeito Patrus Ananinas liderança máxima do grupo que sempre se opôs à aliança com o PSDB na prefeitura de BH – grupo no qual se destaca Rogério Correia – veio a público subitamente mudando de posição e passou a apoiar a aliança que antes criticava. O gesto deixa claro que Patrus busca se distanciar de Rogério Correia e que pretende se manter afastado da presença indesejada do deputado.

É, pelo visto está todo mundo nervoso…

Rogério Correia não convence imprensa que acredita na participação do deputado na elaboração da Lista de Furnas

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Fonte:Juliana Cipriani e Baptista Chagas de Almeida – Estado de Minas

Explicações de petista sobre caixa dois eleitoral da lista de Furnas não convencem

Acusado de encomendar documento fraudulento para comprometer adversários políticos, deputado Rogério Correia (PT) tenta se explicar, mas não apresenta provas que o inocentem

O deputado estadual Rogério Correia (PT) tentou, nessa segunda-feiram sem sucesso, explicar as acusações feitas por uma revista semanal de que, junto do lobista Nilton Monteiro, teria forjado a chamada Lista de Furnas, na qual integrantes da oposição aparecem como receptores de dinheiro de caixa 2 eleitoral. O petista não apresentou provas novas que possam inocentá-lo. Ele usou o mesmo laudo da Polícia Federal citado pela publicação para tentar se isentar, alegando que, ao final, ficou constatada a autenticidade da assinatura do então presidente de Furnas Centrais Elétricas, Dimas Fabiano Toledo, no documento supostamente original.

A denúncia de que a Lista de Furnas era um documento forjado para incriminar adversários do PT já tinha sido feita pelo Estado de Minas anos atrás. Em 23 de março de 2006,  reportagem do EM noticiou que Rogério Correia havia convocado uma entrevista sobre o assunto, mas não compareceu. A mesma matéria mostrou que  laudo do Instituto Nacional de Criminalística (INC), órgão ligado à Polícia Federal, considerou falsa a lista. O laudo apontava haver montagens, alterações ou implantes na última página do documento. O EM chegou a reproduzir outras duas perícias que atestavam a falsificação.

No laudo apresentado  por Correia ontem, a PF já havia concluído que a cópia, anteriormente avaliada, não tem nenhuma relação com o documento original apresentado pelo lobista Nilton Monteiro somente em 5 de maio de 2006. “Observou-se que ele apresentava as mesmas características e o mesmo conteúdo daquele examinado por este serviço de perícias documentoscópicas no laudo, entretanto, havia algumas diferenças entre esses dois materiais, indicando que a cópia que foi analisada e descrita no laudo anterior não foi originada a partir do documento que é objeto do exame do presente laudo”, descreve o relatório.

Segundo Rogério Correia, o resultado final da perícia concluiu que a assinatura na lista original era de Dimas Fabiano Toledo. “Não está em questão o conteúdo, mas a autenticidade. Então se quiserem processar que o façam com o nome dele (Dimas)”, afirmou. Sobre a cópia antes apresentada por ele à PF não corresponder ao original encaminhado por Nilton posteriormente, o deputado alega que Dimas Fabiano assinou quatro originais e que as cópias não são consideradas como provas pela investigação da PF.

Rogério e o ex-deputado Agostinho Valente (ex-PT e atual PDT) são apontados como “fabricantes” da lista. Transcrições de gravações revelaram uma conversa entre um funcionário de Rogério, o assessor Simeão de Oliveira, e o lobista Nilton Monteiro sobre os nomes que aparecem no suposto esquema de caixa 2. Rogério Correia afirma que as conversas teriam sido para cobrar o original da lista, já que Monteiro só havia fornecido uma cópia.

Justiça
O PSDB nacional está orientando todos os seus filiados citados na Lista de Furnas a entrarem com ações criminais e indenizatórias por danos morais contra os responsáveis pela fraude. O partido vai ingressar entre hoje e amanhã com uma representação na Procuradoria Geral da República contra falsificação de documentos. O presidente nacional da legenda, Sérgio Guerra, e o secretário-geral, Rodrigo de Castro, informaram que os tucanos também vão requisitar à Polícia Federal cópias de todas as gravações envolvendo a chamada Lista de Furnas.

Os tucanos manifestaram repúdio à fraude “arquitetada por integrantes do PT com o intuito de criar falsas acusações contra adversários políticos” e desviar atenções sobre o escândalo do mensalão, tendo em vista que a lista foi divulgada na mesma época. O PSDB alega ainda que Nilton Monteiro está preso e responde a acusações de falsificação de promissórias que somam R$ 300 milhões. Entre os supostos beneficiários da Lista de Furnas são citados o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias.

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Aécio Neves que unir oposição em propostas que levantem debate sobre educação e segurança

Aécio prega reação contra massacre da oposição

Fonte: Adriana Vasconcelos – O Globo

Senador defende que PSDB, DEM e PPS se unam em torno de propostas e levantem debates sobre educação e segurança

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) aproveitou ontem a primeira reunião da nova bancada tucana, que reconduziu o paranaense Álvaro Dias à liderança, para pregar a unidade e ditar novos rumos para a oposição. Para evitar que os oposicionistas sofram “um massacre do governo”, Aécio propõe que PSDB, DEM e PPS apresentem dentro de 30 a 60 dias, no máximo, uma agenda legislativa com quatro ou cinco temas de grande apelo popular, que possam também sensibilizar setores da base governista.

Uma das sugestões é que os tucanos encampem uma das principais bandeiras dos municípios, impedindo que o governo federal faça cortesia com chapéu alheio, ao anunciar isenções tributárias que penalizem as receitas municipais:

– Temos de qualificar a oposição, se não vamos ser massacrados. Essa é a única forma de nos contrapormos ao rolo compressor. Há, por exemplo, um vácuo na relação dos partidos com os municípios. E temos uma grande chance de estreitarmos nosso relacionamento com os municípios, se adotarmos uma agenda federativa – disse Aécio.

Outro tema sugerido por Aécio para integrar a agenda da oposição é a educação. O senador mineirolembra que o Chile foi bem sucedido na negociação de um pacto educacional. Na sua opinião, a segurança pública também é um assunto de grande interesse da sociedade, que pode mobilizar até os governistas, desde que a oposição apresente propostas de efeito imediato, como a proibição do contingenciamento de recursos do Fundo Penitenciário.

Aécio conclama ainda seus colegas oposicionistas a incluir na sua lista de prioridades uma proposta que assegure a melhora do estado de conservação das estradas federais, além das reformas estruturantes.

Aécio advertiu, porém, que nenhuma ação da oposição terá sucesso sem que haja uma unidade interna.Minimizando o clima de mal estar registrado dentro do PSDB na semana passada, ele fez um alerta: – Chego com serenidade ao Senado para amalgamar a oposição. Somos um grupo político, e só com unidade vamos conseguir nos contrapor ao governo. Estou confiante de que o PSDB saberá discutir seu destino. É hora de baixar a bola.


ACM Neto é escolhido líder do DEM
O senador Aluizio Nunes (PSDB-SP), porém, reforçou as críticas à iniciativa da bancada do PSDB na Câmara de apoiar a recondução do senador Sérgio Guerra (PE) à presidência do partido. Na opinião de Nunes, esse gesto atrapalhou as articulações que o ex-governador José Serra vinha fazendo nos bastidores para se lançar candidato ao comando da legenda:

– Acho que colocaram o carro na frente dos bois. Foi uma precipitação. O PSDB deve discutir essa questão melhor e escolher seus melhores quadros para representá-lo, aqueles com mais capital político – disse o senador paulista.

Para Aécio, a iniciativa da bancada da Câmara foi natural, assim como a do Senado, que indicou o ex-senador Tasso Jereissati (CE) para a presidência do Instituto Teotônio Vilela:

– O grande ativo que não podemos perder é a nossa unidade, pois só ela nos possibilitará que possamos apresentar um projeto alternativo para o país – afirmou o mineiro.

Aécio descartou a possibilidade de disputar o comando do PSDB. E destacou que uma de suas prioridades este ano será ajudar na aprovação de uma reforma política. Ele criticou, contudo, a proposta que vem ganhando força entre os governistas, para que seja incluído no texto dessa reforma uma janela que permita o troca-troca partidário. Essa manobra viabilizaria o ingresso de alguns oposicionistas na base do governo, como o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, do DEM.

– Não é por aí que se começa uma reforma política. O casuísmo não é um bom caminho para se iniciar essa reforma – disparou.

Também com problemas internos, a bancada do DEM na Câmara elegeu ontem, por 27 votos a 16, o deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA) como líder da bancada, impondo uma derrota a Kassab. O prefeito paulistano apoiava Eduardo Sciarra (PR). A vitória de ACM Neto reforça a estratégia do atual presidente do partido, deputado Rodrigo Maia (RJ), de manter seu grupo no comando da legenda, na convenção nacional marcada para março.