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Gestão Anastasia: Minas Gerais vai sediar empreendimento inédito de semicondutores

Com produção de alto valor agregado e criação de postos de trabalho qualificados, unidade da CBS, em Ribeirão das Neves, receberá investimentos de US$ 500 milhões

O município de Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, sediará a nova unidade da Companhia Brasileira de Semicondutores (CBS), conforme informou nesta terça-feira (27) o governador Antonio Anastasia. O empreendimento se diferencia pelo alto valor agregado da produção de pastilhas de silício para microprocessadores, além da captação de mão de obra especializada. Com investimentos de US$ 500 milhões e geração de 288 empregos diretos, a CBS vai produzir, em Minas, circuitos eletrônicos de semicondutores.

O anúncio oficial sobre a instalação da empresa em Minas será feito no próximo dia 3 de abril, em Brasília, com a participação da presidente Dilma Rousseff. O empreendimento irá operar por meio de uma joint venture, formada por capital nacional, tanto privado quanto estatal, e investimento estrangeiro.

“O fundamental é termos empresas que tragam tecnologia. Estamos batalhando por gigantes em investimentos. Conseguimos agora algo que estávamos discutindo desde 2003 que foi a confirmação da instalação em Ribeirão das Neves da Companhia Brasileira de Semicondutores (CBS), que será lançada de maneira especial. Será a primeira fábrica brasileira com condições de se inserir em um mercado mundial muito competitivo. É muito significativa para o Estado a implantação dessa fábrica com US$ 500 milhões de investimentos”, afirmou ogovernador, ao participar, nesta terça-feira, do Café Parlamentar, evento organizado pela Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas).

A unidade industrial será instalada em uma área de 160 mil metros quadrados, em Ribeirão das Neves. Com os novos investimentos, o município vai se tornar um  polo tecnológico de grande porte em nível nacional. A cidade possui inúmeras vantagens competitivas, como a proximidade com o Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins, e o acesso viário por meio de importantes corredores logísticos do país.

A implantação da unidade da CBS em Ribeirão das Neves já possui licença de instalação concedida pelo Conselho de Política Ambiental (Copam), vinculado à Secretaria de Estado de Meio-Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad). A licença inclui, além da implantação da unidade de produção de componentes eletroeletrônicos, reformas em rodovias de acesso, para beneficiar o escoamento da produção.

Gestão reconhecida

O governador Antonio Anastasia explicou, para cerca de 100 líderes empresariais, durante o encontro desta terça-feira, detalhes sobre os trabalhos executados em Minas, por meio da Gestão para a Cidadania, terceira fase do Choque de Gestão, afirmando que “o governo e a sociedade civil organizada precisam estar em constante diálogo para a melhoria dos serviços públicos e da qualidade de vida dos mineiros”. Contou que, durante reunião na última sexta-feira com o vice-presidente do Banco Mundial, Makhtar Diop, ouviu elogios à gestão adotada pelo Estado.

“Ele esteve conosco e fez referência de que hoje, não só para o Banco Mundial, mas para todos os organismos internacionais, sem exceção, o caso mais aplaudido de planejamento bem sucedido de um Estado subnacional, ou seja, que não é uma nação, é o caso de Minas Gerais. Servimos de modelo para nações do mundo todo. Isso é muito positivo porque mostra o valor da nossa gente”, afirmou.

Segundo o governador, esse esforço de planejamento e ações, garantidas por meio do Choque de Gestão, do Estado para Resultados e, agora, pela Gestão para a Cidadania, estão possibilitando a atração de grandes investimentos e a geração de mais emprego, renda e qualidade de vida para os mineiros.  Ele citou a unidade da Panasonic, em implantação, em Extrema, as fábricas da Alpargatas e de tratores da linha Fiat em Montes Claros, da Coca-Cola em Itabirito, a expansão da Ambev e a unidade de locomotivas da Caterpillar em Sete Lagoas, e a expansão da GE em Contagem, entre os investimentos em andamento no Estado.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/minas-gerais-vai-sediar-empreendimento-inedito-de-semicondutores/

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Gestão em Minas: Aeroporto Internacional Tancredo Neves mais próximo de um novo terminal

Comissão de Licitação anuncia nome de consórcio que irá elaborar os projetos básico e executivo do Terminal 2

Lúcia Sebe/Imprensa MG
Prazo de conclusão para o projeto executivo do novo terminal do Aeroporto de Confins é de 19 meses
Prazo de conclusão para o projeto executivo do novo terminal do Aeroporto de Confins é de 19 meses

A Comissão Especial de Licitação da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) anunciou, na tarde desta sexta-feira (2), o Consórcio Concremat/Themag como vencedor da licitação internacional para elaboração do projeto básico/executivo do Terminal 2 de Passageiros do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

 

A execução do projeto no valor de R$ 10.467.575,14 será acompanhada pelo Governo de Minas e pela Infraero. O consórcio vencedor deverá elaborar: os projetos de engenharia, tanto nas etapas de serviços quanto na fase de estudos preliminares; os planejamentos básicos e executivos; os serviços complementares para a construção do segundo terminal de passageiros; o sistema viário de acessos ao AITN; e as demais obras que se fizerem necessárias durante a execução do empreendimento.

O consórcio Concremat/Themag deverá iniciar o projeto nos próximos dias. O prazo de conclusão para o projeto executivo é de 19 meses, enquanto o projeto básico deverá estar pronto ainda este ano, o que já possibilitará a licitação das obras a cargo da Infraero. Os trabalhos deverão ser iniciados assim que for concluída a contratação do consórcio Concremat/Themag.

Concepção e Design

A concepção e design desse novo terminal foram desenvolvidos pela consultoria Changi International Airports Consultants, de Cingapura, e integra o masterplan elaborado em 2009 para os próximos 30 anos, já aprovado pela Infraero. Reconhecida como uma das mais experientes no desenvolvimento de complexos aeroportuários, a Changi foi responsável por projetos e gestão de aeroportos no Oriente Médio, na Itália, Rússia, China e vários outros países.

A licitação internacional é resultado de um acordo de cooperação técnica entre o Governo de Minas e a Infraero e não elimina a iniciativa de construção do terminal remoto, que irá suportar o expressivo aumento de demanda prevista para os próximos quatro anos.

Atualmente, o AITN é o segundo maior aeroporto do país, entre os dez maiores em crescimento. O terminal 1, com capacidade instalada para 5 milhões de passageiros/ano e projeto de expansão em curso, movimentou, em 2011, 9,5 milhões de passageiros. “Todo o esforço do governo estadual neste campo está voltado para transformar o AITN não no maior, mas no melhor aeroporto internacional do Brasil. Não temos porto, mas precisamos consolidar no Estado, por via aérea, o melhor portão de entrada para o exterior, com altíssima conectividade com as malhas aéreas nacional e regional. O futuro vai dizer do acerto dessa determinação e acreditamos que a população do Estado tem esta percepção”, afirma o subsecretário de Investimentos Estratégicos da Sede, Luiz Antônio Athayde Vasconcelos.

Segundo ele, o Governo de Minas Gerais vem investindo em estudos e projetos de altíssima complexidade há mais de oito anos. “Todos sabemos que, se tivéssemos iniciado esses trabalhos ainda em 2009, não seria necessário terminal remoto e estaríamos muito à frente com os terminais 1 e 2 já integrados, mas não podemos perder um minuto sequer. As projeções indicam que deveremos atingir, daqui a oito anos, em 2020, um total de 20 milhões/ano e este já será o 4º maior do Brasil. Por ocasião da copa do mundo, o tráfego já terá atingido 13,2 milhões de passageiros/ano”, reitera.

O principal objetivo do Governo de Minas Gerais, segundo ele, é a criação maciça de empregos de qualidade e, para atingir essa meta, o AITN é considerado uma ferramenta fundamental para fomentar a diversificação da economia mineira. Além disso, o aeroporto marcará o cenário brasileiro como o primeiro a operar dentro do conceito funcional de aeroporto cidade, o que permitirá a implementação da primeira Aerotrópolis da América do Sul.

Este planejamento foi iniciado em 2005, com a transferência de voos do Aeroporto da Pampulha e já resultou na atração de diversos investimentos como a GOL, Embraer, o Centro de Tecnologia e Capacitação Aeroespacial (CTCA), a Cidade Administrativa, entre outros projetos que se delineiam no Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte e entorno, e que vêm provocando uma nova dinâmica econômica em mais de uma dezena de municípios.

“O AITN será a grande alavanca para se gerar 400 mil novos empregos em território mineiro nas próximas duas décadas em setores presentes na nova economia, cuja dinâmica econômica se irradiará para mais 20 cidades-polo no interior do Estado. Não se pode perder o pulso no que, de fato, tem esse extraordinário efeito transformador”, conclui Athayde.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Minas Gerais foi o Estado da região Sudeste que mais cresceu no fluxo total de passageiros

BELO HORIZONTE (23/01/12) – Minas Gerais foi o Estado da região Sudeste que mais cresceu no fluxo total de passageiros no último ano em relação a 2010 (27,1%), ultrapassando a média de fluxo de crescimento do país (15,5%) para o mesmo período, segundo a Infraero.  Em segundo lugar, está o Rio de Janeiro com 16,2%, seguido de São Paulo, com 13,8%. Somente os desembarques no Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN) cresceram 39,5%, se comparados os anos de 2010 e 2011.

O secretário de Estado de Turismo, Agostinho Patrus Filho, comemora o resultado e atribui o sucesso dos números às políticas públicas implementadas no setor turístico. “A posição que Minas Gerais ocupa hoje reafirma a assertividade do Governo de Minas no trabalho de planejamento e captação de novos voos para o Estado, por meio do Programa Decola Minas”.

Ainda segundo dados da Infraero, em relação aos desembarques internacionais em aeroportos de Minas Gerais, o Estado cresceu quase três vezes mais que a média nacional (13,7%), atingindo 38%. Nos desembarques nacionais, o aumento chegou a 26,7%, superior ao crescimento do país (15,7%).

Decola Minas

O Programa Decola Minas, criado em 2008 pelo Governo do Estado, tem o objetivo de aumentar a oferta de voos partindo de Minas Gerais com destino aos principais centros emissores de turistas nacionais e internacionais. Desde 2008, foram implantados voos partindo de Belo Horizonte para Lisboa (TAP Portugal), Panamá (Copa Airlines), Miami (American Airlines e TAM Linhas Aéreas) e Montevidéu (Pluna Linhas Aéreas).

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Minas trabalha para consolidar projetos que integram o Complexo Aeronáutico

BELO HORIZONTE (05/01/12) – Uma nova história na indústria aeronáutica começa a ser construída em Minas Gerais. A proposta de diversificação da economia – tendo o Complexo Aeronáutico como uma das vertentes – ganhou força dentro do governo e vai integrar pelo menos três secretarias de Estado: Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes), Desenvolvimento Econômico (Sede) e Educação (SEE). O projeto vem em boa hora, em razão do crescimento da aviação civil no Brasil e no mundo, e tem a parceria do governo federal, por meio de ministérios, universidades, agências de desenvolvimento e centros de pesquisa.

Em meio a discussões e elaboração estratégica de projetos dos cinco polos aeronáuticos e a inclusão de emendas no orçamento da União, a Embraer confirmou a instalação do seu escritório de engenharia e desenvolvimento aeronáutico em Belo Horizonte. Cerca de 100 engenheiros serão contratados até o final de 2012 pela líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos. Posteriormente, o escritório da Embraer será transferido para Lagoa Santa, próximo ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves (AITN), e junto ao Centro de Capacitação e Tecnologia Aeroespacial de Minas Gerais (CCAE), onde também haverá uma escola técnica do Programa Brasil Profissionalizado, do Ministério da Educação.

Em relação à Lagoa Santa, o Governo de Minas faz um resgate histórico, pois a cidade já sediou a primeira montadora de aviões do Brasil no governo de Getúlio Vargas, antes mesmo da criação da Embraer. A empresa operou por poucos anos e fechou as portas numa época em que o país não tinha nenhuma montadora de carros. Hoje, o local abriga o centro de manutenção dos aviões da Força Aérea Brasileira.

Segundo o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Narcio Rodrigues, Minas tem vocação desde Santos Dumont e hoje possui uma condição especial com escolas de engenharia aeronáutica, centros de manutenção da FAB e de grandes empresas da aviação comercial, além de indústrias já instaladas. Rodrigues disse que o Governo de Minas lidera a discussão, mas considerou as parcerias do governo federal, prefeituras, empresas, universidades e institutos, como IEAv, imprescindíveis ao Complexo Aeronáutico.

Durante o ano de 2011, pelo menos uma dezena de reuniões colocou em pauta o Complexo Aeronáutico e chegou-se à conclusão de que o projeto deve ser integrado por cinco polos: AITN como a primeira aerotrópolis (cidade-aeroporto) da América do Sul, compreendendo os municípios do entorno de Confins; Itajubá (Sul de Minas), com a ampliação da Helibras, que fabrica helicópteros; Tupaciguara (Triângulo Mineiro) com a chegada da Axis Aerospace, empresa que está concluindo o projeto do Tupã – aeronave civil de seis e oito lugares para o mercado nacional e internacional; Lagoa Santa com o Centro de Capacitação de profissionais técnicos, graduados e pós-graduados; e Goianá com o Aeroporto Regional da Zona da Mata, recém inaugurado pelo governo mineiro e que poderá ser utilizado pela Petrobras na logística do Pré-Sal. Esse aeroporto tem uma pista de 2.500 metros de extensão, adequado para receber aviões de grande porte.

Aerotrópolis como maior polo do Complexo    

A primeira aerotrópolis da América do Sul está dentro do Projeto de Desenvolvimento do Vetor Norte, que se inspira em modelos de sucesso, como Cingapura, Hong Kong, Frankfurt e Miami, entre outros. A ideia passa pela ocupação do aeroporto e de seu entorno com empresas de alta tecnologia, e com a atração de profissionais de classe mundial de diversas áreas. Com voos para todo o Brasil, o AITN deve fechar 2011 com 9 milhões de passageiros, tornando-se o quinto maior aeroporto público do país. O Governo de Minas — em parceria com a Infraero — é responsável pelo projeto executivo do Terminal 2 de passageiros e das obras do aeroporto industrial, bem como a escolha do apoio logístico. Esses processos licitatórios estão em andamento e têm a Secretaria de Desenvolvimento Econômico na coordenação e articulação.

Além do entorno do aeroporto de Confins, a proposta do Governo de Minas também pretende criar três rotas tecnológicas no Sul, Triângulo e Rio Doce/Vale do Aço, a fim de atrair empreendimentos para fabricação de produtos de ponta em segmentos, como eletroeletrônicos, aeroespaciais, software, biotecnologia, nanotecnologia e outros.

Formação de mão-de-obra qualificada

Minas se posiciona bem na formação profissional com uma rede de instituições públicas de ensino e pesquisa de excelência. São 14 universidades públicas estaduais e federais, formando profissionais de reconhecida competência. Existem ainda seis institutos federais e uma rede privada de universidades que apresenta qualidade no ensino. Entre as várias escolas que estão trabalhando com o setor aéreo estão Universidade Federal de Itajubá (Unifei), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A Sectes – por meio da Rede de Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs) e com a SEE – tem projeto de criar 100 polos de educação a distância, o que vai facilitar o ingresso de cidadãos de todas as regiões em diferentes cursos, inclusive os superiores mais demandados pelo mercado.

O ano de 2012 é considerado importante pelo Governo de Minas, principalmente pela consolidação dos projetos que integram o Complexo Aeronáutico de Minas Gerais. A expectativa é de que haja avanços significativos no caminho traçado pelo Estado de fazer a diversificação econômica se transformar em realidade.

Fonte: Agência Minas