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Pretendo resgatar de forma definitiva a Embrapa, diz Aécio

Aécio: “Pretendo resgatar de forma definitiva a Embrapa como o mais vigoroso instrumento de pesquisa do Brasil.”

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves destaca importância de instituições de pesquisa no setor agropecuário

 “Pretendo resgatar de forma definitiva a Embrapa como o mais vigoroso instrumento de pesquisa do Brasil”

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, participou, nesta quarta-feira (06/08), de sabatina na Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA), em Brasília. Ao lado do candidato à Vice-Presidência, Aloysio NunesAécio destacou a importância das instituições de pesquisa no setor agropecuário, em especial, da Embrapa.

“Pretendo resgatar de forma definitiva a Embrapa como o mais vigoroso instrumento de pesquisa do Brasil. A Embrapa é a nossa joia da coroa. Se na década de 1970 ela fez o que fez no cerrado, vamos agora falar da segunda geração da Embrapa”, disse.

O candidato à Presidência anunciou que pretende criar plataformas de pesquisa nos seis biomas brasileiros – cerrado, mata atlântica, caatinga, floresta amazônica, pantanal e pampa – com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e das universidades e institutos de pesquisa, com o objetivo de aprofundar conhecimentos.

“Vamos discutir nossos potenciais em cada um desses biomas. O aproveitamento da água, do solo, flora, fauna, clima. Isso está em nossas mãos, e pode se transformar, no futuro, no nosso mais valioso ativo”, ressaltou.

Direitos trabalhistas no campo

Um dos temas discutidos durante a sabatina foi a segurança jurídica. Aécio defendeu uma maior atenção do governo federal ao cumprimento dos direitos dos trabalhadores rurais, assim como acontece com os trabalhadores urbanos.

“Esse entrave gera insegurança e muitas vezes custos adicionais a quem trabalha. Tenho dito que a primeira medida do meu governo será a apresentação de um projeto de simplificação do sistema tributário, focando principalmente nesse emaranhado de impostos indiretos que tornam, além da altíssima carga tributária, a própria estrutura de pagamento desses impostos extremamente onerosa”, afirmou.

Sob fortes aplausos, ele reafirmou ainda um compromisso com a desoneração total dos investimentos e das exportações. “Não haverá qualquer tipo de tributação às exportações agropecuárias no governo, até porque é um tiro no pé. No jargão futebolístico que o ex-presidente gostava muito, é jogar contra o patrimônio”, acrescentou.

Reforma agrária

Aécio definiu ainda a reforma agrária como uma prioridade. Segundo ele, em seu governo, as fazendas invadidas não serão desapropriadas por um prazo de dois anos, em “respeito ao direito de propriedade”. A alternativa a ser buscada será transformar os assentamentos do país em geradores de renda.

“Distribuir a terra simplesmente não significa gerar renda. Posso usar até a expressão de um ministro do governo, que dizia que os assentamentos no Brasil viraram favelas rurais. O que temos que fazer é garantir aos pequenos produtores a renda necessária para que vivam bem e com qualidade”, avaliou.

E completou: “Apenas nos últimos três governos, do Fernando Henrique, do Lula e da atual presidente, 72 milhões de hectares foram distribuídos para reforma agrária. Dos 72 milhões, apenas 2,5 milhões foram distribuídos no governo da presidente Dilma. E a área plantada de grãos no Brasil ocupa 55 milhões de hectares. É preciso dar uma atenção adequada à ocupação no campo, mas com o viés da renda. Esses cidadãos precisam de dignidade”.

Gestão Anastasia: aumenta o interesse pela produção de mamona em Minas Gerais

Índice de produtividade das lavouras cresce mais de 100%

Divulgação/Seapa
O aumento da produção de mamona em relação à safra anterior será de 70,3%
O aumento da produção de mamona em relação à safra anterior será de 70,3%

Minas Gerais pode registrar na safra 2012 uma produção de 11 mil toneladas de mamona, informa a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), com base em dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O aumento em relação à safra anterior será de 70,3% e deve ser atribuído ao esforço dos produtores, em sua maioria agricultores familiares, para melhorar o índice de produtividade, que alcançou a média de 2 toneladas por hectare.

A produtividade registrada é 126,1% maior que a do ano passado, observa o superintendente de Desenvolvimento de Agropecuária e Silvicultura da Subsecretaria do Agronegócio, Bruno Barros Ribeiro de Oliveira. “Trata-se de um dado considerável na comparação com a produtividade das plantações brasileiras de mamona, que é de 708 quilos por hectare. A produção prevista para o Brasil é de 105,0 mil toneladas, uma variação negativa de 25,6%”, explica.

De acordo com Oliveira, o interesse pela produção de mamona no Estado aumentou especialmente com a criação da usina de biocombustível da Petrobras em Montes Claros, na região Norte, que responde praticamente por toda a safra mineira.

Já o coordenador estadual de Culturas e Biocombustível da Emater-MG, Waldir Pascoal Filho, considera que mesmo que haja problemas climáticos, o desempenho das lavouras será superior ao do ano passado. “Ainda que ocorra uma queda na produtividade anunciada, o desenvolvimento das lavouras é inegável, a perspectiva de  absorção das safras pela indústria de biocombustível estimula os agricultores.”

Recorde de grãos

O levantamento da Conab também mostra que a safra mineira de grãos 2011/2012, puxada pelo milho e a soja, deve alcançar 11,6 milhões de toneladas, um aumento de 9,3% em relação ao período anterior. Para o Brasil, a previsão é de 157,8 milhões de toneladas de grãos, uma variação negativa de 3,1%.

O milho segue com produção elevada em Minas, respondendo na nova estimativa por 63,7% da safra total de grãos do Estado. A previsão para este ano é de uma colheita recorde de 7,4 milhões de toneladas, volume que representa uma progressão de 13,6% em relação ao período anterior.

De acordo com avaliação da Seapa, o crescimento da produção de milho em Minas Gerais é consequência principalmente do aumento da demanda interna para utilização do produto na agricultura, suinocultura e bovinocultura. Além disso, os índices de preços alcançados pelo grão no mercado internacional, em 2011, estimularam os produtores a ampliar as áreas de cultivo, investir mais em tecnologia e adotar boas práticas nas lavouras.

A soja também continua com boas perspectivas. A produção estimada é de 3 milhões de toneladas, um volume 4,8% superior ao do ano passado.

fonte: Agência Minas

 

Gestão Antonio Anastasia: agricultura familiar do Norte de Minas ganha incentivos através de acordo com Pronaf-Semiárido

BELO HORIZONTE (19/01/12) – Os secretários de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Elmiro Nascimento, e de Desenvolvimento dos Vales Jequitinhonha, Mucuri e do Norte de Minas, Gil Pereira, assinaram, nesta quinta-feira (19), um Acordo de Cooperação com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), representado pelo seu superintendente estadual, João Mendes Batista, com o objetivo de aumentar a inserção de agricultores familiares do Norte de Minas, Vales do Mucuri e do Jequitinhonha no Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) destinado ao semiárido.

A solenidade foi realizada na Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em Belo Horizonte. Também assinaram o acordo, o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG), Maurilio Guimarães, e o vice-diretor geral do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene), Roberto Drapiuna.

A Seapa é responsável pela elaboração do acordo, que propõe intensificar as atividades desenvolvidas por esses órgãos em prol dos agricultores familiares das regiões mais secas do Estado. Espera-se, com essa cooperação, que 1.500 empreendedores familiares rurais sejam beneficiados pelo Pronaf-Semiárido em Minas Gerais.

“O mais importante é realizar um trabalho educativo, que estimule o pequeno empreendedor rural a crescer, fazendo com que ele crie uma expectativa de vida melhor e agregue valor ao seu trabalho”, enfatizou Elmiro Nascimento, durante a solenidade. O secretário lembrou ainda que a parceria vai além das entidades representadas no acordo, incluindo também o trabalho das prefeituras, sindicatos e associações rurais.

De acordo com o termo, cabe à Emater-MG, o trabalho direto com o agricultor. Os técnicos da empresa deverão se envolver mais nos processos dos agricultores que recorrerem ao Pronaf-Semiárido. A ideia é que, além de assistência técnica no campo, eles acompanhem os pequenos empreendedores rurais na parte burocrática junto ao BNB.

Entre as metas estabelecidas para a empresa estão maior agilidade na emissão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) dos agricultores, o preenchimento dos documentos requeridos pelo Banco, a elaboração dos planos de ação dos agricultores, assim como o acompanhamento dos empreendimentos já implantados.

Assim como o secretário, o presidente da Emater-MG, Maurilio Guimarães, lembrou a necessidade do trabalho de extensão com o agricultor familiar. “A Emater-MG deve focalizar os produtores que tenham interesse e aptidão para produzir, para que com o tempo eles se desenvolvam e aprendam a caminhar sozinhos”.

O superintendente do Banco do Nordeste do Brasil, João Mendes Batista, explicou que o banco mais do que liberar recurso tem o papel de administrar para que não haja o mau uso do dinheiro disponibilizado ao Pronaf. “Monitorar os empreendimentos implantados, assim como analisar os projetos encaminhados ao banco é o mais importante para que se tenha resultado na linha de crédito.”

A Secretaria de Desenvolvimento dos Vales Mucuri, Jequitinhonha e do Norte de Minas (Sedvan) foi formada em 2003 com o objetivo de criar alternativas para as regiões mais secas do Estado. Com a construção de barraginhas e cisternas, os agricultores dessas áreas têm conseguido atingir resultados melhores na produção. Segundo Gil Pereira, o acordo vai colaborar para que haja um salto no Índice de Desenvolvimento Humano dessas regiões.

De acordo com o termo firmado hoje, a Sedvan vai apoiar o trabalho, por meio do Idene, que ficará responsável por indicar comunidades e produtores atendidos em seus projetos que devam ser inseridos no Pronaf-Semiárido.

Plano Agrícola

Nesta quinta-feira (19), o governador Antônio Anastasia lançou, no Palácio Tiradentes, o Plano Agrícola do Norte de Minas e dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. O objetivo é a liberação de R$ 1,55 bilhão, até 2015, por meio de financiamento contratado pelos agricultores e produtores dessas regiões junto ao BNB.

Serão contemplados 167 municípios situados na área de atuação do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), sendo 165 municípios daquelas regiões, além de Arinos e Formoso, localizados no Noroeste do Estado.

Faturamento do agronegócio mineiro vai chegar a R$ 21,6 bi. Segundo as últimas projeções, do Ministério da Agricultura, alta será de 17,9% em relação a 2010. No país, expansão será de 11,2%

Produção agrícola, crescimento econômico, política agrícola

Fonte: Estado de Minas

Faturamento do agronegócio mineiro vai chegar a R$ 21,6 bi. Segundo as últimas projeções, do Ministério da Agricultura, alta será de 17,9% em relação a 2010. No país, expansão será de 11,2%

Minas na frente do Brasil

Dados de outubro confirmam que o desempenho mineiro está maior que o do Brasil. O faturamento do agronegócio do estado – Valor Bruto da Produção (VBP) – vai atingir R$ 21,6 bilhões, segundo projeção do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), tendo como referência dados de outubro. O crescimento é de 17,9% em relação à renda apurada em 2010. Para o Brasil a previsão é de um VBP agrícola de R$ 204,2 bilhões, aumento de 11,2%.

Desde 2005, início da série analisada, o VBP agrícola de Minas Gerais teve uma taxa de crescimento médio anual de 8,1%, enquanto para o Brasil a taxa foi de 6,4%. De acordo com a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), no ranking dos produtos com maior crescimento da renda agrícola em Minas Gerais, o café apresenta uma projeção de R$ 11,1 bilhões, seguindo portanto com uma estimativa de aumento de 30% em relação a 2010. O crescimento da receita vem sendo motivado pelo aquecimento das cotações no mercado interno e externo.

“O café responde sozinho por mais da metade do VBP mineiro e o seu crescimento contribui de maneira significativa na receita agrícola gerada pelo estado”, diz João Ricardo Albanez, superintendente de Política e Economia Agrícola da secretaria. “Já a cana-de-açúcar, com VBP previsto de R$ 3,4 bilhões, tem estimativa de crescimento de 22,7%.”

A receita estimada para o milho, no estado, deve alcançar R$ 2,7 bilhões, neste caso um aumento de 46,6%. “A produção mineira do grão é estimulada atualmente pelo aumento da demanda nos mercados interno e externo, com a consequente valorização dos preços”, explica Albanez.

Segundo o novo levantamento, o valor da produção do feijão em grão, no estado, deve alcançar R$ 1 bilhão. Crescimento de 1,1% em relação a 2010. A nova estimativa mostra que, em Minas, o algodão é o produto que apresentou maior evolução, alcançando R$ 156 milhões, crescimento de 167,4%. Essa projeção é devida principalmente ao expressivo crescimento da produção no estado. Além disso, a elevação dos preços, neste ano, contribuiu para o aumento da receita do produto.

Albanez explica que o VBP é calculado com base no volume de produção e nos preços praticados no mercado das 20 maiores lavouras do país. Para realizar o estudo, são utilizados dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O Ministério da Agricultura divulga mensalmente a estimativa do valor da produção para o ano corrente, que pode ser corrigido de acordo com as alterações de preço e a previsão de safra anunciadas ao longo do levantamento.

Próxima safra
Já está em curso a pesquisa de campo para realização do terceiro levantamento da safra de grãos 2011/2012, que será divulgado em 8 de dezembro. Mais de 50 técnicos da Conab estão envolvidos na busca dos dados sobre área, produtividade e produção das principais zonas agrícolas do país, devendo finalizar a coleta na semana seguinte. Segundo a área de Informações do Agronegócio, o levantamento não terá mais os intervalos da intenção de plantio dos primeiros. Na pesquisa do mês passado, a produção ficou entre 157,202 e 160,522 milhões de toneladas, dentro do intervalo de -3,5% e -1,5% frente à safra passada, de 162,955 milhões de toneladas.

Aécio Neves diz que Governo do PT sofre de imobilismo e que máquina pública passa por ‘violento aparelhamento’

Aécio Neves diz que governo permanece paralisado por denuncias e cobra rigor nas investigações

Fonte: Assessoria de Imprensa do senador Aécio Neves

“Estamos terminando o nono ano de um mesmo governo.  Falta coragem política para enfrentar as grandes reformas”, diz senador

O senador Aécio Neves reiterou, neste sábado (20/08), as críticas de imobilismo feitas ao governo federal.  Em entrevista, o senador afirmou que o governo chega ao final do ano sem realizar as reformas que o país aguardava e sem tomar medidas efetivas de controle sobre a estrutura administrativa dos órgãos e ministérios.

Aécio Neves disse que a faxina prometida pelo governo ainda não ocorreu e atribuiu os desvios e irregularidades denunciados pela imprensa  ao atual aparelhamento do Estado, somado à ausência de controles internos.

“Nenhum dos instrumentos que o governo dispõe, através da Controladoria-Geral da União, das auditorias prévias, tem servido para que a chamada faxina ocorra. Na verdade, o governo reage às notícias de jornal, o que não dá a certeza de que há sinceridade efetiva para se mudar o modus operandi do governo. Tudo isso é conseqüência do violento aparelhamento da máquina pública, jamais visto na história do Brasil”, afirmou o senador.

E  acrescentou:  “O que lamento é que, em oito meses, não apenas a queda dos ministros parece o principal, mas a incapacidade do governo de agir. Onde estão as grandes reformas? O governo hoje se satisfaz em dizer que está afastando A ou B, como se isso fosse programa de governo. Não é. O Brasil precisa de muito mais”, disse Aécio, para quem falta coragem política ao governo: “Estamos terminando o nono ano de um mesmo governo, com as mesmas figuras. Falta coragem política para enfrentar as grandes reformas”.

CPI 

O senador  voltou a defender a investigação rigorosa das denúncias feitas pela imprensa nos Ministérios da Agricultura, Turismo, Casa Civil e Transportes,  e que levaram à substituição de quatro ministros este ano.

Segundo Aécio Neves, a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) no Congresso dependerá  do posicionamento da base do governo. Ele destacou que o comportamento da bancada federal do PSDB, hoje na oposição, não repete o do PT no passado.

“Aqueles que querem efetivamente a investigação irão assinar a CPI. E nós, do PSDB, diferente do PT no passado, teremos a responsabilidade de fazer uma investigação correta, responsável. Portanto, não há o que temer. Aqueles que querem efetivamente as investigações, e virar essa página triste da história do Brasil, não devem temer a CPI”, disse.

O senador participou nesta manhã, em Belo Horizonte,  do ato de criação do PSDB Sindical de Minas Gerais, um órgão de atuação partidária integrado por filiados das centrais sindicais Força Sindical, Nova Central Sindical e UGT.

“Estamos recebendo sindicalistas da maior expressão, que vêm formalmente se somar conosco no PSDB, dando a demonstração que o PSDB tem um projeto de País, um projeto que passa pela questão social, pelos interesses do trabalhador”, afirmou.