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Aécio: ‘terrorismo’ eleitoral teve origem no governo

Aécio disse que atitude do Governo Dilma é inócua e “coloca mais luz no que é a percepção geral: que o governo perdeu credibilidade”.

Terrorismo eleitoral do PT

Fonte: Valor Econômico 

Aécio diz que ‘terrorismo’ eleitoral teve origem no governo

O senador Aécio Neves (MG), candidato do PSDB à Presidência da República, afirmou ontem que a crítica da presidente Dilma Rousseff ao banco Santander – pela análise enviada a clientes prevendo que eventual reeleição da petista teria efeitos negativos sobre a economia – é inócua e “coloca mais luz no que é a percepção geral: que o governo perdeu a capacidade de inspirar a credibilidade”.

Em sabatina realizada por “Folha de S.Paulo”, UOL, SBT e rádio Jovem Pan, a presidente considerou “inadmissível para qualquer país aceitar qualquer nível de interferência de qualquer integrante do sistema financeiro de forma institucional no sistema político”.

Aécio afirmou que essa avaliação é feita por bancos, empresários, agências de risco e Fundo Monetário Interncional (FMI). “É a avaliação geral, que tenho ouvido dos analistas. Não quero ser porta-voz [dessas avaliações], porque isso tira delas a consistência técnica que elas têm”, disse, em Brasília.

Para o candidato a presidente, o governo deveria estar mais preocupado em “reagir positivamente” em vez de “estimular a punição de funcionário” que fez a análise que achava adequada. “O governo do PT fracassou e não adianta transformar uma análise técnica em política. Esse problema é de economia, não é político.”

Aécio reagiu a críticas de petistas, segundo as quais a avaliação feita pelo Santander faz parte da “política de terror” adotada pela oposição para disseminar o pessimismo na população. “Terrorismo, infelizmente, é o governo que instalou no país”, disse o candidato tucano. “Eu sempre disse que esse governo estava cada vez mais à beira de um ataque de nervos. Hoje eu digo que o governo já está vivendo um ataque de nervos”.

Também presidente nacional do PSDB, o senador afirmou que o partido está examinando a possibilidade de entrar com alguma ação judicial contra o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pelo fato de ele ter feito pedido ao Tribunal de Contas da União (TCU) para adiar a votação do relatório sobre a operação da Petrobras que resultou na compra darefinaria de Pasadena.

“Essa campanha vai ser judicializada, porque o PT não sabe separar o público do privado. Essas ações são sucessivas”, disse. Referia-se também às denúncias de que técnicos de vários ministérios foram encarregados de preparar material para a presidente usar no debate eleitoral que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) fará hoje com os três principais candidatos a presidente da República.

Em conversa com jornalistas, Aécio continuou sem esclarecer as dúvidas em relação ao aeroporto construído por ele, durante sua gestão no governo de Minas Gerais, em propriedade de um parente, no município de Cláudio. Uma das dúvidas é quantas vezes ele teria pousado na pista.

“Isso é irrelevante. Não vou cair na armadilha de desviar o foco do essencial, que é apresentar propostas para o país”, disse. Voltou a afirmar que foi feita uma denúncia “leviana” contra ele, de que teria feito obra pública em propriedade privada e beneficiado um parente. “Isso não é verdade. (…) Cada um que faça seu julgamento.”

Aécio mostrou-se otimista com as pesquisas de intenção de voto realizadas nos Estados e com o interesse demonstrado pelos candidatos às eleições proporcionais em fazer propaganda casada com a dele, para presidente. Segundo o presidenciável, até o dia 10 de agosto deverá ter material de propaganda de sua campanha espalhado em todo o país.

O senador afirmou estar cumprindo intensa agenda de viagens. Entre os dias 10 e 15 de agosto, por exemplo, pretende visitar todos os nove Estados do Nordeste.

Já a presidente, na avaliação de Aécio, vai fazer uma campanha “sitiada”, sem se movimentar muito pelo país. Admitiu que ela não precisa fazer muita campanha neste momento, por ser bastante conhecida. Afirmou que o grande ativo do PT é o tempo de TV para a propaganda eleitoral gratuita.

“Eu não desprezo isso. Eles vão apostar tudo no tempo de TV”, disse. Já Aécio aposta no “exército” de candidatos a deputado.

Boas práticas: Aécio Neves lança Fórum Diálogos do Brasil

Aécio lançou iniciativa que visa discutir as boas práticas vividas por organizações do Terceiro Setor.

Aécio quer reproduzir boas práticas em responsabilidade social

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves reúne empreendedores sociais e lança Fórum Diálogos do Brasil

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, reuniu grandes nomes do empreendedorismo social, nesta segunda-feira (28) em São Paulo, para lançar o Fórum Diálogos do Brasil, iniciativa que visa discutir experiências exitosas vividas por organizações do Terceiro Setor e aprender com elas.
 
“Esse é um dos momentos mais relevantes da nossa caminhada. Aqui nós estamos estabelecendo um diferencial claro, a visão que nós temos da participação da sociedade civil, do desenvolvimento social do país, do desenvolvimento econômico, ambiental. Isso é um marco. Estamos no caminho certo para algo inédito e vanguardista no Brasil”, afirmou.
 
Fazem parte do Fórum o fundador do Comitê para Democratização da Informática (CDI), Rodrigo Baggio; o coordenador do Grupo Cultural AfroReggae, José Júnior; a diretora do Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (Ceats), Rosa Maria Fischer; o empreendedor cultural Carlos Bezerra; o fundador dos Doutores da Alegria, Wellington Nogueira; a empreendedora social Cristina Rodrigues; a fundadora da Associação Saúde Criança, Vera Cordeiro, e um dos coordenadores do Centro Cultural Waly Salomão, em Vigário Geral (RJ), Betho Pacheco.
 
“É algo novo. O Brasil desperdiça o potencial enorme que tem de experiências que resgataram gente do crime e permitiram a crianças e jovens fora da idade escolar voltarem à escola, pessoas se qualificarem para entrar novamente no mercado de trabalho”, acrescentou Aécio. “É uma organização que vai colocar no papel avanços do ponto de vista da legislação, com o setor privado, com as empresas, na sua desburocratização.”

Objetivos
Para Rodrigo Baggio, que é também coordenador do programa de governo da Coligação Muda Brasil na área de Tecnologia e Inclusão Digital, o Fórum Diálogos do Brasil terá quatro objetivos fundamentais: elencar iniciativas bem sucedidas de projetos socioambientais para transformar em políticas públicas, criar bases para um novo Marco Civil do Terceiro Setor, refletir mecanismos de estímulo ao empreendedorismo e fomentar um novo momento no país.

“Pela primeira vez em uma campanha presidencial, a nível nacional, o tema do empreendedorismo social se alavanca e chega ao debate público. Isso é fundamental para as ONGs no Brasil”, disse.

Vera Cordeiro, da Associação Saúde Criança, destacou que o Fórum será um canal de comunicação direta com a sociedade. “Não é reinventar a roda, mas ouvir pessoas que têm uma trajetória de vida em um país que é a sétima economia do mundo, mas que é um país perverso em termos de desigualdade social”, ressaltou.

Já a professora Rosa Maria Fischer acrescentou que o patrimônio que as organizações da sociedade civil construíram, “de conhecimento, de saberes, de tecnologias para resolver problemas sociais e ambientais”, não pode ser desperdiçado. “Temos que aproveitar esse conhecimento, essa experiência, para expandi-la com políticas públicas inovadoras, mas também estimulando que empreendedores sociais continuem abrindo novos negócios, que tenham essa capacidade transformadora”, completou.

Boas práticas: Aécio Neves lança Fórum Diálogos do Brasil

Aécio lançou iniciativa que visa discutir as boas práticas vividas por organizações do Terceiro Setor.

Aécio quer reproduzir boas práticas em responsabilidade social

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves reúne empreendedores sociais e lança Fórum Diálogos do Brasil

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, reuniu grandes nomes do empreendedorismo social, nesta segunda-feira (28) em São Paulo, para lançar o Fórum Diálogos do Brasil, iniciativa que visa discutir experiências exitosas vividas por organizações do Terceiro Setor e aprender com elas.
 
“Esse é um dos momentos mais relevantes da nossa caminhada. Aqui nós estamos estabelecendo um diferencial claro, a visão que nós temos da participação da sociedade civil, do desenvolvimento social do país, do desenvolvimento econômico, ambiental. Isso é um marco. Estamos no caminho certo para algo inédito e vanguardista no Brasil”, afirmou.
 
Fazem parte do Fórum o fundador do Comitê para Democratização da Informática (CDI), Rodrigo Baggio; o coordenador do Grupo Cultural AfroReggae, José Júnior; a diretora do Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (Ceats), Rosa Maria Fischer; o empreendedor cultural Carlos Bezerra; o fundador dos Doutores da Alegria, Wellington Nogueira; a empreendedora social Cristina Rodrigues; a fundadora da Associação Saúde Criança, Vera Cordeiro, e um dos coordenadores do Centro Cultural Waly Salomão, em Vigário Geral (RJ), Betho Pacheco.
 
“É algo novo. O Brasil desperdiça o potencial enorme que tem de experiências que resgataram gente do crime e permitiram a crianças e jovens fora da idade escolar voltarem à escola, pessoas se qualificarem para entrar novamente no mercado de trabalho”, acrescentou Aécio. “É uma organização que vai colocar no papel avanços do ponto de vista da legislação, com o setor privado, com as empresas, na sua desburocratização.”

Objetivos
Para Rodrigo Baggio, que é também coordenador do programa de governo da Coligação Muda Brasil na área de Tecnologia e Inclusão Digital, o Fórum Diálogos do Brasil terá quatro objetivos fundamentais: elencar iniciativas bem sucedidas de projetos socioambientais para transformar em políticas públicas, criar bases para um novo Marco Civil do Terceiro Setor, refletir mecanismos de estímulo ao empreendedorismo e fomentar um novo momento no país.

“Pela primeira vez em uma campanha presidencial, a nível nacional, o tema do empreendedorismo social se alavanca e chega ao debate público. Isso é fundamental para as ONGs no Brasil”, disse.

Vera Cordeiro, da Associação Saúde Criança, destacou que o Fórum será um canal de comunicação direta com a sociedade. “Não é reinventar a roda, mas ouvir pessoas que têm uma trajetória de vida em um país que é a sétima economia do mundo, mas que é um país perverso em termos de desigualdade social”, ressaltou.

Já a professora Rosa Maria Fischer acrescentou que o patrimônio que as organizações da sociedade civil construíram, “de conhecimento, de saberes, de tecnologias para resolver problemas sociais e ambientais”, não pode ser desperdiçado. “Temos que aproveitar esse conhecimento, essa experiência, para expandi-la com políticas públicas inovadoras, mas também estimulando que empreendedores sociais continuem abrindo novos negócios, que tenham essa capacidade transformadora”, completou.

Boas práticas: Aécio Neves lança Fórum Diálogos do Brasil

Aécio lançou iniciativa que visa discutir as boas práticas vividas por organizações do Terceiro Setor.

Aécio quer reproduzir boas práticas em responsabilidade social

Fonte: Jogo do Poder

Aécio Neves reúne empreendedores sociais e lança Fórum Diálogos do Brasil

O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, reuniu grandes nomes do empreendedorismo social, nesta segunda-feira (28) em São Paulo, para lançar o Fórum Diálogos do Brasil, iniciativa que visa discutir experiências exitosas vividas por organizações do Terceiro Setor e aprender com elas.
 
“Esse é um dos momentos mais relevantes da nossa caminhada. Aqui nós estamos estabelecendo um diferencial claro, a visão que nós temos da participação da sociedade civil, do desenvolvimento social do país, do desenvolvimento econômico, ambiental. Isso é um marco. Estamos no caminho certo para algo inédito e vanguardista no Brasil”, afirmou.
 
Fazem parte do Fórum o fundador do Comitê para Democratização da Informática (CDI), Rodrigo Baggio; o coordenador do Grupo Cultural AfroReggae, José Júnior; a diretora do Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor (Ceats), Rosa Maria Fischer; o empreendedor cultural Carlos Bezerra; o fundador dos Doutores da Alegria, Wellington Nogueira; a empreendedora social Cristina Rodrigues; a fundadora da Associação Saúde Criança, Vera Cordeiro, e um dos coordenadores do Centro Cultural Waly Salomão, em Vigário Geral (RJ), Betho Pacheco.
 
“É algo novo. O Brasil desperdiça o potencial enorme que tem de experiências que resgataram gente do crime e permitiram a crianças e jovens fora da idade escolar voltarem à escola, pessoas se qualificarem para entrar novamente no mercado de trabalho”, acrescentou Aécio. “É uma organização que vai colocar no papel avanços do ponto de vista da legislação, com o setor privado, com as empresas, na sua desburocratização.”

Objetivos
Para Rodrigo Baggio, que é também coordenador do programa de governo da Coligação Muda Brasil na área de Tecnologia e Inclusão Digital, o Fórum Diálogos do Brasil terá quatro objetivos fundamentais: elencar iniciativas bem sucedidas de projetos socioambientais para transformar em políticas públicas, criar bases para um novo Marco Civil do Terceiro Setor, refletir mecanismos de estímulo ao empreendedorismo e fomentar um novo momento no país.

“Pela primeira vez em uma campanha presidencial, a nível nacional, o tema do empreendedorismo social se alavanca e chega ao debate público. Isso é fundamental para as ONGs no Brasil”, disse.

Vera Cordeiro, da Associação Saúde Criança, destacou que o Fórum será um canal de comunicação direta com a sociedade. “Não é reinventar a roda, mas ouvir pessoas que têm uma trajetória de vida em um país que é a sétima economia do mundo, mas que é um país perverso em termos de desigualdade social”, ressaltou.

Já a professora Rosa Maria Fischer acrescentou que o patrimônio que as organizações da sociedade civil construíram, “de conhecimento, de saberes, de tecnologias para resolver problemas sociais e ambientais”, não pode ser desperdiçado. “Temos que aproveitar esse conhecimento, essa experiência, para expandi-la com políticas públicas inovadoras, mas também estimulando que empreendedores sociais continuem abrindo novos negócios, que tenham essa capacidade transformadora”, completou.

Muda Brasil: em entrevista, Aécio aborda Santander, economia e eleições

Para a candidato, PSDB tem a capacidade de gerar confiança aos agentes econômicos e administrativos do país.

Eleições 2014

Fonte: PSDB

Entrevista do candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves

Assuntos: eleições 2014; encontro com empreendedores sociais; economia

Para esse evento dou uma relevância enorme porque acho que o Estado brasileiro, governos de todos os níveis, tem que ter a humildade de reconhecer as experiências exitosas que o terceiro setor viveu e vive e aprender com elas. É o que estamos buscando aqui nesses nossos diálogos que se criam hoje. Acho que não é nem uma ONG. É uma organização que vai colocar no papel avanços do ponto de vista da legislação, do ponto de vista das relações, também com o setor privado, com as empresas na sua desburocratização. Na verdade, dando escala a experiências extraordinárias que essas entidades, ou que essas pessoas que aqui vieram, tiveram ao longo de duas décadas de atuação.

É algo novo. O Brasil desperdiça um potencial enorme que tem de experiências que resgataram gente do crime, que permitiu jovens fora da idade escolar voltarem à escola, pessoas a se qualificarem para entrarem adequadamente no mercado de trabalho, pra citar apenas alguns exemplos. É algo que me encanta e me anima muito nessa caminhada. Esses diálogos no Brasil são uma belíssima iniciativa na direção do novo, que o Brasil efetivamente busca.

Sobre a carta do Santander e declaração da candidata do PT Dilma. O Sr. acredita que há interferência do mercado no cenário politico-eleitoral?

De forma alguma. E não adianta o dirigente partidário questionar, cobrar demissões dentro de uma instituição financeira porque teriam que demitir, praticamente, todos os analistas de todas as instituições financeiras, porque todos eles são muito céticos em relação ao cenário da economia brasileira, se continua o atual governo.

O que o Santander fez foi explicitar isso. Não cabe a mim fazer qualquer comentário, se de forma adequada ou não. A resposta adequada do governo não é de questionamento de uma nota ou pedir que cabeças rolem. A resposta adequada do governo seria garantir um ambiente estável, de confiança, regulado, para que os investimentos pudessem voltar ao País, para que a inflação pudesse ser controlada, para que nós tivéssemos um crescimento da economia que não pífio que estamos vivendo hoje.

A verdade é que a resposta da presidente, vi isso há poucos dias em uma entrevista que ela deu, é da terceirização de responsabilidades. Não dá mais para terceirizar responsabilidades. No período Fernando Henrique e no período Lula tivemos um crescimento do Brasil muito próximo à média do crescimento da América Latina. No período da presidente Dilma, vamos crescer dois pontos a menos, em média, do que cresceu a América Latina. E o mundo está aí para todos. Por isso, o esforço do governo em desconhecer o período da presidente Dilma. Eles buscam fazer sempre, vocês devem ter percebido isso, uma avaliação em relação à soma dos períodos da presidente Lula e da atual presidente Dilma, como se não fossem dois governos. E, sem reconhecer que no período do presidente Lula, principalmente até a primeira metade do segundo governo, houve sim os reflexos da bendita herança do governo Fernando Henrique com a estabilidade da moeda, com a Lei de Responsabilidade Fiscal, com o Proer, com as privatizações, complementado com um ambiente externo – aí sim reconheço, mais favorável.

Mas, o que acontece é que o período da presidente Dilma será lembrado como o período de pior crescimento da nossa economia em tempos recentes, de perda crescente da credibilidade, da confiança dos investidores. Basta você ver – pode sair da nota do Santander -, por exemplo, os indicadores da Fundação Getúlio Vargas dos últimos meses. A cada mês, aumenta o nível de desconfiança em relação ao Brasil. Seja na indústria, seja dos empresários da área de serviços, enfim, de todo o conjunto da economia.

E concluo essa longa resposta para dizer o seguinte: infelizmente, para o Brasil de hoje, quanto mais provável, eventualmente, estiver a reeleição da presidente, os indicadores econômicos serão piores. Quanto mais provável estiver a possibilidade da candidatura da oposição, melhora o ambiente e as expectativas de futuro que movem a economia. Disse ontem e repito: economia se move com expectativas. E esse governo perdeu a capacidade de gerar expectativas positivas na economia brasileira. E o Caged já está mostrando que, inclusive no emprego, os sinais também são muito preocupantes.

Sobre economia e candidaturas à Presidência da República.

Tenho muito respeito pela candidatura de Eduardo Campos, enquanto candidatura da oposição. Ele é uma alternativa da oposição, do nosso campo, cabe a nós fortalecermos a nossa, as nossas propostas, deixarmos que elas fiquem cada vez mais claras. E tenho muita confiança de que poderemos estar no segundo turno. Mas respeito à candidatura deEduardo. O que eu quis dizer [foi que] se aumentam a expectativa de vitória da presidente, o cenário, o ambiente econômico se deteriora, porque não há mais confiança. Ela perdeu a capacidade de gerar confiança nos vários agentes econômicos. Ao contrário, a nossa candidatura, a candidatura da oposição, acho que tem essa capacidade, até porque serão candidaturas que renovarão o ambiente econômico e administrativo do país.

Sobre o governador Geraldo Alckmin e a candidatura do PSB.

O que posso dizer é que, para mim, é extremamente honroso poder ter o apoio explícito, a linkagem da campanha do governador Alckmin com a nossa. Vocês são testemunhas disso. Hoje mesmo já falei duas vezes com o governador, temos falado sobre o programa de governo, sobre parcerias com São Paulo. É incrível como uma cidade da complexidade da capital, com toda a sua região metropolitana e o estado de São Paulo, não conte com apoio da União nas suas principais obras de mobilidade urbana, em especial a ampliação do Metrô, por exemplo. O que quero é resgatar uma parceria com o estado de São Paulo.

Para mim, é muito confortável a nossa situação hoje em São Paulo, isso já se reflete nas pesquisas. Pesquisas recentemente publicadas já mostram o empate da nossa candidatura com a da atual presidente, tendo ela um nível de conhecimento muito além do nosso. Na região Sudeste, já temos pesquisas internas que nos colocam na frente da presidente. E hoje fizemos uma grande reunião, que alguns de vocês acompanharam, mostrando o vigor das nossas alianças estaduais. Acredito que mesmo no Nordeste, região onde tivemos resultado ruim nas últimas eleições, avançamos para melhorar muito nosso desempenho. O que posso dizer é que estou extremamente feliz, estimulado com as adesões espontâneas que a nossa campanha vem recebendo. Estaremos no segundo turno e lá nos prepararemos para vencer as eleições.

Sobre sabatina da candidata do PT à Folha e declarações sobre o Mensalão.

Não é uma manifestação feliz da presidente. Acho que tudo tem que ser julgado, independente de a qual partido pertencem aqueles que são acusados. No caso do PT, não tivemos ainda foi uma palavra da presidente, se ela concorda com o ex-presidente Lula de que foi um julgamento político. O Supremo Tribunal Federal, todos sabem, é composto na sua maioria por indicações do atual ciclo de governo e condenou membros do partido. Por mais que isso incomode ao PT, é um fato. E falo muito pessoalmente, vocês se lembrarão, nunca torci por condenação de A ou pela condenação de B, mas venho de um estado que ensina muito cedo que decisão judicial se respeita e se cumpre.

Supremo Tribunal Federal condenou e eles estão cumprindo penas. Que isso sirva de exemplo para todos aqueles agentes públicos de todos os partidos. Aqueles que ainda estão com direito de se defender, que se defendam. Repito o que disse mais de uma vez: no caso do PSDB, se eventualmente alguém ligado ao partido ou filiado ao partido cometer algum delito e for punido por ele, não trataremos como heróis, como buscou fazer o PT. Até porque isso, do ponto de vista pedagógico, é um desserviço, sobretudo às novas gerações de brasileiros.

Vitória da oposição melhora perspectiva econômica, diz Aécio

Aécio: “Quanto mais provável estiver a possibilidade de uma candidatura da oposição, melhor o ambiente e as expectativas de futuro.”

Eleições 2014

Fonte: O Globo

Aécio diz que expectativa de vitória da oposição melhora perspectiva econômica

O candidato do PSDB à PresidênciaAécio Neves, disse nesta segunda-feira que uma vitória da oposição na eleição de outubro provocará uma melhora nas perspectivas da economia e voltou a criticar a condução da política econômica no governo da presidente Dilma Rousseff.

“Infelizmente para o Brasil de hoje, quanto mais provável for a eleição da presidente, os indicadores econômicos serão piores. Quanto mais provável estiver a possibilidade de uma candidatura da oposição, melhora o ambiente e as expectativas de futuro, que movem a economia”, disse o tucano a jornalistas, após reunião com empreendedores sociaisem São Paulo.

Aécio aproveitou ainda para criticar a reação de Dilma a um comentário enviado pelo Banco Santander aos seus clientes de alta renda, no qual o banco afirmou que uma vitória da petista representava uma piora do cenário econômico.

Nesta segunda-feira, em sabatina promovida pelo jornal Folha de S.Paulo, portal UOL, rádio Jovem Pan e Rede SBT, realizada no Palácio da Alvorada, a presidente classificou o episódio envolvendo o Santander de “inaceitável”.

Na última sexta-feira, quando o comentário do Santander a clientes veio a público, o presidente do PTRui Falcão, disse que instituições financeiras não poderiam fazer manifestações que interfiram na decisão do voto.

Aécio afirmou que “não adianta dirigente partidário questionar, cobrar demissões dentro de uma instituição financeira, porque teriam que demitir praticamente todos os analistas de todas as instituições financeiras, porque todos eles são muito céticos com o cenário da economia brasileira se continua o atual governo”.

“A resposta adequada do governo seria garantir um ambiente estável, de confiança, regulado, para que os investimentos pudessem voltar ao país, para que a inflação pudesse ser controlada, para que nós tivéssemos o crescimento da economia”, criticou.

Após o encontro com os empreendedores sociais, Aécio defendeu também um maior diálogo com a sociedade civil e um marco civil para o terceiro setor. De acordo com o tucano, o Brasil “desperdiça” iniciativas bem-sucedidas de organizações não-governamentais em diversas áreas, como por exemplo a redução da criminalidade.

Aécio foi questionado ainda sobre as declarações do governador de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin, de que aceitaria fazer campanha no Estado ao lado do candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos. O PSB tem o candidato a vice na chapa de reeleição de Alckmin.

“O que posso dizer é que para mim é extremamente honroso ter o apoio explícito, a linkagem das campanhas do governador Alckmin com a nossa”, disse Aécio.

Muda Brasil: Aécio quer ampliação das políticas públicas para Jovens

Aécio Neves defendeu a ampliação das políticas públicas destinadas aos jovens e o fomento ao empreendedorismo.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Em São Paulo, Aécio Neves defende políticas públicas para jovens e fomento ao empreendedorismo

candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, defendeu, neste sábado (26), a ampliação das políticas públicas destinadas aos jovens e o fomento ao empreendedorismo. Ao lado do candidato à reeleição ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, do ex-ministro José Serra, que disputa uma vaga ao Senado, e do deputado federal José Aníbal (PSDB-SP) e ex-governador Alberto Goldman, Aécio visitou o Parque da Juventude, complexo cultural e esportivo, e a 3ª Feira Tecnológica da Zona Leste de São Paulo, na região de Itaquera.

“Esse é o Brasil que precisa ser construído. É o Brasil do empreendedorismo. É o Brasil que qualifica as pessoas para buscarem espaço no mercado de trabalho para crescerem. É uma palavra que o Brasil precisa buscar cada vez mais: empreender. E só se empreende com resultado e êxito com qualificação”, disse Aécio em entrevista coletiva.

No Parque da Juventude, construído no local do antigo presídio do Carandiru, Aécio tomou um café na cantina do local, cumprimentou funcionários e conheceu as instalações da Biblioteca de São Paulo, que conta com computadores, teclados e mouses adaptados para oferecer acessibilidade aos estudantes.

“É um recurso interessante esse suporte técnico que nós temos aqui na biblioteca, além da inclusão digital. Tem bastante gente de idade, senhores, e aqui tem cursos básicos, uma gama muito boa de estrutura, internet, livros de qualquer parte do mundo. Projetos como esse têm que ser expandidos porque é acesso à cultura, uma coisa que o povo brasileiro não tem”, opinou o estudante de Gastronomia Luiz Carlos, 27 anos.

Aécio também caminhou pelas quadras esportivas do Parque e visitou a Escola Técnica Estadual (ETEC), iniciativa que classificou como referência para o país.

“Precisamos estendê-las cada vez mais ao Brasil. São escolas extremamente qualificadas que têm um foco extremamente importante, porque buscam qualificar as pessoas para o mercado de trabalho real, que exista naquelas regiões que elas atuam.  Por isso a diversificação enorme dos cursos. Tivemos experiências em Minas Gerais, anteriores inclusive ao Pronatec, e nas ETECs de São Paulo, que precisarão continuamente ser aperfeiçoadas. É um bom programa, mas que precisa ter esse foco: atender às demandas reais dos mercados de trabalho”, afirmou Aécio.

Motivação

Acompanhado pelo governador de São Paulo, Geraldo AlckminAécio seguiu para a 3ª Feira Tecnológica da Zona Leste de São Paulo, evento realizado na Obra Social Dom Bosco, em Itaquera. Ao lado do idealizador do evento, o padre Rosalvino Morán, o candidato à Presidência da República visitou estandes, conversou com estudantes, assistiu a apresentações de música e dança e parou para comer um pastel.

“O que vamos fazer também nessa campanha é apresentar ações que melhorem, e melhorem muito, a vida das pessoas. Em São Paulo, por onde se olha, você vai  encontrar exemplos exitosos de uma gestão pública eficiente, focada em grande parte no que estou dizendo: educação de qualidade e capacitação das pessoas para o mercado de trabalho”, acrescentou Aécio.

Para o padre Rosalvino, a visita de Aécio Neves ao local é importante pois prestigia a iniciativa de uma comunidade “que está buscando o que está faltando no país: motivação”.

“Dar a motivação para a juventude de que uma profissão, um trabalho, vale muito mais do que o tráfico, a droga, o alcoolismo ou coisas afins. O objetivo dessa nossa feira de tecnologia é dizer ‘você é capaz. É possível você mudar sua vida’. Não simplesmente com Bolsa Família, com outros benefícios que a Lei concede na emergência. É preciso libertar o povo, dar-lhe autonomia, autoestima e motivação. Aí o país vai mudar”, salientou.