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Governo de Minas: Semad abre processo seletivo para contratação temporária de brigadistas

Serão contratados 40 profissionais para a Brigada de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais

Antecipando-se à chegada do período seco e visando maior eficiência no combate aos focos de incêndios nas Unidades de Conservação de Minas Gerais, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães, autorizou a contratação temporária de 40 profissionais para a Brigada de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais. O edital 001/2012, publicado nessa segunda-feira (19), dá início ao processo seletivo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 23. Os candidatos devem ser brasileiros natos ou naturalizados, maiores de 18 anos, estar em dia com as obrigações eleitorais e militares, além de cumprir outros requisitos constantes do edital.

O contrato tem vigência de sete meses e o salário é de R$ 622. Os interessados devem preencher o formulário disponível junto ao edital, no site da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), pelo endereço www.semad.mg.gov.br. Depois de preenchidos, os documentos devem ser entregues, das 8h às 18h, em uma das Bases Operacionais da Força Tarefa Previncêndio, localizadas nos seguintes endereços: MGT 259, Km 01, Aeroporto, Bairro Santa Rita, Curvelo; BR120 Km 634, Centro, Aeródromo da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Viçosa e Avenida Aeroporto, s/nº, bairro Aeroporto, Januária.

Os inscritos passarão por avaliação curricular sendo que o candidato que apresentar documentação comprobatória da experiência profissional informada no Formulário de Informações Curriculares e Certificado de Curso de Formação de Brigadas para Prevenção e Combate a Incêndios Florestais ou equivalente, emitido por instituições específicas, somará 20 pontos para fins de classificação.

Se classificado, o candidato deverá comprovar, por meio de atestado médico, estar apto a participar do processo de seleção e a realizar esforço físico. Terá que comprovar, ainda, habilidade no uso de ferramentas agrícolas, etapa que tem caráter eliminatório e classificatório. Na última etapa, o candidato passará por uma entrevista.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/semad-abre-processo-seletivo-para-contratacao-temporaria-de-brigadistas/

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Governo Antonio Anastasia: Minas fortalece gestão de unidades de conservação e ações de fomento florestal

Cerca de 550 novos funcionários já estão se apresentando às unidades de conservação e outros 283 serão alocados em outras unidades regionais do IEF

A gestão ambiental em Minas Gerais ganhou um importante reforço. A contratação de novos funcionários amplia os esforços do Instituto Estadual de Florestas (IEF) na execução de atividades de fomento florestal e na administração das unidades de conservação do Estado. O aumento de pessoal foi possível após a celebração de um contrato entre o IEF e a empresa Minas Gerais Administração e Serviços (MGS), e a realização de uma licitação para seleção de empresa que ficou encarregada de fornecer o apoio à gestão das áreas protegidas do Estado.

Cerca de 550 novos funcionários já estão se apresentando às unidades de conservação e outros 283 serão alocados em outras unidades regionais do IEF, como os viveiros, totalizando 833 novos contratados. Eles terão a missão de garantir a realização das ações de monitoramento, produção de mudas e de serem zeladores ambientais, dentre outras atividades. No total, serão investidos cerca de R$ 28,4 milhões anuais.

“Com o reforço nas equipes, o trabalho realizado pelo IEF ganha um importante incremento para o cumprimento das metas para conservação do cerrado, caatinga e Mata Atlântica”, explica o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães, referindo-se a um dos Projetos Estruturadores do Governo de Minas.

Segundo o secretário, a reposição dos colaboradores que foram dispensados no ano passado alcançou os números necessários. “Com a contratação de 833 novos trabalhadores, conseguimos repor os 470 funcionários que perdemos em quase o dobro, o que irá impactar muito positivamente nos serviços oferecidos à população que frequenta nossas unidades de conservação e para a gestão ambiental de forma geral”, avalia.

Adriano Magalhães lembra, ainda, que as contratações promoveram o envolvimento das comunidades do entorno das unidades de conservação, uma vez que muitos dos recém-contratados moram nas áreas próximas aos parques. “É interessante observar o envolvimento afetivo que essas pessoas têm com o parque e como isso pode ser usado em benefício do trabalho que irão realizar”. Além disso, a chegada dos novos trabalhadores é oportuna no que se refere à prevenção e combate aos incêndios florestais. “Como ainda não estamos no período crítico, as novas equipes poderão ser treinadas para atuar”, disse.

Trabalho

Os novos colaboradores do IEF desenvolverão atividades ligadas diretamente à conservação da natureza. Nos viveiros de produção de mudas, o trabalho é direcionado aos programas de recuperação de matas ciliares e de áreas degradadas, que são os principais instrumentos do Estado para recuperação da vegetação nativa em Minas Gerais.

Todas as unidades de conservação do Estado também receberão novos integrantes para suas equipes. Um exemplo é o Parque Estadual do Ibitipoca, localizado na Zona da Mata, um dos mais procurados pelos turistas. A chegada dos reforços é aguardada com ansiedade pelos funcionários. “Antes éramos um total de 14 e agora, passaremos a ser 32”, comemora a funcionária do parque, Rose Belcavelo. “Um primeiro reflexo será oferecer mais qualidade no atendimento ao turista, já que o parque passa a dispor de mais pessoas para realizar as inúmeras atividades, como fiscalização, educação ambiental e o próprio acompanhamento ao visitante”, ressalta Rose.

Nos próximos meses, todos os novos funcionários do IEF passarão por treinamentos sobre as atividades cotidianas numa unidade de conservação e de atendimento ao turista.

Fonte: Agência Minas

Gestão Anastasia: Minas Gerais estabelece novos critérios para reposição florestal

Norma reforça proteção das matas nativas, ampliando o número de categorias obrigadas a prestar contas sobre seu consumo de matéria-prima florestal

Evandro Rodney
Parque Estadual do Brigadeiro possui matas nativas protegidas
Parque Estadual do Brigadeiro possui matas nativas protegidas

O Governo de Minas publicou, nesta sexta-feira (2), o Decreto 45.919 que regulamenta os mecanismos para reposição florestal no Estado. A norma reforça a proteção das matas nativas, ampliando o número de categorias que são obrigadas a prestar contas sobre seu consumo de matéria-prima florestal, além de estabelecer novos critérios para o cálculo da reposição.

As mudanças agora regulamentadas foram definidas pela Lei Estadual nº 18.365 que, em 2009, alterou a Lei Estadual nº 14.309, publicada em 2002. O decreto detalha os artigos 47 a 52 da Lei 14.309 e também os artigos 64 a 73 do decreto anterior, o 43.710, publicado em 2004. Todas dispõem sobre as Políticas Florestal e de Proteção à Biodiversidade no Estado de Minas Gerais.

A reposição florestal é o conjunto de ações desenvolvidas para estabelecer a continuidade do abastecimento de matéria-prima florestal dentro de um foco de gestão ambiental. Buscam a sustentabilidade, o equilíbrio dos interesses públicos, sociais, privados e econômicos de conservação da natureza e dos recursos naturais”.

Os diversos segmentos consumidores são obrigados a recompor o volume explorado, realizando o plantio de espécies florestais adequadas ao consumo, o que deve ser feito nos limites do Estado, fortalecendo a sustentação das cadeias produtivas que podem inserir o pequeno, o médio e o grande produtor.

Redução

Com a publicação do Decreto 45.919, o Governo de Minas cria as ferramentas que permitirão o cumprimento do cronograma de redução do consumo de produtos da vegetação nativa. A diminuição progressiva do uso de produtos procedentes dessas florestas foi estabelecida pela Lei Estadual nº 18.365, de 1 de setembro de 2009.

Pela lei, as indústrias devem utilizar, no máximo, 15% de produtos procedentes dessas florestas. De 2014 a 2017, o máximo permitido será de 10%. As novas empresas que se instalarem no Estado serão obrigadas a comprovar que seu consumo é de 95% de matéria-prima proveniente de florestas plantadas. Até 2018, o consumo de produtos e subprodutos florestais de matas nativas não deverá ser maior do que 5% do total utilizado.

O secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães, observa que é o momento das empresas fazerem sua parte pela sustentabilidade. “Aquelas que ainda não estavam se preparando para a reposição florestal e o cumprimento da redução de consumo estabelecido pela Lei 18.365 não podem mais alegar a falta de regulamentação”, alerta.

Adriano Magalhães observa que a legislação federal e estadual em vigor autorizam a supressão de vegetação em matas nativas para uma série de empreendimentos. “Ao regulamentar e otimizar o procedimento de cobrança da reposição florestal, Minas cria mais ferramentas que auxiliam na conservação da vegetação nativa e, ao mesmo tempo, ajudam a dinamizar a economia do Estado, além de recuperar áreas antropizadas que dão baixo rendimento para a agricultura”, avalia.

Novidades

Dentre as outras mudanças implementadas, o diretor-geral do Instituto Estadual de Florestas (IEF), Marcos Affonso Ortiz Gomes, destaca a eliminação de lacunas como a que permitia atividades que antes não necessitavam realizar a reposição florestal, além de restringir o consumo de origem nativa do Estado. “Faixas que antes não tinham a obrigatoriedade, agora precisarão fazer a recomposição”, afirma.

“Uma alteração significativa é estabelecer que os plantios devem ser realizados em áreas já alteradas pelo homem”, destaca Ortiz. “A medida reduzirá muito o percentual permitido de exploração de áreas nativas e, conseqüentemente, levará a redução do desmatamento no Estado”, finaliza.

Fonte: Agência Minas

Governo de Minas Gerais cria Área de Proteção Ambiental Alto do Mucuri

BELO HORIZONTE (02/01/12) – O Alto do Mucuri acaba de ganhar a sua Área de Proteção Ambiental (APA), por meio de decreto assinado no último dia 31 de dezembro pelo governador em exercício do Estado, Alberto Pinto Coelho. A APA vai beneficiar os municípios de Caraí, Catuji, Itaipé, Ladainha, Novo Cruzeiro, Malacacheta, Poté, Teófilo Otoni e região, que contarão com uma unidade de conservação de uso sustentável.

A nova APA abrange uma área de 325 mil hectares, com um perímetro de 426 mil metros. A unidade vai garantir a produção e a recuperação da qualidade das águas da região, proteção dos solos, da fauna e da flora, recuperação das áreas degradas e conectividade entre fragmentos florestais. Ao mesmo tempo, a APA vai buscar promover atividades econômicas compatíveis com a qualidade ambiental desejável para a região do Mucuri.

“A conservação do meio ambiente só é possível com a participação efetiva da sociedade e, nesse âmbito, o Governo de Minas enxerga as Unidades de Conservação de Uso Sustentável, especialmente as APAs, como um importante mecanismo de gestão do território e promoção da sustentabilidade”, afirmou o governador Antonio Anastasia.

Com a APA do Alto do Mucuri, Minas passou a contar, somente em 2011, com mais de 346 mil hectares de áreas protegidas, ultrapassando em 330% a meta pactuada em acordo de resultado, que era de 80 mil hectares. Em todo o Estado, são 285 unidades de conservação, num total de 3 milhões de hectares protegidos.

“A APA do Alto Mucuri contribui para a conservação de uma das regiões com maior cobertura vegetal nativa do Bioma da Mata Atlântica em Minas Gerais. Colabora, também, de forma decisiva para a preservação dos recursos hídricos na região”, destacou o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães.

O Instituto Estadual de Florestas (IEF), integrante do Sistema Estadual de Meio Ambiente (Sisema), será o responsável por implantar e administrar a nova APA cujo conselho consultivo deverá ser formado nos próximos seis meses.

Ganho sem dimensão

Para a diretora do Instituto Mucuri – Movimento Pró Rio Todos os Santos, Alice de Faria Lorentz Godinho, a criação da APA do Alto Mucuri representa para a região um ganho inestimável. “Temos muita água no Mucuri, mas se não mudarmos o comportamento e cuidar da preservação dos recursos hídricos na região, teremos falta de água em muitos municípios”, disse.

Ela ressalta que a criação da APA vai contribuir para que sociedade civil, empresários e governo trabalhem em parceria, buscando atrair para a região o desenvolvimento sustentável. “Essa Área de Preservação Ambiental é a realização de um sonho, trabalhado há tempos por nós e alcançado com muita luta, mas que traz uma gratificação muito grande”, comemorou.

Além da APA do Alto do Mucuri, em 2011, foram criados os parques estaduais Paracatu e Mata do Limoeiro, o Refúgio de Vida Silvestre Estadual dos Rios Tijuco e da Prata, o Monumento Natural Estadual da Várzea do Lageado e Serra do Raio e cerca de 700 hectares de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).

Fonte: Agência Minas

Governador Antonio Anastasia participa do lançamento de nova fábrica da Coca-Cola em Minas

ITABIRITO (05/12/12) – O governador Antonio Anastasia participou, nesta segunda-feira (5), em Itabirito, na região Central do Estado, do lançamento da pedra fundamental da nova fábrica de refrigerantes da Coca-Cola FEMSA. Com investimentos de R$ 250 milhões, a planta industrial será instalada em um terreno de 300 mil metros quadrados, nas margens da BR-040, sentido Rio de Janeiro. Durante a construção, cerca de 800 empregos diretos serão gerados. A unidade terá capacidade anual instalada para a produção de 2,1 bilhões de litros de refrigerante.

Anastasia afirmou, durante a solenidade, que a instalação de uma fábrica de Coca-Cola em Itabirito, um dos mais importantes municípios mineradores do Estado, demonstra o esforço do Governo de Minas em estimular a criação de empregos de qualidade e, ao mesmo tempo, diversificar cada vez mais a economia mineira.

“Este projeto é um símbolo belíssimo de nosso esforço para diversificar o perfil econômico de Minas Gerais. Além de setores já tradicionais, como o da mineração, café e leite, é fundamental atrairmos outras indústrias para o Estado. A inserção da Coca-Cola FEMSA, uma das três marcas mais reconhecidas no mundo, é um orgulho para nós mineiros”, disse Anastasia.

Fábrica Verde

A nova unidade será construída no conceito de “fábrica verde”, cujo projeto garante o uso responsável da água e eficiência energética, seguindo as normas de sustentabilidade ambiental. A conclusão da construção da fábrica está prevista para 2013.

Todos os refrigerantes da marca Coca-Cola, em todas as embalagens existentes, serão produzidos na fábrica de Itabirito, para atender parte do mercado de Minas Gerais e região serrana do Rio de Janeiro. A fábrica contará com o maior engarrafador do Sistema Coca-Cola no mundo.

O governador Antonio Anastasia participou do lançamento da pedra fundamental da fábrica acompanhado do secretário de Estado de Meio Ambiente, Adriano Magalhães, e da secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Dorothea Werneck. Eles foram recebidos pelo prefeito de Itabirito, Manoel da Mota Neto, pelo presidente da Coca-Cola FEMSA Brasil, Ricardo Botelho Bicalho, e pelo diretor da Fundação FEMSA Coca-Cola, Vidal Garza Cantú.

Minas: a melhor opção

O presidente da Coca-Cola FEMSA Brasil, Ricardo Botelho Bicalho, destacou que a nova fábrica estará localizada em uma das mais importantes rodovias brasileiras. “Minas Gerais foi a melhor opção para a Coca-Cola FEMSA, pois se trata de um estado trabalhador e que possui uma cultura muito tradicional”, disse.

A cerimônia contou com a participação do coral Canarinho de Itabirito, uma associação cultural com mais de 250 alunos, que tem como um dos apoiadores o Governo de Minas. Sob a regência do maestro Eric Lana, o grupo apresentou um repertório baseado na Música Popular Brasileira (MPB), com destaque para sambas e canções de músicos mineiros.

Em Minas Gerais, a Coca-Cola FEMSA emprega 3.500 pessoas e conta com uma fábrica localizada em Belo Horizonte, que já alcançou sua capacidade máxima e não tem mais espaço para ampliações. A nova instalação em Itabirito ampliará em 47% a capacidade instalada da fábrica que opera em Minas.

Investimentos sociais

Durante a cerimônia, a Coca-Cola FEMSA Brasil e a Fundação FEMSA fizeram a entrega simbólica de um equipamento potabilizador (tratamento de água) à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec). A máquina tem capacidade de tornar potável 1 litro de água por segundo, o que permite atender, diariamente, mais de 4.500 pessoas atingidas por catástrofes naturais, seja na seca ou na enchente. Ao todo, serão doados cinco equipamentos. Duas máquinas móveis ficarão na Região Metropolitana de Belo Horizonte e serão rapidamente deslocadas em casos de emergência.

Três delas são fixas e serão instaladas em municípios do Norte de Minas que ainda são abastecidos por caminhões-pipa. Cada uma dessas máquinas tem capacidade de atender 10 mil pessoas em comunidades no seu entorno. Isso com baixos custos de operação e manutenção dos equipamentos, que basicamente necessitam de sal comum, água e energia.

O diretor da Fundação FEMSA Coca-Cola, Vidal Garza Cantú, ressaltou que sendo a terceira economia do país e o segundo em população, Minas Gerais é um estado ideal para investimentos sociais. “Estamos aqui para celebrar o início dessa parceria”, completou.

Segundo o chefe do Gabinete Militar do Governador (GMG) e coordenador estadual da Defesa Civil de Minas Gerais, Coronel Luís Carlos Dias Martins, os dois equipamentos móveis já estarão à disposição logo após o treinamento das equipes, nos próximos dias 19 e 20. “É um instrumento a mais que a Defesa Civil poderá usar nos desastres naturais que por ventura possam ocorrer no Estado de Minas Gerais”, afirmou o coronel Martins.

Sobre a Coca-Cola FEMSA

A Coca-Cola FEMSA Brasil, do Grupo FEMSA (Fomento Econômico Mexicano S.A.), produz refrigerantes e água, sendo a maior franquia de Coca-Cola do mundo em volume de vendas. Dentre outros negócios, comercializa e distribui produtos das marcas do portfólio Coca-Cola Company (composto por chás, sucos, bebida láctea, energéticos, isotônicos e hidrotônicos) e cervejas da Heineken.

No Brasil – além de BH, Campo Grande (MS), Jundiaí (SP) e Mogi das Cruzes (SP) -, emprega 15 mil funcionários e atende 40 milhões de consumidores, distribuídos nas principais regiões de São Paulo, grande parte de Minas Gerais, parte do litoral paulista, todo o Mato Grosso do Sul e região serrana do Rio de Janeiro. A Coca-Cola FEMSA possui 30 unidades fabris nos países latino-americanos. Além do Brasil, a empresa atua no México, Guatemala, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela e Argentina.

Fonte: Agência Minas