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Aécio critica governo federal sobre a crise da água

Aécio questionou ainda a existência de aparelhamento político na Agência Nacional de Águas, órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente.

Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

Faltou apoio do governo federal, diz Aécio sobre agravamento da crise da água

Em visita à Serra da Piedade, em Caeté (MG), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda BrasilAécio Neves, atribuiu, nesta segunda-feira (20/10), o agravamento da crise da água no Estado de São Paulo à ausência de apoio por parte do governo federalAécio afirmou que, uma vez eleito presidente, intensificará as parcerias com os Estados, sem discriminação partidária.

“O Estado [de São Paulo] fez algo absolutamente adequado, que foi bônus para aqueles que economizam água. Mais de 80% da população participou disso”, ressaltou Aécio, referindo-se à adoção da medida pelo governo de São Paulo, na região metropolitana e alguns municípios, para quem economizar 20% na conta de água, recebendo 30% de desconto no valor final. “Talvez tenha faltado uma parceria maior com o governo federal.”

O candidato afirmou ainda que uma das falhas da gestão do PT é terceirizar responsabilidades. “O que eu posso garantir é que serei um parceiro dos Estados, não apenas de São Paulo”, destacou Aécio. “No meu governo não se vai terceirizar responsabilidades. Vai assumir suas responsabilidades e agir em parceria.”

Aécio destacou ainda que seu governo atuará como parceiro dos Estados não só em relação à questão da água, como também de mobilidade urbana, transportes e segurança pública.

Aécio questionou ainda a existência de aparelhamento político na Agência Nacional de Águas (ANA), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, que se destina a executar ações relativas aos recursos hídricos do país. “Se não tivesse o governo do PT servido a outros fins, nós lembramos bem, quais foram as indicações e os critérios adotados para ocupar cargos na ANA, ela poderia ter sido uma parceira maior do governador [Geraldo Alckmin].”, afirmou.

Visita

Aécio chegou ao Santuário Nossa Senhora da Piedade acompanhado do ex-governador e senador eleito por Minas GeraisAntonio Anastasia (PSDB).

Nossa Senhora da Piedade é padroeira do Estado de Minas Gerais. O santuário está localizado a 48 km da capital mineira e a 16 km do município de Caeté. É um local de beleza natural e a 1.746 metros de altitude. O monumento foi construído, no século XVIII, por portugueses em devoção à santa.

O Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do Santuário Nossa Senhora da Piedade foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Do alto do santuário, é possível ter uma das mais belas vistas das montanhas de Minas.

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Escândalo: ‘Dedo forte dos Correios’ é responsável por bom desempenho de Dilma e Pimentel em Minas

Durval Ângelo afirmou que a presidente Dilma só chegou a 40% das intenções de votos em Minas Gerais porque “tem dedo forte dos petistas dos Correios”.

Ações ilícitas para conquistar votos

Fonte: Estadao de S.Paulo

Em vídeo, deputado diz que ‘tem dedo forte dos petistas dos Correios’ na campanha de Dilma

Em reunião em Minas, Durval Ângelo (PT-MG) atribui desempenho da presidente nas pesquisas de intenção no Estado à ‘contribuição’ da empresa; imagens foram obtidas pelo ‘Estado’.

Clique aqui para assistir o vídeo

Numa reunião com dirigentes dos Correios em Minas Gerais, com a presença do presidente da empresa pública, Wagner Pinheiro, o deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG) afirmou que a presidente Dilma Rousseff só chegou a “40%” das intenções de votos em Minas Gerais porque “tem dedo forte dos petistas dos Correios”. Um trecho gravado da reunião, realizada na última quinta-feira, foi obtido pelo Estado. “Se hoje nós temos a capilaridade da campanha do [Fernando] Pimentel [candidato do PT ao governo de Minas] e da Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos Correios.” O deputado diz, ainda, que “a prestação de contas dos petistas dos Correios será com a vitória do Fernando Pimentel a governador e com a vitória da Dilma”.

Todo discurso é acompanhado pelo presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, que não se manifesta no trecho ao qual o Estado teve acesso. Pinheiro está sentado à mesa ao lado do deputado Durval Ângelo e não o interrompe. O parlamentar, que integra o Diretório Nacional do PT e é coordenador político da campanha de Pimentel, pede ao presidente dos Correios que informe à direção nacional do partido sobre “a grande contribuição que os Correios estão fazendo” nas campanhas.

“A Dilma tinha em Minas Gerais, em alguns momentos, menos de 30%. Se hoje nós estamos com 40% em Minas Gerais tem dedo forte dos petistas dos Correios. Então, queremos que você leve à direção nacional do PT, que eu também faço parte do diretório, mas também à direção nacional da campanha da Dilma, a grande contribuição que os Correios estão fazendo”. E prossegue: “Muitos companheiros tiraram férias, licença, que têm como direito, ao invés de estarem com suas famílias passeando, estão acreditando no projeto.”

O deputado diz, na gravação, ter uma “parceria antiga com gigantes que representam os Correios” e cita nominalmente o diretor regional dos Correios em Minas Gerais, Pedro Amengol, o assessor do gabinete da diretoria, Lino Francisco da Silva, e o gerente regional de vendas dos Correios, Fábio Heládio, os três ligados ao PT. ‘”…No dia da reunião que nós tivemos no hotel [da qual participou Pimentel], o Helvécio [Magalhães, coordenador da campanha do petista] falou: “Vou reunir com a equipe ainda esta semana e vamos liberar a infraestrutura. E, se hoje nós temos a capilaridade da campanha do Pimentel e da Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos Correios.””

O deputado contou que várias reuniões foram realizadas no Estado por funcionários dos Correios para trabalhar pelas campanhas: “Os Correios trabalharam com as 66 mesorregiões [de Minas]. Fizemos reuniões em todas e nas macrorregiões, regiões assim como Governador Valadares, com 40 cidades, assim como 30 cidades do Sul, em Viçosa tinha 70 cidades. Onde eu tive perna eu fui acompanhando.”

Na última semana, o Estado revelou que os Correios abriram uma exceção para entregar, sem chancela, 4,8 milhões de folders da campanha de Dilma Rousseff no interior de São Paulo. A chancela ou estampa digital serve como comprovação de que o material entregue pelos carteiros foi realmente postado nos Correios e distribuído de forma regular, mediante pagamento. Dez partidos de oposição também foram beneficiados com a exceção para enviar 927,7 mil unidades sem chancela.

Outro lado. O presidente dos Correios afirmou, por meio da assessoria, que “os Correios não estão contribuindo com a campanha de qualquer candidato”. Ele confirmou que participou da reunião em Minas Gerais, na última quinta-feira, após cumprir agenda de trabalho na capital mineira – a sede dos Correios fica em Brasília. “A reunião não ocorreu durante o expediente e a empresa não custeou despesas relacionadas a ela.” A assessoria informou que “durante o período da tarde, o presidente participou de reuniões de trabalho na Diretoria Regional dos Correios de Minas Gerais e de evento do Plano de Demissão Incentivada para Aposentado dos Correios.”

O deputado Durval Ângelo não respondeu aos telefonemas do Estado. A assessoria de campanha da presidente Dilma Rousseff, procurada, afirmou: “A campanha não mobiliza funcionários da empresa. A única relação da campanha com os Correios ocorre mediante prestação de serviços pagos, como já informado anteriormente ao Estado de S. Paulo”.

A campanha de Pimentel afirmou que ele tem se reunido e recebido apoio de vários segmentos de servidores em Minas Gerais, incluindo dos Correios. “É algo corriqueiro na campanha”, afirmou a assessoria. Na última semana, por exemplo, o candidato esteve com funcionários da estatal num encontro organizado pelo diretor dos Correios em Minas, Pedro Amengol. “Demonstramos o apoio do coletivo de trabalhadores e trabalhadoras dos Correios que está organizado há mais de dez anos no estado”, afirmou Amengol, conforme noticiado no site da campanha. Procurado, Amengol não ligou de volta para o Estado.

Aécio faz campanha em Minas para consolidar arrancada de Pimenta

A expectativa da campanha tucana mineira é que Aécio Neves se concentre mais em Minas para garantir a vitória de Pimenta da Veiga.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Aécio faz campanha em MG ao lado de Pimenta da Veiga

candidato do PSDB à PresidênciaAécio Neves, desembarcou nesta quinta-feira (04), em Minas Gerais para dar apoio ao candidato ao governo do estado Pimenta da Veiga. O tucano está em segundo lugar nas pesquisas estaduais, atrás do petista Fernando Pimentel, o que ameaça a hegemonia tucana de 12 anos à frente do Palácio Tiradentes.

Aécio chegou a Belo Horizonte na noite de quarta (03), e na manhã de hoje participou de reunião em seu apartamento com Pimenta, o candidato ao Senado, Anastasia (PSDB) e os coordenadores de sua campana, Danilo de Castro e Andrea Neves. Depois, às 11h09, chegou à Praça da Bandeira e de lá desceu, em passeata, para as instalações do Minas Clube II, cercado de militantes contratados pela campanha. Aécio foi recebido por lideranças políticas do Estado. Segundo a organização do evento estavam presentes mais de 500 prefeitos e vices, ex-prefeitos e ex-vices e 300 vereadores. Ao todo, Minas tem 853 prefeitos.

Os tucanos se revezaram no microfone, criticando as pesquisas nacionais de opinião divulgadas até o momento, “de conteúdo duvidoso”. Em entrevista coletiva antes do evento,Aécio repetiu os bordões que adotou desde que foi ultrapassado por Marina Silva (PSB) nas pesquisas. “Respeito as boas intenções de Marina, mas o conjunto de suas propostas são inexequível. O Brasil não é para amadores. Estou animado com uma nova campanha que se inicia”, disse.

Segundo Aécio, “basta fazer as contas” para concluir que as propostas de Marina geram mais de R$ 150 bilhões para os cofres públicos. “Não podemos jogar com um time de segunda ou terceira divisão”, falou. Questionado sobre seu desempenho na última pesquisa de opinião, o tucano voltou a dizer que uma nova campanha se iniciou depois da morte de Eduardo Campos (PSB). “Há 30 dias era uma outra eleição com outro candidato”, disse.

Depois do evento com os prefeitos, Aécio participará de um almoço com lideranças políticas do Estado e em seguida embarcará para Uberlândia em companhia com Pimenta da Veiga. A expectativa da campanha tucana mineira é que Aécio se concentre mais em Minas para garantir pelo menos a vitória de Pimenta. Durante a conversa com jornalistas, Aécio somente comentou que virá quando for necessário.

Conheça as diretrizes do Programa de Pimenta da Veiga

Pimenta está percorrendo Minas, para ouvir as pessoas, sugestões e abriu um canal de participação para interagir com os mineiros.

Eleições 2014

Fonte: Site do candidato Pimenta da Veiga

Pimenta da Veiga está percorrendo cada canto de Minas para ouvir as pessoas e suas sugestões. E está abrindo um canal de participação via internet para que cada mineiro possa interagir com as suas propostas: o Ouvir Você.

Durante todo o mês de agosto, essas contribuições serão recebidas e avaliadas. E, em setembro, será lançado, oficialmente, o Plano de Governo.

A equipe de elaboração do Plano será coordenada pelo ex-ministro de Estado do Trabalho, ex-ministro do Planejamento e Orçamento no governo FHC e professor da Fundação Dom CabralPaulo Paiva, junto ao advogado e gestor público Thiago Bregunci e contará com uma rede de colaboradores e especialistas de áreas consideradas prioritárias, entre eles, professores, médicos, engenheiros e economistas.

Conheça abaixo os compromissos da nova gestão e as diretrizes do Plano de Governo.

COMPROMISSOS DA NOVA GESTÃO

O primeiro e principal compromisso do governo de Pimenta da Veiga em Minas Gerais será com os cidadãos. As ações do governo terão como objetivo principal promover o bem-estar das pessoas, que devem ser respeitadas e contempladas com políticas públicas que tornem nosso Estado uma terra de oportunidades.

O desenvolvimento almejado nos próximos anos possui três dimensões: crescimento econômico, inclusão social e sustentabilidadeMinas Gerais possui a terceira maior economia do país e precisa seguir progredindo, sempre com a preocupação de reduzir desigualdades para que mais pessoas participem dos avanços alcançados. Que o desenvolvimento gere oportunidades para todos os mineiros. A preocupação com o meio ambiente também é central, já que os recursos naturais abundantes precisam ser utilizados de maneira sustentável para que as futuras gerações também possam desfrutar dos mesmos.

Os verdadeiros propulsores para esse desenvolvimento são a Educação e a Infraestrutura. Depois dos importantes avanços educacionais nas administrações do PSDB em Minas Gerais, nos últimos anos, a educação será um dos pilares do próximo governo. Somente com um ensino de qualidade, poderemos dar às nossas crianças dignidade e chances para desenvolverem seus talentos.

Outro propulsor será a melhoria da infraestrutura. O Governo Estadual focará suas ações no aperfeiçoamento do sistema de logística, com apoio à mobilidade urbana. Tanto nas cidades quanto nas estradas, os cidadãos devem se deslocar em vias de qualidade. Com melhor infraestrutura, a economia mineira ficará mais competitiva e mais empregos serão criados.

O modelo de boa governança fortalecerá as políticas sociais, buscando integrar as ações com foco, por exemplo, na qualidade do atendimento à saúde e eficiência na segurança pública, duas áreas fundamentais para os cidadãos.

Os desafios são muitos e os avanços necessários. Pimenta da Veiga promete não poupar esforços para oferecer aos mineiros uma gestão transparente, responsável e ética, princípios que sempre o acompanharam em sua extensa vida pública.

DIRETRIZES DO PROGRAMA DE GOVERNO

Minas Gerais precisa avançar ainda mais. O principal desafio do desenvolvimento do Estado é a redução das suas desigualdades: diminuir o hiato entre o tamanho da economia (3ª no Brasil) e a distribuição dos frutos de sua riqueza (9ª no índice de IDH no Brasil), promover o desenvolvimento com inclusão, estimular o bem-estar da população e garanti-lo às gerações futuras.

A busca do desenvolvimento inclusivo e sustentável é a diretriz que norteará o programa do governo Pimenta da Veiga. Crescimento econômico com inclusão social e equilíbrio ambiental.

O programa de governo de Pimenta da Veiga, nos próximos quatro anos, será ancorado em um plano estratégico de longo prazo, o Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado, e nos compromissos com o desenvolvimento inclusivo e sustentável, visando aumentar a eficiência da economia e a redução das desigualdades. Estará alicerçado nos compromissos com a democracia e na consolidação da cidadania, ampliando os canais de diálogo com a sociedade e fortalecendo as instituições constituídas.

As políticas, os programas e projetos dos quatro anos de governo estarão alinhados com essa visão de longo prazo: um Estado próspero e justo; um Estado onde as oportunidades estejam disponíveis igualmente para todos seus cidadãos; um Estado onde crescimento econômico, inclusão social e preservação ambiental andem juntos. Estes serão construídos com processos de participação eficiente e efetiva, especialmente com uso de novas tecnologias de informação e comunicação.

As riquezas de Minas Gerais estão em seus infindáveis recursos naturais, em uma estrutura produtiva robusta e no enorme potencial de seus recursos humanos. Alavancar essas riquezas, tarefa fundamental do Estado, eleva o bem-estar de todas as pessoas.

O governo Pimenta da Veiga se compromete e irá executar políticas públicas visando dotar a população mineira de crescente capital humano, condição necessária para a redução da pobreza e das desigualdades e para o aumento da produtividade e da competitividade, isto é, do crescimento econômico.

A educação será o principal pilar da política de desenvolvimento inclusivo e sustentável do governo. Marca de sucesso na administração do PSDB nos últimos 12 anos, a orientação será melhorar ainda mais a qualidade do ensino, refletida nos indicadores de proficiência dos alunos, ampliar a inclusão das crianças na pré-escola, em parceria com os municípios, e desenvolver um abrangente programa de educação profissional em parceria com outros agentes. Atenção muito especial será dada à qualidade das escolas públicas localizadas em áreas de grande vulnerabilidade social e à expansão das escolas em tempo integral.

Alinhados com a educação, serão estimulados o progresso tecnológico e a inovação.

Inovação e eficiência serão as marcas das políticas públicas na educação.

Infraestrutura será o outro pilar da política de desenvolvimento inclusivo e sustentável.

Governo Estadual focará suas ações referentes a infraestrutura na melhoria do sistema de logística e no apoio à melhoria da mobilidade urbana. No sistema rodoviário estadual, as gestões do PSDB fizeram avanços extraordinários com a execução do Programa ProAcesso, que garantiu a ligação, por rodovia pavimentada, de todos os municípios mineiros. O desafio agora será pavimentar os trechos que conectam os eixos relevantes da malha rodoviária do Estado.

Será dada prioridade à construção de anéis rodoviários nas principais cidades do Estado, visando retirar das vias urbanas o tráfego intermunicipal, aumentando vigorosamente a segurança no tráfego e reduzindo o tempo de deslocamento urbano e rodoviário no Estado. Será consolidado o projeto que transforma o aeroporto internacional Tancredo Neves, em Confins, em um polo de desenvolvimento regional no Estado. Para além dos pilares citados anteriormente, terão destaque outras prioridades.

Na área da saúde, o Governo Estadual terá papel preponderante na coordenação das ações do SUS e sua política de saúde dará importância às ações de prevenção e de expansão das redes materno-infantil, de hipertensão e diabetes, de atenção ao idoso e de urgência e emergência.

Qualidade no atendimento ao usuário do SUS será a marca das políticas públicas na saúde.

Com o objetivo de dar tranquilidade à população e de desenvolver um ambiente próspero aos cidadãos mineiros, estará entre as prioridades a segurança pública. Com maior investimento em inteligência e integração das atividades policiais e expansão das políticas de prevenção, o governo irá reduzir os índices de criminalidade e ampliar a sensação de segurança nas cidades mineiras.

O desenvolvimento inclusivo e sustentável buscará o equilíbrio entre suas dimensões econômica, social e ambiental. Ênfase será dada à incorporação de novas tecnologias e de inovação, tanto para aprofundar a verticalização da indústria e do agronegócio, agregando valor aos seus produtos, quanto para aumentar a produtividade das atividades dos setores de serviços.

O empreendedorismo será estimulado, bem como serão apoiadas as micro e pequenas empresas, principal fonte de emprego e acesso à renda no Estado, tendo como referência a nova economia.

Na área de meio ambiente, será dada atenção especial a programas de eficiência energética e uso da água, ampliação do saneamento das bacias hidrográficas estaduais e de conservação dos parques estaduais.

Na área da cultura, serão desenvolvidas políticas de preservação do patrimônio cultural deMinas Gerais, ações de fomento à economia criativa, especialmente ligada à gastronomia e à música, além de incentivos às iniciativas culturais no interior do Estado.

As políticas de enfrentamento das vulnerabilidades sociais e garantia das liberdades individuais estarão sempre buscando um alinhamento com programas e ações nos âmbitos Federal e Municipal. Tornar eficaz o papel do Governo Estadual na rede de proteção social será a estratégia para assegurar a dignidade dos cidadãos mineiros.

Em síntese, apoiado no seu compromisso fundamental com as pessoas, Pimenta da Veigapretende aproximar o governo dos cidadãos e contribuir para a prosperidade e a equidade em Minas Gerais, transformando-a em uma terra de oportunidades permanentes para todos os mineiros.

PSDB terá mais tempo de rádio e TV entre os candidatos ao governo

Com 14 partidos na coligação do candidato Pimenta da Veiga (PSDB), mais do que o dobro de siglas embarcadas na candidatura adversária.

Eleições 2014

Fonte: O Tempo

Tucanos levam a melhor em MG

Ao contrário do que acontece na corrida presidencial em que o senador Aécio Neves (PSDB) terá cerca da metade do tempo de propaganda gratuita no rádio e TV da sua principal adversária, a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), na eleição para governador de Minas os tucanos levaram a melhor.

Com 14 partidos na coligação do candidato Pimenta da Veiga (PSDB), mais do que o dobro de siglas embarcadas na candidatura adversária, a frente partidária Todos por Minas contará com 8 minutos e 5 segundos de tempo de rádio e TV na propaganda para governador. As inserções acontecerão às segundas, quartas e sextas.

A coligação Minas pra Você, do candidato do PT ao governo de MinasFernando Pimentel, terá 5 minutos e 52 segundos nas inserções. Apesar de ter menos partidos em sua coligação – são quatro siglas unidas ao PT – , o tempo de propaganda é reforçado pelo tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados do próprio Partido dos Trabalhadores e do PMDB, principal parceiro. (Flávia Carneiro)

Inserções

Tempo de TV das coligações:

Todos por Minas (PSDB): 08 minutos e 5 segundos

Minas pra Você (PT): 05 minutos e 52 segundos

Minas quer Mudança (PSB): 01 minuto e 36 segundos

Mais Minas (PHS): 1 min

Frente de Esquerda Socialista (PSTU e PSOL): 54 segundos

PSDC: 50 segundos

PCB: 50 segundos

PCO: 50 segundos

TSE traça o perfil do eleitorado no Brasil

Mais da metade são mulheres (52,13%). A minoria tem ensino superior e a maioria dos aptos a votar tem entre 45 e 59 anos.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Contrastes nos dois lados das urnas

Perfil dos eleitores divulgado ontem pelo TSE mostra diferenças em alguns aspectos, como gênero, grau de instrução e idade dos postulantes aos cargos eletivos no pleito de outubro

Brasil tem 142,8 milhões de eleitores. Mais da metade são mulheres (52,13%). A minoria tem ensino superior e a maioria dos aptos a votar tem entre 45 e 59 anos. As estatísticas sobre o eleitorado brasileiro foram divulgadas ontem pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e contrastam com dados dos candidatos que disputam vagas nas eleições deste ano. São praticamente o reverso do perfil dos postulantes aos cargos eletivos, majoritariamente homens (70,3% do total em todos os cargos) e com curso superior completo (45,8%) e se concentram na faixa de 45 a 49 anos. Em Minas Gerais, o que mais chama a atenção nos dados divulgados pelo TSE é a diferença entre o total de mulheres eleitoras e o de homens. Elas são quase 500 mil a mais.

De acordo com o TSE, o eleitorado brasileiro aumentou 5,17% em relação ao pleito de 2010, quando também foram eleitos presidente, governadores, senadores e deputados federal e estadual.

A Região Sudeste concentra quase metade dos eleitores (43,44%) e São Paulo continua sendo o maior colégio eleitoral, com 31,9 milhões de eleitores. O estado também registra o maior número de candidatos a um cargo eletivo neste pleito. Minas Gerais se mantém como o segundo maior estado em número de eleitores, com 15,2 milhões. Na sequência, estão Rio de Janeiro (12.141.145), Bahia (10.185.417) e Rio Grande do Sul (8.392.033). O menor colégio eleitoral é Roraima, com 299.558 eleitores. Já o município com o menor número de eleitores é Araguainha, em Mato Grosso, com 898 cidadãos aptos a votar. Em Minas, o menor município em quantidade de eleitores é Serra da Saudade, com 1.105.

As mulheres somam 74.459.424 eleitoras, ou 6,2 milhões a mais que os homens, que representam 47,79% ou 68.247.598 eleitores. Entre as candidatas, uma minoria são mulheres. Na corrida por um cargo eletivo, elas são apenas 7.410, ou 29,7% do universo total de cerca de 25 mil candidatos inscritos para este pleito. O número dos candidatos não é exato, pois o registro na Justiça Eleitoral ainda não é definitivo, mas os dados são próximos desse total.

A parcela feminina é inferior à exigida pela legislação brasileira, que assegura 30% das vagas de candidatos para as mulheres. O número contrasta também com os dados oficiais do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que revelou que as mulheres compõem 51,5% da população brasileira. Em relação à escolaridade também há um contraste entre o eleitorado e os candidatos. Quase metade deles, 45,8%, tem curso superior, enquanto entre os eleitores esse percentual é de apenas 5,3%.

MAIS VELHOS Os dados indicam ainda um envelhecimento do eleitorado em relação a 2010. Nesta disputa, eles se concentram na faixa de 45 a 59 anos. Em 2010, eles eram maioria entre as pessoas com 25 a 34. Em comparação com eleições anteriores, houve uma queda no número de eleitores jovens com voto facultativo (16 e 17 anos). Em 2010, eles eram 2.391.352 e, em 2014, são 1.638.751.

De acordo com o presidente do TSE, ministro Dias Tofolli, essa queda ocorreu por causa da mudança da metodologia na coleta de dados sobre o perfil do eleitorado. Em anos anteriores, o cadastro era fechado em 30 de junho e não considerava aqueles eleitores que completariam 18 anos até a data da eleição. Neste ano, um novo programa permitiu a contagem incluindo o dia da eleição. Portanto, aquele eleitor que vai fazer 18 anos nesse meio tempo até o dia daeleição já não está contabilizado nesse dado estatístico de 16 e 17 anos. Toffoli destacou que o próprio IBGE analisa essa diminuição no eleitorado jovem com a tendência do envelhecimento da população brasileira.

TSE traça o perfil do eleitorado no Brasil

Mais da metade são mulheres (52,13%). A minoria tem ensino superior e a maioria dos aptos a votar tem entre 45 e 59 anos.

Eleições 2014

Fonte: Estado de Minas

Contrastes nos dois lados das urnas

Perfil dos eleitores divulgado ontem pelo TSE mostra diferenças em alguns aspectos, como gênero, grau de instrução e idade dos postulantes aos cargos eletivos no pleito de outubro

Brasil tem 142,8 milhões de eleitores. Mais da metade são mulheres (52,13%). A minoria tem ensino superior e a maioria dos aptos a votar tem entre 45 e 59 anos. As estatísticas sobre o eleitorado brasileiro foram divulgadas ontem pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e contrastam com dados dos candidatos que disputam vagas nas eleições deste ano. São praticamente o reverso do perfil dos postulantes aos cargos eletivos, majoritariamente homens (70,3% do total em todos os cargos) e com curso superior completo (45,8%) e se concentram na faixa de 45 a 49 anos. Em Minas Gerais, o que mais chama a atenção nos dados divulgados pelo TSE é a diferença entre o total de mulheres eleitoras e o de homens. Elas são quase 500 mil a mais.

De acordo com o TSE, o eleitorado brasileiro aumentou 5,17% em relação ao pleito de 2010, quando também foram eleitos presidente, governadores, senadores e deputados federal e estadual.

A Região Sudeste concentra quase metade dos eleitores (43,44%) e São Paulo continua sendo o maior colégio eleitoral, com 31,9 milhões de eleitores. O estado também registra o maior número de candidatos a um cargo eletivo neste pleito. Minas Gerais se mantém como o segundo maior estado em número de eleitores, com 15,2 milhões. Na sequência, estão Rio de Janeiro (12.141.145), Bahia (10.185.417) e Rio Grande do Sul (8.392.033). O menor colégio eleitoral é Roraima, com 299.558 eleitores. Já o município com o menor número de eleitores é Araguainha, em Mato Grosso, com 898 cidadãos aptos a votar. Em Minas, o menor município em quantidade de eleitores é Serra da Saudade, com 1.105.

As mulheres somam 74.459.424 eleitoras, ou 6,2 milhões a mais que os homens, que representam 47,79% ou 68.247.598 eleitores. Entre as candidatas, uma minoria são mulheres. Na corrida por um cargo eletivo, elas são apenas 7.410, ou 29,7% do universo total de cerca de 25 mil candidatos inscritos para este pleito. O número dos candidatos não é exato, pois o registro na Justiça Eleitoral ainda não é definitivo, mas os dados são próximos desse total.

A parcela feminina é inferior à exigida pela legislação brasileira, que assegura 30% das vagas de candidatos para as mulheres. O número contrasta também com os dados oficiais do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que revelou que as mulheres compõem 51,5% da população brasileira. Em relação à escolaridade também há um contraste entre o eleitorado e os candidatos. Quase metade deles, 45,8%, tem curso superior, enquanto entre os eleitores esse percentual é de apenas 5,3%.

MAIS VELHOS Os dados indicam ainda um envelhecimento do eleitorado em relação a 2010. Nesta disputa, eles se concentram na faixa de 45 a 59 anos. Em 2010, eles eram maioria entre as pessoas com 25 a 34. Em comparação com eleições anteriores, houve uma queda no número de eleitores jovens com voto facultativo (16 e 17 anos). Em 2010, eles eram 2.391.352 e, em 2014, são 1.638.751.

De acordo com o presidente do TSE, ministro Dias Tofolli, essa queda ocorreu por causa da mudança da metodologia na coleta de dados sobre o perfil do eleitorado. Em anos anteriores, o cadastro era fechado em 30 de junho e não considerava aqueles eleitores que completariam 18 anos até a data da eleição. Neste ano, um novo programa permitiu a contagem incluindo o dia da eleição. Portanto, aquele eleitor que vai fazer 18 anos nesse meio tempo até o dia daeleição já não está contabilizado nesse dado estatístico de 16 e 17 anos. Toffoli destacou que o próprio IBGE analisa essa diminuição no eleitorado jovem com a tendência do envelhecimento da população brasileira.