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Estado de Minas: Política fiscal adotada por Aécio-Anastasia gera 76 mil empregos e começa a dar resultados

Estado de Minas: Minas reage à guerra fiscal e recupera investimentos

Fonte: Zulmira Furbino – Estado de Minas

Governo muda de postura e enfrenta a concorrência dos estados vizinhos. Resultado: R$ 13 bi em investimentos e 76 mil empregos

Minas contra-ataca

A Açotel, fabricante de aços para a construção civil que nasceu e cresceu em Juiz de Fora, na Zona da Mata, abriu uma unidade em Três Rios, no Rio de Janeiro, em 2007, mas está encerrando a temporada em terras fluminenses, transferindo a filial para sua terra natal. A abertura de mais uma unidade em Minas inicialmente vai gerar inicialmente 100 empregos diretos, mas a previsão é que em três anos esse número salte para 280. A uma semana de assinar um acordo para a construção de uma fábrica num estado do Nordeste, a Marluvas, produtora de calçados profissionais com origem em Dores de Campos, também na Zona da Mata, desistiu dos planos de investir fora de Minas e decidiu levar o empreendimento para Capitão Enéas, no Norte do estado. Por trás dessa reviravolta radical nos planos dessas empresas está a reação do governo estadual à guerra fiscal promovida por estados vizinhos – ou não tão próximos assim.

Ao enfrentar a concorrência com outros entes da federação, Minas já contabiliza 98 projetos – alguns já fechados e outros em negociação firme – que vão investir R$13 bilhões e deverão gerar 76 mil empregos no estado. A informação é do Instituto de Desenvolvimento Integrado de Minas Gerais (Indi) e os números referem-se somente a este ano. A iniciativa marca uma alteração significativa na postura do estado em relação à atração e à perda de investimentos. E essa mudança não se restringe apenas à concessão de incentivos fiscais como descontos no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para equiparar as condições tributárias às ofertas dos concorrentes.

“Sempre estivemos em Minas e só abrimos uma filial no estado do Rio de Janeiro por conta da isenção parcial de ICMS, da Lei Rosinha”, diz Thiago Alvim, diretor-comercial da Açotel. Em março, a empresa foi procurada pelo Indi, que oferecia as mesmas condições para que a unidade viesse para Juiz de Fora. “Antes a gente tentava conversar para continuar aqui, mas não conseguia. Agora o ICMS, que era de 12%, passou a ser 2%. Por isso decidimos trazer o empreendimento para cá. Tudo o que construímos está aqui”, diz o empresário.

“Não vamos participar da guerra fiscal, mas também não vamos ficar parados. Minas sempre fez tudo corretamente. Aí as empresas vinham, faziam uma cotação, e iam se instalar em outros estados. Agora, uma empresa que trouxer um projeto definitivo receberá todos os incentivos do estado, desde que isso não afete a responsabilidade fiscal”, avisa o secretário de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso. Em dezembro do ano passado, o governo de Minas concedeu incentivos e facilidades fiscais a setores econômicos dos municípios afetados pelas perdas de empresas e novos investimentos para outros estados. O objetivo é garantir o desenvolvimento da economia, evitando a perda da capacidade competitiva nas empresas em função de condições tributárias desvantajosas em relação a estados vizinhos. As medidas de proteção podem ser adotadas por municípios de todas as regiões do estado, desde que sejam comprovados os prejuízos à competitividade de negócios instalados em Minas.

Há poucas semanas, o diretor-presidente da Suggar, Lúcio Costa, recebeu uma inesperada ligação do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Olavo Machado Júnior. O propósito do telefonema do líder da indústria mineira ao empresário era instá-lo a desistir da ideia de abrir uma unidade de produção de máquinas de lavar roupa semi-automáticas em Camaçari, na Bahia, em favor de Minas Gerais. “O Indi ofereceu um ICMS de 2% para que abríssemos a unidade em Juiz de Fora. Foi a primeira vez que isso ocorreu e acredito que esse é um sinal de que a Fiemg e o governo estão preocupados com a perda de competitvidade das empresas instaladas em Minas”, analisa o empresário.

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Antonio Anastasia oferece linha de crédito facilitada para regiões com baixo IDH

Governo de Minas oferece linha de crédito facilitada a pequenos produtores das regiões mais pobres do Estado

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Com juros atrativos e prazo de pagamento maior, produtores podem investir na produção e expandir seus negócios

Pequenos produtores e microempresários das regiões mais pobres de Minas contam com linhas de crédito especial para desenvolver seus negócios. O Governo de Minas, com o programa Geraminas Dinamizar, do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), oferece crédito facilitado com juros mais baixos para micro e pequenas empresas e cooperativas de artesãos de regiões os vales do Jequitinhonha, Mucuri, Rio Doce, e o Norte do Estado. As linhas de crédito são oferecidas também a produtores dos municípios mineiros com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).

O acesso aos recursos do BDMG é facilitado pelo projeto itinerante Caravana do Desenvolvimento, que leva equipes de técnicos do banco a cidades do interior do Estado. Só neste ano, a caravana passou por 35 municípios de diferentes regiões, com destaque para o Norte e os vales do Jequitinhonha e Mucuri. A população mineira conta com a vantagem de ter um banco estadual de fomento, o BDMG, um dos poucos existentes no país. Isso dá a Minas Gerais possibilidade maior de realizar investimentos contando com recursos do mercado financeiro.

Juros mais baixos
O Geraminas Dinamizar tem taxa de juros de 9% ao ano para pagamentos em dia e financia projetos para capital de giro (de R$ 5 mil a R$ 180 mil) e investimentos fixos ou mistos (acima de
R$ 25 mil até R$ 360 mil). Entre as vantagens estão o prazo de carência de três meses. Para financiamento de imóveis comerciais, o prazo de pagamento de até 60 meses. Financiamento para capital de giro tem prazo de 24 meses. Para outros tipos de investimento, o prazo é de 36 meses.
As micro e pequenas empresas e cooperativas conseguem o financiamento junto ao BDMG sem burocracia. A operação pode ser realizada pela internet ou por meio dos parceiros do BDMG, como as associações comerciais e regionais da Federação das Indústrias de Minas (Fiemg), no próprio município ou nas cidades mais próximas. Para conseguir o financiamento, cooperativas e empresas devem estar enquadradas no Simples Nacional e ter, pelo menos, seis meses de atividade.

Incentivo aos artesãos
Um dos setores mais beneficiados pela política de financiamento é o artesanato. O artesão de Araçuaí, Márcio Barbosa Silva, conta que a política do Governo de Minas para incentivar os pequenos produtores tem melhorado as condições de trabalho. Integrante da Associação dos Artesãos de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha, ele afirmou que o apoio do Governo de Minas ao artesanato promoveu a melhoria da qualidade de vida em todas as regiões de Minas. O artesão acredita que o principal desafio agora é organizar nos municípios e nas regiões a atividade dos artesãos, com ações dirigidas a apoiar o pequeno produtor.
“Sabemos que o governador Antonio Anastasia é capaz de nos apoiar para gente ter um bom salário para tocar nosso serviço, sustentar a família e não precisar sair de casa, estar ali perto dos filhos, poder comprar ferramenta”, afirmou Márcio Barbosa Silva, durante encontro dos artesãos de 58 municípios de várias regiões de Minas e o governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição.
Os recursos são indispensáveis aos artesãos que querem divulgar o seu trabalho e participar das feiras que são realizadas em vários pontos do país. Para a artesã Iraci Gomes Barbosa, do Vale do Jequitinhonha o apoio é fundamental.
“Sem o apoio, a gente não consegue participar de feiras, porque os estandes são muito caros, o transporte, tem a hospedagem. Com a ajuda a gente consegue e consegue melhorar a renda de vários artesãos”, disse ela.

Mais crédito aos produtores
A atração de novas empresas, geração de empregos e melhoria dos indicadores sociais são um dos eixos do desenvolvimento econômico e social do Governo Aécio Neves/Antonio Anastasia realizados nos últimos quatro anos. Os resultados demonstram o sucesso dessas iniciativas. A liberação de linhas de crédito nas regiões mais pobres aumentou 201,58 % entre janeiro e julho deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado e atingiu R$ 101,54 milhões.

Governador Anastasia sanciona lei que exige curso superior para ingresso na PM; medida vale para qualquer patente

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Nova regra beneficiará toda população de Minas que passará a contar com militares melhor preparados para garantir a segurança

O governador Antonio Anastasia sancionou hoje lei que altera o Estatuto dos Servidores Militares de Minas Gerais e exige melhor escolaridade para ingresso na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros. A nova norma exige a conclusão do terceiro grau para os candidatos a qualquer patente da PM, sendo obrigatória a formação em Direito para oficiais, como tenente a coronel. Antonio Anastasia afirmou que as novas regras atendem a reivindicações antigas dos militares e dos bombeiros e beneficia diretamente toda a população que será atendida por militares melhor capacitados.

“Nosso objetivo é melhorar o capital humano das nossas corporações. Estamos dando um passo acertado em favor do aprimoramento da instituição para garantir aquilo que para nós mineiros é um grande valor, a honra de termos no Brasil a melhor Polícia Militar. Demos um passo histórico na evolução de uma instituição. Temos que ter sempre homens e mulheres preparados tecnicamente para esse exercício e preparados de modo completo, com a sua formação genérica e a sua formação específica de segurança pública”, destacou Antonio Anastasia em agenda de governo.

A Lei Complementar 115/10 altera o Estatuto dos Servidores Militares de Minas Gerais instituído pela Lei 5.301/69. Para os candidatos aos cargos de oficiais de saúde da corporação, como médicos e dentistas, será exigida graduação em cada área específica. Em relação ao Corpo de Bombeiros, o candidato precisa ser aprovado no curso de formação de oficiais em nível superior de graduação, promovido pela própria instituição. Para cargos de soldado, cabo, sargento e subtenente é preciso aprovação no curso de formação da PM.

Transição
A Polícia Militar terá prazo de cinco anos para se adaptar à nova lei. Nesse período, a corporação continuará admitindo o nível médio de escolaridade como requisito para ingresso nos quadros de praças e de praças especialistas. Mas o candidato aprovado no concurso público será submetido à aprovação em curso de formação de nível superior gerenciado pela própria corporação. Se necessário, o período de transição poderá ser prorrogado por igual período por meio de ato do governador.

Avanços salariais
Durante a solenidade que sancionou a nova lei, Antonio Anastasia, candidato à reeleição, ressaltou que as forças de segurança de Minas conquistaram, nos últimos oito anos, ganhos importantes nos salários e nas condições de trabalho. O Governo de Minas promoveu recuperação histórica na remuneração dos servidores, gerando ganhos importantes também na progressão da carreira. Entre 2003 e 2010, por exemplo, o salário do soldado de primeira classe subiu de R$1.000,00 para R$2.041,74.

“Chegamos quase ao final do mandato com todos os grandes temas da Polícia Militar resolvidos, encaminhados e definidos. Ou seja: sem pendências institucionais maiores. Em um processo revolucionário que Minas fez, muito vigoroso, de integração das nossas forças, iniciado há quase oito anos, entre a Polícia Militar e a Polícia Civil, com a participação efetiva dos Sistemas de Defesas Sociais e, ao mesmo tempo, com a participação das demais instituições”, afirmou Antonio Anastasia.

Os policiais militares e civis e bombeiros receberam, até 2007, mais de 30% de aumento. Nesse mesmo ano, os policiais foram beneficiados com mais 33% de aumento, pagos em três parcelas. Os policiais passaram a receber Prêmio de Produtividade e ainda foram beneficiados com auxílio fardamento pago sempre em abril. Em maio deste ano, o Governo de Minas concedeu aumento de 15% para policiais civis, militares, bombeiros militares, agentes de segurança penitenciários e sócio-educativos.

No Governo Aécio Neves, o efetivo da Polícia Militar saltou de 36.539 policiais, em 2002, para 47 mil praças e oficiais, o representa aumento de aumento de 10.578 policiais. As corporações passaram a contar com 13 mil novas viaturas.

Anastasia defende reforma tributária para atrair empresas e gerar empregos

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Governador defende a substituição do ICMS pelo Imposto sobre Valor Agregado. Candidato à reeleição ao Governo de Minas também propõe a criação de zonas francas em regiões de baixo Índice de Desenvolvimento Humano

O governador Antonio Anastasia defendeu, nesta quarta-feira (04/08) uma revisão do modelo tributário brasileiro como forma de evitar a guerra fiscal e, no caso de Minas Gerais, aumentar a capacidade do Governo do Estado para atrair novas empresas e novos empregos para as regiões mais pobres. A proposta defendida pelo governador é da substituição do ICMS pelo Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que se tornaria uma tributação única no País, dando condição de igualdade a todos os estados brasileiros.

Para Antonio Anastasia, este novo modelo tributário acabaria com a desvantagem de Minas Gerais, que é altamente dependente da arrecadação do ICMS, tributo utilizado por alguns estados na concessão de benefícios fiscais. Desta forma, a adoção do IVA permitiria uma distribuição mais justas dos recursos.

“O ICMS é um imposto de alta complexidade e como está não tem como continuar. Já há uma consolidação, em nível nacional, na reforma tributária, da sua substituição pelo IVA. Agora, quais serão as suas condições, isso é o Congresso que vai debater. Todos estados percebem que o modelo atual é nocivo e terá de ser substituído por um modelo novo. Eu acredito que teremos na reforma tributária, que Deus queira será votada já no ano que vem, a substituição do ICMS”, afirmou Antonio Anastasia.

Mesmo com este quadro desfavorável, provocado pelo atual modelo tributário vigente no País, o governador Antonio Anastasia destacou que Minas conseguiu nos últimos meses atrair mais investimentos que o Estado de São Paulo, em valores nominais. No primeiro trimestre de 2010, o PIB de Minas Gerais, segundo a Fundação João Pinheiro, cresceu 12,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o PIB nacional cresceu 9%.

“O nosso PIB subiu muito mais que o desses estados e que do Brasil, o que demonstra o nosso acerto na política econômica. Mas, é evidente que queremos continuar avançando com mais e mais rapidez. Por isso mesmo, essa revisão tributária é importante”, disse Antonio Anastasia.

Zonas francas e incentivos regionais
Outra proposta inovadora apresentada pelo governador Antonio Anastasia é a da criação de zonas francas em regiões de baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) para atração de novas empresas, geração de empregos e melhoria dos indicadores sociais. A proposta é um dos principais eixos do seu plano de governo, que busca identificar principais vocações econômicas de cada uma das regiões do Estado. As linhas que irão direcionar esse planejamento, considerado bastante inovador, já começaram a ser apresentadas nas viagens que o candidato vem realizando nas últimas semanas.

O conceito de área franca passa pela concessão de incentivos fiscais especiais, além da oferta de linhas de crédito do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Esta proposta, aliada à realização de obras de infraestrutura como estradas, aeroportos, saneamento básico, escolas e hospitais são a base fundamental para a atração de empresas, geração de emprego e a melhoria dos indicadores sociais.

“Essas áreas irão, na verdade, identificar as vocações regionais, o que vai acontecer no Rio Doce, no Mucuri, naquelas regiões que ainda dependem de uma ação mais efetiva do Governo do Estado para diminuir a desigualdade social”, afirmou o governador em recente visita a Governador Valadares.

A criação das áreas francas no interior de Minas atende ao principal objetivo do novo plano de governo, que propõe uma terceira etapa no processo de desenvolvimento econômico e social do Estado, com maior regionalização dos programas e ações. As principais políticas de governo serão elaboradas observando as condições de vida da população em cada área do Estado, buscando reduzir as severas diferenças regionais e promover a vocação de cada uma das regiões.

Antonio Anastasia comemora resultados positivos de pesquisa que aponta queda no desemprego e criação de 31 mil vagas em junho

Minas é o segundo em geração de empregos no país, segundo Caged

Fonte: Coligação Somos Minas Gerais

Governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, comemorou resultados positivos de pesquisa que aponta queda no desemprego e criação de 31 mil vagas em junho

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, destacou os resultados da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação João Pinheiro, divulgada nesta quarta-feira (28/07), que apontaram, em junho deste ano, aumento de 31 mil empregos na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O governador afirmou que o aumento da oferta de trabalho é resultado do aquecimento da economia de Minas e dos importantes investimentos do setor privado em todas as regiões do Estado. Desde 2003, Minas recebeu R$ 240 bilhões em investimentos privados com geração de 448,2 mil empregos diretos.

“Felizmente temos apresentado indicadores melhores que a média brasileira. A Região Metropolitana de Belo Horizonte apresentou um dado muito positivo, queda do desemprego de 8,5%. Isso demonstra o aquecimento da atividade econômica em Minas Gerais, fruto do grande esforço do governo em parceria com o setor privado”, afirmou o governador Antonio Anastasia em entrevista durante vistoria às obras de modernização do estádio Mineirão.
De acordo com a pesquisa divulgada nesta quarta-feira, a taxa de desemprego total na região caiu para 8,5% da População Economicamente Ativa (PEA) no mês de junho, depois de ter atingido 9,6% em maio. O levantamento demonstrou que foram criados 31 mil postos de trabalho em junho, elevando o número de ocupados para 2,27 milhões de trabalhadores. Em relação ao mesmo mês anterior, o nível de ocupação aumentou 1,7%, com a criação de 47 mil vagas.

Rendimentos

O rendimento dos trabalhadores na RMBH, segundo a pesquisa, também apresentou crescimento. Entre abril e maio deste ano, o rendimento aumentou em 1,4%. O salário real médio passou para R$ 1.364, com um aumento de 0,7%. Já o rendimento médio dos autônomos ficou em R$ 1.139, com variação de 0,6%. Em relação a maio de 2009, o rendimento real médio dos ocupados aumentou 6,6%, passando para R$ 1.342. No setor privado o crescimento foi de 2,8%, enquanto que entre os autônomos o acréscimo foi de 14,7%. O salário médio dos trabalhadores com carteira assinada aumentou 1,8% e o dos trabalhadores sem registro em carteira teve acréscimo de 8,8%.

Caged

O aumento do nível de emprego em Minas foi demonstrado também pelo Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No primeiro semestre de 2010, Minas obteve o segundo melhor resultado na criação de novas vagas no país, com crescimento de 6,64%, em relação ao mesmo período de 2009. Esse acréscimo representou 232.572 novos postos formais.

O levantamento mostra que, em números de vagas criadas, Minas atingiu o seu melhor desempenho em toda a série histórica do cadastro no primeiro semestre e o segundo melhor tanto na Região Sudeste quanto no Brasil. Nos últimos 12 meses, o crescimento do nível de emprego no Estado foi de 6,95%, com mais 242.734 postos de trabalho. Apenas em junho deste ano foram criadas 38.870 vagas, o que representa um aumento de 1,05%, em relação ao mês de maio.
No interior de Minas a alta foi de 8,07% no primeiro semestre de 2010, com mais 172.376 postos. Já na Região Metropolitana, o destaque foi Belo Horizonte com um aumento de 4,41%, ou mais 60.196 postos.

Investimentos recordes

A economia mineira iniciou 2010 em franco processo de recuperação, superando os efeitos da crise financeira que abalou os mercados mundiais a partir de setembro de 2008. Segundo o Instituto de Desenvolvimento Integrado (Indi), ligado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, apenas no primeiro semestre do ano, foram anunciados em Minas investimentos privados de R$ 38,43 bilhões, distribuídos por diversas cadeias produtivas, gerando 37 mil empregos diretos e mais de 95 mil empregos indiretos. O PIB de Minas Gerais, segundo a Fundação João Pinheiro, apresentou crescimento de 12,2% com relação ao mesmo período do ano passado, contra um crescimento de 9% do PIB nacional.

Gestão Inovadora: Antonio Anastasia e Aécio Neves implementaram modelo único e eficiente de gestão integrada na Região Metropolitana de BH

Antonio Anastasia e Aécio Neves implantaram modelo único e eficiente de gestão integrada na RMBH

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

O Governo de Minas fez algo inédito no País ao criar a Agência de Desenvolvimento Metropolitano, em 2009

O governador de Minas Antonio Anastasia, candidato à reeleição pela coligação “Somos Minas Gerais”, afirmou, nesta sexta-feira (23/07), que irá ampliar as ações e investimentos do Estado na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Durante caminhada pelo bairro São Benedito, em Santa Luzia, ele lembrou que o Governo de Minas fez algo inédito no País ao criar a Agência de Desenvolvimento Metropolitano, em 2009, que tem o objetivo de identificar, analisar e propor medida conjunta para enfrentar problemas comuns às cidades da RMBH.

“Durante a minha gestão e do ex-governador Aécio Neves, encaramos com responsabilidade a questão metropolitana e criamos um modelo que é único no Brasil. Temos a Assembleia Metropolitana, seu conselho executivo e a Agência Metropolitana funcionando de forma coordenada e planejada. Isso é profissionalismo e medida concreta para as cidades da Região Metropolitana. E o Vetor Norte é um bom exemplo de como essa concentração de esforços funciona. Vamos continuar esse trabalho, esse modelo de gestão, contando sempre com a parceria das prefeituras e da sociedade civil”, disse o governador Antonio Anastasia.

A Agência de Desenvolvimento Metropolitano, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Regional e Política Urbana, é responsável pelo planejamento, assessoramento e regulação urbana, buscando viabilizar o desenvolvimento integrado da região. A Agência também apoia atividades cuja realização não é possível por apenas um município ou que tenha impacto em outras cidades da região.

A Agência também é responsável pela elaboração do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado, por promover a implementação de planos, programas e projetos de investimento estabelecidos no Plano Diretor, por elaborar estudos técnicos de interesse regional e propor normas para compatibilizar os planos diretores dos municípios.

A articulação com instituições públicas e privadas, nacionais ou internacionais, para a captação de recursos para investimentos e financiamento do desenvolvimento integrado da região também é função da Agência, assim como a assistência técnica aos municípios e o intercambio de informações.

Ações do Governo do Estado

Dentre as ações do Governo do Estado para o desenvolvimento da RMBH, Antonio Anastasia ressaltou a construção da Linha Verde, que liga o Vetor Norte da região ao centro de Belo Horizonte. Essa obra recebeu R$ 483 milhões em investimentos do Estado. Também citou a construção da Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, a transferência dos voos interestaduais para o Aeroporto de Confins e a sua transformação também em Aeroporto Industrial, cuja licitação para escolher a empresa que vai operar o terminal está em andamento.

Entre outras ações, o Governo do Estado investiu R$ 229 milhões para reforma 580 escolas de 32 municípios da RMBH, beneficiando 586 mil alunos. Já na segurança, foram R$ 367 milhões para a RMBH, na compra de equipamentos, armamentos, viaturas e reformas de unidades prisionais.

No saneamento básico, entre 2003 e 2009, a Copasa investiu R$ 2,3 bilhões na Região Metropolitana, dos quais R$ 1,39 bilhão nos sistemas de esgotamento sanitário e R$ 913 milhões nos sistemas de abastecimento de água. Até 2012, estão previstos mais R$ 1,4 bilhão em novos investimentos.

Com esses benefícios, segundo o governador, a região está pronta para receber mais investimentos. O passo seguinte, segundo ele, é aproveitar a infraestrutura recentemente construída para atrair empresas e gerar empregos e gerar renda para os trabalhadores e receita para os municípios.

“Nosso objetivo é trazer mais empresas para Santa Luzia. Empregos de qualidade, especialmente aproveitando o pólo econômico do nosso aeroporto internacional, com empresas de tecnologia, com empresas de aviação que já estão vindos para cá, para permitir aqui, ao pessoal de Santa Luzia a ter empregos de mais qualidade”, destacou.
No período de 2003 a 2010, foram anunciados investimentos privados de R$ 38 bilhões nas cidades da RMBH, gerando 88.632 empregos em 669 projetos.

Metrô
O governador Antonio Anastasia afirmou durante sua visita a Santa Luzia, que futuramente a população da cidade poderá ser beneficiada pelo serviço de metrô, com a expansão desse sistema de transporte na direção do vetor norte, com destino aoAeroporto Internacional Tancredo Neves.

“Todos os metrôs do mundo acabam chegando ao aeroporto, isso é um destino. E Santa Luzia está entre Belo Horizonte e o Aeroporto Internacional. Então, certamente no futuro, teremos aqui linhas de metrô servindo também em Santa Luzia. É sempre um esforço nosso junto ao governo federal, responsável pelo metrô, para que essa novela termine”, disse o governador.

O Governo do Estado apresentou, em diversas ocasiões, nos últimos anos, ao Governo Federal, proposta de parceria com a iniciativa privada, no modelo PPP (Parceria Público-Privada) para viabilizar a expansão do metrô na capital mineira. O projeto aguarda uma definição por parte do Governo Federal.

Recepção calorosa
O governador Antonio Anastasia foi recepcionado por centenas de pessoas logo que chegou à avenida Brasília, a principal do bairro São Benedito. Ele foi recebido pelo vice-prefeito, Agnaldo Campos, por 11 dos 13 vereadores da cidade e centenas de moradores e lojistas.

Antonio Anastasia caminhou pelo centro comercial, acompanhado pela multidão, com direito até a uma charanga bem animada. Ele ficou o tempo todo cercado por moradores que queriam cumprimentá-lo e tirar fotos. No meio do caminho, o governador fez uma parada em uma barraca de churrasco e comeu um espetinho de mussarela.

O governador agradeceu a receptividade dos moradores de Santa Luzia e se despediu confiante de que o carinho que tem nas ruas será levado para as urnas no dia 3 de outubro.
“Em todas as cidades que vamos, os apoios que temos recebidos são muito positivos. Acreditamos que venceremos as eleições, não só com meu nome para o Governo do Estado, mas também nossos senadores Aécio Neves e Itamar Franco, nosso candidato a presidente, José Serra. Cada vez que ficamos mais conhecidos e identificados com o que foi feito no nosso governo ao longo dos últimos anos, mais temos o reconhecimento e o aplauso das pessoas”, declarou.

Governador Anastasia ressalta que o programa de combate às drogas de Minas é referência no país

Antonio Anastasia destaca que o governo de Minas possui programas de combate às drogas que são referência no País

Fonte:Coligação “Somos Minas Gerais”

Ele observa que os efeitos do tráfico e do consumo de drogas, em especial do crack, será o maior desafio a ser enfrentado pela humanidade nos próximos anos

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição pela Coligação “Somos Minas Gerais” afirmou, nesta quinta-feira (22/07), em Belo Horizonte, que os efeitos do tráfico e do consumo de drogas, em especial do crack, será o maior desafio a ser enfrentado pela humanidade nos próximos anos. Ele também destacou que o Governo do Estado possui programas e ações de prevenção e combate às drogas que são referência no País, como o Fica Vivo!, o “Juventude e Polícia” e o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), iniciativa da Polícia Militar de Minas Gerais, que já atendeu 1,7 milhão de jovens em 394 municípios mineiros.

Dados do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas, da Escola Paulista de Medicina, apontam que 12% da população brasileira precisam de atendimento em função de dependência.

“Esse tema é uma das questões mais importantes que a sociedade brasileira está enfrentando e vai enfrentar ainda mais nos próximos anos. Minas Gerais tem, já, um projeto pioneiro, considerado modelo pelos outros estados, mas é claro que temos que avançar mais. E só há uma solução para essa questão terapêutica, que é exatamente a parceria com as entidades da sociedade civil. Nós já temos parceria com muitas entidades em Minas. Nosso programa de governo vai contemplar de maneira muito efetiva essas parcerias para conseguirmos recuperar cada vez mais essa questão das pessoas que têm dependência química, com as drogas”, disse Antonio Anastasia, durante ato, no Comitê Central de sua campanha, onde recebeu o apoio das 80 principais entidades sociais do Estado que prestam atendimento a dependentes químicos e familiares.

Minas também é o único estado brasileiro que possui uma Subsecretaria Antidrogas, criada em 2005 e que já atendeu diretamente 40 mil pessoas. O Governo do Estado já investiu R$ 70 milhões nas suas políticas antidrogas. “Não existe nenhuma estrutura similar no Brasil”, destacou o subsecretário Antidrogas, Clóvis Benevides. Ele frisou que Minas age praticamente sozinha. “O investimento de público no Governo Federal nas políticas do Estado é zero. Todo o dinheiro nas instituições parceiras, campanhas de prevenção e capacitação são exclusivos do Tesouro do Estadual”, afirmou.

Programas mineiros são referência

O Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) é um dos mais bem sucedidos programas de prevenção à drogas do  País. Com caráter social preventivo, o programa assiste anualmente 4.000 escolas públicas e particulares, oferecendo cursos que previnem o envolvimento dos jovens com as drogas por meio de métodos interativos como dramatização, discussão, reforço e as vivências em grupo.

Atualmente, o programa possui currículos que se destinam a crianças que estejam cursando a educação infantil e anos iniciais, a jovens do 5º e 7º Anos do Ensino Fundamental, como também a adultos da comunidade escolar em geral.

O Proerd é a versão brasileira do programa Drug Abuse Resistence Education (Dare), implantado inicialmente nos Estados Unidos e desenvolvido em mais de 40 países. A iniciativa é considerada pelas Organizações das Nações Unidas (ONU) como um dos maiores programas de prevenção ao uso das drogas e contra a violência do mundo.