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Funcionários dos Correios denunciam coação a sindicato

Um carteiro que preferiu não se identificar, por medo de retaliações, afirmou que chefias convocam trabalhadores a entregar panfletos.

Uso político dos Correios

Fonte: O Tempo

Servidores denunciam coação

Sindicatos apuram suspeita de que estatal estaria pressionando carteiros a entregar panfletos petistas

DENISE MOTTA

A suspeita de que a estatal Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos possa estar sendo usada eleitoralmente a favor de campanhas do PT mobiliza sindicatos da categoria em Minas. Uma das entidades de classe recebeu denúncias de funcionários que estariam sendo coagidos a trabalhar a favor das campanhas de Dilma Rousseff, à Presidência, e de Fernando Pimentel, ao governo de Minas.

Um carteiro que preferiu não se identificar, por medo de retaliações, afirmou que chefias convocam trabalhadores a entregar panfletos durante o domingo. Segundo ele, os funcionários se sentem coagidos. “A maioria dos funcionários tem medo de retaliação e acaba entregando os panfletos do PT e também do PMDB”. Ele também disse que os panfletos de campanha seriam mantidos dentro de unidades da estatal. “Estamos revoltados”, contou.

Nessa terça, um vídeo publicado no site do jornal “Estado de S. Paulo” mostrava trecho de uma reunião em que o deputado estadual Durval Ângelo (PT) afirmava que o bom desempenho de Dilma e de Pimentel nas pesquisas de intenção de votos em Minas Gerais se deve ao “dedo forte dos petistas dos Correios.”

A reunião teria acontecido na quinta-feira da semana passada, com a presença de dirigentes dos Correios em Minas Gerais, incluindo o presidente da empresa pública, Wagner Pinheiro.

Em Minas, cerca de 9.000 funcionários trabalham na estatal, segundo informou sindicato da categoria. Parte deles é filiada ao PT e assume abertamente sua posição política. “Depois das 18h, o trabalhador tem o direito de se manifestar. Estão criando um fato político. É desespero de tucanos”, diz o presidente do sindicato em Juiz de Fora, João Ricardo Guedes.

Outra parte dos servidores da estatal é ligada ao Partido da Causa Operária (PCO), legenda de extrema esquerda adversária do PT.

Outro lado. Em nota, a direção dos Correios negou que a estatal tenha atuação “político-partidária” nestas eleições e rebateu ainda críticas do candidato à Presidência Aécio Neves, que afirmou ter recebido denúncias de que a empresa deixou de entregar correspondências e material de campanha do PSDB em Minas Gerais.

“As alusões sobre participação de pessoas ligadas aos Correios em atividades político-partidárias jamais podem ser entendidas como atuação da empresa. A participação de algum profissional, como cidadão, nessa ou em outra atividade, fora do âmbito dos Correios e fora do seu expediente de trabalho, diz respeito à pessoa e não à empresa”, diz a nota.

“A referida reunião (com Durval Ângelo) de que trata a matéria (do “Estadão”) ocorreu no período noturno e fora dos Correios, e não utilizou qualquer recurso da instituição. Portanto, não diz respeito à empresa, afirma o comunicado.

Sindicato estuda ações

A Associação dos Profissionais dos Correios (ADCAP), que representa os servidores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), confirmou na noite desta quarta que vai entrar com alguma medida na Justiça contra o presidente dos Correios depois de um vídeo divulgado na internet que mostra o suposto uso da estrutura estatal em favor de candidatos do Partido dos Trabalhadores (PT). O presidente licenciado da associação, Luiz Alberto Menezes Barreto, afirmou que os advogados da ADCAP já estão trabalhando para decidir quais as medidas cabíveis nesse caso, mas ainda não revelou o que a associação pretende fazer. Também na noite desta quarta, a assessoria de imprensa do candidato ao governo de Minas Pimenta da Veiga (PSDB) enviou uma nota informando que apresentará no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um pedido para investigar o PT por improbidade administrativa. Além disso, os tucanos também adiantavam que a ADCAP tomaria a mesma medida.

Em entrevista ao Hoje em Dia, Pimenta revela as principais metas de seu Plano de Governo

Em entrevista, Pimenta destaca a modernização da infraestrutura e a dinamização da economia de Minas, como algumas das metas de governo.

Coligação Todos por Minas

Pimenta da Veiga quer dinamizar a economia de Minas

Fonte: Hoje em Dia

Em entrevista ao Hoje em Dia, o candidato da coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga (PSDB), revela as principais metas de sua proposta de governo, caso seja eleito. No plano social, ele garante que as prioridades serão a saúde, educação e segurança. Além da infraestrutura, a dinamização econômica de Minas também está no radar do tucano.

Em seu plano de governo, qual ponto o senhor considera o mais importante e por quê?

As principais bases do nosso plano de governo são a área social, com prioridade para saúde, educação e segurança pública; a modernização da infraestrutura urbana; e a dinamização da economia de Minas.

Além desses pontos, quais são as áreas prioritárias e como pretende desenvolvê-las?

Na educação, vamos levar o ensino integral a todas as escolas do Estado; aumentar as vagas e diversificar os cursos profissionalizantes; valorizar os professores por meio de promoção automática dos que concluírem mestrado ou doutorado e ainda oferecer condições para que optem pelo trabalho integral em uma só escola.

Na segurança, vamos aumentar o policiamento ostensivo e ampliar o efetivo das polícias Militar e Civil. Queremos avançar com os programas de prevenção à criminalidade e às drogas, como o Fica Vivo, pois o tráfico é a principal causa da violência.

Na saúde, vamos ampliar, reformar e construir 17 hospitais regionais, com objetivo de fortalecer o processo de regionalização da saúde. A intenção é fazer com que as pessoas tenham atendimento médico o mais próximo possível de suas casas. Para isso, vamos também implementar incentivos aos médicos que se fixarem nas pequenas cidades.

Na infraestrutura, vamos atacar o problema da mobilidade urbana. Primeiro, é preciso um transporte público de qualidade. O mais eficiente é o sistema sobre trilhos. Na Região Metropolitana, por exemplo, a solução é o metrô. Temos o compromisso de construir o Rodoanel Norte e também 22 contornos rodoviários ao redor de cidades de médio e grande porte, eliminando o tráfego pesado de caminhões e tornando o trânsito mais seguro na Região Metropolitana. E também vamos construir o Rodoanel Sul, ligando Betim à BR-040.

Como pretende trabalhar pelo desenvolvimento econômico e social das regiões de Minas?

Para fazer com que Minas dê um novo salto na economia, vamos aproveitar as potencialidades regionais e diversificar os empreendimentos. Além disso, vamos investir na infraestrutura e na logística, assim como reduzir a carga tributária, dentro da competência do governo estadual. Com isso, aumentamos as oportunidades, gerando mais empregos e atraindo mais recursos para a melhoria da qualidade de vida dos mineiros. Vamos manter todos os programas sociais, como o Travessia.

Entre 2002 e 2012, Minas reduziu a desigualdade social em 10,9%, um resultado melhor que a média do Brasil e do Sudeste. Mais de 3 milhões de mineiros foram beneficiados pelo Travessia em 309 municípios. O programa promove a inclusão social e produtiva da população em situação de pobreza e vulnerabilidade social, por meio de uma série de ações articuladas entre várias secretarias de Estado e órgãos da administração. Temos que ressaltar que o mineiro tem enorme capacidade empreendedora, sempre soube aproveitar as oportunidades de trabalho nas diferentes áreas e precisa ser cada vez mais incentivado a produzir.

Quais são os principais desafios que o novo governador enfrentará?

São vários porque administrar um estado com as dimensões de Minas, com suas diversidades e potencialidades, exige dedicação e trabalho. Reduzir, por exemplo, as diferenças sociais entre as nossas regiões vai exigir muito esforço e determinação porque o modelo econômico adotado pelo governo federal nos últimos anos aponta para momentos difíceis. Mas, da nossa parte, não faltará o empenho para que as regiões mais pobres, como o Norte, o Jequitinhonha e o Mucuri recebam mais investimentos que as regiões mais ricas. Queremos diminuir a distância social entre as regiões de Minas, sem deixar, no entanto, de criar alternativas para que as mais desenvolvidas não fiquem paradas no tempo.

A crise internacional persiste e compromete o crescimento econômico do Brasil. O que fazer para que Minas se expanda e sustente seus projetos de governo?

Não é só a crise internacional que preocupa, mas a política econômica do governo federal do PT que trouxe de volta a inflação com profunda recessão. O retorno da inflação significa prejuízo para todos, é vizinha da corrupção, impede o crescimento, o desenvolvimento de cidades e pessoas. Apesar disso, nos últimos anos, Minas cresceu mais do que a média nacional. A indústria mineira aumentou a sua parcela na economia do Estado, segundo o IBGE. Em 2002, o setor respondia por 27,5% da economia mineira e passou para 32,8% em 2011. Esse índice representa mais do que o crescimento da média nacional. Em 2002, a indústria no Brasil tinha participação de 27,1% e cresceu 0,4 ponto percentual em 2011, quando chegou a 27,5% na economia nacional.

O senhor se considera preparado para enfrentar um eventual cenário negativo, com perdas de arrecadação?

Me sinto extremamente preparado. Além da atração de investimentos, como já citei, vamos intensificar a parceria com a iniciativa privada. Minas é o estado com maior número deParcerias Público Privadas (PPP). Nos últimos seis anos, o Governo de Minas conseguiu atrair R$ 2,3 bilhões para projetos de PPP, e outros R$ 5 bilhões em projetos em licitação. Minas se tornou referência nacional e internacional quando se trata desse modelo, com reconhecimento pela revista britânica World Finance e pelo Banco Mundial.

Se eleito, que Estado o senhor deseja entregar?

Uma Minas onde todos tenham orgulho de dizer onde vivem. Meu maior compromisso é com os cidadãos. As ações do governo terão como objetivo principal promover o bem-estar das pessoas que devem ser contempladas com políticas públicas que tornem nosso Estado uma terra de oportunidades para todos.

Se eleito, qual será o perfil do seu secretariado?

Competência e espírito público. É o que buscaremos entre os homens e mulheres de bem para compor o nosso governo. Queremos fazer um governo moderno, com eficiência em gestão. Como somos apoiados por uma ampla coligação – que inclui 14 partidos, além de lideranças de outras legendas que ao longo da campanha, foram se juntando a nós – não precisaremos nos render a conchavos ou alianças espúrias para garantir governabilidade. O eleitor pode esperar de nós o compromisso com a ética e o interesse público em todas as nossas ações, o que começará já na montagem da equipe de governo.

Por que os mineiros devem votar no senhor?

A nossa candidatura é a mais preparada para governar Minas. Tenho percorrido diversas cidades para escutar as pessoas sobre seus principais sonhos e demandas. Ninguém pode governar bem um país, um estado, um município se não for ouvindo os destinatários das nossas ações. O que me credencia é a minha história pessoal e política, de quase 40 anos dedicados ao interesse público, que me ensinou que o foco de um governo deve ser a melhoria da vida das pessoas.

Aécio quer ser lembrado como o presidente da renegociação das dívidas dos estados

Aécio Neves lembrou que foi um dos propositores para o estabelecimento de um novo indexador para as dívidas dos estados, quando era governador de Minas Gerais.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Renegociação das dívidas dos estados é compromisso, diz Aécio

O candidato do PSDB à Presidência da RepúblicaAécio Neves, afirmou nessa quinta-feira (25) que se for eleito será o presidente da renegociação da dívida dos estados. Em entrevista a uma rádio gaúcha, o tucano lembrou que foi um dos propositores para o estabelecimento de um novo indexador para essas dívidas, quando ainda era governador de Minas Gerais. E criticou a forma como o governo da presidente Dilma Rousseff (PT) tratou essa questão, considerada por ele como crucial para os Estados equilibrarem as suas contas.

“A minha proposta, em primeiro lugar, é aprovar aquilo que está no Congresso Nacional e o governo do PT não permitiu que fosse aprovado. Falo da proposta de renegociação do indexador da dívida, que não pode continuar penalizando os Estados. Hoje, uma empresa amiga do poder vai ao BNDES e consegue um financiamento para os seus negócios em condições mais favoráveis do que os Estados têm para pagar sua dívida com a União”, argumentou.

O projeto de lei que estabelece novo indexador para as dívidas dos estados com a União está parado no Senado. Atualmente, as dívidas são corrigidas pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) mais juros de 6%, 7,5% ou 9% ao ano.

Com a aprovação do projeto, as dívidas serão corrigidas pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 4% ou a taxa Selic, o que for menor. O projeto também autoriza a União a conceder desconto sobre os saldos devedores dos contratos.

O projeto foi apresentado pelo Poder Executivo e começou a tramitar na Câmara no início de 2013, sendo aprovado em 23 de outubro. Na Câmara, foi alterado para prever descontos nos estoques das dívidas, equivalentes à diferença entre o saldo devedor existente em 1º de janeiro de 2013 e aquele apurado com a aplicação da variação acumulada da taxa Selic desde a assinatura dos respectivos contratos.

No dia 5 de fevereiro, líderes partidários chegaram ao um acordo para que as emendas apresentadas pelo senador Randolfe Rodrigues fossem analisadas nas comissões para depois a proposta ser analisada no plenário.

Desonerações

“E vamos aprovar um projeto de minha autoria que impede que as desonerações feitas pelo governo federal impactem nas receitas de Estados e municípios.”, disse o tucano. “Quando se dá um desconto, uma desoneração de IPI ou de Imposto de Renda para determinado setor da economia, você impacta nas receitas dos municípios e dos Estados, porque o Imposto de Renda constitui o Fundo de Participação”, completou, ao lembrar que o governo federal só poderá fazer desonerações sobre a parcela de receitas da União, caso seja aprovado seu projeto.

Programa de governo

Aécio Neves decidiu lançar a versão completa de seu programa de governo no começo da semana que vem, a última antes do 1º turno das eleições. Segundo Arnaldo Madeira, coordenador do programa, o documento será anunciado em uma entrevista coletiva no comitê central tucano em São Paulo, na segunda, 29, ou terça-feira, 30.

“O programa está pronto faz tempo, mas faltava editá-lo para a apresentação final”, diz Madeira. O candidato chegou a anunciar em agosto que apresentaria suas propostas no começo de setembro, mas mudou de ideia depois da repercussão negativa em torno do programa de Marina Silva (PSB).

Pimenta vai melhorar qualidade de vida para portadores de deficiência

Em encontro com Anna Paola Frade, esposa de Pimenta, representantes levaram sugestões de políticas para melhoria da acessibilidade.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45

Pessoas com deficiência se unem a Pimenta da Veiga na luta por mais inclusão e qualidade de vida

Em encontro com Anna Paola Frade, esposa do candidato a governador, representantes levaram sugestões de políticas para melhoria da acessibilidade

A busca por inclusão e melhor qualidade de vida marcou o encontro realizado nesta segunda-feira (22/09), em Belo Horizonte, que reuniu dezenas de pessoas com deficiência, seus familiares e representantes de diversos segmentos de entidades que prestam apoio às pessoas deficientes. Presidido por Anna Paola Frade, esposa do candidato a governador Pimenta da Veiga, o evento teve como objetivo incluir no Plano de Governo a participação efetiva das pessoas com deficiência, que também declararam total apoio às candidaturas da Coligação Todos por Minas.

“Hoje me sinto realizada. Foi um dia tão importante, porque reunimos aqui no Comitê do Pimenta da Veiga, candidato ao Governo de Minas, meu marido, um grupo significativo de entidades que representam pessoas com deficiência. Foi emocionante e eu me comprometo a lutar ao lado dessas pessoas maravilhosas, que merecem oportunidades na vida como todos nós”, afirmou Anna Paola.

Ao lado do vereador de Belo Horizonte Leonardo Mattos, Anna Paola Frade transmitiu o compromisso firme de Pimenta da Veiga de incluir as pessoas com deficiência em sua equipe de governo, se eleito, com objetivo de desenvolver políticas públicas de acessibilidade ainda mais inclusivas. Ela ainda garantiu sua participação direta para assegurar os benefícios.

Pimenta da Veiga terá um olhar atencioso a esse segmento e as políticas para pessoas com deficiência terão peso em seu governo, porque haverá uma mulher brigando por essa classe junto a ele no governo. Fiquei muito sensibilizada quando esses grupos todos declararam apoio ao melhor candidato que Minas tem”, disse emocionada.

A meta de Pimenta da Veiga é assegurar que as pessoas com deficiência recebam em sua gestão atenção especial, conforme determina a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência e a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Se eleito, o candidato quer garantir atendimento adequado às pessoas com deficiência, incluindo autismo, independentemente da idade.

Políticas garantidas

No encontro, foram discutidas a implantação da educação inclusiva e bilíngue para surdos (LIBRAS – português), a partir da educação infantil, de forma coerente, qualificando a escola comum com capacitação dos profissionais da educação, necessidade de acesso aos espaços físicos e aquisição de tecnologias assistivas adequadas. Outro ponto discutido foi quanto à oferta de transporte escolar adequado às necessidades das pessoas com deficiência, incluindo autismo.

Além disso, Pimenta da Veiga se compromete a divulgar e incentivar a Lei Federal Nº 8.213, de 1991, com os objetivos de fiscalizar seu cumprimento e de reverter os valores das multas para um fundo que promova a qualificação das pessoas com deficiência, incluindo autismo, para o mercado de trabalho.

Militante do movimento de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, Leonardo Mattos defendeu o apoio a Pimenta da Veiga ao Governo de Minas e de Anastasia ao Senado, principalmente pelo engajamento dos dois na busca pelas melhorias ao segmento. Para o vereador, a inclusão das pessoas com deficiência no desenvolvimento das propostas é o grande diferencial desta campanha.

“Pimenta da Veiga nos acolhe, nos recebe, pronto para nos ouvir. Isso é um sinal de que nós, pessoas com deficiência, estaremos no centro das decisões do governo. As políticas são sempre tratadas distantes de nós. Agora, Pimenta diz: ‘as políticas serão com vocês’. Portanto, isso motivou todas as pessoas com deficiência, profissionais, familiares, a fazer uma grande corrente em defesa do ingresso das pessoas com deficiência, definitivamente, no Governo de Minas. Nós seremos um exemplo para o Brasil. Os deficientes, tratando das políticas para os deficientes”, comemorou.

Pimenta vai investir em tecnologia para combater a criminalidade

Uma das prioridades de Pimenta da Veiga será a segurança. Minas é o Estado que mais investe nessa área, com R$ 47,1 bilhões, desde 2003.

Eleições 2014

Fonte: Pimenta 45 

Pimenta da Veiga vai combater a criminalidade com investimentos e tecnologia

Pimenta da Veiga estabeleceu, como uma das prioridades do seu governo, continuar investindo em segurançaMinas é, hoje, o Estado que mais investe nessa área, com R$ 47,1 bilhões, desde 2003. “Primeiro, nós vamos equipar a polícia com o que houver de mais moderno. Segundo, nós vamos aumentar o policiamento ostensivo. Tudo embasado em uma ideia, que é a tolerância zero com a bandidagem”, afirmou.

Pimenta da Veiga definiu algumas propostas fundamentais para a área de segurança. Vão ser mais 15 mil policiais nas ruas. O Programa Olho Vivo vai ser expandido para outros 30 municípios e 1.200 câmeras vão ser adquiridas. O Fica Vivo vai estar presente nas 50 cidades mais populosas do Estado.

No governo de Pimenta, o enfrentamento à violência, em todo o Estado, vai aliar ações nas áreas de educação e segurança pública. “É um conjunto de ações. Vamos enfatizar a educação no ensino integral, para que os jovens fiquem o máximo de tempo na escola. Depois, vamos ter uma grande presença no policiamento ostensivo e no uso da tecnologia para a polícia”, disse Pimenta.

Minas tem, hoje, a 2ª menor taxa de homicídios da região Sudeste. O programa Olho Vivo reduziu, entre 30% e 40%, o número de roubos nas áreas onde foi instalado. Já o Fica Vivo diminuiu em 50% os homicídios nas cidades que aderiram ao projeto. Outras ações de destaque em Minas são o crescimento do Disque-denúncia, a expansão das vagas no sistema prisional e a valorização dos policiais.

Pimenta também acredita que o combate às drogas têm um papel fundamental na redução da criminalidade. E a maior integração das polícias, com as informações e os serviços de inteligência compartilhados, vão fazer com que Minas continue a ser um dos Estados mais seguros do Brasil.

Santa Casa será ampliada no governo de Pimenta da Veiga

Pimenta voltou a alertar a população sobre a omissão e o descaso do governo federal que não deu a devida atenção ao setor em Minas.

Coligação Todos por Minas

Fonte: Pimenta 45 

Pimenta da Veiga garante ampliação de parceria do Governo do Estado com a Santa Casa

Candidato diz que vai fortalecer regionalização da saúde em Minas e volta a demonstrar perplexidade com escândalos de corrupção envolvendo o PT

Ao reiterar seus compromissos em relação à rede estadual de saúde, o candidato a governador pela Coligação Todos por MinasPimenta da Veiga, voltou a alertar a população sobre a omissão e o descaso do governo federal que, nos últimos anos, não deu a devida atenção ao setor em Minas Gerais, “não construindo nenhum hospital” no Estado. Segundo ele, o Governo do Estado tem feito enormes esforços ao assumir toda a responsabilidade pelos investimentos no sistema de saúde em Minas. Durante encontro com dirigentes da Santa Casa de Belo Horizonte, nesta segunda-feira (08/09), Pimenta voltou a destacar a regionalização da assistência à saúde como sua grande proposta para o setor.

“O esforço do Governo do Estado é muito grande porque o governo federal, nos últimos anos, não fez um hospital sequer em Minas. Portanto, a responsabilidade ficou toda com o Estado, que tem cumprido esse papel. O sistema de saúde que está implantado em Minas é uma rede regionalizada, já existem hospitais prontos, existem vários em construção e alguns em fase de projeto. Vamos concluir todos eles, equipá-los e colocá-los em funcionamento nas melhores condições. É um sistema muito bom, que vamos levar avante, para cada vez mais melhorar a saúde do cidadão”, garantiu Pimenta.

Durante a reunião, o candidato recebeu uma carta de reivindicações dos médicos da instituição e ressaltou que vai reforçar as parcerias com a Santa Casa. “A saúde de Minasdeve muito à Santa Casa pelo atendimento que faz, com mais de mil leitos ofertados. Teremos no meu governo, sendo eleito, uma parceria constante com a Santa Casa, com convênios que vamos fazer e dando seguimento aos que já foram firmados. Este ano a instituição receberá quantia expressiva do Estado, estabelecendo novos pontos de parceria, como, por exemplo, financiamentos pelo BDMG para investimentos e custeio”, disse.

O provedor interino da Santa Casa, Porfírio Andrade, também destacou a importância da parceria com o Estado. “Fizemos um acordo com o Governo do Estado, que irá repassar recursos para manter a maternidade da Santa Casa em funcionamento. Ela existe há quase 100 anos e queremos continuar prestando um bom serviço aos mineiros. Os bancos de fomento, que têm taxas de juros de longo prazo e mais baixas, nos permitem fazer investimentos com um custo menor. Apresentamos um documento de demandas aos candidatos porque queremos ter uma parceria maior com o Estado”, disse Porfírio.

Governo de Minas vai disponibilizar, este ano, até R$ 4 milhões para que a Santa Casa de Belo Horizonte faça as obras de adequação na Maternidade Hilda Brandão. O Estado também disponibilizará mais R$ 5 milhões como incentivo financeiro destinado ao custeio da instituição. Somente em 2014, o Governo de Minas já repassou à Santa Casa da Capital R$ 3,7 milhões, por meio do Pro-Hosp. Entre 2003 e 2013 foram, no total, R$ 48,7 milhões repassados pelo programa. Além disso, mais R$ 788 mil foram destinados à instituição, desde 2003, por meio de outros convênios com o Estado.

Foco nas propostas

Em relação à campanha eleitoral, Pimenta reafirmou seu compromisso com a apresentação de propostas e o debate de ideias. “Vamos continuar apresentando as nossas propostas e vamos, também, fazer uma ação política. Do mesmo modo que o candidato adversário, do PT – que curiosamente não exibe seu partido, não exibe suas companhias –, está contestando nossas ações administrativas sem nenhuma base, vamos agir politicamente mostrando quais são as suas companhias, quais são as omissões do governo federal em relação a Minas. Vamos ajudar o mineiro a refletir sobre os fatos”, ressaltou.

Após o encontro, Pimenta voltou a expressar sua perplexidade com relação ao escândalo da Petrobras. “Não me lembro de ter visto um caso de corrupção mais escandaloso. Envolve, segundo a imprensa está dizendo, um número próximo a R$ 10 bilhões para financiar apoio ao PT no Congresso Nacional. Esses fatos precisam ser investigados. Essa investigação tem que ir a fundo. Aqui não fala o candidato, fala o cidadão”, frisou. Recente denúncia revelada pela revista Veja apontou integrantes do governo da presidente Dilma Rousseff e outros aliados do PT – partido do candidato ao Governo do Estado e ex-ministro, Fernando Pimentel – como beneficiários do esquema de corrupção.

Pimenta afirma que adversário do PT é o ‘ministro do atraso’

Pimenta da Veiga: “O que desenvolve o país é a economia. Não adianta prometer diversos programas sociais, se a economia não vai bem”.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Pimenta eleva o tom e classifica adversário de ‘ministro do atraso’

Ana Luiza Faria

O candidato ao governo de Minas pela coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga(PSDB), questionou nessa terça-feira (02) a capacidade de seu adversário Fernando Pimentel(PT), da coligação “Minas pra Você”, de garantir o desenvolvimento econômico e social do Estado. “O meu adversário anda dizendo que vai desenvolver o Estado, mas eu fico pensando como ele fará isso. Ele ocupou o cargo de ministro do Desenvolvimento, e o Brasil está em recessão. Como que vai desenvolver? Alguém que, como ministro do Desenvolvimento, foi na verdade o Ministro do atraso”, alfinetou.

Para Pimenta, o que desenvolve o país é a economia. De acordo com o candidato, não adianta prometer diversos programas sociais, pois se a economia não vai bem não dá para fazer nada. “Não adianta ter a melhor das intenções na parte social se não tem dinheiro. Não tem como fazer. Portanto, o resultado da economia deve ser bem distribuído”, argumentou.

O candidato do PSDB criticou a posição adotada pelo governo do PT em relação àsParcerias Público-Privadas (PPPs) nos primeiros dez anos de gestão petista. “O aprendizado do PT custou muito caro ao Brasil. Levaram uma década acusando a nós, do PSDB, que tínhamos privatizado estradas, que isso foi criminoso. Agora, a partir do ano passado, começaram a privatizar”, afirmou.

Segundo Pimenta, nesse período o “mundo inteiro” queria investir no Brasil, mas era “proibido”. Agora, de acordo com o ele, esses possíveis investidores perderam a expectativa no país.

Em encontro nessa terça com representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg), Pimenta da Veiga afirmou que independentemente de como for definida a sucessão presidencial, caso eleito não aceitará o “abandono, a omissão e o desinteresse” que o governo do PT teve com Minas Gerais. “Minas terá uma ação política muito profunda e bem articulada”, disse.

O tucano prometeu que todas as obras e projetos estaduais iniciados no Estado serão concluídos, e que todos os serviços serão mantidos. “Não vamos paralisar nada. Fico horrorizado ao viajar pelo Brasil e constatar obras de rodovias, ferrovias e portos inacabadas. Isso é desperdício de dinheiro público. Isso é inadmissível”.

Agropecuária

De acordo com Pimenta da Veiga é preciso “reverenciar” o produtor agropecuário, que representa um setor fundamental na economia do Estado. “Os empregos gerados pelo setor são fundamentais e sustentam milhões de mineiros, e os produtos compõem de forma significativa a nossa pauta de exportações, por isso, o governo estadual deve dar à agropecuária toda a sua atenção”, pontuou.

Órgãos reguladores têm que entender a produção rural’

Pimenta da Veiga enfatizou em seu discurso a questão da agilidade das concessões de licenças ambientais. Ele afirmou que as empresas que regulam o meio ambiente “precisam compreender a importância da produção rural”.

“É preciso estabelecer regras que sejam, em primeiro lugar, simples, para serem eficientes, e rápidas. Então, não pode? Negue. Pode, autorize logo”, explicou.

Segundo Pimenta da Veiga, os produtores rurais devem estar intimamente ligados à questão do meio ambiente. De acordo com o tucano, ninguém depende mais do meio ambiente do que o produtor rural, cujo trabalho depende da terra, do clima e da água.

Em relação à indenização dos produtores rurais que tiveram áreas cedidas para unidades de conservação e ainda não foram indenizados, Pimenta garantiu que agilizará todos os processos. “Os parques deviam ser criados, era importante para a preservação de bens naturais. Agora, não é o proprietário que tem de ser vítima disso. Ao contrário, tem de receber. Nós vamos agilizar os processos”, afirmou.

Tucano destaca investimento em ferrovias

Em pronunciamento na Faemg, Pimenta da Veiga anunciou que ampliará as ferrovias e melhorará as rodovias do Estado. “O governo federal atrasou a definição do processo ferroviário brasileiro. Se é com participação de capitais privados, vamos fazer logo. Minas precisa de mais ferrovias. Precisamos construí-las”, afirmou.

Para resolver o problema da malha rodoviária, o candidato do PSDB propõe uma parceira com a União. “Temos 30 mil quilômetros de rodovias que precisam estar em boas condições, e por isso nós queremos estudar parcerias com o governo federal para cuidar das rodovias federais”, afirmou.

De acordo com o tucano, essas iniciativas irão melhorar a logística para o comércio dos produtos agrícolas. “A questão da logística é essencial, porque não há como o produtor rural atender aos seus mercados se o Estado não tiver malhas rodoviária e ferroviária cada vez melhores, porque os volumes da produção do campo são muito grandes”.

Educação

Pimenta destacou a importância em investimentos na educação para o desenvolvimento tecnológico do setor agropecuário. “A minha principal tarefa é desenvolver a educação no seu sentido amplo: ciência, tecnologia e cultura”, afirmou. Segundo o candidato do PSDB, sua intenção é ver Minas como o Estado da inovação. “Para mim, inovação é isso, é desenvolvimento da tecnologia. E isso só é possível com educação de qualidade”, disse.

Pimenta declarou apoio ao sistema produtivo rural do Estado destacando a redução da burocracia, e parceira nas questões de crédito e questões tributárias e fiscais.