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Programa criado por governo tucano em MG é premiado pela Nações Unidas

Programa Travessia implementou o diagnóstico e a intervenção do Estado para superação da pobreza. A experiência de Minas foi pioneira no mundo e serviu de inspiração para outros países.

Em 2013, o Estado passou a compor, como único ente subnacional, uma rede mundial (Multidimensional Poverty Peer Network) que reúne mais de 40 países, em todos os continentes.

Fonte: PSDB

Programa criado por governo tucano em MG é premiado pela Nações Unidas

A experiência de Minas foi pioneira no mundo e serviu de inspiração para outros países. Reprodução.

Trabalho baseado em programa implantado no governo Antonio Anastasia é premiado pelas Nações Unidas

Tratar ações de superação da pobreza não apenas sob o ponto de vista da renda, mas de uma série de fatores que envolvem acesso às políticas públicas como educação, saúde, saneamento e infraestrutura. Foi com esse olhar que o Travessia, programa de diagnóstico e de intervenção do Estado para superação da pobreza, foi desenvolvido durante o governo de Antonio Anastasia (PSDB) em Minas Gerais. A experiência exitosa serviu de inspiração para o projeto vencedor do primeiro lugar na categoria ‘Municípios’ do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, organizado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

O trabalho premiado, de autoria de Antônio Claret e Samanta Natenzon, propõe uma análise da pobreza não apenas com ausência de renda, mas a partir de suas múltiplas dimensões. A metodologia do IPM (Índice de Pobreza Multidimensional) foi utilizada como base do Projeto Porta a Porta – fase de diagnóstico do Programa Travessia – do Governo de Minas entre 2011 e 2014. Antônio Claret participou da equipe de assessoria especial do governador que coordenou a adoção do IPM no Estado.

A experiência de Minas foi pioneira no mundo e serviu de inspiração para outros países. Em 2013, o Estado passou a compor, como único ente subnacional, uma rede mundial (Multidimensional Poverty Peer Network) que reúne mais de 40 países, em todos os continentes, comprometidos com a adoção da concepção de pobreza multidimensional.

No próximo mês, a Assembleia Geral das Nações Unidas estará reunida para definir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), pacto que substituirá os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). “A expectativa é pela adoção do IPM como o principal indicador de pobreza até 2030”, afirma Claret.

“O trabalho realizado pela equipe do programa Travessia foi destaque e exemplo. Conseguimos resultados muito positivos, inclusive com a conquista antecipada de 7 dos 8 objetivos do Milênio da ONU. Ao Claret e à Samanta levo minha saudação e parabéns pelo prêmio, fruto de muita dedicação e de suas capacidades”, afirmou Anastasia.

O prêmio Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil recebeu cerca de 100 artigos, que foram avaliados por uma comissão julgadora formada por nove especialistas de seis instituições do país. Além do PNUD, participaram da comissão representantes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), da Fundação João Pinheiro, da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ligado ao Ministério da Educação.

A expectativa dos organizadores é lançar um livro especial, no final de 2015, com os principais trabalhos premiados, junto com a cerimônia de premiação.

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Choque de Gestão: Aécio é destaque na The Economist

Choque de Gestão: gestão eficiente é referência. “Remédio de Minas’ poderia fazer bem ao Brasil”, destacou revista britânica.

Fonte: PSDB

Gestão de Aécio Neves em MG é destaque na revista inglesa The Economist

Brasília – A revista inglesa The Economist deu destaque, em reportagem publicada no portal, nesta quinta-feira (21), à excelência na gestão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à frente do governo de Minas Gerais durante os dois mandatos consecutivos (2003 e 2010). A publicação relata que Aécio herdou o estado “próximo da falência” e que, com o Choque de Gestão e demais programas de austeridade, transformou Minas no estado mais bem gerido do país, segundo executivos brasileiros consultados em uma pesquisa da consultoria Macroplan. E enfatiza: “uma dose do ‘remédio de Minas’ poderia fazer bem ao Brasil.”

 The Economist reitera como um dos atos mais importantes da gestão do tucano a redução dos custos do governo com a manutenção da máquina administrativa. Como governador, Aécio Neves teve papel fundamental na redução do número de secretarias estaduais de 21 para 15, diminuiu o próprio salário em 45% e deixou de preencher três mil cargos de confiança – “ao invés de seguir a tradicional tática de distribuí-los como uma forma de recompensar aliados”, diz a publicação.

A matéria constata que Minas Gerais teve, sob o comando do parlamentar, uma queda na pobreza superior à detectada no restante do país. A população, descreve a reportagem, “acostumou-se a saber que merece bons serviços como retorno pelos impostos pagos”.

A eleição em 2010 de Antonio Anastasia, vice de Aécio, é citada como um outro resultado da gestão positiva do senador: “Anastasia foi eleito governador com aproximadamente o dobro de votos recebidos pelo segundo candidato na disputa, que já estava na política havia um quarto de século”.

Leia AQUI a reportagem da The Economist

Governo de Minas cria o Museu da Cachaça

Gestão Anastasia: Governo de Minas e Prefeitura de Salinas inauguram o Museu da Cachaça

Museu está instalado em um terreno de 13.120m², entre área construída, área expositiva, espaço de convivência e espaços administrativos

Wellington Pedro/Imprensa MG
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Museu mostra a cachaça artesanal em seu aspecto produtivo e sociocultural

Divulgação/Secretaria de Cultura
Museu da Cachaça mostra uma visão antropológica e sociocultural da bebida tipicamente mineira
Museu da Cachaça mostra uma visão antropológica e sociocultural da bebida tipicamente mineira

O Governo de Minas e a Prefeitura de Salinas inauguram nesta quinta-feira (20), às 10h, na cidade de Salinas, Norte de Minas, um novo espaço cultural. Trata-se do Museu da Cachaça, cuja implantação irá oferecer à população um equipamento cultural completo. Os ambientes foram criados com base em dois conceitos. O primeiro é o socioeconômico, no qual a cachaça artesanal está retratada em aspectos de produção, circulação e consumo, gerando uma visão antropológica do produto. O segundo é sociocultural, que mostra o significado da bebida como fruto do imaginário coletivo, unindo grupos sociais por meio de seu uso. O museu fica na avenida Antônio Carlos, nº 1.250 – Salinas / MG.

O Museu da Cachaça, inicialmente, será administrado pelaUnimontes, por meio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino Superior do Norte de Minas (Fadenor). Entre suas propostas de atuação estão a difusão do conhecimento sobre a produção da cachaça como bem patrimonial da comunidade local e do Estado, assim como a promoção e a preservação de todo o patrimônio da cadeia produtiva desse artigo genuinamente brasileiro.

Além disso, serão promovidas ações educativas para o público escolar e a comunidade em geral sobre o consumo responsável da bebida, os processos de produção e de circulação. Também o setor turístico será valorizado ao atrair público variado para a cidade: empresarial, pedagógico, cultural, local, regional, nacional e internacional.

Para a secretária de Estado de Cultura, Eliane Parreiras, o potencial de Minas Gerais para produzir cachaça já é fato conhecido no país e no mundo. Historicamente, a cachaça é produto símbolo do Brasil e carrega em si histórias, folclores e cultura. “O Norte de Minas é uma das regiões que melhor representa a riqueza e a diversidade cultural do Estado, com a produção de manifestações artístico-culturais únicas, que servem inclusive como referência cultural da região, como o artesanato, a música, as artes visuais e a gastronomia”, aponta a secretária.

“Nesse sentido, o Museu da Cachaça terá o importante papel de atuar como polo cultural convergente do Norte do Estado, promovendo ações de preservação, valorização e democratização de acesso ao patrimônio cultural da região e servindo como ponto de encontro e de disseminação da produção cultural local. Ele terá, ainda, o importante papel de referência da rica gastronomia do Norte de Minas, com ênfase na cachaça”, observa Eliane.

Orgulho regional

Tendo como base a concepção moderna dos museus estruturados como veículos de afirmação cultural, o Museu da Cachaça valoriza o símbolo e o orgulho da região. O setor gera cerca de 240 mil empregos no Estado, sendo que a maior parte da produção mineira se concentra nas regiões Norte e nos Vales do Jequitinhonha e do Rio Doce.

Para o prefeito de Salinas, José Antônio Prates, o Museu da Cachaça vem completar um ciclo, talvez o mais lúcido e significativo, de reconhecimento e expressão da identidade local, uma vez que valoriza a alma criativa de Salinas na vasta diversidade dos municípios brasileiros.

“Do ponto de vista da nossa economia, o Museu vem completar e compor, de forma singular, um conjunto de equipamentos turísticos, cujo combustível foi e será a engenhosa capacidade do povo de Salinas de criar um produto reconhecido e desejado em todo o Brasil e em diversos países. Além disso, o prédio onde o Museu está instalado é uma obra arquitetônica belíssima, audaciosa, que enobrece o conjunto de nossa cidade, verdadeiro paradigma que nos destaca em um patamar elevado no conceito das cidades brasileiras”, diz o prefeito.

Novidade do Museu da Cachaça

O projeto do Museu da Cachaça traz como novidade a implantação do ‘Núcleo de Imagem Projetada’ (NIP), que pretende ser um local de introdução formativa na tecnologia digital para jovens e adultos.

Segundo o Superintendente de Museus e Artes Visuais da Secretaria de Estado de Cultura, Léo Bahia, a produção multimídia gerada em oficinas, que devem problematizar os conceitos em torno da cachaça, deverá ser transformada em conteúdo de exposição de forma que a população tenha o espaço do museu como um ponto de referência para a discussão da vida cotidiana em torno do produto que gera o reconhecimento internacional da cidade.

O museu também poderá ser usado para rodadas de negócios, festivais, exposições e ações formativas com as escolas e com as comunidades.

Os espaços do Museu da Cachaça

Situado no Norte de Minas Gerais, o Museu da Cachaça nasce como o mais importante aparelho cultural da região. Não se trata apenas de um museu, mas de um grande centro cultural e de convivência.

O espaço está instalado em um terreno de 13.120m², sendo 2.200 m² de área construída, 1.250m² de área expositiva, 2.500m² de espaço de convivência e 950m² de espaços administrativos. A proposta museológica está distribuída entre as nove salas – Hall de Entrada, Sala dos Canaviais, Sala das Garrafas, Sala do Engenho, Sala do Moinho, Sala do Aroma, Sala Multiuso, Sala de Terra Batida, Sala de Depoimentos.

A arquiteta Jô Vasconcellos, responsável pelo projeto do Museu da Cachaça, teve ajuda de museógrafos para pensar o espaço, elaborado com base nas características do acervo do museu e da cidade de Salinas.

“Pela primeira vez elaborei um projeto que reunisse a arquitetura e a museologia, pois contei com a colaboração de profissionais atuantes na área de museus. Juntos, tomamos o cuidado de projetar a tipologia e tecnologia do Museu da Cachaça levando em consideração as peculiaridades locais, como o clima quente, elaborei também um espaço dedicado à degustação de cachaças. A edificação aliada à museografia contempla em suas salas todo o ciclo histórico, produtivo e distributivo da bebida. Outro objetivo foi o de criar um espaço que fosse um referencial de urbanidade na cidade, com preocupação educativa e social, como por exemplo, a praça aberta utilizada para o ensino de trabalhos manuais a crianças”, explica a arquiteta.

A terra da cachaça

O município de Salinas é conhecido como centro na produção da melhor cachaça do mundo. A bebida começou a ser produzida no município com a chegada dos primeiros fazendeiros à região, vindos para exercer a atividade da pecuária. Elaborada sob alto padrão de qualidade, em pequena escala de produção desde 1946, por Anísio Santiago (1912-2002) a marca Havana consolidou Salinas como a “terra da cachaça”.

A cana utilizada para fabricação da Havana é a Java, plantada em pequenos talhões. Alguns deles têm a mesma idade do início da atividade na fazenda onde se produz a Havana, o que significa que há mais de 50 anos eles não sofrem modificação genética. Portanto, o manejo deve ser por metodologia rigorosa no que se refere à qualidade, cumprindo determinações do dono da marca, Anísio Santiago. Em 10 de julho de 2006, a Havana foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Salinas, por meio do decreto número 3.728.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/governo-de-minas-e-prefeitura-de-salinas-inauguram-o-museu-da-cachaca/

Anastasia gera emprego e renda em Uberlândia

Anastasia: Governador assina protocolos com a Ambev e com a Geoclico para a implantação de duas unidades industriais em Uberlândia.

Anastasia: Investimentos em Uberlândia

Fonte: Agência Minas

Novas fábricas levam investimentos de R$ 580 milhões e geram 500 empregos em Uberlândia

“Hoje, Minas é referência no Brasil, é referência para os principais organismos internacionais, de gestão eficiente, com planejamento, com metas claras a serem alcanças, que possibilita os reais avanços sociais”, afirmou o senador Aécio Neves

 Anastasia gera emprego e renda em Uberlândia

Anastasia: Governador assina protocolos com a Ambev e com a Geoclico para a implantação de duas unidades industriais em Uberlândia.

O governador Antonio Anastasia assinou, nesta quinta-feira (13), em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, dois protocolos de intenções para investimentos de R$ 580 milhões, que deverão gerar 500 empregos diretos no município.

Um dos protocolos de intenções foi assinado com a Companhia de Bebidas das Américas (Ambev), que investirá R$ 550 milhões na implantação de unidade industrial para produção de 800 milhões de litros de cerveja por ano, com geração de 400 empregos diretos. A indústria será instalada em uma área de 150 hectares e começará a operar em janeiro de 2014.

Outro protocolo foi assinado com a empresa Geociclo, que está investindo R$ 30 milhões na implantação da unidade industrial Monte Alegre, que vai produzir fertilizantes organominerais. Serão gerados 100 empregos diretos.

Antonio Anastasia ressaltou que a atração desses dois empreendimentos está inserida na política do governo de atrair para Minas empreendimentos com potencial para geração de emprego de qualidade e renda, além de diversificar a economia do Estado. Ele afirmou estar “buscando para Minas Geraisempresas que tenham valor tecnológico nas suas ações, que sejam empreendedoras, que tenham criatividade nas suas ações e preocupação com o meio ambiente”, destacando a logística privilegiada e a qualidade do capital humano de Uberlândia.

O diretor regional da Ambev, Gustavo Assumpção, destacou a relação da empresa com Minas Gerais, onde estão instaladas oito unidades da empresa, sendo três fábricas e cinco centros de distribuição, que empregam mais de 2.500 funcionários diretos e geram mais de 120 mil empregos na cadeia produtiva como um todo no setor de cerveja. “Este governo tem nos desafiado a buscar o melhor de nós, superando as adversidades e transformando grandes expectativas em realidade como estamos fazendo aqui hoje”, ressaltou.

O diretor-presidente da Geociclo, Olavo Monteiro de Carvalho, destacou o capital humano empregado na unidade industrial, que já está em fase de implantação. “Temos jovens talentos de Uberlândia trabalhando ativamente na nossa indústria. Essa tecnologia existe há muito tempo, mas nunca ninguém fez a compostagem em alta escala e esses jovens cientistas conseguiram. Uberlândia terá a maior fábrica de produção de fertilizantes orgânicos minerais do mundo”, afirmou o diretor-presidente da Geociclo.

Durante a solenidade, foi inaugurada placa marcando o início da produção na unidade da Geociclo (primeira fase), que começou a ser construída em março deste ano e tem previsão de conclusão para abril de 2013. Nessa etapa, a capacidade de produção será de 23 mil toneladas de fertilizantes organominerais. A capacidade máxima de produção prevista é de 47 mil toneladas.

O prefeito de Uberlândia, Odelmo Leão, destacou a parceria do Governo de Minas com a administração municipal para a atração de indústrias para a cidade. “O Governo do Estado tem uma participação fundamental no desenvolvimento de Uberlândia, com ações diretas para trazer para nosso município empresas que geram empregos e renda para a população”, disse o prefeito.

O senador Aécio Neves, presente à solenidade, disse que a gestão pública eficiente é uma das responsáveis pelo interesse do setor privado em investir no Estado. “Hoje, Minas é referência no Brasil, é referência para os principais organismos internacionais, de gestão eficiente, com planejamento, com metas claras a serem alcanças, que possibilita os reais avanços sociais”, afirmou o senador.

Anastasia: Investimentos em Uberlândia – Link da matéria: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/novas-fabricas-levam-investimentos-de-r-580-milhoes-e-geram-500-empregos-em-uberlandia/

Governo de Minas: Gestão Sustentável reduz impressão de documentos

Governo de Minas: Governo sem Papel tem objetivo de substituir a utilização de papeis por documentos eletrônicos nos processos de governo.

Governo de Minas: Gestão Eficiente

Fonte: Agência Minas

Iniciativa tem o objetivo de substituir a utilização de papeis por documentos eletrônicos; projeto piloto será realizado na secretarias de Planejamento e Gestão e da Fazenda

A partir de 1º de setembro, as secretarias de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e da Fazenda (SEF) não vão mais imprimir todos os documentos gerados durante a execução orçamentária e financeira das despesas (empenho, liquidação e ordem de pagamento bancária), que foram originalmente produzidos em formato digital. Os referidos documentos – também com assinatura digital – estarão disponíveis para consulta na forma eletrônica, no Sistema Integrado de Administração Financeira de Minas Gerais (Siafi-MG).

A medida faz parte do projeto Governo Sem Papel – Controle Digital, que tem o objetivo de substituir a utilização de papeis por documentos eletrônicos nos processos de governo. A iniciativa está amparada pela deliberação da Câmara de Coordenação Geral, Planejamento, Gestão e Finanças da Seplag, publicada em 24 de julho deste ano. Esta primeira etapa consiste em um projeto-piloto, que deverá ser estendido aos demais órgãos do Governo de Minas, a partir de janeiro de 2013.

Mudança de paradigma

O coordenador de Projetos do Núcleo Central de Inovação e Modernização Institucional (NCIM) da Subsecretaria de Gestão da Estratégia Governamental da Seplag, Robson Campos, explica que essa é uma iniciativa sustentável que, ao mesmo tempo, trará redução de custos para o Governo. Segundo informou, a impressão dos documentos de execução orçamentária e financeira por diversos órgãos do Governo chega a cerca de 4 milhões de cópias por ano, com um custo de R$ 200 mil.

“Este é o primeiro passo de um longo processo, no qual as pessoas irão se conscientizando da necessidade de suprimir a impressão de documentos cujo original foi criado e assinado de forma eletrônica. É uma mudança de paradigma, com benefícios como otimização do tempo dos operadores para imprimir, anexar e carimbar documentos”, explica.

Robson Campos cita também a redução de custos indiretos como transporte e arquivamento de documentos, entre outros. “Vamos monitorar esse processo até dezembro com a ajuda das equipes da Seplag e da SEF e fazer os ajustes necessários, pois a ideia será ampliar para todo o Estado”, explicou.

O Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG) não exigirá mais estes documentos em papel das secretarias, quando da realização de auditorias, passando a realizar as consultas também na forma eletrônica, por meio do Siafi. Isto porque a iniciativa está alinhada ao projeto denominado Controle sem Papel do TCE, cujo objetivo é, entre outros, reduzir o volume de documentos impressos. Foi realizada uma capacitação e desenvolvido um tutorial específico para que os auditores possam realizar as consultas dos documentos de maneira eletrônica.

Robson Campos argumenta que desde 2003, quando teve início o Primeiro Choque de Gestão, “o Governo de Minas vem trilhando um caminho cujas mudanças são grandes e inevitáveis”. Dentre elas, Campos cita a criação, em 2007, do Projeto Estruturador Descomplicar, hoje “Programa Descomplicar – Minas Inova”. A iniciativa do Governo Sem Papel faz parte deste programa. O desafio, desde então, é ser um ponto de referência, análise e reflexão sobre a realidade mineira – especialmente nas áreas de desburocratização e inovação. “O Descomplicar foi concebido para facilitar e simplificar efetivamente as relações do Estado com as empresas, os cidadãos, e o próprio Estado”, completa.

Gestão Anastasia: Gestão Eficiente – Link da matéria: http://antonioanastasia.wordpress.com/2012/08/28/gestao-anastasia-projeto-governo-sem-papel-tera-inicio-em-setembro/

Gestão Anastasia: Minas atrai trabalhadores estrangeiros

Gestão Anastasia: reportagem destaca Minas como local de boas oportunidades para imigrantes

Gestão Anastasia: Governo de Minas

Fonte: Agência Minas

Segundo o jornal Hoje em Dia, só nos primeiros seis meses deste ano, 1.338 autorizações de trabalho foram concedidas para estrangeiros

Minas Gerais é o quarto estado mais procurado por estrangeiros em busca de emprego, o motivo da escolha do local é a estabilidade oferecida no Estado, segundo afirmou uma reportagem do jornal Hoje em Dia publicada no domingo (26).

Só no primeiro semestre, 1.338 autorizações de trabalho foram concedidas para imigrantes. Desse total, 170 foram destinadas a trabalhadores com vínculos empregatícios e 1.106 destinadas a artistas, desportistas ou trabalhadores provisórios.

As outras autorizações, a minoria, foram concedidas a investidores e grupos não classificados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Leia abaixo a matéria completa.

Gestão Anastasia – Link da matéria: http://antonioanastasia.wordpress.com/2012/08/28/gestao-anastasia-reportagem-destaca-minas-como-local-de-boas-oportunidades-para-imigrantes/

Minas: obras do Mineirão revelam inovação e modernização

Governo de Minas: imagens aéreas do estádio Mineirão mostram avanço das obras de modernização

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticias/imagens-aereas-do-estadio-mineirao-mostram-avanco-das-obras-de-modernizacao/

Há hoje no canteiro 2.900 trabalhadores. Setenta e oito por cento das obras já foram concluídas

Sylvio Coutinho/Divulgação
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Imagens mostram o estágio atual de conclusão de 78% das obras

A esplanada já está em fase final de obras
A esplanada já está em fase final de obras

Imagens aéreas mostram o estágio atual de conclusão de 78% das obras da terceira e última etapa da modernização do Mineirão. Estão em fase final o piso do estacionamento coberto e as construções da arquibancada inferior, dos camarotes, banheiros, vestiários e da esplanada. Outro destaque do andamento da reforma é a instalação das treliças metálicas da nova cobertura.

“O novo estádio começa a compor a paisagem da região da Pampulha. Seu uso será ampliado pelos visitantes tão saudosos dos espetáculos históricos do futebol mineiro”, diz o secretário interino de Estado Extraordinário da Copa (Secopa), Fuad Noman. Há hoje no canteiro 2.900 trabalhadores.

Com data marcada para acabar no dia 21 de dezembro deste ano, a obra avança ainda com a montagem das peças pré-moldadas da via de integração com o Mineirinho, a instalação das cadeiras e dos guarda-corpos na área da esplanada, além das estruturas que receberão as futuras catracas. As partes hidráulica e elétrica também seguem em dia o cronograma. Várias eletrocalhas podem ser vistas no novo estádio. O campo, que foi rebaixado 3,4 metros, passa pela fase de nivelamento para preparação da drenagem.

Sua grama será plantada em setembro, mês de entrega das peças pré-moldadas da via de integração. “As fotos aéreas evidenciam os trabalhos avançados no Complexo Mineirão. É um compromisso da Minas Arena finalizar as obras no prazo esperado pelo torcedor”, destaca Ricardo Barra, diretor-presidente da Minas Arena, responsável pelas obras e futura operadora do estádio.