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Minas Gerais: Fernando Pimentel acaba com a Escola em Tempo Integral

Programa estava presente em mais de 1.700 escolas. Escola em tempo Integral ajudou Minas a melhorar indicadores ligados à Educação.

Projeto Educacional do PT compromete melhorias na qualidade do ensino

Fonte: PSDB-MG 

Pimentel (PT) acaba com a Escola em Tempo Integral em Minas

A Escola de Tempo Integral estava presente em mais de 1.700 escolas em todas as regiões de Minas e, com a posse do governador Fernando Pimentel, uma das primeiras iniciativas da Secretaria de Educação foi por fim ao programa. Divulgação

Retrocesso na Educação: governo do PT põe fim ao Escola em Tempo Integral no Estado

O governo do PT em Minas Gerais acabou com mais uma iniciativa vitoriosa implantada no estado nos últimos anos: a Escola em Tempo Integral. Criada em 2007, a iniciativa surgiu para suprir dificuldades de aprendizado de alunos carentes mineiros. O programa estava presente em mais de 1.700 escolas em todas as regiões de Minas e, com a posse do governador Fernando Pimentel, uma das primeiras iniciativas da Secretaria de Educação foi por fim ao programa.

Questionada pelos pais dos alunos, a secretaria informou que está reformulando todas as políticas educacionais do Estado. Talvez por não ter projetos a oferecer, tentam apagar as marcas das ações inovadoras e elogiadas de governos anteriores sem se importar em prejudicar aqueles que deveriam servir: a população.

“O período integral era bom para a gente. As crianças ficando o dia todo na escola, tem como a gente trabalhar melhor, porque nesse horário temos que parar para buscar a criança. Não tem ninguém para tomar conta e uma pessoa tem que ficar em casa parada”, reclamou o ajudante de Pedreiro Bernardo da Conceição, pai de um estudante da Escola Estadual Pedro Dutra, no Bairro Padre Eustáquio, em Belo Horizonte, em reportagem da Rádio Itatiaia, que mostrou a revolta dos pais dos estudantes.

Programas como o da Escola de Tempo Integral foram responsáveis para que Minas Gerais passasse a ter um dos melhores ensinos do Brasil, conforme mostram levantamentos nacionais feitos pelo Estado e pelo próprio governo federal.

Neste projeto, entre as atividades oferecidas nas escolas após as aulas, estavam práticas esportivas, capoeira, aulas de música, teatro, cibercultura e trabalho em hortas escolares, além de acompanhamento pedagógico. (Leia matéria publicada, em 2012, no portal Terra sobre o sucesso do programa – MG: turno integral em escolas melhora nível de leitura de alunos)

O governo de Fernando Pimentel ainda não se conscientizou de que os avanços no Estado não pertencem a nenhum governo ou partido político. As melhorias são conquistas dos mineiros, que não podem ou devem ficar prejudicados por esta política pequena que o PT insiste em trazer para Minas Gerais, transformando todos os seus atos em uma eterna disputa eleitoral. Neste caso, não importando que as consequências sejam crianças expulsas das escolas, pais desesperados por não ter onde deixar os filhos e o retrocesso na educação do Estado.

Infelizmente, o fim do Escola em Tempo Integral não foi um caso isolado no governo petista. Outros programas foram vítimas do jeito PT de governar. No dia 23 de janeiro, a Secretaria da Educação publicou resolução reduzindo de 3 mil para 2.500 a carga horária atual do ensino médio do Estado, extiguindo o inovador programa Reinventando o Ensino Médio.

Saiba mais Governo do PT impõe mais um retrocesso aos mineiros, desta vez na educação

Minas Gerais: Fernando Pimentel transformou o governo em um cabide de emprego público

Pimentel nomeia a grande família para o governo de Minas, tem mulher de ministro e parentes de secretários.

Sem meritocracia: Minas se transforma em cabide de emprego público

Fonte: Radar On Line – Lauro Jardim 

Pimentel nomeia a grande família para o governo de Minas

Sem meritocracia, Governo Pimentel usa cargos para abrigar “grande família”.  Divulgação

A grande família

Fernando Pimentel nomeou hoje Vera Maria, mulher do ministro Patrus Ananias, como a nova diretora de Qualificaçao e Extensão da Fundação de Educação para o Trabalho de Minas Gerais.

Na mesma linha, houve outras nomeações:

*o diretor Técnico e de Novos Negócios da Copasa, Remulo Lemos é irmão do presidente da Cemig, Mauro Borges Lemos.

*o diretor de Gestão Empresarial da Cemig, Márcio Serrano, é pai de Eduardo Serrano da Secretário-Geral da Governadoria.

*a diretoria de Gás da Cemig é comandada por Eduardo Andrade, filho do vice-governador, Antonio Andrade. 

Alta de taxa Selic pode ameaçar emprego no país

Na avaliação da Fiesp, o aumento do custo do dinheiro irá afetar a confiança de empresas e consumidores.

Geração de emprego ameaçada

Fonte: O Globo

Para Fiesp, aumento da Selic é uma ameaça ao emprego

Avaliação é que juro mais alto irá afetar confiança de empresas e consumidores

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) criticou a elevação da taxa Selic de 11% para 11,25% ao ano promovida nesta quarta-feira pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). Na avaliação da entidade, o aumento do custo do dinheiro irá afetar a confiança de empresas e consumidores em um momento em que a atividade econômica já está estagnada. O temor é que esse cenário acabe por afetar os níveis de emprego no país.

— Colocar toda a responsabilidade do combate à inflação na taxa de juros vem se mostrando uma estratégia equivocada, uma vez que está pondo em risco o maior patrimônio da economia brasileira atual, que é o emprego — afirmou o presidente da FiespPaulo Skaf – que disputou o governo de São Paulo pelo PMDB nas últimas eleições.

A federação lembra, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, que a geração líquida de empregosformais mostrou contração em torno de 37% entre janeiro e setembro deste ano frente ao mesmo período de 2013, a queda mais expressiva desde 2009. “A indústria paulista já fechou 38 mil postos de trabalho este ano”, segundo a nota da entidade.

— Está cada vez mais evidente que o modelo atual se esgotou. O Brasil precisa urgentemente de uma nova política econômica, baseada no controle do gasto público, para que possamos obter baixa inflação e alto crescimento econômico — criticou Skaf.

BANCÁRIOS TAMBÉM RECLAMAM DOS JUROS MAIS ALTOS

A decisão do Copom também desagradou a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Ablipast). Na avaliação do dirigente da entidade, José Ricardo Roriz Coelho, o juro mais alto não será suficiente para controlar a inflação e ainda irá frear o crescimento da economia. “Aumentar os juros não vai contribuir em nada para diminuir a inflação, até porque, o crescimento do PIB deste ano deve ser zero, logo, não há como frear a economia. Para levar ainflação a níveis mais baixos é preciso urgentemente diminuir o custo de se produzir no Brasil e incentivar investimentos que aumentem a oferta e a concorrência”, afirmou, em nota.

Coelho cobrou ações estruturadas, de médio e longo prazos, e pediu que a presidente Dilma Rousseff faça as articulações necessárias para reduzir o déficit orçamentário. “O alto custo do capital prejudica o aporte de investimento em empreendimentos produtivos”, lembrando que o setor está trabalhando abaixo de sua capacidade devido ao baixo crescimento da economia.

Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) foi outra a desaprovar o aumento da Selic. Para o presidente da entidade, Carlos Cordeio, a Selicmaior irá dificultar ainda mais o crescimento da economia.

— Mais uma vez o Banco Central desperdiçou uma boa oportunidade para retomar o bom caminho da redução da Selic e, com isso, forçar uma queda maior dos juros e dos spreads dos bancos, a fim de baratear o crédito e incentivar o emprego, o desenvolvimento e adistribuição de renda — avaliou.