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Aécio: A campanha de nossos adversários é com mentiras

Aécio: “A campanha começa como nossos adversários gostam, com mentiras, e ataques à honra dos adversários, essa é uma praxe do PT.”

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Campanha eleitoral começa com mentiras, diz Aécio Neves

O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, acusou o PT de promover um ataque à honra dos adversários, em razão da notícia de suposta irregularidade na construção de um aeroporto na cidade de Cláudio (MG) em terras desapropriadas de seu tio-avô. “A campanha começa como nossos adversários gostam, com mentiras, e ataques à honra dos adversários, essa é uma praxe do PT.”

Aécio disse que a informação divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo de que houve construção por parte do governo de Minas Gerais numa área privada de seu parente é “mentirosa”. Segundo ele, a desapropriação foi feita por R$ 1 milhão e seu tio-avô apresentou uma proposta de R$ 9 milhões.

“Se houve alguém favorecido foi o Estado (de MG) e não meu parente.” Aécio informou que buscou o parecer de dois ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal (STF) Ayres Brito e Carlos Veloso para atestar a legalidade do ato promovido pelo governo de Minas Gerais. Segundo ele, os dois ex-presidentes “atestaram a legalidade da operação”.

Aécio disse também que o Ministério Público de Minas Gerais investigou essa mesma obra em abril deste ano e arquivou o processo porque não encontrou nenhuma irregularidade. “A obra foi feita dentro da lei.” O presidenciável, que participou na tarde de hoje de um encontro promovido pela deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), com pessoas com necessidades especiais, lamentou ainda que a campanha presidencial esteja começando “com essa deturpação da verdade”.

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No Nordeste, Aécio dá início a construção de nova agenda

Aécio Neves afirmou que o Brasil precisa de um governo eficiente para resgatar a credibilidade do país.

Aécio Neves no Nordeste

Fonte: Site Aécio Neves Senador

Aécio Neves inicia encontros regionais do PSDB pelo Nordeste e destaca construção de nova agenda

“Temos uma responsabilidade enorme com o Brasil. Queremos que o Brasil
 dê um salto de qualidade. Por mais bilionária que seja,
a propaganda oficial não vai mascarar a realidade”, diz Aécio

O presidente do PSDB, senador Aécio Neves, abriu nesse sábado (21/09), em Maceió (AL), os encontros regionais que o PSDB fará pelo país até o final do ano. Aécio destacou que o partido tem a responsabilidade de apresentar aos brasileiros um novo projeto para o país. Durante os encontros regionais, o partido quer debater os problemas enfrentados nos municípios e estados e formular propostas para a construção de uma agenda a ser apresentada aos brasileiros nas eleições estaduais e nacionais ano que vem.

“É obrigação do PSDB ter um projeto novo de Brasil. Um projeto que passe pela refundação da Federação, com o resgate dos municípios e dos estados, por uma generosidade maior do governo federal no financiamento da saúde, da segurança, pela eficiência na busca dos investimentos para a região. Temos uma responsabilidade enorme com o Brasil. Queremos que o Brasil dê um salto de qualidade. Não podemos aceitar que o Brasil cresça na América do Sul apenas mais que a Venezuela, como vai ocorrer esse ano. Ano passado, crescemos mais apenas que o Paraguai. Não é justo com os brasileiros. Nenhuma propaganda, por mais maciça, por mais bilionária que seja, como a propaganda oficial, vai mascarar a realidade”, afirmou Aécio em entrevista coletiva.

Acompanhado do governador de Alagoas, Teotônio Vilela, do prefeito de Maceió, Rui Palmeira, e do presidente do ITV, deputado federal Sérgio Guerra, além de senadores, deputados e lideranças tucanas, Aécio ressaltou a necessidade da criação de oportunidades para os brasileiros, sobretudo os mais jovens. O presidente do partido lamentou que investimentos em qualificação e outras áreas essenciais para a população, como saúde e educação, sejam comprometidos pela dívida dos estados com a União, que o governo federal se recusa a negociar.

“Os jovens dessa região precisam ter oportunidades, precisam ser qualificados para entrar no mercado de trabalho de forma competitiva. Não é justo que o governador Teotônio Vilela tenha que assinar um cheque de R$ 50 milhões todo mês e repassar à União, porque a União não quer renegociar a dívida dos estados. Esse dinheiro tinha que ficar aqui para investimentos em saúde,saneamento, educação, em qualificação dos jovens. O governo do PT, a grande verdade é essa, vem fazendo muito mal ao país”.

Grandes obras precisam de governo eficiente

Aécio Neves afirmou que o Brasil precisa de um governo eficiente para resgatar a credibilidade do país. Ele lamentou que a população tenha que conviver com o atraso e desperdício de recursos públicos em obras como a Transnordestina, a transposição do Rio São Francisco, a Refinaria Abreu e Lima e a Fiol, todas na região Nordeste.

“A Ferrovia de integração Oeste Leste (Fiol) sem um palmo de trilho colocado. A Transnordestina, programada para estar pronta há dois anos, dos 1.700 Km não tem 300 Km prontos. A Transposição do São Francisco é de doer o coração. Obras há três anos abandonadas. Isso não é normal. Obras custando duas ou três vezes o orçamento inicial e não concluídas. Isso é maior desperdício dedinheiro público que se pode ter. Ninguém vai me convencer que é normal uma obra como a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, ser orçada em R$ 4 bilhões, já ter gasto R$ 30 bilhões e não estar pronta. Isso é assalto aos cofres públicos. O Brasil precisa de governo eficiente para que não percamos definitivamente a nossa credibilidade”, disse Aécio Neves.

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Aécio: Vozes do Brasil, coluna Folha #vamosconversar

#Vamosconversar – Aécio: “Precisamos ouvir mais uns aos outros para a construção de um projeto coletivo, capaz de acolher os diferentes sonhos e esperanças”.

Aécio: coluna Folha de S.Paulo

Aécio: Conversa com Brasileiros e as Vozes do Brasil

Aécio: “o diálogo com a população é um processo necessário, irreversível e saudável”. Foto: George Gianni

Fonte: Folha de S.Paulo

Vozes do Brasil

Coluna de Aécio Neves

Semana passada, vivi uma rica experiência ao participar de um debate ao vivo na internet, com convidados de áreas diversas e internautas de todo o país, sobre os grandes desafios nacionais.

Foi uma conversa franca, na qual ficou claro que o diálogo com a população é um processo necessário, irreversível e saudável. E cada vez mais possível com os novos recursos tecnológicos. São fronteiras ampliadas de interlocução, de uma forma nunca antes experimentada por quem carrega a responsabilidade da representação.

Não há mais ambiente para as verdades inflexíveis, soluções generalistas e discursos retóricos vazios. Para representar o desejo coletivo, é necessário dar espaço e ressonância à voz do outro. A impaciência e a revolta que emanaram das ruas são sintomas de uma sociedade que deseja ser ouvida de verdade e com urgência.

Se quer respostas, o brasileiro deseja também contribuir, participar. Viajando pelo país como presidente do PSDB, o que sinto é uma imensa vontade do cidadão de se engajar num projeto de país realmente transformador. Mesmo com sotaques e regionalismos diversos, perdura o sentimento de uma forte unidade, em um cenário de grande diversidade cultural. Se é fato que a maioria reconhece as conquistas das últimas décadas, a percepção geral é a de que ainda não chegamos lá.

Comerciantes, industriais, jovens de todas as classes sociais, gente que quer empreender e fazer acontecer relatam o cotidiano de um país estrangulado, injusto e desigual, com infraestrutura insuficiente e as mazelas de um governo cada vez mais intervencionista, pesado e pouco eficaz. O pior é o sentimento de que muitas conquistas dos brasileiros estão em risco com o baixo crescimento e a inflação alta.

Foi uma boa conversa, mas ainda insuficiente. Precisamos ouvir mais uns aos outros para a construção de um projeto coletivo, capaz de acolher os diferentes sonhos e esperanças. Entre as muitas certezas revigoradas, trago uma constatação: não há rede oficial de rádio e TV capaz de abafar as vozes do Brasilreal.

PS: Não poderia encerrar a coluna de hoje, em que falo de internet, sem manifestar minha solidariedade às atrizes Carol Castro, Rosamaria Murtinho, Nathalia Timberg, Susana Vieira e Bárbara Paz. Para quem não acompanhou, exercendo o legítimo direito de expressão –que deve ser garantido a todo brasileiro, qualquer que seja sua opinião– elas manifestaram a decepção pessoal com o resultado da votação dos embargos no caso do mensalão. Acabaram vítimas de violentos e injustos ataques realizados pelo exército digital, que, aparelhado, tenta constranger e intimidar todos aqueles que não se alinham às causas do projeto de poder instalado no país.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.

Aécio: A velha política e o novo Brasil

Aécio: presidente Dima reproduziu “o tradicional jeitinho de fazer política no Brasil: empurrando os problemas para debaixo do tapete.”

Aécio critica discurso de Dilma

Aécio: discurso de Dilma reproduz a velha política

Aécio: discurso de Dilma reproduz a velha política.

Fonte: Site oficial do Senador Aécio Neves

A velha política e o novo Brasil

Artigo Aécio Neves

O pronunciamento da presidente Dilma Rousseff contém acertos e erros.

A presidente acertou ao convocar, mesmo que com atraso, a rede nacional de rádio e TV – a primeira realmente necessária em sua administração – para apresentar à população e ao mundo a palavra do governo brasileiro sobre os últimos acontecimentos.

Errou, no entanto, no conteúdo. Reproduziu exatamente o tipo de ação política que está sendo rechaçada nas ruas de todo o país. Fez um discurso dissociado da verdade, reforçando a política como território distante de valores e da própria realidade.

presidente perdeu uma oportunidade única de se conectar com a população. Para isso, precisaria ter reconhecido erros e responsabilidades para, em seguida, ter a legitimidade de transformar essa extraordinária manifestação por desejo de mudanças em combustível para uma verdadeira transformação no e do país.

No entanto, escolheu fazer um discurso que reproduz o tradicional jeitinho de fazer política no Brasil: empurrando os problemas para debaixo do tapete, fingindo que não tem nada a ver com o que está acontecendo, que é tudo responsabilidade dos outros, que só não fez melhor porque não foi permitido.

Fez, assim, um discurso como se a população brasileira fosse formada por alienados e desinformados. Ela está nas ruas justamente mostrando que não é.

presidente falou no seu compromisso com a transparência e com a luta contra a corrupção. Enquanto isso, no Brasil real, a mesma presidente proíbe a divulgação dos gastos das suas viagens ao exterior e, pensando nas eleições, abriga novamente no governo a influência de pessoas que ela mesma havia afastado sob suspeita de desvios.

Como forma de tentar demonstrar compromisso com a saúde, a presidente disse que os investimentos federais nesta área vêm aumentando, quando todo o país sabe que a participação do governo federal nos gastos nacionais do setor vem caindo de forma acentuada há 10 anos, desde que o PT assumiu o governo. Quando todo o país sabe que o governo se empenhou especialmente para impedir que a regulamentação da Emenda 29 fixasse patamar mínimo de 10% de investimento no setor para a esfera federal.

Com o foco das manifestações no transporte coletivo, a presidente diz agora que enfim vai discutir o assunto. Nenhuma palavra para o fato do seu governo agir exatamente no sentido oposto: faz desonerações isoladas para atender lógicas e interesses específicos, estimulando a aquisição de veículos individuais e defendendo projetos mirabolantes, como o trem bala, em detrimento de investimento em metrôs das grandes cidades.

Depois de gastar milhões em publicidade para colocar o governo federal à frente das obras dos estádios, agora, candidamente, a presidente diz que nada tem a ver com isso, resumindo os recursos empregados a financiamentos a serem pagos por estados e empresas.  Nenhuma palavra sobre os recursos de Tesouro Nacional que estão abastecendo os cofres do BNDES. Nenhuma observação sobre a óbvia constatação de que os recursos que estão financiando estádiospoderiam estar financiando metrôs, estradas e hospitais.

Mas há, nessa afirmação da presidente, um aspecto positivo.

É a primeira vez que o governo reconhece que obras realizadas por meio de financiamentos não devem ser consideradas obras federais, já que são recursos que serão pagos pelos tomadores. Registra-se, assim, uma nova e mais justa leitura sobre programas como o Luz Para Todos e o PAC, nos quais as obras realizadas com os financiamentos –  que serão integralmente pagos por empresas, estados  e municípios – têm sido apresentadas – sem nenhuma cerimônia, como obras da União.

Ao invés de dizer ao país que o governo não investiu na Copa – como se alguém pudesse acreditar nisso – não seria mais honesto mostrar as razões que levaram o governo  a lutar pela oportunidade de realizá-la e depois investir nela?

Não seria mais respeitoso com os milhões de brasileiros que estão nas ruas reconhecer a parcela de responsabilidade do seu governo – que, registre-se, não é só dele – com os problemas enfrentados hoje pela população?

Ao invés de oferecer aos brasileiros mais uma vaga carta de intenções, não teria feito melhor a presidente se tivesse se comprometido com medidas concretas? Se tivesse dito que orientaria o seu partido no Congresso a desistir de retirar poderes  do Ministério Publico e de impedir a criação de novos partidos? Ou, como bem disse o Senador Agripino Maia, se dissesse que procuraria o presidente do STF para manifestar apoio à conclusão do processo do mensalão?

Quem ouviu a pronunciamento da Presidente da República ficou com a impressão  de que se tratava de um governo começando agora e não de uma gestão que responde pelo que foi – e não foi – feito no país nos último 10 anos.

Através da voz da presidente, a velha política falou ao novo Brasil que está nas ruas. Pena.

2014: Aécio agregou união ao PSDB

2014: candidatura de Aécio à Presidência promove a união. “O partido tem, enfim, um único nome, inquestionável”, escreveu Cantanhêde.

2014: Aécio Neves

Aécio PSDB

Aécio une o PSDB.

Fonte: Folha de S.Paulo 

Armistício

Eliane Cantanhêde

Armistício

BRASÍLIA – Nunca antes na história de 25 anos do PSDB, o partido esteve tão unido quanto agora, em torno da candidatura de Aécio Neves à Presidência da República.

Em São Paulo, Franco Montoro estava acima de Mário Covas, que tinha ciúme (mútuo) de Fernando Henrique, que tem convivência quase protocolar com Geraldo Alckmin, que mal digere José Serra, que… criava e cria confusão com os demais.

Sem nenhum paulista candidatando-se à Presidência, o clima se desanuvia e fica mais fácil todos cerrarem fileiras com um candidato além-fronteiras, caindo de paraquedas dos céus de Minas Gerais. A disputa, a inveja e o ciúme mútuos se diluem e ficam restritos às composições locais.

Se há um resquício de dúvida sobre o destino de Serra –que tem respeito das elites e “recall” nas pesquisas, e não apoio no partido–, ninguém cogita hoje uma candidatura de Alckmin ao Planalto. Ele trabalha abertamente pela reeleição ao Bandeirantes e até convidou pessoalmente Aécio para dividir os holofotes do programa partidário em São Paulo.

No resto do país, velhos líderes tucanos, como Tasso Jereissati (CE), governadores, como Beto Richa (PR), e jovens prefeitos, como Rui Palmeira (Maceió), parecem felizes da vida com essa novidade: o partido tem, enfim, um único nome, inquestionável. Isso reflete no ânimo das bancadas de senadores e deputados.

A prioridade de Aécio é fortalecer candidaturas próprias que tenham reais chance de vitória nas disputas estaduais, mas reservando as cabeças de chapa no resto – onde o PSDB não tenha opções fortes– para partidos e aliados regionais que possam vir a engrossar sua campanha nacionalmente mais à frente.

Ele passa a impressão de não brincar em serviço, recrutando quadros técnicos e forjando uma imagem que alie o seu lado JK, jovial, simpático, com uma capacidade estratégica que poucos conhecem, ou reconhecem.

Tem consciência, porém, que o futuro à deusa economia pertence

Para Planalto, Aécio é o líder da oposição

Aécio: aparição em programa de TV do PSDB, senador se consolidou como opositor ao criticar inflação e falar da gestão em Minas.

 Aécio: eleições 2014

Aécio Neves: líder da oposição

Aécio Neves: líder da oposição

Fonte: Valor Econômico

Para Planalto, Aécio consolidou-se como opositor

Por Fernando Exman | De Brasília

As pesquisas de intenção de votos divulgadas nos últimos dias deram uma certeza às autoridades do Palácio do Planalto: o senador Aécio Neves (PSDB-MG) destacou-se entre os pré-candidatos da oposição para as eleições de 2014. O crescimento do tucano, ponderam os integrantes do governo, ocorreu justamente depois da participação do parlamentar nos programas de rádio e televisão do PSDB. Agora, os estrategistas do governo irão monitorar o desempenho de Aécio nas próximas semanas para verificar se esse movimento se consolidará, mesmo sem novas aparições do senador em rede nacional.

Para justificar essa leitura política, os auxiliares da presidente Dilma Rousseff lembram que o mesmo não ocorreu com o governador de PernambucoEduardo Campos, depois das propagandas de rádio e TV do PSB. Na mais recente pesquisa do Datafolha, por exemplo, Dilma caiu de 58% para 51% das intenções de voto no cenário que considerou a presidente, Aécio, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva e o governador pernambucano. Aécio cresceu de 10% para 14%. Já Marina e Eduardo Campos permaneceram com 16% e 6%, respectivamente. As sondagens também registraram uma redução da avaliação positiva do governo.

No programa de TV do PSDBAécio criticou a aceleração da inflação e falou sobre a sua gestão no governo de Minas Gerais. Não à toa, nos últimos dias Dilma, integrantes do Executivo e até o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçaram o discurso de que a inflação será mantida sob controle e demonstraram otimismo em relação à economia.

Nesta semana, Dilma voltou a se reunir com auxiliares mais próximos e seu marqueteiro, João Santana, para discutir se seria oportuna a realização de um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV para a divulgação do programa que subsidiará a compra de eletrodomésticos para os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida. Segundo autoridades do governo, ainda não houve uma conclusão a respeito do assunto.

A medida foi anunciada na quarta-feira. O chamado “Minha Casa Melhor” garantirá aos beneficiários do Minha Casa, Minha Vida a aquisição de eletrodomésticos a taxas de juros abaixo da expectativa de inflação. A linha de crédito contará com R$ 18,7 bilhões.

Neste ano, Dilma já realizou pronunciamentos em cadeia nacional no Dia do Trabalho e no Dia da Mulher. Na primeira ocasião, a presidente assegurou que o governo continuará a ampliar o emprego, o salário e o poder de compra do trabalhador. Ela também reafirmou o compromisso de sua administração com a destinação dos recursos obtidos na exploração do petróleo da camada pré-sal para a educação. No Dia da Mulher, Dilma anunciou a redução dos impostos que incidem sobre os produtos da cesta básica, uma nova política de defesa dos direitos dos consumidores e a criação de centros de atendimento às mulheres e de prevenção à violência doméstica.

Em 2012, Dilma convocou a cadeia nacional de rádio e televisão cinco vezes. Os pronunciamentos foram feitos nos dias da mulher, do trabalho, das mães, no Sete de Setembro e no fim do ano.

Datafolha 2014: Aécio sobe e Dilma perde popularidade

DataFolha 08/06:  Aécio foi o único pré-candidato que cresceu na pesquisa e chega perto de Dilma na disputa presidencial de 2014.

Aécio Neves: eleições 2014 – Os números do Datafolha indicam que existe deterioração da imagem de Dilma

Aécio cresce no Datafolha

Datafolha: Senador Aécio Neves cresceu consideravelmente, ao passo que Dilma Rousseff viu seu prestígio cair em 8 pontos.

Fonte: Folha de S.Paulo

Governo Dilma tem 57% de aprovação após queda de 8 pontos, diz Datafolha

A popularidade da presidente Dilma Rousseff caiu pela primeira vez desde o início de seu mandato, há dois anos.

Pesquisa feita pelo Datafolha na quinta e na sexta-feira mostra que 57% da população avalia seu governo como bom ou ótimo. São 8 pontos a menos que no levantamento anterior, feito em março.

presidente perdeu popularidade entre homens e mulheres, em todas as regiões do país, em todas as faixas de renda e em todas as faixas etárias, segundo o Datafolha.

Os números do Datafolha indicam que a deterioração da imagem de Dilma é um reflexo do aumento do pessimismo dos brasileiros com a situação econômica do país e mostram que a população está mais preocupada com a inflação e o desemprego.

Para 51%, a inflação vai subir. Em março, esse índice era de 45%. A mesma tendência pode ser observada em questões sobre desemprego, poder de compra do salário, situação econômica do país e do próprio entrevistado.

No cenário mais provável da disputa, em que teria como adversários a ex-senadora Marina Silva (Rede), o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador de PernambucoEduardo Campos (PSB), Dilma teria 51% das intenções de voto, segundo o Datafolha. Apesar da queda de popularidade, a presidente Dilma Rousseff continua sendo a favorita para vencer a eleição presidencial do ano que vem.

São sete pontos a menos que o verificado no levantamento anterior, de março. Mas ainda assim é o suficiente para liquidar a eleição já no primeiro turno.

Em segundo lugar, com os mesmos 16% da última pesquisa, aparece Marina, atualmente engajada na criação de um novo partido político, a Rede Sustentabilidade.

Aécio foi o único que cresceu em relação ao levantamento de março. Ele tem agora 14% das intenções de voto, quatro pontos a mais que na pesquisa anterior.

Nessas oportunidades, Aécio criticou o governo com muita ênfase na inflação, objeto de crescente preocupação da população, conforme a mesma pesquisa.

Em quarto lugar na pesquisa, com 6% das intenções de voto, aparece o governador de PernambucoEduardo Campos (PSB). O índice é mesmo obtido por ele no último levantamento.

A pesquisa foi realizada nos dias 6 e 7 de junho. Foram feitas 3.758 entrevistas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.