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Em entrevista ao Hoje em Dia, Pimenta revela as principais metas de seu Plano de Governo

Em entrevista, Pimenta destaca a modernização da infraestrutura e a dinamização da economia de Minas, como algumas das metas de governo.

Coligação Todos por Minas

Pimenta da Veiga quer dinamizar a economia de Minas

Fonte: Hoje em Dia

Em entrevista ao Hoje em Dia, o candidato da coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga (PSDB), revela as principais metas de sua proposta de governo, caso seja eleito. No plano social, ele garante que as prioridades serão a saúde, educação e segurança. Além da infraestrutura, a dinamização econômica de Minas também está no radar do tucano.

Em seu plano de governo, qual ponto o senhor considera o mais importante e por quê?

As principais bases do nosso plano de governo são a área social, com prioridade para saúde, educação e segurança pública; a modernização da infraestrutura urbana; e a dinamização da economia de Minas.

Além desses pontos, quais são as áreas prioritárias e como pretende desenvolvê-las?

Na educação, vamos levar o ensino integral a todas as escolas do Estado; aumentar as vagas e diversificar os cursos profissionalizantes; valorizar os professores por meio de promoção automática dos que concluírem mestrado ou doutorado e ainda oferecer condições para que optem pelo trabalho integral em uma só escola.

Na segurança, vamos aumentar o policiamento ostensivo e ampliar o efetivo das polícias Militar e Civil. Queremos avançar com os programas de prevenção à criminalidade e às drogas, como o Fica Vivo, pois o tráfico é a principal causa da violência.

Na saúde, vamos ampliar, reformar e construir 17 hospitais regionais, com objetivo de fortalecer o processo de regionalização da saúde. A intenção é fazer com que as pessoas tenham atendimento médico o mais próximo possível de suas casas. Para isso, vamos também implementar incentivos aos médicos que se fixarem nas pequenas cidades.

Na infraestrutura, vamos atacar o problema da mobilidade urbana. Primeiro, é preciso um transporte público de qualidade. O mais eficiente é o sistema sobre trilhos. Na Região Metropolitana, por exemplo, a solução é o metrô. Temos o compromisso de construir o Rodoanel Norte e também 22 contornos rodoviários ao redor de cidades de médio e grande porte, eliminando o tráfego pesado de caminhões e tornando o trânsito mais seguro na Região Metropolitana. E também vamos construir o Rodoanel Sul, ligando Betim à BR-040.

Como pretende trabalhar pelo desenvolvimento econômico e social das regiões de Minas?

Para fazer com que Minas dê um novo salto na economia, vamos aproveitar as potencialidades regionais e diversificar os empreendimentos. Além disso, vamos investir na infraestrutura e na logística, assim como reduzir a carga tributária, dentro da competência do governo estadual. Com isso, aumentamos as oportunidades, gerando mais empregos e atraindo mais recursos para a melhoria da qualidade de vida dos mineiros. Vamos manter todos os programas sociais, como o Travessia.

Entre 2002 e 2012, Minas reduziu a desigualdade social em 10,9%, um resultado melhor que a média do Brasil e do Sudeste. Mais de 3 milhões de mineiros foram beneficiados pelo Travessia em 309 municípios. O programa promove a inclusão social e produtiva da população em situação de pobreza e vulnerabilidade social, por meio de uma série de ações articuladas entre várias secretarias de Estado e órgãos da administração. Temos que ressaltar que o mineiro tem enorme capacidade empreendedora, sempre soube aproveitar as oportunidades de trabalho nas diferentes áreas e precisa ser cada vez mais incentivado a produzir.

Quais são os principais desafios que o novo governador enfrentará?

São vários porque administrar um estado com as dimensões de Minas, com suas diversidades e potencialidades, exige dedicação e trabalho. Reduzir, por exemplo, as diferenças sociais entre as nossas regiões vai exigir muito esforço e determinação porque o modelo econômico adotado pelo governo federal nos últimos anos aponta para momentos difíceis. Mas, da nossa parte, não faltará o empenho para que as regiões mais pobres, como o Norte, o Jequitinhonha e o Mucuri recebam mais investimentos que as regiões mais ricas. Queremos diminuir a distância social entre as regiões de Minas, sem deixar, no entanto, de criar alternativas para que as mais desenvolvidas não fiquem paradas no tempo.

A crise internacional persiste e compromete o crescimento econômico do Brasil. O que fazer para que Minas se expanda e sustente seus projetos de governo?

Não é só a crise internacional que preocupa, mas a política econômica do governo federal do PT que trouxe de volta a inflação com profunda recessão. O retorno da inflação significa prejuízo para todos, é vizinha da corrupção, impede o crescimento, o desenvolvimento de cidades e pessoas. Apesar disso, nos últimos anos, Minas cresceu mais do que a média nacional. A indústria mineira aumentou a sua parcela na economia do Estado, segundo o IBGE. Em 2002, o setor respondia por 27,5% da economia mineira e passou para 32,8% em 2011. Esse índice representa mais do que o crescimento da média nacional. Em 2002, a indústria no Brasil tinha participação de 27,1% e cresceu 0,4 ponto percentual em 2011, quando chegou a 27,5% na economia nacional.

O senhor se considera preparado para enfrentar um eventual cenário negativo, com perdas de arrecadação?

Me sinto extremamente preparado. Além da atração de investimentos, como já citei, vamos intensificar a parceria com a iniciativa privada. Minas é o estado com maior número deParcerias Público Privadas (PPP). Nos últimos seis anos, o Governo de Minas conseguiu atrair R$ 2,3 bilhões para projetos de PPP, e outros R$ 5 bilhões em projetos em licitação. Minas se tornou referência nacional e internacional quando se trata desse modelo, com reconhecimento pela revista britânica World Finance e pelo Banco Mundial.

Se eleito, que Estado o senhor deseja entregar?

Uma Minas onde todos tenham orgulho de dizer onde vivem. Meu maior compromisso é com os cidadãos. As ações do governo terão como objetivo principal promover o bem-estar das pessoas que devem ser contempladas com políticas públicas que tornem nosso Estado uma terra de oportunidades para todos.

Se eleito, qual será o perfil do seu secretariado?

Competência e espírito público. É o que buscaremos entre os homens e mulheres de bem para compor o nosso governo. Queremos fazer um governo moderno, com eficiência em gestão. Como somos apoiados por uma ampla coligação – que inclui 14 partidos, além de lideranças de outras legendas que ao longo da campanha, foram se juntando a nós – não precisaremos nos render a conchavos ou alianças espúrias para garantir governabilidade. O eleitor pode esperar de nós o compromisso com a ética e o interesse público em todas as nossas ações, o que começará já na montagem da equipe de governo.

Por que os mineiros devem votar no senhor?

A nossa candidatura é a mais preparada para governar Minas. Tenho percorrido diversas cidades para escutar as pessoas sobre seus principais sonhos e demandas. Ninguém pode governar bem um país, um estado, um município se não for ouvindo os destinatários das nossas ações. O que me credencia é a minha história pessoal e política, de quase 40 anos dedicados ao interesse público, que me ensinou que o foco de um governo deve ser a melhoria da vida das pessoas.

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Pimenta afirma que adversário do PT é o ‘ministro do atraso’

Pimenta da Veiga: “O que desenvolve o país é a economia. Não adianta prometer diversos programas sociais, se a economia não vai bem”.

Eleições 2014

Fonte: Hoje em Dia

Pimenta eleva o tom e classifica adversário de ‘ministro do atraso’

Ana Luiza Faria

O candidato ao governo de Minas pela coligação “Todos por Minas”, Pimenta da Veiga(PSDB), questionou nessa terça-feira (02) a capacidade de seu adversário Fernando Pimentel(PT), da coligação “Minas pra Você”, de garantir o desenvolvimento econômico e social do Estado. “O meu adversário anda dizendo que vai desenvolver o Estado, mas eu fico pensando como ele fará isso. Ele ocupou o cargo de ministro do Desenvolvimento, e o Brasil está em recessão. Como que vai desenvolver? Alguém que, como ministro do Desenvolvimento, foi na verdade o Ministro do atraso”, alfinetou.

Para Pimenta, o que desenvolve o país é a economia. De acordo com o candidato, não adianta prometer diversos programas sociais, pois se a economia não vai bem não dá para fazer nada. “Não adianta ter a melhor das intenções na parte social se não tem dinheiro. Não tem como fazer. Portanto, o resultado da economia deve ser bem distribuído”, argumentou.

O candidato do PSDB criticou a posição adotada pelo governo do PT em relação àsParcerias Público-Privadas (PPPs) nos primeiros dez anos de gestão petista. “O aprendizado do PT custou muito caro ao Brasil. Levaram uma década acusando a nós, do PSDB, que tínhamos privatizado estradas, que isso foi criminoso. Agora, a partir do ano passado, começaram a privatizar”, afirmou.

Segundo Pimenta, nesse período o “mundo inteiro” queria investir no Brasil, mas era “proibido”. Agora, de acordo com o ele, esses possíveis investidores perderam a expectativa no país.

Em encontro nessa terça com representantes da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg), Pimenta da Veiga afirmou que independentemente de como for definida a sucessão presidencial, caso eleito não aceitará o “abandono, a omissão e o desinteresse” que o governo do PT teve com Minas Gerais. “Minas terá uma ação política muito profunda e bem articulada”, disse.

O tucano prometeu que todas as obras e projetos estaduais iniciados no Estado serão concluídos, e que todos os serviços serão mantidos. “Não vamos paralisar nada. Fico horrorizado ao viajar pelo Brasil e constatar obras de rodovias, ferrovias e portos inacabadas. Isso é desperdício de dinheiro público. Isso é inadmissível”.

Agropecuária

De acordo com Pimenta da Veiga é preciso “reverenciar” o produtor agropecuário, que representa um setor fundamental na economia do Estado. “Os empregos gerados pelo setor são fundamentais e sustentam milhões de mineiros, e os produtos compõem de forma significativa a nossa pauta de exportações, por isso, o governo estadual deve dar à agropecuária toda a sua atenção”, pontuou.

Órgãos reguladores têm que entender a produção rural’

Pimenta da Veiga enfatizou em seu discurso a questão da agilidade das concessões de licenças ambientais. Ele afirmou que as empresas que regulam o meio ambiente “precisam compreender a importância da produção rural”.

“É preciso estabelecer regras que sejam, em primeiro lugar, simples, para serem eficientes, e rápidas. Então, não pode? Negue. Pode, autorize logo”, explicou.

Segundo Pimenta da Veiga, os produtores rurais devem estar intimamente ligados à questão do meio ambiente. De acordo com o tucano, ninguém depende mais do meio ambiente do que o produtor rural, cujo trabalho depende da terra, do clima e da água.

Em relação à indenização dos produtores rurais que tiveram áreas cedidas para unidades de conservação e ainda não foram indenizados, Pimenta garantiu que agilizará todos os processos. “Os parques deviam ser criados, era importante para a preservação de bens naturais. Agora, não é o proprietário que tem de ser vítima disso. Ao contrário, tem de receber. Nós vamos agilizar os processos”, afirmou.

Tucano destaca investimento em ferrovias

Em pronunciamento na Faemg, Pimenta da Veiga anunciou que ampliará as ferrovias e melhorará as rodovias do Estado. “O governo federal atrasou a definição do processo ferroviário brasileiro. Se é com participação de capitais privados, vamos fazer logo. Minas precisa de mais ferrovias. Precisamos construí-las”, afirmou.

Para resolver o problema da malha rodoviária, o candidato do PSDB propõe uma parceira com a União. “Temos 30 mil quilômetros de rodovias que precisam estar em boas condições, e por isso nós queremos estudar parcerias com o governo federal para cuidar das rodovias federais”, afirmou.

De acordo com o tucano, essas iniciativas irão melhorar a logística para o comércio dos produtos agrícolas. “A questão da logística é essencial, porque não há como o produtor rural atender aos seus mercados se o Estado não tiver malhas rodoviária e ferroviária cada vez melhores, porque os volumes da produção do campo são muito grandes”.

Educação

Pimenta destacou a importância em investimentos na educação para o desenvolvimento tecnológico do setor agropecuário. “A minha principal tarefa é desenvolver a educação no seu sentido amplo: ciência, tecnologia e cultura”, afirmou. Segundo o candidato do PSDB, sua intenção é ver Minas como o Estado da inovação. “Para mim, inovação é isso, é desenvolvimento da tecnologia. E isso só é possível com educação de qualidade”, disse.

Pimenta declarou apoio ao sistema produtivo rural do Estado destacando a redução da burocracia, e parceira nas questões de crédito e questões tributárias e fiscais.

Pimenta vai atrair empresas da chamada Nova Economia

Pimenta quer trabalhar para atrair empresas da chamada Nova Economia, cujos produtos geram emprego e têm maior valor agregado.

Eleições 2014

Fonte: PSDB-MG

Pimenta da Veiga quer novo salto econômico e mais empregos

Candidato a governador pela Coligação Todos por Minas quer atrair empresas da chamada Nova Economia para agregar valor à produção do Estado

Diversificar a economia e investir na geração de emprego de qualidade são as principais estratégias do candidato a governador Pimenta da Veiga para garantir que os bons resultados da economia mineira alcance patamares ainda maiores. Ao participar, nesta quarta-feira (20/08), em Belo Horizonte, da inauguração do comitê de campanha do candidato a deputado estadual Gilvan Pinho Tavares (PV), Pimenta ressaltou que nos últimos dez anos o PIB per capita em Minas cresceu quase 200% e que no mesmo período o Estado recebeu perto de R$ 200 bilhões de investimentos privados. Segundo ele, é preciso continuar atraindo investimentos para assegurar o desenvolvimento econômico e social.

”Queremos que todos os investimentos que possam vir para Minas cheguem efetivamente aqui para construir uma economia mais forte e mais diversificada”, afirmou. Para Pimenta da Veiga, existe a necessidade de agregar valor ao que é produzido em Minas Gerais. “O que nós queremos é aproveitar a nossa produção, sejam os grãos, seja o minério para que ele seja melhor aproveitado aqui dentro e em mais etapas, fazendo um aproveitamento dessas matérias primas aqui. Vamos atuar em todos os setores”, disse ele.

Tecnologia de ponta

Além dos setores já tradicionais da economia mineira, Pimenta da Veiga quer trabalhar para atrair empresas da chamada Nova Economia, cujos produtos têm maior valor agregado e geram emprego de qualidade. São empresas dos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação, do setor aeroespacial, farmacêutico e eletrônico. “Minas Gerais tem um grande ambiente para a Nova Tecnologia. Queremos criar todas as condições para que esses investimentos ocorram”, afirmou.

Nos últimos anos, várias empresas dessa área se instalaram em Minas Gerais, entre elas a Six Semicondutores, que deve iniciar a produção de semicondutores em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, no ano que vem. Já operam no Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, os centros de manutenção de aeronaves da Gol e da Azul/Trip.

Também escolheram Minas Gerais para expandir seus negócios grandes empresas da área farmacêutica, como a fábrica de capsulas para medicamentos ACG Worldwide, em Pouso Alegre; o Centre Suisse d’Electronique et de Microtechnique (CSEM Brasil), em Belo Horizonte, que realiza investimentos em pesquisa básica e aplicada nos campos das nano e microtecnologias, engenharia de sistemas, tecnologias de informação e telecomunicação e ainda a fábrida da Biomm em Nova Lima, que atua na área de biotecnologia e vai fabricar insulina.

Conheça as diretrizes do Programa de Pimenta da Veiga

Pimenta está percorrendo Minas, para ouvir as pessoas, sugestões e abriu um canal de participação para interagir com os mineiros.

Eleições 2014

Fonte: Site do candidato Pimenta da Veiga

Pimenta da Veiga está percorrendo cada canto de Minas para ouvir as pessoas e suas sugestões. E está abrindo um canal de participação via internet para que cada mineiro possa interagir com as suas propostas: o Ouvir Você.

Durante todo o mês de agosto, essas contribuições serão recebidas e avaliadas. E, em setembro, será lançado, oficialmente, o Plano de Governo.

A equipe de elaboração do Plano será coordenada pelo ex-ministro de Estado do Trabalho, ex-ministro do Planejamento e Orçamento no governo FHC e professor da Fundação Dom CabralPaulo Paiva, junto ao advogado e gestor público Thiago Bregunci e contará com uma rede de colaboradores e especialistas de áreas consideradas prioritárias, entre eles, professores, médicos, engenheiros e economistas.

Conheça abaixo os compromissos da nova gestão e as diretrizes do Plano de Governo.

COMPROMISSOS DA NOVA GESTÃO

O primeiro e principal compromisso do governo de Pimenta da Veiga em Minas Gerais será com os cidadãos. As ações do governo terão como objetivo principal promover o bem-estar das pessoas, que devem ser respeitadas e contempladas com políticas públicas que tornem nosso Estado uma terra de oportunidades.

O desenvolvimento almejado nos próximos anos possui três dimensões: crescimento econômico, inclusão social e sustentabilidadeMinas Gerais possui a terceira maior economia do país e precisa seguir progredindo, sempre com a preocupação de reduzir desigualdades para que mais pessoas participem dos avanços alcançados. Que o desenvolvimento gere oportunidades para todos os mineiros. A preocupação com o meio ambiente também é central, já que os recursos naturais abundantes precisam ser utilizados de maneira sustentável para que as futuras gerações também possam desfrutar dos mesmos.

Os verdadeiros propulsores para esse desenvolvimento são a Educação e a Infraestrutura. Depois dos importantes avanços educacionais nas administrações do PSDB em Minas Gerais, nos últimos anos, a educação será um dos pilares do próximo governo. Somente com um ensino de qualidade, poderemos dar às nossas crianças dignidade e chances para desenvolverem seus talentos.

Outro propulsor será a melhoria da infraestrutura. O Governo Estadual focará suas ações no aperfeiçoamento do sistema de logística, com apoio à mobilidade urbana. Tanto nas cidades quanto nas estradas, os cidadãos devem se deslocar em vias de qualidade. Com melhor infraestrutura, a economia mineira ficará mais competitiva e mais empregos serão criados.

O modelo de boa governança fortalecerá as políticas sociais, buscando integrar as ações com foco, por exemplo, na qualidade do atendimento à saúde e eficiência na segurança pública, duas áreas fundamentais para os cidadãos.

Os desafios são muitos e os avanços necessários. Pimenta da Veiga promete não poupar esforços para oferecer aos mineiros uma gestão transparente, responsável e ética, princípios que sempre o acompanharam em sua extensa vida pública.

DIRETRIZES DO PROGRAMA DE GOVERNO

Minas Gerais precisa avançar ainda mais. O principal desafio do desenvolvimento do Estado é a redução das suas desigualdades: diminuir o hiato entre o tamanho da economia (3ª no Brasil) e a distribuição dos frutos de sua riqueza (9ª no índice de IDH no Brasil), promover o desenvolvimento com inclusão, estimular o bem-estar da população e garanti-lo às gerações futuras.

A busca do desenvolvimento inclusivo e sustentável é a diretriz que norteará o programa do governo Pimenta da Veiga. Crescimento econômico com inclusão social e equilíbrio ambiental.

O programa de governo de Pimenta da Veiga, nos próximos quatro anos, será ancorado em um plano estratégico de longo prazo, o Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado, e nos compromissos com o desenvolvimento inclusivo e sustentável, visando aumentar a eficiência da economia e a redução das desigualdades. Estará alicerçado nos compromissos com a democracia e na consolidação da cidadania, ampliando os canais de diálogo com a sociedade e fortalecendo as instituições constituídas.

As políticas, os programas e projetos dos quatro anos de governo estarão alinhados com essa visão de longo prazo: um Estado próspero e justo; um Estado onde as oportunidades estejam disponíveis igualmente para todos seus cidadãos; um Estado onde crescimento econômico, inclusão social e preservação ambiental andem juntos. Estes serão construídos com processos de participação eficiente e efetiva, especialmente com uso de novas tecnologias de informação e comunicação.

As riquezas de Minas Gerais estão em seus infindáveis recursos naturais, em uma estrutura produtiva robusta e no enorme potencial de seus recursos humanos. Alavancar essas riquezas, tarefa fundamental do Estado, eleva o bem-estar de todas as pessoas.

O governo Pimenta da Veiga se compromete e irá executar políticas públicas visando dotar a população mineira de crescente capital humano, condição necessária para a redução da pobreza e das desigualdades e para o aumento da produtividade e da competitividade, isto é, do crescimento econômico.

A educação será o principal pilar da política de desenvolvimento inclusivo e sustentável do governo. Marca de sucesso na administração do PSDB nos últimos 12 anos, a orientação será melhorar ainda mais a qualidade do ensino, refletida nos indicadores de proficiência dos alunos, ampliar a inclusão das crianças na pré-escola, em parceria com os municípios, e desenvolver um abrangente programa de educação profissional em parceria com outros agentes. Atenção muito especial será dada à qualidade das escolas públicas localizadas em áreas de grande vulnerabilidade social e à expansão das escolas em tempo integral.

Alinhados com a educação, serão estimulados o progresso tecnológico e a inovação.

Inovação e eficiência serão as marcas das políticas públicas na educação.

Infraestrutura será o outro pilar da política de desenvolvimento inclusivo e sustentável.

Governo Estadual focará suas ações referentes a infraestrutura na melhoria do sistema de logística e no apoio à melhoria da mobilidade urbana. No sistema rodoviário estadual, as gestões do PSDB fizeram avanços extraordinários com a execução do Programa ProAcesso, que garantiu a ligação, por rodovia pavimentada, de todos os municípios mineiros. O desafio agora será pavimentar os trechos que conectam os eixos relevantes da malha rodoviária do Estado.

Será dada prioridade à construção de anéis rodoviários nas principais cidades do Estado, visando retirar das vias urbanas o tráfego intermunicipal, aumentando vigorosamente a segurança no tráfego e reduzindo o tempo de deslocamento urbano e rodoviário no Estado. Será consolidado o projeto que transforma o aeroporto internacional Tancredo Neves, em Confins, em um polo de desenvolvimento regional no Estado. Para além dos pilares citados anteriormente, terão destaque outras prioridades.

Na área da saúde, o Governo Estadual terá papel preponderante na coordenação das ações do SUS e sua política de saúde dará importância às ações de prevenção e de expansão das redes materno-infantil, de hipertensão e diabetes, de atenção ao idoso e de urgência e emergência.

Qualidade no atendimento ao usuário do SUS será a marca das políticas públicas na saúde.

Com o objetivo de dar tranquilidade à população e de desenvolver um ambiente próspero aos cidadãos mineiros, estará entre as prioridades a segurança pública. Com maior investimento em inteligência e integração das atividades policiais e expansão das políticas de prevenção, o governo irá reduzir os índices de criminalidade e ampliar a sensação de segurança nas cidades mineiras.

O desenvolvimento inclusivo e sustentável buscará o equilíbrio entre suas dimensões econômica, social e ambiental. Ênfase será dada à incorporação de novas tecnologias e de inovação, tanto para aprofundar a verticalização da indústria e do agronegócio, agregando valor aos seus produtos, quanto para aumentar a produtividade das atividades dos setores de serviços.

O empreendedorismo será estimulado, bem como serão apoiadas as micro e pequenas empresas, principal fonte de emprego e acesso à renda no Estado, tendo como referência a nova economia.

Na área de meio ambiente, será dada atenção especial a programas de eficiência energética e uso da água, ampliação do saneamento das bacias hidrográficas estaduais e de conservação dos parques estaduais.

Na área da cultura, serão desenvolvidas políticas de preservação do patrimônio cultural deMinas Gerais, ações de fomento à economia criativa, especialmente ligada à gastronomia e à música, além de incentivos às iniciativas culturais no interior do Estado.

As políticas de enfrentamento das vulnerabilidades sociais e garantia das liberdades individuais estarão sempre buscando um alinhamento com programas e ações nos âmbitos Federal e Municipal. Tornar eficaz o papel do Governo Estadual na rede de proteção social será a estratégia para assegurar a dignidade dos cidadãos mineiros.

Em síntese, apoiado no seu compromisso fundamental com as pessoas, Pimenta da Veigapretende aproximar o governo dos cidadãos e contribuir para a prosperidade e a equidade em Minas Gerais, transformando-a em uma terra de oportunidades permanentes para todos os mineiros.

Aço: Indústria fechará o ano de 2014 no vermelho

Diante dos resultados negativos no acumulado do ano até julho, o Instituto Aço Brasil acabou revendo suas projeções para o ano.

Brasil sem rumo

Fonte: O Tempo

Indústria brasileira do aço pode fechar 2014 no vermelho

Baixo crescimento do PIB e concorrência externa afetam o setor

JULIANA GONTIJO

A indústria do aço deve fechar 2014 com resultados negativos para produção (-2,5%), vendas internas (-4,9%) e consumo aparente de aço – soma das vendas internas mais a importação por distribuidores e consumidores (-4,1%). Os motivos são o fraco crescimento daeconomia brasileira, além do impacto da concorrência internacional. “O crescimento doProduto Interno Bruto no ano passado ficou aquém das expectativas. E, neste ano, deve ser menor que 1%. E o cenário internacional também não ajudou muito”, observou o presidente do conselho diretor do Instituto Aço Brasil (IABr), Benjamin Mario Baptista, nesta segunda, emSão Paulo, um dia ante do início do Congresso Brasileiro do Aço.

Diante dos resultados negativos no acumulado do ano até julho, o IABr acabou revendo suas projeções para o ano. As vendas internas, por exemplo, registraram queda de 6% na comparação com os primeiros sete meses de 2013. As exportações caíram 1,6%, enquanto que as importações registraram alta de 15,9%. O consumo aparente apresentou queda de 3,1%. Com a retração do mercado, a produção teve queda de 1% nesse período.

A estimativa de produção de aço bruto para 2014, que era de crescimento de 5,2%, agora é negativa (-2,5%), num total de 33,3 milhões de toneladas. Para as vendas nacionais, a perspectiva de alta de 4,1%, passou para retração de 4,9%. Apenas as exportações tiveram perspectiva de melhora, com incremento que saltou de 2,3% para 3,9%, resultado influenciado pela retomada do alto forno n° 3 da ArcelorMittal Tubarão em julho para a produção de placas voltadas para a exportação.

O consumo aparente também foi revisto para baixo. A última previsão era de incremento de 3%. A nova estimativa passou para recuo 4,1%. “O modelo de incentivo ao consumo chegou ao limite, o que pode ser constatado pelo endividamento das famílias e redução da demanda”, diz.

presidente executivo do Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, observou que a indústria da transformação está perdendo participação no Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB), que já chegou a 35,9% e no ano passado ficou em 13%. “O setor vem perdendo competitividade”, frisou.

Baptista aposta em melhoria do cenário nacional no fim de 2014. “Depois da Copa, o país voltou a trabalhar. A tendência é que os próximos meses sejam melhores que junho e julho. Em agosto e setembro é época das ordens de Natal”, diz.

Para 2015, a previsão do presidente de Baptista é de que será um ano complicado independente do governo. “Temos vários problemas acumulados, entre eles as tarifas que foram represadas, como é o caso da energia elétrica, além da pressão inflacionária”, observou.

Em Minas

Parcela. Minas Gerais foi responsável por 32,7% da produção de aço no país, nos sete primeiros meses de 2014. A produção brasileira de aço bruto em julho foi de 2,9 milhões de ton. A repórter viajou a convite do Instituto Aço Brasil.