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Senador Aécio Neves diz que Covas é inspiração permanente

senador Aécio Neves reafirmou sua admiração por Mário Covas, que, em vida, foi governador e senador por São Paulo.

senador Aécio Neves confidenciou que, como governador de Minas, preserva fotos de Covas e de seu avô Tancredo Neves em sua mesa.

“Nos anos que governei Minas Gerais, tive à minha mesa uma antiga foto com o governador Mário Covas. Colocava-o, com aquele sorriso largo e generoso, em um espaço guardado carinhosamente para familiares queridos, frequentando minha intimidade ao lado do meu avô Tancredo, como inspiração permanente, não apenas a um modesto governador, mas ao homem público e às suas convicções”, disse.

Em 1989, o hoje senador Aécio Neves uniu-se aos políticos que fundaram o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), entre eles, Mário Covas, Fernando Henrique Cardoso e Franco Montoro.

Marca da gestão eficiente de Aécio Neves: PSDB dá largada ao Rodoanel Mineiro

Novo anel rodoviário da Região Metropolitana de Belo Horizonte será mais uma obra com a marca da gestão eficiente do Governo de Minas

Mais uma vez, a gestão eficiente de Aécio Neves no Governo de Minas e hoje mantida por Antonio Anastasia, faz com que o Estado tome a iniciativa em investimentos vitais para a população mineira. Enquanto as obras do Anel Rodoviário de Belo Horizonte só se iniciarão no próximo ano, na melhor das hipóteses, Anastasia já colocou sua equipe para trabalhar e dar vida ao projeto da construção do Rodoanel Mineiro.

Já há alguns anos, com o crescimento das cidades do entorno da capital, o Anel Rodoviário, que deveria funcionar como uma via expressa, foi engolido pelo perímetro urbano destes municípios, com unidades residenciais ocupando suas margens e proximidades, trazendo perigos e mortes.

Para este, a solução encontrada pela presidente Dilma Rousseff foi apostar exatamente na gestão eficiente do PSDB frente ao governo mineiro. Ela decidiu tirar a responsabilidade pela modernização da rodovia do PT e passar para o Governo de Minas, exatamente como os próprios governadores Aécio e Anastasia já havia sugerido.

Já a criação de um novo anel rodoviário na Região Metropolitana sempre foi consenso entre os poderes municipais, estadual e federal. Chegou-se a um acordo para uma obra conjunta entre os entes públicos e a iniciativa privada.

Numa prova de competência gerencial e de planejamento, o Governo do Estado já colocou na rua uma consulta pública para a construção do trecho que lhe cabe no acordo referente ao Rodoanel Mineiro: o trecho Norte, que interligará os municípios de Sabará, Santa Luzia, Vespasiano, São José da Lapa, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, Contagem e Betim.

Anastasia quer que o processo de concessão do trecho esteja pronto ainda no primeiro semestre de 2013.  São decisões como essa que mostram que a presidente Dilma acertou ao retirar do PT e confiar ao PSDB as obras que a população de Belo Horizonte e Minas também reclamam do governo federal.

Aécio debateu criação do TRF da 6ª região é reivindicação histórica de Minas Gerais, que hoje é atendido pelo TRF da 1ª Região, em Brasília.

Aécio: senador

Fonte: Site senador Aécio Neves

Aécio Neves defende criação do TRF de Minas em embate com líder do governo no Congresso

Proposta foi aprovada em primeiro turno e volta à pauta em setembro

 Aécio: senador trava embate com PT pelo TRF Minas

Aécio: senador durante sessão no plenário do Senado onde defendeu aprovação da PEC 65/2011, que cria o Tribunal Regional Federal (TRF) da 6ª Região, para atender Minas Gerais. Foto: George Gianni / PSDB

senador Aécio Neves travou, na noite dessa quarta-feira (29/08) mais um embate com o líder do governo no Congresso Nacional, senador José Pimentel (PT-PI), em defesa da aprovação da PEC 65/2011, que cria o Tribunal Regional Federal (TRF) da 6ª Região, para atender Minas Gerais. Após acalorado debate entre os dois parlamentares, a proposta foi aprovada em primeiro turno pelo plenário do Senado Federal por 58 votos contra seis.

“Conseguimos, felizmente, hoje, no plenário do Senado Federal, depois de um embate duro com o líder do governo no Congresso, o senador do PT, José  Pimentel, aprovar  em primeiro turno a criação do Tribunal Regional Federal  de Minas Gerais. Tivemos aqui um embate desde o início deste ano em torno dessa proposta e esperamos  que o segundo turno definitivo noSenado, seja votado até o dia 12  do mês de setembro”, disse o Aécio Neves.

A criação do TRF da 6ª região é uma reivindicação histórica de Minas Gerais. Hoje, o estado é atendido pelo TRF da 1ª Região, com sede em Brasília, que abrange também outros 13 estados (Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima e Tocantins). Os tribunais regionais julgam recursos apresentados àJustiça após julgamento em primeira instância nos estados. O acúmulo de processos no TRF da 1ª Região tem gerado atrasos de anos na análise dos recursos apresentados. Quando governador de Minas GeraisAécio Neves já havia cedido o prédio do antigo Tribunal de Alçadas para a instalação do TRF da 6ª Região em Belo Horizonte,

“Na verdade, hoje, o tribunal que atende Minas Gerais, que é o da 1ª Região, atende outros 13 estados. Isso significa que aquele cidadão, sobretudo o mais desprotegido, que tem um recurso para ser analisado, está demorando não anos, mas décadas para que o recurso seja julgado, já que o acúmulo é enorme nesse tribunal regional do qual faz parte Minas Gerais. Desses 13 estados, Minas responde por quase 50% das demandas. Portanto, nada mais natural que se crie o tribunal de Minas Gerais porque vai  garantir um alívio processual, uma agilidade  maior aos processos referentes aos mineiros e também, de alguma forma, atende esses outros 13 estados, porque terão, obviamente, também a pauta aliviada”, defendeu o senador no embate com o líder do governo no Congresso.

Justiça mais ágil

governo federal vinha se posicionando contra a proposta, alegando que ela geraria gastos extras para o governo. O líder do governo também questionou a constitucionalidade da criação de um tribunal regional através de uma PEC. O senador Aécio rebateu as questões apresentadas pelo petista, lembrando que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), instância que analisa a legalidade das propostas, julgou a PEC constitucional e que caberá ao Superior Tribunal de Justiça definir valores orçamentários para sua implantação.

“Esse é um projeto que atende uma demanda não apenas da Justiça Federal, mas dos cidadãos mineiros que, ao apresentarem seus recursos, esperam que eles sejam decididos, a favor ou contra. O que estamos fazendo é garantir agilidade, serviços judiciais céleres, rápidos, ágeis aos mineiros. É uma proposta do senador Clésio, que eu tive o privilégio de relatar e, apesar da objeção do líder do governo do Congresso, que defendeu a não aprovação da proposta, venceu o bom senso e venceu Minas Gerais”, afirmou o senador Aécio Neves.

Aécio Neves: Senado aprovação em 1º turno, no Senado, da PEC que cria o TRF da 6ª Região, para atender exclusivamente Minas Gerais.

Aécio Neves: Líder da Oposição

Fonte: Jogo do Poder

 Aécio Neves: Senado aprova TRF de Minas

Aécio Neves: Senado aprovação em 1º turno, no Senado, da PEC que cria o TRF da 6ª Região, para atender exclusivamente Minas Gerais.

Entrevista senador Aécio Neves

“Conseguimos, felizmente, hoje, no plenário do Senado Federal, depois de um embate duro com o líder do governo no Congresso, o senador do PT , José  Pimentel,  aprovar  em primeiro turno a criação do Tribunal Regional Federal  de Minas Gerais.

Na verdade, hoje, o tribunal que atende Minas Gerais, que é o da 1ª Região, atende outros 13 estados. Isso significa que aquele cidadão, sobretudo o mais desprotegido, que tem um recurso para ser analisado, está demorando não anos, mas décadas para que o recurso seja julgado, já que o acúmulo é enorme nesse tribunal regional do qual faz parte Minas Gerais.

Desses 13 estados, Minas responde por quase 50% das demandas. Portanto, nada mais natural que se crie o tribunal de Minas Gerais porque vai garantir um alívio processual, uma agilidade  maior aos processos referentes aos mineiros e também, de algum forma, atende esses outros 13 estados, porque terão, obviamente, também a pauta aliviada.

Tivemos aqui um embate desde o início desse  ano em torno dessa proposta e esperamos  que o segundo turno definitivo no Senado, seja votado até o dia 12  do mês de setembro.

Portanto, um projeto que atende uma demanda não apenas da Justiça Federal, mas dos cidadãos mineiros que, ao apresentarem seus recursos, esperam que eles sejam decididos, a favor ou contra.

O que nós estamos fazendo é garantir agilidade, serviços judiciais céleres, rápidos, ágeis aos mineiros.

É uma proposta do senador Clésio, que eu tive o privilégio de relatar e, repito, apesar da objeção do líder do governo do Congresso, que defendeu a não aprovação da proposta, venceu o bom senso e venceu Minas Gerais.”

Aécio: proposta do PSDB beneficia população de baixa renda

 
senador Aécio Neves apresentou dados que comprovam que, se Dilma não vetar proposta do PSDB que zera os impostos federais sobre os alimentos da cesta básica, a economia para as famílias de baixa renda será significativa.
O estudo citado pelo senador Aécio Neves foi feito pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea).
“O Ipea  nos mostra que para as populações de mais baixa renda, o custo com  alimentação alcança até dois terços do total de receita  dessas a famílias, e o custo da tributação  federal  em relação à cesta básica impacta em torno de 14,5% a 15% no preço total  da cesta. Então, nós estamos falando de uma redução em torno de 15% de dois terços da receita das famílias de mais baixa renda”, afirmou o senador Aécio Neves.

Senador Aécio: estados já contribuem, falta União zerar impostos da cesta básica

senador Aécio Neves lembrou que muitos governos estaduais já contribuem para reduzir o preço da cesta básica zerando o ICMS.

Para o senador Aécio Neves, é hora de o governo federal fazer a sua parte.

“Feijão em Minas Gerais tem zero de ICMS, leite tem zero de ICMS, farinha de mandioca tem zero, e vários produtos da cesta básica tiveram o ICMS, o único imposto estadual, essencial à sobrevivência dos estados, reduzidos em pelo menos um terço”, discursou o senador Aécio Neves, cobrando que a presidente Dilma não vete proposta apresentada pelo PSDB, e já aprovada no Congresso, que estabelece que os produtos alimentícios da cesta básica fiquem totalmente isentos de impostos federais, como o IPI e PIS/COFINS.

Senador Aécio Neves chama de ‘patética’ atitude de ministro

Aécio: eleições 2012

Fonte: Berta Maakaroum – Estado de Minas

Ministro é alvo de críticas

Candidato à reeleição, Marcio Lacerda, e padrinho político, Aécio Neves, condenam participação do titular da Saúde na campanha adversária

 Aécio chama de ‘patética’ atitude de ministro

Depois de passar por Belo Horizonte sexta-feira e sábado em campanha ao lado do candidato petista à Prefeitura de Belo Horizonte, Patrus Ananias, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, tornou-se alvo de adversários. Em ato pela candidatura à reeleição do prefeito Marcio Lacerda (PSB) ontem, o senador Aécio Neves (PSDB) considerou “patéticas” as declarações de Padilha, segundo as quais, se eleito, Patrus teria prioridade na liberação de recursos no Ministério da Saúde. “Considero patética a participação nesses últimos dias do ministro da Saúde em Belo Horizonte”, criticou Aécio.

O senador acrescentou: “A ditadura durante 20 anos impediu que os brasileiros elegessem os seus prefeitos de capitais exatamente para defender esse alinhamento automático. Esse é o discurso do atraso, que mostra a meu ver, um certo temor da candidatura adversária”. Segundo AécioMinas e Belo Horizonte terão recursos do governo federal por que têm direito. “Governei por oito anos com o presidente Lula e jamais Minas foi preterida. Lula teve uma relação republicana, não por atenção a mim, mas por atenção a Minas. É triste ver um ministro de Estado chegar com um discurso do retrocesso, que terá a repulsa dos mineiros”, acrescentou.

Na mesma linha, o prefeito Marcio Lacerda também criticou Padilha: “Ele está sendo indigno do cargo que ocupa, se afirma que se o seu candidato ganhar terá um tratamento diferenciado”. Segundo Lacerda, apesar da boa relação que a Prefeitura de Belo Horizonte mantém com o Ministério da Saúde, muitos repasses de recursos estão atrasados. “Várias demandas nossas não têm sido bem atendidas. Mas imagino que não seja em função da disputa política”, afirmou, sem especificar que tipo de pleitos estão sendo desconsiderados.

APOIO EM CAMPO Aécio participou ontem, ao lado de Lacerda, de um ato de campanha em que os dirigentes dos times de futebol Atlético, Cruzeiro e América assinaram um manifesto em apoio à reeleição do prefeito. Ainda nesta semana, estão previstos dois outros atos com a presença de Aécio e também do governador Antonio Anastasia. Amanhã servidores do estado vão hipotecar apoio ao socialista. No sábado, candidatos a vereador dos partidos coligados participarão de uma manifestação.

Durante o ato de apoio a Lacerda ontem, o presidente do Atlético, Alexandre Kalil, criticou o governo federal. “No Independência, o governo federal, o PT nos abandonou. Foi sabotado e executado por Aécio”, disse. Igual raciocínio desenvolveu Aécio Neves, segundo quem, embora houvesse uma promessa do governo federal, o investimento não foi feito. “Resumo da ópera: os R$ 30 milhões não chegaram até hoje e o estado gastou R$ 100 milhões para concluir o estádio”, afirmou.

Ao lado dos dirigentes do América, Marcus Salum; do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, e do Atlético, ex-jogadores também manifestaram apoio a Marcio Lacerda: Reinaldo, Batista e Dario “Peito de Aço” (Atlético), Toninho Cerezo, Paulo Isidoro e Cléber (Atlético e Cruzeiro), Buião e Ronaldo Luiz (América), Wilson Piazza e Geraldão (Cruzeiro) e Valdir (América, Atlético e Cruzeiro).

Senador Aécio Neves: “País deve priorizar o desafio da inclusão digital por meio de um grande pacto que reúna diferentes instâncias de governo”

Aécio: senador

 Aécio: senador fala do combate à exclusão digital

Aécio: senador fala do combate à exclusão digital

Fonte: Folha de S.Paulo

Inclusão digital

Aécio Neves – A partir da estratégia de municipalização traçada pela Constituição de 1988, o Brasil pôde avançar muito em duas áreas fundamentais: a saúde e a educação. Com ajuda das prefeituras, tivemos a implantação paulatina do Sistema Único de Saúde e a grande jornada pela universalização do ensino fundamental e da pré-escola.

Por que não adotar caminho semelhante para acelerar o combate à exclusão digital?

Um estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), conduzido pelo economista Marcelo Neri, mostra a enorme desigualdade entre os municípios brasileiros quando se trata do uso de computadores, telefones fixos e celulares e banda larga, pela população. É uma realidade agora acentuada com a febre de smartphones e tablets.

Há uma grande pertinência na abordagem desse tema no atual momento brasileiro, com a eleição municipal e o debate de planos de governo entre milhares de candidatos e milhões de eleitores.

São conhecidas boas histórias de sucesso de prefeituras que trabalham para ampliar efetivamente a inclusão digital em seu território, em parceria com os governos estaduais ou federal.

A pesquisa da FGV traz projeções feitas para 2012, mostrando que a maioria dos brasileiros usa a internet com a finalidade de comunicação (33,3%), lazer (27,5%), educação (26,4%) e informação de jornais ou revistas (23,3%), transações financeiras (5,3%), compras de bens e serviços (6,16%) e interação com autoridades públicas ou órgãos de governo (6,1%).

Essa última categoria alcança um percentual ainda muito pequeno, o que “indica a falta de comunicação e interação entre o setor público e a sociedade civil”, um problema crônico no Brasil. A situação é mais grave nas classes de renda e escolaridade mais baixas.

Desde 2000, temos um programa de governo eletrônico para melhorar as relações da administração com os cidadãos, empresas e órgãos do próprio setor público, em busca do aprimoramento da qualidade dos serviços prestados.

A iniciativa ganhou mais relevância agora, articulada com outros avanços, como a obrigatoriedade da prestação de contas governamentais em várias esferas e a crescente transparência exigida pela sociedade, que permitem um controle social mais efetivo, além da indispensável participação dos cidadãos nas políticas públicas.

O país que ultrapassou a casa dos 250 milhões de celulares e “bomba” nas redes sociais deve priorizar o desafio da inclusão digital por meio de um grande pacto que reúna diferentes instâncias de governos, entidades e iniciativa privada.

Oferecer condições para um maior acesso à informação e ao novo mercado de trabalho pode ser um caminho eficaz para começarmos a resgatar a grande dívida que temos com a nossa juventude.

Aécio Neves escreve às segundas-feiras nesta coluna

Aécio e o Proacesso. Programa criado quando foi governador de Minas pavimentou mais de 5 mil quilômetros de rodovias.

Gestão Eficiente: Aécio

Fonte: Jogo do Poder

Proacesso é um dos principais resultados da gestão eficiente de Aécio Neves

 Gestão Eficiente: Aécio e o Proacesso em Minas

gestão eficiente de Aécio Neves em MG mudou o mapa rodoviário do Estado e garantiu melhor qualidade para as estradas estaduais mineiras.
Rodovias foram pavimentadas e estradas hoje são bem conservadas, possibilitando boa trafegabilidade e segurança para os motoristas.A população de Santana do Riacho, município encravado na Serra do Cipó, passou anos trafegando em uma estrada esburacada, aguardando o asfalto chegar. E chegou.

Esta semana, o Governo de Minas inaugura o trecho de 26,7 quilômetros, que liga a sede do município de Santana do Riacho ao entroncamento com a rodovia MG-010, na região Central do Estado. OGoverno de Minas investiu R$ 28,3 milhões na obra.

Com o Proacesso, o Programa de Pavimentação de Ligações e Acessos Rodoviários aos Municípios, foram pavimentados mais de 5 mil quilômetros de rodovias, atendendo a 201 municípios.

Graças à vontade política e a eficiência na gestão de Aécio Neves, o Estado investiu R$ 3,6 bilhões, beneficiando 1,3 milhão de pessoas. Ainda estão em andamento obras em 19 trechos, dos quais 11 serão concluídos este ano.

Aécio Neves: precisamos de ampla reforma política

Aécio defende a reforma política

 Aécio: precisamos de ampla reforma política

Fonte: artigo senador Aécio Neves – Folha de S.Paulo

Reformas

AÉCIO NEVES

vida pública, muitas vezes, nos reserva lições díspares e antagônicas.

Designado pelo presidente do Senado, José Sarney, tive a honra de representar o Congresso Nacional na cerimônia de concessão, pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, do importante prêmio John W. Kluge ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Como destacou o senador Cristovam Buarque, o prêmio equivale, em importância, a um Nobel no campo das ciências humanas. Não se trata de reconhecimento apenas ao sociólogo, ao pensador e à sua densa obra acadêmica, mas também ao líder que foi capaz de, à frente do país, criar bases para um novo patamar de desenvolvimento nacional.

Retornei à Brasília onde, na manhã seguinte, ocorreria a sessão de julgamento do processo de cassação do mandato do então senador Demóstenes Torres.

Sob o impacto de situações tão opostas, é inevitável a reflexão sobre o ambiente político e o conjunto das reformas adiadas, que o país reclama e que precisam ser feitas. Especialmente a reforma política, entendida no seu sentido mais amplo, mas também a dos próprios ritos legislativos.

São questões que devem ser enfrentadas com coragem, com a mesma responsabilidade e visão de futuro com que Fernando Henrique conduziu as reformas econômicas nos anos 90, deixando o precioso legado da estabilidade, que vem sendo preservado, independentemente de quem esteja no poder.

Precisamos de ampla reforma política que respeite a população, valorize os partidos e a sua capacidade de representação da sociedade, mas que também alcance os próprios processos legislativos.

Neste campo poucos avanços puderam ser anotados nos últimos anos. Permanecem à espera da vontade política do governo federal questões de fundo, situadas na raiz dos problemas, nas falhas evidentes de um sistema que envelheceu e não corresponde mais às necessidades de um país que se modernizou e quer continuar avançando.

Como, infelizmente, temos um Parlamento movido quase que exclusivamente pela vontade da maioria governista, e o governo, claramente, não deseja mudanças, têm sido inúteis as tentativas de garantir mais transparência e agilidade a matérias importantes para o país. A iniciativa que regulamenta o uso das medidas provisórias e que, apesar de aprovada no Senado, permanece paralisada na Câmara dos Deputados, é um exemplo.

A questão central é que o Palácio do Planalto não consegue se libertar das suas conveniências políticas imediatas para se concentrar nas políticas de Estado, aquelas que guardam o interesse público, preservam a grandeza das instituições e sobre as quais se constrói não um governo, mas uma nação.

AÉCIO NEVES escreve às segundas-feiras nesta coluna.