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Aécio Neves 2014: medo do PT virou estratégia

Aécio Neves 2014: possível candidatura do senador provoca alvoroço no PT;  articulista do mensalão é convocado para linha de ataque.

Aécio Neves: Eleições 2014

Fonte: Jogo do Poder

 Aécio Neves 2014: medo do PT virou estratégia

Aecio Neves: PSDB e gestão eficiente

A possível candidatura de Aécio Neves em 2014 tem provocado alvoroço no PT. Tanto que, nos últimos dias, um time foi colocado em campo para cumprir uma tática embasada em duas frentes: desqualificar a pré-candidatura do senador mineiro e colar ao PSDB – partido de Aécio – a imagem de uma oposição raivosa, nos moldes daquela mesma que era praticada pelos petistas durante o Governo Fernando Henrique Cardoso.

E para chefiar esse time, o PT prepara entre os seus cartolas uma “comissão técnica” chefiada pelo ex-presidente Lula. O que é normal e nada surpreendente para um partido que não consegue renovar suas lideranças.

Agora, como principal atacante deste time montado a dedo para enfrentar o projeto “Aécio Neves 2014”, um velho conhecido: o ex-ministro e criminoso condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), José Dirceu. Mas sua escalação surpreende, pois suas condições morais e éticas não se encontram numa situação nem um pouco aceitáveis publicamente.

Um dos chefes do Mensalão do PT, Zé Dirceu – como ele mesmo se intitula em seu microblog – trabalha incansavelmente no ataque como forma de tentar tirar a atenção do pífio desempenho da presidente Dilma Rousseff à frente do governo federal.

O ex-ministro acusa o PSDB e o DEM de criarem “artificialmente clima de crise no país”. Fala isso porque os partidos da oposição se cansaram de passar dois anos à espera de uma postura de diálogo da presidente Dilma junto ao Congresso Nacional.

Zé Dirceu tenta, nas entrelinhas, dizer que PSDB e DEM se portam da mesma forma como o PT sempre fez enquanto não foi governo: foi uma oposição raivosa, avessa ao diálogo e sem qualquer proposta concreta para oBrasil.

ex-ministro e criminoso condenado tenta, mas não consegue. Basta lhe devolver fatos concretos e lhe pedir que encontre algo de “artificial” neles: PIB de 1%, inflação em alta, investimentos privados em fuga do país, entre outros.

A postura agressiva, raivosa e maquiavélica do grande articulista do Mensalão do PTZé Dirceu, é apenas mais uma infantil demonstração de que seu partido teme sim o projeto “Aécio Neves 2014”.

Eleições 2014: por que o medo de Aécio Neves? – 02

Eleições 2014: prováveis candidaturas de Aécio e Eduardo Campos fazem com que Lula comece a abrir negociações na esfera federal.

Eleições 2014: Aécio Neves

Fonte: Jogo do Poder

As possíveis candidaturas de Eduardo Campos e Aécio Neves nas Eleições 2014  já deixam o bunker do PT em estado de alerta; Lula se apressa

 Eleições 2014: por que o medo de Aécio Neves?   02

Aécio Neves e as eleições 2014

As possíveis candidaturas de Eduardo Campos e Aécio Neves nas Eleições 2014 já deixam o epicentro do PT em estado de alerta. Percebendo o desgaste político e a inoperância gerencial do Governo Dilma Rousseff, o partido se assanha em colocar seus principais soldados nas ruas de forma antecipada. E o líder supremo dos petistas, o ex-presidente Lula, deve começar a entrar no jogo da partidarização do governo federal como forma de dominar a mesa de xadrez.

Leia abaixo íntegra do Editorial do jornal Folha de S. Paulo desta quarta-feira (23/01) sobre Lula, Eduardo Campos, Dilma Rousseff, Aécio Neves e as Eleições 2014:

Martelo nos números

Cacique Lula

Depois de presidir reunião com secretários de Haddad, o ex-presidente segue na trilha do personalismo e anuncia ofensiva na esfera federal

Nas palavras do ex-ministro Paulo Vannuchi, atual membro da diretoria do Instituto Lula, o ex-presidente, a partir do próximo mês, irá “jogar toda a sua energia” no esforço de consolidar as alianças entre as forças que apoiam o governo Dilma Rousseff. A tarefa do líder petista seria identificar conflitos e procurar superá-los.

Lula não precisará de muito esfoço para cumprir a primeira parte da missão. Os conflitos já são, na maior parte, conhecidos. Os aliados, em especial os peemedebistas, queixam-se da rivalidade do PT e do tratamento dispensado pela presidente Dilma a suas demandas fisiológicas. O Planalto se mostraria mais rude e menos sensível do que desejariam.

Além disso, causam preocupação as ambições do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, à Presidência da República. A candidatura do líder do PSB já em 2014 sem dúvida enfraqueceria a campanha pela reeleição de Dilma.

Para consolidar essas fraturas, a famosa lábia do ex-presidente não será suficiente. Ele terá de oferecer cargos, vantagens e até acenar com a longínqua possibilidade de apoiar um candidato não petista na disputa de 2018.

Nesse contexto, não é demais lembrar que Lula não ocupa cargo no governo. Embora nada o proíba de participar de articulações e defender teses e propostas, seria mais adequado que agisse com discrição e desse preferência aos caminhos institucionais, como o debate em âmbito partidário.

Em se tratando de PT, porém, não existe âmbito partidário. Ou, se existe, é integralmente preenchido pela figura de Lula. “Le parti c’est moi” (o partido sou eu) poderia ser seu lema, na pior tradição personalista da política brasileira. Na contramão da mudança de hábitos que o petismo outrora defendia, o ex-presidente comporta-se como um perfeito cacique.

O êxito na eleição da presidente Dilma e, a seguir, do prefeito Fernando Haddad, em São Paulo, parece ter reacendido em Lula a fagulha da onipotência. O revés no julgamento do mensalão, por sua vez, parece ter impulsionado a decisão de sugerir a todos que ainda está no controle.

Foi o que fez recentemente, numa cena constrangedora, ao presidir uma reunião de Haddad com secretários. Sem pudor em tratar seu “poste” como “poste”, assumiu o comando da mesa, apontou diretrizes e deu orientações ao afilhado e seus colaboradores.

Vai-se assistindo ao mesmo na esfera federal, onde agora se anuncia nova investida. Em ambas as circunstâncias, a interferência cria ruídos indesejáveis e apequena a figura dos governantes. A quem cabe a última palavra? Quem o primeiro escalão deve prestigiar em caso de divergências?

A pergunta pareceria absurda em qualquer democracia séria, mas é cabível nesse enredo em que o ex-presidente mostra-se tentado a continuar governando sem ter sido eleito. É um desserviço que Lula presta ao permitir que essas interrogações fiquem no ar.

Eleições 2014: por que o medo de Aécio Neves? – 01

Eleições 2014 caminham para uma disputa entre Aécio e a presidente Dilma. No centro do embate: a eficiência da gestão pública.

Eleições 2014: Aécio

Fonte: Jogo do Poder

 Eleições 2014: por que o medo de Aécio Neves?   01

Eleições 2014: Aécio Neves

As últimas declarações de dirigentes do PT escancaram um medo velado em relação à possível candidatura de Aécio Neves nas Eleições 2014. Os seguidos ataques e tentativas de desqualificarem a pré-candidatura do senador mineiro cresceram como avalanche nos últimos dias, fato que não tem passado despercebido na mídia.

As Eleições 2014 caminham para uma disputa entre Aécio Neves e a presidente Dilma Rousseff. E mais do que isso: um embate que terá a eficiência da gestão pública no centro do debate nacional. E este fator tem causado arrepios no bunker petista, já que é claro e evidente o desgaste sofrido por Dilma nestes dois primeiros anos de seu governo, principalmente em função da inoperância gerencial de sua equipe.

Por outro lado, o Choque de Gestão, modelo inovador de administração pública criado por Aécio Neves e implantado no Governo de Minas desde 2003, já se tornou exemplo internacional. Basta lembrar que o Banco Mundial (Bird) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), por diversas vezes, têm apresentado a gestão do governo mineiro como um exemplo a ser seguido por outros países e estados.

Declarações como a do ex-ministro dos Direitos Humanos e diretor do Instituto Lula, Paulo Vannuchi, de que “o Aécio é candidato para 2018, agora, toda a construção é para ele virar figura de proa, disputar para perder evidentemente” são milimetricamente pensadas. São fortes indícios da estratégia petista de tentar desqualificar o poderio político do senador mineiro. Uma forma de contrapor a extrema capacidade de Aécio Neves de compor alianças em prol de projeto de governo plural. E o PT sabe muito bem disto…

O certo é que o temor petista tem se cristalizado e já ganha as ruas e as análises políticas da mídia. Este será só o começo de uma estratégia do PT de minar ao máximo a extrema vantagem política, partidária e principalmente gerencial que Aécio Neves terá nas Eleições 2014.